A proposta deste blogue é incentivar boas discussões sobre o mundo econômico em todos os seus aspectos: econômicos, políticos, sociais, demográficos, ambientais (Acesse Comentários). Nele inserimos as colunas "XÔ ESTRESSE" ; "Editorial" e "A Hora do Ângelus"; um espaço ecumênico de reflexão. (... postagens aos sábados e domingos quando possíveis). As postagens aqui, são desprovidas de quaisquer ideologia, crença ou preconceito por parte do administrador deste blogue.
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[NÃO TEMOS A PRESUNÇÃO DE FAZER DESTE BLOGUE O TEU ''BLOGUE DE CABECEIRA'' MAS, O DE APENAS TE SUGERIR UM ''PENSAR GRANDE''].
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“Pode-se enganar a todos por algum tempo; Pode-se enganar alguns por todo o tempo; Mas não se pode enganar a todos todo o tempo...” (Abraham Lincoln).=>> A MÁSCARA CAIU DIA 18/06/2012 COM A ALIANÇA POLÍTICA ENTRE O PT E O PP.
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"O Economista não pode saber tudo. Mas também não pode excluir nada" (J.K.Galbraith, 1987).
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quarta-feira, novembro 13, 2013
ÉTICA: ''E POR FALAR EM SAUDADES/ ONDE ANDA VOCÊ?..."
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A ética mandada pelos ares
Em fins de setembro passado, quando este jornal revelou que o presidente do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), Vinícius Marques de Carvalho, omitiu em pelo menos quatro currículos oficiais ter trabalhado para um deputado estadual de São Paulo, também petista, ele deu de ombros. "Foi provavelmente um lapso", minimizou. O Cade é a agência federal que regula a concorrência entre empresas no País. O tio de Carvalho é o ministro Gilberto, titular da Secretaria-Geral da Presidência.
O deputado a quem Vinícius Marques de Carvalho prestou serviços de março de 2003 a 29 de janeiro do ano seguinte, como seu chefe de gabinete na Assembleia Legislativa, chama-se Simão Pedro, atual secretário de Serviços do prefeito paulistano Fernando Haddad. Em fevereiro de 2011, ele foi o autor de representações ao Ministério Público pedindo a investigação de suspeitas de formação de cartel, superfaturamento e pagamento de propinas envolvendo contratos do Metrô e da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) nos governos dos tucanos Mário Covas, José Serra e Geraldo Alckmin.
Em maio passado, o Cade fechou um acordo de leniência com a multinacional alemã Siemens, detentora de diversos contratos com o governo paulista. A empresa confessou a existência de cartel entre 1998 e 2008. Segundo Simão Pedro, não passou de coincidência o fato de a Siemens ficar sob a mira do Cade depois de Carvalho assumir a presidência do órgão.
De todo modo, a omissão que ele queria que fosse aceita como lapso -portanto, falha involuntária - foi considerada grave o suficiente para a Comissão de Ética Pública da Presidência da República, em decisão unânime, aplicar uma advertência ao suposto nefelibata. Para o relator do caso, Horácio Senna Pires, as lacunas nos seus "enxugados" currículos "ferem as exigências de transparência" e de "clareza de posições". É decerto o mínimo que se pode dizer de seus esquecimentos.
Ainda quando conselheiro do Cade em vias de ser reconduzido ao cargo, Carvalho deixou de arrolar em um minucioso documento de nove páginas, encaminhado pelo Planalto ao Senado, as suas atividades entre fevereiro de 2003 e janeiro de 2005, quando trabalhava para o deputado Simão Pedro. Tornou a expurgar da biografia o mesmo período quando, no ano passado, o seu nome foi submetido ao Senado para presidir o Cade.
Carvalho foi ainda, digamos, distraído ao não completar os procedimentos para se desfiliar do PT em 2008. Os conselheiros e o presidente do Cade não podem exercer atividades político-partidárias. Petista de carteirinha durante 13 anos, ele deixou de comunicar o seu desligamento à Justiça Eleitoral. Em princípio, isso poderia fazê-lo perder o mandato, mas é duvidoso que o Senado, de ampla maioria governista, tome a decisão de destituí-lo.
Seria esperar demais, por outro lado, que ele próprio tomasse a iniciativa de sair. É o que deveria fazer depois de o presidente da Comissão de Ética, Américo Lacombe, se perguntar se Carvalho terá reputação ilibada tendo uma advertência na sua ficha. "É uma mancha, sem dúvida", avalia o jurista.
Carvalho tenta lavá-la e seguir adiante. Afinal, alega, foi advertido apenas "por não ter buscado a chancela judicial à minha desfiliação partidária" - uma questiúncula, pois.
Pode-se esperar reação semelhante da companheira Ideli Salvatti, ministra das Relações Institucionais. A Comissão de Ética deu-lhe 10 dias de prazo para explicar por que usou um helicóptero da Polícia Rodoviária Federal, em Santa Catarina, Estado pelo qual se elegeu senadora. O aparelho é utilizado, entre outras coisas, para remover vítimas em estado grave de acidentes e desastres naturais.
Ideli serviu-se do helicóptero para visitar obras e participar de inaugurações. O episódio foi revelado pelo jornal Correio Braziliense. Ela pretende disputar um novo mandato no próximo ano. Segundo a assessora da ministra, nos dias em que se deslocou pelo Estado - valendo-se de um bem público para fins pessoais -, "não ocorreu nenhum acidente que justificasse a requisição da aeronave para prestação de socorro". Além disso, não é de "utilização exclusiva". É a ética mandada pelos ares.
adicionada no sistema em: 13/11/2013 01:32
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BIRD vs. BIRDS
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Reeleição de Rui Falcão consolida o '‘PT pragmático’'
Com apoio do ex-presidente Lula, o deputado estadual Rui Falcão foi reeleito presidente do PT com votação recorde. Ele levou à risca a linha pragmática implementada por José Dirceu em 2001
"PT pragmático" amplia sua hegemonia
Pedro Venceslau
O quinto Processo de Eleição Direta (PED) do PT terminou ontem com uma vitória consagradora do pragmatismo eleitoral, mas escancarou a perda de entusiasmo da militância com a vida partidária. Ungido pelo ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva, o deputado estadual paulista Rui Falcão foi anunciado vencedor da disputa interna no meio da tarde de ontem, quando ainda faltavam 20% das urnas para serem apuradas.
Ele recebeu 70% dos votos válidos dos petistas, o que significa a maior votação que um presidente do PT já recebeu desde a instituição das eleições diretas internas em 2001. Por outro lado, o comparecimento às urnas foi significativamente menor.
No último PED, realizado em 2009, 520.417 petistas votaram. Em 2013 foram 367.298. Esse número deve aumentar até que as últimas urnas sejam conferidas, o que não aconteceu até o fechamento desta edição.
Mas certamente não chegará perto do resultado que elegeu José Eduardo Dutra em 2009.
Falcão, que comandará a máquina partidária petista até dezembro de 2017, não fez concessões à linha pragmática implementada por José Dirceu em 2001 e foi o único entre os seis postulantes que defendeu enfaticamente durante a campanha a prioridade total da aliança entre PT e PMDB. Seus adversários revelam que nunca antes na história do partido o ex-presidente Lula se engajou tanto em uma eleição interna.
"A costura da chapa do Rui Falcão foi feita pelo Instituto Lula. Essa nova direção é mais alinhada e tem um grau de aderência maior com o ex-presidente", diz Markus Sokol, que disputou o PED pela corrente "O Trabalho". Pela primeira vez desde a fundação do PT, Lula participou ativamente de uma campanha interna.
Salomônico Rui Falcão disse ontem que a crise com o PMDB, que ameaça se desgarrar do PT nas eleições estaduais, está equacionada. "O quadro está mapeado e o processo será civilizado e sem rupturas. Em vários Estados teremos duas candidaturas", afirmou.
Além do embate com os peemedebistas, em vários Estados, como Goiás, Espírito Santo e Amapá, os diretórios regionais petistas têm planos que não coincidem com a estratégia nacional. Para ajustar a "sintonia fina" e evitar intervenções, Falcão convocou uma reunião para o próximo dia 2, em São Paulo, com todos os presidentes estaduais do partido eleitos no PED. "Queremos avaliar onde há descompasso e falta de sintonia", disse.
Um dos casos mais emblemáticos é o do Maranhão, onde o PT está dividido entre apoiar o PMDB de Roseana Sarney e a candidatura de Flávio Dino, do PCdoB ao governo. A solução no Estado, segundo Falcão, pode ser "salomônica": o PT apoiaria Roseana para o Senado e Flávio Dino para governador.
A crise entre o ex-prefeito Gilberto Kassab, presidente do PSD, e o atual, Fernando Haddad (PT), foi minimizada pelo presidente do PT. Falcão revelou que está articulando com Kassab um grande evento ainda esse ano para formalizar o embarque oficial do PSD na coligação eleitoral da presidente Dilma Rousseff.
adicionada no sistema em: 13/11/2013 05:30
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MAFIA DO ASSALTO (2)
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A "mesada" do secretário
Fiscal suspeito de integrar a máfia da propina na prefeitura paulistana acusa aliado de Haddad de receber R$ 20 mil mensais para manter o esquema. Petista deixa o cargo após denúncia
PAULO DE TARSO LYRA
Homem forte da gestão de Fernando Haddad (PT) até deixar o cargo, no início da tarde de ontem, o petista Antonio Donato é acusado pelo ex-auditor-fiscal da prefeitura de São Paulo Eduardo Horle Barcellos de receber R$ 20 mil mensais entre dezembro de 2011 e setembro de 2012.
A acusação foi feita ontem por Barcellos durante depoimento de oito horas ao Ministério Público do Estado de São Paulo (MP-SP). O ex-auditor é um dos presos na Operação Necator, que investiga a máfia suspeita de desviar da prefeitura paulistana o pagamento do Imposto sobre Serviços (ISS). A estimativa é que mais de R$ 500 milhões tenham sido desviados. Donato deixou o cargo de secretário de Governo de Haddad por não resistir às denúncias de envolvimento com os fiscais presos na operação da Polícia Civil paulista. Além de demonstrar intimidade com o petista — inclusive insinuando um pedido de ajuda direta ao homem forte da gestão Haddad —, um dos acusados comenta sobre supostas doações para a campanha de Donato a vereador em 2008. No depoimento ao MP-SP, Barcellos, que fechou acordo de delação premiada, declarou que os pagamentos feitos ao petista serviam como uma garantia de que o esquema permaneceria vigente caso o PT vencesse a disputa municipal. O auditor fiscal disse que jamais contou a Antonio Donato, coordenador da campanha de Haddad em 2012, que o dinheiro era proveniente de propina. Barcellos e outros três servidores chegaram a ser presos no fim de outubro, suspeitos de participação nos desvios, mas já foram libertados. Segundo a assessoria de imprensa de Donato, as acusações são mais uma tentativa de desviar o foco da investigação, que está centrada na gestão passada, de Gilberto Kassab (PSD), para atingir a atual administração municipal. Defesa Em entrevista coletiva no início da noite de ontem, Haddad defendeu Donato, mas disse que a demissão foi necessária para não atrapalhar as investigações. “Eu olho para os ganhos éticos e morais que a cidade vai ter. Não posso impedir o curso das investigações em função de outros episódios que podem afetar a vida política da cidade”, comentou. No entanto, o prefeito deixou claro que a guerra política travada com Kassab está longe de acabar. Após perder seu homem forte, o petista voltou à artilharia para o antecessor e afirmou que o ex-secretário de Finanças da capital paulistana Mauro Ricardo também terá de prestar esclarecimentos. Atualmente, Mauro Ricardo, que trabalhou com Kassab e é ligado a José Serra (PSDB), é secretário de Finanças do prefeito de Salvador, ACM Neto (DEM). Dilma é prioridade, diz Falcão, reeleito no PT A Secretaria Nacional de Organização do PT anunciou, na tarde de ontem, a reeleição de Rui Falcão para um novo mandato de quatro anos à frente do partido. Ele obteve 236.879 votos (70,16%) após a apuração de 78,86% das urnas. Os números finais serão divulgados hoje. Em entrevista coletiva, o dirigente declarou que a prioridade será a reeleição da presidente Dilma Rousseff em 2014. “A principal tarefa é a reeleição da presidente Dilma, para que ela possa fazer avançar ainda mais as conquistas que tivemos desde o presidente Lula”, discursou Falcão. (Felipe Seffrin)
adicionada no sistema em: 13/11/2013 12:21
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EU NÃO SABIA...
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‘É difícil conceber que o ex-secretário não soubesse’
Antonio Donato, secretário demissionário do governo Haddad
Ex-chefe de Governo ataca antecessor, diz que se afasta para "defesa pessoal" e fala em "ingrediente político"
Defensor da candidatura de Fernando Haddad quando o ex-ministro ainda era um anônimo em São Paulo, o sociólogo Antonio Donato, de 56 anos, apresentou a periferia ao atual prefeito e abriu para ele as salas das principais lideranças políticas e empresariais da cidade durante a campanha de 2012. Nos últimos 11 meses, participou das mais importantes decisões da gestão, como a criação das faixas exclusivas de ônibus, além de ter coordenado a nomeação de mais de 500 cargos comissionados.
A estatura de Donato cresceu de forma meteórica em cinco anos. Antes um quadro técnico discreto do partido, ele se elegeu vereador em 2008. Quatro anos depois, era presidente municipal do PT e coordenador da campanha de Haddad.
Para viabilizar a candidatura do atual prefeito, enfrentou até a tropa de choque da ex-prefeita Marta Suplicy, de quem foi secretário de Coordenação das Subprefeituras. Ao conseguir fazer Haddad candidato sem prévias, caiu nas graças do ex-presidente Lula.
As credenciais de Donato, entretanto, não foram suficientes para blindá-lo contra o escândalo da máfia dos fiscais. O homem forte do governo volta à Câmara com a certeza de que receberá apoio até da oposição.
Ele reiterou ontem ao Estado que sua saída foi para defesa pessoal. E investiu contra Mauro Ricardo, ex-secretário de Finanças.
Quando decidiu se afastar?
Decidi na hora do almoço. Conversei com o prefeito e falei que, para a minha defesa pessoal, achava importante voltar para a Câmara, para me defender plenamente das acusações infundadas que têm sido veiculadas e das possíveis acusações que sejam construídas. Para o governo, isso também é bom, porque retira o ruído político que poderia desestabilizar o ambiente muito positivo de trabalho da Controladoria.
E como o senhor pretende se defender? Ainda não existem acusações formais contra o senhor.
Existe uma situação política criada em função de todos os grampos, de ilações de relacionamentos que eu possa ter com os fiscais. Alguns eu conhecia, mas procurei sempre colaborar com as investigações da Controladoria. Do ponto de vista jurídico, ainda não tem nenhuma acusação contra mim. Estou preparado para me defender de calúnias e mentiras que sejam ditas.
A que o senhor atribui essas acusações? Qual era o seu relacionamento com os fiscais?
Acho que eles poderiam ter alguma expectativa, por me conhecer, por terem colaborado na campanha do prefeito com estudos, com projeções... Eles eram muito proativos, em particular o Ronilson (Rodrigues, apontado como chefe do esquema). Talvez tenham criado uma expectativa de proteção que não aconteceu. E pode ter algum ingrediente político que ainda não consigo dimensionar. Pode ter uma coordenação política para desviar o foco das investigações para a Câmara ou qualquer outro lugar.
Como seria esse uso político?
É uma investigação que tem desdobramentos políticos. É difícil conceber que o (ex-)secretário (de Finanças) Mauro Ricardo, que é um homem muito ligado ao (José) Serra (PSDB), não soubesse de um esquema durante oito anos que ele ficou em cima (do gabinete). Em três, quatro meses, a gente claramente identificou. Então, é evidente que tem um conteúdo político e pode ter uma articulação política para tentar envolver meu nome. Mas é uma possibilidade.
O Ministério Público diz que o foco da investigação vai de 2007 a 2012.
Como o senhor avalia que acabou envolvido nisso?
E uma situação kafkiana, em que eu tenho de responder porque conheci (os fiscais). Está claro no processo todo que eu poderia tê-los ajudado e não os ajudei e é por isso que estou me afastando. Tem de ficar claro que a investigação não é sobre mim. É sobre o governo passado.
E o que muda com o senhor na Câmara?
Minhas opiniões serão minhas opiniões, não serão do governo. Isso é importante para ter liberdade para me defender. A Controladoria já deu frutos e é importante que continue forte.
Chegou a ter algum contato com os fiscais, após a denúncia?
Não, nenhum. /Bruno Ribeiro e Diego Zanchetta
adicionada no sistema em: 13/11/2013 03:54
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É UM PÁSSARO? UM AVIÃO?
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A CAIR DE MADURO
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A MÁFIA DO ASSALTO
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PAPAI NOEL EXISTE: HO! HO! HO!
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