PENSAR "GRANDE":

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“Pode-se enganar a todos por algum tempo; Pode-se enganar alguns por todo o tempo; Mas não se pode enganar a todos todo o tempo...” (Abraham Lincoln).=>> A MÁSCARA CAIU DIA 18/06/2012 COM A ALIANÇA POLÍTICA ENTRE O PT E O PP.

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''Os Economistas e os artistas não morrem..." (NHMedeiros).

"O Economista não pode saber tudo. Mas também não pode excluir nada" (J.K.Galbraith, 1987).

"Ranking'' dos políticos brasileiros: www.politicos.org.br

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# 38 RÉUS DO MENSALÃO. Veja nomes nos ''links'' abaixo:
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quinta-feira, julho 09, 2009

FUNDAÇÃO SARNEY: (A)FUNDAÇÃO


FUNDAÇÃO SARNEY DESVIA RECURSOS DA PETROBRAS
Fundação de Sarney dá verba da Petrobrás a empresas fantasmas

Autor(es): Rodrigo Rangel e Leandro Colon
O Estado de S. Paulo - 09/07/2009

Verba de convênio cultural vai para firmas de fachada e da família do senador

A Fundação José Sarney desviou para firmas fantasmas e empresas da família do senador dinheiro da Petrobras para patrocínio de projeto cultural que nunca saiu do papel. A fundação foi criada pelo presidente do Senado para manter museu com acervo do período em que ele ocupou a Presidência da República. De R$ 1,3 milhão repassado pela estatal, sem concorrência pública, pelo menos R$ 500 mil foram parar em contas de empresas com endereços fictícios e até em uma conta paralela, sem ligação com o projeto. Na relação de despesas, foram anexados recibos da própria fundação para justificar o saque de R$ 145 mil da conta que abrigava o dinheiro do patrocínio. Parcela de R$ 30 mil foi transferida para emissoras de rádio e TV da família de Sarney para veicular comerciais sobre o projeto fictício.

Prestadoras de serviço com endereço fictício ficaram com R$ 500 mil de R$ 1,3 milhão destinado a projeto

A Fundação José Sarney - entidade privada instituída pelo presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), para manter um museu com o acervo do período em que foi presidente da República - desviou para empresas fantasmas e outras da família do próprio senador dinheiro da Petrobrás repassado em forma de patrocínio para um projeto cultural que nunca saiu do papel.


Do total de R$ 1,3 milhão repassado pela estatal, pelo menos R$ 500 mil foram parar em contas de empresas prestadoras de serviço com endereços fictícios em São Luís (MA) e até em uma conta paralela que nada tem a ver com o projeto. Uma parcela do dinheiro, R$ 30 mil, foi para a TV Mirante e duas emissoras de rádio, a Mirante AM e a Mirante FM, de propriedade da família Sarney, a título de veiculação de comerciais sobre o projeto fictício.

A verba foi transferida em 2005, após ato solene com a participação de Sarney e do presidente da Petrobrás, José Sérgio Gabrielli. A Petrobrás repassou o dinheiro à Fundação Sarney pela Lei Rouanet, que garante incentivos fiscais às empresas que aceitam investir em projetos culturais. Mas esse caso foi uma exceção. Apenas 20% dos projetos aprovados conseguem captar recursos.

O projeto de Sarney foi aprovado pelo Ministério da Cultura em 2005 e está em fase de prestação de contas na pasta. Antes da aprovação, o próprio Sarney chegou a enviar um bilhete ao então secretário executivo e hoje ministro da pasta, Juca Ferreira, pedindo para apressar a tramitação. Em 14 de dezembro, o ministério comunicou que o projeto estava aprovado e, no dia seguinte, a Petrobrás anunciou a liberação do dinheiro. Procurada pelo Estado, a Petrobrás informou que a fundação foi incluída no programa de patrocínio como "convidada" e por isso não teve de passar pelo processo de seleção.

O objetivo do patrocínio, que a fundação recebeu sem participar de concorrência pública, que a estatal faz para selecionar projetos, era digitalizar os documentos do museu. "Processamento técnico e automação do acervo bibliográfico", como diz um relatório de contas.

Pela proposta original, que previa o cumprimento das metas até abril de 2007, computadores seriam instalados nos corredores do museu, sediado num convento centenário no centro histórico de São Luís, para que os visitantes pudessem consultar online documentos como despachos assinados por Sarney na época em que ocupava o Palácio do Planalto. Até ontem, não havia um único computador à disposição dos visitantes.

Nos últimos dias, o Estado analisou notas fiscais e percorreu os endereços das empresas que a fundação afirma ter contratado para prestar serviços ao projeto. Na relação de despesas, foram anexados até recibos da própria entidade para justificar o saque de R$ 145 mil da conta aberta para movimentar o dinheiro do patrocínio.

RECIBO

Em recibo de 23 de março de 2006, em papel timbrado da fundação, Raimunda Santos Oliveira declara ter recebido R$ 35 mil por "serviços prestados de elaboração do projeto de preservação e recuperação do acervo" do museu. Procurada ontem pelo Estado, ela disse que já trabalhou na fundação, mas nos anos 90. "Eu trabalhei lá de 1990 a 1995", disse. Sobre o recibo, não quis comentar: "Não sei do que você está falando."

A lista de empresas que emitiram as notas revela atuação entre amigos no esforço para justificar o uso do dinheiro. Uma delas, a Ação Livros e Eventos, tinha como sócia até pouco tempo atrás a mulher de Antônio Carlos Lima, o "Pipoca", ex-secretário de Comunicação da governadora Roseana Sarney (PMDB) e atual assessor do ministro das Minas e Energia, Edison Lobão, aliado da família.

Das 34 notas fiscais emitidas pela Ação, que somam R$ 70 mil, 30 são sequenciais - é como se a firma tivesse apenas a Fundação José Sarney como cliente. Mais: uma das sócias, Alci Maria Lima, que assina recibos anexados à prestação de contas, nem sabe dizer que tipo de serviço a empresa prestou. "Eu assinei o recibo, mas não sei o que foi que a empresa fez, não."

"Pipoca" é irmão de Félix Alberto Lima, dono de outra empresa, a Clara Comunicação, que teria prestado serviços ao projeto da fundação. As notas da Clara totalizam R$ 103 mil.

Ao Estado, Félix Lima disse num primeiro momento que prestou serviços de divulgação das atividades da fundação. Ele não soube explicar a relação disso com o projeto patrocinado pela Petrobrás. "Não sei de projeto, me chamaram para fazer esse trabalho e cumpri isso profissionalmente", disse. Mais tarde, em outro telefonema, tentou retificar o que dissera: afirmou que a Clara foi contratada para divulgar o projeto.

Outra empresa cujas notas foram anexadas na prestação de contas, o Centro de Excelência Humana Shalom, não existe nos endereços declarados à Receita Federal. Por "serviços de consultoria", teria recebido R$ 72 mil da Fundação José Sarney. À época, a Shalom tinha como "sede" a casa da professora Joila Moraes, em bairro de classe média de São Luís. "A empresa é de um amigo meu, mas nunca funcionou aqui. Eu só emprestei o endereço", disse Joila. Ela é irmã de Jomar Moraes, integrante do Conselho Curador da Fundação José Sarney e amigo do senador.

ENDEREÇO

Uma terceira empresa, a MC Consultoria, destinatária de R$ 40 mil, nunca existiu no endereço no qual foi registrada na Receita. Funcionários do prédio jamais ouviram falar dela.

Na prestação de contas, há até notas referentes à compra de quentinhas num restaurante na rua do museu. A fundação pagou R$ 15 mil pelas marmitas. Pelo valor unitário, R$ 4,50, o restaurante teria fornecido mais de 3 mil quentinhas.

quarta-feira, julho 08, 2009

terça-feira, julho 07, 2009

XÔ! ESTRESSE [In:] XÔ! ESCABIOSE ("Sarcoptes Scabiei")

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[Homenagem aos chargistas brasileiros].
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DILMA ROUSSEFF [In:] ''TO BE OR NOT TO BE..."

Dilma foi alertada do risco de maquiar currículo


Autor(es): Itala Maduell
O Globo - 07/07/2009

Lattes tem termo obrigatório com que avisa sobre pena para falsidade ideológica; ontem ministra alterou declarações

RIO e BRASÍLIA. O site da Plataforma Lattes, do CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico), adverte todos os cadastrados em seu banco de dados que fornecer informações falsas é crime passível de punição pelo Código Penal, como falsidade ideológica, com prisão de um a cinco anos. O currículo de Dilma no Lattes estava errado e só foi corrigido ontem por ela. A ministra se identificava até então como “mestre em teoria econômica pela Universidade de Campinas (Unicamp) e doutoranda em economia monetária e financeira pela mesma universidade”, sem ter esses títulos.

O Lattes, conceituado banco de dados acadêmicos do país, é atualizado pelo próprio cadastrado, que se responsabiliza pelas informações e só pode fazer inclusão ou atualização se aceitar o termo de Adesão e Compromisso, que cita os artigos 297 e 299 do Código Penal. Cada usuário tem uma senha, e digita também o número do seu CPF.

Como conduta e obrigação o CNPq exige: “a) fornecer informações verdadeiras e exatas; b) aceitar que o usuário é o único responsável por toda e qualquer informação cadastrada em seu currículo, estando sujeito às consequências, administrativas e legais, decorrentes de declarações falsas ou inexatas que vierem a causar prejuízos ao CNPq, à Administração Pública em geral ou a terceiros”.

Na sexta-feira, após reportagem da “Piauí” mostrando que o site da Casa Civil dava informações erradas sobre o currículo de Dilma, a Presidência corrigiu sua página. No Lattes, a versão continuou no ar, com os títulos de mestrado e um doutorado iniciado em 1998 na instituição, sem ano de conclusão, o que a classificava como “doutoranda”.

Na verdade, os dois cursos foram abandonados.

O termo de adesão do Lattes cita o artigo 299 do Código Penal, sobre falsidade ideológica: “Omitir, em documento público ou particular, declaração que dele devia constar, ou nele inserir declaração falsa ou diversa da que devia ser escrita, com o fim de prejudicar direito, criar obrigação ou alterar a verdade (...) Pena: reclusão, de um a cinco anos, e multa (...). Parágrafo único: Se o agente é funcionário público, e comete o crime prevalecendose do cargo, ou se a falsificação ou alteração é de assentamento de registro civil, aumentase a pena de sexta parte”.

A Casa Civil confirmou que foram feitas alterações ontem no curriculum de Dilma no Lattes para “corrigir informações incorretas”, e alegou não saber quem incluiu informações erradas no site do CNPq.
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SENADO, SENADORES e SARNEY: XÔ! (rorô) *

Três senadores do PT mantêm pressão por saída de Sarney


Autor(es): Cristiane Agostine
Valor Econômico - 07/07/2009

Dividida em relação ao afastamento temporário do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), a bancada do PT pode adiar a decisão sobre o apoio ao pemedebista. Os senadores petistas devem reunir-se hoje para debater o pedido de sustentação política a Sarney feito pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, mas ainda não há consenso. Marina Silva (AC), Tião Viana (AC) e Eduardo Suplicy pressionam pela saída temporária do presidente do Senado para a apuração das denúncias que o envolvem.

Lula pediu aos senadores apoio a Sarney para preservar a governabilidade no Legislativo e a aliança com o PMDB para a eleição presidencial, em 2010. Sarney indicou que poderia renunciar se não tivesse apoio do PT e de Lula. A maioria da bancada, entretanto, manifestou-se a favor do afastamento de Sarney para garantir a lisura das investigações. Lula teria "enquadrado a bancada", mas Marina, Suplicy e Viana mantiveram declarações contrárias à decisão de Lula. Hoje, deverão enfrentar a resistência do líder do PT, Aloizio Mercadante (SP).

Suplicy, único petista presente durante toda a sessão de ontem, reiterou o pedido de afastamento de Sarney na tribuna e leu artigo da senadora Marina Silva, publicado no jornal Folha de S.Paulo, com opinião semelhante: " (O afastamento) exigiria dos partidos que deixassem de lado o oportunismo e a tentação de se ater a seus interesses no varejo, para que todos, principalmente a sociedade e a instituição Senado, possam ganhar no atacado", escreveu Marina.

"Será melhor para o presidente José Sarney, para o Senado, que ele possa solicitar uma licença, digamos, por período suficiente adequado, para que se apurem os fatos relativos à sua própria pessoa", disse Suplicy, referindo-se a período de 30 dias para apuração de irregularidades envolvendo diretores do Senado e o presidente da Casa. "Eu acho que isso era e continua a ser uma opinião dita por muitos de nós ao Presidente Lula; essa opinião continua", declarou ontem, na tribuna do Senado.

Viana, com apoio de Marina e Suplicy, deve apresentar hoje uma proposta de Lei de Responsabilidade Fiscal e Administrativa para o Senado.

Pouco antes do pronunciamento de Suplicy, o senador Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE) pediu o afastamento de Sarney. Vasconcelos criticou não só o presidente do Senado, mas também o presidente Lula por sua "ingerência sem limite". "Constrangendo e ameaçando seus próprios partidários (Lula) decidiu que, contra todos os fatos, irá impor sua vontade imperial, sustentando um presidente do Senado que não tem apoio interno para permanecer no cargo, um presidente que se transformou em uma rara unanimidade negativa", declarou. "(Lula) não tem pudor algum; tudo fará para permanecer no poder, inclusive comprometer seus correligionários e destruir o que ainda resta de dignidade no Congresso.", disse Jarbas Vasconcelos, que, em entrevista no início do ano com acusações de corrupção no PMDB, atiçou as disputas internas no Senado.

Ao presidente do Senado, Vasconcelos pediu para que ele "valorize sua biografia, sua condição de estadista" e que se afaste para " ver que está destruindo a si mesmo e a esta Casa (Senado)"

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(*) Chororô; Gilberto Gil

Composição: Indisponível

Tenho pena de quem chora
De quem chora tenho dó
Quando o choro de quem chora
Não é choro, é chororô ...
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http://letras.terra.com.br/gilberto-gil/345109/
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''QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA...?"

07 de julho de 2009

O Globo

Manchete: Senado triplica os gastos com viagens ao exterior

Foram R$ 1,8 milhão no 1º semestre; passagens domésticas cresceram 53%

Mesmo depois de sucessivos escândalos sobre uma farra de viagens para parentes e assessores, o Senado gastou com bilhetes aéreos para o exterior, no primeiro semestre deste ano, três vezes mais do que gastara no mesmo período do ano passado. Foram despendidos agora R$ 1,8 milhão com passagens internacionais, contra R$ 549 mil no primeiro semestre do ano passado. Também subiram as despesas de senadores e seus indicados com viagens pelo Brasil: elas passaram de R$ 5,1 milhões para R$ 7,8 milhões, no mesmo período, um aumento de 53%. O 1º secretário da Mesa, Heráclito Fortes (DEM-PI), mostrou surpresa e até desconfiou da veracidade dos números, divulgados pelo site Contas Abertas. Mas pediu que sejam analisados pela área técnica da Casa. Após as denúncias, desde março, Câmara e Senado mudaram as regras sobre uso de passagens, com cortes no valor das cotas e limitações sobre quem pode usar, além de deputados e senadores. (págs. 1 e 3)

Petrobras ajuda cidade que ajuda seu gerente

O gerente de RH da Petrobras, Diego Hernandes, é sócio de uma empresa beneficiada com a doação de um terreno pela prefeitura petista de Jales (SP), a segunda no ranking das cidades beneficiadas com verba da Petrobras ao Fundo da Infância e Adolescência. Hernandes é um dos 22 ex-sindicalistas com cargos estratégicos na estatal. (págs. 1 e 9)

Currículo falso de Dilma pode gerar punição

Ao assinar a regra de adesão ao sistema de currículos do CNPq, a ministra Dilma Rousseff sujeitou-se "às consequências, administrativas e legais, decorrentes de declarações falsas ou inexatas". Dilma disse ser mestra e doutora, o que não é verdade. (págs. 1 e 10)

MP vê elo de Dantas com valerioduto

O financiamento do "valerioduto", que abasteceu o mensalão, é um dos crimes pelos quais Daniel Dantas, do Opportunity, e mais 13 pessoas foram denunciados pelo MP. (págs. 1 e 11)

Honduras: os 2 lados buscam apoio nos EUA

Tanto o governo interino como o presidente deposto de Honduras buscam hoje, em Washington, o apoio do Departamento de Estado, de congressistas americanos e da OEA. (págs. 1 e 27)

Minc faz operação cruzada e emprega a mulher na Câmara

Funcionária de Cida Diogo (PT) foi trabalhar no ministério

Maria Margarida de Oliveira, mulher do ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, foi trabalhar no gabinete da deputada federal Cida Diogo (PT-RJ) vinte dias depois de uma funcionária de Cida ser contratada como assessora especial de Minc, numa espécie de nepotismo cruzado. Minc e Cida fizeram dobradinha política nas eleições de 2006, no Rio. A mulher do ministro recebe R$ 4.020 mensais, sem as gratificações, e, segundo Cida, só trabalha de terça a quinta-feira. A ex-funcionária, que hoje é gerente de projetos do ministério, ainda presta serviços no gabinete de Cida. (págs. 1 e 8)

E Lobão presenteia a nora com cargo

Um mês depois de se casar com um filho do hoje ministro Edison Lobão, a advogada Marta Martins Fadel Lobão ganhou de presente um cargo no gabinete do sogro no Senado. (págs. 1 e 8)

Charge Chico: E na ferrovia Norte-Sul...

- Agora... José!

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Folha de S. Paulo

Manchete: Denúncia da Satiagraha liga Dantas ao mensalão

Para Procuradoria, banqueiro ajudou a financiar esquema; defesa nega

A Procuradoria da República em São Paulo ofereceu denúncia contra o banqueiro Daniel Dantas e mais 13 pessoas por suposto envolvimento em sete crimes, entre os quais gestão fraudulenta e evasão de divisas. A denúncia é resultado das investigações da Operação Satiagraha, da Polícia Federal.

Segundo uma das acusações, Dantas ajudou a financiar esquema da direção do PT e do publicitário Marcos Valério para corromper congressistas - o mensalão.

De acordo com a denúncia, a BrT (Brasil Telecom), então controlada pelo banqueiro, pagou às empresas de Valério R$ 3,37 milhões.

Se a Justiça acolher a denúncia, os 14 acusados serão réus em um processo penal. A Procuradoria também pediu a abertura de três inquéritos na PF, um deles para investigar a compra da BrT pela Oi. O negócio, de R$ 4,8 bilhões, só foi possível após um decreto do presidente Lula criar condições legais.

Advogados do Opportunity e dos demais denunciados negaram as acusações da Procuradoria. Para Andrei Schmidt, defensor do banco, a Satiagraha é uma "fraude", e vincular Dantas ao mensalão é "absurdo". Segundo a defesa de Valério, não há irregularidades no 'contrato com a BrT. (págs. 1 e Brasil)

Sarney ampliou os poderes de Agaciel sobre contas sigilosas

O presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), ampliou, em 2005, o poder do então diretor-geral Agaciel Maia para gerir contas secretas que hoje somam R$ 160 milhões e envolvem verbas para a saúde de funcionários, não fiscalizadas.

A decisão foi tomada no fim do segundo mandato de Sarney na chefia da Casa. Procurado, o senador não se pronunciou. Ele abriu processo contra sete servidores pelos atos secretos. (págs. 1 e A8)

Rússia e EUA selam acordo para redução de ogivas nucleares

EUA e Rússia fecharam um pré-acordo para cortar seus arsenais nucleares em cerca de um terço até 2016. A meta substitui tratado que venceria no final deste ano.

A intenção foi selada por Barack Obama em Moscou e ressalta o objetivo de revigorar laços. A Rússia liberou seu território para passagem de equipamento e militares rumo ao Afeganistão. Mas não houve consenso sobre o escudo antimísseis dos EUA no Leste Europeu. (págs. 1 e A11)

Choques étnicos matam pelo menos 156 na China

Ao menos 156 pessoas morreram e mais de 1.080 foram feridas em conflitos étnicos em Urumqi, oeste da China. A polícia participou. O governo não informa como as mortes ocorreram.

O estopim foi a morte de dois operários da etnia uigur, muçulmana, falsamente acusados de estuprar uma mulher da etnia majoritária han. Protestos da minoria uigur têm crescido apesar da repressão. Pequim enviou à região 20 mil membros de forças de segurança. (págs. 1 e A13)

Foto legenda: Soldados chineses patrulham Urumqi, no oeste da China; tensão na área evoluiu para os piores choques étnicos no país na década

Poupança capta R$ 2 bi em junho; alta é de 11%

Dados do Banco Central mostram que, em junho, os depósitos na poupança superaram os saques em R$ 2,09 bilhões. O aumento em relação a maio foi de 11%. Os números indicam que o fluxo voltou à média dos últimos anos, após UTI período de saques mais intensos.

No semestre, apesar do juro menor e da rentabilidade mais atraente, a captação da poupança caiu 45% ante o mesmo período de 2008.

Junho também registrou aceleração na saída de recursos dos fundos. Juntos, os DI e os de renda fixa perderam R$ 4,3 bilhões. (págs. 1 e B1)

Planalto estuda desonerar folha de pagamento a partir de 2010

O governo Lula estuda diminuir de dois a três pontos percentuais a contribuição patronal à Previdência, o que reduzirá o custo de contratação de trabalhadores.

A medida só deverá valer em 2010. Para a proposta evoluir, ainda é preciso definir corno serão cobertas as perdas que ela acarretará ao INSS, estimadas em até R$ l1,4 bilhões. Segundo o ministro da Fazenda, Guido Mantega, o objetivo é estimular o crescimento. (págs. 1 e B3)

Após conflitos em Honduras, Hillary deve receber Zelaya

Os EUA condenaram a violência nos protestos que antecederam a tentativa de regresso a Honduras do presidente deposto, Manuel Zelaya. Ele deve se encontrar hoje em Washington com a secretária de Estado norte-americana, Hillary Clinton.

Para o ministro da Defesa do governo golpista, Adolfo Lionel, expulsar Zelaya foi um "ato humanitário", e os tiros que mataram dois manifestantes anteontem não vieram de militares. (págs. 1 e A12)

Marcos Nobre: Governo Obama se finge de morto; Brasil deveria agir

O governo Obama pode dizer que adotou uma posição prudente quanto a Honduras, mas o fato é que resolveu fingir-se de morto. E nesse momento de inação que o Brasil deveria dizer a que veio. Brincar de líder regional quando o dono do pedaço tira férias é fácil. (págs. 1 e A2)

Dinheiro: montadoras vendem mais em junho, mas empregam menos (págs. 1 e B4)

Editoriais

Leia "Quem paga a conta", que critica uso de lucro de estatais para reduzir déficit fiscal; e "Regras para mototáxis". (págs. 1 e A2)

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O Estado de S. Paulo

Manchete: BB usa Nossa Caixa para pressionar bancos em SP

Meta é expandir em 50% carteira de empréstimos neste ano

Além de anunciar a redução das taxas de juros cobradas em vários produtos destinados a micro, pequenas e médias empresas, o economista Demian Fiocca, que ontem assumiu a presidência da Nossa Caixa, informou que o objetivo do banco é expandir em 50% sua carteira de empréstimos até o fim de 2009. Em dezembro de 2008, a carteira era de R$ 11,2 bilhões. Fiocca mostrou que a instituição, comprada em novembro pelo Banco do Brasil, seguirá no Estado de São Paulo a diretriz agressiva na área de crédito ditada por seu controlador. Para estimular pequenos empresários, Fiocca anunciou mais R$ 1,5 bilhão em créditos. "Quero apresentar resultados expressivos já neste ano", disse. O ministro da Fazenda, Guido Mantega, lembrou que entre setembro e abril as bancos oficiais expandiram o crédito em 19,5% enquanto os bancos privados ampliaram suas carteiras em 2,5%. "São as bancos públicos que estão azeitando a economia", disse.(págs. 1, B1 e B3)

Conflito étnico deixa 156 mortos na China

Em um dos mais graves conflitos étnicos da história recente da China, pelo menos 156 pessoas morreram em confrontos com a polícia em Urumqi, na província muçulmana de Xinjiang. As manifestações começaram na noite de domingo, para exigir a punição de suspeitos do assassinato de dois operários da minoria uigur. (págs. 1 e A14)

Número
20 mil agentes de segurança ocuparam Urumqi na noite de domingo

Repressão - Militares em ação em Urumqi: de acordo com autoridades locais, 260 veículos e 203 prédios foram destruídos pelos manifestantes; há pelo menos 800 feridos

EUA recusam reunião com enviados de Honduras

O governo de Honduras enviou missão a Washington, mas o Departamento de Estado informou oficialmente que não se reunirá com representantes de Roberto Micheletti. Já o presidente deposto, Manuel Zelaya, deve ser recebido hoje pela secretária de Estado, Hillary Clinton. Os dois lados queixam-se do governo dos EUA. (págs. 1 e A11)

Brasil deixa de coletar 20 mil toneladas de lixo por dia

O Brasil deixa de coletar, todos os dias, 20 mil toneladas de lixo doméstico. Os detritos - suficientes para encher 28 piscinas olímpicas - vão para cabeceiras de rios, valas, terrenos baldios ou são queimados. Segundo estudo de associação que reúne empresas do setor, 45% do lixo coletado no País tem destinação inadequada. (págs. 1 e C1)

Gripe faz Argentina fechar teatros e cassinos

Por iniciativa dos empresários, todos os teatros privados no território argentino serão fechados, como forma de combate à expansão da gripe suína no país. Cidades também adotam medidas sanitárias. Mendoza, próxima à fronteira com o Chile, fechará todos os cinemas, teatros, cassinos, casas de show e discotecas por 15 dias. (págs. 1 e A16)

Procuradoria denuncia Dantas e vê elo com mensalão

O banqueiro Daniel Dantas, do Grupo Opportunity, e mais 13 pessoas foram denunciados pela Procuradoria da República em São Paulo por cinco crimes - entre eles, formação de quadrilha e lavagem de dinheiro. O texto da denúncia cita ligação do banqueiro com o esquema do mensalão. A Polícia Federal vai abrir mais três inquéritos sobre o caso Satiagraha. (págs. 1 e A4)

Dora Kramer: Honra ao mérito

Na crise do Senado, é de se perguntar: o que há de tão infame com a ética para que seus defensores sejam vistos com reservas, enquanto se celebra a sagacidade do nefasto batalhão do atraso? (págs. 1 e A6)

Notas & Informações: 15 anos de Plano Real

Empenhado na campanha para as eleições de 2010, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva parece disposto a romper compromissos com a estabilidade para garantir o controle da própria sucessão. (págs. 1 e A3)

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Jornal do Brasil


Manchete: Prejuízo mínimo da gripe: US$ 630 mi

Mas Banco Mundial teme que possa chegar a 5% do PIB de todo o mundo

Segundo a consultoria de riscos Marsh, empresas em todo o mundo devem perder cerca de US$ 630 milhões somente com a ausência de funcionários, no caso da pandemia da gripe suína. Mas levantamento do Banco Mundial revela que uma pandemia de gripe tem potencial para provocar queda de até 5% no Produto Interno Bruto do mundo. Apesar disso, 73% das empresas ouvidas pela consultoria Marsh, em vários países, admitiram não ter nenhum plano de emergência contra a gripe. (págs. 1 e Tema do dia A2 a A4)

Massacre na China

Tropas reprimem minoria muçulmana. Governo corta comunicação

Pelo menos 156 pessoas foram mortas em distúrbios entre mulçumanos uigures e, Urumqi, a capital regional de Xinjiang, e chineses. São os piores atos de violência étnica em décadas na China, e grupos de direitos humanos denunciam: trata-se de um massacre cometido pelas tropas de Pequim. Moradores reclamam que o governo cortou o acesso à internet e à telefonia móvel logo após o levante, ainda latente. (págs. 1 e Internacional A22)

Foto legenda: Distúrbio – Bombeiros apagam fogo em ônibus de Urimqi, na província autônoma de Xinjiang, onde vive uma grande população mulçumana

Governo vai cortar mais despesas

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse que o governo vai reduzir despesas para compensar a queda da arrecadação de impostos. Mantega não detalhou os cortes, mas garantiu que não atingirão programas considerados prioritários. (págs. 1 e Economia A19)

Mudanças para salvar Honduras

A solução da crise constitucional que deu origem ao golpe militar em Honduras passa por um "pacto de garantias" que incorpore mudanças na cúpula das instituições que contribuíram para o golpe e a reinstalação de Manuel Zelaya no poder, dizem especialistas. (págs. 1 e Internacional A21)

MP denuncia Daniel Dantas

O controlador do banco Opporttunity, Daniel Dantas, e 13 pessoas foram denunciadas pelo Ministério Público Federal em São Paulo no segundo inquérito da Operação Satiagraha. O grupo é acusado de vários crimes, incluindo gestão fraudulenta de instituição financeira. (págs. 1 e País A6)

Coisas da Política

Tião Viana segue a tática de Arthur Virgílio. (págs. 1 e A2)

Informe JB

Cheiro de fraude na Ferrovia Norte-Sul. (págs. 1 e A4)


Editorial

Senado será melhor com mais transparência. (págs. 1 e A8)

Sociedade Aberta

José Luis Oreiro
Professor de economia da UnB

Erros e acertos no plano de Obama. (págs. 1 e A20)

Sociedade Aberta

Marcos Morita
Administrador de empresas

Reviravolta na indústria farmacêutica. (págs. 1 e A3)

Sociedade Aberta

Ronaldo Rogério Mourão
Astrônomo

Brasil é privilegiado em energia solar. (págs. 1 e A9)

Sociedade Aberta

Alfredo Viloria e Leandro Área
Cientistas políticos

Analistas debatem golpe em Honduras. (págs. 1 e A21)

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Correio Braziliense


Manchete: Invasão no Lago é caso de polícia

De 480 denúncias de ocupação irregular de áreas públicas nos lagos Sul e Norte, 180 já são alvo de inquéritos na Polícia Civil, que apura se os donos de mansões provocaram danos ambientais. Dalmo do Amaral, pai do ex-senador Valmir Amaral, tenta no Superior Tribunal de Justiça (STJ) escapar de punições por ter construído quadras de tênis, campos de futebol, píeres e até um heliporto às margens do Paranoá. (págs. 1, 23 e 24)

Foto legenda: Em campanha

Henrique Meirelles, presidente do BC, distribui abraços e promessas em Goiás, onde será candidato a governador em 2010. (págs. 1 e 10)

Amigos na TV: Substituição de contratos no Senado não muda vícios

O Senado economizou R$ 7 milhões ao substituir a empresa que fornece serviços para a TV da Casa. Mas um funcionário teve o emprego mantido: Josenir Melo, amigo de Tião Viana (PT). (págs. 1 e 2)

287 vagas para concurso do HFA

Seleção será para cargos técnico-administrativos, entre assistentes (260 vagas), com nível médio, e analistas (27), com graduação. O salário varia de R$ 2.067, 30 a R$ 2.643,28, com jornada de 40 horas semanais. (págs. 1 e 12)

Honduras vive isolamento

Economia do país começa a sofrer com retaliações internacionais ao golpe que derrubou o presidente. (págs. 1 e 16)

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Valor Econômico


Manchete: Setor de PCs já acredita em vendas iguais às de 2008

Acostumado a bater recordes, com crescimentos anuais sempre na casa de dois dígitos desde 2005, o setor de computadores iniciou 2009 com previsões catastróficas - as vendas haviam caído 11% no último trimestre do ano passado. Hoje, fechado o primeiro semestre, a onda de pessimismo começa a passar. Segundo cálculos preliminares da consultoria IDC, as vendas somaram 4,6 milhões de unidades, volume muito aquém das 5,9 milhões vendidas em igual período de 2008. Apesar disso, a Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee), que no início do ano também trabalhava com perspectiva de queda para o setor, acredita agora que o mercado deverá se recuperar no segundo semestre, a ponto de alcançar a venda de 12 milhões de PCs registrada em 2008. As empresas de pesquisas de mercado, no entanto, adotam ainda previsões de queda nas vendas.

"Nós teremos uma inversão do que ocorreu no ano passado, quando o primeiro semestre foi ótimo e o segundo muito ruim", diz Raymundo Peixoto, diretor-geral da Dell no Brasil. "Os próximos seis meses devem compensar a primeira metade do ano". A perspectiva de recuperação também alimenta as metas da Itautec. "Sofremos bastante no início do ano e tivemos que achatar nossas margens de lucro", diz Maurício Guizelli, diretor comercial. (págs. 1, B1 e B3)

Internet não é entrave para fusão BrT-Oi

A Secretaria de Acompanhamento Econômico (Seae) do Ministério da Fazenda concluiu parecer em que recomenda a aprovação da compra da Brasil Telecom pela Oi sem a imposição de restrições. O parecer, que será divulgado hoje, analisou o mercado de provedores de internet, uma das áreas em que poderia haver a imposição de condicionantes pelo governo. Constatou-se que o negócio gerou níveis de concentração muito grandes: 70% no setor de provedores discados e 35% na banda larga. A Secretaria considerou que há facilidades para que empresas de outros setores entrem nesses mercados. (págs. 1 e B3)

G-8 vai monitorar medidas contra crise

O G-8, grupo que reúne os principais países desenvolvidos, deve anunciar no encontro de cúpula que começa amanhã, na Itália, sua "determinação" em implementar todas as decisões para a recuperação e crescimento sustentável da economia mundial. O grupo planeja adotar um mecanismo para monitorar e fazer o balanço do progresso das medidas que têm como alvo a crise econômica e financeira e sua dimensão social. O objetivo é dar credibilidade às ações do grupo e restaurar a confiança na retomada do crescimento mundial.

O Valor teve acesso a pontos centrais do documento que está sendo negociado no grupo formado por EUA, Alemanha, Japão, França, Canadá, Itália, Reino Unido e Rússia. No esboço do documento, o G-8 diz que a situação de crise requer ação imediata de seus membros, engajados em "promover uma economia aberta, inovadora, sustentável e justa". E isso, reconhece o grupo, requer liderança. (págs. 1 e A10)

Emendas 'alienígenas' ainda resistem

Deputados e senadores se apressam para aproveitar o que deverão ser as últimas chances de incluir em medidas provisórias propostas alheias ao conteúdo da MP. A intenção é dar fim à discussão sobre o crédito-prêmio do IPI, reconhecendo em favor dos exportadores uma conta que pode chegar a R$ 288 bilhões, e acabar com a exigência de licenciamento prévio para obras de recuperação, pavimentação e duplicação em rodovias federais já existentes. O presidente da Câmara, Michel Temer (PMDB-SP), quer acabar com as "emendas-contrabando", mas só a partir da MP 464. (págs. 1 e A5)

Reguladores reagem a decisão da AGU

O advogado-geral da União, José Antonio Dias Toffoli, defendeu a portaria que tira das agências reguladoras o poder de sustentar suas decisões perante os tribunais superiores e assegurou que não vai voltar atrás na medida.

Já agências reguladoras e autarquias federais com independência funcional acreditam que isso fere sua autonomia, pois a AGU atuaria em defesa do Poder Executivo, enquanto esses órgãos seriam autônomos em relação ao governo. "É uma ameaça clara à independência das agências", disse o presidente do Cade, Arthur Sanches Badin. O presidente da Associação Brasileira das Agências de Regulação, Wanderlino Teixeira de Carvalho, disse que a controvérsia esconde outra questão: as autarquias não têm carreira própria de procurador e tomam "emprestados" seus advogados da AGU. (págs. 1, A3 e Al2)

Mercado espera um último corte de 0,5 ponto percentual na Selic (págs. 1 e C2)


Setor privado tem papel fundamental na preservação da Amazônia, diz Capobianco (págs. 1 e Al4)


Desaceleração perde força

A queda da atividade não manufatureira nos EUA desacelerou em junho, com o indicador que mede o desempenho do setor em 47 pontos, após os 44 pontos de maio. Leituras inferiores a 50 indicam retração. O indicador de preços foi a 53,7 - primeira leitura positiva desde outubro. (págs. 1 e A11).
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http://clipping.radiobras.gov.br/clipping/novo/Construtor.php?Opcao=Sinopses&Tarefa=Exibir
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segunda-feira, julho 06, 2009

XÔ! ESTRESSE [In:] RATOS??? NÃO OFENDA OS RATOS!

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[Homenagem aos chargistas brasileiros].
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PT E CLAMOR DAS RUAS [In:] MEMÓRIA CURTA

PT prepara-se para encarar cobrança das ruas


Autor(es): Cristiane Agostine e Paulo de Tarso Lyra
Valor Econômico - 06/07/2009

Longe do salão azul do Senado, o deputado estadual Raul Pont, um dos principais expoentes da chamada "esquerda" do PT, recebeu, durante os últimos dias, no Rio Grande do Sul, reclamações de eleitores irritados com a decisão do partido de apoiar o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), envolvido em uma crise moral, política e administrativa.

O relato de Pont se repete em outras histórias contadas por parlamentares e integrantes das diversas correntes de esquerda e de centro do partido. Mesmo com a pressão das bases sociais, grupos petistas que sempre fizeram críticas ao pragmatismo do partido aderiram aos argumentos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva: a defesa da governabilidade e a eleição da ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) na disputa pela Presidência da República, em 2010, dependem da aliança com o PMDB de José Sarney e Renan Calheiros.

Como em parte da bancada petista no Senado, há resistência dentro do PT nas diferentes correntes do partido quanto à defesa do PMDB e do senador José Sarney. Integrantes de alas da esquerda petista analisam que o governo deveria ter criado condições para tornar-se menos dependente dos pemedebistas, mas justificam que a aproximação faz parte da "esquizofrenia do sistema político brasileiro". "Não é pragmatismo. É o realismo da política brasileira", explicou o deputado gaúcho Raul Pont. "Não tem como entender de forma lógica esse apoio do PT. Somos críticos ao Sarney e ao PMDB, mas precisamos de apoio no Congresso", disse. "E concordamos que a eleição de Dilma, em 2010, deve estar acima de outras questões."

Durante a pior crise enfrentada pelo PT, em 2005, durante o escândalo do mensalão, Pont foi candidato à presidência do partido contra Ricardo Berzoini, candidato do Campo Majoritário - ligado a Lula e ao ex-ministro José Dirceu - e levou a disputa ao segundo turno com uma candidatura que pretendia representar a "mudança" petista.

"Em nome da governabilidade o presidente Lula teve que fazer sacrifícios e acabou contrariando o PT", comentou o deputado federal Geraldo Magela (DF), do Movimento PT, corrente moderada do partido. Petistas de tendências como Democracia Socialista, de esquerda, e do Movimento PT, de centro, dizem que o presidente Lula sempre terá influência muito grande dentro do partido.

Integrante da Executiva do PT, Valter Pomar, da "Articulação de Esquerda", analisou que a divergência existente no partido não é sobre apoiar ou não Sarney, mas sim como o PT deve se relacionar com os aliados. "A diferença é outra, de natureza estratégica: como agir para que o PT não se torne prisioneiro dos limites de uma "governabilidade institucional", "parlamentarista"", disse. "O que fala mais alto no partido é a decisão de não perder as eleições presidenciais de 2010."

O dirigente ponderou que as ações praticadas no Senado não são de responsabilidade exclusiva do presidente da Casa e afastar o pemedebista imediatamente "não ajuda a investigar e punir todos os culpados". "Está claro que o afastamento dele é visto como uma grande oportunidade pela oposição."

Um senador que participou da reunião com Lula na noite da quinta-feira passada, quando o partido foi enquadrado, lembra que, neste episódio, é escolher o mal menor dentre das opções colocadas à mesa. "Ficamos entre uma escoriação passageira, que será curada a curto prazo ou um desgaste natural que pode sepultar a candidatura Dilma. O presidente já fez sua escolha. Cabe a nós a maturidade para tomarmos a decisão certa", afirmou o senador.

O discurso dos defensores da governabilidade é de que Sarney não precisa se licenciar mas tem que promover mudanças administrativas que serviriam como um "analgésico", na opinião de alguns senadores, para que a dor da escolha seja menos impactante e a humilhação sofrida pela bancada, no enquadramento feito pelo presidente e consequente recuo nas decisões, seja absorvida. "O PT salvou o Renan Calheiros (PMDB-AL) da cassação, compartilhamos o desgaste e não ganhamos nada com isto. Esperamos que agora, pelo menos, as mudanças sejam implementadas."

Um parlamentar que transita bem entre as correntes pemedebistas não se impressiona com o jogo imposto pelo PMDB, de pressionar o governo Lula em busca de apoio como uma contrapartida ao apoio à Dilma na sucessão presidencial. "Eles sempre fazem isto, jogam as cartas à mesa de acordo com os próprios interesses. Chantageiam o governo com a CPI da Petrobras, mas não querem investigar uma das subsidiárias, a Transpetro, comandada por Sérgio Machado, ex-senador pelo Ceará e filiado ao partido.

SENADO: ''FANTASMINHA CAMARADA"


Senado tem até servidor morto para fiscalizar contas sigilosas
Comissão que audita contas paralelas tem até um morto


Autor(es): ALAN GRIPP
Folha de S. Paulo - 06/07/2009


Grupo que deveria fiscalizar contas mantidas sob sigilo no Senado não se reúne há 5 anos

Colegiado tem integrantes que já não fazem mais parte da Casa, como o diretor financeiro Celso Aparecido Rodrigues, morto em 2005

Único instrumento de fiscalização das contas bancárias mantidas em sigilo no Senado, a comissão interna formada por um senador e dez servidores é uma peça de ficção.
O grupo, que não se reúne há pelo menos cinco anos, é integrado por funcionários que não mais pertencem aos quadros do Senado e até por um servidor morto em 2005.
Trata-se de Celso Aparecido Rodrigues, diretor financeiro do Senado. Ele foi designado para o Conselho de Supervisão do SIS (Sistema Integrado de Saúde) em agosto de 2003.
Morreu dois anos depois.
Em tese, o colegiado deveria analisar as movimentações de três contas criadas para gerir as contribuições mensais dos funcionários que aderiram ao plano de saúde do Senado. Mas na prática essa tarefa coube exclusivamente ao ex-diretor-geral Agaciel Maia.
"Nunca participei de qualquer reunião desse conselho", disse ontem um de seus integrantes, o ex-diretor-geral Alexandre Lima Gazineo.
Como revelou ontem a Folha, as contas bancárias (duas na Caixa Econômica Federal e uma no Banco do Brasil) têm saldo de R$ 160 milhões e são movimentadas constantemente -somente neste ano, já foram sacados R$ 6 milhões.
As retiradas são realizadas sem controle, já que, desde 1997, por decisão da Mesa Diretora do Senado, não constam da contabilidade oficial da Casa nem do Siafi (o sistema federal de acompanhamento dos gastos públicos).
A comissão, a quem caberia cuidar desse controle, ainda tem a mesma composição de 2003. No papel, é presidida pelo senador Romeu Tuma (PTB-SP), que foi designado na condição de primeiro-secretário do Senado, cargo que não ocupa desde 2004.
Entre as medidas anunciadas ontem pelo diretor-geral do Senado, Haroldo Tajra, está a definição de um novo presidente do conselho e a indicação dos demais membros, que serão escolhidos na próxima reunião da Comissão Diretora do Senado, sem data marcada.
Romeu Tuma se disse surpreso com a falta de fiscalização. "Perguntei a pessoas do departamento médico. Elas disseram que nunca mais a comissão se reuniu", declarou.
O senador disse que, no período em que ele era primeiro-secretário, o grupo se reunia mensalmente para discutir o ressarcimento dos gastos dos senadores com saúde.
Ao contrário dos servidores, senadores e seus dependentes são livres para escolher onde serão atendidos. Atualmente, todas as despesas são ressarcidas sem limite.
Outro integrante da comissão é Raimundo Carreiro, que desde 2007 é ministro do TCU (Tribunal de Contas da União).
Por meio da assessoria do TCU, Carreiro disse que só participou de uma reunião do conselho, "provavelmente em 2003", e depois disso pediu para se afastar por falta de tempo.
Também faz parte do grupo Martha Lyra do Nascimento, que foi chefe de gabinete da Presidência do Senado na gestão Renan Calheiros (PMDB-AL). Hoje, Martha dá expediente no Ministério de Minas e Energia, onde é assessora.
Consultores do Senado ouvidos pela Folha disseram que é a Casa que administra o plano de saúde dos servidores, e não uma entidade privada. Ou seja, o Senado é o fiel depositário do dinheiro de seus funcionários.
Dessa forma, as contas teriam que estar no Siafi.
"Mesmo que o dinheiro seja dos funcionários, não tem sentido colocar numa conta separada porque o Senado passa a ser o responsável pelos recursos. O SIS (Sistema Integrado de Saúde) não é uma pessoa jurídica. As contas devem ter sido abertas com o CNPJ do Senado. Fora do Siafi, o associado não tem acesso ao saldo", disse Fernando Moutinho, consultor de orçamento do Senado.

ARGENTINA/BRASIL/MERCOSUL: MUY HERMANOS!

Argentina testa a paciência do Brasil e ameaça Mercosul


Valor Econômico - 06/07/2009

O governo brasileiro estuda a adoção de barreiras não tarifárias para dificultar a entrada de produtos argentinos no mercado nacional. A ideia é incluir uma série de produtos no sistema de licenças não automáticas, tornando morosa ou mesmo inviável a liberação das mercadorias. As medidas, segundo antecipou ao Valor um ministro de Estado, deverão afetar as importações de automóveis, autopeças, alimentos e laticínios.

A Organização Mundial do Comércio (OMC) autoriza a aplicação de licenças não automáticas, desde que a liberação dos produtos não exceda o prazo de 60 dias e que a regra seja aplicada a todos os países. Quando recorre a esse tipo de mecanismo, um governo visa atingir, no entanto, não todas as nações de forma indiscriminada, mas um determinado país ou grupo de países. Com a licença não-automática, prevalece a discricionariedade no controle das importações.

O objetivo do Brasil é retaliar a Argentina, que, desde o fim do ano passado, vem aplicando licenças não automáticas a produtos de 37 segmentos das exportações brasileiras. A decisão de Buenos Aires vem dificultando a venda de calçados, produtos têxteis e móveis, além de itens da linha branca. As autoridades brasileiras alegam que, além de impor barreiras, os argentinos não estão respeitando o prazo limite de 60 dias das licenças não automáticas.

O que aborrece o governo brasileiro é a deslealdade do país vizinho no trato com seu maior parceiro comercial e aliado político. Há alguns meses, empresários brasileiros concordaram em reduzir voluntariamente as vendas para a Argentina de produtos de quatro setores: freios, embreagens, calçados e móveis. Os cortes são significativos e variam de 19% (calçados) a 40% (embreagens), na comparação com os embarques de 2008. Fabricantes de papel e bateria fecharam acordos semelhantes e outros setores estão em negociação, como o de têxteis e linha branca.

A preocupação de Brasília não é, nem poderia ser, com o fato de a balança comercial entre os dois países estar negativa para o Brasil - em US$ 48 milhões, até maio. O que chama a atenção são as artimanhas da Argentina, que está substituindo, de forma velada, produtos brasileiros por chineses e de outros países asiáticos. Dados recentemente compilados pela empresa de consultoria Abeceb mostram que as importações argentinas da China diminuíram 25% no primeiro trimestre de 2009. A queda foi bem maior, porém, no caso dos produtos exportados pelo Brasil (de 45%), forte indício de que o país vizinho está aplicando licenças não automáticas para mercadorias brasileiras.

O desvio de comércio em favor da China já vinha ocorrendo, segundo a Abeceb, antes mesmo da crise econômica. No período entre 2007 e 2008, enquanto as importações provenientes do Brasil para a Argentina cresceram 23%, as compras da China aumentaram 38%. Setores da indústria nacional como os de brinquedos, calçados, confecções e materiais de transporte foram especialmente atingidos.

O que se diz em Brasília é que o tratamento especial que os argentinos estão dando aos chineses decorre do fato de Pequim ter aberto uma linha de crédito de 70 bilhões de yuans, equivalentes a US$ 10 bilhões, para ajudar Buenos Aires. Trata-se de uma operação de swap cambial (troca de moedas) que permite ao país vizinho importar produtos da China sem usar dólares das reservas cambiais. O Brasil fez operação idêntica, mas de valor bem menor (US$ 5 bilhões).

O governo Lula tem sido leniente na relação com a Argentina. No Ministério das Relações Exteriores e mesmo no Palácio do Planalto, prevalece a ideia de que "a Argentina é um problema nosso", segundo as palavras de um ministro. Recentemente, a área técnica do governo propôs medidas duras contra o país vizinho, mas o Itamaraty impediu que isso acontecesse, alegando que uma retaliação neste momento prejudicaria a oligarquia Kirchner nas eleições legislativas.

Passadas as eleições, a disposição neste momento é aplicar as medidas para, pelo menos, obrigar os argentinos a se sentarem à mesa para conversar. Nas palavras de um ministro brasileiro, esta é a única linguagem que a Casa Rosada entende.

''QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?..."

06 de julho de 2009

O Globo

Manchete: Bando mata mulher em área de arrastão em Botafogo

Professora de computação é baleada após sair de uma festa

A professora de computação Cássia Biondet Baruque, de 48 anos – que lecionava na PUC do Rio e na FGV -, foi assassinada ontem numa tentativa de assalto na Praça Radial Sul, em Botafogo, onde em março deste ano houve protestos de moradores devido a uma série de arrastões. Após sair de uma festa, Cássia foi atacada por dois bandidos, que a atingiram com um único tiro. O crime aconteceu na troca do plantão da viatura policial do local. Houve perseguição e intenso tiroteio. Um bandido morreu, outro foi ferido e um terceiro, preso. Em Icaraí, quatro pessoas ficaram reféns de bandidos por duas horas e meia. (págs. 1, 8 e 9)

Foto Legenda: Amigos da professora se abraçam em frente ao carro dela.

Honduras nega entrada a Zelaya

Correa, Cristina e Lugo abandonam presidente deposto; confrontos matam 2

O presidente deposto de Honduras, Manuel Zelaya, teve seu avião impedido de pousar ontem em Tegucigalpa ao tentar voltar ao país. Militares bloquearam a pista do aeroporto e dos manifestantes foram mortos em confrontos. Os presidentes de Equador, Argentina e Paraguai não acompanharam Zelaya como haviam prometido e foram para El Salvador. Zelaya foi para a Nicarágua e disse que retorna hoje a Honduras. (págs. 1 e 19)

Foto legenda: Partidários de Zelaya acenam quando seu avião sobrevoa o aeroporto de Tegucigalpa, mas é impedido de pousar por um bloqueio militar na pista

Crise agrava pobreza no mundo

ONU: até 90 milhões voltarão a viver com menos de US$ 1,25 por dia

Relatório das Nações Unidas sobre as Metas do Milênio, que será apresentado hoje em Genebra, revela que os avanços na luta contra a pobreza e a fome começam a recuar, em consequência da crise financeira mundial. A ONU calcula que o número de pessoas vivendo com menos de US$ 1,25 (cerca de R$ 2,40) por dia poderá aumentar até 90 milhões este ano. (págs. 1 e 15)

Charge Chico: No flagrante, mais um ato secreto do Senado

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Folha de S. Paulo

Manchete: Choque deixa 1 morto em Honduras

Presidente deposto é proibido de descer em aeroporto, onde as forças que deram golpe reprimem ato pró-Zelaya

Choques entre forças de segurança e simpatizantes do presidente de Honduras, Manuel Zelaya, deposto há oito dias, provocaram uma morte em Tegucigalpa.

Pelo menos três pessoas ficaram gravemente feridas nos confrontos, concentrados no aeroporto da cidade, onde manifestantes aguardavam o retorno de Zelaya.

Em um avião venezuelano, Zelaya embarcou de Washington, junto com o presidente da Assembleia Geral da ONU, Miguel D'Escoto. O governo interino de Honduras, porém, não autorizou a aterrissagem e colocou veículos na pista do aeroporto. Zelaya pousou em Manágua (Nicarágua) e declarou que buscará outros meios de entrar no país.

Em assembleia extraordinária realizada ontem, a OEA (Organização dos Estados Americanos) decidiu suspender Honduras. (págs. 1 e Mundo)

Foto legenda: Apoiadores do presidente deposto carregam o corpo de homem baleado e morto por soldados ontem no aeroporto de Tegucigalpa

Governo usa as estatais para cobrir gasto do funcionalismo

O governo retira volumes crescentes de recursos de estatais para ajudar a cobrir as despesas com o funcionalismo, relata Gustavo Patu.

Levantamento da Folha revela que as estatais controladas pelo Tesouro pagaram R$ 16,3 bilhões em dividendos num período de 12 meses encerrado em maio - mais do que o dobro dos R$ 7 bilhões de 2007. Para o Tesouro, não há grandes variações quando se analisam as metas anuais de dividendos. (págs. 1 e B1)

Desvio de verba ameaça parar pesquisas sobre Aids na UFRJ

Desvio de dinheiro pode paralisar pesquisas contra a Aids na Universidade Federal do Rio de Janeiro. Quatrocentos cheques no total de R$ 1,1 milhão, destinados ao projeto, que é financiado pelos EUA, foram para a conta pessoal de secretária.

Mauro Schechter, coordenador do projeto, e a fundação universitária que recebe as verbas se acusam pelo descontrole. Já o Instituto Nacional de Saúde dos EUA exigiu auditoria e enviou representante ao Brasil. (págs. 1 e C1)

Senado tem até servidor morto para fiscalizar contas sigilosas

A comissão para controlar as contas sigilosas do Senado não se reúne há cinco anos e tem um funcionário morto entre os membros.

Esse grupo deveria analisar as movimentações de três contas criadas para gerir contribuições de servidores que aderiram ao plano de saúde da Casa. Na prática, a tarefa coube ao ex-diretor-geral Agaciel Maia.

Com saldo de R$ 160 milhões, as contas não são fiscalizadas, como revelou a Folha. O Senado decidiu chamar auditoria para checar movimentações. (págs. 1 e A4)

Marina Silva

Saída temporária de José Sarney é essencial para reformar Senado (págs. 1 e A2)

Editoriais

Leia "Freio nos cartéis"; e "Uma questão de justiça", que defende admissão de união estável entre homossexuais. (págs. 1 e A2)

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O Estado de S. Paulo

Manchete: Governo impede volta de Zelaya a Honduras

Presidente deposto decolou de Washington, mas o jato venezuelano que o levava não recebeu autorização e foi desviado para a Nicarágua

O presidente deposto de Honduras, Manuel Zelaya, desafiou a proibição do novo governo e voou para Tegucigalpa. Mas autoridades hondurenhas impediram a aterrissagem do jatinho venezuelano que levava Zelaya. O voo foi desviado para a Nicarágua. Violentos confrontos entre o Exército e simpatizantes do ex-presidente no aeroporto da capital deixaram dois mortos. O presidente interino Roberto Micheletti denunciou a movimentação de tropas nicaraguenses na fronteira dos dois países. (págs. 1 e A10)

Pais é suspenso da OEA

O novo governo de Honduras propôs a reabertura de diálogo com a Organização do Estados Americanos (OEA) depois de sua suspensão pelo organismo, relata a correspondente Patrícia Campos Mello. A medida, decorrente do golpe de Estado, é a mais enérgica da OEA nos últimos 20 anos. (págs. 1 e A11)

Foto legenda: Tensão - Partidários do presidente deposto, Manuel Zelaya, enfrentam soldados em protesto nos arredores do aeroporto de Tegucigalpa

Senado anuncia auditoria externa em contas secretas

Objetivo é saber se houve mau uso dos recursos controlados por Agaciel

A Mesa Diretora do Senado anunciou uma auditoria externa nas contas secretas que movimentariam R$ 160 milhões. Fora da contabilidade oficial da Casa e da fiscalização do Siafi, as contas, criadas em 1997 para custear os planos de saúde dos servidores, eram controladas pelo diretor-geral, Agaciel Maia, afastado do cargo em março, em meio a denúncias de irregularidades. O primeiro-secretário, Heráclito Fortes, disse que é preciso saber se houve mau uso de recursos. O senador Renato Casagrande pedirá esclarecimentos ao presidente do Senado, José Sarney. (págs. 1 e A4)

Frase
"É muito dinheiro, por isso vamos montar um conselho de gestão"
Heráclito Fortes, Senador (DEM-PI)

Poupança atrai pouco e mudança é adiada

Com a queda da taxa básica de juros (Selic), a poupança já rende mais do que os CDBs (títulos emitidos pelos bancos) e a maioria dos fundos DI voltados ao pequeno investidor. Apesar disso, o brasileiro ainda se mostra pouco disposto a migrar para a caderneta, que tem remuneração mínima definida em lei de 6% ao ano mais a variação da TR, e o governo ganhou tempo para mexer na aplicação. (págs. 1 e B1)

Dólar dá alívio de R$ 36 bi a empresas

Graças à maior queda histórica na cotação do dólar no último trimestre, de 15,70%, a dívida total das empresas brasileiras em moeda estrangeira, que até 31 de março era de R$ 281,8 bilhões, caiu em 30 de junho para R$195,4 bilhões - uma redução de R$ 36,4 bilhões. Os dados são da consultoria Economática. Para as companhias que têm suas receitas atreladas ao dólar, no entanto, não há o que comemorar com a valorização do real. (págs. 1 e B7)

Novo ranking põe em risco revistas científicas

O novo critério de avaliação das revistas científicas adotado pela Capes deixou as publicações brasileiras "ameaçadas de extinção", criticam acadêmicos. Os periódicos do País teriam perdido relevância no ranking. A Capes diz que a mudança foi amplamente discutida. (págs. 1 e A13)

Fogo em Londres: Brasileiros estão entre os mortos

Mãe brasileira e dois filhos morreram em incêndio de prédio. (págs. 1 e A12)

Anistia: Em vez de justiça, indenização

Pesquisadora da Unicamp critica política de reparações do País. (págs. 1 e A6)

Notas & Informações: A safra de erros na Argentina

O aperto no abastecimento de trigo e os problemas com petróleo são detalhes de uma única história: a dos desmandos e erros do casal Kirchner em suas intervenções desastradas na economia. (págs. 1 e A3)

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Jornal do Brasil

Manchete: Sarney manda investigar aliado

A descoberta de que o Senado mantinha contas secretas que movimentaram milhões sem controle algum levou o presidente da Casa, José Sarney, a romper com o ex-diretor-geral e antigo aliado, Agaciel Maia. Irritado, o senador ordenou uma devassa na atuação de Maia. A movimentação de dinheiro teria alcançado R$ 160 milhões, segundo a Folha de S. Paulo. Uma auditoria externa analisará a movimentação das contas, abertas em 1997. (págs. 1 e País A4)

Zelaya tenta a volta e desiste

O presidente deposto de Honduras, Manuel Zelaya, tentou desafiar os militares que deram o golpe de Estado em seu país, mas desistiu. O jato no qual prometera retomar a Tegucigalpa encontrou o aeroporto fechado e pousou na Nicarágua. (págs. 1 e Internacional A20)

Museu põe acervo na web

O Museu Nacional da Quinta da Boa Vista está digitalizando o acervo, um dos maiores do continente, com mais de 20 milhões de peças. Esqueletos de dinossauros, fósseis e múmias egípcias serão vistos em imagens tridimensionais no site da instituição. (págs. 1 e Vida, Saúde & Ciência A24)

Coisas da Política

O risco de ignorar a grande corrupção. (págs. 1 e A2)

Informe JB

Sarney está preparando seu contra-ataque. (págs. 1 e A4)

Sociedade Aberta

Leonardo Boff
Teólogo

A bifurcação da humanidade. (págs. 1 e A9)

Sociedade Aberta

Alexandre Pereira da Rocha
Cientista político

O que da democracia está em jogo. (págs. 1 e A6)

Sociedade Aberta

Edson Balduino Junior
Advogado

A queda da carga tributária. (págs. 1 e A15)

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Correio Braziliense

Manchete: Pedestres em perigo no DF

Em 2008, 34,34% das pessoas que perderam a vida nas pistas do DF se locomoviam a pé. O índice é o maior nos últimos três anos e desafia campanhas de educação para o trânsito e medidas de segurança, como a faixa de pedestres — ano passado, seis brasilienses foram atropelados enquanto atravessavam as vias no local correto. Segundo o Detran, o desrespeito dos motoristas é ainda maior em pontos como o Conjunto Nacional, as vias W4 e W5, no Plano Piloto, e a avenida Hélio Prates, em Taguatinga. (págs. 1, 19 a 21 /assista no QR Code à videorreportagem sobre o tema)

Concurso

BC vai abrir 500 vagas, com salários que chegam a R$ 12,4 mil (págs. 1 e 10)

Fundo dos municípios: Pequenas cidades, grandes contrastes

Levantamento feito pelo Correio a partir de dados do Tribunal de Contas da União mostra que, proporcionalmente, há mais dinheiro para municípios menores do que para as grandes e médias cidades. Na paulistana Borá, com apenas 804 habitantes, a renda per capita chega a R$ 4,57 mil. (págs. 1 e 2/ assista no QR Code ao vídeo produzido nas cidades goianas de Anhanguera e Goiandira)

Ministério Público: Procuradora não teme polêmicas

Ocupando temporariamente a Procuradoria-Geral da República, Deborah Duprat enfrenta sem rodeios temas controversos. Em menos de sete dias no cargo, entrou com ação no STF pedindo o reconhecimento da união entre homossexuais e deve se posicionar favorável ao aborto de bebês anencéfalos. (págs. 1 e 4/ assista no QR Code à entrevista com Deborah Duprat)

G-8 se reúne entre ruínas

Cúpula formada pelos sete países mais ricos do mundo e pela Rússia se encontra em Áquila, na Itália, enquanto população reclama da demora na reconstrução da cidade, destruída por terremoto há três meses. (págs. 1 e 14)

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Valor Econômico

Manchete: Governo liberaliza regras para companhias aéreas

O Conselho de Aviação Civil (Conac) vai apreciar em sua próxima reunião, na quarta-feira, projeto de lei que muda o regime de outorga pelo qual as empresas aéreas nacionais exploram o serviço de transporte regular de passageiros. A intenção do governo é encaminhar o texto ao Congresso o mais cedo possível. Atualmente, 21 companhias operam voos regulares no país, como concessionárias de serviço público - situação considerada irregular pelo Tribunal de Contas da União (TCU). De acordo com o projeto, elas passarão a atuar sob o regime de autorização, sem prazo de vigência definido nos contratos.

A mudança tem efeitos práticos profundos, conforme explicou Fernando Ribeiro Soares, diretor do Departamento de Política de Aviação Civil do Ministério da Defesa. Segundo ele, haverá simplificação de procedimentos para a entrada de novas empresas aéreas no mercado doméstico, facilitação de financiamentos de longo prazo para as companhias e aumento da segurança jurídica da União contra possíveis demandas judiciais de empresas que venham a pedir o reequilíbrio econômico-financeiro dos contratos. (págs. 1 e A5)

Trem-bala toma lugar de avião

A experiência japonesa com os trens expressos de alta velocidade mostra que eles são altamente competitivos nos percursos entre 300 quilômetros e 800 quilômetros. Em distâncias menores, o automóvel e o ônibus ganham. Em percursos mais longos, o avião é mais vantajoso por causa da maior velocidade. O projeto do trem-bala brasileiro - que interessa a empresas japonesas - vai percorrer 511 quilômetros entre o Rio e Campinas. Está, portanto, dentro da distância em que o trem-bala é considerado mais competitivo. Depois da instalação do trecho pioneiro do expresso japonês, os 515 quilômetros de Tóquio até Osaka, com uma estação em Nagoya, a 342 quilômetros da capital japonesa, os voos Tóquio a Nagoya desapareceram. (págs. 1 e A12)
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http://clipping.radiobras.gov.br/clipping/novo/Construtor.php?Opcao=Sinopses&Tarefa=Exibir
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domingo, julho 05, 2009

A HORA DO "ÂNGELUS"

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Achamos apropriado postarmos este conhecimento advindo do Velho Testamento, levando-se em conta que a humanidade se encontra doente em todos os seus aspectos, entre eles, entendemos também como o mais grave, o emocional , dado que as emoções se encontram entrelaçadas com a depressão e esta, não rara, motivada pelo afã do TER ao invés do SER (humano).
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A CURA
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A porção da Torá desta semana relata um episódio todo codificado, que tem como personagem principal um homem chamado Pinchas. Não estudaremos aqui cada um destes códigos, até porque é necessária uma forte iniciação para se realizar este estudo.

Nos concentraremos em entender que esta porção de Pinchás é a que tem maior poder de cura em todo o ano. Mas para entender o conceito de cura, dentro da perspectiva cabalística, precisamos entender primeiro o conceito de doença.

A doença na cabala é associada a todo processo de falência. Pode ser falência intelectual, afetiva, financeira e evidentemente a falência orgânica, que acaba por nos tirar nosso bem mais precioso: a saúde. É importante entender bem isso, porque a falta de saúde acaba se tornando a ponta final de um processo, que começa, normalmente, em nossa estrutura emocional.

Por isto esta semana é tão importante. Neste período realizamos conexões que nos trazem carga extra para a cura de todo e qualquer processo de falência em nossa vida. E não é por acaso que ela acontece na lua de Câncer, período relacionado às nossas emoções.

São muitos os depoimentos de pessoas que experimentaram importantes curas na semana de Pinchas. Que sejamos merecedores!

Shalom!

Atenção: O momento máximo de cura acontece entre 10 hs e 12 hs da manhã de sábado, dia 11/07. Orações e meditações com energização de água são muito recomendadas neste período, bem como a invocação do anjo Marrashiah (05). Se você quiser saber mais sobre o poder curativo da água leia o novo artigo "A Cabala e a cura pela água", que recém colocamos em nosso site.

[]s Ian Mecler.

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www.portaldacabala.com.br

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