A proposta deste blogue é incentivar boas discussões sobre o mundo econômico em todos os seus aspectos: econômicos, políticos, sociais, demográficos, ambientais (Acesse Comentários). Nele inserimos as colunas "XÔ ESTRESSE" ; "Editorial" e "A Hora do Ângelus"; um espaço ecumênico de reflexão. (... postagens aos sábados e domingos quando possíveis). As postagens aqui, são desprovidas de quaisquer ideologia, crença ou preconceito por parte do administrador deste blogue.
PENSAR "GRANDE":
[NÃO TEMOS A PRESUNÇÃO DE FAZER DESTE BLOGUE O TEU ''BLOGUE DE CABECEIRA'' MAS, O DE APENAS TE SUGERIR UM ''PENSAR GRANDE''].
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“Pode-se enganar a todos por algum tempo; Pode-se enganar alguns por todo o tempo; Mas não se pode enganar a todos todo o tempo...” (Abraham Lincoln).=>> A MÁSCARA CAIU DIA 18/06/2012 COM A ALIANÇA POLÍTICA ENTRE O PT E O PP.
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''Os Economistas e os artistas não morrem..." (NHMedeiros).
"O Economista não pode saber tudo. Mas também não pode excluir nada" (J.K.Galbraith, 1987).
"Ranking'' dos políticos brasileiros: www.politicos.org.br
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sexta-feira, abril 30, 2010
ELEIÇÕES 2010 [In:] ''COMPANHEIRADA É HORA DA PARTIDA..." *
O palanque que parece um filme de terror já reúne 185 espantos
O elenco de filme de terror aglomerado no palanque de Dilma Rousseff reúne até o momento 185 espantos. Estão representados todos os Estados brasileiros e alguns países companheiros. Se quiser ler em voz alta, tire as crianças da sala.
Rio Grande do Sul: Tarso Genro, Marco Aurélio Garcia, Guilherme Cassel, João Pedro Stedile, Marcelo Branco, Maria do Rosário, Diógenes de Oliveira, Fernando Marroni, Elizeu Padilha, Olívio Dutra, Henrique Fontana, Paulo Pimenta, Sérgio Moraes, Marcos Rolim, Paulo Paim e Miguel Rossetto.
Santa Catarina: Ideli Salvatti , Altemir Gregolin e João Pizzolatti.
Paraná: Paulo Bernardo, Gleisi Hoffman, Antonio Bellinati, José Janene e Dr. Rosinha.
São Paulo: José Dirceu, José Genoíno, José Rainha, José Mentor, Antônio Palocci, Aloízio Mercadante, Paulo Maluf, Ricardo Berzoini, Luiz Gushiken, Eduardo Suplicy, Marta Suplicy, Paulinho da Força, João Paulo Cunha, Fernando Haddad, Luiz Marinho, Michel Temer, Matilde Ribeiro, Paulo Vannuchi, Aldo Rebelo, Márcio Thomaz Bastos, Marisa Letícia Lula da Silva, Professor Luizinho, Luiz Eduardo Greenhalgh, Cândido Vaccarezza, Gabriel Chalita, Celso Amorim, Celso Russomano, João Vaccari Neto, Netinho de Paula, Bebel Noronha, Emídio de Souza, Gilberto Carvalho, Orlando Silva , Frank Aguiar, Agnaldo Timóteo e Ângela Guadagnin.
Rio de Janeiro: Anthony Garotinho, Rosinha Garotinho, Sérgio Cabral, Paulo Duque, Carlos Lupi, Eduardo Cunha, Marcelo Crivella, Benedita da Silva, Lindberg Farias, Eduardo Paes, Wladimir Palmeira, Carlos Alberto Muniz, Juca Ferreira, Márcio Fortes, Jandira Feghali, Carlos Minc, Família Babu e Franklin Martins.
Minas Gerais: Wellington Salgado, Hélio Costa, Newton Cardoso, Marcos Valério, Clésio Andrade, Virgílio Guimarães, Luiz Dulci, Frei Betto, Anderson Adauto, Fernando Pimentel, José Alencar, Edmar Moreira, Jô Moraes, Nilmário Miranda, Sandra Starling, Patrus Ananias, Marília Campos, Saraiva Felipe e Walfrido Mares Guia.
Espírito Santo: Ricardo Ferraço.
Mato Grosso: Blairo Maggi, Serys Slhessarenko, Carlos Abicalil, Pedro Henry e Silval Barbosa.
Mato Grosso do Sul: Zeca do PT e Delcídio Amaral.
Goiás: Delúbio Soares e Iris Rezende.
Tocantins: Marcelo Miranda, Raul Filho, Carlos Gaguim, Rocha Miranda e Wanderley Luxemburgo.
Sergipe: José Eduardo Dutra e Almeida Lima.
Alagoas: Fernando Collor, Ronaldo Lessa e Renan Calheiros.
Paraíba: José Maranhão e Roberto Cavalcante.
Pernambuco: Severino Cavalcanti, Humberto Costa, Maurício Rands, José Múcio Monteiro, João Paulo, Carlos Eduardo Cadoca, Renildo Calheiros e Inocêncio Oliveira.
Bahia: José Sérgio Gabrielli, Geddel Vieira Lima, Jacques Wagner, João Henrique e Haroldo Lima.
Rio Grande do Norte: Henrique Eduardo Alves, Garibaldi Alves, Iberê Ferreira e Fátima Bezerra.
Ceará: Inácio Arruda, José Nobre Guimarães, Eunício de Oliveira, José Pimentel e Luizianne Lins.
Piauí: Wellington Dias e Wilson Martins.
Amazonas: Alfredo Nascimento, Amazonino Mendes, Omar Azis e João Pedro.
Roraima: Romero Jucá e Flamarion Portela.
Rondônia: Valdir Raupp, Eduardo Valverde, Confúcio Moura, Acir Gurgacz, Fátima Cleide e Ivo Cassol.
Acre: Tião Viana, Sibá Machado, Rodrigo Pinto, e Jorge Viana.
Amapá: José Sarney e Gilvam Borges.
Distrito Federal: Erenice Guerra, Gim Argello, Valdomiro Diniz, Tadeu Felipelli e Agnelo Queiroz.
Pará: Ana Júlia Carepa, Jáder Barbalho e Alcione Barbalho.
Maranhão: José Sarney, Roseana Sarney, Fernando Sarney, Sarney Filho, Ricardo Murad, Jorge Murad, Edison Lobão, Edison Lobinho, Flávio Dino e Epitácio Cafeteira.
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http://veja.abril.com.br/blog/augusto-nunes/
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(*) FIM DO BAILE - música. Porca véia.
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ELEIÇÕES 2010 [In:] 1° DE MAIO. DIA DE CAMPANHA...
Por Reinaldo Azevedo

PRONUNCIAMENTO DE LULA MERECE UMA AÇÃO NO TSE; PRESIDENTE MENTE SOBRE AUMENTO REAL DO MÍNIMO; APARIÇÃO NA TV VIOLA UMA PENCA DE REGRAS
Se tiverem paciência, segue a íntegra do pronunciamento de Lula, ontem, na TV. Volto seguida:
“Companheiras trabalhadoras e companheiros trabalhadores,
Esta é a última vez que falo com vocês, como presidente, para comemorar o nosso dia, o Dia do Trabalhador. E falo como sempre falei nos últimos sete anos: olhando nos olhos de cada um de vocês; e trazendo, mais uma vez, boas notícias.
No dia 1º de Maio, graças a Deus, temos comemorado, ano após ano do meu governo, o aumento do emprego, da massa salarial, do salário mínimo, do crédito e do poder de compra do trabalhador.
Temos comemorado também o crescimento vigoroso da economia e a clara retomada dos investimentos. E temos celebrado o fato de que o Brasil construiu uma democracia sólida e firmou um modelo de desenvolvimento baseado no crescimento sustentado, na distribuição de renda e na diminuição da desigualdade entre as pessoas e entre as regiões. Hoje temos orgulho do nosso país e somos respeitados pelo mundo.
Companheiras e companheiros,
Daqui a oito meses, deixarei a Presidência da República, cargo para o qual fui eleito duas vezes, pelo voto de milhões de brasileiros.
Olhando para o calendário, meu período de governo está chegando ao fim. Mas algo me diz que este modelo de governo está apenas começando. Algo me diz, fortemente, em meu coração, que este modelo vai prosperar. Sabe por quê?
Porque este modelo não me pertence: pertence a vocês, pertence ao povo brasileiro. Que saberá defendê-lo e aprofundá-lo, com trabalho honesto e decisões corretas.
Nesses últimos anos, o povo aprendeu a confiar em si mesmo. Aprendeu a não dar ouvidos aos derrotistas e à turma do contra; aos que diziam que o Brasil tinha de se contentar com um crescimento medíocre; aos que pregavam o conformismo diante da exclusão social e da injustiça.
A experiência do meu governo mostrou o contrário. O Brasil tem todas as condições de crescer a taxas robustas, na casa dos 5% ao ano, e assim, converter-se numa das maiores economias do mundo.
Basta manter um rumo claro e seguro, não perdendo de vista nunca que a inclusão social é o grande motor do desenvolvimento econômico. Só reduzindo a pobreza, continuando a retirar da miséria milhões de brasileiros, consolidaremos um amplo mercado interno de massas, capaz de estimular e sustentar um longo período de crescimento econômico.
Porque não pode existir um país rico com um povo pobre. Não pode haver um país forte com um povo miserável. Só é rico o país que descobre que o povo é sua maior riqueza. Só é forte a nação que se constrói mobilizando a energia, os sonhos e as esperanças de sua gente.
Este é o caminho que o Brasil aprendeu a trilhar nesses últimos anos. Estou seguro de que nada ou ninguém será capaz de nos afastar desse rumo.
Minhas amigas e meus amigos,
Hoje, estamos vivendo uma era de firme retomada do crescimento econômico. Posso dizer com orgulho que o Brasil deixou para trás as décadas de estagnação. Nem a crise financeira internacional, a mais grave das últimas décadas, foi capaz de nos deter. Já retomamos com vigor o caminho do desenvolvimento econômico.
Estamos vivendo também uma era de retomada do emprego e do trabalho. A taxa de desocupação caiu fortemente nos últimos anos, de 12,3% em 2003 para 7,2% hoje.
Em sete anos, o Brasil gerou mais de 12 milhões de empregos com carteira assinada. E, neste primeiro trimestre, mais 650 mil novos postos de trabalho formais, um recorde absoluto. Já se prevê que o país vai gerar mais de dois milhões de empregos este ano, o que seria a melhor marca da nossa história.
O Brasil não apenas tem criado mais empregos. Tem também criado empregos melhores. Em fevereiro deste ano, 50,7% dos trabalhadores tinham carteira assinada. Um salto e tanto em relação a 2003, quando essa percentagem era de 43,5%.
Os salários também aumentaram no período. O salário mínimo, graças a um aumento real de 74% ao longo do governo, é o mais alto dos últimos 40 anos. A massa salarial como um todo cresceu 42% no mesmo período, em termos reais.
Também estamos vivendo uma era de fortíssima inclusão social, graças ao Bolsa Família e a muitos outros programas do governo.
Nos últimos sete anos, 31 milhões de brasileiros entraram na classe média e 24 milhões saíram da linha da miséria. Deixamos de ser um país majoritariamente pobre. Hoje as classes A, B e C formam quase 70% da população.
Tudo isso está fazendo a roda da economia girar de forma sustentada. Como há mais gente consumindo, o comércio vende mais e aí tem de encomendar mais da indústria, que tem de investir mais e contratar mais trabalhadores, num círculo virtuoso, que impulsiona o país e seu povo para frente.
Minhas amigas e meus amigos,
Quando um país, como o Brasil, realiza algumas conquistas sempre esperadas, abrem-se, imediatamente, novos desafios para o dia de amanhã. Mais que nunca o Brasil está preparado para o futuro. Mas é preciso que a gente continue tomando as decisões certas, nas horas certas.
É isso que temos feito nos nossos projetos de longo e médio prazo, como o PAC-2 e o Pré-Sal. Logo, logo começaremos a explorar as gigantescas reservas de petróleo descobertas pela Petrobrás no pré-sal.
Seus recursos não devem ser gastos em bobagens ou no custeio de despesas correntes. Por lei, serão aplicados, obrigatoriamente, em educação, saúde, ciência e tecnologia, cultura e meio ambiente.
Temos em mãos um passaporte para o futuro, e não podemos desperdiçar essa chance.
Temos pela frente grandes oportunidades: a realização da Copa do Mundo e das Olimpíadas de 2016, gerando investimentos, emprego e renda. Estou seguro de que o Brasil mostrará ao mundo, mais uma vez, sua competência, criatividade e capacidade de trabalho.
O Brasil é um país sem limites para crescer. Não apenas porque tem grandes riquezas naturais. Mas principalmente porque tem um povo generoso, forte e criativo. Um povo maduro que sabe escolher, que trabalha duro e não desperdiça oportunidades.
Um povo que soube trazer nosso país até aqui e que saberá continuar conduzindo nosso Brasil no rumo certo.
Muito obrigado.
Boa Noite.
Comento
O que vai ali em destaque e muito claro: campanha eleitoral disfarçada, antecipada, feita com recursos públicos e com laivos de terrorismo eleitoreiro.
Ora, qual é a função do Tribunal Superior Eleitoral? Não é coibir apenas a campanha escancarada, feita sem cuidado pelos estabanados, mas essa de Lula: sub-reptícia, oblíqua, nas entrelinhas. É evidente que ele chama para si as conquistas do Brasil e diz que elas dependem da continuidade. E nós sabemos, porque está claro em toda parte, o que ele entende por “continuidade”.
A campanha está nos mínimos detalhes: “Olhando para o calendário, meu período de governo está chegando ao fim. Mas algo me diz que este modelo de governo está apenas começando…” Bastaria isso.
Diferenças
Há diferenças entre PRONUNCIAMENTO OFICIAL, como deveria ter sido o de ontem, PROPAGANDA INSTITUCIONAL e CAMPANHA ELEITORAL. Não para Lula. Tudo se mistura.
Num pronunciamento, uma autoridade convoca a população para alguma ação de interesse geral (vacinação, por exemplo) ou passa informações que são do interesse da coletividade — não do interesse do governante. Daí que os pronomes normalmente empregados sejam “nós” e “nosso”, e os verbos sejam conjugados na primeira pessoa do plural.
Lula empregou verbos (sete vezes) e pronomes (outras seis, sem contar os “meus amigos”…) na primeira pessoa do singular. A convocação de rede nacional de rádio e TV é uma prerrogativa do governo, mas é preciso haver um motivo.
A fala está aí acima. Ela não viola apenas a Lei Eleitoral. Viola também as regras para falar em rede. Lula uso o tempo para fazer propaganda do seu governo, de si mesmo e… de sua candidata.
Sabem o mais escandaloso? Na propaganda propriamente dita, aquela institucional, isso não poderia ser feito porque caracterizaria a quebra do principio da impessoalidade. Governos não podem pôr etiquetas em obras, por exemplo, ou usar símbolos que identifiquem a pessoa do governante. Foi o que Lula fez na TV: ficou “selando” as suas conquistas. Usa a máquina para alavancar a sua candidata e para cantar as próprias glórias. Viola a lei.
Qual é a diferença entre o que Lula fez ontem e uma propaganda do PT, por exemplo? Nenhuma! Até a linguagem é a mesma. Um governante não usa rede nacional para satanizar governos que o antecederam, por exemplo, e Lula fez isso.
Propaganda oficial
A propaganda oficial e de estatais já é uma farra. As empresas e instituições do Estado esquecem o seu objeto para fazer proselitismo do “novo tempo”. Assim, a CEF, o Banco do Brasil e a Petrobras não estão “vendendo” nada na TV. São mobilizadas, quase sempre, para exaltar o “novo Brasil”.
Das ou três linhas, na fala acima, tratam do Primeiro de Maio. O resto é propaganda pessoal e sugestão de “continuidade”. A candidata oficial está precisando de uma forcinha.
A mentira
Não tive tempo de verificar os números exaltados por Lula. Um deles é falso como nota de R$ 3 ou como as justificativas dos mensaleiros: o aumento real do salário mínimo não foi de 74%, mas de 49,5%. Nos oito anos do governo FHC, numa conjuntura internacional adversa e com a economia crescendo menos, o aumento real do mínimo foi de 47,4%. A política de aumento real TAMBÉM começou no governo passado!!!
Vai ver Lula está tentando tungar isso também de FHC…
Com a palavra, a Justiça, caso seja acionada!
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Revista VEJA.
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ELEIÇÕES 2010 [In:] ''SEGUUUUURA PIÃOOOOO!!!! "
Serra e Dilma, agendas similares
quinta-feira, 29 de abril de 2010 | 21:12
José Serra e Dilma Rousseff cumpriram o mesmo roteiro em Ribeirão Preto. (Montagem sobre foto AE)
José Serra (PSDB) e Dilma Rousseff (PT) cumpriram agendas parecidas nesta quinta-feira em Ribeirão Preto. Os dois, cada um em seu estilo, repetiram as mesmas estratégias eleitorais e abordaram temas parecidos. Eles colocaram chapeus para fotos, subiram em máquinas agrícolas e tiraram centenas de fotos com possíveis eleitores. A equipe de Dilma distribuiu um papel com um endereço eletrônico para que as pessoas possam baixar a foto tirada ao lado da candidata.
A candidata petista chegou pela manhã e gravou entrevista para uma afiliada da TV Bandeirantes. Teve que repetir uma das falas por ter errado o nome do canal e o horário (apesar de a gravação ser pela manhã só iria ao ar à tarde. em seguida, Dilma se dirigiu à Agroshow, feira agropecuária. Recebida pelos organizadores, ouviu elogios a programas de crédito do governo federal.
Dilma foi ainda a uma reunião fechada com membros da Associação Brasileira da Industria de Máquinas e Equipamentos. Os empresários do setor agrícola queriam discutir o setor - e saber se poderão sugerir um nome para ministro da Agricultura, caso ela seja eleita.
Ao fazer um breve discurso, Dilma defendeu programas do governo federal de crédito agrícola e de incentivo à compra de máquinas, defendeu o “diálogo” com o MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra), mas disse que “a ilegalidade não pode ser premiada” . Ela foi aplaudida duas vezes.
O tucano - Serra foi aplaudido quando disse que as invasões de propriedades rurais têm caráter político. Fez um discurso voltado aos produtores rurais. Disse que, se eleito, fará um governo que vai ” privilegiar a produção, sem trololó” e resolver a questão dos seguros rurais.
Dilma e Serra também comentaram a mais recente elevação da taxa básica dos juros. Ela disse que foi um ato corajoso do governo, para conter a inflação. Serra afirmou compreender esse argumento, mas atacou os altos juros no Brasil, tanto no governo Lula quanto no de Fernando Henrique Cardoso.
Serra terminou o dia com uma entrevista ao vivo na mesma emissora em que Dilma esteve pela manhã. Ele voltou a defender a criação de um ministério da Segurança Pública e criticou o que chamou de aparelhamento do estado pelo PT.
(Por Fernando Mello, de Ribeirão Preto)/VEJA.
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GOVERNO LULA 'BY TIME' [In:] LIDERANÇA EM DESTAQUE
Imprensa
Lula é eleito um dos líderes mais influentes do mundo
29 de abril de 2010
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi eleito uma das 100 pessoas mais influentes do mundo, segundo levantamento da revista Time, divulgado nesta quinta-feira. A lista - que está em sua sétima edição - é dividida em quatro grupos: líderes, heróis, artistas e pensadores, com 25 pessoas em cada um.
Lula aparece na categoria de líderes definido como "um autêntico filho da classe trabalhadora latino-americana". "Vivemos numa sociedade que está rapidamente se tornando parecida com a brasileira", diz o perfil do presidente brasileiro, escrito pelo cineasta Michael Moore.
Na mesma lista, ainda figuram o presidente americano, Barack Obama, o presidente da empresa de computadores pessoais Acer, J.T. Wang, o chefe do Estado-Maior Conjunto dos Estados Unidos, o almirante Mike Mullen, e a ex-governadora do Alasca e ex-candidata republicana à vice-presidência dos EUA, Sarah Palin. O diretor do Fundo Monetário Internacional (FMI), Dominique Strauss-Kahn, e os primeiros-ministros japonês e palestino, Yukio Hatoyama e Salam Fayyad, respectivamente, também aparecem na lista de líderes mais influentes do mundo.
Outras categorias - Entre as personalidades denominadas "heróis", aparecem o ex-presidente americano Bill Clinton e o ator Ben Stiller, pelos trabalhos que promoveram na reconstrução da sociedade haitiana, após a destruição provocada por um terremoto no início do ano. Também são lembrados esportistas como Serena Williams e Didier Drogba.
Na categoria de artistas, Lady Gaga é o grande destaque. A revista a define como "uma artista da performance" e "a arte personificada", e salienta a pouca idade da cantora, 24 anos, para exaltar ainda mais seu sucesso. Ainda constam no grupo a apresentadora Oprah Winfrey, a diretora vencedora do Oscar deste ano Kathryn Bigelow e o astro da série Crepúsculo Robert Pattinson.
Por fim, no grupo de pensadores mais influentes estão o executivo da Apple, Steve Jobs, a arquiteta anglo-iraquiana Zaha Hadid, o ex-presidente do Federal Reserve Paul Volcker e a juíza americana Sonia Sotomayor, que se tornou a primeira mulher de origem hispânica a ocupar um posto na Suprema Corte dos EUA.
"QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?"
30 de abril de 2010
O Globo
Manchete: Supremo confirma que anistia vale também para torturador
Num julgamento histórico, o Supremo Tribunal Federal manteve ontem, por sete votos a dois, a validade da Lei de Anistia, que desde 1979 beneficia tanto agentes do Estado como militantes da oposição que cometeram crimes na ditadura militar. A maioria dos ministros considerou que a anistia foi amplamente negociada entre civis e militares, tendo sido fator fundamental para a transição da ditadura para a democracia. O julgamento foi feito a pedido da OAB, que questionava a amplitude da lei com a intenção de excluir do perdão os crimes hediondos - como tortura, estupro e desaparecimento - praticados por militares. "Não consigo entender como a mesma OAB, que teve participação decisiva na aprovação dessa lei, venha rever o seu próprio juízo como se tivesse acordado tardiamente", disse Cezar Peluso, presidente do STF. A OAB reagiu dizendo que, na sua visão, o STF foi na contramão de uma tendência internacional, que considera a 'tortura como crime imprescritível. (págs. 1, 3 e 4 e editorial STF estabelece marco ao manter a Anistia")
Mancha no Golfo do México
Foto legenda: Óleo no mar: quatro estados americanos estão ameaçados. A Louisiana pode ter manguezais destruídos
Em cadeia de TV Lula defende a continuidade
Moore: mais uma história de amor
Privatização da Telebrás: absolvição
Empréstimos ficam mais caros no país
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Folha de S. Paulo
Manchete: Lei da Anistia fica como está, diz STF
Por 7 votos a 2, o STF (Supremo Tribunal Federal) decidiu que a Lei da Anistia, editada em 1979, não pode ser alterada para punir agentes do Estado que praticaram tortura durante a ditadura militar (1964-1985).
Os ministros do Supremo julgaram pedido da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil). Para a entidade, tortura é crime comum e imprescritível - quem o cometeu, portanto, não poderia ser beneficiado pelo perdão.
Após dois dias de julgamento, o tribunal entendeu que a lei foi "bilateral" e fruto de acordo político resultante de um "amplo debate" travado pela sociedade. Prevaleceu a tese do relator, Eras Grau, ele próprio preso e torturado na década de 70.
O julgamento encerra uma polêmica que dividiu o governo Lula entre os que queriam manter a lei, como a Advocacia-Geral da União, e os que queriam mudá-la, como a Casa Civil. (págs. 1 e A4)
Fernando Rodrigues
Tortura é repudiada, mas não condenada (págs. 1 e A6)
EUA tentam deter megavazamento
O óleo começou a vazar na semana passada, após explosão numa plataforma da BP que matou 11 pessoas e feriu 17. Diariamente, estão vazando no mar 5.000 barris.
A mancha deve atingir a costa hoje, ameaçando a fauna e a pesca no sul dos EUA. O governador da Louisiana, Bobby Jindal, declarou estado de emergência. (págs. 1 e A16)
Foto legenda: Barco atravessa mancha de óleo que vazou de plataforma no golfo do México, perto da Louisiana (EUA)
Revista 'Time' põe Lula entre as personalidades mais influentes
Como o nome de Lula apareceu encabeçando a lista na categoria de líderes, chegou a ser divulgado que o brasileiro era o mais influente. A revista esclareceu que não se trata de ranking. Os pré-candidatos à Presidência José Serra, Dilma Rousseff e Marina Silva elogiaram a escolha. (págs. 1 e A6)
Estudo investiga a influência da mãe na anorexia
Brasiguaios causam crise em cidade de MS
Em Pedro Juan Caballero, as lojas mantêm seguranças fortemente armados, informa o enviado especial Gustavo Hennemann. (págs. 1 e A12)
Zeca Pagodinho é indenizado por problema em voo
Cotidiano: Para embarque fluir, mais sete estações do metrô terão grade (págs. 1 e Esp. C1)
Editoriais
"Gente suspeita", acerca de discriminação nos EUA. (págs. 1 e A2)
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O Estado de S. Paulo
Manchete: Revisão da Lei de Anistia é rejeitada pelo Supremo
O Supremo Tribunal Federal concluiu que a Lei de Anistia é válida e, portanto, não se pode processar e punir os agentes de Estado que atuaram na ditadura e praticaram crimes contra os opositores, como tortura, assassinatos e desaparecimentos forçados. Depois de dois dias de julgamento, a maioria dos ministros do STF rejeitou ação proposta pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) nacional que questionava a concessão de anistia a agentes da ditadura e propunha uma revisão. No debate, venceu, por 7 votos a 2, a tese defendida na quarta-feira, primeiro dia de julgamento, pelo relator da ação no STF, Eros Grau, ele próprio vítima do regime militar. O ministro disse não caber no STF alterar textos normativos que concedem anistias e observou que a lei resultou de amplo debate que envolveu políticos, intelectuais e entidades de classe, dentre as quais a própria OAB. (págs. 1 e Nacional A4)
Ellen Gracie
Ministra do STF
“Não se faz transição pacífica entre um regime autoritário e a democracia sem concessões recíprocas”
Colunista
Dora Kramer
Em nome da história
No debate dos ministros do STF que manteve o texto da Lei de Anistia, o ministro Eros Grau foi ao ponto: os termos da lei foram intensamente negociados para dar início ao processo de transição democrática e por isso não podem ser julgados por parâmetros atuais. (págs. 1 e Nacional A6)
EUA: vazamento de óleo é 'catástrofe nacional'
Foto legenda: Mancha. Petróleo se espalha próximo a New Orleans (Louisiana)
Crédito ficou mais caro antes da alta do juro
Déficit do governo central já atinge R$ 4,6 bilhões (págs. 1 e Economia B4)
Por Dilma, Lula quer que PT intervenha em Minas (págs. 1 e Nacional A4)
Notas & Informações: A economia aquecida
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Jornal do Brasil
Manchete: Do euro para o ouro
A crise monetária simbolizada pelo rebaixamento da Grécia, Portugal e Espanha por agências de risco está gerando uma perda de confiança nas moedas em circulação. A ameaça é maior para o euro, já que a migração para o ouro como base de divisa é sinalizada pelo aumento do preço, reflexo da procura por investidores, países, fundos soberanos e de commodities. O descrédito já ameaça a própria unidade política da União Europeia. (págs. 1 e Economia A17)
A gafe da 'Time' com Lula
Foto legenda: Fúria das águas não diminui
Tragédia ambiental é a 2ª maior nos EUA
STF decide que tortura ficará sem punição
Procuradora é indiciada
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Correio Braziliense
Manchete: Crime da 113 Sul: Investigação de araque
PF acaba com a farra das restituições
R$ 664 bilhões
STF: anistia vale para torturador
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Valor Econômico
Manchete: Disputa entre fornecedores baixa custos de Belo Monte
O presidente da Toshiba T&D do Brasil, Luís Carlos Borba, diz que apresentou uma proposta ao consórcio Norte Energia para o dia do leilão e depois fez nova oferta, com condições melhores. A empresa produz alguns equipamentos no país, como transformadores, mas o objetivo é fornecer as turbinas que fabrica no Japão e estrear no mercado brasileiro. Para isso conta com o JBIC, bando de fomento japonês, que está oferecendo 130% em crédito com prazo de 18 anos e juros de cerca de 4,12% ao ano. "Esse é custo padrão para o risco Brasil, mas poderá ser reduzido para Belo Monte", disse Borba. Os 130% de crédito significam que o banco financia 100% dos equipamentos a serem importados do Japão e ainda 30% dos que seriam produzidos pela Toshiba no Brasil. (pág. 1)
Investidor busca título de longo prazo
PepsiCo investe na reciclagem de embalagens
O presidente da divisão de alimentos da PepsiCo para a América do Sul, Olivier Weber, explica que separar os materiais de compõem o saquinho - filmes plásticos e uma folha de alumínio, usada para manter o produto crocante - era praticamente impossível. Mas a indústria de embalagens conseguiu substituir a folha por um spray de alumínio. Para enfrentar outro desafio, a coleta dos saquinhos depois de abertos pelos consumidores, veio para o Brasil, a convite da PepsiCo, a americana Terracycle, que organiza o trabalho dos catadores e sua remuneração. (págs. 1 e B6)
Mudanças vão segmentar o Novo Mercado
A bolsa manteve a ideia de exigir oferta para todos os acionistas quando 30% do capital da companhia for adquirido. Mas a norma só valerá para empresas que não têm um controlador definido e para aquelas que não têm "pílula de veneno". As empresas com essa cláusula não precisarão adotar a nova norma. (págs. 1 e D1)
EUA decretam estado de catástrofe nacional por vazamento de petróleo no Golfo do México (págs. 1 e A11)
Financiamento Imobiliário
Banco privado retoma espaço
Rumo ao interior
Virada da maré
Ideias
Ideias
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RADIOBRAS.