A proposta deste blogue é incentivar boas discussões sobre o mundo econômico em todos os seus aspectos: econômicos, políticos, sociais, demográficos, ambientais (Acesse Comentários). Nele inserimos as colunas "XÔ ESTRESSE" ; "Editorial" e "A Hora do Ângelus"; um espaço ecumênico de reflexão. (... postagens aos sábados e domingos quando possíveis). As postagens aqui, são desprovidas de quaisquer ideologia, crença ou preconceito por parte do administrador deste blogue.
PENSAR "GRANDE":
[NÃO TEMOS A PRESUNÇÃO DE FAZER DESTE BLOGUE O TEU ''BLOGUE DE CABECEIRA'' MAS, O DE APENAS TE SUGERIR UM ''PENSAR GRANDE''].
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“Pode-se enganar a todos por algum tempo; Pode-se enganar alguns por todo o tempo; Mas não se pode enganar a todos todo o tempo...” (Abraham Lincoln).=>> A MÁSCARA CAIU DIA 18/06/2012 COM A ALIANÇA POLÍTICA ENTRE O PT E O PP.
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''Os Economistas e os artistas não morrem..." (NHMedeiros).
"O Economista não pode saber tudo. Mas também não pode excluir nada" (J.K.Galbraith, 1987).
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terça-feira, fevereiro 12, 2008
XÔ! ESTRESSE [In:] "PRESIDENTE BOSSA NOVA" *






[Chargistas: Lézio, Ique, Simanca, Ivan, Miguel, Lane, Heringer, Enio, Samuca, Cláudio].
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(*) Perdoem-me pela nostalgia, mas, decorridas algumas décadas, a letra [ainda] é atual!!!
Juca Chaves - Presidente Bossa Nova [Juca Chaves].
"Bossa nova mesmo é ser presidente/ Desta terra descoberta por Cabral/ Para tanto basta ser tão simplesmente/ Simpático, risonho, original./ Depois desfrutar da maravilha/ De ser o presidente do Brasil,/ Voar da Velhacap pra Brasília,/ Ver a alvorada e voar de volta ao Rio./ Voar, voar, voar, voar,/Voar, voar pra bem distante,/ Até Versalhes onde duas mineirinhas valsinhas/ Dançam como debutante, interessante!/ Mandar parente a jato pro dentista,/ Almoçar com tenista campeão,/ Também poder ser um bom artista exclusivista/ Tomando com Dilermando umas aulinhas de violão./ Isto é viver como se aprova,/ É ser um presidente bossa nova./ Bossa nova, muito nova,/ Nova mesmo, ultra nova!". http://www.vagalume.com.br/
BRASIL/FRANÇA: PRESIDENTES DISCUTEM SEGURANÇA
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva se encontra nesta terça-feira, na Guiana Francesa, com o presidente francês, Nicolas Sarkozy, para discutir cooperação na área de defesa, a libertação dos reféns colombianos em poder da guerrilha colombiana, negociações da Rodada de Doha e temas fronteiriços.
O presidente Lula chegou a Macapá (AP) acompanhado dos ministros da Defesa, Nelson Jobim, do Meio Ambiente, Marina Silva, e dos Transportes, Alfredo Brito. O senador José Sarney (PMDB-AM) era um dos integrantes da comitiva de três senadores e quatro deputados do Estado que acompanharam o presidente. Lula pernoitou num hotel e viaja nesta terça-feira de manhã no avião presidencial até Oiapoque, do lado brasileiro da fronteira. De lá, atravessa de barco o rio Oiapoque, que divide os dois países, e é recebido por Sarkozy em São Jorge do Oiapoque, na margem francesa. Sarkozy não deve entrar em território brasileiro. Apesar dos temas fronteiriços, como o início da construção da ponte sobre o rio Oiapoque ligando os dois países, as conversas políticas devem girar em torno de outros temas, como a participação dos dois países nas negociações da Rodada Doha de liberalização do comércio. "Brasil e França dispõem de uma ampla base de convergência política e diplomática, que torna o momento atual particularmente propício para o estreitamento de nossas relações nos mais diversos campos, seja naquela vertente bilateral, seja na discussão de temas de interesse mútuo da agenda regional e multilateral", afirmou o porta-voz do Planalto, Marcelo Baumbach. Ele confirmou que o submarino nuclear que o Brasil quer construir --e que pode ter tecnologia francesa-- será um dos temas da conversa, mas o governo não espera fazer um anúncio formal sobre o assunto nesta visita. Será o primeiro encontro entre os dois presidentes que não acontece à margem de uma reunião internacional. Lula e Sarkozy já se encontraram no ano passado durante a Assembléia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova York, e na reunião do G-8, o grupo dos sete países mais industrializados mais a Rússia, na Alemanha. Brasil e França têm um intercâmbio comercial de US$ 7 bilhões, com importações e exportações do mesmo montante. O Brasil é principal parceiro comercial francês na América Latina. Lula também deve agradecer o apoio público dado por Sarkozy ao pleito brasileiro de reformar o Conselho de Segurança da ONU e ocupar uma cadeira permanente num órgão ampliado.
Farc
Sobre a colaboração do Brasil na negociação para a libertação dos reféns em poder das Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia), o porta-voz do Planalto confirmou que o tema será discutido, mas não acredita que nenhuma estratégia será definida já neste encontro. "Como o Brasil crê que é necessária a conversa com os presidentes [venezuelano Hugo] Chávez e [colombiano Álvaro] Uribe, eu não diria que se chegue a algum avanço concreto no sentido de estabelecer esse grupo, mas o tema certamente será discutido", afirmou.
O governo brasileiro já tinha afirmado que só vai participar das negociações com o aval do presidente colombiano Álvaro Uribe. Nas últimas semanas, passou a dizer que também considera "crucial" a participação do presidente venezuelano Hugo Chávez. Embora Chávez tenha sido excluído da negociação com as Farc por Uribe, a guerrilha disse que libertou as duas reféns em janeiro em desagravo ao presidente venezuelano.
Fronteira
Apesar da localização na América do Sul, a Guiana Francesa é um departamento ultramarino da França, onde vigoram todas as leis francesas. A diferença de padrão de vida entre os vizinhos --o salário mínimo francês é de 1,1 mil euros por mês-- atrai imigrantes brasileiros para o lado francês. O Itamaraty estima que sejam entre 20 mil e 40 mil brasileiros, vivendo ilegalmente num país de 200 mil habitantes. Um acordo entre os dois governos permite a expulsão para o lado brasileiro de estrangeiros encontrados ilegalmente no país. "A agenda fronteiriça é difícil, por causa dos problemas de migração", admite o ministro Ricardo Guerra de Araujo, diretor interino do Departamento de Europa do Itamaraty. Ele disse que uma comissão binacional criada para discutir o assunto se reúne em maio, na França. da BBC Brasil. 1202.
GOVERNO LULA & PRIVATIZAÇÕES DE RODOVIAS [PEDÁGIOS]
Leonardo Goy, Estadão, 1202.
CPI/CARTÃO CORPORATIVO: UMA CPI CORPORATIVA?
Traduzindo: o líder do governo Lula diz que os partidos aliados só vão endossar o pedido de CPI se as investigações chegarem ao governo Fernando Henrique. É que os cartões corporativos foram criados no governo FH, mas implementados ano a ano; e nos tempos de FH o usual era o saque em dinheiro por meio da tal Conta - B. Outros governistas se dizem tranquilos quanto ao rumo das investigações porque não se pode separar cartões corporativos de Conta - B. Afinal, tudo é “suprimento de fundos do Poder Executivo” - seja por meio de pagamento em dinheiro ou por meio do cartão. O tal acordo provocou reações dos dois lados - tanto dentro da base governista como na oposição. A oposição agiu mais rapidamente e conseguiu se acertar. O deputado Carlos Sampaio, que fez o acordo com o líder do governo Romero Jucá para a instalação da CPI mista, e aceitou retroceder as investigações para 1998, incluindo, portanto, o governo Fernando Henrique, foi chamado para uma reunião com o partido, que queria maiores explicações. Afinal, todo o esforço dos tucanos até então era excluir o governo Fernando Henrique das investigações. Sampaio explicou que não poderia fazer isso porque a investigação teria de ser do sistema - o modo de pagamento de despesas eventuais do governo federal. A Jucá ele explicou que o governo FH estaria incluído - daí o que possibilitou o acordo. Pela manhã, ao anunciar que o acordo estava celebrado, Jucá e Sampaio diziam claramente que o objetivo não era investigar Lula nem FH. Nos bastidores, a oposição atua para que, instalada a CPI, a investigação comece dos gastos atuais e vá voltando no tempo. Os governistas, é claro, querem o contrário.
No fundo, um quer investigar o outro. E ficar fora de alcance da CPI.
E Romero Jucá que, pela manhã, comemorava o resultado do acordo, foi bastante cobrado pela oposição. Nos últimos tempos, ele era o único no governo que mantinha algum diálogo com PSDB e DEM. A oposição acha que ele foi longe demais, ao propor a CPI e depois aceitar também a CPI mista. Sinal de que Jucá agiu bem como líder do Palácio do Planalto. Cristiana Lôbo, G1. 1202.