A proposta deste blogue é incentivar boas discussões sobre o mundo econômico em todos os seus aspectos: econômicos, políticos, sociais, demográficos, ambientais (Acesse Comentários). Nele inserimos as colunas "XÔ ESTRESSE" ; "Editorial" e "A Hora do Ângelus"; um espaço ecumênico de reflexão. (... postagens aos sábados e domingos quando possíveis). As postagens aqui, são desprovidas de quaisquer ideologia, crença ou preconceito por parte do administrador deste blogue.
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quinta-feira, junho 10, 2010
ELEIÇÕES 2O1O [In:] SERRA e CONVENÇÃO. E o Vice?
Serra diz a aliados que vai à convenção sem um vice
Marcello Casal/ABrConvertida em novela, a escolha do candidato a vice na chapa do presidenciável tucano José Serra vai ser esticada.
Serra informou aos seus aliados que não planeja anunciar o nome do vice antes da convenção nacional do PSDB.
O encontro ocorrerá neste sábado (12), em Salvador (BA). Vai ratificar apenas a candidatura de Serra.
A deliberação sobre o segundo da chapa será transferida à Executiva Nacional da legenda. Sairá até o final do mês.
A decisão de Serra foi amadurecida em duas reuniões. Uma no domingo (6). Outra na segunda (7).
Na primeira, Serra dividiu a mesa de jantar com Fernando Henrique Cardoso e Sérgio Guerra, presidente do PSDB e coordenador da campanha.
Na segunda, recebeu, de novo, Sérgio Guerra, que se fez acompanhar do deputado Jutahy Magalhães Jr. (PSDB-BA).
Remanescem as dúvidas quanto aos nomes. Um pedaço do PSDB continua aferrado à ideia de que o vice deve ser um tucano.
A grossa maioria da cúpula do DEM bate o pé. O partido não deseja impor um nome a Serra. Porém...
Porém, o DEM deseja que Serra exerça sua “liberdade” de escolha pinçando um vice dos seus quadros.
A hipótese de atrair para a chapa o presidente do PP, Francisco Dornelles (RJ), tornou-se uma hipótese improvável.
No plano federal, o PP oscila, hoje, entre a neutralidade e o apoio à candidatura petista de Dilma Rousseff. O bloco simpático a Serra minguou.
Serra trata o adiamento da escolha de seu vice como algo “natural”. Erro.
Na convenção de sábado, depois de aclamado pelo PSDB, ouvirá dos repórteres a pergunta incontornável: E o vice?
Escrito por Josias de Souza às 03h39/Folha Online.
BRASIL/IRÃ/ONU [In:] PAPEL ''NEVE''
Impasse nuclear
Com voto contra do Brasil, ONU aprova novas sanções ao Irã
Medidas do Conselho de Segurança restringem o acesso iraniano a armas e tecnologia nuclear
Apesar de elogiarem os esforços de Brasil e Turquia na busca por uma solução negociada com os iranianos, 12 países do conselho votaram a favor da resolução, elaborada por iniciativa dos EUA.
...
A embaixadora dos EUA para a ONU, Suzan Rice, vota a favor de punição ao Irã: vitória norte-americana
O Líbano, cujo governo tem participação do Hizbollah, grupo xiita alinhado a Teerã, decidiu se abster. “Essa resolução coloca em vigor as sanções mais duras que o governo iraniano já enfrentou’’, disse o presidente dos EUA, Barack Obama.
As novas medidas restringem o acesso do Irã a diversos tipos de armamentos e pedem que os países membros da ONU inspecionem cargas e navios e bloqueiem transações financeiras consideradas suspeitas.
Para Obama, apesar da “dureza’’, a resolução não “fecha a porta para a diplomacia’’. “O Irã continua a ter a oportunidade de escolher um caminho diferente.’’
Esforços
A secretária de Estado dos EUA, Hillary Clinton, voltou a elogiar os esforços diplomáticos de Brasil e Turquia, apesar de “não terem sido bem-sucedidos’’. Hillary confirmou que os EUA esperam que os dois países continuem a cumprir “um papel importante’’ nas negociações com o Irã.
Em 17 de maio, Brasil e Turquia conseguiram fazer o Irã assinar um acordo no qual se compromete a enviar 1.200 quilos de seu urânio pouco enriquecido ao exterior e receber, cerca de um ano depois, 120 quilos do combustível enriquecido a nível adequado para fins médicos, mas não militares.
O acordo foi apresentado à AIEA (Agência Internacional de Energia Atômica), que fizera proposta semelhante em outubro. A agência e as potências do Conselho de Segurança da ONU, porém, consideram que hoje o acordo já não é mais suficiente para garantir que o Irã não venha a produzir a bomba dentro de pouco tempo.
Irã
“Pela direita e pela esquerda nos aplicam sanções, mas para nós são como moscas irritantes. Temos paciência, aguentamos muitas coisas e resistiremos outra vez”, disse o presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad. “Essa resolução não vale um centavo. É como um papel para limpar a boca que jogamos no lixo.”
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http://www.gazetadopovo.com.br/mundo/conteudo.phtml?tl=1&id=1012395&tit=
Com-voto-contra-do-Brasil-ONU-aprova-novas-sancoes-ao-Ira
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ELEIÇÕES 2O1O [In:] PREVIDÊNCIA. QUEM COLOCARÁ ''O GUIZO NO PESCOÇO DO GATO" ? *
ROMBO NA PREVIDÊNCIA É TEMA TABU
(*) Fábula. "O guizo do gato", La Fontaine.
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BRASIL/IRÃ [In:] ONU E SANÇÕES. O Brasil na contramão?
ONU APROVA NOVAS SANÇÕES AO IRÃ E LULA DIZ QUE É 'BIRRA'
ONU APROVA NOVAS SANÇÕES CONTRA IRÃ EM PROCESSO QUE DEIXA O BRASIL ISOLADO |
Autor(es): Gustavo Chacra |
O Estado de S. Paulo - 10/06/2010 |
Apenas Brasil e Turquia votaram contra, e presidente brasileiro critica países que se alinharam aos EUA. O Brasil votou contra a quarta rodada de sanções ao Irã aprovada ontem no Conselho de Segurança das Nações Unidas. Apenas a Turquia adotou posição igual à dos brasileiros, enquanto o Líbano se absteve. Os outros 12 países, incluindo os cinco membros permanentes do Conselho, votaram em favor da Resolução 1.929, que busca frear o programa nuclear iraniano. De acordo com a nova resolução, haverá mais restrições às atividades militares e financeiras do que nas três anteriores. Seguirá o embargo de venda de armas ao país e haverá mais rigor na inspeção de navios que utilizem portos iranianos - num esforço para que Teerã não receba insumos que possam ser usados em seu programa atômico. Um dos anexos do documento lista 40 entidades suspeitas de financiar atividades nucleares do Irã que terão os bens congelados, 15 das quais controladas pela Guarda Revolucionária. Depois da votação, embaixadores dos EUA, França e Grã-Bretanha celebraram o resultado como uma vitória, apesar de esta ter sido a primeira resolução contra o Irã com votos contrários - as anteriores tiveram apenas abstenções, além dos favoráveis. Já os representantes do Brasil e da Turquia, isolados na oposição às sanções, deixaram o conselho sem falar com jornalistas. Os dois países defendiam mais negociações e fizeram um acordo com os iranianos em maio para que parte do urânio do Irã fosse enriquecido no exterior. Na visão deles, o pacto - rejeitado pelas potências lideradas pelos EUA - poderia ajudar na construção de confiança entre os lados envolvidos na questão nuclear iraniana. Em Teerã, o presidente Mahmoud Ahmadinejad reagiu com ironia à aprovação do texto: "A resolução não vale um centavo e deveria ser jogada no lixo." O texto ficou aquém do que pretendiam os americanos, que cederam para obter o apoio de China e Rússia, mais reticentes com o endurecimento das sanções. O Brasil não participou das negociações técnicas para a elaboração do documento. Apesar disso, como membro da ONU, o governo brasileiro está obrigado a cumprir as determinações. Antes de a votação ser iniciada, a embaixadora brasileira, Maria Luiz Viotti, justificou a posição do País. "O Brasil votará contra a resolução. Ao fazer isso, honraremos os esforços que resultaram na Declaração de Teerã de 17 de maio. Nós não vemos as sanções como um instrumento eficiente neste caso. As sanções provavelmente levarão a mais sofrimento do povo iraniano", disse a diplomata. Em seguida, iniciou-se a votação. Todos os diplomatas puderam explicar seus votos. A maior parte dos membros frisou a importância dos esforços da Turquia e do Brasil, mas os consideraram insuficiente. Ao ser questionada pelo Estado se os EUA estavam decepcionados com a posição brasileira e turca, a embaixadora americana na ONU, Susan Rice, respondeu que "as decisões de Brasil e Turquia são um direito soberano". No entanto, segundo outro diplomata americano do CS, que pediu para não ser identificado, "um país que aspira ter um papel de liderança global deveria defender o sistema internacional e suas regras, não quem as viola". O embaixador iraniano, Mohammad Khazee, reafirmou que "o Irã está determinado a usar o seu direito à tecnologia nuclear para fins pacíficos".
Economia Armas Urânio Transporte Bens |
BANCO CENTRAL/COPOM [In:] ESTOURANDO A BOLHA...
Copom pisa no freio e eleva juros
Juros com dois dígitos |
Autor(es): Carolina Eloy Marta Nogueira |
Jornal do Brasil - 10/06/2010 |
Um dia após o anúncio do crescimento do PIB brasileiro, o Comitê de Política Monetária do Banco Central continuou pisando no freio do crescimento ao anunciar a elevação da taxa básica de juros para 10,25% ao ano. Copom eleva a Selic para 10,25% ao ano, na segunda alta seguida da taxa Para garantir o crescimento sustentável da economia e conter a pressão dois preços, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central aumentou ontem em 0,75 ponto percentual a Selic, para 10,25% ao ano. Esta é a segunda alta seguida da taxa básica de juros, que também foi elevada em 0,75 ponto na última reunião, em abril. O país teve uma recuperação muito boa, o consumo interno está muito bom e tudo está acontecendo como o esperado – declarou Dana. disse que houve atraso na elevação da taxa. Com o aumento da Selic leva cerca de seis meses para impactar na inflação, Piccin aponta que as duas últimas altas dos juros não serão capazes de reverter o quadro do IPCA para este ano. |
''QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?''
10 de junho de 2010
O Globo
Manchete: Brasil vota a favor do Irã e se isola dentro da ONU
O Brasil e a Turquia ficaram isolados no Conselho de Segurança da ONU ao votar contra as sanções ao Irã, aprovadas por 12 dos 15 de seus membros, com abstenção do Líbano. A nova resolução representa uma derrota para a diplomacia brasileira, que lutou até o último momento para adiar a votação. A medida dificilmente deterá o programa nuclear iraniano, mas abre caminho legal para que sanções unilaterais mais duras sejam adotadas por EUA e países da UE. O presidente iraniano manteve a retórica desafiadora: "Essas resoluções não têm valor. São como um lenço usado, que deve ser jogado na lixeira”. Já o presidente Lula, irritado, disse que os países votaram por "birra": "Eu sinceramente espero que o companheiro Ahmadinejad continue tranqüilo.” (Págs. 1, 37 a 39 e editorial "Uma derrota desnecessária do Brasil")
Voto contra rompe tradição
Pela primeira vez, em dez mandatos como membro temporário do Conselho de Segurança da ONU, o Brasil votou contra uma resolução aprovada pelo grupo de 15. Segundo analistas, a rejeição às sanções aplicadas contra o Irã aumentaria, para o Brasil, a dificuldade de obter assento permanente no órgão.
Foto legenda: Sozinhos, a embaixadora do Brasil e seu colega turco, no plenário da ONU, após a sessão: únicos votos pró-Irã
País volta a ter juros acima dos 10%
O IPCA, índice de inflação da meta, caiu para 0,43% em maio, contra 0,57% de abril. (Págs. 1 e 36)
Míriam Leitão
Países que crescem de forma sustentada investem mais e poupam muito mais do que vem fazendo o Brasil. (Págs. 1 e 32)
Carlos A. Sardenberg
Um ritmo exagerado de crescimento econômico leva a desequilíbrios estruturais, inflação e bolhas especulativas. (Págs. 1 e 6)
Novos hotéis no Rio podem ter mais andares
Estatuto fixa normas para jornalistas do GLOBO nas eleições (Págs. 1 e 9)
Rombo na Previdência é tema tabu
MEC abre inscrições no Sisu e permite a escolha de 2 cursos (Págs. 1 e 18)
Dossiê: Câmara convoca ministro da CGU para depor (Págs. 1 e 17)
Genoma do autismo promete levar a tratamentos (Págs. 1 e 40)
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Folha de S. Paulo
Manchete: ONU aprova sanções ao Irã, e Lula diz que é 'birra'
Com apenas dois votos contrários - do Brasil e da Turquia - e uma abstenção - do Líbano -, o Conselho de Segurança da ONU aprovou a quarta rodada de sanções contra o Irã por causa do seu programa nuclear.
Apesar de elogiarem os esforços do Brasil e da Turquia por uma solução negociadas, 12 países do conselho votaram a favor da resolução, elaborada pelos EUA.
O presidente Barack Obama disse que a decisão não "fecha a porta para a diplomacia". Para o brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva, os votos pela punição ocorreram "apenas por birra". Segundo ele, o Conselho de Segurança perdeu chance histórica para negociar.
O iraniano Mahmoud Ahmadinejad, chamado de companheiro por Lula, comparou a medida a "papel para limpar a boca que jogamos no lixo". (Págs. 1 e Mundo)
Jânio de Freitas
Houve o cuidado de não restringir negócios com o petróleo iraniano (Págs. 1 e A10)
Foto legenda: Aquele abraço
Juros básicos vão a 10,25%; mercado prevê novas altas
A alta ficou dentro da expectativa do mercado, que prevê novos aumentos neste ano. A taxa básica é só referência; na prática, os juros são bem maiores. (Págs. 1 e A14)
Governo criará conselho contra ação de cartéis
Candidata pop
Com 12% na mais recente pesquisa Datafolha e pouco tempo de TV, Marina se lança candidata à Presidência hoje em Brasília. (Págs. 1 e A5)
Foto legenda: Menina toca ‘vuvuzela’ em desfile da seleção sul-africana
Editoriais
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O Estado de S. Paulo
Manchete: ONU aprova novas sanções ao Irã e Lula diz que é 'birra'
"O Conselho de Segurança da ONU aprovou a quarta rodada de sanções ao Irã, por causa de seu programa nuclear. Dos 15 votos, 12 foram favoráveis - apenas Brasil e Turquia votaram contra, e o Líbano se absteve. Embaixadores de EUA, França e Grã-Bretanha celebraram o resultado como uma vitória. Já os representantes de Brasil e Turquia saíram sem falar com os repórteres. O texto ficou aquém do que pretendiam os EUA, com o objetivo de obter o apoio de China e Rússia. O Brasil não participou das negociações para a elaboração do documento. O presidente Lula disse que as sanções foram aprovadas por "birra" e criticou quem se alinhou aos EUA. "Espero que o companheiro (Mahmoud) Ahmadinejad continue tranquilo", disse Lula, referindo-se ao presidente do Irã. (Págs. 1 e Internacional A14 e A15)
Para EUA, etanol é problema
A Casa Branca considera "arriscada" a possibilidade de o Brasil vender etanol ao Irã, porque violaria as sanções. (Págs. 1 e Internacional A15)
Foto legenda: Do contra. A embaixadora do Brasil na ONU, Maria Luiza Ribeiro Viotti, não levanta a mão durante a votação que aprovou as novas sanções ao Irã
Questionado contrato de empresário ligado a Dilma
R$ 76,3 milhões
É a soma dos pagamentos do governo à Dialog nos últimos quatro anos
Governo discute novo aeroporto em São Paulo
Copa 2010: Música, alegria e lucros na festa do futebol
Julio Cesar recebe cuidado especial, mas joga na estreia
Ontem completou uma semana que o goleiro Julio Cesar deixou o amistoso contra o Zimbábue com dores nas costas, aos 25 minutos do 1.º tempo. Dunga minimizou a contusão dizendo que o jogador voltaria em 3 dias, o que não ocorreu. Há 7 dias, ele está afastado das atividades normais da seleção, mas ninguém na comissão duvida da sua recuperação. (Págs. 1 e E4)
Foto legenda: Ensaio geral. Sul-africanos foram às ruas ontem munidos de vuvuzelas
Juro sobe 0,75 ponto e volta aos dois dígitos (Págs. 1 e Economia B3)
Linha 6 do Metrô vai desapropriar 350 imóveis (Págs. 1 e Cidades C1)
Ministério decide fazer Enem sem licitação (Págs. 1 e Vida A22)
'Estado' e TV Gazeta farão debate presidencial (Págs. 1 e Nacional A12)
Notas & Informações: Código Florestal
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Valor Econômico
Manchete: Emissão de estatais impacta câmbio
Especialistas estimam que aproximadamente 50% dos recursos viriam de investidores estrangeiros, o que poderia significar um fluxo extra de US$ 15 bilhões ao país. Há investidores externos, no entanto, que venderam ações de companhias brasileiras e não tiraram seus recursos do país, guardando liquidez em reais para comprar as novas ações da Petrobras e do BB. Parte do fraco desempenho da bolsa brasileira estaria relacionado a isso. Além do fluxo externo inerente a essas transações, a capitalização das duas gigantes estatais, se bem-sucedida, atrairia mais dólares por conta do otimismo maior do mercado com o Brasil. (Págs. 1 e C2)
Bancos ainda precisam de muitos bilhões
Segundo o relatório, os bancos europeus têm a maior necessidade de recursos. Nos bancos americanos, a deficiência acumulada desde o início de 2007 é de US$ 580 bilhões, consideravelmente menos que o US$ 1,4 trilhão no pico de dezembro de 2008. (Págs. 1 e C12)
Foto legenda: Reabilitação em andamento
Para os EUA, auditoria falha no Brasil
O dinheiro que não rola nos campos da Copa do Mundo
Os argumentos a favor, do pesquisador Karsten Jonsen, seguem o bom senso, o politicamente correto e são respeitáveis. Os contrários, de Willem Smit, são antipáticos, mas interessantes. Ele fez as contas e concluiu que alegrias e tristezas da Copa subtrairão US$ 10,4 bilhões à produção dos 32 países participantes, em uma hipótese realista. Detalhe: as contas de Smit não levam em conta a última fase da Copa, a mais emocionante, mas apenas os primeiros 48 jogos. (Págs. 1 e A2)
Autopeça importada abre disputa
A partir do Brasil, GlaxoSmithKline reduz preços de remédios nos países emergentes (Págs. 1 e B8)
Copom eleva Selic em 0,75 ponto percentual, para 10,25% ao ano (Págs. 1 e C2)
Preservação ambiental
STF adia decisão sobre quintos
Serviços ainda puxam inflação
Consumidor paga o pato
Leilão de transmissão
Transgênico de segunda geração
Bolsa dribla a Copa
Ideias
Grandes eventos esportivos na África e no Brasil apontam para uma era de prosperidade para os emergentes. (Págs. 1 e A15)
Ideias
Papel do Brasil no acordo com o Irã mostra que multipolaridade favorece uma política internacional mais responsável. (Págs. 1 e A15)
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RADIOBRAS.