A proposta deste blogue é incentivar boas discussões sobre o mundo econômico em todos os seus aspectos: econômicos, políticos, sociais, demográficos, ambientais (Acesse Comentários). Nele inserimos as colunas "XÔ ESTRESSE" ; "Editorial" e "A Hora do Ângelus"; um espaço ecumênico de reflexão. (... postagens aos sábados e domingos quando possíveis). As postagens aqui, são desprovidas de quaisquer ideologia, crença ou preconceito por parte do administrador deste blogue.
PENSAR "GRANDE":
[NÃO TEMOS A PRESUNÇÃO DE FAZER DESTE BLOGUE O TEU ''BLOGUE DE CABECEIRA'' MAS, O DE APENAS TE SUGERIR UM ''PENSAR GRANDE''].
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“Pode-se enganar a todos por algum tempo; Pode-se enganar alguns por todo o tempo; Mas não se pode enganar a todos todo o tempo...” (Abraham Lincoln).=>> A MÁSCARA CAIU DIA 18/06/2012 COM A ALIANÇA POLÍTICA ENTRE O PT E O PP.
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''Os Economistas e os artistas não morrem..." (NHMedeiros).
"O Economista não pode saber tudo. Mas também não pode excluir nada" (J.K.Galbraith, 1987).
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segunda-feira, julho 09, 2007
RENAN CALHEIROS: INCONTINÊNCIA RENAL...
GIM ARGELLO (RORIZ): "QUANTO MAIS SE MEXE OU CHAFURDA..."
Denúncias
Gim Argello é acusado de ter recebido R$ 1 milhão entre 1999 e 2001 de origem ignorada e, também, de ter ficado com outros R$ 500 mil do cheque de R$ 2,2 milhões que o empresário Nenê Constantino teria passado a Roriz para ele comprar uma bezerra de R$ 300 mil. Além disso, Argello também teria participado de uma transação imobiliária suspeita durante a gestão de Roriz no Distrito Federal. Um terreno de 80 mil metros quadrados, comprado pelo empresário e ex-deputado distrital Wigberto Tartuce de quatro fundos de pensão ligados a órgãos públicos do governo distrital, teria rendido R$ 23 milhões de lucro a Tartuce, que é ligado a Nenê Constantino. Investiga-se a possibilidade de os R$ 2,2 milhões serem uma comissão pela venda do terreno. Outra suspeita sob Argello se refere às acusações de que Roriz teria comprado uma sentença judicial para se livrar de punição por crime eleitoral no Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal. A revista "Veja" disse que gravações mostram conversas sobre o assunto entre Roriz e Argello. Argello teria passado mal após ler a reportagem e foi internado no Hospital Brasília. Dependendo de como se desenvolvam essas apurações por parte do Ministério Público, da Polícia Federal (PF) e da Corregedoria do Senado, Gim Argello pode vir a desistir de tomar posse na Casa. Em seu blog na internet, o presidente do partido, o autor das denúncias do "mensalão", Roberto Jefferson (RJ), sugere que Argello não tome posse.
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Para entrar de recesso a partir do dia 18, deputados e senadores têm de votar a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para 2008. Líderes da base do governo na Câmara e no Senado já se articulam para garantir a votação. Disposto a continuar na presidência do Senado, Renan Calheiros está sendo orientado por aliados a não convocar a sessão do Congresso Nacional para votar a LDO. Essa seria uma maneira de driblar as manifestações contrárias à sua permanência no cargo. Deputados de oposição já avisaram que vão questionar sua legitimidade para presidir a sessão conjunta da Câmara e do Senado. A LDO é importante por estabelecer as prioridades do governo para a definição do orçamento do ano que vem, que deve ser enviado pelo Ministério do Planejamento ao Congresso até o dia 31 de agosto. A LDO lista todas as obras e serviços que devem receber verbas em 2008.
"QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?"
RENAN CALHEIROS: "TOME COM MODERAÇÃO..."
BRASÍLIA - O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), terá de enfrentar novas pressões políticas dentro da Casa. Dessa vez, por conta da descoberta da operação que possibilitou à sua família vender uma fábrica de tubaína em Murici (AL) por R$ 27 milhões para a Schincariol, embora a empresa estivesse com problemas financeiros e não valesse mais do que R$ 10 milhões. Reportagem da revista Veja, desta semana, sobre a negociação afirma que Renan teria atuado em favor da Schincariol no INSS, para impedir que a dívida de R$ 100 milhões da cervejaria fosse executada, e na Receita Federal, contra a multa por sonegação de impostos. O PSOL entra nesta segunda-feira, 9, com pedido para que a denúncia seja incorporada ao processo instalado contra Renan no Conselho de Ética por suposta quebra de decoro parlamentar - o senador teria tido despesas pessoais pagas por um lobista da empreiteira Mendes Júnior, o que ele nega. A presidente da sigla, ex-senadora Heloisa Helena (AL), lembra que pedido semelhante - para apurar recibos e notas da venda de gado que Renan disse ter lhe assegurado rendimento de R$ 1,9 milhão em quatro anos - foi inicialmente rejeitado pelo conselho. Mas a pressão da opinião pública levou o órgão a rever a decisão e a submeter a documentação à perícia. "A Constituição é clara ao apontar como quebra de decoro o abuso das prerrogativas asseguradas aos parlamentares e o recebimento de vantagens indevidas." Membro do colegiado, o senador Demóstenes Torres (DEM-GO) afirma que, diante das dúvidas deixadas pela transação, seria adequado questionar o próprio Renan para checar se ele procurou mesmo a Receita e o INSS. "Uma simples perícia mostraria se houve ou não algum fato estranho", ressalva. Também o senador Eduardo Suplicy (PT-SP) defende que, antes de qualquer iniciativa, seja dada ao presidente do Senado a chance de apresentar sua versão. Para ele, isso poderá ser feito quando Renan for ao Conselho de Ética falar da documentação sobre a venda de gado. "Ele já me assegurou que quer ir ao conselho prestar esclarecimentos", afirma. "É a oportunidade de também falar desse outro assunto." O certo - na avaliação dos parlamentares - é que o fato deve comprometer a já fragilizada base de apoio de Renan na Casa. "Não quero fazer juízo de valor sobre a informação, mas, neste momento do processo, essa história produz mais um efeito negativo sobre ele e isso não o ajuda em nada", alerta o líder do DEM, senador José Agripino Maia (RN). O líder do PSDB, Arthur Virgílio (AM), endossa a opinião, achando que se trata de "um fato negativo que não contribui para o clima se desanuviar". Já o senador Jefferson Peres (PDT-AM) entende que, como Renan está fragilizado politicamente, "cada abalo, cada choque, torna ainda mais questionável sua permanência no comando do Senado". "Creio que ele não queria o alongamento do processo, temendo fatos novos", sugere. O Grupo Schincariol, por meio de nota, "repudia as ilações que relacionam suas decisões de negócio a questões políticas". A cervejaria diz que tem como estratégia ampliar "sua capacidade produtiva no Norte/Nordeste", onde já fez investimentos de R$ 400 milhões nos últimos dois anos, entre aquisições, ampliação e construção de novas fábricas. Rosa Costa, do Estadão.
RENAN CALHEIROS: ETERNO ENQUANTO DURE...
