A proposta deste blogue é incentivar boas discussões sobre o mundo econômico em todos os seus aspectos: econômicos, políticos, sociais, demográficos, ambientais (Acesse Comentários). Nele inserimos as colunas "XÔ ESTRESSE" ; "Editorial" e "A Hora do Ângelus"; um espaço ecumênico de reflexão. (... postagens aos sábados e domingos quando possíveis). As postagens aqui, são desprovidas de quaisquer ideologia, crença ou preconceito por parte do administrador deste blogue.
PENSAR "GRANDE":
[NÃO TEMOS A PRESUNÇÃO DE FAZER DESTE BLOGUE O TEU ''BLOGUE DE CABECEIRA'' MAS, O DE APENAS TE SUGERIR UM ''PENSAR GRANDE''].
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“Pode-se enganar a todos por algum tempo; Pode-se enganar alguns por todo o tempo; Mas não se pode enganar a todos todo o tempo...” (Abraham Lincoln).=>> A MÁSCARA CAIU DIA 18/06/2012 COM A ALIANÇA POLÍTICA ENTRE O PT E O PP.
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''Os Economistas e os artistas não morrem..." (NHMedeiros).
"O Economista não pode saber tudo. Mas também não pode excluir nada" (J.K.Galbraith, 1987).
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sexta-feira, março 13, 2009
CASO TELEBRÁS: MAIS UMA ''PIZZA''
Justiça absolve acusados de beneficiar Telemar em leilão
PUBLICIDADE [In:] ... E DEU NA TV!!!
CÍNTIA ACAYABA

Um dos dois filmes da campanha mostra um grupo de amigos em um carro ouvindo a canção "YMCA", do grupo Village People
OPERAÇÃO SATIAGRAHA [In:] ... E DEU NO JORNAL

Às 19h45, prestou um depoimento formal. Ouviram-no três procuradores: Gustavo Peçanha, Lívia Nascimento Tinôco e Vinícius Fernando Alves Fermino.
Àquela altura, Protógenes já havia sido afastado do comando da Satiagraha, operação que levara Daniel Dantas à prisão.
A trinca de procuradores abrira uma investigação criminal para apurar supostos desvios de conduta cometidos na ação policial.
A apuração do Ministério Público corre sob o número 2008.34.00.028228-0. Deve-se ao repórter Expedito Filho a revelação do conteúdo do depoimento de Protógenes.
Com seis meses e dois dias de atraso, a platéia fica sabendo que o delegado revelara aos procuradores o seguinte:
1. A Satiagraha “era uma missão determinada pela Presidência da República”;
2. O destinatário da ordem foi “o DPF [delegado da Polícia Federal] Paulo Lacerda”;
3. A operação foi deflagrada graças a “informações repassadas pela Abin" ao governo.
O delegado Protógenes está subordinado ao diretor-geral da PF, Luiz Fernando Corrêa, que responde ao ministro Tarso Genro (Justiça).
Ao situar no Palácio do Planalto a origem da ordem que detonou a Satiagraha, Protógenes revela a existência de uma inusitada subversão à cadeia de comando.
De resto, o delegado aproxima do local de trabalho de Lula uma operação policial que, meritória nos fins, extrapolou nos meios.
De investigador, Protógenes foi convertido em investigado. Tornou-se alvo de uma correição da própria Polícia Federal.
Na semana passada, soube-se que, sob a investigação legal, o ex-mandachuva da Satiagraha estruturou uma rede clandestina de espionagem.
Perscrutou os passos de ministros, ex-ministros, senadores, juízes, jornalistas e advogados. Nem a vida amorosa de Dilma Rousseff escapou à bisbilhotice.
Protógenes serviu-se do auxílio de espiões da Abin. Dois ou três, disseram as autoridades no ano passado. Mais de 80, a correição da PF descobriria depois.
Pois bem, no depoimento aos procuradores Gustavo Peçanha, Lívia Tinôco e Vinícius Fermino o delegado fez uma outra revelação incômoda.
Disse que o juiz Fausto de Sanctis e o procurador Rodrigo de Grandis, que atuam na Satiagraha, tinham conhecimento da participação da legião da Abin no caso.
...
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A afirmação de Protógenes é desconfortável porque De Sanctis e De Grandis haviam atestado publicamente que não foram cientificados acerca das ações da Abin.
Ouça-se o que dissera o juiz num depoimento à CPI do Grampo, em agosto do ano passado:
"Sobre a participação da Abin, eu também não tenho como responder, é fato concreto. Isso vai chegar provavelmente ao meu conhecimento. Se isso tudo é verdade, vou ter de apreciar futuramente".
O procurador soara ainda mais taxativo ao ser indagado por repórteres sobre o tema no ano passado: "Não, eu não sabia". Alguém está mentindo.
Fica-se com a óbvia sensação de que alguém está mentindo. Reconvocado para prestar depoimento à CPI da Câmara, Protógenes talvez se anime a iluminar o mistério.
Por uma dessas coincidências do destino, o depoimento foi marcado para 1º de abril, o Dia da Mentira.
Alheio às armadilhas do calendário, Protógenes disse, numa palestra a estudantes de Goiânia, que vai à CPI com a disposição de “dar nomes aos bois”.
A julgar pelo tamanho do rebanho tangido pela rede de bisbilhotagem que comandou, nomes não haverão de faltar ao delegado. Mas Protógenes não especificou o tipo de ruminante que planeja nominar.
A despeito dos desdobramentos explosivos da investigação a que Protógenes é submetido pela PF, o governo não fez nenhum comentário sobre o caso.
Por ora, o único alvo de Protógenes que se animou a dizer meia dúzia de palavras foi Dilma Rousseff.
Disse que não tem medo de escutas telefônicas. Não há vestígio de que a ministra tenha sido grampeada. De resto, pôs em dúvida a veracidade do noticiário.
No mais, imperou o silêncio. Já na semana passada o noticiário roçara o Planalto. Viera à luz um depoimento dado à PF por Lúcio Fábio Godoy de Sá.
Trata-se de um dos agentes da Abin que atuaram na Satiagraha sob ordens de Protógenes. Dissera ter ouvido do delegado o seguinte:
“Tratava-se de uma investigação que envolvia espionagem internacional”. Coisa do “interesse do presidente da República”
Lula “queria essa investigação porque até o próprio filho do presidente teria sido cooptado por essa organização criminosa”.
...

O depoimento de Protógenes à Procuradoria, agora pendurado nas manchetes, confere ares de veracidade ao testemunho do araponga.
E o silêncio do Planalto resulta, por assim dizer, num barulho ensurdecedor.
Resta torcer para que o delegado Ricardo Saadi, sucessor de Protógenes no comando da Satiagraha, tenha avançado na investigação.
Os advogados que cuidam da defesa de Daniel Dantas, o suspeito-geral-da-República, tramam usar os desacertos de Protógenes para arguir a nulidade do inquérito.
A platéia não merece que a peça tenha semelhante desfecho.
Escrito por Josias de Souza / Folha Online.
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http://josiasdesouza.folha.blog.uol.com.br/
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O RETORNO DO JEDI [In:] O CAÇADOR DE MARA(CU)JÁS
Collor cria regras para nomeações em agências e quer fiscalizar PAC |
a autor(es): Maria Lima |
O Globo - 13/03/2009 |
Afastado da Presidência em 1992 por impeachment, o senador Fernando Collor (PTB) abriu a primeira sessão da Comissão de Infraestrutura, que preside, com medidas de moralização: criou uma comissão para fiscalizar o PAC e aprovou regras rígidas contra nomeações políticas nas agências reguladoras. Collor surgiu na década de 80 como o "caçador de marajás" de Alagoas. Na comissão, repetiu gestos imperativos que o notabilizaram no Planalto: olhos saltados e dedo em riste. E uma novidade: o nome da namorada (Caroline) tatuado no pulso e um broche com o seu rosto na lapela. A única petista da comissão, Ideli Salvatti, não estava quando foi votada a "despartidarização" das agências
Na primeira sessão da Comissão de Infraestrutura do Senado que presidiu, o senador Fernando Collor de Melo (PTB-AL) avisou que terá atuação alinhada com o Planalto, mas mostrou que pretende dar trabalho ao governo. Anunciou duas decisões que têm tudo para incomodar o presidente Lula e a chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, pré-candidata do PT em 2010: uma para fiscalizar as obras do PAC e outra impondo regras mais rígidas para aprovar nomes indicados pelo governo para as agências reguladoras. |
"QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?"
13 de março de 2009
O Globo
Manchete: Governo estuda suspender aumento dos servidores
A nova receita de Lula: 'Contra a crise, Ronaldão' (págs. 1 e 24)
OAB: carteirada de ministro é inconstitucional
A volta do caçador de marajás
Tarso: ‘Se fosse cubano, eu teria pedido refúgio'
Emprego na indústria encolhe pelo quarto mês (págs. 1 e 23)
Pai rouba avião e cai com filha em shopping
ONU se divide sobre medidas contra drogas
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Folha de S. Paulo
Manchete: Industria de SP fecham 237 mil vagas em 5 meses
Desde outubro, quando os efeitos da crise financeira internacional começaram a ser mais sentidos no Brasil, a industria paulista fechou 236,5 mil vagas –cerca de 10% do total do setor. Com isso, o emprego na industria voltou ao patamar de fevereiro de 2007. De outubro a fevereiro, normalmente há queda no saldo de criação de vagas no Estado devido ao fim da safra de cana-de-açúcar, mas a retração foi muito superior á de anos anteriores. Em 2007 e 2008, houve perda de 35,5 mil e de 38 mil postos, respectivamente, no período. Fevereiro foi o terceiro mês seguido de recorde negativo para o setor. Só no mês passado, a industria paulista cortou 43 mil vagas. Paulo Francini, diretor da Fiesp, prevê que a partir de março o saldo de criação de empregos possa chegar, pelo menos, á estabilidade. (Págs.1 e B1)
Projeto que envolve BNDS na Bolívia é investigado
Justiça inocenta ex-integrantes do governo FHC no caso Telebrás
Sus vai conceder tratamento de câncer em um só hospital. (Págs.1 e C15)
O americano Bernard Madoff, 70, foi preso em Nova York, após se declarar culpado em 11 acusações de fraude, lavagem de dinheiro, roubo e falso testemunho. O ex-presidente da Nasdaq, que gerou perdas de até US$ 65 bilhões a investidores, ficará na cadeia até audiência, em junho, que determinará sua pena. (Págs.1 e B12)
ONU reafirma linha repressiva como política contra as drogas
EDITORIAIS: Leia “Um ponto e meio”, que comenta decisão de baixar juros, e “Efeitos da lei seca”, sobre diminuição de mortes. (Págs.1 e A2)
Clóvis Rossi - Reação atrasada mostra que radar do BC não funciona (Págs.1 e A2)
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O Estado de S. Paulo
Manchete: Crise fecha 236 mil vagas na indústria paulista
A Fiesp informou que as indústrias de São Paulo fecharam 43 mil postos de trabalho no mês passado, uma queda de 2,09% no nível de emprego em relação a janeiro. Foi o pior resultado para um mês de fevereiro desde 1994. Desde outubro, quando a crise financeira mundial se agravou, as empresas paulistas fecharam 235,5 mil postos, um corte de 8,5% em relação ao total de vagas existentes até setembro. Segundo o IBGE, a ocupação no setor industrial brasileiro em janeiro caiu 2,5% sobre o mesmo mês de 2008, o pior resultado desde 2001. Consulta da Confederação Nacional da Indústria mostra que"um terço das 431 empresas pesquisadas fará novas demissões. Para 54% dos empresários, as medidas contra a escassez de crédito têm tido efeito apenas moderado. (págs. 1, B1 e B3)
NÚMERO
18,2 %
é a queda da produção na crise
Notas e informações - Recontando o dinheiro
CNBB desautoriza excomunhão
Inclusão muda perfIl da Medicina da USP
As três melhores escolas particulares do Estado segundo o Enem não tiveram neste ano um só aluno aprovado para a Medicina da USP. Os diretores dos colégios apontam como uma das razões o programa de inclusão que dá bonificação no vestibular a alunos de escolas públicas. A fatia desses estudantes aprovados para a Medicina na USP Pinheiros pulou de 9,7% para 37,7%. (págs. 1 e A16)
Gasto oculto na Câmara de SP chega a R$ 3,2 milhões
EUA querem garantia de crédito à AL contra crise
Madoff admite fraudes e pode pegar 150 anos de prisão
Foto legenda - Samba de novo: É Charles no Rio
Sapatada em Bush dá 3 anos de prisão
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Jornal do Brasil
Manchete: Desordeiros de luxo
A ausência de ordem urbana é flagrante nas calçadas da Zona Sul em frente a hotéis cinco estrelas. Nelas estacionam os carrões dos fregueses e hóspedes - ou por eles mesmos, ou pelos manobristas. O luxuoso Copacabana Palace, por exemplo, paga as multas que os clientes levam. De janeiro até hoje já foram 1.052 autos de infração na orla de Copacabana e Ipanema. (pág. 1 e Tema do dia, págs. A2 e A3)
Caso Sean gera manifestações
Desemprego pode iniciar ciclo vicioso
Sociedade Aberta - Frankilin Trein
Sociedade Aberta - José Sarney
Sociedade Aberta – Alberto Zacharias Toron
O olho grande dos ingleses
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Correio Braziliense
Senadores reunidos com Henrique Meirelles relatam a nova estratégia do governo para reduzir mais os juros: extinguir a TR e diminuir os rendimentos da poupança. Com o último corte na Selic, as aplicações na caderneta ficaram mais rentáveis do que os investimentos em títulos públicos. O Banco Central teme uma fuga de recursos. (págs. 1 e 11)
Diretor se complica e devolve imóvel
Timothy vai voltar à UnB
Excomunhão sem inferno
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Valor Econômico
Manchete: Cosan assume Nova América Empreiteira e reforça liderança no setor
As duas companhias estavam em negociações nos últimos dois meses. Recentemente, a Cosan obteve prioridade no negócio em relação a outros concorrentes, entre os quais a americana Bunge e a ETH, do grupo Odebrecht.
Com o fechamento do acordo, a Cosan também se torna líder absoluta no varejo de açúcar no mercado brasileiro, com a incorporação da marca União. O grupo já era vice-líder no segmento, com a marca Da Barra. Há alguns anos, a Cosan tentou lançar um leque de produtos com essa marca, mas não teve o retorno desejado. Com a União, terá nova oportunidade de avançar nesse projeto.
Uma das empresas mais tradicionais do setor, a Nova América, com faturamento de R$ 1,1 bilhão na safra 2007/08, encontra-se em situação financeira delicada desde o ano passado. O golpe mais duro foi em agosto, quando o grupo teve de liquidar uma dívida de cerca de R$ 300 milhões referente ã emissão de debêntures em julho de 2007 e que venceria originalmente em 2013. Como não cumpriu algumas das cláusulas impostas pelos credores à época da emissão, o pagamento da dívida teve de ser antecipado.
Desde o segundo semestre de 2008, a Nova América estava negociando a entrada de um sócio estratégico para dar continuidade a seus projetos. Controlada pela família Rezende Barbosa, a companhia também produz laranja, além de atuar em pecuária. O passivo financeiro do grupo soma aproximadamente R$ 1,15 bilhão, boa parte com o BNDES e em certificados de direitos creditórios do agronegócio, segundo fontes do setor.
A Cosan também é apontada como interessada em firmar parceria com a Santelisa Vale, de Sertãozinho (SP), que tem até o fim do mês para definir com quem fará uma associação. (págs. 1 e B10)
Empreiteira quer receber antes da obra
Ao menos no que se refere à construção, melhoria ou recuperação de rodovias, a ideia foi discutida em duas reuniões entre representantes do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes e da Associação Nacional de Empresas de Obras Rodoviárias. Normalmente, o governo só paga a construtora dois ou três meses depois de concluída ao menos uma etapa da obra. (págs. 1 e A5)
Cai déficit comercial do petróleo
"A crise econômica vai melhorar os resultados porque vamos importar menos e teremos uma redução nas compras de produtos mais caros, como óleo leve e diesel", explica Fábio Silveira, da RC Consultores. Ele estima que em 2009 a balança do petróleo e derivados será deficitária em USS 4,5 bilhões, menos da metade de 2008.
O consumo de óleo diesel, que entre os derivados é o mais sensível ao nível da atividade econômica, caiu 7,7% (em volume) no primeiro bimestre, segundo dados do Sindicato Nacional das Distribuidoras de Combustíveis (Sindicom). O diretor de abastecimento da Petrobras, diz que nos primeiros dez dias de março o consumo de combustíveis mostra recuperação. (págs. 1 e A4)
Embraer busca parcerias para novo cargueiro
Ideias
Corte na Indústria
Exportação de suínos cresce
Previdência privada
Poupança limita queda dos juros
O governo tem até a pr6xima reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), dias 28 e 29 de abril, para resolver esse problema, sob pena de uma migração dos fundos de investimentos para a poupança causar graves desequilíbrios no sistema financeiro.
Qualquer mudança no regime de indexação da poupança terá de ser feita por lei. O tema é delicado por envolver milhares de pequenos poupadores que veem na poupança uma instituição nacional. O presidente Lula já está ciente do assunto. Os técnicos discutem alternativas. Uma delas é remunerar a poupança com base na Selic. (págs. 1 e A2)
Klabin fecha fábrica
Swap de um ano abaixo de 10%
Fenômeno de vendas
Como bancos quebraram o mundo
Histórias como essa explicam em parte como os grandes bancos ocidentais levaram a si mesmos a se enredar nos apuros atuais e jogaram o mundo em direção a uma recessão. Certamente, não há falta de possíveis réus: ganância despudorada, regulamentação complacente, política monetária demasiado solta, captações de crédito fraudulentas e fracasso administrativo desempenharam, todos, algum papel. O conjunto de inovações que supostamente criaria mercados mais livres, na verdade, produziu um mundo obscuro, no qual o risco estava sendo concentrado - e de formas que quase ninguém entendia.
Os últimos 12 meses mostraram que, sem fé, as finanças não valem nada. Reconstruir esse senso de confiança poderá demorar muito mais tempo do que isso. (págs. 1 e Al6)
Equador declara default em pagamento de parte dos títulos da dívida (págs. 1 e Al3)
http://clipping.radiobras.gov.br/clipping/novo/Construtor.php?Opcao=Sinopses&Tarefa=Exibir
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