A proposta deste blogue é incentivar boas discussões sobre o mundo econômico em todos os seus aspectos: econômicos, políticos, sociais, demográficos, ambientais (Acesse Comentários). Nele inserimos as colunas "XÔ ESTRESSE" ; "Editorial" e "A Hora do Ângelus"; um espaço ecumênico de reflexão. (... postagens aos sábados e domingos quando possíveis). As postagens aqui, são desprovidas de quaisquer ideologia, crença ou preconceito por parte do administrador deste blogue.
PENSAR "GRANDE":
[NÃO TEMOS A PRESUNÇÃO DE FAZER DESTE BLOGUE O TEU ''BLOGUE DE CABECEIRA'' MAS, O DE APENAS TE SUGERIR UM ''PENSAR GRANDE''].
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“Pode-se enganar a todos por algum tempo; Pode-se enganar alguns por todo o tempo; Mas não se pode enganar a todos todo o tempo...” (Abraham Lincoln).=>> A MÁSCARA CAIU DIA 18/06/2012 COM A ALIANÇA POLÍTICA ENTRE O PT E O PP.
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''Os Economistas e os artistas não morrem..." (NHMedeiros).
"O Economista não pode saber tudo. Mas também não pode excluir nada" (J.K.Galbraith, 1987).
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quarta-feira, junho 16, 2010
GOVERNOS E DESGOVERNOS [IN:] O ESTADO ''SOMOS NÓS'' (ou Os ''nós'' dos Estados).
Falta futuro para Venezuela e Cuba
Autor(es): Agencia o Globo |
O Globo - 16/06/2010 |
Os adversários de Hugo Chávez são sempre acusados de corrupção e de crimes financeiros ou contra o povo. Feito isto, vão para trás das grades. A máquina de propaganda do governo, tipo rolo compressor, se encarrega de convencer os chavistas de que os adversários são os vendilhões do templo. Mas qualquer observador imparcial vê que não é assim. |
GOVERNOS E DESGOVERNOS [IN:] O ESTADO SOU EU...
Comida podre na Venezuela
O Estado de S. Paulo - 16/06/2010 |
Comida apodrece em portos da Venezuela, enquanto os consumidores enfrentam uma crise de abastecimento, com escassez de produtos no mercado e preços em alta. O governo joga a culpa da inflação nos fantasmas de sempre ? especuladores interessados em desestabilizar o regime do presidente Hugo Chávez. Mas os carregamentos abandonados e em deterioração foram importados pela PDVAL, uma subsidiária da Petróleos de Venezuela, a estatal convertida num dos principais instrumentos de intervenção na economia do País. Segundo admitiu o governo na semana passada, 30 mil toneladas de alimentos estavam se estragando em contêineres no Porto Cabello. De acordo com a imprensa oposicionista, o total passa de 75 mil toneladas, em vários portos.
A inflação da comida é mais um componente de uma situação muito difícil para a maior parte da população, já afetada pela falta de água, pela escassez de energia elétrica, pelas deficiências do investimento público e por uma situação econômica em deterioração cada vez mais sensível. Há anos o governo desperdiça o dinheiro do petróleo em ações destinadas a consolidar um regime cada vez mais centralizador e repressivo, em vez de aproveitá-lo para modernizar a economia, diversificar a produção e fortalecer o próprio setor petrolífero. A desapropriação e redistribuição de terras foi um fracasso. Isso não surpreende. Há uma distância enorme entre a tolice retórica a respeito da "soberania alimentar" e a criação de condições favoráveis à produção e ao abastecimento. Em todos os outros setores a intervenção oficial produziu resultados igualmente ruins. O governo reage à sucessão de fracassos com novas ações contra a oposição, contra a liberdade de informação e de opinião e contra o setor privado. Uma de suas últimas façanhas foi mandar prender o presidente da TV Globovisión. O empresário, dono também de uma distribuidora de carros, foi acusado de esconder automóveis para especular com os preços. O ridículo da acusação e a pobreza da justificativa de mais essa violência só não escandalizam os defensores do autoritarismo e da censura ? entre os quais se destaca o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Esse é o padrão Chávez. A cada novo desastre provocado por sua ambição de controlar toda a vida venezuelana, ele reage distribuindo acusações e praticando mais alguma arbitrariedade. Já impôs ao Congresso domínio suficiente para não encontrar oposição séria entre os parlamentares. Domesticou boa parte do Judiciário, mandando prender quem se atreve a assinar uma sentença contrária a seus interesses políticos. Dispõe de milícias para promover arruaças e intimidar quem tenta manter alguma independência de opinião. Inabilita profissionais, especialmente jornalistas e advogados, quando se tornam incômodos. As condições de abastecimento só não são piores na Venezuela porque ainda há algumas empresas privadas no setor. Mas o número diminui rapidamente. Na semana passada o governo anunciou a imposição de seu controle a mais 18 empresas do setor. O alvo principal de Chávez, agora, é a maior empresa privada do setor de comidas e bebidas, a Polar, já prejudicada pelo confisco de produtos. A desapropriação de mais uma grande empresa será uma nova oportunidade para a expansão da incompetência e da corrupção. |
ELEIÇÕES 2010/PAC/REAJUSTE APOSENTADOS [In:] REAJUSTAR É PRECISO
PARA AJUDAR DILMA, LULA NEGA ORIENTAÇÃO DA ÁREA ECONÔMICA
LULA DEMOROU A CONFIRMAR OS 7,7% PARA AJUDAR DILMA |
Autor(es): Agência O Globo/Cristiane Jungblut e Gerson Camarotti |
O Globo - 16/06/2010 |
Presidente sanciona reajuste que, para ministro, abalaria "solidez orçamentária"
Ao sancionar reajuste de aposentados, contrariando equipe econômica, presidente fatura junto com Congresso |
ELEIÇÕES 2010/PAC [In:] MAQUILAR É PRECISO
Resultado do PAC é inflado
Mesmo sem impacto no crescimento, financiamento a imóvel usado infla PAC |
Autor(es): Marta Salomon |
O Estado de S. Paulo - 16/06/2010 |
Uma parcela de 12% do valor total dos projetos do Programa de Aceleração do Crescimento tidos como “executados" não tem impacto sobre o crescimento econômico. Financiamentos para a compra de imóveis usados inflaram os resultados da PAC em R$ 47 bilhões.
Parcela de R$ 47,1 bilhões - de um total de R$ 395,8 bilhões tidos como executados em todo o programa - supera volume de empréstimos concedidos para construção ou compra de bens novos, indica levantamento feito pelo Tribunal de Contas da União Uma parcela de 12% do valor total dos projetos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) tidos como "executados" pelo governo não tem impacto sobre o crescimento da economia. Essa parcela trata de financiamentos para a compra de imóveis usados e inflou os resultados do PAC, ao fim de três anos, em pouco mais de R$ 47 bilhões. A crítica, feita na forma de "alerta", aparece no relatório de contas do governo aprovado por unanimidade pelo Tribunal de Contas da União (TCU). O relatório informa que, nesse tipo de operação de empréstimo, "não há impacto" nas contas que medem o crescimento da economia. Os financiamentos à compra de imóveis usados representariam "tão somente a mudança do proprietário do bem", afirma o texto aprovado pelo TCU na semana passada. O relatório completo está disponível na internet. O Estado ouviu o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a quem cabe calcular as taxas oficiais de crescimento. O coordenador de contas nacionais, Roberto Olinto, confirma a avaliação do TCU: "Não há impacto nenhum no crescimento." Segundo Olinto, a construção de imóveis tem impacto no crescimento, mas não a venda de imóveis já usados. "Poderiam até alegar efeitos indiretos, quando o vendedor do imóvel usado gasta todo o dinheiro na compra de outros bens produzidos, mas esses desdobramentos são muito difíceis de medir", observou. Ambiente econômico. A secretária de Habitação do Ministério das Cidades, Inês Magalhães, argumentou que os financiamentos a imóveis usados entraram na contabilidade porque são importantes para melhorar o ambiente econômico. "O imóvel usado não agrega, tudo bem. Mas o importante é a economia como um todo, e os financiamentos fazem a economia girar", alegou. As ações na área de habitação foram as que mais cresceram no período de três anos, entre o início do PAC e o balanço apresentado em dezembro de 2009, o último considerado na análise do TCU. A parcela de financiamentos à habitação representa sozinha cerca de 30% do total de investimentos e supera a área de petróleo e gás, a segunda do ranking em volume de recursos públicos e privados. De acordo com a análise do TCU, R$ 47,1 bilhões de um total de R$ 395,8 bilhões tidos como executados em todo o PAC referem-se exclusivamente ao financiamento de imóveis usados. Essa parcela supera o volume de financiamentos à construção ou compra de imóveis novos. Contabilidade. O relatório do TCU também chama a atenção para o fato de o governo não esperar a liberação do dinheiro pelas instituições financeiras para contabilizar as operações como empréstimos concedidos. Basta a assinatura dos contratos para o dinheiro entrar na contabilidade. O mecanismo é o mesmo usado para avaliar a execução de projetos na área de infraestrutura do PAC. Até o último balanço do PAC analisado pelo TCU, os financiamentos para imóveis novos e usados e para reforma haviam beneficiado 788 mil pessoas. No balanço do primeiro quadrimestre de 2010, esse número subiu para 893 mil empréstimos concedidos. O relatório de contas critica ainda o grande volume de despesas do PAC com dinheiro do Orçamento da União ainda pendentes de pagamento, os chamados "restos a pagar". O Programa de Aceleração do Crescimento é responsável pela maior fatia dos investimentos ainda não pagos. Parte da conta deverá ser transferida para o futuro governo. |
APOSENTADOS/COPA DO MUNDO/ELEIÇÕES 2010 [In:] VALE VOTO
LULA DÁ 7,7% A APOSENTADOS
REAJUSTE DE 7,7% VIRA REALIDADE |
Autor(es): Ana Paula Siqueira |
Jornal do Brasil - 16/06/2010 |
Contrariando o parecer técnico de sua equipe econômica, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou ontem o reajuste de 7,7% para aposentados e pensionistas que recebem mais de um salário mínimo.
Depois da queda de braço travada entre o Congresso Nacional e o Palácio do Planalto, o presidente Lula sancionou, terça-feira, o reajuste de 7,7% para os aposentados e pensionistas que recebem mais de um salário mínimo. O fim do fator previdenciário, entretanto, foi vetado. O dinheiro a mais virá da redução de despesas com emendas parlamentares e custeio. O benefício é retroativo a janeiro, deve ser processado em julho, e ser concedido a partir de agosto. Foram cerca de quatro horas de reunião entre Lula, sua equipe econômica e os ministro da Previdência Social, Carlos Eduardo Gabas, além do líder do governo na Câmara, Cândido Vaccarezza. O anúncio foi feito pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, a poucas horas da estreia do Brasil na Copa do Mundo. Mantega garantiu que não haverá redução em investimentos e que o reajuste será concedido de modo a não comprometer o equilíbrio fiscal. – Isso é sagrado – garantiu o ministro. Fazenda nega derrota Apesar de o governo negar que tenha cedido a pressões, o ministro admitiu que a aprovação do reajuste no Congresso gerou grande expectativa entre os aposentados e pensionistas. Mas descarta ter ocorrido derrota da equipe econômica para os parlamentares. Já o líder do governo na Câmara descartou que a decisão tenha sido tomada de olho nas eleições de outubro. – Se não tivesse condição de manter a responsabilidade fiscal, não seria mantido (o reajuste) – garantiu Vaccarezza. A diferença entre a proposta inicial encaminhada pelo Executivo, de 6,14%, e o que foi sancionado terça-feira pelo presidente, 7,7%, será de cerca de R$ 1,6 bilhão. A expectativa é reduzir os gastos na mesma proporção do reajuste concedido. Tempo O ministro da Previdência afirmou que o reajuste deverá começar a ser pago em agosto. Segundo Carlos Eduardo Gabas, é preciso tempo para fazer os ajustes necessários entre os 6,14% e os 7,7%. O pagamento retroativo deverá ser processado em julho. A questão operacional será decidida entre os ministérios da Previdência e Fazenda. Por outro lado, a oposição não descarta o caráter eleitoreiro da decisão tomada por Lua. Entretanto, avalia que foi uma atitude positiva. Para Alvaro Dias (PSDB-PR), um dos líderes da oposição no Senado, a decisão do presidente foi “lógica”, com o objetivo de evitar prejuízos políticos. – Ele agiu com certa habilidade, já que insinuou que poderia vetar – disse o senador tucano. Num tom mais crítico, o senador Mario Couto (PSDB-PA) não ficou muito satisfeito com o índice aprovado pelo Congresso. – É mais um quebra galho do que um aumento real – criticou. Força Sindical Apesar do clima de vitória, a Força Sindical divulgou nota afirmando que pretende dar continuidade aos debates sobre o fim do fator previdenciário. – O aumento é uma conquista do movimento sindical e uma derrota para os tecnocratas de alguns setores do governo que desejavam um reajuste bem menor – afirmou Miguel Torres, presidente em exercício da entidade. |
''QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?''
16 de junho de 2010
O Globo
Manchete: O aumento de 7,7% dos aposentados: Para ajudar Dilma, Lula nega orientação da área econômica
A três meses da eleição, o presidente Lula sancionou o reajuste de 7,7% concedido pelo Congresso a aposentados que ganham acima do mínimo. A decisão contrariou recomendações dos ministros da área econômica, que alertaram para o impacto nas contas - o custo total chegará a R$ 8,4 bilhões por ano. "Vamos deixar os velhinhos em casa, em paz", disse Lula. Nos bastidores, sabe-se que Lula havia decidido desde o inicio manter o reajuste, mas demorou a anunciá-lo para não deixar apenas com o Congresso os ganhos políticos da medida e ajudar a candidatura da petista Dilma Rousseff ao Planalto. O presidente vetou o fim do fator previdenciário, que coíbe aposentadorias precoces. O ministro da Fazenda, Guido Mantega, para quem o reajuste abalaria a "solidez orçamentária" do governo, agora disse que ele é possível, mas "vai doer". (Págs. 1, 3 a 12 e editorial "Interesse eleitoreiro na sanção do reajuste")
TSE multa PSDB por propaganda em site
Chávez persegue TV e afeta clientes de banco
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Folha de S. Paulo
Manchete: Lula cede a apelo eleitoral e dá 7,7% para aposentado
Para evitar desgaste eleitoral, o presidente Lula sancionou o reajuste de 7,7% aprovado pelo Congresso.
A decisão atinge 8,4 milhões de aposentados e pensionistas do INSS que ganham acima de um salário mínimo - 6% do eleitorado.
A medida contradiz declarações de Lula, que dera sinais de que vetaria os 7,7% e afirmou que não seria influenciado pela eleição.
Lula vetou o fim do fator previdenciário, fórmula que reduz os benefícios para quem se aposenta cedo.
O gasto adicional do governo com o reajuste será de R$ 1,6 bilhão só neste ano.
Dilma Rousseff (PT) e Marina Silva (PV) elogiaram a decisão. José Serra (PSDB) não comentou. (Págs. 1 e A4)
Vinicius Torres Freire
O problema nem é de ordem fiscal. Importa mais a indistinção política entre governo e oposição, misturados num caldo de populismo. (Págs. 1 e B4)
Relatório do TCU dá anistia a 'fantasmas' do Senado
Indicado por José Sarney ao TCU, o ministro Raimundo Carreiro também não viu problema em auxiliar de Roseana Sarney (PMDB-MA) não bater ponto. Os casos surgiram em 2009. (Págs. 1 e A9)
Austrália pede investigação de ações do Japão na caça à baleia
Editoriais
"A outra questão iraniana", sobre restrições à liberdade política naquele país. (Págs. 1 e A2)
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O Estado de S. Paulo
Manchete: Sob pressão eleitoral, Lula dá 7,72% para aposentados
Em ano eleitoral, o presidente Lula deu ontem sinal verde para o reajuste de 7,72% das aposentadorias maiores que um salário mínimo, conforme aprovado pelo Congresso. O índice implicará uma elevação de R$ 1,6 bilhão nas despesas do Orçamento, que previa aumento de 6,14%. A área econômica do governo, que pressionou pelo veto dos 7,72% até o último momento, perdeu a queda de braço para a área política. Os pagamentos de julho já virão com o índice novo. "O presidente nos autorizou a fazer cortes que vão compensar o gasto adicional", disse o ministro Guido Mantega (Fazenda). Ele afirmou que o governo cumprirá sua meta de desempenho fiscal. Por outro lado, Lula decidiu manter o fator previdenciário, que retarda a concessão das aposentadorias e cuja extinção também havia sido aprovada pelo Congresso. (Págs. 1 e Economia B1 e B3)
Análise: Rui Nogueira
Um desfile de dissimulações verbais
Foi tudo política e milimetricamente calculado. A meta de Lula era conquistar o coração e o bolso, em ano eleitoral, dos aposentados que ganham acima de um mínimo. (Págs. 1 e Economia B1)
Resultado do PAC é inflado
Chávez amplia seu controle sobre bancos
Delegado ligado a Tuma Jr. é exonerado (Págs. 1 e Nacional A7)
Reverter desmate custa R$ 6 bi por ano (Págs. 1 e Vida A17)
Visão Global: Ligação perigosa
Rolf Kuntz: O ectoplasma e o poder
Notas & Informações: A demissão, finalmente
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Valor Econômico
Manchete: Receita de dividendos da União já atinge R$ 26 bi
Em 2009, a receita do Tesouro com esses dividendos atingiu R$ 26,7 bilhões, enquanto a soma da arrecadação do II e da Cide-combustíveis foi de R$ 20,9 bilhões. Mas a receita de 2009 é um ponto fora da curva, pois foi ajudada por fatores atípicos que não irão se repetir. O Tesouro vendeu ao BNDES os direitos a rendimentos decorrentes da sua participação societária na Eletrobrás e, em troca, recebeu R$ 3,5 bilhões. O aumento dos dividendos pagos pelo BNDES foi decorrência da decisão do banco em distribuir o saldo remanescente da conta de Lucros Acumulados na forma de dividendos. (Págs. 1 e A3)
Marfrig vai emitir R$ 2,5 bi em debêntures
Ao Valor, o presidente da Marfrig, Marcos Molina, explicou que
"matar boi, a gente mata amanhã. Agora, desenvolver um produto é muito diferente". Molina referia-se aos constantes comentários no mercado de que a Marfrig poderia comprar frigoríficos de carne bovina. Em vez de simplesmente "matar mais bois", a Marfrig adquiriu, por US$ 1,26 bilhão, uma empresa que é uma das maiores fornecedoras no mundo de processados de carnes para McDonald's, Campbell's, Subway, ConAgra, Yum Brands e Chipotle, com receita líquida de US$ 6,4 bilhões em 2009. (Págs. 1 e D4)
TV volta a ter espaço no acesso à net
A Samsung foi a primeira a lançar no país sua linha de TVs com acesso à internet, em abril de 2009. A LG seguiu o mesmo rumo em maio deste ano, a Sony, em junho, e decidiu incluir o acesso à rede em todos os seus 25 modelos. "Neste ano os aparelhos com acesso à internet deverão representar de 10% a 12% do total das vendas", afirma o gerente de linhas de TV da Samsung, Rafael Cintra. A expectativa dos fabricantes é que as vendas desses aparelhos atinjam 1 milhão de unidades em 2010, em um mercado de 11,5 milhões de aparelhos. Em 2011, ao menos metade dos lançamentos será de modelos conectados. (Págs. 1 e B3)
Dunga irrita patrocinador e torcedor
A Copa do Mundo testa a potência dos motores da internet no mundo. Durante o primeiro dia dos jogos, mais de 12 milhões de pessoas por minuto visitaram sites atrás de conteúdo relacionado aos jogos, um recorde. A marca anterior - com 8,6 milhões de usuários - pertencia ao anúncio da vitória de Barack Obama nas eleições americanas, em novembro de 2008. (Págs. 1, B2, B7 e D2)
"Soja Ronaldinho" em campo argentino
Telefónica faz nova investida e pede mais dividendos à PT caso a Vivo seja vendida (Págs. 1 e D9)
Balança comercial da zona do euro sai do vermelho em abril (Págs. 1 e A11)
Mais acidentes na construção
Lula mantém fator previdenciário
Bradesco mira pequena empresa
Aposta na pupunha
Carne rastreada
Poupança visa gasto com saúde
CEF planeja recebível imobiliário
Bolsa 'garante o resultado'
Direito empresarial
Justiça na saúde
Ideias
A melhor política para a Europa é adotar medidas que sustentem forte crescimento da demanda no curto prazo. (Págs. 1 e A13)
Ideias
Com o fim do euro forte, não há como deixar de pôr o câmbio no centro do debate dos rumos da economia brasileira. (Págs. 1 e A13)
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