A proposta deste blogue é incentivar boas discussões sobre o mundo econômico em todos os seus aspectos: econômicos, políticos, sociais, demográficos, ambientais (Acesse Comentários). Nele inserimos as colunas "XÔ ESTRESSE" ; "Editorial" e "A Hora do Ângelus"; um espaço ecumênico de reflexão. (... postagens aos sábados e domingos quando possíveis). As postagens aqui, são desprovidas de quaisquer ideologia, crença ou preconceito por parte do administrador deste blogue.
PENSAR "GRANDE":
[NÃO TEMOS A PRESUNÇÃO DE FAZER DESTE BLOGUE O TEU ''BLOGUE DE CABECEIRA'' MAS, O DE APENAS TE SUGERIR UM ''PENSAR GRANDE''].
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“Pode-se enganar a todos por algum tempo; Pode-se enganar alguns por todo o tempo; Mas não se pode enganar a todos todo o tempo...” (Abraham Lincoln).=>> A MÁSCARA CAIU DIA 18/06/2012 COM A ALIANÇA POLÍTICA ENTRE O PT E O PP.
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''Os Economistas e os artistas não morrem..." (NHMedeiros).
"O Economista não pode saber tudo. Mas também não pode excluir nada" (J.K.Galbraith, 1987).
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segunda-feira, abril 08, 2013
MARGARET THATCHER: CAI O PANO
Margaret Thatcher foi a premiê mais destacada desde Churchill
DO "GUARDIAN"
Cameron diz que Thatcher foi a maior líder britânica em tempos de paz
Cena pós-punk pôs Thatcher na mira
Primeira-ministra restaurou grandeza britânica, diz biógrafo
Estilo da "dama de ferro" refletia embate de classes
Margaret Thatcher
Ver em tamanho maior »INSANIDADE PÚBLICA
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Obsessão psicanalítica
:: Fabio Giambiagi
O Brasil é um país muito mais evoluído, politicamente, que alguns de nossos vizinhos. Basta ver a fragilidade institucional de parte de nossos sócios do Mercosul - antigos ou novos - para perceber que aqui há um grau de racionalidade claramente superior ao de outros países da região.
Cícero, o filósofo romano da Antiguidade, dizia que "os oradores são mais veementes quanto mais fracas são as suas causas".
No realismo fantástico latino-americano, isso não poderia ser mais verdadeiro. Basta ter lido as teorias malucas que associam a doença que vitimou Hugo Chávez a uma suposta "conspiração americana" para perceber a que limite pode levar o delírio político de um país.
Mesmo assim, a fixação de setores oficiais em fazer tábula rasa de qualquer coisa que lembre o Governo Fernando Henrique Cardoso (FHC) está começando a atingir níveis preocupantes. Primeiro, porque mais de 10 anos depois de o Governo FHC ter concluído, tal obsessão adquire contornos psicanalíticos. E, segundo, porque alguns atos emanados do que pode ser qualificado de "espírito de demolição" para não deixar pedra sobre pedra do que foi herdado em 2003 estão causando um enorme dano ao país.
Deixando de lado a controvérsia acerca da manutenção ou não do "tripé" macroeconômico de câmbio flexível, austeridade fiscal e metas de inflação, os setores mais radicais do movimento que levou à mudança de Governo em 2003 tinham "juradas de morte" duas medidas adotadas no Governo FHC e que eram vistas por esses setores como símbolos do "neoliberalismo", "consenso de Washington", "ortodoxia" ou seja lá como for que a retórica oca do fanatismo ideológico quiser classificar. As duas medidas eram a Lei do Petróleo de 1997 e a reforma previdenciária aprovada no segundo Governo FHC.
Em 2003, Lula teve a sabedoria de não fazer marolas na economia e atuou de forma consistente em relação a esses dois pontos: manteve a Lei do Petróleo e as rodadas anuais de licitação do setor e não voltou atrás na Previdência. Aos poucos, porém, as mudanças políticas e a fragilidade da oposição levaram aqueles setores a voltar à carga.
Em 2010, eles conseguiram sua primeira grande "vitória", com a aprovação do novo marco regulatório do petróleo, no contexto das descobertas do pré-sal. A vitória se revelou um desastre, causado pelos ideólogos que escreveram em 1995 que o fim do monopólio iria "destruir" a Petrobras. O setor, que até então vinha "bombando", parou em termos de novos investimentos. As rodadas deixaram de ser feitas, a superfície da área sob concessão encolheu e, com o tempo, a própria produção chegou a cair. Para pior, no dia em que os leilões forem retomados, a exigência de que a Petrobras entre com 30 % dos recursos nos novos investimentos ameaça se transformar em um pesadelo financeiro para a empresa. Todos sabem que o Governo se arrepende dessa medida, mas não sabe como fazer para dar "meia volta, volver" sem passar recibo.
Agora, o script se repete e, no marco da reaproximação do Governo com os sindicalistas que pouco freqüentaram o Planalto depois de 2010, anuncia-se uma pauta que incluiria o "fim do fator previdenciário". Espero que seja uma interpretação de um jornalista desavisado. Custo a acreditar que a presidente Dilma cometeria esse equívoco, que faria as perspectivas fiscais não exatamente róseas relacionadas às tendências demográficas adentrar no terreno sombrio dos "50 tons de cinza" dos déficits - agravados - da Previdência Social.
Há várias décadas, Fernando Pessoa, incursionando no terreno da análise econômica, em outro contexto, escreveu que "legisla-se em favor do empregado contra o comerciante e o industrial e supõe-se que sobre esse mesmo empregado não recairão nunca os efeitos dessa legislação. Limita-se a produção com restrições. Quando, depois, a produção baixa e a estrutura social inteira se sente variadamente disso, olha-se para essas consequências como para um ciclone ou um terremoto, uma coisa vinda de fora e inteiramente imprevisível" ("A economia em Pessoa", Ed. Reler). O país já fez uma besteira maiúscula mudando as regras de exploração do petróleo em 2010. Evitemos agora um novo "tiro no pé". Caso contrário, se o fator previdenciário acabar, não nos queixemos das consequências que virão.
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DIREITOS HUMANOS: A VIOLÊNCIA ACEITA VIA APATIA
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Insanidade ideológica
:: Denis Lerrer Rosenfield
O trivial, por força de repetição, torna-se banal, por mais aterrador que eventualmente possa ser. Acostumamo-nos com determinados fatos como se fossem "normais", quando, na verdade, são expressões de uma profunda anomalia. Perde-se a capacidade de indignação, enfraquecendo os indivíduos moralmente. Sem essa força moral, a sociedade cai na apatia e, o que é pior, na conformidade com o imperdoável.
Dois fatos são particularmente importantes para frisar esse estado de espírito. Pertencem às páginas policiais, porém deveriam fazer parte do político no mais alto senso, o da congregação dos cidadãos em torno de uma vida pública regida por valores morais.
No Rio de Janeiro, cinco pessoas, dentre as quais um menor, estupraram uma jovem turista estrangeira em uma van. O fato ganhou dimensão internacional, por tratar-se de uma estrangeira, obrigando as autoridades policiais a uma ação eficaz, pois a repercussão ultrapassou nossas fronteiras.
O mais estarrecedor, contudo, reside no fato de o mesmo bando já havia estuprado pelo menos mais duas mulheres, estas brasileiras, que infelizmente, não contaram com o apoio da opinião pública internacional. Os estupradores transitavam livremente pela cidade, sem ser maiormente incomodados. O seu "erro" foi o de terem estuprado uma estrangeira.
A partir daí, os criminosos foram encontrados, outros "feitos" seus foram estabelecidos, dentre os quais roubos e crimes sexuais. Logo, trata-se de pessoas já conhecidas por seus crimes, que perambulavam livremente pela cidade. A questão que se coloca é a seguinte: como tais indivíduos passeiam pelas cidades sem serem incomodados?
No Brasil, está se desenvolvendo uma insanidade ideológica, baseada em uma "interpretação" muito singular dos direitos "humanos", segundo a qual tais pessoas assim agem por condicionantes sociais ou psicológicas, passíveis de recuperação. Presos, são logo soltos, cumprindo pequenas penas, absolutamente desproporcionais aos atos cometidos. Estuprar, roubar e matar compensa!
Mulheres estupradas e pessoas assassinadas são consideradas, nessa lógica, fora dessa esfera particular dos direitos "humanos", pois os verdadeiros beneficiários desses "direitos" são os criminosos. Esses agradecem o apoio ideológico que termina lhes conferindo impunidade!
Um dos maiores filósofos morais da humanidade, Kant, considerava que há crimes irremissíveis. Crimes que não podem ser perdoados, crimes que deveriam tirar essas pessoas de circulação, pois são perniciosas para a coletividade. Há indivíduos cuja propensão para o mal é irrecuperável, fazendo parte dessa dimensão também aterradora da natureza humana. O ser humano é capaz dos mais nobres atos morais quanto dos mais vis e cruéis. Essa é a sua natureza. Políticas públicas, dentre as quais a penal e a prisional, que não levarem a sério essa concepção estão fadadas à ineficácia, à futilidade e ao descaso para com o bem público.
Beccaria, frequentemente citado por defensores dessa interpretação muito particular dos direitos humanos, por ter proposto a abolição da pena de morte, não o fez por considera-la cruel, mas porque a considerava não suficientemente forte. Pensava que indivíduos que cometiam esse tipo de crime deveriam ser retirados do convívio humano para sempre, com prisão perpétua e trabalhos forçados. Deveriam pagar pelo que fizeram. Kant, por sua vez, era um claro defensor da pena de morte.
No crime do Rio houve o envolvimento de um menor. Em São Paulo, uma gangue de crianças faz arrastões em avenida que liga São Paulo a São Caetano. Assaltam motoristas em plena via pública. São identificados, eventualmente presos em flagrante, e, pela sua condição de menores, logo soltos. Pela lei, não podem ser presos, são encaminhados ao Conselho Tutelar, que os entrega à suas mães, voltando imediatamente à rua para a prática de novos crimes.
Dada natureza da lei, no caso do Estatuto da Criança e do Adolescente, a polícia nada pode, ficando, literalmente, de mãos amarradas. Em vez da proteção dos cidadãos, são obrigados a serem observadores de crimes. Os papéis estão completamente distorcidos, senão pervertidos, por uma lei que é considerada um grande avanço dos direitos humanos. Avanço mesmo é na insanidade ideológica.
O Estatuto estabelece condições restritivas para o trabalho dos adolescentes, frisando que devem, sobretudo, estudar. Graças a essas restrições, esses jovens terminam nem estudando, nem trabalhando, oferecendo-se a eles a alternativa do crime, coberta pela impunidade.
O trabalho forma. Há instituições como o Ampliar, em São Paulo, voltadas para a formação de jovens, que se encontram com as mãos amarradas. O seu trabalho poderia ser muito mais bem utilizado, servindo de exemplo para todo o país, se o Estatuto da Criança e do Adolescente fosse objeto de uma profunda revisão.
Peguem ainda o caso do menor estuprador do Rio de Janeiro. Se pego, ficará poucos anos numa instituição para menores, sendo depois liberado com a ficha "limpa". A situação é a seguinte: temos o estuprador e, também, o assassino da ficha limpa. Voltarão à rua para cometerem outros estupros, roubos e assassinatos. Aprenderam com nossas leis "humanas" que o crime compensa. Os humanos objetos de seus atos nada contam nessa perspectiva. São eles que são tirados de circulação.
Uma das questões que devem ser seriamente tratadas é a da diminuição da idade da responsabilidade penal. Menores criminosos são responsáveis de suas ações. Na Grã-Bretanha é assim e, no entanto, ninguém irá dizer que é um Estado "inumano" ou socialmente injusto. A permanecer a situação atual, menores criminosos continuarão a ser considerados como irresponsáveis, tendo o caminho do crime aberto à sua frente, sem nenhuma punição relevante. São tratados com leniência.
Aprendem com o crime, em vez de dele serem afastados por leis rigorosas e por políticas públicas baseadas no trabalho e nas responsabilidades sociais e individuais.
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EDUCAÇÃO E QUALIFICAÇÃO (A montante e a jusante)
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![]() | 08/04/2013 |
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Qualificação docente é o fator que mais afeta desempenho
Estudo de brasileira em Stanford destaca necessidade de melhorar formação e a atração da carreira.
A valorização da carreira e o investimento numa formação melhor para os professores são os caminhos apontados pela pesquisadora mineira Raquel Guimarães para melhorar o desempenho dos alunos brasileiros.
Doutoranda em Demografia no Centro de Desenvolvimento e Planejamento Regional (Cedeplar), na Universidade Federal de Minas Gerais, Raquel investigou - durante o mestrado na Universidade de Stanford, nos Estados Unidos - quais fatores mais influenciavam o desempenho em sala de aula.
A partir de questionários respondidos por professores e dados do Programa Plano de Desenvolvimento da Escola e do Sistema de Avaliação da Educação Básica, que avaliou estudantes do 5º ao 9º ano do ensino fundamental da rede pública, entre 1999 e 2003, a pesquisadora analisou escolas com indicadores educacionais precários em seis estados: Rondônia, Pará, Pernambuco, Sergipe, Mato Grosso do Sul e Goiás.
Em seu trabalho, Raquel avaliou o desempenho de 1.200 alunos em português e matemática e comparou com as características de seus 581 docentes.
- Utilizamos um método estatístico que calculou o efeito médio no desempenho do aluno de acordo com a "qualidade do professor". A ideia foi simular um modelo de dose-resposta da medicina e saúde pública ao contexto educacional, em que as doses (qualidade do professor) são ministradas aos pacientes (alunos) para se verificar a resposta à doença (performance na prova) - explica Raquel, que apresentou este trabalho como dissertação de mestrado em 2012.
Os resultados foram estatisticamente significativos somente para Matemática e revelaram que a cada aumento de uma unidade no índice de qualificação do professor (que variou entre 0 e 10), o ganho de aprendizado do estudante entre o 5º e 9º ano aumentou em média em 3%.
Para Raquel, pode-se dizer que um bom professor resulta de um conjunto mínimo de condições. Em primeiro lugar, deve-se garantir boa formação em termos do conteúdo da disciplina que irá ministrar:
- Parece óbvio, mas é muito importante que, por exemplo, um professor de matemática do 9º ano do ensino fundamental tenha um bom domínio da matriz de conteúdos referentes àquele ano. Para tanto, são necessários investimentos na formação continuada dos professores e também na adequação do conteúdo visando uma boa formação dos candidatos à professores enquanto eles ainda estão na graduação - diz.
Na opinião de Raquel, é fundamental que os professores tenham, pelo menos, o mínimo de qualificação:
- Todos os professores deveriam ter o nível superior completo, além de serem incentivados a complementar sua formação por meio de cursos de especialização, de treinamento, ou mesmo através da pós-graduação (stricto ou lato sensu).
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CHURRASQUINHO ''NA LAJE'' (lajea), NEM PENSAR !!!
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Dilma comemora com D. Marisa
A presidente Dilma esteve sábado na comemoração do aniversário da ex-primeira dama Marisa Letícia, que ontem completou 63 anos. A festa, em um restaurante nos Jardins, em São Paulo, contou com a presença do ex-presidente Lula e dos ministros Marta Suplicy (Cultura), Alexandre Padilha (Saúde) e Guido Mantega (Fazenda), além do prefeito de São Paulo Fernando Haddad. Uma foto do evento foi postada ontem no Facebook de Lula, com o seguinte texto: "Hoje é aniversário de Dona Marisa! Muita saúde, paz e felicidade a essa grande mulher".
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QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?
SINOPSES - RESUMO DOS JORNAIS
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A pouco mais de um ano do início da Copa do Mundo, atrasos em série em obras de geração e transmissão de energia elétrica elevam os riscos de racionamento para até 9% no próximo ano, quase o dobro da média histórica do setor, de 5%. Nas cidades-sede do Mundial, 27% das obras consideradas prioritárias estão atrasadas e há casos até de projetos que só ficarão prontos depois dos jogos. Na área de geração, o problema é ainda maior em usinas eólicas e térmicas de biomassa, que sofrem com a falta de linhas de transmissão. (Págs. 1 e 15)
O governo da Coreia do Norte afirmou ontem que uma eventual guerra na região vai começar por um ataque dos Estados Unidos ou por um “erro de cálculo”. Pyongyang culpa os EUA pelo aprofundamento da crise na Península Coreana, com o envio de dois destróieres e de um porta-aviões. Em um claro recado ao regime de Kim Jong-un, o presidente da China, Xi Jinping, principal aliado da Coreia do Norte, disse que “nenhum país tem o direito de jogar a região ou o mundo no caos em razão de objetivos egoístas”. A Coreia do Sul alertou para a possibilidade de Pyongyang lançar um míssil antes do fim da semana. Segundo Seul, há armamento de “considerável alcance”. (Págs. 1 e Internacional A10)
Pesquisa mostra o que mais preocupa no Brasil: drogas e criminalidade. O candidato que mostrar serviço na área terá discurso pós-econômico. (Págs. 1 e Nacional A6)
Temendo uma reação da sociedade, o governo de Mohammed Morsi tem resistido a um acordo com o FMI, insistindo que o Egito pode esperar. (Págs. 1 e Internacional A12)
Projeções entre os economistas vão convergindo para superávit primário de cerca de 2% do PIB. (Págs. 1 e A3)
A vantagem fiscal da troca da contribuição previdenciária de 20% sobre a folha de salários para uma alíquota de 1% a 2% sobre a receita bruta interna varia conforme o setor. Entre os novos setores beneficiados, o transporte metroferroviário de passageiros terá redução de 78% no desembolso com a contribuição, enquanto a economia do segmento ferroviário de cargas deve ser menor, de 8,8%, segundo as estimativas apresentadas pelo Ministério da Fazenda. (Págs. 1 e A3)
Desde abril de 2007, quatro presidentes da Infraero já tentaram, sem sucesso, retomar as obras, envolvidas em sequência infindável de denúncias, brigas judiciais e promessas descumpridas. Agora, o presidente da empresa, Gustavo do Vale, está confiante na possibilidade de retomar ainda neste ano os trabalhos em Goiânia e também no aeroporto de Vitória, outra obra emperrada. (Págs. 1 e A16)
Os problemas das empresas 'X' são conhecidos pelo mercado. Eike Batista sofre uma crise de credibilidade por não conseguir entregar os resultados que prometeu. Na semana passada, o mau humor do mercado se acentuou após a agência de classificação de risco Standard and Poor's (S&P) cortar a nota da empresa, de B para B-. Outra agência, a Fitch, não mexeu na classificação. Segundo Ana Paula Ares, analista da instituição, "a OGX não possui nenhuma dívida com vencimento imediato, o que dá algum espaço de manobra". (Págs. 1 e C2)
A ação trabalhista foi iniciada em 2005 por uma coordenadora de curso da Uniban, que foi comprada pela Anhanguera. A empresa pode reverter a decisão que nomeia o administrador judicial, mas não mais a condenação. Ela teve lucro de R$ 152,1 milhões em 2012. (Págs. 1 e E1)
A Vigor foi o destaque entre as companhias com receita líquida superior a R$ 1 bilhão. As ações subiram 33,3%, alta impulsionada em grande parte pelo anúncio da compra de 50% da Itambé e também pela baixa liquidez dos papéis. (Págs. 1 e B16)
A notícia positiva tem explicações nada favoráveis. A principal delas é que a diminuição do ritmo da economia em função da crise internacional reduziu a poluição. O outro motivo é a troca do carvão por gás natural na produção de eletricidade, uma alternativa mais barata. Mas o gás é extraído do xisto por meio da fratura hidráulica das rochas, processo que libera metano, muito mais poluente do que o dióxido de carbono em termos de efeito estufa, e que apresenta alto risco de contaminar as fontes subterrâneas de água potável. (Págs. 1 e A13)
O governo espera uma alta considerável nos indicadores de investimentos nos próximos meses. (Págs. 1 e A2)
David Kupfer
A tecnologia é uma árvore que lança raízes e cria externalidades que aprofundam ainda mais sua fixação nos países. (Págs. 1 e A11)