A proposta deste blogue é incentivar boas discussões sobre o mundo econômico em todos os seus aspectos: econômicos, políticos, sociais, demográficos, ambientais (Acesse Comentários). Nele inserimos as colunas "XÔ ESTRESSE" ; "Editorial" e "A Hora do Ângelus"; um espaço ecumênico de reflexão. (... postagens aos sábados e domingos quando possíveis). As postagens aqui, são desprovidas de quaisquer ideologia, crença ou preconceito por parte do administrador deste blogue.
PENSAR "GRANDE":
[NÃO TEMOS A PRESUNÇÃO DE FAZER DESTE BLOGUE O TEU ''BLOGUE DE CABECEIRA'' MAS, O DE APENAS TE SUGERIR UM ''PENSAR GRANDE''].
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“Pode-se enganar a todos por algum tempo; Pode-se enganar alguns por todo o tempo; Mas não se pode enganar a todos todo o tempo...” (Abraham Lincoln).=>> A MÁSCARA CAIU DIA 18/06/2012 COM A ALIANÇA POLÍTICA ENTRE O PT E O PP.
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''Os Economistas e os artistas não morrem..." (NHMedeiros).
"O Economista não pode saber tudo. Mas também não pode excluir nada" (J.K.Galbraith, 1987).
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quinta-feira, abril 24, 2008
DEPUTADO/CPMF: OU COMO DIRIA O 'BABYSSAURO': '-- DI NOVO!!!'

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O autor da proposta é Henrique Fontana (PT-RS), líder de Lula na Câmara. Ele disse ao blog que, por ora, não se trata de uma proposta de governo. “É a posição de um líder da área da Saúde, não do líder do governo”, afirmou o deputado, que é médico. “Conversei com outros líderes, que apóiam a iniciativa. Sabem que a Saúde precisa de mais recursos.” Nesta quinta-feira (24), Fontana vai expor sua idéia a Lula. Será numa reunião no Planalto. Encontro do qual participarão os demais líderes de legendas governistas e pelo menos dois ministros: José Gomes Temporão (Saúde) e Guido Mantega (Fazenda). Vai à mesa uma proposta aprovada há duas semanas pelo Senado, de autoria do senador Tião Viana (PT-AC). A proposta de Viana, vice-presidente do Senado, foi aprovada pela unanimidade dos senadores. Destina-se a resolver o problema de inanição de verbas da Saúde. No pleno federal, destina ao setor um adicional de cerca de R$ 20 bilhões anuais a partir de 2009. A proposta será submetida agora à análise da Câmara. A disposição dos deputados é de aprovar. Há, porém, um problema. O governo alega que o projeto de Tião Viana não informa de onde vai sair o dinheiro. PSDB e DEM contra-argumentam que os sucessivos recordes de arrecadação da Receita Federal são mais do que suficientes para cobrir as despesas. “O discurso da oposição não condiz com a responsabilidade orçamentária de médio e longo prazo”, refuta Henrique Fontana. É em meio a esse impasse que ocorreu ao líder de Lula sugerir a recriação do imposto do chegue com alíquota menor. Planeja formalizá-la na forma de emenda à proposta de Tião Viana. Na reunião do Planalto, a idéia de Fontana deve gerar controvérsia. “É complicado recriar a CPMF”, diz, por exemplo, Henrique Eduardo Alves, líder do PMDB na Câmara. “É uma matéria vencida. O governo está em dificuldades. Vamos ouvir a posição do presidente Lula.” Afora os contatos que realiza entre os colegas de Câmara, Fontana busca apoio fora do Legislativo. Atraiu, por exemplo, a adesão de Osmar Terra (PMDB). Vem a ser secretário de Saúde da governadora gaúcha Ieda Crusius (PSDB). É também presidente do Conass (Conselho Nacional dos Secretários de Saúde.) De resto, o líder de Lula crê que o novo imposto do cheque terá a simpatia de personalidades como o cardiologista Adib Jatene, ex-ministro da Saúde de FHC e pai da velha CPMF. A encrenca da Saúde não é o único constrangimento que o Senado acomodou no colo de Lula. Junto com a proposta de Viana, os senadores aprovaram outros dois projetos. O autor é, de novo, um petista: Paulo Paim (PT-RS). Num deles, estendeu-se os reajustes do salário mínimo às aposentadorias e pensões pagas pela Previdência. Noutra, extinguiu-se o fator previdenciário, criado sob FHC para reduzir o valor das aposentadorias. O governo alega, também nesse caso, que Paim esquivou-se de dizer de onde sairão os recursos para financiar a generosidade. Só haveria duas alternativas: ou a Câmara enterra os projetos ou Lula terá de vetá-los. Algo complicado de fazer num ano de eleições. Paim diz estar aberto para ouvir propostas alternativas. O veto puro e simples, diz ele, “é a pior solução.”
Escrito por Josias de Souza, Folha Online, 2404. Imagem 'site' do deputado.
SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL (STF): SOB NOVA PRESIDÊNCIA

"QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?"
- Tomate, morango e alface têm excesso de agrotóxico
O tomate, o morango e a alface comercializados no país estão com excesso de agrotóxicos, aponta análise feita pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) em parceria com secretarias de Saúde de 15 Estados e do Distrito Federal. Nos três casos, ao menos 40% das amostras analisadas -recolhidas em supermercados em 2007- tinham agrotóxicos acima do recomendável. O alimento com maior nível de contaminação foi o tomate. Das 123 amostras analisadas, 55 apresentaram resultados insatisfatórios (44,72%).
- Google entrega os pedófilos do Orkut.
A CPI da Pedofilia recebeu os dados de 3.261 álbuns privados do Orkut, cujos sigilos foram quebrados e podem acobertar pornografia infantil. O material foi entregue pelo provedor Google em ato considerado histórico. "É a primeira vez que o site disponibiliza dados de páginas pessoais. Haverá uma grande operação contra pedófilos no Brasil e em outros países. Agora temos a possibilidade de puni-los em massa", declarou o presidente da comissão, senador Magno Malta. Dos 60 milhões de usuários do Orkut em todo o mundo, 27 milhões são do Brasil.(págs. 1 e A2).
- Defesa vai controlar ONGs na Amazônia
O Planalto vai fechar o cerco às organizações não-governamentais (ONGs), na tentativa de coibir biopirataria, influência internacional sobre os índios e venda de terras na floresta amazônica, informa a repórter Vera Rosa. A primeira providência está no projeto da nova Lei do Estrangeiro, ao qual o Estado teve acesso e que deve ser enviado ao Congresso até junho. Se aprovado, estrangeiros, ONGs e instituições similares do exterior precisarão de autorização dos Ministérios da Defesa e da Justiça para atuar na Amazônia. "Ninguém quer espionar ONGs", afirma o secretário nacional de Justiça, Romeu Tuma Júnior. "Mas não queremos que organizações de fachada espionem o território brasileiro." Um mapeamento da Amazônia está sendo feito para impedir, por exemplo, a apropriação de conhecimentos indígenas por indústrias estrangeiras de cosméticos. Pelas contas de militares, há cerca de 100 mil ONGs atuando na Amazônia. (págs. 1 e A4).
- Crise pode fazer Brasil taxar a exportação de alimentos
Com a crise mundial provocada pela disparada dos preços de alimentos, o Brasil poderá taxar a exportação de produtos agrícolas. Para garantir o abastecimento e evitar reajustes, o governo suspendeu as vendas externas de arroz e pressiona o setor privado a fazer o mesmo. O ministro Reinhold Stephanes avisou que produtores podem ser punidos com barreiras. O milho pode entrar na lista. A alta do petróleo já encareceu a comida no país em 20%. Para Lula, críticos do etanol são levianos. (págs. 1, 25 a 27 e Miriam Leitão).
- Brasil teme calote de dívida pelo Paraguai
O Brasil tem receio de que o Paraguai dê um calote na dívida de Itaipu, que exige o pagamento, pelos dois países, de US$ 2 bilhões anuais aos bancos que financiaram obra, disse à Gazeta Mercantil o diretor-geral da usina binacional, Jorge Miguel Samek. A dívida acaba em 2023. O temor se deve à decisão do governo de não negociar reajustes da energia cedida pela Paraguai. "Da nossa parte, esperamos que o país vizinho não venha nos propor um calote da dívida de Itaipu para aumentar o fluxo de recursos que recebe, porque isso seria um desastre para ambos", afirmou. "Pelo nosso lado, o Brasil já colocou sua posição de não-renegociação do tratado de Itaipu e agora a bola está nas mãos do Paraguai", acrescentou. Segundo Samek, "o Paraguai é sócio do Brasil em Itaipu tanto no que se refere às receitas como nas despesas". Hoje, o país vizinho recebe US$ 500 milhões anuais entre royalties e venda da energia excedente ao Brasil. Do orçamento de US$ 3,2 bilhões da usina para 2008, US$ 2 bilhões (70%) serão destinados a amortizar a dívida da construção da usina. Para o professor José Alexandre Hage, da Trevisan Escola de Negócios, há falta de precisão na política externa brasileira, o que abre espaço para conflitos de interesse entre seus parceiros comerciais na América Latina. (págs. 1 e A5).
- Militares terão até 137,83% de aumento.
- Reajuste, dividido em três parcelas, será retroativo a janeiro e diferenciado por patente. Percentual mais alto beneficiará recrutas, soldados e cabos. Tabela mostra as variações salariais das Forças armadas até 2010. (págs. 1 e 27).
- Taxas de CDBs disparam e captação bate recordes.(págs. 1 e D1).
- Para evitar uma disparada dos preços e garantir o abastecimento doméstico, o governo brasileiro suspendeu temporariamente, por seis a oito meses, as exportações de arroz e vai leiloar estoques. (págs. 1 e B15).
ALIMENTAÇÃO: O "PF" (PRATO-FEITO) ESTÁ MAIS CARO
Restrição às exportações
Temendo o desabastecimento do produto no mercado interno, o ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Reinhold Stephanes, informou, nesta quarta-feira (23), que o Brasil suspendeu temporariamente a exportação de arroz. “O Brasil é auto-suficiente em arroz e tem um pequeno estoque de excedente, mas, para a segurança do abastecimento nos próximos seis a oito meses, quando tiver o período da entressafra, as exportações foram suspensas”, declarou Stephanes. O país havia recebido a solicitação de países africanos e sul-americanos para a venda de cerca de 500 mil toneladas de arroz. Os maiores produtores mundiais, localizados na Ásia, paralisaram as exportações, causando um desequilíbrio na oferta mundial, conforme explicou o ministro da Agricultura. “A questão do arroz é um fenômeno novo. Vamos acompanhar o movimento dos maiores produtores mundiais. Com o preço favorável, é possível que haja um aumento na produção e que a situação do abastecimento seja sanada até o ano que vem. Com base nisso é que vamos tomar outras providências no Brasil”, completou Stephanes. No atacado, segundo levantamento da RC Consultores, em abril o preço do arroz subiu 23% em relação a abril do ano passado e está 20% acima de dezembro. Na comparação com março, a alta é de 14%. “O arroz pode ficar em alta algum tempo, mas a demanda tende a se ajustar e os preços devem cair”, prevê. Do G1, com informações da Agência Estado. 2404.
REAJUSTE NO PREÇO DA GASOLINA/DIESEL: UM DOS "COMBUSTÍVEIS" DA INFLAÇÃO
GOVERNO LULA: AUMENTO NOS GASTO PÚBLICOS/PODER EXECUTIVO
Estadão, Ribamar Oliveira e Sérgio Gobetti. 2404.