A proposta deste blogue é incentivar boas discussões sobre o mundo econômico em todos os seus aspectos: econômicos, políticos, sociais, demográficos, ambientais (Acesse Comentários). Nele inserimos as colunas "XÔ ESTRESSE" ; "Editorial" e "A Hora do Ângelus"; um espaço ecumênico de reflexão. (... postagens aos sábados e domingos quando possíveis). As postagens aqui, são desprovidas de quaisquer ideologia, crença ou preconceito por parte do administrador deste blogue.
PENSAR "GRANDE":
[NÃO TEMOS A PRESUNÇÃO DE FAZER DESTE BLOGUE O TEU ''BLOGUE DE CABECEIRA'' MAS, O DE APENAS TE SUGERIR UM ''PENSAR GRANDE''].
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“Pode-se enganar a todos por algum tempo; Pode-se enganar alguns por todo o tempo; Mas não se pode enganar a todos todo o tempo...” (Abraham Lincoln).=>> A MÁSCARA CAIU DIA 18/06/2012 COM A ALIANÇA POLÍTICA ENTRE O PT E O PP.
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''Os Economistas e os artistas não morrem..." (NHMedeiros).
"O Economista não pode saber tudo. Mas também não pode excluir nada" (J.K.Galbraith, 1987).
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quarta-feira, outubro 24, 2007
XÔ! ESTRESSE [In:] "VACAS PROFANAS" (*)





CPMF/LULA/PSDB: "MEU BEM QUERER..." *
Rendido até aqui a conciliações que têm passado invariavelmente pelo atendimento de reivindicações fisiológicas das legendas que compõem o consórcio governista, Lula determinou à sua equipe que leve a negociação com o PSDB “ao limite do possível”. Limite que começará a ser estabelecido nesta quarta (24), em reunião que Lula pretende fazer com alguns ministros. Convocou-se também um encontro do chamado conselho político, integrado por líderes e presidentes de partidos governistas. De resto, Lula receberá no Planalto, pela manhã, os executivos das cem maiores empresas do país. Pedirá investimentos e apoio à CPMF. Quanto ao PSDB, além das pré-condições já expostas pelo líder do PSDB, Arthur Virgílio (AM), Lula determinou que sejam recolhidas as reivindicações dos governadores tucanos Aécio neves (Minas) e José Serra (São Paulo). O presidente enxerga as digitais de Serra e Aécio por trás do abrandamento da posição do tucanato. E deseja prestigiá-los. De fato, a cúpula do PSDB debruçou-se sobre o peitoril da janela que dá vista para o Planalto a partir de encontro que manteve com os dois governadores na última sexta-feira (19). Além das demandas que têm como chefes dos executivos de dois dos Estados mais importantes do país, Serra e Aécio miram 2010. Aécio já foi contatado pelo governo. Ouviu-o ministro Walfrido dos Mares Guia, coordenador político de Lula. Privadamente, o governador mineiro vem dizendo coisas assim: “Nós, do PSDB, não temos de ser como o PT, que, quando estava na oposição, via um vício de origem em tudo o que vinha do governo. Esse comportamento levou o PT a cometer equívocos históricos.” Lembra a oposição empedernida do PT ao Plano Real, à Lei de Responsabilidade Fiscal e à própria CPMF. Aécio acha, porém, que o Planalto precisa fazer a sua parte. No diálogo com Mares Guia, citou, entre outros exemplos, as alíquotas de PIS e Cofins que incidem sobre as empresas estaduais de saneamento. Disse que, nos dois últimos anos, esses tributos dobraram. Os Estados pagavam 3,2%. Passaram a pagar 7,6%. Só Minas Gerais recolhe aos cofres do Tesouro algo como R$ 150 milhões por ano. É dinheiro, diz Aécio, que deixa de ser investido em saneamento. Um contrasenso. Lula mostra-se aliviado com a novo ambiente que se estabeleceu no Senado a partir da saída de Renan Calheiros (PMDB-AL) da cadeira de presidente. Cobre de elogios o interino Tião Viana, a quem chama de político “jeitoso”. Foi Tião, aliás, quem mais insistiu para que o governo acelerasse os entendimentos com o PSDB. Sob pena de não obter os votos que faltam para a aprovação da CPMF. Estima-se que o governo dispõe, por ora, de 43 votos. Precisa de no mínimo 49. Para chegar ao plenário com folgas, evitando surpresas, necessita de algo como 55. Lideranças do DEM lamentam que Lula esteja levando o tucanato no bico. Argumentam, entre quatro paredes, que o parceiro de parceiro de oposição não se deu conta de que, aprovando a CPMF, estará tonificando os cofres de seu maior adversário na disputa presidencial de 2010. E alimentam uma ponta de esperança de que o entendimento dê em nada. Dentro do próprio PSDB há contrariedade com o comportamento benevolente do partido. Parte da bancada de deputados tucanos, que votou em peso contra a CPMF, julga-se traída. Mesmo entre os senadores, a maioria da bancada torce o nariz para a aproximação com o governo. Uma aproximação que, para se consumar, depende agora da disposição do Planalto de transigir. Algo que o grão-tucanato vai testar nos próximos dias.
Escrito por Josias de Souza, Folha Online. 2410
PF/OPERAÇÃO OURO BRANCO/COPERVALE/CASMIL [In:] LEITE VIDA CURTA
O delegado se recusou a fornecer o nome do presidente da cooperativa, mas a Folha apurou que ele se chama Luis Galberto Ribeiro Ferreira. O presidente é um dos 27 suspeitos presos durante a operação Ouro Branco, realizada anteontem pela PF nas cidades de Uberaba e Passos. Dos 27, 14 foram liberados ontem. A ação tinha o objetivo de desbaratar uma quadrilha que, segundo a PF, adulterava leite longa vida (de caixinha) no Triângulo Mineiro para aumentar o prazo de validade e o volume do produto. Além da Copervale, uma segunda cooperativa, a Casmil (Cooperativa Agropecuária do Sudoeste Mineiro), de Passos, estaria envolvida. Juntas, as duas produziriam 400 mil litros de leite por dia. Segundo a investigação, além da soda, outros produtos impróprios para o consumo, como água oxigenada e citrato de sódio, eram adicionados ao leite. A soda cáustica pode, por exemplo, danificar a mucosa intestinal, causando até perfurações. A água oxigenada pode gerar esofagite e gastrite.
Depoimento
"O presidente da empresa confirmou o uso da soda cáustica. Ouvimos funcionários desde os que faziam análise química do leite até o coordenador de todo o processo e a maioria também confirmou o uso da soda. Também disseram que não tomavam o leite porque poderia fazer mal", disse Silva. Além do presidente da Copervale, continuam presos em Uberaba três diretores, um químico e um fiscal do Ministério da Agricultura, suspeito de facilitação. Seus nomes não foram revelados pelo delegado. O químico seria o responsável pela fórmula adicionada no leite. Ele negou em depoimento, segundo o delegado, ter sido responsável pela fraude. Silva disse ainda que a PF vai investigar a possibilidade de o químico ter passado a fórmula para outras cooperativas. "Por isso é necessário analisar amostras de todas as marcas." "Começamos a receber ligações de funcionários de outras empresas do país dizendo que há vários locais colocando soda cáustica no leite", disse. As superintendências da PF no Paraná, no Rio Grande do Sul, no Espírito Santo e em Pernambuco já iniciaram a coleta de amostras de leite. Em São Paulo, a PF coletou amostras em Ribeirão Preto, São José do Rio Preto e Cruzeiro. Ontem, o Ministério da Agricultura divulgou nota dizendo que "encontrar indícios de fraudes em duas cooperativas não significa que a qualidade de todo o leite produzido no Brasil esteja comprometida".
Outro lado
O advogado da Copervale, Paulo Pimenta, afirmou ontem que a empresa não vai se pronunciar sobre o caso. Embora tenha acompanhado todos os depoimentos, ele se recusou a comentar as declarações que, diz o delegado Ricardo Ruiz, constam nos depoimentos dos funcionários e diretores sobre o uso de soda cáustica no leite.
Na Casmil, a Folha tentou contato com Evandro Lemos, que responde interinamente pela cooperativa, mas ele não respondeu ao recado deixado com a secretária.
CPMF: LULA EM CENA [ENCENA]

A reunião do Conselho Político formado por todos os líderes e vice-líderes dos 11 partidos aliados e pelos líderes governistas na Câmara e no Senado - estava inicialmente marcada para quinta. A antecipação do encontro foi tática para evitar "ciúmes" entre os aliados. Afinal, estará acontecendo um dia antes do encontro marcado com lideranças do PSDB, o pêndulo para a aprovação da CPMF no Senado. Os aliados votarão pela prorrogação da CPMF, mas também eles têm reivindicações para garantir o voto favorável à proposta do governo. O desafio é assegurar aos governistas um discurso político e a paternidade da defesa de redução da carga tributária. Ontem, Walfrido se reuniu com líderes governistas e com o líder do governo no Senado, senador Romero Jucá (PMDB-RR), e ouviu de todos o mesmo pedido: a redução da carga tributária. Jucá defendeu a redução gradativa da alíquota da CPMF, dos atuais 0,38% para 0,30% em 2010. A participação de Lula no Conselho Política estava "em aberto" na terça à noite. O presidente marcou um encontro de três horas com os pesos-pesados do PIB brasileiro, exatamente para discutir não apenas a prorrogação da CPMF, mas defender a desoneração tributária já aplicada pelo seu governo. Lula, mais uma vez, quer falar do entusiasmo que o Brasil provoca nos investidores estrangeiros e da percepção de não identificar esse mesmo impulso no empresariado nacional. No encontro, os empresários defenderão maior redução da carga tributária e deverão se posicionar em relação à CPMF. O Planalto já constatou que a contribuição não é identificada como um obstáculo ou mesmo um peso tributário para alguns setores industriais. Acredita, por exemplo, que as diversas federações e confederações não têm posições convergentes em relação à prorrogação ou não do tributo.
PSDB
Enquanto isso, o PSDB prepara o discurso para o encontro com o ministro da Fazenda, Guido Mantega, na quinta-feira. O partido está aberto à negociação e quer uma resposta objetiva do Planalto à demanda por redução de tributos, aumento de repasse de recursos a Estados e municípios e redução das despesas. Na terça-feira, a bancada do partido resolveu dar 15 dias de prazo para a resposta do governo. Nos bastidores, os comentários são de que o governo, provavelmente, fará concessões na reforma tributária acatando sugestões do partido. Assim, poderá compartilhar com o PSDB o discurso da desoneração tributária. Segundo uma fonte do governo, isso aconteceu nas eleições passadas, quando o partido ganhou o discurso da aprovação do Supersimples. O fato é que o prazo para aprovação da CPMF ainda este ano é apertado. O cronograma definido na terça pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) não é favorável ao Planalto. A relatora da proposta, senadora Kátia Abreu (DEM-TO), apresentará seu relatório contrário à prorrogação no dia 30. A partir daí, a Comissão vai promover uma série de audiências para ouvir empresários e ministros com o objetivo tácito de prolongar as discussões e tornar ainda mais rígido o calendário do governo. O Planalto tem como cenário a conclusão da votação no dia 20 de dezembro. No entanto, nem mesmo os líderes acreditam que será possível cumprir esse cronograma. Só uma negociação muito bem sucedida poderá levar o governo a garantir a prorrogação CPMF ainda este ano.
PR/AGRICULTURA ORGÂNICA [FRUTICULTURA]: QUALIDADE E RENDA
PAÍSES SUBDESENVOLVIDOS: "RICOS" EM DOENÇAS
Sem água potável
Ele acrescentou que os países do terceiro mundo consomem menos de 11% dos gastos mundiais em saúde. No mundo subdesenvolvido, estimou, existem 52 milhões de pessoas sem acesso à água potável e a serviços básicos. Além disso, há 120 milhões de pessoas sem acesso a serviços de saúde por razões econômicas e 107 milhões por razões geográficas. Na conferência "Saúde nas Américas", Lamy disse que a maior causa de morte no mundo são as doenças cardiovasculares, com 900 mil vítimas por ano. Depois vem o câncer de estômago, pulmão, cólon, mama e próstata, com 500 mil.
CPI/ONGs: VERBA$ GORDA$ [VIA "FAT"]: FHC II E LULA I
'QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?'
http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20071024/not_imp69693,0.php
Cabral defende aborto contra violência no Rio de Janeiro. O governador Sérgio Cabral Filho (PMDB), 44 anos, propõe a legalização do aborto como forma de conter a violência no Rio de Janeiro. Em entrevista ao G1 na última segunda (22), ele se valeu das teses dos autores de "Freaknomics", livro dos norte-americanos Steven Levitt e Stephen J. Dubner, que estabelece relação entre a legalização do aborto e a redução da violência nos EUA. G1. 24.10
Cooperativa confirma uso de soda cáustica em leite, diz PF.
http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u339290.shtml
Presidente Lula busca apoio de empresários à CPMF. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva se reúne nesta quarta-feira, no Palácio do Planalto, com cerca de cem dos maiores empresários do país sob o argumento de incentivá-los a aumentar os investimentos no país. No entanto, o objetivo principal do encontro será o de pedir o apoio à aprovação da PEC (Proposta de Emenda Constitucional) que prorroga a CPMF (Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira) até 2011, informa reportagem da Folha (íntegra só para assinantes da Folha ou do UOL). Segundo a reportagem, fora do Congresso Nacional, as principais críticas à CPMF têm partido da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo). Por isso, sob o argumento de que são as empresas as convidadas e não as entidades, Paulo Skaf, presidente da Fiesp, não foi chamado para a reunião. (...) O ministro já deu início, nos bastidores, às negociações com os partidos aliados. Walfrido também conversou com o governador de Minas Gerais, Aécio Neves (PSDB), na tentativa de convencer os tucanos a apoiarem a matéria no plenário do Senado. O ministro disse que, durante a reunião do conselho político, o governo fará uma análise das condições impostas pelo PSDB para o apoio à CPMF.
http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u339284.shtml
OPERAÇÃO PERSONA/PF: TEM "CI$CO" NA CAIXA-PreTa
RENAN CALHEIROS/PT/TUCA-NADA: NEM SEXTA, NEM QUINTA, NEM...
CPMF: ABERTA A TEMPORADA DE CAÇA$
Negociação
O Palácio do Planalto acredita que já encontrou os termos para negociar a prorrogação da CPMF com os tucanos. São dois pontos que devem entrar no debate exclusivamente sobre o imposto do cheque: a redução gradual da alíquota e o aumento do limite de isenção para o pagamento do tributo. Essa isenção pode ser aplicada para contribuintes que movimentam por mês até R$ 1,7 mil. Fora da CPMF, o governo trabalha com duas propostas: a redução da contribuição patronal para o INSS, hoje fixada em 20% do salário do funcionário, e a redução das alíquotas de PIS/Cofins para investimentos em saneamento básico. "Mas existe um porém: a medida provisória deve chegar antes da votação da CPMF. As coisas devem andar juntas. Vota-se a CPMF com a MP na mão", adverte o senador Francisco Dornelles (PP-RJ). O Planalto faria concessões, inclusive, atribuindo a "paternidade" de algumas propostas ao PSDB, o que selaria o entendimento para a votação da matéria ainda em 2007. Caso a votação se arraste por 2008, o governo terá que cumprir 90 dias sem a cobrança do tributo. O impacto nas contas públicas, conforme o Ministério da Fazenda, pode ultrapassar R$ 15 bilhões.
PSDB
O líder do PSDB no Senado, Arthur Virgílio (AM), apresentou na tarde desta terça-feira, no plenário, uma lista de "termos" que entrariam na negociação com o governo para garantir os votos necessários à prorrogação da CPMF até 2011. O ponto mais polêmico é a imposição de um redutor de 0,2% ao ano nos gastos públicos. "Para nós evitarmos essa espiral de elevação dos gastos correntes que inviabilizará o Brasil fiscalmente ao longo dos próximos tempos", argumentou. No discurso, o líder tucano também anunciou que o partido não fechará questão sobre o tema, ou seja, os 13 senadores do PSDB não serão punidos caso votem contrariamente à orientação da liderança do partido. O Democratas fechou questão contra a prorrogação da CPMF. Além do redutor de gastos públicos, o PSDB exige o atendimento de outros cinco pontos: a queda gradual da alíquota, hoje fixada em 0,38%, o compromisso de que o prazo de cobrança do imposto do cheque não passe de 2011, chamado por Virgílio de "prazo exíguo", que o governo se esforce para aprovar a reforma tributária (que tramita na Casa desde 2003), a desoneração de outros tributos e, por último, acréscimo nos investimentos em saúde. Também disse que o governo precisa sinalizar o incremento dos recursos compartilhados com estados e municípios. "Esses entes arcam com o grosso da formação do superávit primário que é necessário para o Brasil manter uma relação equilibrada entre a sua dívida pública interna e o seu Produto Interno Bruto", disse.
ROBERTO MALTCHIK Do G1, em Brasília. 2410