A proposta deste blogue é incentivar boas discussões sobre o mundo econômico em todos os seus aspectos: econômicos, políticos, sociais, demográficos, ambientais (Acesse Comentários). Nele inserimos as colunas "XÔ ESTRESSE" ; "Editorial" e "A Hora do Ângelus"; um espaço ecumênico de reflexão. (... postagens aos sábados e domingos quando possíveis). As postagens aqui, são desprovidas de quaisquer ideologia, crença ou preconceito por parte do administrador deste blogue.
PENSAR "GRANDE":
[NÃO TEMOS A PRESUNÇÃO DE FAZER DESTE BLOGUE O TEU ''BLOGUE DE CABECEIRA'' MAS, O DE APENAS TE SUGERIR UM ''PENSAR GRANDE''].
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“Pode-se enganar a todos por algum tempo; Pode-se enganar alguns por todo o tempo; Mas não se pode enganar a todos todo o tempo...” (Abraham Lincoln).=>> A MÁSCARA CAIU DIA 18/06/2012 COM A ALIANÇA POLÍTICA ENTRE O PT E O PP.
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''Os Economistas e os artistas não morrem..." (NHMedeiros).
"O Economista não pode saber tudo. Mas também não pode excluir nada" (J.K.Galbraith, 1987).
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terça-feira, maio 22, 2007
SILAS RONDEAU: FALTA [DE] "ENERGIA" NA DECISÃO!

EVO MORALES: [In:] MOVIMENTO DE LIBERTAÇÃO NACIONAL
"PMDB QUER FURMAS PARA FAZER CAIXA 2, DIZ JEFFERSON"

LULA [BRASIL] & NICANOR DUARTE [PARAGUAI]: TURBINANDO DIPLOMACIAS!
O presidente brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva, afirmou nesta segunda-feira a seu colega paraguaio, Nicanor Duarte, que no futuro a usina de Itaipu não será motivo de discussão entre os dois. "A sociedade vai compreender que num futuro próximo haverá tantas empresas brasileiras produzindo em território paraguaio que Itaipu já não será motivo de discussão entre nós." O debate sobre a situação da hidroelétrica centralizou a visita de Lula e ofuscou a agenda de campanha pela produção, a industrialização e comercialização de biocombustíveis. Em resposta às críticas dos políticos da oposição paraguaia e de uma parte da imprensa, que consideram o Tratado de Itaipu "injusto" para seu país, Lula disse que "não há discussão sobre este convênio assinado em 1973. Em contrapartida, falou que seu governo enviou ao Congresso brasileiro um pedido de suspensão da dupla indexação que o Paraguai paga pela dívida da hidrelétrica. Segundo Lula, empresários brasileiros estão dispostos a investir em território paraguaio para usar a energia a preço vantajoso e que, atualmente, 95% são absorvidos pelo Brasil. Pouco antes, o presidente paraguaio destacou que "mais cedo ou mais tarde será preciso encontrar um consenso político, um acordo social, para começar a rever os termos do Tratado de Itaipu buscando maior justiça e igualdade". Mais otimista, Lula afirmou que nem o Brasil nem o Paraguai precisarão esperar até o prazo limite de 2023 para pagar a dívida de Itaipu. O presidente brasileiro espera "que o Paraguai precise do dobro de energia que utiliza hoje graças ao investimento brasileiro no país". Segundo Lula, em 20 anos, com a revolução dos combustíveis, a região do Mercosul se tornará o que representa hoje o Oriente Médio em termos de petróleo. da France Presse, em Assunção, Folha Online.
"QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?"
OPERAÇÃO NAVALHA: RELAXAMENTO DE PRISÃO ["DE MUITA USADA A FACA JÁ NÃO CORTA"?]
Sete presos na Operação Navalha ganharam a liberdade nesta segunda-feira, por decisão da ministra do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Eliana Calmon, que comanda o inquérito. Todos são apontados pela Polícia Federal como integrantes do esquema de recebimento de propina em troca de benefícios à construtora Gautama na disputa por obras públicas. Eles foram soltos depois de prestar depoimento na sede do STJ. Em entrevista ao Estado no último domingo, Eliana Calmon disse que provavelmente determinaria a liberdade de vários presos, depois dos depoimentos, por considerar que a função da prisão preventiva já tinha sido cumprida: "desarticular a quadrilha e ter acesso à documentação" sobre a suposta máfia das obras. Foi decretado o relaxamento das prisões preventivas dos seguintes suspeitos: o filho do ex-governador de Sergipe João Alves Filho, João Alves Neto; o funcionário do governo do Maranhão Geraldo Magela Fernandes da Rocha; o ex-secretário de Desenvolvimento Urbano e Meio Ambiente de Sinop (MT) Jair Pessine; o prefeito de Sinop, Nilson Aparecido Leitão; o funcionário do Ministério do Planejamento cedido à Câmara dos Deputados Ernani Soares Gomes Filho e o superintendente de Produtos de Repasses da Caixa Econômica Federal em Brasília, Flávio José Pin e o funcionário da Prefeitura de Camaçari (BA) Zaqueu de Oliveira Filho. Até o momento, 12 dos 47 presos na Operação Navalha tinham conseguido liberdade. Houve um 48º pedido de prisão, do ex-procurador-geral do Maranhão Ulisses César Martins de Souza, mas ele não chegou a ser preso. Nesta tarde, a Polícia Federal prendeu Adão Pirajara Amador Farias, ex-assessor do deputado distrital Pedro Passos (PMDB), que era investigado no inquérito. O ex-assessor foi flagrado em casa quando queimava documentos que supostamente comprometiam Passos e foi ouvido nesta tarde mesmo pela ministra do STJ. Depois do depoimento, Eliana decidiu manter Adão preso, por porte ilegal de arma. Com Adão, foram consumadas 48 prisões. Além dos sete liberados nesta segunda-feira, estão em liberdade o ex-governador do Maranhão José Reinaldo Tavares; o ex-deputado federal José Ivan Paixão, de Sergipe; o ex-presidente do Banco Regional de Brasília (BRB) Roberto Figueiredo Guimarães; o secretário de Infra-Estrutura do Maranhão, Ney Barros Bello e o ex-chefe da Casa Civil do governo de Sergipe Flávio Conceição de Oliveira Neto. José Reinaldo, Roberto Guimarães e Ulisses Souza foram beneficiados por decisões do Supremo Tribunal Federal (STF). Os demais foram soltos por decisão do STJ. Durante todo o dia, foram ouvidas 12 pessoas, incluindo Adão Pirajara. Até a próxima sexta-feira, a ministra deverá ouvir os 48 suspeitos, além do ex-assessor de Pedro Passos. O último a depor deverá ser o dono da construtora Gautama, Zuleido Veras, apontado como chefe do esquema de desvio de dinheiro e fraudes em licitações. Na terça-feira, serão ouvidos mais 12 suspeitos, entre eles o ex-assessor especial do ministro de Minas e Energia Ivo Almeida Costa. Ele é acusado pela PF de ter recebido R$ 100 mil que supostamente seriam destinados ao ministro. O dinheiro seria, segundo a polícia, pagamento pela liberação de verbas da União para obras tocadas pela Gautama no programa Luz para Todos, do governo federal, no Piauí. Silas Rondeau nega qualquer envolvimento na ma´fia das obras. Será ouvido também o empresário Sérgio Luiz Pompeo Sá, que, segundo investigação da Polícia Federal, seria o canal de negociação entre a Gautama e o Ministério de Minas e Energia. Os depoimentos são fechados e acompanhados por representantes do Ministério Público e da Polícia Federal, além dos advogados dos suspeitos. Luciana Nunes Leal, Estadão.
LULA & RONDEAU: "SAÍDA À FRANCESA?"

O ministro de Minas e Energia, Silas Rondeau, deve ser afastado nesta terça-feira, 22, do cargo. No Palácio do Planalto, nesta segunda-feira, falava-se em demissão, pura e simples. Entre os padrinhos políticos da indicação de Rondeau para o ministério - o principal deles é o senador José Sarney (PMDB-AP) - havia ainda a busca de uma saída, segundo a qual o ministro pediria licença até que todos os fatos sejam apurados. Seria a tentativa de uma saída honrosa, visto que nem o grupo de Sarney acredita que, a esta altura, haja salvação para o ministro. Rondeau é apontado pelas investigações da Polícia Federal como suspeito de ter recebido, no ministério, R$ 100 mil de propina do empresário Zuleido Veras, dono da empreiteira Gautama. O ministro, no entanto, nega as acusações e disse nesta segunda-feira que está havendo prejulgamento no caso. Zuleido e outras 46 pessoas foram presos na semana passada, sob a acusação de organizarem uma máfia que fraudava licitações de programas como o Luz para Todos e se preparava, agora, para atacar também os empreendimentos previstos no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). O pedido de licença do cargo por parte de Rondeau seria uma saída no estilo da encontrada em 1993 por Henrique Hargreaves, então chefe da Casa Civil do presidente Itamar Franco. Apontado pela CPI dos Anões do Orçamento como suspeito por desvios de dinheiro público, Hargreaves se licenciou para responder às acusações fora da função e para evitar problemas para Itamar. Comprovou que não estava envolvido nas irregularidades e voltou ao cargo. Sarney disse ao ministro que o caso de Hargreaves criou uma espécie de "jurisprudência" para auxiliares que se sentirem injustiçados. Afirmou que era uma sugestão, mas que ele e o presidente Lula é que deveriam decidir o que é melhor. Ao mesmo tempo, Sarney procurava se preservar. Ele não quer, por exemplo, que a vaga de Rondeau seja entendida como sendo sua. Acha que o PMDB tem de assumi-la. Se for entendida como dele, Sarney, outro partido pode querer a vaga. Sendo um direito dos peemedebistas, a legenda fica com crédito para encontrar outro ministro. Na noite desta segunda-feira, fontes do Planalto disseram ao Estado que o presidente da República deveria receber em Brasília, na Base Aérea, na volta da viagem a Assunção e a Foz do Iguaçu, um informe sobre a situação política. O relato deveria ser feito pelo ministro Tarso Genro (Justiça). No Ministério das Minas Energia a situação de Rondeau era considerada "crítica" porque as provas da Polícia Federal sobre o envolvimento do assessor especial, Ivo Almeida Costa, são consideradas "consistentes" e "demolidoras". O envolvimento de Ivo, que trabalha há mais de uma década na condição de homem de confiança de Rondeau, com o lobista da Gautama, Sérgio Sá, é considerado comprometedor. As gravações da PF mostram que os movimentos de ambos dentro do Ministério das Minas Energia não podem ter acontecido sem o conhecimento de Silas Rondeau. A PF também não tem dúvida, pelas imagens e grampos efetuados, que Sérgio Sá tratou com Ivo da liberação de obras públicas e de propinas que eram do conhecimento do ministro. Nas gravações, Sérgio Sá presta contas ao empreiteiro Zuleido Veras, dono da Gautama, de assuntos tratados com assessores do ministério, que, depois, são confirmados pelos grampos, documentos, fotos e movimentações financeiras investigados. "O Sérgio Sá não blefa. Não dá para dizer que ele estava usando o nome do ministro para se promover e mostrar serviço", disse uma fonte da PF ao Estado. (Colaborou Tânia Monteiro) João Domingos, Estadão. Foto msn.com.
GAUTAMA & MARANHÃO: PONTES QUE LIGAM NADA A LUGAR NENHUM!
