A proposta deste blogue é incentivar boas discussões sobre o mundo econômico em todos os seus aspectos: econômicos, políticos, sociais, demográficos, ambientais (Acesse Comentários). Nele inserimos as colunas "XÔ ESTRESSE" ; "Editorial" e "A Hora do Ângelus"; um espaço ecumênico de reflexão. (... postagens aos sábados e domingos quando possíveis). As postagens aqui, são desprovidas de quaisquer ideologia, crença ou preconceito por parte do administrador deste blogue.
PENSAR "GRANDE":
[NÃO TEMOS A PRESUNÇÃO DE FAZER DESTE BLOGUE O TEU ''BLOGUE DE CABECEIRA'' MAS, O DE APENAS TE SUGERIR UM ''PENSAR GRANDE''].
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“Pode-se enganar a todos por algum tempo; Pode-se enganar alguns por todo o tempo; Mas não se pode enganar a todos todo o tempo...” (Abraham Lincoln).=>> A MÁSCARA CAIU DIA 18/06/2012 COM A ALIANÇA POLÍTICA ENTRE O PT E O PP.
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''Os Economistas e os artistas não morrem..." (NHMedeiros).
"O Economista não pode saber tudo. Mas também não pode excluir nada" (J.K.Galbraith, 1987).
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terça-feira, junho 23, 2009
SENADO: ATOS SECRETOS III
Painel |
Folha de S. Paulo - 23/06/2009 |
O exame dos atos secretos do Senado revela que esse expediente ganhou força em 2003, quando José Sarney (PMDB-AP) assumiu a presidência pela segunda vez e Agaciel Maia acumulava oito anos na direção geral. Foram 24 boletins engavetados. Um novo salto se deu em 2006 (53 boletins escondidos), durante a presidência de Renan Calheiros (PMDB-AL). Desde então, o número de boletins mantidos em segredo se multiplicou: foram 65 em 2007 e 96 (muitos deles com mais de um ato) em 2008, já na gestão de Garibaldi Alves (PMDB-RN). A explosão no ano passado coincide com o surgimento das primeiras revelações sobre o modus operandi de Agaciel.
Eu não. Por meio de seu advogado, Antonio Carlos de Almeida Castro, o ex-diretor de RH João Carlos Zoghbi diz que nunca assinou atos secretos, limitando-se a cumprir ordens de Agaciel sobre o que deveria ou não ser publicado. Bolsa de apostas. Dois nomes na mesa de Sarney para substituir Alexandre Gazineo na direção geral: Armando Rollemberg, antigo colaborador do peemedebista, e Sérgio Penna, atual chefe de gabinete do presidente do Senado. Afinidades 1. A discriminação das despesas com a verba indenizatória revelou pagamento de R$ 8 mil de ACM Júnior (DEM-BA) à Abaeté Aerotáxi. Nas campanhas de 2002 e de 2006, a empresa fez doações para o filho do senador, o deputado ACM Neto. Afinidades 2. Sob o título "A maior festa popular do Brasil", o Blog da Petrobras destaca que a estatal patrocina neste ano o São João em 81 cidades do Nordeste. São 55 na Bahia e 20 em Sergipe, Estados governados, respectivamente, pelos petistas Jaques Wagner e Marcelo Déda. Fogo no ninho. A denúncia de caixa dois na campanha de Beto Richa expôs o racha do PSDB no Paraná. O ex-coordenador financeiro da campanha do prefeito de Curitiba exibiu ontem um vídeo no qual um dos denunciantes insinua que o senador Álvaro Dias, também tucano, estaria por trás da revelação. Richa e Dias postulam a candidatura ao governo em 2010. ...está falando? Um vencedor de licitação define o método de Monica para oferecer às agências os serviços de sua empresa como "pé na porta". Se necessário, avoca o nome do ex-namorado. O estilo gerou atrito recente com a número dois do Ministério da Saúde, Márcia Bassit. Vai que é tua. Lula levou Dilma Rousseff a tiracolo ao dar entrevista para emissora de rádio do Paraná. Quando o apresentador lhe perguntou sobre o PAC, o presidente aproveitou a deixa e passou a palavra à ministra-candidata. Mão do gato 1. No mesmo dia em que José Genoino deu parecer contrário ao terceiro mandato, petistas pressionaram a Força Sindical, ligada ao PDT, a defender a tese no documento do congresso dos metalúrgicos de SP. Mão do gato 2. A Força registrou que, "se for válido constitucionalmente, se for viável politicamente e se for aceito pelo presidente, os metalúrgicos apoiariam". Depois do monte de "se", o texto fala em "alternância de governo". No congresso da CUT, central petista, a proposta do terceiro mandato foi a plenário. Recebeu um único voto favorável. |
SENADO, SARNEY, ATOS SECRETOS
Folha de S. Paulo - 23/06/2009 | ||
DA SUCURSAL DE BRASÍLIA > Enfrentando uma das piores crises desde sua eleição para a presidência do Senado, José Sarney (PMDB-AP) foi pressionado ontem no plenário por senadores que exigiram que ele tome atitudes, rompa com a "camarilha" e, pela primeira vez, sugeriram em público que ele se licencie do cargo. O líder do PSDB, Arthur Virgílio (AM), foi o primeiro a se manifestar no plenário. "Vossa Excelência precisa romper qualquer laço com essa camarilha. Se disser que não tem condições de romper, não terá condições de continuar à frente desta Casa", disse. Quando falou dos ex-diretores João Carlos Zoghbi (Recursos Humanos) e de Agaciel Maia (Direção Geral), ele chegou a chamá-los de "ladrões". Os dois são acusados de serem os responsáveis por uma série de medidas irregulares, como o pagamento de horas extras no recesso de janeiro e a elaboração de atos secretos. Sarney estava presidindo a sessão quando os discursos foram feitos. "Nunca fui acusado de acobertar quem quer que seja, por maior ligação que tenha. E até na minha posse tive a oportunidade de dizer que tinha amigos que eram partidários, mas que nunca colocaria o Senado acima, ou melhor, abaixo desses amigos e dos correligionários que pudesse ter", disse o presidente do Senado. "Eu julguei que, quando fui eleito presidente, era para presidir politicamente a Casa e não para ficar submetido a procurar a dispensa ou limpar o lixo das cozinhas da Casa", afirmou. O senador Cristovam Buarque (PDT-DF) foi quem defendeu abertamente que Sarney deixe a presidência por 60 dias até que haja soluções para os problemas no Senado. "Que ele sente junto conosco na planície do Senado. Que ele peça uma licença de dois meses." Virgílio também disse que Agaciel tentou chantageá-lo ao espalhar que ele pediu ao Senado para pagar o tratamento de sua mãe, que ele teria funcionário que mora no Rio e que estaria contratando seu professor de jiu-jítsu no gabinete. Virgílio disse que o Senado pagou parte dos gastos com o tratamento de sua mãe, o que é permitido por ato administrativo, e negou as outras duas informações. Há duas semanas, Sarney tem sido constrangido com a divulgação de contratações de parentes e afilhados políticos por meio de atos secretos. Sarney também negou que a Casa tenha pago salário ao mordomo de sua filha, a governadora Roseana Sarney (MA). Conforme reportagem do jornal "Estado de S. Paulo", a Casa pagava o salário de R$ 12 mil de Amaury de Jesus Machado. "O Senado nunca pagou nenhum mordomo. Todos os senadores são alvo de insultos, calúnias. A senadora Roseana nem tem mordomo. O Amaury é chofer do Senado há 20 anos." "A opinião pública tem uma impressão horrível de nós. Estamos no fundo do poço", disse Pedro Simon (PMDB-RS). Hoje deve ser divulgado o relatório da comissão de sindicância que apurou a existência de atos secretos da Casa. |
BRAS-ILHA: ATOS E FATOS ''EXPOSTOS''
Nos rastros do poder | |||||||
Autor(es): Lilian Tahan e Edson Luiz | |||||||
Correio Braziliense - 23/06/2009 | |||||||
Pelo menos 200 quilos das sobras da burocracia são descarregados todos os dias no lixão vizinho ao Centro Cultural do Banco do Brasil (CCBB), endereço provisório da Presidência da República. O depósito fica a 50 passos da grade que delimita o Palácio do Jaburu, sede oficial da Vice-Presidência, ou a dois minutos de carro do Palácio da Alvorada, onde mora o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Apesar de tão próximas, as famílias que colocam a mão nos restos do que a Esplanada produz diariamente para sobreviver são invisíveis aos olhos do poder público. O rastro de papel deixado pelas carroças que têm como destino o lixão do CCBB segue trilha paralela ao asfalto por onde passa o comboio presidencial. O cerrado, como é chamado o lugar pelos catadores, é o endereço comercial de oito famílias que tiram o sustento organizando os detritos que vêm dos ministérios, seus anexos, Congresso Nacional, Palácio do Planalto e Supremo Tribunal Federal. Uma parte do grupo que trabalha com o material mora em barracos de lona dispostos a poucos metros das pilhas de sujeira. O tratamento de parte do lixo produzido na Esplanada é artesanal e não segue nenhuma precaução de higiene. O trabalho é assim dividido: os homens, alguns com menos de 18 anos, ficam responsáveis pela coleta do lixo dos contêineres dispostos em frente aos órgãos da Esplanada. Eles fazem o percurso duas vezes ao dia. Uma no fim da manhã e a outra por volta das 16h, horário em que as caçambas estão cheias. Os catadores mais novos guiam carroças e os mais velhos dirigem um triciclo doado por uma associação de trabalhadores do setor. Acostumados a encontrar lixo seco com molhado, mesmo nos casos dos ministérios que deveriam dar o exemplo, como o do Meio Ambiente, segundo revelou reportagem publicada na edição de ontem do Correio, os catadores fazem uma pré-seleção do material desprezado. Dão preferência aos sacos mais leves e menos úmidos, sinal da ausência de restos de comida. A prática, no entanto, não evita a mistura de garrafas, latas, vidro e objetos de toda sorte embalados nos pacotes pretos deixados nos contêineres. O material coletado nas caçambas da Esplanada segue para o cerrado. Lá, começa o trabalho das mulheres, rodeadas de filhos de todas as idades. São elas que separam os papéis, dos jornais, das revistas, do vidro, do plástico, das garrafas, do papel higiênico, dos restos de comida, e, eventualmente, de roupas ou objetos descartados mesmo que ainda pareçam “novinhos” para quem tem quase nada. Essa é a rotina de Maria Amélia, matriarca de uma das famílias que vivem do lixo. Em menos de um minuto, as mãos ligeiras da mulher, catadora há 16 anos, esvaziam um saco preto cheio de restos. Com o braço esquerdo, Maria Amélia, de 60 anos, que não lê nem escreve, separa os relatórios, despachos, ordens de pagamento, extratos bancários, e os despeja em um cercado com 30 metros quadrados a sua frente. Com o outro braço — defeituoso em razão de fratura não medicada —, ela tira os copinhos de café, os sacos plásticos, as cascas de banana, o bagaço da laranja, as latinhas de refrigerante, e metros de papel higiênico misturados à pilha de documentos descartados. Não usa luvas nem máscara. Além disso, acostumadas a tirar o sustento das sobras, as crianças não são detidas quando encontram restos de refrigerante ou sacos de pipoca em meio aos dejetos que atraem ratos, baratas e insetos para a região. “Se o pacote estiver fechado, que problema tem?”, diz L., que segurava um pacote de pipoca doce na mão, reservado do lixo. Enquanto isso, Carlos, de 6 anos, e J., de 7, corriam segurando duas garrafas com sobras de refrigerante encontradas no lixo dos ministérios. Foi o lanche dos vizinhos invisíveis da Esplanada tornando atual a poesia Bicho(1) de Manuel Bandeira, publicada em 1947. 1-Bicho Vi ontem um bicho Na imundície do pátio Catando comida entre os detritos. Quando achava alguma coisa, Não examinava nem cheirava: Engolia com voracidade. O bicho não era um cão, Não era um gato, Não era um rato. O bicho, meu Deus, era um homem. |
Manuel Bandeira
Carnaval de bacana
Zuleika de Souza/CB/D.A Press - 11/6/09 |
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José Eudo (foto) não é propriamente um homem de sorte. Teve poucas oportunidades na vida. Não estudou e não consegue emprego formal. Vive de vender a papelada oficial. Mas o baiano de 30 anos teve um dia especial. Passou o carnaval de 2008 em Barreiras, na Bahia junto com a mulher, depois de ter achado R$ 600 entre montanhas de papéis oficiais estocados no cerrado, ou oito semanas e meia de trabalho no lixo. O dinheiro estava entre milhares de envelopes bancários jogados fora. Depois da bolada, os catadores criaram o hábito de vasculhar minuciosamente os documentos vindo dos bancos na esperança de ter a mesma sorte que Eudo. Sorte que Evécio José Vitorino, de 46 anos, também teve ao se depararar entre centenas de papéis com uma joia. “Achei um colar de prata”, conta Vitorino. “Só o fecho estava quebrado”, lembra o catador. Depois de mandar consertar o colar, ele presenteou a mulher com quem era, então, casado. “Hoje, eu estou largado, mas na época fiz um sucesso danado.”
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SENADO: ATOS SECRETOS II
ATOS SECRETOS ENVOLVERAM 37 SENADORES DOS PRINCIPAIS PARTIDOS |
Autor(es): Leandro Colon e Rosa Costa |
O Estado de S. Paulo - 23/06/2009 |
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SENADO: ATOS SECRETOS
ATO QUE AUMENTOU VERBA PARA SENADORES FOI SECRETO | |||
Autor(es): ADRIANO CEOLIN | |||
Folha de S. Paulo - 23/06/2009 | |||
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''QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?..."
23 de junho de 2009
O Globo
Manchete: Senadores denunciam chantagem de ex-diretor
Câmara arquiva caso de deputado que deu passagem a Galisteu (págs. 1 e 3)
Charge Chico: Só falta essa
- Mas esse bigode não é meu!
Garotinho está de volta à base de Lula
PAC da Rocinha sofre pressões, diz arquiteto
Neda, a mártir da rebelião no Irã
Neda Agha-Soltan, a jovem iraniana que teve morte rápida e brutal provocada por um tiro da milícia Basij, na manifestação de sábado, acabou imortalizada como o primeiro símbolo do levante das ruas contra a reeleição do presidente Ahmadinejad. Ontem, as várias versões do vídeo tremido no YouTube, que a mostram agonizante, já tinham sido vistas por mais de 500 mil pessoas. Enquanto vigílias em sua memória eram realizadas fora do Irã, o Conselho dos Guardiães reconhecia pela primeira vez que houve "problemas" em 50 distritos, que registraram mais votos do que eleitores. A oposição alega que há fraudes do mesmo tipo em 170 cidades. Mas, segundo o porta-voz do Conselho, as irregularidades afetam três milhões de votos e não terão impacto no resultado. Ainda assim, manifestantes desafiaram ameaças das forças de segurança, prisões e assassinatos, e voltaram às ruas. Foram violentamente reprimidos por paramilitares e policiais, que tomaram a capital Teerã. (págs. 1, 26 e 27, Míriam Leitão e editorial "Aiatolás divididos")
Foto legenda: Iranianos fazem em Dubai vigília pela iraniana Neda, morta com um tiro durante a manifestação de sábado: 500 mil visitas no Youtube
Bird prevê Brasil pior e derruba bolsa
Sarkozy defende proibição da burca na França
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Folha de S. Paulo
Manchete: Ato secreto elevou verba de senadores
O Senado usou um ato secreto para aumentar, de R$ 12 mil para R$ 15 mil, a verba indenizatória a que os senadores têm direito. A medida, tornada pública em maio, é de junho de 2005.
O ato contradiz Agaciel Maia, então diretor-geral do Senado, segundo o qual a Casa desistira de elevar a verba, usada para reembolsar despesas como combustível e aluguel de escritórios.
O presidente do Senado na época, Renan Calheiros (PMDB-AP), anunciara corte de despesas, mas assinou a medida. Para o Ministério Público e a OAB, atos não publicados são inválidos.
O senador José Sarney (PMDB-AL), atual presidente da Casa, usou
R$ 8.600 da verba para pagar a organização de sua biblioteca doméstica. O acervo, alega ele, serve à atividade parlamentar.
Uma manobra do Senado permitiu ainda que a verba indenizatória fosse usada para elevar os salários de 350 funcionários da Casa (10% do total) acima do teto mensal de R$ 24,5 mil. (págs. 1 e Brasil)
Janio de Freitas:
Devassidão vista no Senado é mais grave que mensalão (págs. 1 e A7)
Geração de empregos é a maior desde setembro
Apesar de a criação de postos ter crescido pelo quarto mês seguido, ela não é suficiente para compensar as demissões de novembro a janeiro, quando 797,5 mil vagas foram fechadas. (págs. 1 e B1)
Fernando Sampaio:
Recuperação na indústria é mais lenta (págs. 1 e B1)
Telefônica mantém a venda do Speedy, proibida pela Anatel
Cinco europeus são presos no Irã sob acusação de incitar protestos
Nenhum dos três países confirmou as prisões. O Reino Unido começou a retirar familiares de diplomatas em missão no Irã. (págs. 1 e A14)
Foto legenda: Em Dubai, iranianas homenageiam Neda Soltan, que seria a jovem cuja morte durante protesto é mostrada em vídeo na internet
Mundo: Obama sanciona lei para restringir cigarro rejeitada por 52% (págs. 1 e A19)
João Pereira Coutinho
Gilmar Mendes pede abertura dos arquivos do Araguaia
A questão voltou ao debate com a revelação de que 41 guerrilheiros foram executados por militares. O Exército deve iniciar em julho a busca dos corpos. (págs. 1 e A9)
Reunião na USP acaba sem acordo; PM deixa campus
A PM deixou o campus da USP, e não houve piquete dos funcionários. (págs. 1 e C1)
Editoriais
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O Estado de S. Paulo
Manchete: Atos secretos envolvem 35 senadores
A edição de atos secretos beneficiou ou obteve a chancela de ao menos 35 senadores e 22 ex-parlamentares desde 1995. Não há distinção partidária - PT, DEM, PMDB, PSDB, PDT, PSB, PRB, PTB e PR têm nomes na lista. São senadores que aparecem como beneficiários de nomeações em seus gabinetes ou que assinaram atos secretos da Mesa Diretora criando cargos e privilégios. A existência de tantos nomes indica que a prática dos boletins reservados era bem conhecida. A investigação mostra que ela envolveu todos os presidentes e primeiros-secretários que passaram pelo Senado desde 1995. O corregedor Romeu Tuma (PTB-SP) aparece na relação; o atual primeiro-secretário, Heráclito Fortes (DEM-PI), responsável pela comissão que levantou os atos, também. Tuma atribui a crise a uma "briga interna de funcionários" e à disputa política pela presidência do Senado. Tanto senadores da base aliada quanto de oposição criticaram ontem abertamente o presidente da Casa, José Sarney (PMDB-AP), e propuseram o seu afastamento do cargo, entre outras cobranças feitas no plenário. Para Arthur Virgilio (PSDB), importa mais que "o Senado sobreviva à crise" do que “Sarney na presidência". (págs. 1 e A4)
Salários na Fundação Sarney
Dois funcionários que trabalham na Fundação José Sarney em São Luís são oficialmente assessores do Senado, que paga seus salários. Eles recebem R$ 7,6 mil e R$ 2,5 mil por mês. A fundação funciona num prédio histórico, o Convento das Mercês, e se dedica a preservar a memória do atual presidente do Senado. (págs. 1 e A6)
Busca no Araguaia deve ser civil, pedem procuradores
Procuradores da República querem que autoridades civis comandem a busca pelos corpos dos guerrilheiros que lutaram no Araguaia. A informação está em ofício enviado ao procurador-geral da República, Antonio Fernando de Souza. O eventual caráter militar das buscas foi rejeitado também pelas famílias dos guerrilheiros, que cobraram a abertura dos arquivos da repressão. No domingo, o Estado revelou que 41 deles foram executados quando já estavam detidos, conforme documentos do oficial da reserva Sebastião Curió. (págs. 1, A8 e A9)
Militares mataram presos em campos de execução
Foto legenda: Iraniana morta: Homenagem com velas
Bovespa cai, dólar volta a subir e supera R$ 2
Anvisa vai reforçar a fiscalização da gripe suína
Anatel proíbe Telefônica de vender acesso ao Speedy
Ensino superior: Mestrado passa a ter novas regras
Notas & Informações: A crise e a folha salarial
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Jornal do Brasil
Manchete: Fogo no Senado
Maranhense diz não ter sido eleito para "limpar lixeira da cozinha" da instituição
Tucano acusa ex-diretores do Senado de chantagearem parlamentares
Foi o dia dos mais contundentes discursos desde o início das denúncias de irregularidades no Senado. Senadores como Cristovam Buarque (PDT-DF) e Arthur Virgilio (PSDB-AM) defenderam o afastamento do presidente da Casa, José Sarney (PMDB-AP), e disseram que alguns de seus colegas foram chantageados pelo ex-diretor Agaciel Maia. O tucano classificou de "criminosos" os ex-dirigentes da instituição. Mas o corregedor Romeu Tuma (PTB-SP) afirmou que não há elementos para abrir investigação contra Sarney, que insistiu não ter sido eleito para "limpar a lixeira da cozinha". A divulgação do relatório da primeira comissão de sindicância criada para analisar os atos secretos, prometida para hoje, deve aumentar ainda mais a temperatura. (págs. 1 e País A10 e A11, Coisas da Política A2)
Denúncia recorde de violência infantil
Mais verba para a agricultura
Irã endurece repressão a opositores
Obama assina lei contra o fumo
África do Sul quer o 'Bricsa'
Sociedade Aberta
Médico
Informação é o melhor combate contra a violência infantil. (págs. 1 e A3)
Sociedade Aberta
Jurista
A punição dos torturadores será um ato de Justiça. (págs. 1 e A9)
Sociedade Aberta
Pedagogo
Quero legislativos higiênicos, ainda que custe dor. (págs. 1 e A11)
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Correio Braziliense
Manchete: A ofensiva evangélica no DF
Congresso: A política de favores no Senado
Concurso: Planejamento e Polícia Civil abrem 157 vagas (págs. 1, 17 e 18)
Servidor: Sancionado aumento para funcionários do Legislativo do DF (págs. 1 e 39)
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Valor Econômico
Manchete: CEF atinge limite e busca aquisições
Desde que o programa Minha Casa, Minha Vida foi lançado, a Caixa recebeu para análise 400 projetos, envolvendo 73 mil unidades habitacionais, das quais 6 mil já tiveram o contrato assinado. O programa será ainda mais incentivado pela redução à metade do seguro habitacional. O custo vai cair de 20% para 10% do valor da prestação, estima a presidente da Caixa, Maria Fernanda Ramos Coelho. Hoje, a CEF tem um acordo operacional com a Caixa Seguros, controlada pela francesa CNP Assurances, que a impede de buscar alternativas mais baratas. (págs. 1, C1 e C2)
Preços em alta reanimam as siderúrgicas
Benjamin Baptista, presidente-executivo da ArcelorMittal Tubarão, que fabrica aços planos, avalia que a demanda vai aumentar lentamente, enquanto o preço retomará a níveis saudáveis. A produção da empresa encolheu 50% com a crise. Baptista espera que a partir de julho os retornará a níveis saudáveis. A produção I da empresa encolheu 50% com a crise. Baptista espera que a partir de julho os dois altos-fornos maiores, que hoje operam com 20% de ociosidade, voltem a 100% da capacidade. A expectativa é fechar o ano com uma produção de 5 milhões de toneladas de aço.
Para Marco Polo Mello Lopes, vice-presidente-executivo do Instituto Brasileiro de Siderurgia. O maior problema é a falta de mercado externo, que absorvia um terço da produção. "O consumo total do país no ano deverá cair 23%, para 18,7 milhões de toneladas, em linha com a previsão mundial da Worldsteel", disse. (págs. 1 e B8)
Governo tenta barrar acordos em licitações
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http://clipping.radiobras.gov.br/clipping/novo/Construtor.php?Opcao=Sinopses&Tarefa=Exibir
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