A proposta deste blogue é incentivar boas discussões sobre o mundo econômico em todos os seus aspectos: econômicos, políticos, sociais, demográficos, ambientais (Acesse Comentários). Nele inserimos as colunas "XÔ ESTRESSE" ; "Editorial" e "A Hora do Ângelus"; um espaço ecumênico de reflexão. (... postagens aos sábados e domingos quando possíveis). As postagens aqui, são desprovidas de quaisquer ideologia, crença ou preconceito por parte do administrador deste blogue.
PENSAR "GRANDE":
[NÃO TEMOS A PRESUNÇÃO DE FAZER DESTE BLOGUE O TEU ''BLOGUE DE CABECEIRA'' MAS, O DE APENAS TE SUGERIR UM ''PENSAR GRANDE''].
***************************************************
“Pode-se enganar a todos por algum tempo; Pode-se enganar alguns por todo o tempo; Mas não se pode enganar a todos todo o tempo...” (Abraham Lincoln).=>> A MÁSCARA CAIU DIA 18/06/2012 COM A ALIANÇA POLÍTICA ENTRE O PT E O PP.
----
''Os Economistas e os artistas não morrem..." (NHMedeiros).
"O Economista não pode saber tudo. Mas também não pode excluir nada" (J.K.Galbraith, 1987).
"Ranking'' dos políticos brasileiros: www.politicos.org.br
=========valor ...ria...nine
folha gmail df1lkrha
***
terça-feira, fevereiro 27, 2007
BRASIL: PIB MAIOR QUE O DO HAITI [ IAC ! ]

O Brasil deve ter reprisado em 2006 o penúltimo lugar no ranking de crescimento econômico da América Latina, além de ter registrado a última - e distante - posição entre os países do chamado Brics. Segundo economistas, juros altos, real valorizado e problemas estruturais continuam sendo os motivos para a fraqueza da atividade. E acrescentam: sem mais investimentos, o Brasil dividirá em 2007 o penúltimo lugar no ranking latino-americano de crescimento com o Paraguai. O mercado prevê, de acordo com a última pesquisa semanal do Banco Central, avanço do Produto Interno Bruto (PIB) de 2,7%, uma taxa superior, na região, apenas à do Haiti, com base em dados já publicados e previsões da Comissão Econômica para América Latina e Caribe (Cepal). (...) Na América Latina, a República Dominicana deve ficar com o maior crescimento em 2006, de 10,7%, segundo dado divulgado na semana passada. No Mercosul, a Argentina cresceu 8,5% em 2006, segundo o índice EMAE, uma prévia do PIB, enquanto a Venezuela expandiu-se em 10,3%. A previsão da Cepal é de 7,3% para o Uruguai e de 4% para o Paraguai. A Cepal prevê para a América Latina expansão média de 5,3%. A diferença do Brasil também é grande em relação ao Brics, grupo de economias emergentes consideradas de grande potencial: a economia da China avançou 10,7% em 2006, a da Rússia cresceu 6,8% e a da Índia deve avançar, segundo previsão do governo, 9,2% no ano fiscal de 2006, que termina em março. (...) A previsão do mercado para o crescimento brasileiro em 2007 é de 3,5% - a mesma estimativa da Cepal, que projeta para a América Latina expansão de 4,7%. Segundo as previsões da Cepal, o Brasil empataria com o Paraguai no penúltimo lugar, mantendo-se à frente apenas do Haiti, cujo PIB deve subir 3%. (Fonte: IBGE, cliping).
IRÃ: ENRIQUECIMENTO DE URÂNIO/PROGRAMA NUCLEAR

PMDB: TEMPORÃO ou "TEMPORAL" NO PLANALTO ?

Temporão é ex-presidente do Inca (Instituto Nacional do Câncer). Caiu nas graças de Lula. (...) Na conversa com Tarso, Temer reafirmou algo que a cúpula do PMDB já dissera a Lula 15 dias atrás: há fortíssimas resistências a Temporão na Câmara. Comprometeu-se, porém, a realizar consultas à bancada peemedebista ao longo da semana. (...) Nem mesmo os dez deputados do PMDB do Rio, Estado de Cabral, engolem o nome do predileto de Lula. Em carta dirigida a Temer, a bancada fluminense anotou que não se sente compromissada com o sanitarista encampado pelo governador.
O preferido do PMDB da Câmara é o deputado Marcelo Castro, um psicanalista do Piauí. Como alternativa, desponta o deputado Osmar Terra, médico do Rio Grande do Sul. Reeleito em 2006, Terra licenciou-se da Câmara para tornar-se secretário de Saúde do governo gaúcho de Yeda Crusius (PSDB).
Terra leva sobre Castro uma vantagem. É amigo de Temporão. Se nomeado, ele o convidaria para ocupar o cargo de secretário-executivo, o segundo na hierarquia do ministério. Caberá a Lula, obviamente, decidir. Se optar por Temporão, os deputados peemedebistas farão cara feia. Não haverá rebeliões explícitas. Mas, quando precisar de votos na Câmara, o presidente pode ter surpresas.
Segundo o relato feito por Temer a deputados com os quais conversou depois de reunir-se com Tarso Genro, o ministro tratou também da nomeação do deputado Geddel Vieira Lima (PMDB-BA). Temer disse a seus comandados que saiu do Planalto convicto de que não há dúvidas quanto à escalação de Geddel para a pasta da Integração Nacional. (Fonte: Blog do Josias, Folha Online).
PMDB: AQUI, ALI, ALHURES...

Políticos experientes não gostam de turbulências que inviabilizam, entre outras coisas, bons negócios e certos entendimentos heterodoxos só possíveis onde prevalece o espírito macunaímico.
Diga-se: na política nativa, o espírito macunaímico é uma praga pior que maria-sem-vergonha. Chamam a isso, frequentemente, de bom senso. E lá vêm os mestres do pragmatismo a recomendar a marcha à ré em relação aos rompantes iniciais.
Nada de confrontos. Qualquer discussão coloca as instituições em risco, dizem esses vetustos senhores que gostavam mesmo é da paz dos cemitérios do regime fardado.
O entendimento e a harmonia são fundamentais, dizem os adeptos da conciliação por cima. Tudo indica, porém, que fundamental é outra coisa: a clareza, a definição e, sempre que possível, a revelação das mazelas de cada qual.
A verdade é que o tiroteio entre Requião e seus adversários tornou-se fato político relevante, na medida em que eliminou de vez a possibilidade de um grande conchavo pelo qual o PMDB e o PSDB acertariam os ponteiros para evitar que outras forças pudessem chegar ao poder.
O problema é que nesta área, de ferozes conservadores e refinadíssimos hipócritas, a relevância de cada fato raramente é medida corretamente na hora em que acontece.
O enfrentamento entre Richa e Requião sempre pareceu inevitável. São políticos de idéias, posições, interesses e perspectivas muito diferentes. Anormal era a aproximação política entre os dois naquele período em que certas conveniências eleitorais pareciam se sobrepor às convicções de cada qual. Agora, vejamos. O debate não interessa a Macunaíma. A nitidez ideológica, o rigor moral, a limpidez nos propósitos e nas ações não agradam Macunaíma. Ele gosta é da geléia geral. (Fonte: Paraná Online).
TEMER vs JOBIM (... NADA A TEMER, SENÃO O CORRER DA LUTA...)*

EUA & BRASIL: "OPEP" DO ETANOL (ÁLCOOL)

A grande iniciativa que o presidente George W. Bush quer lançar no Brasil está sendo chamada de mercado hemisférico de etanol. A idéia, gestada dentro do Departamento de Estado, é expandir a produção de etanol em vários países da América Latina, principalmente no Caribe e na América Central, para garantir um fornecimento estável do biocombustível. Trata-se de uma Opep do etanol. Para isso, Brasil e Estados Unidos devem fechar parcerias, com participação da iniciativa privada, para instalar usinas de etanol em países da América Central. O homem-chave por trás dessa estratégia é Greg Manuel, conselheiro de Condoleezza Rice para assuntos internacionais de energia. Desde que entrou no Departamento de Estado, em outubro, ele esteve seis vezes no Brasil. Jovem, Manuel aposta em incubadoras e parcerias público-privadas para criar o mercado hemisférico de etanol. “Já que não saiu a Alca, vamos de álcool”, diz Brian Dean, diretor-executivo da Comissão Interamericana de Etanol (CIE). Brian foi diretor da Florida FTAA, grupo que fazia o lobby para que os EUA fossem a sede da Alca. Agora, com a Alca natimorta, Dean cuida da CIE, cujos titulares são o ex-governador da Flórida Jeb Bush, o presidente do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), Luis Alberto Moreno, e o ex-ministro da Agricultura Roberto Rodrigues. A comissão, que se reúne regularmente com o Departamento de Estado, está fazendo um levantamento sobre produção de etanol e cana-de-açúcar nos diversos países da América Latina. Segundo Dean, países como Guatemala, El Salvador, Honduras, Nicarágua e República Dominicana são bastante promissores para abrigar usinas e expandir a produção de etanol.(...) Segundo Manuel, do ponto de vista geopolítico, “é importantíssimo” diversificar as fontes de fornecimento de energia. “É importante ter como fonte de fornecimento todos os nossos amigos no exterior, e esses nossos amigos também sofrem, eles nem sempre têm a petrodiplomacia a seu favor.” Juntos, Brasil e EUA produzem 72% do etanol mundial. A grande reivindicação brasileira sempre foi a abertura do mercado americano ao biocombustível brasileiro. Hoje, o etanol do Brasil paga imposto de importação de US$ 0,54 por galão. Mas uma redução na tarifa não será oferecida por Bush em março. “As tarifas não estão sobre a mesa de negociações”, disse Manuel. “Muitos países com os quais estamos falando sobre esse mercado global vêem o acesso ao mercado americano como uma vantagem adicional, não uma condição essencial; mesmo sem acesso ao mercado americano, há muitas oportunidades.” A discussão de retirada de tarifas não é factível politicamente neste momento, por causa do forte lobby dos produtores de milho e o enfraquecimento dos republicanos no Congresso. Mas, a longo prazo, os americanos querem expandir as fontes de fornecimento de etanol, porque sabem que a produção doméstica de milho não vai dar conta da demanda e o etanol celulósico vai levar pelo menos uma década para ser viável economicamente. Bush estabeleceu a meta de reduzir o consumo de gasolina em 20% até 2017, o que significa um aumento de 132,4 bilhões de litros de combustíveis alternativos. Hoje em dia, a produção americana de etanol (de milho) é de 20,4 bilhões de litros. Dentro da parceria energética, Bush e Condoleezza também vão discutir com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva a cooperação em pesquisa e desenvolvimento, para aumentar a produtividade das lavouras e criar grãos geneticamente modificados mais adequados para produção de etanol. E ainda devem debater a uniformização de normas para a criação do mercado de commodities energéticas. O ESTADO DE SÃO PAULO