A proposta deste blogue é incentivar boas discussões sobre o mundo econômico em todos os seus aspectos: econômicos, políticos, sociais, demográficos, ambientais (Acesse Comentários). Nele inserimos as colunas "XÔ ESTRESSE" ; "Editorial" e "A Hora do Ângelus"; um espaço ecumênico de reflexão. (... postagens aos sábados e domingos quando possíveis). As postagens aqui, são desprovidas de quaisquer ideologia, crença ou preconceito por parte do administrador deste blogue.
PENSAR "GRANDE":
[NÃO TEMOS A PRESUNÇÃO DE FAZER DESTE BLOGUE O TEU ''BLOGUE DE CABECEIRA'' MAS, O DE APENAS TE SUGERIR UM ''PENSAR GRANDE''].
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“Pode-se enganar a todos por algum tempo; Pode-se enganar alguns por todo o tempo; Mas não se pode enganar a todos todo o tempo...” (Abraham Lincoln).=>> A MÁSCARA CAIU DIA 18/06/2012 COM A ALIANÇA POLÍTICA ENTRE O PT E O PP.
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''Os Economistas e os artistas não morrem..." (NHMedeiros).
"O Economista não pode saber tudo. Mas também não pode excluir nada" (J.K.Galbraith, 1987).
"Ranking'' dos políticos brasileiros: www.politicos.org.br
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quarta-feira, abril 10, 2013
XÔ! ESTRESSE [In:] PEC 37. ISSO SIM É UM CRIME...
REPÚBLICA DAS BANANAS (''YES, WE CAN!'')
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"República do compadrio" em campanha antecipada
A antecipação da campanha eleitoral é um fato consumado, se desenvolve nas bordas da legalidade, mas nem por isso deve ser tratada como um processo marginal que possa ser desenvolvido ao largo dos ideais republicanos.
A Constituição Federal assegura a qualquer brasileiro nato, atendidos determinados requisitos como idade e representação partidária, entre outros, o direito de se candidatar ao posto máximo da República.
A Carta de 1988 também diz que o Brasil é uma República Federativa, na qual os Estados e seus cidadãos têm direitos e tratamento iguais.
Portanto, é legítima a postulação, ainda não confirmada oficialmente, do governador de Pernambuco, Eduardo Campos, de candidatar-se a presidente da República.
Campos, como se sabe, é presidente do PSB e herdeiro político do mítico ex-governador Miguel Arraes. Faz uma administração bem avaliada pelos pernambucanos e tem em seu currículo o apoio de primeira hora ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em seus dois mandatos, e Dilma, em 2010.
É evidente que não agrada ao PT o arroubo de autonomia do aliado, até outro dia, quase incondicional. Mas não cabe ao governo federal resvalar para atitudes nada republicanas, como a retaliação ou a desqualificação pura e simples do possível adversário em 2014.
Não cabe ao governo federal cobrar gratidão e lealdade política incondicional dos Estados e seus governantes, sob o argumento segundo o qual eles são devedores da ajuda oferecida pelo governante de plantão. Não existe dinheiro municipal, estadual ou federal. Existe dinheiro público que pertence à sociedade e a ela deve voltar na forma de bens ou serviços de boa qualidade.
Ninguém pode se arvorar em dono do dinheiro público. O repasse aos Estados é uma obrigação da União. Não se trata de favor, não se trata de uma República de compadrio. Esse é o perigo a ser contornado. E nesse contexto soam dissonantes o discurso e a prática da presidente Dilma Rousseff em relação ao governador e presidente do PSB.
Veja-se o discurso da presidente Dilma numa visita a Serra Talhada (PE), no Sertão pernambucano, onde foi recebida com faixas que destacavam, não por acaso, justamente os sentimentos de gratidão e lealdade. Trata-se de uma oração na qual distingue a participação do governo federal para a construção de "um novo Pernambuco".
"Pernambuco é um novo Pernambuco nos últimos dez anos", disse a presidente. E em seguida ressaltou: "O governador tem um grande papel nisso, mas sem dúvida o governo federal, tanto na minha gestão quanto na de Lula, também". Dilma encheu a boca ao se referir aos feitos do governo federal: "Aqui nós botamos R$ 60 bilhões. O governo coloca não só na forma de Orçamento da União, como na forma de financiamentos".
É preciso observar que assim como Campos, outros governadores do PT e de aliados do governo na região Nordeste também foram contemplados com recursos públicos federais. Bons exemplos são os governadores da Bahia, Jaques Wagner, e do Piauí, o atual senador Wellington Dias. Se Campos obteve sucesso na administração dos recursos federais enviados ao Estado, os méritos são do governador pernambucano. Nem dele, nem de Jaques Wagner ou Wellington Dias deve ser cobrada reciprocidade política em troca de recursos que são de toda a Nação. Em última análise, é dinheiro do contribuinte brasileiro, seja ele pernambucano, cearense, baiano, gaúcho, paulista, potiguar, paraense ou goiano.
O adiantamento do relógio eleitoral expõe o que há de mais retrógrado na política brasileira, como a ação entre amigos e a indisfarçável tentativa do partido no poder para se tornar hegemônico. Esses são apenas alguns dos aspectos mais perversos provocados pela antecipação de campanha que flerta com a ilegalidade. Outros já foram debatidos nesse espaço, como a repercussão nas administrações federal e estaduais, hoje enviesadas eleitoralmente por uma disputa ainda distante.
O próprio Eduardo Campos, aliás, é vítima do caldeirão eleitoral. O governador de Pernambuco, por exemplo, já ilustrou 47 das 58 capas do "Diário Oficial de Pernambuco", seguidas de textos elogiosos à sua gestão. Prática usual dos caciques políticos, mas sem dúvida também pouco republicana.
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ANEEL. ENERGIA ELÉTRICA. ''HOJE QUEM PAGA SOU EU..."
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Reajuste da Aneel deve ficar em 10% e entrará em vigor na próxima semana
Concessionária havia pedido para adiar a data do aumento para junho
Danilo Fariello
BRASÍLIA
A diretoria colegiada da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) recusou ontem o pedido de adiamento, feito pela Ampla, na data de reajuste das tarifas aplicadas aos seus consumidores. O índice de reajuste deste ano será definido em reunião extraordinária amanhã, mas deve ficar em torno de 10% e entrará em vigor no dia 15 de abril, a próxima segunda-feira. A empresa havia solicitado o adiamento para 30 de junho.
Desde fevereiro, o governo adotou uma série de medidas para reduzir o impacto do custo do uso das usinas termelétricas (mais caras) no aumento das tarifas de energia elétrica. Antes das medidas, a correção da taxa da Ampla estava prevista em mais de 17%.
O governo negou o pedido de adiamento, porque a medida resultaria na prorrogação do prazo de revisão tarifária periódica, prevista para 2014, que deverá reduzir a taxa de remuneração dos ativos da empresa de 9,95% para 7,5% e, por consequência, baixar significativamente o preço das contas de luz em 2014.
O conselho de consumidores da distribuidora ouvido pela Aneel, que foi contrário ao pedido de alteração da data, avaliou que o adiamento do processo de revisão tarifária periódica adiaria os benefícios das mudanças que os consumidores poderão obter com a revisão tarifária. Segundo a Ampla - que atende 66 municípios do Estado do Rio, sobretudo a região metropolitana de Niterói, São Gonçalo, Itaboraí e Magé - a "solicitação teve o objetivo de contribuir com os esforços do governo federal em reduzir as despesas embutidas no custo da energia".
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INDÚSTRIA DE TRANSFORMAÇÃO: A ETERNA ''INDÚSTRIA NASCENTE"
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Governo anuncia propostas de incentivo à indústria
Medidas incluem desoneração e estímulos a setor petrolífero
Eliane Oliveira
BRASÍLIA
O governo anunciou ontem um conjunto de 200 propostas que deverão ser adotadas até o fim do governo Dilma Rousseff, a fim de dar mais competitividade à indústria nacional. Entre as ações previstas, estão a desoneração de PIS/Cofins sobre matérias primas petroquímicas, eletroeletrônicas e alguns itens do setor de saúde; a prorrogação até 2014 de programas como o de Sustentação do Investimento (PSI), de exportação e importação de bens de capital das empresas de petróleo e gás (Repetro) e Reintegração de Valores Tributários para as Empresas Exportadoras (Reintegra), que venceriam em dezembro deste ano.
As propostas, que no fundo são um pacote de intenções, serão discutidas hoje, em reunião do Conselho Nacional de Desenvolvimento Industrial (CNDI).
O documento, batizado de "Agendas estratégicas setoriais", consolida as agendas de competitividade de 19 setores, entre os quais automotivo, complexo da saúde, defesa, petróleo e gás, bens de capital, tecnologias da informação, químico, energias renováveis, eletroeletrônico, papel e celulose, mineração, metalurgia, higiene pessoal, têxtil e construção civil.
A oferta de incentivos voltados aos fornecedores das empresas, com destaque para petróleo, eletroeletrônicos, bens de capital e tecnologia da informação também faz parte das medidas.
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''YO TENGO TANTOS HERMANOS QUE NO LOS PUEDO CONTAR...''
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Financiamento a Cuba está sob sigilo
O ministro Fernando Pimentel (Desenvolvimento) pôs sob sigilo documentos sobre empréstimos do BNDES para governos de Cuba e Angola. A oposição protestou
Oposição levanta suspeitas sobre negócios com Cuba e Angola
Ministério do Desenvolvimento diz que todas as operações bilaterais são sigilosas
Nota. Pimentel diz que só valor total por país é público
BRASÍLIA e SÃO PAULO
O presidente do PSDB, deputado Sérgio Guerra (PE), divulgou nota ontem em que coloca sob suspeita contratos de comércio feitos pelo Brasil com Cuba e Angola. Segundo reportagem publicada ontem pelo jornal "Folha de São Paulo", o ministro do Desenvolvimento, Indústria Comércio Exterior, Fernando Pimentel, classificou as operações com os dois países como sigilosas, com a divulgação dos termos e do conteúdo impossibilitada. A mesma restrição não se estende a contratos com outras nações.
Para Guerra, esse posicionamento de Pimentel mostra que empresas cujos interesses estão sendo defendidos pelo ex-presidente Lula no exterior podem ter tido acesso a financiamentos milionários do BNDES.
"Levanta suspeita o fato de o governo brasileiro ter tornado secretos os documentos que tratam de operações financeiras, via BNDES, da ordem de US$ 895 milhões, fechadas com Angola e Cuba. Não há dúvida de que o ex-presidente Lula vem utilizando o prestígio da condição pública de ex-presidente da República para participar de negociações privadas que beneficiam empreiteiras no exterior", diz a nota.
BNDES destina US$ 9 bi para América Latina
Guerra vai além: "Do ponto de vista ético, o Brasil tem o direito de saber se Lula tem recebido vantagens pessoais ao se utilizar de relações internacionais estabelecidas no exercício de função pública. O Brasil tem o direito de saber se o ex-presidente está sendo pago por empreiteiras, seja diretamente ou através do Instituto Lula".
Dados do BNDES mostram que, até 2012, Cuba recebeu US$ 550 milhões em financiamentos concedidos a empresas brasileiras na ilha caribenha. A maior parte dos recursos foram para o Porto de Mariel, além de bens e serviços para projetos relacionados a turismo, fármacos, produção agrícola e bens de capital diversos. O total de recursos do banco para toda a América Latina é de US$ 9,1 bilhões.
Os recursos aprovados para projetos em Angola somam US$ 5,2 bilhões, dos quais US$ 2,2 bilhões já foram desembolsados. Conforme o BNDES, o banco começou a financiar exportações brasileiras de bens e serviços para o país africano em 2006 e, até o momento, já foram aprovadas cinco linhas de crédito, voltadas para reconstrução da infraestrutura angolana, devastada com as guerras de independência e civil.
O Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) afirmou, em comunicado, que todas as negociações bilaterais conduzidas pela pasta são sigilosas, visto que a divulgação pode prejudicar ou pôr em risco negociações com outros países.
"Todas as operações de financiamento oficial às exportações de bens e serviços de empresas privadas brasileiras para qualquer país sempre foram cobertas pelos sigilos comercial, fiscal e bancário previstos em lei. Diferentemente do que sugere a reportagem, não há diferença, no que diz respeito a esse tratamento, entre as operações relativas a Cuba e Angola, e as operações relativas à venda de bens e serviços brasileiros aos demais países", diz o comunicado.
Em 2012, a soma dos financiamentos para a exportação de bens e serviços brasileiros para outros países alcançou US$ 2,2 bilhões, informou o ministério. "As condições de financiamento para Cuba e Angola são exatamente as mesmas que valem para os demais países e seguem as regras estabelecidas pelos programas oficiais de apoio à exportação, relativos ao FGE (Fundo Garantidor de Exportações) e ao BNDES. Não apenas o Brasil, mas inúmeros países do mundo adotam o modelo de crédito oficial como forma de estimular e dar competitividade à empresas nacionais nas suas vendas de bens e serviços ao exterior", diz a nota.
Exportações são financiadas para 28 países
Segundo o ministério, nos últimos anos o governo financiou exportações de bens e serviços brasileiros para 28 países. "Não há que se falar, portanto, em ineditismo. Em todos os casos, o sigilo é a regra. O valor total desembolsado por país, e apenas essa informação, é pública", conclui a nota.
A decisão de proteger os documentos por 15 anos foi criticada por especialistas. Roberto Romano, professor de Ética da Unicamp, disse que "não há sentido decretação de sigilo."
- Quebra o princípio de transparência que estamos conquistando a duras penas - disse o professor.
Para Claudio Weber Abramo, diretor da Transparência Brasil, há "obscuridade" nas relações das empresas que exportam serviços com empréstimos do BNDES. Ele lembra que esse modelo de empréstimo para as empresas exportarem começou no governo Fernando Henrique.
Abramo não acha que as viagens de Lula às custas das empreiteiras que recebem empréstimos muda a necessidade de informação:
- Bastam os empréstimos para que se exija que as condições de concessão sejam transparentes.
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MENSALÃO: ''QUEM TEM MEDO DE VIRGÍNIA WOOLF?''
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Feliciano promete sair se PT tirar mensaleiros
Procurador-geral da República reforça pedido ao STF para que abra processo contra o deputado do PSC.
Em ofício enviado ao Supremo, o chefe do Ministério Público Federal, Roberto Gurgel, reafirmou a denúncia — apresentada em janeiro — de que o parlamentar incorreu em crime de discriminação por comportamentos racistas e homofóbicos. Sob forte pressão para deixar a presidência da Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados, Marco Feliciano(PSC-SP) fez um desafio ao PT, que acusa de estar por trás dos protestos. Ele admitiu renunciar ao cargo desde que o partido afaste João Paulo Cunha {SP) e Genoino (SP), condenados pelo STF no processo do mensalão, da Comissão de Constituição e Justiça. O líder petista, José Guimarães (CE), classificou a proposta de "provocação" e "desaforo".
Pastor faz troça com mensaleiros e irrita PT
Marco Feliciano promete renunciar à presidência da Comissão de Direitos Humanos desde que José Genoino e João Paulo Cunha deixem a CCJ. Petista classifica a declaração de "desaforo"
ADRIANA CAITANO
AMANDA ALMEIDA
A tão esperada conversa do deputado Marco Feliciano (PSC-SP) com as lideranças parlamentares e a Mesa Diretora da Câmara, marcada para ontem, serviu para esquentar ainda mais a arranhada relação do parlamentar com o PT.
Ao ser pressionado para deixar o comando da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM), o pastor condicionou a renúncia à saída dos réus do mensalão José Genoíno (PT-SP) e João Paulo Cunha (PT-SP) da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).
O líder petista, José Guimarães (CE), classificou a proposta de "provocação" e "desaforo". Sem a contrapartida, Feliciano disse que fica, mas saiu do encontro com uma bronca do presidente da Casa, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), que o obrigou a reabrir as sessões do colegiado: "Ele vai ter que se comportar".
Enquanto alguns líderes, como o do PSDB, Carlos Sampaio (SP), se recusaram a participar do encontro porque não vislumbravam qualquer alternativa para a crise, outros saíram dele decepcionados. "Foi uma reunião totalmente desnecessária, sem efeito algum, não deveria nem ter participado, foi só para ouvir desaforos", reclamou José Guimarães, referindo-se à condição imposta por Feliciano para deixar o comando da CDHM. "Quando ele disse que não ia renunciar e pediu que tivéssemos misericórdia, porque estava sendo perseguido, foi desanimador", comentou Ivan Valente (SP), líder do PSol. "Ele quer se manter a qualquer custo, está se colocando como vítima para aproveitar o momento a seu favor e acaba aumentando o impasse", reclamou o líder do PPS, Rubens Bueno (PR).
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Os apelos pela saída, porém, não foram unânimes. Muitos líderes evitaram falar, e outros defenderam o direito de o pastor se manter na presidência do colegiado. "É lógico que é uma situação delicada para a imagem da Casa, mas, regimentalmente, não há nada a ser feito. Todos temos direito de nos manifestar dentro dos limites da lei", argumentou o líder do PSD, Eduardo Sciarra (PR). Com o apoio de parte dos colegas, Feliciano saiu do encontro sentindo-se fortalecido. "A maioria dos líderes foi a favor da minha permanência, porque é regimental. Eu fico, fui eleito democraticamente. Estou tentando viver, estou com seis quilos a menos. Deem-me uma chance de trabalhar", disse.
A autoconfiança do pastor, no entanto, esbarrou no Regimento da Casa e na irritação de Henrique Alves. A decisão tomada por Feliciano de fechar as próximas sessões da CDHM teve que ser revogada. "Essa história de comissão proibir o acesso do povo às suas reuniões é inviável, aqui é a Casa do povo", declarou o peemedebista. A entrada de manifestantes nas reuniões, a partir de agora, só poderá ser proibida se os protestos atrapalharem a sessão.
Comportamento
Além de exigir a abertura da comissão, Henrique Alves criticou o comportamento e os comentários de Feliciano. "Ele não pode associar a sua palavra de presidente da comissão e de pastor, não pode ser aqui uma pessoa, exercer a presidência, que tem dever de agregar, e sair daqui e ter uma posição diferenciada, em conflito com as minorias", ponderou. "O compromisso dele agora é de que vai se comportar respeitosamente aqui e fora daqui."
Apesar de não haver mais possibilidades regimentais para Feliciano deixar o comando da CDHM, parlamentares contrários ao pastor ainda estudam medidas alternativas. Por meio de projetos de resolução a serem apresentados à Mesa Diretora, eles querem aumentar o número de integrantes do colegiado, o que poderia esvaziar a hegemonia evangélica na atual composição, ou permitir que um presidente de comissão possa ser deposto do cargo pelo Conselho de Ética em caso de quebra de decoro — atualmente, a única punição possível é a perda de mandato. "Ainda vamos encontrar uma saída", promete André Figueiredo.
À tarde, ao ser questionado se teria condicionado sua renúncia à presidência da CDHM à de deputados condenados pelo mensalão, Feliciano ironizou: "Será que eu falei isso mesmo? Tá gravado?"
"Será que eu falei isso mesmo? Tá gravado?"
Marco Feliciano, deputado do PSC-SP, sobre a possibilidade de deixar a CDHM caso os condenados pelo mensalão deixem a CCJ.
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QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?
SINOPSES - RESUMO DOS JORNAIS
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Punição está prevista na lei de limpeza urbana, de 2001, e, segundo o prefeito Eduardo Paes, 'a ideia é acabar com esse mau hábito do carioca’.
Contra o hábito do carioca, de jogar lixo na rua a prefeitura do Rio vai aplicar a partir de julho uma lei de 2001 que prevê multas de R$ 157 (por uma latinha de refrigerante) a R$ 3 mil (entulho) para quem emporcalhar a cidade. A fiscalização contará com a participação de policiais militares, e quem se recusar a receber o auto de infração será levado à delegacia. A Comlurb, que gasta R$ l6 milhões por mês com a varrição das ruas, tem 30 mil papeleiras espalhadas pela cidade. Por terem a abertura muito pequena, essas lixeiras muitas vezes acabam contribuindo com a sujeira. No Rio, que recicla apenas 0,27% do seu lixo, também não há campanha de conscientização ambiental. (Págs. 1 e 9)
O governo anuncia hoje para empresários ao menos mais três pacotes de incentivos, desta vez para as indústrias química, sucroalcooleira e de defesa, informam João Villaverde e Renata Veríssimo. Em contrapartida, os setores terão de aumentar os investimentos. Para a indústria química, haverá redução do PIS e da Cofins e a criação de dois regimes especiais de tributação. O segmento, formado principalmente por multinacionais, terá carga de impostos menor caso use insumos nacionais. Além da redução dos tributos, o setor sucroalcooleiro também será beneficiado pela desoneração da folha de pagamento. Para a indústria de defesa, aeronáutica e espacial, são preparadas duas ações: a criação de um programa de financiamento e a abertura de uma empresa mista, com participação privada e controle do Ministério da Defesa, para dinamizar o segmento. Diante do menor espaço fiscal disponível para novas desonerações, técnicos do governo ainda estudam quando as medidas poderiam ser implementadas. (Págs. 1 e Economia B1)
R$ 1,14 bilhão
É o valor que teria sido desviado do Tesouro, segundo o Ministério Público.
Antecipar o início da campanha dois anos antes da eleição, tudo bem. O que não pode é o uso de governos nessa prática eleitoral. (Págs. 1 e Nacional A6)
Marin já captou que o tapete se mexe de modo perigoso. Ele é a bola da vez, ao menos como responsável pelo comitê organizador da Copa. (Págs. 1 e Esportes E2)
O interesse pelos índios Gaviões não podia ser verdade. A suspeita era a de que éramos garimpeiros ou agentes americanos em busca de urânio. (Págs. 1 e Caderno 2, D10)
Thatcher revolucionou seu país, resgatando-o dos grilhões sindicalistas e estatistas. (Págs. 1 e A3)
Em ofício enviado ao Supremo, o chefe do Ministério Público Federal, Roberto Gurgel, reafirmou a denúncia — apresentada em janeiro — de que o parlamentar incorreu em crime de discriminação por comportamentos racistas e homofóbicos. Sob forte pressão para deixar a presidência da Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados, Marco Feliciano(PSC-SP) fez um desafio ao PT, que acusa de estar por trás dos protestos. Ele admitiu renunciar ao cargo desde que o partido afaste João Paulo Cunha {SP) e Genoino (SP), condenados pelo STF no processo do mensalão, da Comissão de Constituição e Justiça. O líder petista, José Guimarães (CE), classificou a proposta de "provocação" e "desaforo". (Págs. 1, 2 e 3)
Ontem, o Valor visitou as obras do porto do Açu, em curso há seis anos e agora bastante avançadas. A parte onde se concentram os prestadores de serviço para a indústria de petróleo e gás começará a operar ainda neste ano. A OSX, estaleiro ligado ao grupo EBX, também prevê iniciar suas atividades em 2013. (Págs. 1 e B9)
A ampliação do Reintegra para além do fim do ano, embora não conste das “agendas”, também é esperada pelos responsáveis pelo planejamento estratégico do governo. O Reintegra dá às empresas exportadoras uma compensação de 3% do valor das vendas externas. (Págs. 1 e A4)
A emissão foi estruturada pelo BTG Pactuai, que pretendia “reempacotar” um financiamento à Rede D’Or e vendê-lo a investidores na forma de certificados, que são isentos de Imposto de Renda para a pessoa física. O lastro para os créditos viria de emissão de debêntures da rede de hospitais. A emissão do CRI ficou a cargo da Brazilian Securities, do BTG. Como é de praxe no mercado, o banco não esperou o registro definitivo da CVM e vendeu papéis a investidores aqui e no exterior. Procurado, o BTG não comentou o assunto. (Págs. 1 e Cl)
Uma das questões discutidas foi o que deverá ocorrer com o câmbio assim que os juros começarem a subir. Uma das premissas colocadas no debate foi que, acionando os juros, o BC não usará também o câmbio para conter a inflação. (Págs. 1 e C12)
É a primeira vez na história da BRF que um presidente do conselho é eleito sem consenso. No resultado final, 6,08% votaram contra Abilio e 12,81% se abstiveram. O principal voto contrário foi de Décio da Silva, presidente do conselho e filho do fundador da WEG, Eggon João da Silva, que chegou a presidir a Perdigão antes de Nudemar Secches. A principal abstenção veio do maior acionista, a Petros, fundo de pensão dos funcionários da Petrobras, que tem 12,74% do capital. (Págs. 1 e B14)
Tanto quanto a fidelidade ao líder bolivariano e ao projeto da “revolução" é a própria existência do chavismo e dos chavistas de diferentes setores que está em jogo nas eleições de domingo, em que o presidente em exercício, Nicolás Maduro, enfrentará o candidato da oposição, Henrique Capriles. (Págs. 1 e A13)
Aumentou a chance de o Comitê de Política Monetária elevar a taxa básica de juros em sua próxima reunião. (Págs. 1 e A2)
Martin Wolf
Para funcionar, a política ambiciosa do novo governo japonês precisa também de reformas estruturais radicais. (Págs. 1 e A15)
Tornozeleira eletrônica já é usada para manter afastados 26 agressores em Minas. Estado carece de mais varas especializadas no cumprimento da Lei Maria da Penha. (Págs. 1, 17 e 18)