A proposta deste blogue é incentivar boas discussões sobre o mundo econômico em todos os seus aspectos: econômicos, políticos, sociais, demográficos, ambientais (Acesse Comentários). Nele inserimos as colunas "XÔ ESTRESSE" ; "Editorial" e "A Hora do Ângelus"; um espaço ecumênico de reflexão. (... postagens aos sábados e domingos quando possíveis). As postagens aqui, são desprovidas de quaisquer ideologia, crença ou preconceito por parte do administrador deste blogue.
PENSAR "GRANDE":
[NÃO TEMOS A PRESUNÇÃO DE FAZER DESTE BLOGUE O TEU ''BLOGUE DE CABECEIRA'' MAS, O DE APENAS TE SUGERIR UM ''PENSAR GRANDE''].
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“Pode-se enganar a todos por algum tempo; Pode-se enganar alguns por todo o tempo; Mas não se pode enganar a todos todo o tempo...” (Abraham Lincoln).=>> A MÁSCARA CAIU DIA 18/06/2012 COM A ALIANÇA POLÍTICA ENTRE O PT E O PP.
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''Os Economistas e os artistas não morrem..." (NHMedeiros).
"O Economista não pode saber tudo. Mas também não pode excluir nada" (J.K.Galbraith, 1987).
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quinta-feira, maio 02, 2013
MENSALÃO: O MAL, ORQUESTRADO
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![]() | 02/05/2013 |
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QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?
SINOPSES - RESUMO DOS JORNAIS
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Governo anuncia também monitoramento das multas aplicadas a coletivos, e concessionárias terão um ano para treinar todos os condutores.
Um dia após a morte do triatleta Pedro Nikolay, atropelado por um ônibus em Ipanema, o prefeito Eduardo Paes anunciou ontem que exigirá das empresas de transporte cursos de reciclagem para todos os 18 mil motoristas. Também será criado um sistema de monitoramento de multas, e os consórcios terão de informar os nomes dos infratores. A prefeitura se comprometeu a melhorar a sinalização para treino dos ciclistas à beira-mar, mas não anunciou a contratação de mais fiscais. Cerca de 300 pessoas fizeram manifestação na orla da Zona Sul para cobrar educação no trânsito. Mais um triatleta de bicicleta foi atropelado, desta vez por um carro, na Praça da Bandeira. (Págs. 1 e 8 a 10)
Condenado a 10 anos e 10 meses de prisão no processo do mensalão, o ex-ministro José Dirceu pediu o afastamento do presidente do STF, Joaquim Barbosa, da relatoria dos autos da ação e a redistribuição de seu recurso para outro ministro. Dirceu foi condenado por corrupção ativa e formação de quadrilha. Em embargo de declaração protocolado ontem no Supremo, a defesa do ex-ministro pede a redução da pena, chamada de contraditória e ilegal, e a reforma do acórdão do processo, atribuindo a Barbosa, que era o relator, “contradições, omissões e supressões inadmissíveis”. Os advogados alegam “grave prejuízo” a supressão das falas dos ministros Luiz Fux, Ricardo Lewandowski e Celso de Mello. No STF, a expectativa é de que o argumento seja rejeitado. Barbosa não comentou. (Págs. 1 e Política A4)
Marcos Valério culpa mídia
O empresário pediu anulação do julgamento após responsabilizar “a pressão da mídia" e acusar Joaquim Barbosa de “omissões”. (Págs. 1 e A4)
A principal resposta do governo para esse déficit de resultados é o acirramento da gastança, tratada enganosamente como política fiscal anticíclica. (Págs. 1 e Economia B2)
Os R$ 5,35 milhões para a compra de capas de chuva para a polícia de Brasília são mixaria. Capaz de já ter governo por aí gastando mais em caxirola! (Págs. 1 e Caderno 2, C4)
Nada pode justificar a proposta de recriação do chamado “gatilho” para reajuste de salários. (Págs. 1 e A3)
No primeiro trimestre, segundo a Organização Mundial do Comércio (OMC), a China aumentou as suas importações totais em 8,4% em relação ao mesmo período do ano passado. A exportação brasileira para o país asiático, porém, teve queda de 2,2%. Destino de 15% das exportações brasileiras, a China é o principal parceiro comercial do país. A importação total da Argentina no trimestre aumentou em 5%, enquanto as vendas brasileiras para o país vizinho caíram 10,4%. Para o Chile, os números são parecidos. Enquanto a importação total chilena cresceu 6,3%, a exportação brasileira para o país caiu 11,7%. (Págs. 1 e A3)
O Bank of America Merrill Lynch aponta em relatório dez razões para que o investidor não seja tão pessimista com o Brasil, país que está perto de “um ponto de inflexão em termos de crescimento, resultados das empresas e sentimento”. Os preços depreciados de muitas ações podem estimular a volta dos investidores à bolsa, diz Carlos Nunes, estrategista de renda variável do HSBC. (Págs. 1 e D2 e D3)
A empresa de consultoria contratada para elaborar os estudos, Proema, não se manifestou. Por meio de nota, a Secretaria informou que “o governo do Estado do Ceará já tomou todas as providências no sentido de sanar os questionamentos” do Ibama. (Págs. 1 e B1)
Belluzzo concordou com Bacha, mas perguntou: “Para onde iria o câmbio?" Bacha deixaria o câmbio flutuar e estima que a taxa poderia ir a R$ 2,40. “Tudo depende de quem vai fazer [o plano]. Se for alguém crível, vai entrar capital”. O debate Bacha-Belluzzo está no caderno publicado hoje, 13º aniversário do Valor, com todo seu conteúdo voltado à resposta a uma pergunta: Por que o país não cresce? Para respondê-la, o jornal pediu artigos, entrevistou economistas e fez reportagens sobre os obstáculos ao crescimento. (Págs. 1 e Rumos da Economia)
Em geral, são executivos com grande experiência nacional e internacional, que ocuparam a presidência de grandes companhias. E o caso de Luiz Kaufmann, que já comandou a Aracruz e foi convidado para o “board” da fabricante de caminhões americana Paccar — o primeiro brasileiro a ocupar esse posto na empresa. A Paccar controla a DAF, empresa que em 2012 iniciou a construção de fábrica no Brasil. A companhia de óleo e gás francesa Technip nomeou em 2011 a brasileira Leticia Costa, ex-presidente da consultoria Booz & Company, para o conselho. Ela é a primeira latino-americana a fazer parte do grupo. (Págs. 1 e Dl)
O presidente nacional da CUT, Vagner Freitas, disse que vai pressionar o governo caso a inflação saia de controle. Mas ressaltou que isso não ocorreu ainda. (Págs. 1 e A11)
Reforma do ICMS, necessária para colocar um fim na “guerra fiscal” entre os Estados, esbarra em nova dificuldade. (Págs. 1 e A2)
Alexandre Schwartsman
Agora que a Selic começou a subir, a modinha é falar da “inflação basal” para justificar propostas estapafúrdias. (Págs. 1 e A15)