A proposta deste blogue é incentivar boas discussões sobre o mundo econômico em todos os seus aspectos: econômicos, políticos, sociais, demográficos, ambientais (Acesse Comentários). Nele inserimos as colunas "XÔ ESTRESSE" ; "Editorial" e "A Hora do Ângelus"; um espaço ecumênico de reflexão. (... postagens aos sábados e domingos quando possíveis). As postagens aqui, são desprovidas de quaisquer ideologia, crença ou preconceito por parte do administrador deste blogue.
PENSAR "GRANDE":
[NÃO TEMOS A PRESUNÇÃO DE FAZER DESTE BLOGUE O TEU ''BLOGUE DE CABECEIRA'' MAS, O DE APENAS TE SUGERIR UM ''PENSAR GRANDE''].
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“Pode-se enganar a todos por algum tempo; Pode-se enganar alguns por todo o tempo; Mas não se pode enganar a todos todo o tempo...” (Abraham Lincoln).=>> A MÁSCARA CAIU DIA 18/06/2012 COM A ALIANÇA POLÍTICA ENTRE O PT E O PP.
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''Os Economistas e os artistas não morrem..." (NHMedeiros).
"O Economista não pode saber tudo. Mas também não pode excluir nada" (J.K.Galbraith, 1987).
"Ranking'' dos políticos brasileiros: www.politicos.org.br
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segunda-feira, abril 15, 2013
URUGUAI/JOSÉ MUJICA. POR QUEM OS SINOS DOBRAM
O rebelde desbocado
Presidente uruguaio desperta simpatia dentro e fora do país ao se pôr acima do bem e do mal, manusear a excentricidade e cultivar a marginalidade sem ligar para incongruências ou contradições

QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?
SINOPSES - RESUMO DOS JORNAIS
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CGU também será acionada para verificar atuação de ex-servidores em contratos irregulares
O Ministério das Cidades anunciou ontem a instauração de sindicância para investigar o uso de empresas de fachada por ex-servidores da pasta com o objetivo de fraudar o Minha Casa Minha Vida, principal programa habitacional do país. O caso foi revelado ontem pelo GLOBO. Em outra frente, a Controladoria Geral da União (CGU) vai atuar para descobrir como empresas do mesmo grupo repassam dinheiro público, fazem as obras e ainda fiscalizam a construção de habitações populares em cidades com até 50 mil habitantes. Deputados governistas e de oposição pediram apuração rigorosa do caso. (Págs. 1 e 3)
O comparecimento ficou na casa de 75%. Sem resultados oficiais, a expectativa era de vitória do presidente interino Nicolás Maduro, embora com uma margem menor, segundo analistas. (Págs. 1 e 24)
A Infraero, estatal que administra os aeroportos,vai receber um aporte de capital de R$ 1,7 bilhão do governo federal nos próximos meses. Mas, como esses recursos não serão suficientes para bancar seu programa de investimentos, a estatal pretende pedir mais recursos ao Tesouro Nacional. “Vamos precisar de outro repasse até o fim do ano”, disse Gustavo do Vale, presidente da Infraero, em entrevista ao Estado. A recente privatização de aeroportos transformou a Infraero em sócia minoritária, com 49% do capital, dos terminais de Guarulhos (São Paulo), Viracopos (Campinas) e Brasília (Distrito Federal). Com isso, ela perdeu parte da receita de alguns de seus aeroportos mais rentáveis. Para driblar as dificuldades de caixa, a estatal decidiu apostar em negócios que eram pouco relevantes para ela, como restaurantes, lanchonetes e estacionamentos. A empresa concedeu à iniciativa privada projetos de hotéis em sete aeroportos e está aumentando os estacionamentos. “Não éramos um poço de eficiência do ponto de vista comercial”, diz Vale. “Agora não dá mais para ser assim.” (Págs. 1 e Economia B1)
Gustavo do Vale
Presidente da Infraero
'Vamos fazer o IPO da Infraero. Mas não conseguiremos fazer a oferta de ações antes de 2016 ou 2017’.
O aspecto mais pernicioso da atual alta da inflação é sua tácita aceitação pelos brasileiros. É como se as coisas estivessem bem. Não estão. (Págs. 1 e Economia B2)
Para detentores de cargos públicos, princípio da publicidade prevalece sobre o da privacidade. (Págs. 1 e A3)
Um festival de contratos aditivados contaminou a obra e desfigurou o projeto original. Há empreiteiras que chegaram a assinar 17 termos aditivos. Todas já deixaram as obras e tiveram seus contratos considerados concluídos pela estatal Valec. Para trás, ficou um rastro de obras irregulares e construções não executadas, irresponsabilidades que custarão mais R$ 430 milhões aos cofres públicos. (Págs.1 e A16)
"A gente achava que com a Copa e a Olimpíada haveria uma falta muito grande de pilotos. A situação se inverteu, porque vemos agora o fechamento da Webjet, que supria bastante o mercado", afirmou Elones Ribeiro, do curso de ciências aeronáuticas da PUC-RS, uma das 10 universidades do país que formam pilotos. Segundo Ribeiro, os 60 alunos da turma que se formou em 2012 estão sem emprego na sua especialidade. A PUC e a Azul Linhas Aéreas têm um acordo pelo qual a companhia aproveita todos os graduados, mas no ano passado nenhum deles foi contratado. (Págs. 1 e B1)
A força do agronegócio, que vem colhendo supersafras, tornou o Centro-Oeste peça-chave na estratégia dos bancos. "Chegamos a dedicar agências exclusivamente ao agronegócio", diz Walter Malieni Júnior, vice-presidente de controles internos e gestão de riscos do Banco do Brasil. No Santander, a carteira de crédito no Centro-Oeste e Sul cresceu em 2012, enquanto nas demais regiões estancaram, diz Gilberto Abreu, diretor. É na agropecuária e na cadeia do setor que há demanda por crédito hoje, diz Fernando Freiberger, diretor de "corporate banking" do HSBC. Nos outros setores, está praticamente parada. (Págs. 1 e C1)
Roberto Martins, sócio-administrador da empresa, diz que não trabalha com metas quanto ao tamanho da área de cultivo e que a escala do negócio já garante economia na compra de insumos e na venda dos produtos. "Não vamos crescer por crescer. O objetivo é ser eficiente e lucrativo. Se o mercado de terras mantiver a tendência de alta, talvez não faça mesmo sentido expandir". (Págs. 1 e B16)
O desenvolvimento no campo dos motores acontece juntamente com a busca por materiais alternativos para tornar os carros mais leves, econômicos e limpos. (Págs. 1 e B11)
Futuro ministro da Micro e Pequena Empresa deveria construir uma ponte de inovação entre universidades e empresas. (Págs. 1 e A14)
Luiz Carlos Mendonça de Barros
Não serão só medidas clássicas como a elevação dos juros que vão tirar a dinâmica dos preços da perigosa trajetória atual. (Págs. 1 e A15)
O cruzamento das estatísticas da Polícia Militar com o número de estudantes das cidades com mais de 100 mil habitantes revela onde é maior o número de ocorrências nas instituições da rede de ensino particular, estadual e municipal. Patos de Minas tem a pior taxa, com 267,2 registros da PM para cada 100 mil estudantes.
O segundo lugar nada honroso fica com Juiz de Fora, com 180,4 ocorrências lavradas pelos policiais militares para cada 100 mil estudantes. Belo Horizonte aparece na 10ª posição, mas concentra 32% dos registros verificados em 29 cidades do estado. O governo prefere não classificar as escolas como seguras ou inseguras. (Págs. 1, 17 e 18)
Suspeito atirou nas vítimas sem anunciar os assaltos.
"Ele é frio e calculista", diz chefe da Polícia.
Com base nas investigações, ZH remonta a rota do matador. (Págs. 1, 4 a 10, Rosane de Oliveira, 14, Paulo Santana,39 e Editorial, 16)