A proposta deste blogue é incentivar boas discussões sobre o mundo econômico em todos os seus aspectos: econômicos, políticos, sociais, demográficos, ambientais (Acesse Comentários). Nele inserimos as colunas "XÔ ESTRESSE" ; "Editorial" e "A Hora do Ângelus"; um espaço ecumênico de reflexão. (... postagens aos sábados e domingos quando possíveis). As postagens aqui, são desprovidas de quaisquer ideologia, crença ou preconceito por parte do administrador deste blogue.
PENSAR "GRANDE":
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“Pode-se enganar a todos por algum tempo; Pode-se enganar alguns por todo o tempo; Mas não se pode enganar a todos todo o tempo...” (Abraham Lincoln).=>> A MÁSCARA CAIU DIA 18/06/2012 COM A ALIANÇA POLÍTICA ENTRE O PT E O PP.
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''Os Economistas e os artistas não morrem..." (NHMedeiros).
"O Economista não pode saber tudo. Mas também não pode excluir nada" (J.K.Galbraith, 1987).
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sábado, julho 31, 2010
EDITORIAL [In:] MUNDO CONTURBADO
O presidente que exige uma mulher no Planalto nega socorro à mulher condenada à morte por apedrejamento
Até na morte por apedrejamento o Irã dos aiatolás consegue ser mais brutal com as mulheres. Os homens, enterrados até a cintura, ficam com os braços livres para proteger o rosto. Nem isso será permitido a Sakineh Mohammadi Ashtiani, viúva de 43 anos, já punida com 99 chibatadas e agora à espera do ritual instituído em 1983. O Código Penal determina que as mulheres sejam enterradas até a altura do busto, com as mãos amarradas por cordas e o corpo envolvido por um tecido. Não podem sequer defender-se das pedras atiradas a curta distância sob o olhar da multidão reunida na praça.
O grupo de executores, liderado pelo juiz que assinou a sentença, inclui os jurados que ordenaram a condenação, parentes da vítima, figurões da comunidade e voluntários anônimos. Todos são homens: no Irã, mulheres não apedrejam; só podem ser apedrejadas. Para que a plateia não se sinta frustrada pela morte rápida, as pedras que circundam o alvo são pequenas. O juiz atira a primeira. A agonia que se encerra com o traumatismo craniano não dura menos que uma hora.
Tanto pelo espetáculo da perversidade primitiva quanto pela ausência de motivos para a condenação, o caso de Sakineh provocou uma intensa mobilização na internet. Como em quase todos os países, multidões de brasileiros decidiram lutar pelo cancelamento do espetáculo da barbárie. E alguém teve a ideia de lançar a campanha “Liga, Lula”, inspirada na convicção de que Mahmoud Ahmadinejad não se negaria a atender a um pedido de clemência formulado pelo amigo brasileiro.
Lula também acha que ouviria um sim. Mas não vai ligar. Caso ligasse, não iria além de observações sobre o método escolhido para o assassinato. “Eu, sinceramente, não acho que nenhuma mulher deveria ser apedrejada por conta de… ter, sabe, traição”, gaguejou nesta quarta-feira. Adultério – ou “traição”, prefere Lula – não chega a ser um crime hediondo, certo? Se é assim, estariam am de bom tamanho a cadeira elétrica, uma injeção letal, a câmara de gás, até mesmo a forca. Matar a pedradas pode parecer um exagero aos olhos dos ocidentais, talvez ponderasse na conversa telefônica.
Mas a conversa não haverá, sublinhou a continuação da discurseira. “Um presidente da República não pode ficar na internet atendendo tudo que alguém pede de outro país”, justificou-se. “Veja, eu pedi pela francesa e pelos americanos que estão lá, pedi para a Indonésia por um brasileiro, pedi para a Síria por quatro. É preciso cuidado, porque as pessoas têm leis, as pessoas têm regras, as pessoas, sabe… Se começam a desobedecer as leis deles para atender o pedido de presidentes, vira uma avacalhação”.
Avacalhar quer dizer desmoralizar, ridicularizar, tratar desleixadamente, não levar a sério. Não combina com a história de Sakineh. Mas a expressão usada pelo campeão da vulgaridade se ajusta admiravelmente ao próprio governo: a Era Lula é uma avacalhação. Há sete anos e meio, em seus vários significados, o verbo é conjugado o tempo todo pelo governo em geral e pelos condutores da política externa em particular.
Lula se desmoraliza ao tratar como problema político uma causa humanitária. Para defender o parceiro, virou ajudante de carrasco. Não pode ser levado a sério alguém incapaz de compreender que os direitos humanos prevalecem sobre todas as leis ou regras. Lula encara dramas com desleixo e participa de chanchadas com muita aplicação. É ridícula, enfim, a argumentação invocada para mascarar a verdade escancarada. Para recusar ou endossar pedidos, para estuprar ou tratar respeitosamente normas legais, Lula não se orienta por princípios. Segue a partitura do hino à avacalhação.
O que importa é a conveniência eleitoreira, o parentesco ideológico, a cumplicidade mafiosa. Fidel Castro, por exemplo, emplacou três pedidos em três anos. Foi para atender ao ditador-de-adidas que o presidente autorizou a deportação dos pugilistas Guillermo Rigondeaux e Erislandy Lara, fez que não leu a carta da blogueira Yoani Sanchez e acusou o preso político Orlando Zapata de se se deixar morrer no 85° dia da greve de fome. Hugo Chávez emplaca todos, até os que declamados ao som da lira do delírio. Foi para agradar ao bolívar-de-hospício que Lula violentou as leis de Honduras e transformou em pensão a embaixada brasileira. É para ajudar o comparsa venezuelano que hostiliza o governo colombiano e afaga as FARC.
Para eleger Dilma Rousseff, tornou-se um colecionador de delinquências eleitorais. Para fechar negócio com José Sarney, promoveu-o a homem incomum. Para chegar à presidência, exigiu que os corruptos fossem justiçados. Para consolidar-se no poder, tratou de nomeá-los amigos de infância. No momento em que se recusou a estender a mão a Sakineh em respeito às leis do Irã, estava ajudando Hugo Chávez a desrespeitar as leis da Colômbia. Enquanto o chefe adulava os narcoterroristas das FARC, o ministro Celso Amorim tentava estuprar a legislação israelense que proíbe a entrada na Faixa de Gaza de autoridades estrangeiras que podem ser utilizadas pelo Hamas como peças de propaganda.
Lula acha que uma brasileira merece a Presidência sobretudo por ser mulher. Mas acha que não merece misericórdia uma iraniana que só foi condenada à morte por apedrejamento porque é mulher. Anda chorando quando lembra que a longa temporada no poder está acabando. Não se comove com a prisioneira angustiada com a aproximação do fim macabro. Pune brasileiros que dão palmadas nos filhos. Absolve iranianos que matam a pedradas.
O candidato sem chances ao Nobel da Paz nem imagina o que é um humanista. Desde sempre fez a opção preferencial pelos pastores da violência. Dilma Rousseff acha que todas as mulheres devem apoiá-la porque é mulher. Não deu um pio sobre a saga da iraniana que vai morrer por ser mulher. Lula só pensa em Lula. Dilma não consegue pensar.
Como Sakineh, o Brasil merece e precisa ser salvo. Ela depende da solidariedade internacional para livrar-se do horror. O país só depende da sensatez dos brasileiros.
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VEJA. 30/07/2010
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Atualizado em 30/07/2010 - 17:29
José Antonio Lima

Após nove anos de ocupação do Afeganistão pelos Estados Unidos e seus aliados, o fim do grupo radical islâmico Talibã não parece mais uma opção factível. Há um consenso entre os líderes da coalizão de que a administração americana e o presidente afegão, Hamid Karzai, terão que fazer acordos com os membros mais moderados da facção para estabilizar o país a ponto de permitir o fim da ocupação. A opção pela negociação é elogiada por analistas e generais, mas é encarada com enorme ceticismo por organizações ligadas aos direitos humanos e, principalmente, pelas mulheres afegãs. Se o grupo radical ganhar espaço político e influência oficial nos rumos do país, as poucas liberdades que as mulheres conseguiram conquistar nos últimos anos estarão em perigo.
Em quase todos os períodos da história do Afeganistão, antiga ou recente, as mulheres foram as mais afetadas pelas tragédias vividas pelo país. O governo progressista de Mohammad Daoud Khan (1973-78) foi um dos poucos no qual houve melhorias. Com ele no poder, as mulheres das maiores cidades começaram a entrar no mercado de trabalho e a desfrutar de algumas liberdades. O governo comunista que depôs Khan (em 1978) reprimia comportamentos e rituais tribais e também melhorou a situação das mulheres, tornando compulsória a educação feminina, proibindo casamentos de menores de 16 anos e abolindo o pagamento por noivas. As mulheres ganharam importância como médicas, professoras e até na política, mas a emancipação feminina parou por aí.
Durante os dez anos de ocupação soviética (1979-89), algumas conseguiram manter seus status, mas a chegada ao poder dos mujahedin (“guerreiros santos”) e, depois, do Talibã (1996-2001), colocou fim a qualquer chance de as mulheres terem algum protagonismo na história do Afeganistão. O regime draconiano do Talibã proibiu que as mulheres estudassem e trabalhassem, deixando a prostituição e a mendicância como única alternativa para muitas médicas e professoras. Só após a chegada ao poder do atual presidente, Hamid Karzai (2004), as mulheres conseguiram reiniciar a busca por direitos iguais. Este processo, no entanto, ainda é incipiente. Ao mesmo tempo que é possível ver mulheres na política e no Exército afegão – ainda que lutando contra o preconceito – há garotas sendo atacadas com ácido apenas por insistirem em frequentar uma escola. Outras são mutiladas, como Bibi Aisha, que estampa a já histórica capa da revista Time (imagens fortes) que chegou às bancas dos Estados Unidos na quinta-feira (28). Atos bárbaros como esse, perpetrados pelo Talibã, fazem com que aumente a preocupação com os direitos das mulheres à medida que o governo afegão faz esforços para negociar a paz com indíviduos moderados do grupo.
A palavra de ONGs como Human Rights Watch e Women for Afghan Women é vastamente reproduzida pela mídia. As mulheres afegãs, no entanto, têm pouquíssimas possibilidades de se fazerem ouvir pelo resto do mundo. Uma iniciativa que tem ajudado a modificar esse quadro é o Projeto de Literatura de Mulheres Afegãs (AWWP, na sigla em inglês), fundado pela escritora americana Masha Hamilton em 2009. O AWWP reúne cerca de 45 afegãs, que participam de workshops online ministrados por Masha e outras escritoras, além de poetisas, jornalistas e professoras voluntárias. O contato se dá por meio de conexões seguras na internet, e novas participantes só chegam ao projeto se forem chamadas por amigas que já recebem orientação ou por membros do AWWP que estão no Afeganistão. Os cuidados são necessários para evitar a publicidade excessiva do programa em uma sociedade na qual a subserviência da mulher é parte central do ideário coletivo.
O preconceito é uma das grandes barreiras que as escritoras do AWWP precisam superar para divulgar as histórias de seu cotidiano. "Escrevo em Farah, um província no oeste do Afeganistão com um baixo nível de educação, e muitos homens não gostam que eu escreva e não entendem por que eu faço isso", escreveu no site uma mulher identificada apenas como Seeta. "Eles tentaram me fazer parar, mas eu nunca desisto", diz. Tabasom, que também não usa seu sobrenome, caminha quatro horas até uma cidade grande para conseguir uma conexão com a internet. Ela recebeu um laptop do AWWP e conta com a ajuda do irmão, que caminha com ela sempre que Tabasom deseja publicar textos no site. Se andasse sozinha, ela provavelmente seria castigada pelo Talibã, que ainda controla a província em que ela mora e não permite que uma mulher saia sem a companhia de um homem.
O domínio que o Talibã tem nas duas maiores províncias do sul do Afeganistão – Helmand e Kandahar – é conhecido, mas nos últimos meses pelo menos oito províncias do norte do país estão sob pesado ataque de insurgentes. Na quarta-feira da semana passada (21), insurgentes tomaram um posto policial no distrito de Dahne Ghore, na província de Baghlan, e decapitaram seis policiais. A simples aproximação de integrantes do Talibã das cidades tem feito com que as mulheres das províncias do norte, antes a região mais segura do país, passem a usar a burca com mais frequência. É com os membros moderados deste grupo que os Estados Unidos e o governo do Afeganistão pretendem negociar. “Essas mulheres não sentem que haverá um Talibã moderado que vai preservar seus direitos de estudar, trabalhar ou mesmo de sair de casa para ir ao médico”, disse Masha Hamilton a ÉPOCA (confira a entrevista íntegra).
No site da AWWP, um dos depoimentos mais significativos é intitulado “Caro presidente Obama”. No texto, uma afegã chamada Shogofa faz um apelo para o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama. “Aqui todos pensam em política, mas ninguém pensa na vida humana”, diz ela. Shogofa, em um texto que é também um protesto contra a ocupação americana – ainda mais exposta pelos escandalosos documentos divulgados pelo site Wikileaks nesta semana – segue dizendo que o Afeganistão está cansado de guerra e não precisa de armas, mas sim de educação. “Em vez de mandar um exército para matar, envie professores. Mostre ao meu povo como trabalhar unido”, diz.
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http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI158852-15228,00-A%20VOZ%20DAS%20MULHERES%20AFEGAS.html
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América Latina
Farc propõem diálogo com presidente eleito da Colômbia
Proposta foi divulgada em um vídeo feito pelo líder máximo da guerrilha
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As Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc ) propuseram ao presidente eleito do país, Juan Manuel Santos, um diálogo para buscar uma saída política ao conflito armado. A mensagem foi divulgada em um vídeo, publicado na internet nesta sexta-feira pela revista Resistência. Santos toma posse em 7 de agosto.
"O que estamos propondo hoje, mais uma vez, é que conversemos (...). Continuamos empenhados em buscar saídas políticas. Desejamos que o futuro governo reflita, que não engane mais o país", disse Alfonso Cano, chefe máximo das Farc, no vídeo, filmado nas montanhas da Colômbia e datado de julho de 2010.
A gravação, apresentada em três partes e com uma duração de mais de meia hora, foi divulgada pela revista Resistência, que tem um blog na internet. Segundo o ministério da Defesa colombiano, trata-se de um veículo de divulgação da guerrilha.
"Temos de conversar. Falemos da indignidade que representa ter na Colômbia sete bases com tropas militares dos Estados Unidos", disse. "Temos de tocar neste ponto." Ele se referia ao acordo firmado entre Bogotá e Washington, em 2009, permitindo que soldados americanos utilizem bases colombianas.
O guerrilheiro também sugeriu abordar os temas dos direitos humanos, do direito internacional humanitário, dos prisioneiros de guerra e de outros temas políticos e econômicos.
Personagens - Cano é o chefe máximo das Farc desde a morte de Manuel Marulanda "Tirofijo" de causas naturais.
Santos, que foi ministro da Defesa do governo de Álvaro Uribe, foi também o responsável por duros golpes contra a guerrilha. Entre eles, está uma operação no Equador, em 2008, que resultou na morte do número dois das Farc, Raúl Reyes.
Uma pesquisa do Instituto Gallup, divulgada nesta sexta-feira, mostra que o futuro presidente da Colômbia assumirá o poder com aprovação de 76% dos colombianos, um ponto percentual acima de seu antecessor, Álvaro Uribe.
Guerrilha – Desentendimentos sobre as Farc provocaram a atual crise entre a Colômbia e a Venezuela, que tem sido o assunto de inúmeras reuniões entre líderes sul-americanos.
A tensão entre os dois países aumentou, em 22 de julho, depois que Bogotá apresentou na Organização dos Estados Americanos (OEA) documentos e fotos, apontando a presença de 1.500 guerrilheiros na Venezuela. O presidente Hugo Chávez reagiu, rompendo relações com a Colômbia e colocando soldados de prontidão na fronteira.
(Com Agência France-Presse)/VEJA.
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sexta-feira, julho 30, 2010
ELEIÇÕES 2010 [In:] QUEM PODE, ''MANDA'', LOGO, ... ''COM QUE ROUPA EU VOU...?" (*)
Ciro diz que vai apoiar Dilma porque é uma decisão do partido
MÁRCIO FALCÃO
DE BRASÍLIA
O deputado federal Ciro Gomes (PSB-CE) afirmou nesta quinta-feira que é "disciplinado" e que vai apoiar a candidatura presidencial de Dilma Rousseff (PT) porque é uma decisão de partido.
Após um almoço de mais de uma hora com a petista, Ciro evitou dizer se vai participar da propaganda eleitoral da petista na TV. Segundo ele, seu empenho na campanha dependerá de suas "preocupações com o futuro do país".
Esse foi o primeiro encontro de Ciro com Dilma desde que o PSB rejeitou sua candidatura presidencial em troca da aliança com a petista.
"O apoio nunca esteve em discussão. Meu partido tem uma posição formal e eu sou disciplinado. [...] Quanto a engajamento e entusiasmo, na medida em que as minhas preocupações com o futuro do país vão se revelando, vai aumentando meu entusiasmo."
O deputado afirmou que ainda não concorda com o caminho escolhido pelo PSB nas eleições e lembrou sua relação pessoal com Dilma a quem chamou de "velha amiga".
"Eu considero ainda que meu partido não tomou a posição correta, tomou a decisão errada e acho que a democracia brasileira perdeu a oportunidade de ampliar o debate e a discussão, mas como eu amo a democracia, e na democracia não são as opiniões individuais que devem prevalecer, deve prevalecer da maioria", afirmou.
Ciro disse que está disposto a receber Dilma para campanha no Ceará. "Você acha que se chegar lá uma pessoa como a Dilma, eu não vou receber? De maneira alguma."
Questionado se saiu diferente do almoço, Ciro foi irônico. "Estou com a mesma camisa e gravata", afirmou.
Após a decisão do PSB de não lançar candidatura própria, Ciro atacou Dilma e chegou a dizer que o candidato do PSDB, José Serra, era "mais preparado" para enfrentar qualquer crise nos próximos anos e afirmou que não participaria da campanha. A reconciliação de Ciro e Dilma teria sido patrocinada pelo presidente do PSB e governador Eduardo Campos (Pernambuco).
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(*) Com Que Roupa? Noel Rosa. (Composição: Noel Rosa).
"
pois eu quero me aprumar
Vou tratar você com a força bru.....ta, pra poder me
reabilitar
Pois esta vida não está sopa e eu pergunto: com que roupa?
Com que roupa que eu vou pro samba que você me convidou?
Com que roupa que eu vou pro samba que você me convidou?
Agora, eu não ando mais fagueiro, pois o dinheiro não
é fácil de ganhar
Mesmo eu sendo um cabra trapacei.....ro, não consigo ter nem pra gastar
Eu já corri de vento em popa, mas agora com que roupa?
Com que roupa que eu vou pro samba que você me convidou?"
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ELEIÇÕES 2010 [In:] VENHA A MIM, O VOSSO REINO...
Aumento da renda muda motivação do eleitorado na hora do voto
Autor(es): Mariana Jungmann, Agência Brasil, de Brasília |
Valor Econômico - 30/07/2010 |
Para o cientista político da Universidade de Brasília, David Fleischer, quem antes trocava o voto por um prato de comida nas eleições, poderá agora demonstrar preocupações menos imediatistas. "Essas pessoas que tiveram uma ascensão social estarão mais preocupadas em preservar algum patrimônio. Elas provavelmente mudaram o lugar de moradia, seus filhos agora estudam, e elas estarão preocupadas com essas coisas", disse. Na opinião de Fleischer, esses eleitores podem se tornar mais maduros no que se refere a questões como educação e saúde. Outro reflexo que pode ser sentido, segundo ele, é o de um maior conservadorismo ao analisar as propostas dos candidatos. "Esse ex-pobre tende a estar mais preocupado com questões como segurança pública e invasões de terra, e menos preocupado com os outros que continuam pobres", avalia o cientista político. O economista e pesquisador do Centro de Estudos Sociais da Fundação Getulio Vargas (FGV), Marcelo Nery, concorda que a chamada "nova classe C" irá imprimir mudanças no perfil dos eleitores no pleito de outubro. Segundo ele, os cidadãos que se enquadram nessa categoria já somam aproximadamente 50% da população e poderiam escolher sozinhos as eleições se votassem num único candidato. "É uma classe poderosa, mas não é homogênea", ressalva o economista. Nery concorda que esses eleitores devem "cobrar mais caro" por seus votos agora e tendem a ser menos vulneráveis à manipulação eleitoral. "Quando as pessoas saem da condição de miserabilidade, mudam o horizonte delas", afirmou. Esses resultados, de acordo com o economista, não são fruto apenas do aumento direto da renda - segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a renda média do trabalhador brasileiro subiu de R$ 1.694, em 2001, para R$ 1.808, em 2007. O crescimento constante da escolaridade - que começou há mais tempo, segundo ele - tem influência mais significativa na consciência eleitoral. "O brasileiro fez o seu dever de casa e pôs o filho na escola. Se você olhar e ver que coisas mais estruturantes como a educação estão crescendo junto com a renda, isso permite vislumbrar no futuro um nível maior de consciência e, no presente, um número menor de oportunismo", explicou. O pesquisador da FGV disse ainda que o processo de amadurecimento é natural quando se atinge um período longo de democracia, como está acontecendo agora com o Brasil. "Como democracia é uma coisa que se pratica, vamos começar a ver o resultado disso", afirmou Nery. |
''QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?"
30 de julho de 2010
----------------------------------------------------------Folha de S. Paulo
Mortalidade infantil registra queda de 54% desde 1990, mas progresso é bem menor entre bebês de até 28 dias
Dados do Ministério da Saúde apontam mudança no perfil da mortalidade infantil no país. Em 1990, bebês com até 28 dias respondiam por 49% do total da mortalidade de crianças com até um ano de idade. Em 2008, a participação saltou para 68% (alta de 39%).
Em 20 anos, o Brasil reduziu as mortes infantis (até um ano) em 54% graças a programas de vacinação e saneamento, entre outros fatores. Na faixa dos neonatais, porém, pesam fatores estruturais não resolvidos, como pré-natais deficientes e falta de UTIs neonatais.
Para o governo, 70% das mortes de recém-nascidos seriam evitáveis. (Págs. 1 e C1)
Análise
Quanto mais desenvolvido um país, maior o peso dos óbitos neonatais; avanço rápido fica difícil, escreve Hélio Schwartsman. (Págs. 1 e C4)
Uribe ‘deplora’ fala de Lula sobre Venezuela
De acordo com o porta-voz da Presidência, Marcelo Baumbach, "Lula tomou conhecimento das declarações e não considera apropriado que se responda". Internamente, o governo brasileiro achou exagerada a reação de Uribe, que deixa o cargo no dia 7. (Págs. 1 e A16)
Setor de tele deve receber investimentos de R$ 200 bi
Empresa argentina e consórcio europeu com fábricas no país vão fornecer turbinas a Belo Monte. (Págs. 1 e B4)
Gay pode pôr parceiro como dependente no IR, diz Receita
Para ter o direito assegurado, o casal terá de comprovar vida em comum, por mais de cinco anos. Não há lei que reconheça união estável de casais gays. (Págs. 1 e C8)
'Disciplinado', Ciro confirma que apoiará Dilma
Foi o primeiro encontro dos dois desde abril, quando o PSB descartou sua candidatura própria. (Págs. 1 e A7)
Polícia indicia Bruno e mais 8 sob acusação de assassinar Eliza (Págs. 1 e C7)
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O Estado de S. Paulo
Manchete: Uribe 'deplora' declaração de LulaO presidente colombiano, Álvaro Uribe, criticou o presidente Lula por ter qualificado a crise entre Colômbia e Venezuela meramente como um "conflito verbal". Em nota, Uribe disse que "deplora" o fato de que Lula, com quem afirma ter "cultivado as melhores relações", tenha se referido à crise "como se fosse caso de assuntos pessoais". Para Uribe, Lula ignora a "ameaça" que representa a presença de guerrilheiros das Farc na Venezuela. O brasileiro não quis comentar. Presente à reunião da União Sul-Americana de Nações (Unasul) para abordar a crise, o chanceler da Colômbia, Jaime Bermúdez, disse que não tinha "grandes expectativas" sobre o encontro, convocado pela Venezuela, e que seu país não recuaria da denúncia de que o governo de Hugo Chávez apoia as Farc. (Págs. 1 e Internacional A13 e A14)
"(Lula) ignora a ameaça que representa, para a Colômbia e o continente, a presença de terroristas das Farc na Venezuela"
Álvaro Uribe, presidente da Colômbia
Procuradoria investiga Tuma e Mercadante
Ficha Limpa
A lei que veta candidatura de políticos condenados pode atingir 338 nomes. O Estado mais atingido é São Paulo, com 46 impugnações. (Págs. 1 e Nacional A8)
Foto legenda: A prova de fogo do Rodoanel
'Passageiro' vai chefiar agência de transportes
Foto legenda: Berlusconi: palácio a venda
Gasto em ano eleitoral reduz superávit
Vale oferece R$ 2 bi pela Paranapanema (Págs. 1 e Economia B12)
Alta da inflação já não preocupa o BC (Págs. 1 e Economia B4)
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Correio BrazilienseManchete: Distritais estouram limite de gastos
Na conta da eleição
Senado: O plano dos supersalários
MPU inscreve só até hoje
Na Justiça por alimentos
Foto legenda: Indiciado e careca
América Latina: Lula irrita os colombianos
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Valor Econômico
Manchete: Oferta pela Paranapanema inquieta os minoritáriosEsses acionistas majoritários, com exceção da Sistel, também integram o bloco de controle da Vale. A coincidência societária é apontada como o grande problema do negócio, já que a presença dos mesmos acionistas no controle da Vale e da Paranapanema pode configurar conflito de interesses. (Págs. 1 e D1)
PIB caiu em julho, diz Fazenda
Jirau deve operar antes do previsto
Foto legenda: Mar aberto
'Bolsa da carne' vende só 465 bois em quatro meses
Pecuaristas acusam os frigoríficos de "jogo pesado" para evitar o modelo de depósito antecipado e conciliação de conflitos por meio de arbitragem interna. Já as indústrias reclamam do custo das operações e afirmam que os criadores não oferecem gado suficiente. (Págs. 1 e B12)
Votorantim Novos Negócios vai encerrar as atividades
Segundo o presidente da VNN, Paulo Henrique de Oliveira Santos, a decisão segue a reorganização interna do grupo, que voltou a dar prioridade a setores tradicionais, como cimento e celulose. Há dois anos, a Votorantim registrou prejuízo de R$ 2,2 bilhões com operações malsucedidas com derivativos. (Págs. 1 e B1)
CMN adia aplicação das regras contábeis para a cessão de carteiras de crédito (Págs. 1 e C1)
Bradesco assume a CPM Braxis
Pequenas e médias empresas
Parceria em pesquisa
Suzano na energia renovável
MT mira etanol de milho
Carnes para a Rússia
Parados na oficina
Ideias
O baixo grau de prestígio dos parlamentares não é uma peculiaridade brasileira; como mostra pesquisa em 19 países. (Págs. 1 e A9)
Ideias
Apesar do papel central dos EUA nas emissões mundiais, o Senado americano nada fez sobre as mudanças climáticas. (Págs. 1 e A13)
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RADIOBRAS.
quinta-feira, julho 29, 2010
BRASIL/ECT [In:] ... QUANDO O ''CARTEIRO'' CHEGOU E O MEU NOME GRITOU... *
E nos Correios, cai presidente. O único técnico
Correios, sob novo comando, entram na campanha |
Autor(es): Agência O Globo |
O Globo - 29/07/2010 |
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Sem vinculação partidária, Carlos Henrique Custódio foi demitido da estatal e será substituído por David José Matos, apadrinhado do PMDB do DF, de Joaquim Roriz. Lula demite presidente da estatal e nomeia dois novos diretores para a companhia a dois meses das eleições -------- (*) MENSAGEM. Isaura Garcia. (Aldo Cabral e Cícero Nunes, 1946). ''Quando o carteiro chegou e o meu nome gritou --------- |
ELEIÇÕES 2010/SENADO [In:] ''E DAÍ ? SE EU QUIZER FARREAR ..." *
Senadores usam servidores públicos em suas campanhas
Senadores põem na campanha assessores pagos pelo Congresso |
Autor(es): Leandro Colon |
O Estado de S. Paulo - 29/07/2010 |
Assessores pagos pelo Senado que oficialmente deveriam cumprir expediente nos gabinetes estão trabalhando para os senadores pedindo voto e coordenando a campanha dos parlamentares, informa Leandro Colon. Levantamento feito pelo Estado mostra que, dos 53 senadores que disputam as eleições, 33 aumentaram o quadro de servidores de confiança entre julho de 2009 e julho de 2010 e transferiram a maioria para seus Estados. Os senadores que não aumentaram também tiraram seus funcionários de Brasília. Só nos últimos 23 dias, desde o início da campanha, 53 assessores foram realocados. Desde fevereiro, foram cerca de 175. Hoje, há por volta de 1,1 mil assessores espalhados pelo País recebendo salários do Senado sem qualquer fiscalização. Levantamento feito pelo "Estado" identifica uma intensa transferência de servidores registrados em Brasília para os redutos eleitorais dos parlamentares; reportagem flagrou auxiliares que recebem salário do Senado atuando na campanha Uma tropa de cabos eleitorais pagos pelo Senado está trabalhando na campanha dos senadores candidatos nos Estados. São assessores que, oficialmente, deveriam apenas cumprir expediente nos gabinetes, mas estão nas ruas pedindo voto, coordenando e ajudando na corrida eleitoral dos parlamentares. Levantamento feito pelo Estado identificou uma intensa transferência de servidores registrados em Brasília para os redutos eleitorais dos senadores e a reportagem flagrou assessores que recebem salário do Senado atuando na campanha. A reportagem constatou que, dos 53 senadores que disputam as eleições, 33 aumentaram o quadro de servidores de confiança entre julho de 2009 e julho de 2010 e transferiram a maioria para os Estados. Quem não aumentou adotou a segunda manobra e tirou seus funcionários de Brasília. Só nos últimos 23 dias, desde o início oficial da campanha, 53 assessores foram realocados, segundo dados do sistema interno de Recursos Humanos, para os "escritórios de apoio" dos senadores, entre eles os dos candidatos Renan Calheiros (PMDB-AL), Marcelo Crivella (PRB-RJ), Heráclito Fortes (DEM-PI), Marconi Perillo (PSDB-GO) e Paulo Paim (PT-RS). Desde início de fevereiro, foram cerca de 175, uma média de uma transferência por dia. Os senadores aproveitaram a calmaria no Congresso - serão realizadas apenas duas semanas de votações até as eleições de outubro - para esvaziar seus gabinetes em Brasília. Hoje, há cerca de 1,1 mil assessores espalhados pelo País recebendo salários do Senado sem nenhum tipo de fiscalização por perto que os impeça de atuar como cabos eleitorais. Velho hábito. O Senado regulamentou no ano passado a antiga prática dos senadores de ter assessores de confiança nos escritórios regionais com um controle de frequência quase nulo. A campanha eleitoral deste ano é a primeira em que é possível saber o número oficial de funcionários do Senado à disposição dos parlamentares nos Estados durante a disputa, uma vantagem estrutural em relação aos demais adversários. Candidato a governador do Paraná, Osmar Dias (PDT) tem apenas três servidores oficialmente registrados em Brasília, informação confirmada ontem pela reportagem em visita a seu gabinete. Outros 21 estão como assessores no Estado. Primeiro-secretário do Senado e candidato à reeleição, Heráclito Fortes colocou 25 servidores no Piauí e deixou apenas 8 em Brasília. Vice-presidente da Casa e de olho na eleição para governador, o tucano Marconi Perillo deslocou 25 assessores para Goiás e manteve apenas quatro no Senado. Os campeões são Efraim Morais (DEM-PB) e Mão Santa (PMDB-PI). O paraibano tem, oficialmente, 52 servidores lotados em seu Estado durante a campanha, enquanto o peemedebista conta com 34. Em Santa Catarina, os dois senadores postulantes ao governo encheram seus escritórios de apoio no Estado. Dos 26 assessores de Raimundo Colombo (DEM), 20 trabalham em Santa Catarina. Entre os 22 funcionários de Ideli Salvatti (PT) no Estado está Claudinei do Nascimento. Além de secretário de finanças do diretório do PT, é um dos coordenadores de campanha de Ideli. Oficialmente, recebe salários do Senado como assessor no escritório de apoio dela, que tirou licença durante a campanha. São Paulo. Os dois senadores paulistas que disputam a eleição de outubro têm mais assessores nos Estados do que em Brasília. Candidato ao governo, Aloizio Mercadante (PT) tem 16 servidores em São Paulo e apenas cinco no Congresso. Já Romeu Tuma (PTB) goza dos serviços de 15 funcionários por perto. O senador Marcelo Crivella (PRB-RJ) faz parte do grupo que tem transferido assessores para o Rio nos últimos meses. São 20 até o momento ao lado do parlamentar. Um dado curioso: o senador Antônio Carlos Valadares (PSB-SE) não tem nenhum funcionário lotado em Brasília, mas 29 estão em seu Estado. A artimanha foi colocar servidores que vivem na capital federal como funcionários da liderança do PSB - o regimento permite que apenas gabinetes de senadores tenham assessores nos Estados. O presidente nacional do PT, José Eduardo Dutra, é o suplente na chapa de Valadares ao Senado. O líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), pôs 16 assessores em Roraima, enquanto o presidente do PSDB, Sérgio Guerra (PE), terá, durante a campanha para deputado federal, 21 servidores em Pernambuco. Seu aliado e candidato a governador, senador Jarbas Vasconcelos (PMDB), deixou apenas sete assessores em Brasília e lotou 19 no Estado. ------------ (*) E DAÍ? Guilherme e Santiago (Dan Nascimento). --------- |
TELEFONIA/BRASIL [In:] NEGÓCIO LUSITANO, PÁ !
BILHÕES PARA A BANDA LARGA
REESTRUTURAÇÃO FAVORECE CLIENTES |
Autor(es): Marta Nogueira |
Jornal do Brasil - 29/07/2010 |
Vendas da Vivo à Telefónica e de parte da Oi sacudiram o mercado
Entrada da Portugal Telecom na Oi e controle da Vivo pela Telefónica devem reduzir preços |
''QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?"
29 de julho de 2010
-----------------------------------------------------------------Folha de S. Paulo
Governo não confirma nem nega uso de recursos, mas impõe que tele continue sob controle nacional
A participação do governo federal foi fundamental na conclusão dos dois negócios que mudam o rumo das telecomunicações no país, segundo apurou a Folha.
Por R$ 8,4 bilhões, a Portugal Telecom ficará com 22,4% da Oi, que terá 100/0 da tele europeia. Por R$ 17,2 bilhões, a PT vendeu sua parte na Vivo à Telefónica.
La Fonte e Andrade Gutierrez não podem vender ações até 2015. BNDES e fundos devem injetar no futuro R$ 1,1 bilhão para manter suas participações na Oi.
O governo não confirmou nem negou o aporte. Para que a operação fosse fechada, o presidente Lula impôs que a tele continuasse
"brasileira da Silva". (Págs. 1 e B1)
Análise
Política de ingerência estatal fez Lula mudar lei e acionar fundos e BNDES em favor da Oi. Enredo voltou, escreve Valdo Cruz. (Págs. 1 e B4)
Foto legenda: Destroços
Justiça susta parte da lei de imigração do Arizona
O Estado vai recorrer para ter o direito de checar o status migratório de qualquer pessoa. Para a Casa Branca, a lei é racista. (Págs. 1 e A16)
Mercadante cola em presidente e ataca tucanos
Lula demite chefia dos Correios para evitar politização de crise na estatal (Págs. 1 e B5)
Segundo o estudo; liderado por canadense, as algas devem ter sumido por causa do aquecimento das águas, como resultado das mudanças climáticas. (Págs. 1 e A20)
Editoriais
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O Estado de S. Paulo
Manchete: Senadores usam servidores públicos em suas campanhasAssessores pagos pelo Senado que oficialmente deveriam cumprir expediente nos gabinetes estão trabalhando para os senadores pedindo voto e coordenando a campanha dos parlamentares, informa Leandro Colon. Levantamento feito pelo Estado mostra que, dos 53 senadores que disputam as eleições, 33 aumentaram o quadro de servidores de confiança entre julho de 2009 e julho de 2010 e transferiram a maioria para seus Estados. Os senadores que não aumentaram também tiraram seus funcionários de Brasília. Só nos últimos 23 dias, desde o início da campanha, 53 assessores foram realocados. Desde fevereiro, foram cerca de 175. Hoje, há por volta de 1,1 mil assessores espalhados pelo País recebendo salários do Senado sem qualquer fiscalização. (Págs. 1 e Nacional A4)
Tuma e Mercadante têm funcionários em SP
Os dois senadores por São Paulo que disputam a eleição deste ano mantêm assessores pagos pelo Senado em escritórios políticos na capital paulista. Romeu Tuma (PTB-SP), candidato à reeleição, tem 15 assessores em uma casa na Vila Mariana. Aloizio Mercadante, que disputa o governo do Estado pelo PT, mantém 16 em um escritório na Vila Madalena. (Págs. 1 e Nacional A8)
Maior sócio da 'supertele nacional' agora é português
Saturado, setor de cargas de Cumbica já afeta empresas
Ricardo Zepter - Diretor-geral da empresa Blue Skies
"O problema não é o prejuízo financeiro (pela perda do prazo de entrega), mas o desgaste da empresa com o cliente. Você perde credibilidade"
Foto legenda: Ar livre. Mercadoria armazenada ao lado do terminal de cargas de Cumbica: Infraero reconhece o problema
EUA indicam que podem negociar acordo com Irã
Cambistas agem, apesar do Estatuto do Torcedor
Brasileiro ganha prêmio científico de US$ 2,5 milhões
Foto legenda: Nicolelis. Cérebro-máquina
Catalunha veta touradas e desafia tradição espanhola (Págs. 1 e Internacional A18)
Governo amplia vacinação contra a hepatite B (Págs. 1 e Vida A19)
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Correio BrazilienseManchete: Leite sobe quatro vezes mais do que a inflação
Telefonia: Acordo entre gigantes dá nova cara à Vivo e à Oi
Pesquisa Dieese: Concursos fazem o desemprego cair no DF
Cartada: Aliado de Filippelli assume os Correios (Págs. 1 e 20)
Aviação: Acidente no Paquistão
Arquitetura: Lucio Costa, genial
Foto legenda: Violência
Justiça investiga prisão equivocada
Tribunal de Goiás apura o caso da brasiliense condenada injustamente (Págs. 1 e 39)
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Valor Econômico
Manchete: PT paga R$ 3,2 bilhões a controladores da OiA Portugal Telecom, que deixa a Vivo e entra na Oi, onde terá cerca de 23% tanto no bloco de controle como de participação econômica, colocará até R$ 8,4 bilhões na nova sociedade, sendo que cerca de 65% desse total será dinheiro novo para fortalecer a empresa. Como parte do negócio, a Oi deverá ter 10% da Portugal Telecom, no lugar hoje ocupado pela Telefónica. (Págs. 1, D1, D3, D4 e D5)
Foto legenda: Zeinal Baiva, presidente executivo, e Henrique Granedeiro, presidente da PT: o negócio mais caro do setor de telecom na última década
Fibria põe à venda fábrica de papéis especiais
Com isso, o grupo Votorantim executa sua estratégia de venda de ativos da Fibria para reduzir o endividamento, de R$ 10,9 bilhões em março, fruto das operações com derivativos de câmbio contratados pela antiga Aracruz, que levaram a perdas bilionárias e à virtual insolvência da companhia em 2008. A Fibria busca ainda um comprador para a fatia de 50% no Conpacel, consórcio em parceria com a Suzano Papel e Celulose que abrigou os ativos da antiga Ripasa. A operação é avaliada entre US$ 800 milhões e US$ 900 milhões por analistas que acompanham o setor. A Suzano tem direito de preferência na compra da participação. (Págs. 1 e B8)
Agricultores já renegociam dívidas
Na avaliação de uma instituição financeira, é preciso socorrer produtores de milho e trigo do Paraná e do Centro-Oeste, e arrozeiros do Rio Grande do Sul. O cenário é mais negativo para o milho e a soja, que compõem quase 90% da safra total de grãos. (Págs. 1 e B12)
Camargo Corrêa investe para produzir cimento em Angola
Em Angola, a controlada Camargo Corrêa Cimentos (CCC) terá como sócios a Escom, braço de investimento do grupo português Espírito Santo, e o grupo angolano Gema. A joint venture Camargo Corrêa Escom terá 60% do projeto e a Gema os 40% restantes, explicou ao Valor, de Lisboa, José Édison Barros Franco, presidente do conselho da CCC e diretor-executivo do grupo. (Págs. 1 e B7)
No Sul, PT explora imagem antifumo contra Serra
Banco Mundial aponta os riscos de grilagem internacional de terras aráveis (Págs. 1 e A11)
ArcelorMittal vai elevar em 10% preço do aço neste ano, diz Mittal (Págs. 1 e B8)
Finanças corporativas
Logística segura
Demanda puxa preços do aço
Dedicação ao agronegócio
Lições da crise
Desconfiança com a bolsa
Lucro do Bradesco
Controle de ponto
Ideias
Custo fiscal dos empréstimos do Tesouro ao BNDES é uma incógnita que custará caro aos contribuintes. (Págs. 1 e A2)
Ideias
Quadro partidário que emergiu com o fim do bipartidarismo não está apenas em crise, mas em profundo questionamento. (Págs. 1 e A9)
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RADIOBRAS.