A proposta deste blogue é incentivar boas discussões sobre o mundo econômico em todos os seus aspectos: econômicos, políticos, sociais, demográficos, ambientais (Acesse Comentários). Nele inserimos as colunas "XÔ ESTRESSE" ; "Editorial" e "A Hora do Ângelus"; um espaço ecumênico de reflexão. (... postagens aos sábados e domingos quando possíveis). As postagens aqui, são desprovidas de quaisquer ideologia, crença ou preconceito por parte do administrador deste blogue.
PENSAR "GRANDE":
[NÃO TEMOS A PRESUNÇÃO DE FAZER DESTE BLOGUE O TEU ''BLOGUE DE CABECEIRA'' MAS, O DE APENAS TE SUGERIR UM ''PENSAR GRANDE''].
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“Pode-se enganar a todos por algum tempo; Pode-se enganar alguns por todo o tempo; Mas não se pode enganar a todos todo o tempo...” (Abraham Lincoln).=>> A MÁSCARA CAIU DIA 18/06/2012 COM A ALIANÇA POLÍTICA ENTRE O PT E O PP.
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''Os Economistas e os artistas não morrem..." (NHMedeiros).
"O Economista não pode saber tudo. Mas também não pode excluir nada" (J.K.Galbraith, 1987).
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terça-feira, maio 08, 2007
VISITA PAPA BENTO XVI: "MORADORES DE RUA: SEM "SÉ", SEM "FÉ", SEM "BOLSA"]

PAPA BENTO XVI [In:] BOLSA-FAMÍLIA

LULA & MENSALÃO [In:] "TEMPOS DE HOMILIA, TEOLOGIA OU IDEOLOGIA?"
BRASÍLIA - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva comparou na segunda-feira as acusações contra os mensaleiros e todos os que foram investigados por corrupção, nos escândalos registrados ao longo de seu primeiro mandato, aos processos de “difamação” a que, no regime militar (1964 a 1985), foram submetidos o arcebispo emérito de São Paulo, d. Paulo Evaristo Arns, e d. Helder Câmara (1909-1999), arcebispo de Olinda e Recife. “Passaram-se os anos e as calúnias levantadas contra essas pessoas nunca foram provadas”, afirmou o presidente, em resposta a uma pergunta sobre “questões éticas” feita pelo padre César Moreira, da Rádio Aparecida. Na entrevista a um pool da Rede Católica de Rádio, na segunda de manhã, no Palácio do Planalto, o padre Moreira disse que “houve uma certa frustração no modo como o governo tratou, no mandato passado, a questão dos escândalos”. E arrematou: “O senhor acha que fez tudo o que devia?” Ele se referia às acusações de pagamento de mesada a parlamentares para que votassem propostas de interesse do Planalto. O esquema foi alvo de duas CPIs no Congresso, a dos Correios e a dos Bingos, e provocou a queda do ministro da Casa Civil, José Dirceu, acusado de comandar o esquema, e de outros auxiliares de Lula. Deputado, Dirceu também teve seu mandato cassado pela Câmara, assim como Roberto Jefferson (PTB-RJ), que fez as primeiras denúncias sobre o escândalo. O procurador-geral da República Antonio Fernando de Souza, apresentou denúncia contra 40 pessoas, entre políticos e empresários. Ele apontou Dirceu como “o chefe do organograma delituoso” e três ex-dirigentes petistas - José Genoino, eleito deputado em 2006, Delúbio Soares e Sílvio Pereira - como integrantes do “núcleo principal da quadrilha”. Na entrevista, de que participaram a presidente da Rede, irmã Helena Corazza, e mais três profissionais das Rádios Aparecida, Nova Aliança de Brasília e Difusora de Goiânia, Lula disse que “o presidente da República não é policial nem tem papel de juiz”. Ele afirmou, ainda, que a Justiça é que vai decidir quem é ou não culpado nos escândalos. Apesar disso, acrescentou sua opinião. “Na verdade teve muitas coisas que foram colocadas a público sem nenhuma veracidade, sem nenhuma prova, sem nenhum argumento que pudesse dizer: isso é verdadeiro.” Depois de afirmar que “o governo tem feito aquilo que é correto fazer”, Lula encerrou a resposta à Rádio Aparecida com a comparação com d. Paulo Evaristo e d. Helder. “Os caluniadores não querem provas, eles só querem caluniar”, disse, mostrando acreditar que seu governo foi vítima de calúnias. (O Estadão).
RONDÔNIA: GOVERNADOR CASSOL [HIDRELÉTRICA, "BAGRES & TUBARÃO"] - Conclusão

Dono de hidrelétricas, governador de Rondônia vende energia para o governo federal. Ele se diz "totalmente" favorável a projeto de implantar usinas no Rio Madeira.
Superfaturamento
G1 - No sorteio feito pela Controladoria Geral da União para verificação de contas da administração pública... Cassol - ...Eu sei. O estádio de Rondônia foi citado. Ontem mesmo, quando tomei conhecimento, já determinei que se abrisse uma sindicância, apurando quem cometeu irregularidades, para serem punidos na forma da lei. G1 - Apenas para deixar claro, governador, nós estamos falando do superfaturamento de computadores, que deveriam custar no máximo R$ 2,2 mil e custaram R$ 5,2 mil, não é? Cassol - R$ 15 mil. G1 - Mas o relatório da CGU fala em R$ 5,2 mil. Cassol - É coisa assim. Nós estamos na Região Norte, temos um custo mais elevado para qualquer bem de consumo que compramos aqui por causa do frete. Mas nada justifica um aumento de 100%. Tudo que estiver fora do valor, real, o secretário tem que apurar. G1 - Dá mais de 100%, nesse caso. O sr. afastou o secretário envolvido nessa licitação? Cassol - Eu não acredito que nenhum secretário esteja envolvido em licitação. Nenhum deles. Infelizmente, o governador nunca tem o controle de tudo. Você depende de um grupo de pessoas. Em Rondônia, são 40 mil servidores. Mas vamos responsabilizar quem fez isso. Pode ser quem for, vai ser responsabilizado na forma da lei.
Operação Dominó: G1 - Como está o inquérito sobre a Operação Dominó, em que o sr. foi acusado de envolvimento com um esquema de desvio de verbas públicas? Cassol - O inquérito está em andamento, e eu faço questão que a investigação aconteça, pois não tenho nada a temer. Meu nome foi citado pelos verdadeiros envolvidos, e eu fiz questão de ser investigado para provar a minha. Sou inocente. Tentaram me colocar na mesma vala, mas não temo nenhuma investigação.
Vida empresarial: G1 - O sr. é um dos homens mais ricos de seu estado e empresário com atuação em vários setores. Em um estado pequeno como Rondônia, sua atuação empresarial não cria conflitos de interesse direto com o estado? Cassol - Sou empresário e empreendedor. Minha experiência de vida e empresarial me dá facilidade para administrar, para fazer as ações que tenho que fazer. Não quer dizer que os políticos não têm que ter nada. Enquanto há muitos políticos no país que botam o patrimônio em nome do laranjal, eu não tenho nem uma cibalena em nome de outras pessoas. O que tenho é meu e ganhei suado. Está no meu Imposto de Renda.
Hidrelétricas no Rio Madeira: G1 - O sr. tem seis pequenas hidrelétricas e vende energia para o governo federal. O projeto do complexo hidrelétrico do Rio Madeira não vai atrapalhar seus negócios no setor? Cassol - De maneira nenhuma. Primeiro porque a primeira turbina só vai funcionar em oito a dez anos. Em segundo lugar, não é Rondônia que está precisando de energia. São vocês aí que precisam, sob pena de ter de subir as escadas dos edifícios em Brasília e em São Paulo, sem elevador, e ficar no escuro. G1 - O sr. é a favor da obra? Cassol - Totalmente. Nós temos que parar de ser escravos de americanos, de estrangeiros. O que é mais viável? Uma usina nuclear ou uma usina limpa? “Ahh, mas vai atingir os ribeirinhos...” Aí eu pergunto: quem veio do exterior ou da nossa capital federal ajudar os ribeirinhos? Essa usina não é igual à de Itaipu, que tem área de alagamento muito grande. G1 - Mas há estudos ambientais que dizem que o impacto pode ser maior que o previsto, inclusive com a transferência de espécies de peixes que vivem em regiões baixas para as altas, onde poderiam passar a ser dominantes e vice-versa. Cassol - É mais importante a sua sobrevivência e a da sua família ou a dos peixes? Nós podemos transportar alevinos, nós podemos fazer escadas nas barragens, fazer as eclusas para os peixes poderem subir. Isso não é pretexto para inviabilizar uma obra. É bom para Rondônia? É bom, é ótimo. Mas eu quero lembrar que é muito melhor para o Brasil. Com a projeção do governo federal de crescer 5% ao ano, se não construir novas usinas, o Brasil fica no escuro, vai ter apagão.
Política partidária: G1 - Na última eleição, o sr. apoiou o candidato do PSDB à Presidência, Geraldo Alckmin. O sr. já fez parte do PSDB e hoje está no PPS, que também faz oposição ao governo federal. Como tem sido seu relacionamento com o presidente Lula? Cassol - Com o Lula, sempre foi muito bom. Nunca foi muito bom com o pessoal do PT no meu estado. G1 - O apoio dado ao candidato Alckmin criou algum tipo de problema nesse relacionamento? Cassol - Eu ajudei o Geraldo Alckmin, mesmo ele não tendo sucesso, fiz a minha parte. Num país democrático, temos o direito de escolher para quem trabalhar e em quem votar. G1 - Mas isso não causa embaraços políticos? Cassol - Eu não defendo questões partidárias, eu defendo o ser humano. Quem ganhou a eleição? Foi o PT? Não, foi o presidente Lula. A maneira simples, humilde dele, que ganhou a eleição. O PT estava manchado em nível nacional. O partido em que estou hoje, o PPS, ou meu apoio ao Alckmin, não vão me distanciar de A ou B ou C. G1 - Depois de migrar do PSDB para o PPS, como é seu relacionamento no novo partido? Cassol - É excelente. Quando o presidente do partido, Roberto Freire, me convidou, aceitei de pronto. Em Rondônia temos uma grande representação partidária, e sou respeitado pela bancada nacional, que apóia o nosso projeto político. Fui convidado a ingressar em outros partidos, mas optei por permanecer no PPS.
Futuro político: G1 - Quais são seus planos políticos? Depois de ter sido reeleito, o sr. pensa noutro cargo? Cassol - O futuro a Deus pertence. Não penso, no momento, em me candidatar a nenhum outro cargo. [Fausto Carneiro, G1, foto Leopoldo Silva].
RONDÔNIA: GOVERNADOR CASSOL [HIDRELÉTRICA, "BAGRES & TUBARÃO"] - 1a. parte

Dono de hidrelétricas, governador de Rondônia vende energia para o governo federal. Ele se diz "totalmente" favorável a projeto de implantar usinas no Rio Madeira.
Dois anos depois de gravar em vídeo, uma tentativa de extorsão feita por deputados em troca de apoio na Assembléia Legislativa, o governador - primeiro a se reeleger no estado - diz que ninguém mais se sente encorajado a fazer a ele propostas ilícitas. “Agora só querem falar comigo na piscina”, disse. Veja os principais trechos da entrevista, a segunda da série com governadores no G1.
G1 - O sr. gravou deputados que tentavam extorquir dinheiro em troca de apoio na Assembléia Legislativa. Como ficou seu relacionamento com a Assembléia Legislativa após esse episódio? Ivo Cassol - Na legislatura passada, não foi muito bom por causa da maneira como os deputados faziam política e sugavam o dinheiro público. Dessa assembléia nova, nós tivemos 19 deputados estaduais novos eleitos, de 24. Esses deputados estão dando um exemplo de economia, cortando despesas, demitindo servidores fantasmas que estavam no Nordeste, no Sul, em outros países. Nos primeiros três meses, economizaram R$ 8 milhões. G1 - Em outros países? Cassol - Ganhavam, mas estavam na Bolívia, Espanha, Portugal, Estados Unidos. Pessoas que ganhavam da Assembléia Legislativa, mas estavam em outros países. Faturavam à custa do estado sem trabalhar. G1 - A Assembléia entrou com alguma ação contra essas pessoas? Cassol - Entrou com processo administrativo para demissão. É o que eles fizeram. G1 - Nessa nova Assembléia, os deputados reeleitos não têm criado dificuldades para seu governo? Cassol - De maneira nenhuma. Mas, com os deputados novos, o presidente da Assembléia está tendo muita dificuldade, porque há uma pressão muito grande de alguns parlamentares para querer reviver o passado. G1 - Algum parlamentar tentou fazer algum tipo de proposta ilícita? Cassol - Não. Eles têm dificultado, quiseram tentar ter mordomias e reviver o passado, mas essa nova Assembléia Legislativa está moralizando o Poder Legislativo no estado. G1 - Mas houve alguma outra tentativa de achaque por parte de deputados? Cassol - Não para mim, mas eu tenho ouvido os próprios deputados reclamarem que há parlamentares que estão fazendo de tudo para que volte o passado, para ser tudo como antigamente. G1 - O sr. pode dar nomes? Cassol - Não tenho nomes. Como não tenho como provar, não posso falar. Se falar e não provar, me enrolo. Há alguns que achavam que podiam praticar a mesma coisa. E não estou me referindo aos que ficaram, estou me referindo a alguns dos novos. G1 - O sr. acredita que o episódio das fitas vai dar condenação a alguns dos envolvidos? Cassol - Eles vão responder criminalmente. O MP entrou com várias ações. Acho que é questão de tempo. A justiça está sendo feita. Quando não foram reeleitos, [a justiça] já estava sendo feita pelos eleitores. G1 - O sr. repetiria esse episódio? Voltaria a fazer uma gravação? Cassol - Se tivesse que fazer, sim. Mas agora ninguém mais fala nada comigo. Só querem falar comigo na piscina. Ninguém mais se sente motivado ou encorajado a falar comigo sobre coisas estranhas ou que não sejam de trabalho do dia a dia.
Má gestão
G1 - Apesar de ter feito essa denúncia, o sr. também sofre acusações de má gestão e irregularidades no uso de recursos públicos quando foi prefeito de Rolim de Moura, inclusive com ação no STF. Cassol - O que acontece é o seguinte: Em final de 2003, quando já era governador, tive um problema com o procurador do Ministério Público do estado. Sou o único governador do Brasil que tem um processo e que não negociou com os deputados para que não fosse processado, para poder provar minha inocência. Fui um exemplo para o Brasil. Me arrependo disso. G1 - Em Rolim de Moura, o problema foi com uma licitação? Cassol - Eu tive vários convênios com ministérios. Convênios de R$ 50 mil, R$ 100 mil, R$ 200 mil, R$ 1 milhão e até R$ 3 milhões. Em todos eu executei as obras. O promotor me denunciou porque disse que fragmentei a licitação. Acontece que cada convênio tem um plano de trabalho, um empenho, uma ordem bancária e uma conta e uma prestação de conta. Para cada convênio fiz uma licitação. O correto é do jeito que fiz. Isso é o que eu vou ter que provar daqui para frente. Acabou. [G1, Fausto Carneiro].
BRASIL (LULA) & BOLIVIA (EVO): "HAY QUE ENDURECER, PERO SIN PERDER LA TERNURA JAMAS!" (*)
A Petrobrás decidiu ontem vender ao governo da Bolívia 100% das refinarias que tem em Cochabamba e Santa Cruz de La Sierra, saindo da atividade de refino de petróleo naquele país. A decisão da estatal, que até então pretendia continuar com uma pequena participação nas refinarias, é uma dura reação ao decreto do governo de Evo Morales, assinado no domingo, que deu à estatal boliviana Yacimientos Petrolíferos Fiscales Bolivianos (YPFB) o monopólio da exportação e comercialização de petróleo bruto reconstituído e de gasolina branca. O mesmo decreto fixa preços bem abaixo do valor no mercado internacional para esses produtos, o que foi classificado pelo presidente da Petrobrás, José Sérgio Gabrielli, como 'expropriação do fluxo de caixa'.Gabrielli afirmou que o decreto 'tornou inviável a permanência da Petrobrás na Bolívia' e dificulta novos investimentos. 'A opção de ficar minoritária (nas refinarias) foi eliminada neste momento.'A Bolívia tem dois dias para dar uma resposta ao Brasil. Se não houver acordo, afirmou o presidente da Petrobrás, a empresa recorrerá às cortes internacionais. 'Vamos apelar para todas as formas jurídicas para contestar a expropriação de nosso fluxo de caixa. 'O ministro de Minas e Energia, Silas Rondeau, afirmou que a edição do decreto, em meio às negociações dos dois países, 'causou consternação e desapontamento'. Rondeau, que soube do decreto pela imprensa, disse que os impactos da medida estão sendo analisados pelas áreas jurídica e financeira da Petrobrás. Antes da entrevista, Rondeau e Gabrielli estiveram reunidos no Itamaraty com o vice-chanceler, Samuel Guimarães, para analisar os reflexos do decreto. No início da noite o Ministério das Relações Exteriores divulgou nota, no mesmo tom duro, em que afirma que esta ou qualquer outra medida unilateral do governo de La Paz pode afetar as relações entre Brasil e Bolívia e expressa também o 'desapontamento' do governo brasileiro. A nota diz que o decreto tem efeito direto sobre a viabilidade econômica das refinarias. 'Independentemente das ações legais que a Petrobrás venha a tomar em defesa de seus interesses legítimos, o governo brasileiro não pode deixar de notar o impacto negativo que este e qualquer outro gesto unilateral pode ter na cooperação entre os dois países.' A Petrobrás vem negociando há meses a venda de parte de suas refinarias. O governo da Bolívia oferece um preço bem inferior do pretendido pela Petrobrás. Gabrielli explicou que a Petrobrás manterá os investimentos que estão previstos no contrato de exploração e produção de gás natural assinado com a Bolívia, que garante o fornecimento de 24 milhões de metros cúbicos diários do produto para o Brasil, até 2019. No entanto, investimentos adicionais serão analisados com mais rigor e a Petrobrás exigirá uma taxa de retorno mais alta. O presidente da estatal brasileira evitou falar 'em risco Bolívia', mas admitiu que 'existe um risco regulatório' naquele país que dificulta a realização de negócios. Ele afirmou também que não existe nenhuma ameaça por parte da Bolívia de interromper o fornecimento de gás para o Brasil. Gerusa Marques e Renata Veríssimo, O Estadão. Charge Sinfronio.
"QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?"
Marcola deixa regime disciplinar em Presidente Bernardes (SP). O detento Marcos Willians Herbas Camacho, o Marcola, deixou no início da manhã desta terça-feira (8) o Regime Disciplinar Diferenciado (RDD) em Presidente Bernardes, a 589 km de São Paulo, onde estava desde maio de 2006. Segundo as primeiras informações, ele será transferido para a Penitenciária 2 de Presidente Venceslau, a 620 km da capital. Por questões de segurança, a Secretaria de Administração Penitenciária (SAP) não divulga oficialmente o destino de Marcola. G1 SP.
ANTONIO PALOCCI [In:] QUASE UM "LIXO HOSPITALAR"...
