A proposta deste blogue é incentivar boas discussões sobre o mundo econômico em todos os seus aspectos: econômicos, políticos, sociais, demográficos, ambientais (Acesse Comentários). Nele inserimos as colunas "XÔ ESTRESSE" ; "Editorial" e "A Hora do Ângelus"; um espaço ecumênico de reflexão. (... postagens aos sábados e domingos quando possíveis). As postagens aqui, são desprovidas de quaisquer ideologia, crença ou preconceito por parte do administrador deste blogue.
PENSAR "GRANDE":
[NÃO TEMOS A PRESUNÇÃO DE FAZER DESTE BLOGUE O TEU ''BLOGUE DE CABECEIRA'' MAS, O DE APENAS TE SUGERIR UM ''PENSAR GRANDE''].
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“Pode-se enganar a todos por algum tempo; Pode-se enganar alguns por todo o tempo; Mas não se pode enganar a todos todo o tempo...” (Abraham Lincoln).=>> A MÁSCARA CAIU DIA 18/06/2012 COM A ALIANÇA POLÍTICA ENTRE O PT E O PP.
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''Os Economistas e os artistas não morrem..." (NHMedeiros).
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segunda-feira, setembro 06, 2010
RECEITA FEDERAL/DOSSIÊs [In:] QUE LEÃO É ESSE??? II
Errei. Perdão
Autor(es): Ricardo Noblat |
O Globo - 06/09/2010 |
Cadê esse tal de sigilo, que não apareceu até agora? Cadê o vazamento das informações? (Lula, empenhado em confundir) Na última sexta-feira de manhã, ao gravar comentário para o site deste jornal, eu disse que o governo fora lerdo, irresponsável e incompetente no trato da violação do sigilo fiscal de Verônica Serra. No dia 20 de agosto último, o secretário da Receita Federal foi informado sobre a quebra do sigilo de Verônica. Eu encomendaria de imediato uma cópia da procuração assinada por Verônica, e que permitira ao procurador dela acessar suas declarações de Imposto de Renda de 2007 a 2009. Consta da procuração o nome do cartório onde fora reconhecida a firma. Passo seguinte: telefona aí para o cartório e vê se Verônica tem firma por lá. Descobriria que ela jamais teve. Logo, a procuração era falsa. Em seguida, destacaria um assessor para reunir as informações disponíveis nos arquivos da Receita sobre o falso procurador Antônio Carlos Telles. Estava lá: no passado, ele chegara a operar com cinco CPFs ao mesmo tempo. Era processado em vários estados. A oposição celebraria se soubesse do caso antes de o governo se mexer. Quebra de sigilo fiscal é crime. Quebra de sigilo fiscal da filha do candidato da oposição à Presidência seria um crime, digamos, triplamente qualificado contra ela, o pai e o propósito do governo de eleger Dilma. Então, levaria o assunto ao conhecimento do meu superior o ministro da Fazenda. Nada mais razoável que ele conversasse com o presidente a respeito. E que o presidente, um sujeito esperto, dotado de rara sensibilidade política, reagisse assim: Telefonem para Serra. Oi, Serra, acabei de saber que violaram o sigilo fiscal da Verônica. E enumeraria todas: Chamei o ministro da Justiça. Ele acionou a Polícia Federal, que abriu inquérito. Espero esclarecer tudo em curto prazo. O ministro da Comunicação Social dará uma entrevista coletiva daqui a pouco. E eu soltarei uma nota condenando com veemência o que ocorreu. Concordam que, agindo dessa forma, o governo se sairia bem? E que a oposição talvez se visse forçada até a elogiá-lo pela rapidez e transparência? Foi o que imaginei na sexta-feira de manhã. Mas aí, à noite, o Jornal Nacional revelou que o falso procurador de Verônica fora filiado ao PT entre 2003 e 2009. E que cometera o crime ainda na condição de filiado. Olha aí, gente, formou! O governo escolheu esconder a quebra de sigilo de Verônica. Pois menos de uma hora antes de sites e de blogs divulgarem que a procuração era falsa e que Antonio Carlos era um homem de cinco CPFs e de passado obscuro, a Receita ainda teimava em vender a história de que existia uma procuração assinada por Verônica. E que o mais sensato seria transferir para a Polícia Federal a tarefa de apurar tudo com o devido rigor e cuidado. A verdade é que o governo usou a máquina pública no caso, a Receita para proteger sua candidata, o que configura crime eleitoral. |
RECEITA FEDERAL/SINDICATOS [In:] EIS A RECEITA!
Sindicato indica lista tríplice
O Globo - 06/09/2010 |
Em agosto, o Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal (Sindifisco) anunciou uma lista tríplice com indicações de substitutos para o cargo de Otacílio Cartaxo, atual secretário da instituição. A ideia é sugerir os três escolhidos para o próximo presidente da República, que define quem deve comandar a Receita. |
RECEITA FEDERAL/DOSSIÊs [In:] QUE LEÃO É ESSE???
'Facção sindical ocupou cargos na Receita'
Autor(es): Fabio Brisolla |
O Globo - 06/09/2010 |
Everardo Maciel, ex-secretário da Receita, afirma que violação de sigilo é plataforma para outros crimes. |
BRASIL SINDICAL [In:] ARREIOS NOVOS, PELEGOS VELHOS
Que social-democracia é esta?
Autor(es): Luiz Werneck Vianna |
Valor Econômico - 06/09/2010 |
Não é preciso recuar muito no tempo, pois são de ontem os debates, na França e nos Estados Unidos, que confrontaram os candidatos à presidência Nicolas Sarkozy e Ségolène Royal, no primeiro caso, e Barack Obama e John McCain, no segundo, quando, com audiência mundial, cada um dos oponentes apresentou seus diagnósticos sobre o estado de coisas reinante em seus países e os programas de ação em que iram se empenhar, caso vitoriosos. Evidente e natural que os temas selecionados e o tipo de desempenho adotado por eles estavam largamente informados por pesquisas de opinião e por especialistas em marketing eleitoral, mas também ficou evidente, nas intervenções espontâneas, no calor das controvérsias, a marca personalíssima de cada candidato nas questões mais sentidas de suas sociedades, como a emigração, a guerra, os rumos da economia e da administração da questão social. Sequer faltaram as que tinham por objeto a própria interpretação de suas histórias nacionais, como nas famosas interpelações de Barack Obama ao inventário das tradições americanas. Ora, direis, ouvir estrelas... Não haveria termo de comparação entre essas duas sociedades, vanguardas do Ocidente desenvolvido, com a brasileira, e, assim, não se deveria esperar que a campanha presidencial em curso reeditasse o seu padrão de debates. Na velha pauta do nosso pensamento conservador, deveríamos admitir a natureza refratária da massa dos indivíduos subalternos aos temas abstratos e complexos, apenas capazes de dar ouvidos a quem deles se aproximar com um dom materialmente tangível. Seria deles, afinal, a responsabilidade pela pobreza dos debates, e, assim, mais uma vez, explica-se a falta de imaginação e o caráter personalista da nossa política como resposta funcional à rusticidade da nossa sociologia. Dessa forma, a campanha presidencial quando se destina às massas deserdadas do Nordeste se torna refém das políticas de programas assistencialistas, a serem expandidos e aperfeiçoados na linguagem comum dos candidatos. Se o estado de emergência em que vivem justifica esse tipo de intervenção, não há razão alguma para que não se introduzam nos debates sucessórios a questão crucial da transposição do rio São Francisco, com os temas a ela correlatos, para a qual a população sertaneja, caso exposta às controvérsias nela presentes, saberia manifestar as suas preferências. Sobretudo no que dissesse respeito às novas oportunidades que se poderiam abrir para que, ela própria, viesse a reunir condições para reinventar a sua forma de inscrição no seu mundo. O mesmo em relação às populações a serem afetadas pelas intervenções nas bacias hidrográficas já em andamento ou em fase de planejamento no Norte do país. Contudo, o modelo da social-democracia neocorporativa à brasileira, admitindo-se como adequada essa conceituação em voga sobre o que seria, de FHC a Lula, a caracterização do sistema de governo atual, demonstra confiar muito pouco na sociedade civil. Seu atraso constitutivo e sua tradicional fragmentação não favoreceriam a que a livre explicitação dos interesses conduzisse às soluções mais justas e racionais, que dependeriam - em um diagnóstico que nos devolve à demofobia de um Oliveira Vianna dos anos 1920/30 -, mais do que a arbitragem do Estado diante de interesses divergentes, da sua intervenção direta na qualidade de intérprete mais qualificado do interesse geral. Com essa prática, que tem prevalecido nestes anos do segundo mandato de Lula, felizmente ainda sem teoria que a escore, o melhor lugar para os movimentos sociais ou estaria nas adjacências do Estado ou no seu próprio interior. Um exemplo significativo desse estado de coisas se encontra na vida sindical. A opção por um modelo de sistema de sindicalismo negociado, em oposição ao legislado, consistiu em uma das marcas de origem da formação do PT, presente desde os tempos em que Lula era um sindicalista metalúrgico do ABC. Ainda fiel a essa inspiração, o então ministro do Trabalho, Ricardo Berzoini, destacado sindicalista e prócer do PT, interpretando deliberações do Forum Nacional do Trabalho, convocado pelo próprio governo, encaminhou a PEC 369/05, dizendo, em sua declaração de motivos, reconhecer a necessidade de uma reforma que torne "a organização sindical livre e autônoma em relação ao Estado", vindo a fomentar "a negociação coletiva como instrumento fundamental para a solução de conflitos". Nessa exposição de motivos, o ministro Berzoini identifica a existência de "obstáculos institucionais à modernização das relações sindicais", que estariam a impedir a ação de uma representação autêntica da vida associativa dos trabalhadores, e, entre outras medidas relevantes, propõe a desconstitucionalização do princípio da unicidade sindical, clara opção em favor da pluralidade sindical e da extinção da contribuição sindical. Como amplamente sabido, o governo recuou dessa proposta, mudando sua agenda sindical no sentido de destinar às centrais sindicais reconhecidas pela legislação um porcentual do arrecadado com a contribuição compulsória, com o que veio a propiciar o retorno a práticas do corporativismo de Estado, que sempre combateu. A cara nova da social-democracia à brasileira, se o conceito se aplica, data daí, de 2005, quando se disparou o comando de meia-volta, volver, e, em marcha batida, redescobrimos o Estado dos anos 1950/60. De lá para cá, já se passou uma campanha presidencial e estamos quase ao término de outra, sem que se discuta que social-democracia é esta, em que só cabe lugar para o Estado e sua ação paternal sobre a sociedade. |
ELEIÇÕES/BRASIL [In:] ''LIBERDADE! LIBERDADE! ABRE AS ASAS SOBRE NÓS!" (*)
Ameaças à democracia
Autor(es): Carlos Alberto di Franco |
O Estado de S. Paulo - 06/09/2010 |
Em 1964, sob o pretexto de preservar a democracia, ameaçada por um presidente da República manipulado pelo radicalismo das esquerdas, os militares tomaram o poder. E o que se anunciava como intervenção transitória, com ânimo de devolver o poder aos civis, se transformou no pesadelo da ditadura. A imprensa foi amordaçada. Lideranças foram suprimidas. Muitas injustiças foram cometidas em nome da democracia. Lembro-me da decepção de um primo-irmão de minha mãe, o professor Antônio Barros de Ulhôa Cintra, ex-reitor da Universidade de São Paulo e ex-secretário da Educação do Estado. Seu espírito liberal e independente, incompatível com a mentalidade de pensamento único que então prevalecia, provocou a ira dos donos do poder. Como ele, inúmeros brasileiros, cultos e intelectualmente inquietos escorregaram para o limbo do regime que via comunista em todo canto. Resistiram empunhando as armas da inteligência e da autoridade moral que não cede à sedução do poder. ------------------- (*) HINO DA PROCLAMAÇÃO DA REPÚBLICA. "(...) Eia, pois, brasileiros avante!". ... (Jovens, apreendam!!!). ------- |
ELEIÇÕES 2O1O [In:] BRASÍLIA ESPELHO DO BRASIL ?
METADE DOS BRASILIENSES NÃO ASSISTE AO HORÁRIO POLÍTICO
Horário eleitoral atrai só 53% dos brasilienses | ||||||||||||||||||||||||||||
Autor(es): Diego Amorim | ||||||||||||||||||||||||||||
Correio Braziliense - 06/09/2010 | ||||||||||||||||||||||||||||
Pesquisa do CB Data mostra que pouco mais metade dos eleitores acompanham a propaganda política gratuita. Desses, 93% o fazem pela TV.
Rosso é aprovado Rogério Rosso comanda um governo regular, na avaliação da maior parte dos brasilienses (31%) que participaram do levantamento do Instituto CB Data. Rosso assumiu o cargo no momento político mais difícil da história da capital do país. Ao fim do mandato, terá permanecido menos de nove meses à frente do Buriti. Classificam o governo dele como bom ou ótimo 29% do eleitorado. Ruim e péssimo, 22%. O restante não respondeu ou não soube responder ao questionamento. Entre os que avaliaram como regular, a pesquisa perguntou se era “regular-positivo”, “regular-negativo” ou “regular-regular, nem positivo nem negativo”. Com o resultado, chegou-se ao índice de aprovação de 35%, que representa a soma das respostas “bom”, “ótimo” e “regular-positivo”. O índice de desaprovação atingiu 29%. Os pesquisadores apontam empate técnico entre as duas avaliações. Os que nem aprovam nem desaprovam o governo Rosso somaram 19%. Rosso tomou posse em 19 de abril, após vencer eleição indireta na Câmara Legislativa, com votos de 13 dos 24 deputados distritais. No DF, também de acordo com a pesquisa, o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva é avaliado como bom ou ótimo por 71% do eleitorado. A soma de ruim ou péssimo não passa de 5%. O índice de aprovação salta para 78%, contra 8% de desaprovação. O PT, legenda do presidente, é o escolhido entre os brasilienses que dizem ter preferência partidária. Bem atrás, aparecem o PMDB e o PSDB. Seis em cada 10 eleitores, porém, afirmaram desconsiderar partidos. (DA) O povo fala Você assiste à propaganda eleitoral gratuita? Por quê?
Manoel Lima da Silva, 43 anos, comerciante, morador de Águas Claras “Não tenho tempo, sou trabalhador. Mas mesmo se tivesse (tempo) não veria. Ver pra quê? Aquilo não serve pra nada. É perda de tempo. Eles (os políticos) são malandros, só roubam.”
Cleydy Mariana da Silva, 35 anos, motorista, moradora do Gama “Às vezes escuto no rádio, mas não gosto de política. Não acredito em nada do que eles (candidatos) estão dizendo. Em época de eleição, todo mundo promete. Na hora da verdade, não fazem nada.”
Davi Oliveira, 18 anos, desempregado, morador de Luziânia (GO) “Se eu estiver em casa, vejo na televisão. Mas aquilo é uma piada. Os caras são comédia, só fazem a gente rir. Falam muita besteira, a gente sabe que não é verdade.”
Serena Alves, 19 anos, estudante, moradora do Gama “Escuto mais do que vejo. É bom pra gente ter ideia de quem é menos pior. Mas não é agradável. Ligo o rádio pra ouvir música, não pra aturar aquele tanto de mentira.”
Gaspar Pereira, 43 anos, vendedor, morador de Planaltina “Geralmente, não assisto, porque não tem nada ali que me interessa. São um bando de mentirosos. É melhor desligar a TV e ir dormir. Falam uma coisa hoje e, quando ganham, mudam o discurso.”
Maria de Fátima Oliveira, 45 anos, auxiliar de serviços gerais, moradora de Ceilândia “Não, porque não gosto de jeito nenhum. É um saco. Quando começa a passar, desligo logo a TV. Ficam só naquelas promessas, promessas e nada. Está difícil escolher meus candidatos.”
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ELEIÇÕES 2O1O [In:] ''NO ESTOY GARANTIZANDO"
Dilma 1,99 Rousseff
“Depois de falir como comerciante, Dilma Rousseff voltou correndo para o aparelho estatal. A loja de produtos panamenhos e chineses foi expurgada de sua biografia oficial. O fracasso revela a verdadeira natureza de Dilma Rousseff: ela só existe como acessório do PT”
Dilma Rousseff era uma apaniguada do PDT. Quando saiu do PDT, ela virou uma apaniguada do PT. Desde seu primeiro trabalho, trinta anos atrás, na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul, Dilma Rousseff sempre foi assalariada do setor estatal. E no setor estatal ela sempre foi apadrinhada por alguém. O PT loteou o estado. Nesse ponto, Dilma Rousseff é a mais petista dos petistas. Porque durante sua carreira todos os cargos que ela ocupou foram indicados por alguma autoridade partidária. Dilma Rousseff é o Agaciel Maia dos Pampas. Ambos pertencem à mesma categoria profissional. Tiveram até cargos análogos. Agaciel Maia, apaniguado de José Sarney, foi nomeado diretor-geral do Senado.
Dilma Rousseff, apaniguada de Carlos Araújo, foi nomeada diretora-geral da Câmara de Vereadores de Porto Alegre. Além de ser um dos mandatários da esquerda gaúcha, Carlos Araújo era também o marido de Dilma Rousseff, garantindo esse gostinho pitoresco de Velha República cartorial e nepotista.
A loja de produtos importados de Dilma Rousseff foi inaugurada em 1995. Fechou quinze meses depois. Foi o primeiro e último trabalho que ela teve fora do sistema de loteamento partidário. Deu errado. Carlos Araújo, seu financiador, acabou perdendo dinheiro. O dono de uma tabacaria localizada perto da loja de Dilma Rousseff contou o seguinte à Folha de S.Paulo: “A gente esperava uma loja com artigos diferenciados, mas quando ela abriu era tipo R$ 1,99”. A especialidade de Dilma Rousseff eram os brinquedos chineses importados da Zona Franca de Colón, no Panamá. Em particular, os bonecos dos “Cavaleiros do Zodíaco”, escolhidos pessoalmente por ela. O Brasil de Dilma Rousseff será assim: um entreposto de muambeiros panamenhos inteiramente tomado pela pirataria chinesa. É o Brasil a R$ 1,99. Dilma Rousseff, com seu mestrado galáctico, será nossa Saori Kido, a Deusa da Sabedoria dos “Cavaleiros do Zodíaco”. José Dirceu, com sua armadura vermelha, será nosso Dócrates mensaleiro.
Depois de falir como comerciante, Dilma Rousseff voltou correndo para o aparelho estatal, onde ninguém perde dinheiro e o único cliente é o partido. A loja de produtos panamenhos e chineses foi convenientemente expurgada de sua biografia oficial. O fracasso do empreendimento, porém, revela a verdadeira natureza de Dilma Rousseff: ela só existe como um acessório do PT, exatamente como os sabotadores da Receita Federal que violaram o imposto de renda da filha de José Serra e fraudaram seus documentos. O Brasil está à venda por R$ 1,99. Ou fechamos as portas de Dilma Rousseff, ou ela fechará as nossas portas.
VEJA
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''QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA''
06 de setembro de 2010
O Globo
Analista que acessou dados de Eduardo Jorge é do partido desde 2001
O analista tributário da Receita Federal, Gilberto Souza Amarante, que acessou dez vezes os dados fiscais do vice-presidente do PSDB, Eduardo Jorge, em Formiga (MG), é também filiado ao Partido dos Trabalhadores (PT), desde 2001, como comprova o cadastro do TSE. (Págs. 1 e 3 a 10)
Plínio: país vive pasmaceira
O candidato do PSOL à Presidência, Plínio Arruda de Sampaio, critica a despolitização do país, que, para ele, vive "uma pasmaceira". Plínio diz que não há diferença entre seus adversários. As declarações foram feitas ao GLOBO, que começa hoje uma série de entrevistas com os presidenciáveis. (Págs. 1 e 11)
Estudante é preso por atuar como médico
Cessar-fogo do ETA deixa Espanha cética
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Folha de S. Paulo
Dado de vice tucano foi aberto por petista em MG
Gilberto Souza Amarante, servidor da Receita Federal de Formiga (MG) que em 2009 acessou dez vezes os dados pessoais do vice-presidente do PSDB, Eduardo Jorge Caldas Pereira, é filiado do PT desde 2001.
(Págs. Eleições e 1)
Caseiro se nega a depor para Serra e grava para o PSOL
Câncer faz Quércia desistir de eleição para o Senado (Pags. 1 e A7)
Brasil amplia sua fronteira marítima para exploração
Duelo do sol eterno
Grupo terrorista ETA anuncia cessar-fogo
Minha história: Juíza relata vida como prisioneira de Hugo Chávez
Editoriais
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O Estado de S. Paulo
Manchete: Violador de IR de tucano em Minas também é filiado ao PT
Funcionário da Receita Federal em Minas, o analista Gilberto Souza Amarante, que acessou os dados fiscais do vice-presidente do PSDB, Eduardo Jorge, é filiado ao PT desde 2001. Segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Amarante vota em Arcos, vizinha de Formiga, município onde o analista acessou o CPF do tucano em abril de 2009, por dez vezes em menos de um minuto. Os acessos aconteceram seis meses das violações no ABC paulista contra dirigentes tucanos e contra Verônica Serra, filha do candidato do PSDB à Presidência. Em entrevista ontem em Brasília, a candidata petista Dilma Rousseff, disse que a Receita precisa aprimorar controles, "pois não é possível conviver com vazamentos". Em São Paulo, José Serra afirmou não ter dúvidas do envolvimento do partido de Dilma nas violações.
"É do DNA do PT". (Págs. Nacional, 1, A4 e A6)
"Computador ligava sozinho"
A servidora de Mauá (SP) Adeildda Leão dos Santos disse que muitos usavam computador e várias vezes o encontrava ligado. "Diziam que ele ligava sozinho". (Pag. Nacional, 1 e A4)
ETA promete deixar a luta armada, mas gera dúvidas
Negócios: A primeira crise longe de casa
País tem quase 40 mil empresas importadoras
Estiagem já afeta a Amazônia e o Pantanal
Tropas dos EUA ainda ajudam exército no Iraque (Págs. Internacional, 1 e A11)
'Estado' é premiado por série sobre os atos secretos (Págs. Nacional, 1 e A9)
Notas & Informações
A desacelaração do crescimento da economia não foi tão acentuada quanto muitos previam. (Págs. 1 e A3)
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Valor EconômicoManchete: Varejo prevê alta de até 30% nas vendas de Natal
Grandes redes de varejo esperam um aumento de vendas de 20% a 30% no Natal deste ano em relação a 2009. O crescimento da massa salarial, o avanço ainda constante do emprego e a oferta de crédito explicam a forte aposta do comércio, junto com a própria expansão física das empresas, que abriram novas lojas ao longo deste ano. A confirmação dos pedidos junto à indústria começa em outubro, mas algumas redes estudam antecipar encomendas para evitar prateleiras vezias no fim do ano. (Págs. 1, A3 e A4)
BNDES planeja volta ao mercado
Capitalização da Petrobras reforça o real
Foto Legenda: Com sotaque brasileiro
TST multa empresas quer recorrem de suas decisões
Projetos no Congresso põem em risco áreas de conservação
Mercado adotará documento unificado em aduanas (Págs. 1 e A2)
MP vai investigar desmatamento em fazenda do Opportunity (Págs. 1 e B11)
Greening avança em são Paulo
Refis da crise
'Private equity' no sacolão
P&G aposta na lavagem a seco
Marketing olímpico
Serviços de TI
Líder em catering amplia o foco
Preços da praticagem
Chineses miram usinas no país
Fibra reforça presença no varejo
Baixa produtividade
Ideias
Restrição à compra de terras por estrangeiros é medida inadequada e funciona contra os interesses do próprio país. (Págs. 1 e A11)
Ideias
Falta discutir que socialdemocracia é esta, em que só há lugar para o Estado e a sua ação paternal sobre a sociedade. (Págs. 1 e A6)
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