A proposta deste blogue é incentivar boas discussões sobre o mundo econômico em todos os seus aspectos: econômicos, políticos, sociais, demográficos, ambientais (Acesse Comentários). Nele inserimos as colunas "XÔ ESTRESSE" ; "Editorial" e "A Hora do Ângelus"; um espaço ecumênico de reflexão. (... postagens aos sábados e domingos quando possíveis). As postagens aqui, são desprovidas de quaisquer ideologia, crença ou preconceito por parte do administrador deste blogue.
PENSAR "GRANDE":
[NÃO TEMOS A PRESUNÇÃO DE FAZER DESTE BLOGUE O TEU ''BLOGUE DE CABECEIRA'' MAS, O DE APENAS TE SUGERIR UM ''PENSAR GRANDE''].
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“Pode-se enganar a todos por algum tempo; Pode-se enganar alguns por todo o tempo; Mas não se pode enganar a todos todo o tempo...” (Abraham Lincoln).=>> A MÁSCARA CAIU DIA 18/06/2012 COM A ALIANÇA POLÍTICA ENTRE O PT E O PP.
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''Os Economistas e os artistas não morrem..." (NHMedeiros).
"O Economista não pode saber tudo. Mas também não pode excluir nada" (J.K.Galbraith, 1987).
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segunda-feira, janeiro 19, 2009
GOVERNO LULA, DESEMPREGO E ... DESTEMPERO

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No célebre discurso do "sifu", proferido na noite de 4 de dezembro de 2008, Lula queixara-se da "colonização intelectual" de parte da elite brasileira.
Dissera que, aqui, valorizava-se mais a promessa de Obama de criar 2 milhões de empregos até 2011 do que as 2,1 milhões vagas abertas no Brasil em 2008.
Lula não suspeitava de que, àquela altura, os computadores do ministério do Trabalho começavam a processar dados que conspurcariam sua analogia.
Nesta segunda (19), o presidente recebe do ministro Carlos Lupi (Trabalho) os números cruzados pelo Caged, o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados.
Será o pior resultado mensal da história do cadastro: em dezembro, sumiram do banco de dados oficial mais de 600 mil empregos com carteira assinada.
O índice de que se jactava Lula, válido até novembro, caiu de 2.107.150 empregos para algo pouco acima da marca de 1,5 milhão de empregos criados em 2008.
Em reunião com Lupi, na noite da última quarta (14), Lula foi informado sobre a novidade. Surpreendeu-se. Já intuía que a crise roeria o emprego.
Em novembro, o Caged já anotara a perda de 40.821 vagas. Mas Lula não antevira, nem em seus piores pesadelos, um dezembro tão azedo.
Produziu-se um ajuste instantâneo no discurso presidencial. No final do ano passado, Lula recomendava o consumo. Agora, fala em salvar empregos.
Em público, prevê um primeiro trimestre "difícil". Promete ação. Em privado, revela-se preocupado com os reflexos da crise sobre os planos eleitorais de 2010.
Natural. A popularidade que Lula espera transferir para Dilma Rousseff, sua candidata, está escorada num bolsão de simpatia formado pelos brasileiros mais humildes.
São justamente os primeiros na fila do desemprego. Gente que Lula, no afã de soar otimista, esqueceu momentaneamente.
O governo já socorreu exportadores, indústrias, construtores e montadoras de automóveis. Mas não levou à mesa a contrapartida da manutenção dos empregos.
Mandou ao Congresso um par de medidas provisórias anticrise. O candidato ao desemprego não frequentou os textos.
Antes do Natal, Lula reunira-se com a nata do empresariado. Nem sinal dos trabalhadores.
Só agora, depois que soaram as primeiras trombetas do desemprego, o ex-sindicalista decidiu receber os presidentes das centrais sindicais.
Depois, discutirá com a equipe econômica os detalhes de novas providências que pretende anunciar nas próximas semanas.
Age para tentar erigir um dique capaz de represar a crise em 2009. Espera entrar pelo ano eleitoral de 2010 distribuindo notícias alvissareiras.
Retorne-se ao pronunciamento do "sifu". Naquela noite de 4 de dezembro, Lula dissera: "Eu adoro uma crise [...], eu adoro ser provocado".
Não será por falta de provocação que o presidente vai deixar de reverenciar sua adoração.
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GOVERNO LULA, DESEMPREGO E SINDICATOS
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Guto Cassiano/Gato no Telhado
Lula agendou para as 17h desta segunda (19) um encontro com os presidentes de seis centrais sindicais, entre elas a CUT e a Força Sindical.
Os sindicalistas vinham reivindicando uma conversa com o presidente desde o final do ano passado. O Planalto, porém, dera de ombros.
Em dezembro, Lula reunira-se com a nata do empresariado. Na cabeça do presidente, o essencial era combater o desânimo que roía os investimentos privados.
Mas a crise evoluiu para um segundo estágio. Agora, além de cuidar da irrigação do sistema de crédito, o governo é assediado pelo drama do desemprego.
Pela manhã, antes do encontro com Lula, o presidente da CUT, Artur Henrique, anuncia um calendário de mobilizações pela preservação do emprego.
A CUT começa a ganhar as ruas já nesta terça (20). Na quarta (21), as outras cinco centrais, à frente a Força, farão manifestações nas capitais pela queda dos juros.
Nesse dia, começa em Brasília a primeira reunião de 2009 do Copom (Comitê de Política Monetária do BC). Na quinta (22), será divulgada a nova taxa de juros.
A exemplo dos empresários, os sindicalistas pressionam por uma redução expressiva da Selic, a taxa básica de juros. Hoje, está em 13,75% ao ano. Deve cair.
A queda foi sinalizada pelo presidente do BC, Henrique Meirelles, em conversa com Lula. A dúvida é quanto ao tamanho da redução.
A julgar pelos negócios fechados no mercado futuro da BM&F, aposta-se que a poda não excederá a 0,75 ponto percentual. Os sindicalistas querem mais.
Nesta segunda, Lula recebe do ministro Carlos Lupi (Trabalho) os números de dezembro do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados).
Será o pior resultado mensal da história do cadastro: em dezembro, sumiram do banco de dados oficial mais de 600 mil empregos com carteira assinada.
Prevê-se que a coisa deve piorar neste primeiro trimestre de 2009. Daí o alvoroço das centrais. Daí também a decisão de Lula de recebê-las em audiência.
Busca-se uma pauta consensual de ações que atenuem a marola que engolfa o emprego. Em gesto solitário, a Força Sindical abrira negociação com a Fiesp.
Foi à mesa uma proposta de acordo que prevê a redução de jornada de trabalho e o corte de salários. A CUT preferiu denunciar a manobra a participar dela.
Pressionado também por centrais menores, o presidente da Força, Paulo Pereira da Silva, adiou por dez dias os entendimentos com a Fiesp.
As duas maiores centrais vão divididas ao encontro com Lula. Em contraste com o pragmatismo da Força, a CUT leva uma pauta de reinvidicações de 30 itens.
Entre eles algumas propostas oníricas. Por exemplo: redução de jornada para 40 horas semanais sem redução dos salários, demissão zero...
...Revogação da Lei de Responsabilidade Fiscal, fim do superávit primário e estatização de todas as instituições financeiras em estado falimentar.
Um único tema parece unir as centrais: a exigência de que os benefícios do Estado a empresas -tributários ou creditícios-sejam acompanhadas de uma contrapartida, a preservação dos empregos.
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PS.: Ilustração via blog do Guto Cassiano.
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EMPREGOS & EMPREGADORES [In:] "O PULO DO GATO" (ou da gata...)
Claudia Royo, 22, estudou jornalismo mas quer mesmo é trabalhar com moda. Ela participou de entrevistas para trabalhar em uma agência de conteúdo e foi surpreendida quando recebeu a ligação de volta. "Você vai ter que criar um blog", disse a profissional que ia contratá-la. Claudia seria chamada como integrante de um projeto de "blog content" (leia ao lado) para cobrir a São Paulo Fashion Week. Um dos patrocinadores do evento teria um site reunindo posts de vários blogueiros convidados que comentariam bastidores e desfiles -e receberiam por isso.
Mesmo com o projeto não vingando -a empresa não ia mais patrocinar a SPFW-, Claudia resolveu continuar com a missão de criar um blog. "Percebi como seria importante para conseguir outras oportunidades como essa", disse ela.
E é verdade, já que o caso de Claudia foi exceção. Atualmente agências contatam cada vez mais estagiários através de seus blogs. Jeff Paiva, diretor de social media da Agência Click, explica por que a ferramenta é fundamental na contratação: "Você já consegue avaliar o texto da pessoa, como ela desenvolve ideias, de quais temas ela gosta e como ela reage a algumas situações, como a críticas e a ataques nos comentários", conta ele, que diz que o blog é uma mistura de currículo com dinâmica de grupo. "A pessoa mostra como realmente é."
Para Paula Guedes, coordenadora de conteúdo da agência de mídia interativa Garage, a existência de um blog ajuda na primeira triagem de candidatos a um estágio. "Dá para avaliar se ele escreve bem e como transita no meio de que gosta. Além disso, blogueiros são pesquisadores de novas ferramentas."
Além de mostrar interesses, criatividade e um bom português, os blogs também revelam nomes que muitas vezes têm uma enorme popularidade na blogsfera. Foi assim com Lia Camargo, 25, que se formou em produção editorial e conseguiu vários trabalhos pelo seu blog (www.justlia.com.br).
"Criei há nove anos, para falar de assuntos de meninas, e ele começou a fazer bastante sucesso", conta. Mas Lia foi esperta na divulgação: criou páginas em todas as ferramentas de comunidades, todas com link para o blog. Em uma delas, a Game TV, criou um blog só de games. "Os editores do site viram um blog customizado de uma menina falando sobre games e me chamaram para trabalhar lá. Fiquei um ano."
Com um blog fazendo o papel de currículo e de experiência de trabalho, muita gente que nunca trabalhou oficialmente é considerada especialista. É o caso do gaúcho Julio Câmara, 15, que há dois anos criou um blog de variedades que, aos poucos, foi se especializando em tecnologia. Quando viu que tinha muitos leitores, resolveu criar o TecnoZilla (http://tecnozilla.info).
"Minha idéia nem era transformar o blog em trabalho, mas sou fissurado em tecnologia e fui ganhando fama na blogsfera, era chamado para podcasts, mencionado em outros blogs..."
O TecnoZilla chamou a atenção de agências. Mas, quando foi chamado para cobrir uma feira de tecnologia, Julio bateu de frente com uma dificuldade: a idade. "Não poderiam contratar menor de 18 anos", lamenta ele, que agora é blogueiro da Insite (blog.insite.com.br), no qual dá dicas para criar blogs.
Ainda mais novo, Gabriel Naressi, 12, criou no ano passado o blog de humor mundotosco.com.br. "Como o acesso estava aumentando muito, comprei um domínio, fiz um template e parcerias com outros sites para troca de banners", conta. Recentemente, Gabriel foi incluído por uma agencia em uma lista de blogueiros com potencial para escrever publieditoriais (textos pagos sobre uma marca ou um produto específico) em seu blog. Ainda não foi escalado, mas sabe do potencial que tem: "Dá para viver disso", espera.
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http://www1.folha.uol.com.br/fsp/folhatee/fm1901200907.htm
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BANCO CENTRAL & JUROS [In:] JURAS & PROMESSAS...
da Folha Online, em Brasília
A maioria dos economistas manteve a expectativa para o corte dos juros na primeira reunião do Copom (Comitê de Política Monetária do Banco Central) de 2009, nesta quarta-feira (21), dos atuais 13,75% para 13,25% ao ano.
Mas as instituições com maior número de acertos (o chamado Top 5) já apostam em uma redução maior, para 13% ao ano, segundo dados da pesquisa semanal Focus, do BC.
Os economistas também aumentaram as previsões de corte de juros ao longo de 2009. Agora, a expectativa é que a taxa encerre o ano em 11,25% ao ano, ante previsão de 11,75% a.a. feita na semana passada.
A previsão para a Selic no final de 2010 caiu de 11,25% para 11% ao ano.
A queda maior dos juros deve ser impulsionada pela desaceleração da economia neste ano, devido aos efeitos da crise econômica.
Foi mantida a previsão de crescimento da economia em 2009 de 2%, abaixo dos 3,2% estimados pelo BC e dos 4% previstos no Orçamento deste ano para o crescimento do PIB (Produto Interno Bruto, soma das riquezas produzidas). Para 2010, está previsto um crescimento de 3,8%.
A estimativa para a produção industrial caiu de 2,50% para 2,15%. Para o próximo ano, está em 4,3%.
A previsão para o dólar no fim deste ano ficou em R$ 2,30. Para 2010, está em R$ 2,28.
Inflação
Em relação às previsões de inflação, a expectativa para o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), que serve como meta para o BC, caiu de 5% para 4,8% (2009) e ficou em 4,5% para 2010. A meta de inflação é de 4,5%, podendo chegar a 6,5% no intervalo de tolerância (teto da meta).
Para este ano, a expectativa do mercado para o IGP-DI (Índice Geral de Preços - Disponibilidade Interna) caiu de 4,93% para 4,91%; o IGP-M (Índice Geral de Preços - Mercado) recuou de 4,92% para 4,77%. O IPC (Índice de Preços ao Consumidor) da Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômica) caiu de 4,55% para 4,54%.
A estimativa para o saldo da balança comercial ficou em US$ 14,5 bilhões. A expectativa para o déficit em conta corrente neste ano ficou em US$ 25 bilhões.
As previsões de investimentos estrangeiros diretos caíram de US$ 23,81 bilhões para US$ 23 bilhões. A previsão para a relação dívida/PIB caiu de 37% para 36,75%.
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http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u491622.shtml
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BANCOS E CAPTAÇÃO DE RECURSOS: "VEM, QUE EU TE QUERO TODO..."
Os bancos brasileiros estão oferendo a seus clientes mais conservadores uma aplicação financeira que parece, mas não é, uma poupança. Para atrair o aplicador tradicional da caderneta, a "falsa poupança" promete um retorno levemente maior, mas com as mesmas garantias de segurança.
Até o nome da aplicação lembra o de uma poupança tradicional -Super Poupança, no Itaú; HiperPoup, no Bradesco; Extrapoupe, no Banco do Brasil; e Multi Poup, no Santander. A rentabilidade é expressa em porcentagem mais TR, como a poupança.
Na verdade, trata-se de um CDB (Certificado de Depósito Bancário) com liquidez diária, que aceita quantias baixas de aplicação -mínimo de R$ 100 no Bradesco, no Itaú e no Santander; e de R$ 200 no BB. Por outro lado, rendem menos que o CDB tradicional, de maior volume. Diferentemente da poupança, que é isenta, esses investimentos têm incidência de IR (Imposto de Renda).
A principal vantagem oferecida pelos bancos é o rendimento, que fica em torno de 8% bruto ao ano mais TR -a poupança garante 6% líquido mais a TR. A "falsa poupança" também dispensa o aplicador da obrigatoriedade de esperar as datas de aniversário da aplicação para ter o rendimento integral do mês, como acontece com a caderneta. O investidor que sair antes leva o juro proporcional ao período.
A segurança é a mesma da poupança, de até R$ 60 mil por CPF, via FGC (Fundo Garantidor de Crédito), que vale para todos os depósitos a prazo.
Para o cliente, a desvantagem é ter obrigatoriamente de esperar 30 dias antes de efetuar o primeiro resgate -carência inexistente na poupança. Por outro lado, não há incidência de IOF (Imposto sobre Operações Financeiras).
Já para o banco, além de obter dinheiro com custo baixo, a vantagem é que fica livre de ter de direcionar 65% da captação para o crédito imobiliário.
Apesar de os bancos anunciarem uma rentabilidade isenta de imposto, as "falsas poupanças" recolhem IR, que vai de 22,5% (menos de seis meses) até 15% (mais de dois anos) no final do período de aplicação.
"O investidor menos atento pode nunca perceber que teve imposto recolhido. Os bancos fazem a propaganda de uma poupança que rende mais. Já anunciam uma rentabilidade isenta de imposto. Aí parece que é uma poupança melhorada, mas isso não existe. Nas divulgações que vi, em nenhum momento é dito que é um CDB. Isso está errado de acordo com o Código de Defesa do Consumidor", diz Veronica Tostes, advogada da Pro Teste. Procurados, bancos que oferecem o serviço não se pronunciaram sobre as declarações.
A Pro Teste fez simulações com várias dessa aplicações oferecidas pelos bancos. Constatou que, por menor que seja o prazo da aplicação, em nenhum caso a rentabilidade líquida corre o risco de ficar abaixo da poupança. A única possibilidade de render menos que a poupança é se o investidor resgatar em menos de 30 dias, que tem incidência de IOF. Mesmo assim, os principais produtos têm carência de 30 dias para o primeiro resgate.
"Pela nossa experiência, essas aplicações não são as melhores do mercado. Mas não chegam a ser um produto ruim, rendendo menos do que a poupança. De qualquer maneira, é importante que o consumidor saiba que não é uma poupança. Que, se ele precisar do dinheiro antes de um mês, não vai conseguir", afirma.
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http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u491605.shtml
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"QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?''
19 de janeiro de 2009
O Globo
O Exército de Israel iniciou ontem a retirada de tropas da Faixa de Gaza, depois que o Hamas também declarou cessar-fogo unilateral, como o governo israelense havia feito na véspera. (...) (págs. 1 e 20)
Comércio e bancos restringem crediário
Lula se irrita com carta de colega italiano
No embalo da posse
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Folha de S. Paulo
Pouco mais de 12 horas após rejeitar a trégua unilateral declarada por Israel, o grupo islâmico Hamas decretou cessar-fogo imediato. (...)
Apesar do anúncio, militantes palestinos dispararam pelo menos 15 foguetes contra o sul de Israel, alguns depois da trégua do Hamas. Fontes militares informaram que Israel reagiu com dois ataques aéreos. (...) (págs. 1 e A13)
Tarso compara asilo a Battisti a ação da Itália no caso Cacciola
Para o ministro, a negativa de devolver o ex-militante condenado por quatro homicídios equivale à recusa italiana em extraditar, em 2000, o ex-banqueiro ítalo-brasileiro Salvatore Cacciola, condenado no Brasil por crime financeiro. (págs. 1 e A4)
Brasil se atrasa por vontade própria, avalia economista
Considerado um importante crítico da globalização, o economista defende que o país deixe a cartilha neoliberal, corte a taxa de juros e copie medidas que no passado foram tomadas por nações desenvolvidas para crescer, como a proteção da indústria nacional. (págs. 1 e A16)
Servidor ainda utiliza cartão corporativo de modo irregular
Dados do Portal da Transparência revelam que os cartões foram usados para pagar restaurantes caros e gastos em free shop e loja de material do Grêmio. (págs. 1 e A6)
Editorial
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O Estado de S. Paulo
A dois dias de sua posse, o presidente eleito dos EUA, Barack Obama, fez um discurso para milhares de pessoas no Lincoln Memorial, o mesmo local onde Luther King defendeu os direitos civis. Ele disse que levará “muitos anos” para resolver os problemas atuais do país, mas prometeu manter vivo “o sonho dos fundadores”. (págs. 1, A8 a A11)
Renda dos agricultores deve cair R$ 10,4 bilhões
‘Chanceleres informais’ irritam Itamaraty
Aumenta o número de mortes por alcoolismo
Notas e informações – “25 anos de ilegalidade”
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Jornal do Brasil
Quando tomar posse na Presidência dos EUA, amanhã, Barack Obama terá um problema urgente a menos para resolver. O Hamas anunciou ontem uma trégua de pelo menos uma semana, e Israel, que havia declarado cessar-fogo unilateral no sábado, retirou suas tropas de dentro da Cidade de Gaza. Com o bom prognóstico, o democrata vai “agir rapidamente, para que a paz perdure”, contou um assessor. (págs. 1 e Tema do dia, págs. A2 e A3)
PAC: só 9% das obras prontas
Protesto brasileiro anticrise no Japão
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Correio Braziliense
Abalo global - Pressão total pela garantia de empregos
Lobby estadual
Cenário indefinido no Senado
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Valor Econômico
A Telebrás, esvaziada, mas não extinta pela privatização do setor de telefonia há mais de dez anos, está no centro de uma disputa silenciosa entre grupos do governo com visões divergentes sobre o destino da estatal.
Uma vertente, encabeçada pelo secretário de Logística e Tecnologia da Informação do Ministério do Planejamento, Rogério Santanna, defende a revitalização da estatal, para que ela volte a ser uma empresa com atividades operacionais. Esse grupo quer transformá-la em gestora dos serviços de telecomunicações do governo federal e provedora de infra-estrutura para redes de banda larga.
Outra ala do governo, com a qual o ministro das Comunicações, Hélio Costa, está alinhado, entende que a estatal deveria permanecer como está, cumprindo suas obrigações judiciais e caminhando para a extinção, como prevê a Lei Geral de Telecomunicações (LGT). (...) (págs. 1 e B1)
Acordo põe fim a disputa de elétricas
Consumo deve reduzir o PIB em R$ 200 bi
BCs estudam fundo para bônus da AL
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Gazeta Mercantil
O mercado de compra e venda de precatórios está se beneficiando das empresas que têm débito em caixa e das bolsas cada vez mais voláteis, em função da crise financeira global. (...) (págs. 1 e A11)
Ritmo do PAC depende de diálogo com setor privado
Infraestrutura já recebeu R$ 9,3 bilhões do FI-FGTS
Mais Crédito
Cresce impasse entre governo e cafeicultores
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http://clipping.radiobras.gov.br/clipping/novo/Construtor.php?Opcao=Sinopses&Tarefa=Exibir
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