A proposta deste blogue é incentivar boas discussões sobre o mundo econômico em todos os seus aspectos: econômicos, políticos, sociais, demográficos, ambientais (Acesse Comentários). Nele inserimos as colunas "XÔ ESTRESSE" ; "Editorial" e "A Hora do Ângelus"; um espaço ecumênico de reflexão. (... postagens aos sábados e domingos quando possíveis). As postagens aqui, são desprovidas de quaisquer ideologia, crença ou preconceito por parte do administrador deste blogue.
PENSAR "GRANDE":
[NÃO TEMOS A PRESUNÇÃO DE FAZER DESTE BLOGUE O TEU ''BLOGUE DE CABECEIRA'' MAS, O DE APENAS TE SUGERIR UM ''PENSAR GRANDE''].
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“Pode-se enganar a todos por algum tempo; Pode-se enganar alguns por todo o tempo; Mas não se pode enganar a todos todo o tempo...” (Abraham Lincoln).=>> A MÁSCARA CAIU DIA 18/06/2012 COM A ALIANÇA POLÍTICA ENTRE O PT E O PP.
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''Os Economistas e os artistas não morrem..." (NHMedeiros).
"O Economista não pode saber tudo. Mas também não pode excluir nada" (J.K.Galbraith, 1987).
"Ranking'' dos políticos brasileiros: www.politicos.org.br
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terça-feira, março 02, 2010
ELEIÇÕES 2010: ''UM OUTRO OLHAR..."
Roberto Pompeu
O ano eleitoral - uma prévia
"Nas apresentações dos candidatos perante as câmeras, um jeito infalível de distinguir uma campanha pobre de uma rica será acompanhar o movimento dos olhos do candidato"
Braços ao alto, mãos enlaçadas, eles e elas encenam uma coreografia de unidade que, não fossem a proeminente barriga de um, a careca de outro e uma geral dificuldade nos quesitos presteza e agilidade, poderia ser tomada como um ensaio a seco de balé aquático. Assistiremos a muitas cenas dessas. Elas constituem o momento de apoteose das convenções partidárias. O ritual é copiado das convenções americanas, mas com uma importante diferença. Nos Estados Unidos, só duas pessoas, os escolhidos para presidente e vice, compõem a cena. No sistema macropartidário e hipercoligativo vigente no Brasil, é uma multidão que se apresenta no palco – o candidato titular, o vice, seus padrinhos, os chefes partidários, os candidatos a outros cargos, os infiltrados. Em um ou outro dos protagonistas, o desempenho será enriquecido pela exibição de manchas de suor nas axilas, na hora de levantar os braços. Releve-se. É o preço que se paga pelo calor, real e simbólico, reinante no ambiente. Indiferentes aos percalços, eles e elas se exibem à plateia amiga com a mesma certeza do aplauso com que terminam seu ato as bailarinas de cancã.
Na verdade, já tivemos uma primeira encenação desse número na convenção do PT que recentemente sagrou sua candidata, ou melhor, "pré-candidata". Mas, para mostrar que a futurologia do colunista está afiada, sigamos em frente com atos, cenas e rituais que, mesmo com a campanha oficial ainda não iniciada, já marcam presença em sua bola de cristal. Para continuar no capítulo do gestual, quando os candidatos falarem na TV será constante o recurso ao "martelinho". O martelinho é aquele gesto de, punho cerrado, golpear o ar, para reforçar o discurso. A intenção é transmitir firmeza e determinação. Nessas apresentações dos candidatos perante as câmeras, um jeito infalível de distinguir uma campanha pobre de uma rica, quando falharem os outros, será acompanhar o movimento dos olhos do candidato. Candidato de campanha pobre move os olhos, e o detalhe denuncia que está lendo. No candidato de partido rico, os olhos permanecem tão fixos que até parece que fala de improviso. É a qualidade do teleprompter que se impõe.
Depois virão os filmes – ah, os filmes! Eles sugerem o beatífico mundo que nos aguarda caso aquele partido, ou aquele candidato, saia vitorioso. Campos floridos, extasiantes horizontes, gente sorridente. A música de fundo é idílica, e pode terminar triunfante como a estocada final de uma ária de Puccini. Pessoas são entrevistadas na rua, e não poupam louvações ao candidato. Como esse candidato é querido! É só sair à rua, uma câmera na mão e um microfone na outra, e chovem os testemunhos de suas boas qualidades. Os filmes também exibirão crianças correndo alegres e soltas, jovens casais enlaçando-se sorridentes, mulheres grávidas contemplando confiantes a própria barriga. Se o leitor não sabe, fique sabendo que tanto as crianças como os jovens casais e as mulheres grávidas representam o futuro. No caso, o futuro de paz e felicidade que nos garantirá a eleição daquele candidato.
O quê? Que diz o leitor amigo? Ah, sim, até agora só abordamos o lado cosmético da campanha eleitoral. Falta falar no conteúdo. Vejamos o que diz a respeito a bola de cristal. Os programas oficiais de governo será bom esquecer. Conterão só palavrório para cumprir uma formalidade. Entrevistas na TV com jornalistas independentes não haverá, e debate de verdade só no segundo turno, entre dois candidatos. Antes disso, tanto as entrevistas como os debates serão inviabilizados pela impossível exigência de igualdade entre todos os candidatos prevista em lei. Pronto. Estará composto o cenário para que, quanto ao conteúdo, a campanha transcorra rigorosamente dentro dos cânones de uma moderna campanha política, qual seja: sem conteúdo.
Todo o esforço será antes para esconder o candidato do que para exibi-lo. A ideia será fantasiá-lo de modo a deixar exposto o mínimo possível de sua própria pele e osso. Se ocorrer um momento em que ele seja atalhado com uma pergunta direta sobre assunto polêmico, o bom candidato estará treinado para contornar o assunto. Não sejamos tão rigorosos. Descontemos que sempre será possível intuir como será o governo de alguém por seu perfil, sua biografia e suas ações. Mas, quem pretender uma resposta específica e direta sobre algum assunto controverso, desista. A própria bola de cristal do colunista confessa sua impotência, nesses casos. Cada um que consulte a sua.
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http://veja.abril.com.br/030310/ano-eleitoral-uma-previa-p-134.shtml
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QUEBEC/CANADÁ [In:] ''Adieu, adieu, ..., So long, Farewell, Au Revoir, Auf Wiedersehen ..." (*)
Emigração
Bonjour, Quebec
Com escassez de mão de obra e baixa taxa de natalidade, a província canadense lança um programa para atrair ainda mais imigrantes brasileiros
Alexandre Schneider![]() |
ADIEU, BRASIL O casal Octávio e Carolina Paixão, que embarca em breve para o Canadá (o labrador também vai emigrar). |
VEJA TAMBÉM |
• Quadro: Quem Quebec quer |
Ao menos em alguns aspectos, é certo dizer que Brasil e Canadá guardam muito pouco em comum. O segundo maior país do mundo em extensão territorial tem invernos de temperaturas glaciais, um esporte nacional que não poderia parecer mais exótico aos brasileiros (o hóquei no gelo) e tão poucos problemas que a escapada de um urso da floresta costuma ser considerada uma notícia eletrizante por lá. Pois nenhum desses fatores tem impedido que brasileiros que emigram para aquele país se adaptem muito bem nele, obrigado. Prova disso é que só em Quebec, a parte francesa do território canadense, o número de brasileiros com status de residente permanente aumentou cinco vezes desde 2004. Em todo o Canadá, eles são 11 000. Já formam a quarta comunidade latino-americana, depois dos colombianos, mexicanos e jamaicanos. E esse contingente vai crescer. O recém-aberto escritório do governo de Quebec em São Paulo prepara o lançamento de uma campanha com o objetivo de divulgar os encantos da província francófona e convencer brasileiros das vantagens de trocar os ares tropicais por uma paisagem de geleiras – mais a possibilidade de viver e aposentar-se em um país cuja renda per capita é de 41 000 dólares e cujos indicadores de criminalidade são de dar inveja até a finlandês (a taxa de homicídios foi de 1,8 por 100 000 habitantes em 2006).
Sim, Quebec quer os brasileiros, mas não qualquer um. Basicamente, interessa à província recrutar homens e mulheres capazes de ajudá-la a resolver dois problemas: o risco de encolhimento da população (a taxa de fecundidade em Quebec é de 1,7 por mulher, abaixo, portanto, do nível mínimo de reposição, de 2,1) e a escassez de mão de obra qualificada em áreas estratégicas, como tecnologia e química (veja no quadro o perfil do imigrante ideal). São problemas que atingem não apenas Quebec, mas todo o Canadá. A diferença é que a província colonizada por franceses tomou a dianteira no trato do problema. "Foi a primeira a escolher seus imigrantes, mas agora as outras já estão seguindo o seu exemplo e aumentando o investimento nos programas de recrutamento", diz David Foot, professor de economia da Universidade de Toronto, ele mesmo um imigrante britânico.
Com uma densidade demográfica de 4,6 habitantes por quilômetro quadrado – pouco mais povoada do que a Região Norte do Brasil –, Quebec tem espaço de sobra e precisa preenchê-lo. Para isso, oferece o que tem de melhor. Os candidatos aprovados no programa de recrutamento da província ganham visto de residente permanente. Assim que chegam ao destino, passam a ter todos os direitos de um cidadão canadense, incluindo o acesso ao sistema gratuito de saúde e educação. No caso de permanecerem no Canadá por mais de três anos, ganham ainda direito a voto e a passaporte. Para muitos candidatos, porém, o mais atraente do pacote é a possibilidade de trabalhar na própria área de formação. "Mandei duzentos e-mails procurando emprego no Brasil e não tive sequer uma resposta. Mandei quarenta a empresas de Quebec e recebi quarenta respostas", afirma Octávio Paixão, de 42 anos, técnico em manutenção de aeronaves. Ele e a mulher, Carolina, de 29, formada em hotelaria, embarcam neste ano para Quebec – levando, inclusive, o labrador de estimação. "Não pretendemos voltar mais", diz.
A campanha "Você tem um lugar em Quebec" será lançada em abril. Além do Brasil, está programada para ocorrer em apenas outros dois países, França e México. A presença do Brasil no rol das nações preferenciais da província canadense tem a seguinte explicação, segundo Soraia Tandel, diretora do escritório de imigração de Quebec em São Paulo: "Os brasileiros são culturalmente flexíveis, qualificados e se integram facilmente tanto na sociedade quanto no mercado de trabalho canadense. Brasileiro não forma gueto", afirma. E, a contar pelo número crescente de emigrantes, também não teme entrar numa gelada.
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http://veja.abril.com.br/030310/bonjour-quebec-p-098.shtml
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(*) So Long, Farewell. A Noviça Rebelde. Richard Rodgers & Oscar Hammerstein II.
GOVERNO LULA/ELEIÇÕES 2010 [In:] UM ''PAC'' SEM imPACto ...
GOVERNO MAQUIA DADOS E ESCONDE ATRASO DO PAC
MAQUIAGEM CAMUFLA OS ATRASOS NAS OBRAS DO PAC |
Autor(es): EDUARDO SCOLESE e RANIER BRAGON DA SUCURSAL DE BRASÍLIA |
Folha de S. Paulo - 02/03/2010 |
O governo federal maquiou balanços para encobrir um mega-atraso nas principais obras do Programa de Aceleração do Crescimento, relatam Eduardo Scolese e Ranier Bragon. Confrontando o primeiro balanço do PAC com os seguintes, houve atraso em 75% das obras _algumas cujo cronograma foi estendido mantiveram carimbos com a palavra "adequado". Obras têm prazo estendido de um balanço a outro e aparecem como dentro do prazo O governo federal maquiou balanços oficiais para encobrir um mega-atraso nas principais obras do PAC. Três de cada quatro ações destacadas no primeiro balanço do programa não foram cumpridas no prazo original.
Os balanços oficiais do PAC podem ser acessados em www.brasil.gov.br/pac/balancos |
BANCO DO BRASIL: LUCROS À VISTA...
Entrevista: Aldemir Bendine
O lucro não é vergonha
Para o presidente do Banco do Brasil, as instituições financeiras públicas devem contribuir mais para o crescimento do país sem abrir mão da rentabilidade
Giuliano Guandalini
Roberto Setton![]() | "Não me agrada o maniqueísmo entre público e privado. O modelo misto pode atender a uma economia melhor do que os dois extremos" |
O Banco do Brasil alcançou em 2009 o melhor resultado de sua história, com um lucro superior a 10 bilhões de reais e crescimento de 15% em relação a 2008. Como foi possível isso em um ano em que a economia brasileira ficou estagnada?
No início do ano passado, quando ainda imperava uma crise de confiança, havia um travamento das linhas de crédito no país. Isso aconteceu por causa do receio de que houvesse um contágio mais profundo da turbulência externa, como em outras crises do passado. Nesse ambiente de incertezas, a reação dos bancos foi restringir a concessão de empréstimos e elevar as taxas de juros. Nossa estratégia, ao contrário, foi apostar na recuperação rápida da economia brasileira. Foi uma receita relativamente simples, mas que se revelou acertada e vencedora. Fizemos isso num momento em que o mercado estava bastante conservador. Mas, de acordo com informações de que dispúnhamos, esse conservadorismo era exagerado. A situação da economia real não justificava essa atitude.
Mas havia uma determinação política do governo de reduzir os juros, motivo inclusive que o levou à presidência do banco. O BB foi até mesmo criticado por cobrar juros, em algumas linhas, maiores que os de bancos privados.
De fato, o governo julgava que não havia razão para aquela reação exagerada, justificada apenas por uma crise de confiança. Houve, de minha parte e dos diretores que comigo assumiram em abril passado, uma confluência de visão com essa avaliação do governo. Acreditávamos que poderíamos reduzir os juros e tivemos o apoio para fazê-lo. Um dos pontos a ser realçados é que fomos beneficiados pelo fato de, em meio a uma crise, o Banco do Brasil ser visto como um porto seguro para os depósitos. Atraímos assim clientes de qualidade. Hoje, a taxa de inadimplência de nossos clientes é inferior à média do mercado bancário nacional.
Observada pelo retrovisor, essa "receita simples", como o senhor a classifica, comprovou-se eficaz. Mas não houve o risco de comprometer o patrimônio do banco?
Não foi uma aposta irresponsável, desprovida de fundamentos. Apenas fomos mais corajosos. Tínhamos suporte técnico para tomar aquela decisão. Os juros bancários haviam subido bem acima do razoável, e decidimos reduzi-los antes de nossos concorrentes. Houve um momento em que o mercado como um todo, inclusive o Banco do Brasil, fez uma leitura equivocada do que estava ocorrendo. Nós saímos na frente na correção dos excessos. Na sequência, os demais bancos fizeram o mesmo. Não existiam razões concretas para aquele travamento nas linhas de crédito. Se essa restrição perdurasse, aí sim haveria um contágio mais profundo da economia brasileira – algo que felizmente não ocorreu.
A rentabilidade dos bancos brasileiros não é exagerada, particularmente no caso do BB, um banco público?
É preciso desmitificar algumas questões. A rentabilidade dos bancos brasileiros, ao contrário do que se diz, não extrapola o que ocorre em outros países. Em segundo lugar, não é verdade que o setor financeiro seja o mais lucrativo do país. Há outras atividades mais rentáveis. O terceiro ponto é que não existem razões para sentirmos vergonha de ter lucro. Pelo contrário. Os lucros demonstram a eficiência na administração do negócio. Não é preciso ter timidez em evidenciar os resultados positivos dos bancos brasileiros. Trata-se de uma consequência da eficiência alcançada por essas instituições, que estão entre as mais competitivas do mundo.
Corrigidos os excessos do momento de quebra de confiança, nos meses mais acerbos da crise, os juros bancários recuaram. Ainda assim, as taxas são elevadíssimas, entre as mais altas do mundo. Por quê?
Na composição das taxas de juros, que nada mais são do que o valor a ser cobrado dos clientes para cada tipo de empréstimo, existem dois fatores que estão sob a influência direta do banco. Em primeiro lugar, a inadimplência, ou, visto de outra maneira, o risco de que haja perda do capital emprestado. O segundo componente é a própria eficiência operacional do banco. Agora, existem outros elementos que oneram os juros bancários, mas estão fora do controle das instituições financeiras: a elevada carga de tributos que recai sobre os financiamentos e também os depósitos compulsórios recolhidos pelos bancos. Sem mexer nessas duas questões, não haverá como reduzir significativamente os juros bancários neste momento.
O histórico de má administração e utilização política de bancos públicos já levou o governo a capitalizar essas instituições com dinheiro do Tesouro, bancado pelos contribuintes. Estamos livres desse risco?
É preciso ficar bem claro que essa nova emissão de ações não tem nada a ver com a situação em que o banco se encontrava em 1995, por exemplo. Naquele momento houve a necessidade de uma aplicação de dinheiro público, inclusive elevando a participação do governo no bloco acionário, por causa de uma deficiência na contabilidade do banco. O que estamos fazendo agora, com essa nova emissão, não é para tapar buracos do passado. Pelo contrário, a intenção é ter capital para investir e crescer. A participação privada, agora, crescerá. Com relação à ingerência política, tenho certeza de que o banco está hoje muito mais protegido contra qualquer interferência maléfica.
No passado, com a doença da inflação e a instabilidade financeira, não havia crédito suficiente para financiar o consumo e as empresas no país. A presença dos bancos estatais era justificada para suprir essa deficiência. Com a conquista da estabilidade, os bancos privados voltaram a financiar o setor produtivo. Qual a utilidade atual dos bancos públicos?
Não me agrada uma discussão maniqueísta entre público e privado. O modelo misto pode atender a uma economia muito melhor do que os dois extremos. O BB representa muito bem esse modelo. Não é um banco 100% público. Possui ações negociadas em bolsa. Por isso temos a obrigação de apresentar resultados positivos não somente para o governo, que é nosso acionista majoritário, mas também para os nossos acionistas minoritários. Não tenho dúvida de que esses investidores estão felizes com a atual administração do banco. Mas não podemos nos guiar somente pela lógica de mercado. Se fosse para fazer apenas o que as instituições privadas já fazem, seria melhor privatizar o BB. Penso que ainda temos uma função de indutores do desenvolvimento do país. Executamos determinados papéis que às vezes não são atrativos para os bancos privados, desde que mantidas as premissas de rentabilidade que guiam a ação do banco. Somos responsáveis por 65% do crédito agrícola, por exemplo, e temos uma rentabilidade fantástica com essa carteira de clientes.
O crédito tem crescido rapidamente no Brasil, acima de 10% ao ano. O financiamento chegou a pessoas que, até pouco tempo atrás, não dispunham nem mesmo de conta bancária. Podemos sofrer uma crise similar à ocorrida nos Estados Unidos?
A curto prazo, de maneira nenhuma. Não existe a menor possibilidade de termos uma bolha semelhante à americana. Os brasileiros, em sua maioria, ainda estão comprando o seu primeiro carro, a sua primeira casa. Há muito espaço para que o crédito continue crescendo no país. Ao contrário do que ocorreu no mercado americano, no qual as pessoas estavam comprando a sua terceira casa, o seu quinto automóvel. Além disso, o sistema financeiro do Brasil é bem mais conservador, não se norteia por apostas que não sejam lastreadas na economia real. Temos também uma regulação financeira mais rígida, que se mostrou exemplar e coíbe apostas meramente especulativas.
Quais deverão ser os campos mais promissores nos próximos anos do ponto de vista da ampliação do crédito no país?
Podemos esperar duas grandes expansões nos próximos anos. A primeira delas é a de investimentos em infraestrutura. Os financiamentos nessa área deverão avançar rapidamente, estimulados pelas obras necessárias à realização da Copa do Mundo e da Olimpíada do Rio. Haverá também a necessidade de levantar capital para a exploração do petróleo na camada do pré-sal. O segundo evento extraordinário que presenciaremos ocorrerá no setor imobiliário. Com o amadurecimento da economia, os financiamentos residenciais ganharão força. Além disso, estima-se que o país tenha um déficit de 8 milhões de moradias. A massa salarial dos trabalhadores vem crescendo, então as pessoas se sentem mais confiantes para financiar a casa própria.
No capitalismo pós-crise, o sistema financeiro mundial parece caminhar para uma concentração. Como isso afeta o Brasil?
O sistema bancário passa, de fato, por um processo de concentração. Ao contrário do que se possa pensar, isso é salutar. Como em outras atividades, ter escala é fundamental. Sem isso, não há como reduzir custos, oferecer preços mais atraentes e ser mais eficiente. Essa concentração tem sido observada no Brasil. Existem hoje no país dois grandes bancos públicos (BB e Caixa Econômica Federal), dois grandes privados de capital nacional (Itaú Unibanco e Bradesco) e dois grandes privados de capital estrangeiro (Santander e HSBC). Considero esse um bom modelo, com concorrência bastante acirrada. Nesse cenário, é natural que os bancos brasileiros ampliem sua participação no mercado internacional. No BB, temos uma meta de ampliar expressivamente nossas atividades lá fora. O primeiro passo será atender os milhares de brasileiros que vivem no exterior. Outro ponto importante é a internacionalização das empresas brasileiras. Existem hoje 200 grupos nacionais com presença significativa no comércio externo que necessitam de um suporte dos bancos brasileiros.
É possível imaginar a fusão do Banco do Brasil com algum outro banco privado nacional, para assim criar uma potência financeira global?
Não imagino, ao menos a curto prazo, uma fusão pura e simples.
Fala-se de uma possível união com o Bradesco...
Em determinados negócios, por que não? Já somos sócios em alguns empreendimentos. Temos uma cultura de administração muito parecida. Eu, particularmente, guardo uma grande admiração pelo seu Lázaro Brandão (presidente do conselho do Bradesco). Procuro me espelhar na fórmula de administração dele, baseada na simplicidade, na serenidade, no pragmatismo e em muito trabalho.
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http://veja.abril.com.br/030310/lucro-nao-vergonha-p-017.shtml
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ELEIÇÕES 2010. AÉCIO NEVES [In:] ''... UM ANO GLICOSADO''.
Aécio convida Dilma e Ciro para evento e contraria Serra
Convite a adversários causa mal-estar entre Serra e Aécio | ||
Autor(es): CATIA SEABRA DA REPORTAGEM LOCAL e VALDO CRUZ SUCURSAL DE BRASÍLIA | ||
Folha de S. Paulo - 02/03/2010 | ||
Pré-candidato paulista gostaria de fechar chapa, mas mineiro resiste à pressão
O convite feito pelo governador de Minas, Aécio Neves, para que os principais opositores do tucano José Serra à Presidência compareçam à comemoração do centenário de Tancredo Neves, na quinta-feira, provocou mais um mal-estar na já conturbada relação entre os dois correligionários. |
ELEIÇÕES 2010 [In:] ... EM CIMA DO MURO; UM ''DNA CONHECIDO''...
Aécio: prós e contras
Fernando de Barros e Silva |
Folha de S. Paulo - 02/03/2010 |
m |
SÃO PAULO - Aécio Neves faz questão de deixar claro que não quer ser candidato a vice numa chapa com José Serra. Isso não significa, necessariamente, que não será. Na política, a vontade e as circunstâncias vivem em permanente disputa. Não sabemos o que prevalecerá neste caso. Mas, qualquer que seja a escolha de Aécio, ela comporta vantagens e desvantagens. |
CÂMARA ''DOS'' DEPUTADOS [In:] FORA ARRUDA!!!
CÂMARA VAI ACEITAR CASSAÇÃO DE ARRUDA
MAIORIA A FAVOR DO IMPEACHMENT | |||||||||||
Autor(es): # Lilian Tahan | |||||||||||
Correio Braziliense - 02/03/2010 | |||||||||||
A dois dias da sessão que analisará o parecer de Chico Leite (PT), maioria dos deputados distritais ouvidos pelo Correio assegura o voto a favor da abertura de processo. Mas emissários arrudistas fazem pressão para adiar ao máximo a votação, na expectativa de que o governador saia da prisão na PF. É uma estratégia a fim de reverter o quadro político desfavorável e obter o apoio de ex-aliados como Paulo Roriz (DEM), Batista das Cooperativas (PRP) e Cristiano Araújo (PTB)
O plenário da Câmara Legislativa será o espelho do resultado na Comissão Especial, que na semana passada decidiu pela abertura de processo de impeachment contra o governador afastado e preso José Roberto Arruda (sem partido). A expectativa, segundo apurou o Correio, é de que haja quorum suficiente para abrir a ação de impedimento que tramita contra Arruda no Legislativo, o que pode culminar com o desligamento definitivo do chefe do Executivo. Dos 24 distritais, pelo menos, 13 confirmam presença à sessão e tendem a aprovar o parecer do relator do caso, Chico Leite (PT). Mas há chances de que 17 distritais se pronunciem a favor do impeachment. A reunião no plenário estava marcada para hoje, mas foi adiada para quinta-feira. Segundo os distritais, é preciso, antes, dar posse aos suplentes, ler o parecer da Comissão e publicá-lo no Diário Oficial da Casa. Assim como ocorreu na Comissão Especial, é esperado um consenso a favor do parecer pela abertura de processo. Caso ela se confirme, Arruda deverá ter 43 dias para renunciar sem correr o risco de perder os direitos políticos (veja quadro). Há, pelo menos, dois motivos que pressionam os deputados, mesmo os da antiga base de apoio a terem um posicionamento a favor das investigações. O primeiro: as eleições estão aí e os parlamentares se sentem cobrados por seus eleitores. O segundo: os deputados andam apavorados com o risco de uma intervenção. Entendem que o único remédio para evitar a interferência federal, que lhes roubaria poder, é mostrar que estão reagindo à crise deflagrada pela Operação Caixa de Pandora. Um terceiro argumento é o de que, ao abrirem o processo de impeachment, os distritais dariam uma chance para o governador afastado apresentar sua defesa. “É questão de Justiça. Ele tem o direito de se defender e a sociedade o de ter acesso a uma investigação aprofundada”, disse Raimundo Ribeiro, que é amigo do governador afastado. Além de Ribeiro, o Correio apurou que Paulo Roriz (DEM), Alírio Neto (PPS), Cristiano Araújo (PTB), Jaqueline Roriz (PMN), Milton Barbosa (PSDB) e José Antônio Reguffe (PDT) devem votar a favor do parecer da Comissão Especial. Também votam pela abertura do processo os petistas (Chico Leite, Érika Kokay, Cabo Patrício e Paulo Tadeu). Dos oito suplentes, seis devem votar a favor do processo de impedimento. Entre eles, Joe Valle (PSB), Raad Massouh e Washington Mesquita, suplentes do DEM. Quatro substitutos são aliados do ex-governador Joaquim Roriz (PSC) e, portanto, não é provável que poupem o governador detido: Roberto Lucena (PMDB), Mário da Nóbrega (PMN), Olair Francisco (PTdoB) e Wigberto Tartuce (PMDB), o Vigão. Este não deve participar da votação. O voto de Ivelise Longhi, suplente do PMDB, é incerto. Ela sempre foi leal a Roriz, mas se aproximou de Arruda, e ocupou cargos no GDF até recentemente. PRAZO PARA A SAÍDA Prevaleceu o entendimento de que o prazo máximo de uma eventual renúncia de Arruda com o objetivo de evitar a perda de direitos políticos é até o início da segunda votação em plenário da Câmara Legislativa no processo de impeachment. Se não houver novos adiamentos e os prazos máximos forem utilizados, tal sessão deve ocorrer em 13 de abril. Havia um impasse sobre a data, que foi esclarecido no parecer apresentado ontem pela Procuradoria-Geral da Casa. Segundo o documento assinado pelo procurador legislativo Sidraque David Anacleto, o “início da sessão do Plenário da CLDF é o instante máximo para o exercício do direito à renúncia do cargo de governador do DF para cessar sua tramitação”. A tese era defendida pelo relator do processo, o petista Chico Leite. ![]() O número 13 Quantidade de deputados que devem participar da sessão e tendem a votar a favor da abertura do processo de impeachment Colaborou Ana Maria Campos Suplentes assumem Luísa Medeiros Os suplentes convocados para substituir os sete deputados — eram oito, mas Leonardo Prudente renunciou na última sexta-feira — citados nas denúncias de corrupção da Operação Caixa de Pandora tomam posse hoje na Câmara Legislativa. Os novatos têm a missão de participar das votações em plenário sobre os quatro pedidos de impeachment contra o governador afastado José Roberto Arruda (sem partido). Eles receberão R$ 413 por dia de trabalho, mas não terão direito a gabinete, a funcionários nem a verba indenizatória. Na sessão extraordinária desta manhã, os suplentes acompanharão a leitura do parecer de Chico Leite (PT), relator da Comissão Especial, criada para analisar os processos de cassação contra Arruda. E na quinta-feira, participam da votação em plenário para referendar ou não o posicionamento da comissão. Estão previstos para tomar posse Olair Francisco (PTdoB), Mário Gomes (candidato pelo PP), Roberto Lucena (PMDB), Wigberto Tartuce (que se candidatou pelo PMDB), Ivelise Longhi (PMDB), Joe Valle (PSB) e Washington Mesquita (foi candidato pelo DEM). Em 20 de janeiro, a Justiça determinou que nenhum dos oito deputados citados nas denúncias de suposto esquema de corrupção poderia participar de qualquer ato referente ao governador afastado. São os parlamentares Eurides Brito (PMDB), Junior Brunelli (PSC), Benício Tavres (PMDB), Aylton Gomes (PR), Rogério Ulysses (sem partido), Benedito Domingos (PP) e Rôney Nemer (PMDB), além de Prudente. A Procuradoria-Geral da Câmara recorreu ao Supremo Tribunal Federal (STF) para derrubar a determinação, mas até agora o presidente da Corte máxima, Gilmar Mendes, não julgou o recurso. A Procuradoria-Geral da República (PGR) se manifestou contrariamente à suspensão da decisão judicial. Sem salário Os suplentes analisarão os pedidos de impeachment na sala de reunião da presidência da Casa. O trabalho do médico Roberto Lucena (ex-secretário da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural, Emater-DF) e de Joe Valle sairá a custo zero para a Câmara. Ambos afirmaram que abrirão mão do salário proporcional de deputado. Irmão do empresário Gilberto Lucena, dono da empresária de informática Linknet investigada com uma das supostas financiadoras do esquema de arrecadação e pagamento de propina no DF, Roberto defendeu que seu voto será consciente, imparcial e austero: “O que a população quer eu sei e votarei conforme isso”. A reportagem não conseguiu localizar os demais suplentes. ------------- |
"QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA"?
02 de março de 2010
O Globo
Presidente Bachelet envia tanques e 7 mil militares às regiões
Os saques e as prisões se multiplicaram ontem no Chile, elevando o clima de tensão nas áreas mais atingidas pelo terremoto de sábado. Uma onda de desespero tomou conta dos 600 mil moradores de Concepción, onde a situação de terra arrasada é agravada pela falta de luz, água e comida há três dias, relata o enviado especial Flávio Freire. Um supermercado foi incendiado por saqueadores. A cidade foi ocupada por tanques do Exército e por sete mil militares, e o toque de recolher foi estendido das 20h ao meio-dia. A presidente Michelle Bachelet fez um apelo, afirmando que pilhagem e delinquência são inaceitáveis. A contagem oficial já chega a 723 mortos, e estima-se que as buscas de pessoas presas nos escombros ainda demorem ao menos uma semana. Um avião que levava uma equipe de resgate caiu, matando as seis pessoas a bordo. (págs. 1 e 24 a 28)
Solidariedade só internacional
Em contraste com a atitude adotada no Brasil, de não visitar zonas de catástrofe, o presidente Lula desviou voo de volta do Uruguai, onde foi à posse de Mujica, para se solidarizar com Bachelet no Chile. (págs. 1 e 26)
Foto legenda: Do alto de um tanque, soldados chilenos observam o trabalho dos bombeiros para apagar um incêndio em supermercado de Concepción: saques se disseminam no país
Receita aperta cerco a grandes empresas
Metrô tem nova pane, com mais transtornos
Coronel suspeito de negociar com bandido cai
Sob a guarda do tráfico
A Justiça devolvem aos donos - denunciados por tráfico de drogas - carros de luxo, como Ferrari e BMW, apreendidos pela Polícia Federal em Mato Grosso. Para a Justiça, os carros ficarão mais bem conservados com eles que no pátio aberto da PF. (págs. 1 e 11)
Cemig, dona da Light, quer agora a Ampla
Palocci critica ideias governistas sobre imprensa
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Folha de S. Paulo
Manchete: Governo maquia dados e esconde atraso do PAC
O governo federal maquiou balanços para encobrir um mega-atraso nas principais obras do Programa de Aceleração do Crescimento, relatam Eduardo Scolese e Ranier Bragon.
Confrontando o primeiro balanço do PAC com os seguintes, houve atraso em 75% das obras - algumas cujo cronograma foi estendido mantiveram carimbos com a palavra "adequado".
Há metas que passaram de conclusão da obra a "entrega do projeto" e ações atrasadas que sumiram de balanços. O PAC é gerido por Dilma Rousseff (PT), pré-candidata ao Planalto.
Segundo o governo, a avaliação do PAC concentra-se nos riscos à realização das obras, e o cronograma é só um dos elementos. Os atrasos são atribuídos a fatores como fortes chuvas. (págs. 1 e B1)
Após tremor, até quartel é alvo de saques no Chile
Não houve obediência imediata ao toque de recolher. A segunda maior cidade do país teve um morto e 160 pessoas detidas, relata o enviado Leonardo Wen.
Até quartéis foram saqueados. A presidente Michelle Bachelet anunciou o envio de 7.000 soldados à região. Um brasileiro desapareceu em Concepción.
O governo pediu ajuda às Nações Unidas. Avião que saiu de Santiago para verificar o estado de albergues no sul do país caiu. Os seis tripulantes morreram. (págs. 1 e Mundo)
Carlos Heitor Cony
Natureza tem suas leis, sem depender de ações humanas (págs. 1 e A2)
Foto legenda: Morador de Talcahuano caminha em meio li devastação causada por tsunami na região costeira como consequência do terremoto
Empresa de game virtual é acusada de desviar doações (págs. 1 e A12)
Aécio convida Dilma e Ciro para evento e contraria Serra
Serra irá, mesmo contrariado com a possível presença de adversários, entre eles Ciro Gomes (PSB). A ministra Dilma Rousseff (PT), embora convidada como integrante da equipe de Lula, já disse que não vai. (págs. 1 e A4)
Brasil: Marina Silva decide priorizar classes C e D e 'mulheres cristãs' (Págs. 1 e A6)
Aumenta a competição de redes de varejo na internet
Há quatro anos, as vendas on-line representavam 1% do comércio tradicional. Agora respondem por 3%. Nos EUA, são 7%. (págs. 1 e B5)
Negociação com ladrões resulta em morte de policial no Rio
Alves de Lima disse que só acompanhou sua mulher na negociação com os ladrões, feita à sua revelia. O coronel teve nomeação para a Polícia Rodoviária suspensa; a PM fará sindicância. (págs. 1 e C6)
Novo reitor da USP retira aval para a PM entrar no campus
Editoriais
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O Estado de S. Paulo
Manchete: Sobra vaga em universidade federal
A terceira etapa de inscrições no Sistema de Seleção Unificada (Sisu) para entidades federais de ensino superior começou ontem com quase metade das vagas ainda disponíveis. Das 47,9 mil oferecidas, sobraram 21.701 (45,3% do total) após duas rodadas de matrículas. Um exemplo é a Universidade Federal de Pelotas, que colocou todas as vagas do curso de direito no Sisu, mas apenas 18% foram preenchidas até agora, e a escola adiou o início das aulas. O Ministério da Educação culpou a falta de compromisso social de estudantes que se inscreveram sem intenção de se matricular. Segundo o MEC, o baixo índice de matrículas surpreendeu, pois o mesmo sistema é usado no Programa Universidade Para Todos sem que tivesse havido um número significativo de inscrições não confirmadas. O MEC afirmou que não haverá vagas ociosas porque foi instituída uma lista de espera após a terceira etapa. (págs. 1 e A17)
Chile tem saques apesar de reforço
O governo chileno ampliou o toque de recolher e reforçou com 10 mil soldados, além de tanques, a presença militar em Maule e Concepción, as cidades mais afetadas pelo terremoto de sábado, que matou ao menos 723 pessoas. As medidas não interromperam a onda de saques a mercados e lojas. Saqueadores atearam fogo a um supermercado após constatarem que não havia mais nada para ser levado. Os moradores consideram o contingente militar “insuficiente”. Há pelo menos um brasileiro desaparecido. (págs. 1 e A10)
Testemunha de quatro tremores
Testemunha de outros três terremotos (em 1939, 1960 e 1985), o engenheiro Reigner Salazar, de 80 anos, disse ao Estado que o tremor de sábado foi o pior. "Principalmente pelo comportamento das pessoas, que saquearam sem necessidade.” (págs. 1 e A12)
Nas ruas, navios e contêineres
O tsunami provocado pelo terremoto arrastou navios de pesca para as ruas em Talcahuano, um dos principais portos do Chile. Contêineres foram parar a três quarteirões do cais, sobre casas. "A água destruiu mais do que o terremoto", disseram moradores. (págs. 1 e A12)
Foto legenda: Tsunami - Destruição causada por maremoto no corto de Talcahuano, cidade próxima a Concepción, a mais atingida pelo tremor no Chile
Juiz da Espanha acusa Chávez de ajudar ETA
PM do Rio afasta coronel que negociou com ladrões
Dora Kramer: Os próximos gestos de Serra
Notas e Informações: A ascensão de Dilma
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Jornal do Brasil
Manchete: Chile, enfim, pede socorro
No Haiti, a miséria não tem lágrimas
Grandes bancos miram os jovens
Em Minas, último apelo a Aécio
Coisas da política
Informe JB
Anna Ramalho
Hildegard Angel
Editorial
Sociedade Aberta
Cientista político
Lula e as Malvinas: é hora de apostar no bom senso. (págs. 1 e A11)
Sociedade Aberta
Economista e professor
A Alemanha, a França e o tiro no pé. (págs. 1 e A12)
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Correio Braziliense
Manchete: Câmara vai aceitar cassação de Arruda
Pela autonomia
Procurador-geral da Câmara Legislativa apresenta justificativa para convencer o presidente do STF, Gilmar Mendes, a rejeitar o pedido de intervenção no Distrito Federal. Principal argumento é de que os poderes locais estão empenhados em punir os envolvidos no escândalo. (págs. 1 e 45)
É sua vez, Brunelli
Deputado distrital flagrado na oração da propina está com a carta de renúncia escrita e deve abrir mão do mandato hoje. Eurides Brito parte para o ataque e diz que o dinheiro escondido na bolsa era para a campanha de Roriz. Ex-governador considera versão “fantasiosa”. (págs. 1 e 46)
Foto legenda: A crise e os distritais: Cabo Patrício falará com Gilmar Mendes; o gabinete vazio de Leonardo Prudente; Chico Leite, relator
Foto legenda: O Chile pede socorro
Desaparecidos: Dois meses de desespero em Luziânia
Carga tributária: Brasiliense paga R$ 26 mil em impostos
Seu bolso: Banco estatal comanda alta dos juros
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http://clipping.radiobras.gov.br/clipping/novo/Construtor.php?Opcao=Sinopses&Tarefa=Exibir
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