PENSAR "GRANDE":

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[NÃO TEMOS A PRESUNÇÃO DE FAZER DESTE BLOGUE O TEU ''BLOGUE DE CABECEIRA'' MAS, O DE APENAS TE SUGERIR UM ''PENSAR GRANDE''].
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“Pode-se enganar a todos por algum tempo; Pode-se enganar alguns por todo o tempo; Mas não se pode enganar a todos todo o tempo...” (Abraham Lincoln).=>> A MÁSCARA CAIU DIA 18/06/2012 COM A ALIANÇA POLÍTICA ENTRE O PT E O PP.

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''Os Economistas e os artistas não morrem..." (NHMedeiros).

"O Economista não pode saber tudo. Mas também não pode excluir nada" (J.K.Galbraith, 1987).

"Ranking'' dos políticos brasileiros: www.politicos.org.br

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# 38 RÉUS DO MENSALÃO. Veja nomes nos ''links'' abaixo:
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quinta-feira, abril 28, 2011

''QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?''

SINOPSES - RESUMO DOS JORNAIS

Sinopses anteriores:

28 de abril de 2011

O Globo


Manchete: Empresas já se preparam para disputar aeroportos

Empreiteiras e grupos estrangeiros têm interesse. Infraero ficaria fora do Galeão

O sinal verde do governo para a concessão à iniciativa privada da construção e operação de aeroportos no país já está despertando o interesse de grandes empreiteiras nacionais e de operadoras estrangeiras. Antecipando-se à decisão oficial, Camargo Corrêa, Andrade Gutierrez e Odebrecht fizeram associações com companhias no exterior ou criaram subsidiárias de olho nesse mercado. Em conversas no Palácio do Planalto, vários grupos estrangeiros também mostraram forte apetite pelas licitações dos cinco principais aeroportos do país - Cumbica (Guarulhos-SP), Viracopos (Campinas-SP), Brasília, Galeão e Confins (Belo Horizonte). Entre eles, estão a Fraport (Alemanha), o Aéroport de Paris-ADP (França), o British Airport Authority-BAA (Reino Unido), a Aeropuertos Espanõles y Navegación Aérea-Aena (Espanha) e a Brussels Airport Company (Bélgica). Pressionada pelos governadores Sérgio Cabral (Rio) e Antonio Anastasia (Minas), a União tende a passar integralmente ao setor privado os terminais de Galeão e Confins no regime "de porteira fechada". Sendo assim, a Infraero deixaria de administrá-los. (Págs. 1, 23, 24, Merval Pereira e editorial "Concessão é passo inicial")

Rio 2016: túneis do Joá serão ampliados

Com aprovação do Comitê Olímpico Internacional (COI), a prefeitura decidiu que vai alargar os túneis do Joá e do Pepino na parte superior do Elevado do Joá. Durante os Jogos de 2016, será implantado um sistema de rodízio para carros de passeio em dois trajetos da ligação Barra Zona Sul (entre a Avenida Ministro Ivan Lins e a Praça Sibelius, e o cruzamento das Avenidas Niemeyer e Delfim Moreira). (Págs. 1 e 14)

Ministro diz que INSS vai cortar pensões

O ministro Garibaldi Alves Filho confirmou que pretende mudar o critério de concessão de pensões por morte, como antecipou O GLOBO em março. A mudança abrangeria também a previdência do setor público, mas sem retroagir. Hoje, uma mulher jovem pode receber, pelo resto da vida, pensão pela morte do marido, mesmo após casamento recente, o que é visto pelo INSS como distorção. (Págs. 1 e 9)

TST: greve de juízes federais é inadequada

Em meio à greve de juízes federais ontem, o presidente do Tribunal Superior do Trabalho, João Oreste Dalazen, disse que o movimento é impróprio e inadequado. "A sociedade não pode ficar refém da magistratura”, afirmou ele. Em diversos estados, não houve audiências nos tribunais da Justiça Federal. (Págs. 1 e 3)

STF critica partidos ao decidir que vagas são das coligações (Págs. 1 e 10)


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Folha de S. Paulo


Manchete: Arma ilegal entra pela fronteira ate por motoboy

EXCLUSIVO Repórter da Folha compra revólver em loja no Paraguai e recebe a entrega em frente a hotel no Brasil

Na fronteira considerada a mais vigiada do Brasil, a reportagem da Folha comprou ilegalmente um revólver em Ciudad del Este (Paraguai) e recebeu a mercadoria por motoboy em Foz do Iguaçu, no Paraná.

O calibre 38 foi adquirido por R$ 700 nos fundos de uma loja de armas da cidade. Pela lei do país, a venda é restrita a paraguaios e a estrangeiros residentes. (Págs. 1 e Cotidiano C1)

Foto legenda: Perto do hotel, em Foz do Iguaçu (PR), motoqueiro entrega a arma comprada no Paraguai

Aneel autoriza energia a subir mais que o pedido

Mesmo com a escalada da inflação, a Aneel, agência reguladora do setor de energia elétrica, autorizou reajustes superiores ao reivindicados por distribuidoras.

A paulista CPFL, que havia pedido 6,7%, recebeu permissão para subir 7,7%. (Págs. 1 e Mercado B1)

Sem combustível, avião espião da PF está em galpão

Promessa de campanha da presidente Dilma para combater o narcotráfico, o comércio ilegal de armas e o contrabando na fronteira está parada em galpão a 40 km de Foz do Iguaçu. Não houve fornecedor de combustível para o Vant (Veículo Aéreo Não Tripulado), importado pela PF. (Págs. 1 e Poder A8)

Hamas e Fatah fazem acordo para governo da Palestina

Os principais partidos palestinos, o laico Fatah e o islâmico Hamas, chegaram a um acordo para por fim a quatro anos de confronto e formar um governo de unidade interino. Meta é realizar eleições em até um ano.

A mediação foi feita pelo Egito. A queda do ditador Mubarak, que não era visto como neutro, foi essencial para o acordo. Israel criticou o anúncio. (Págs. 1 e Mundo A11)

Kassab cria a 29ª pasta de governo e põe ex-tucano Walter Feldman (Págs. 1 e Cotidiano C4)


Filha do governador Brizola, Neusinha morre aos 56 no Rio (Págs. 1 e Cotidiano C4)


Eliane Cantanhêde

Vai-se o Conselho de Ética, ficam só as raposas. (Págs. 1 e Opinião A2)

Vinicius Torres Freire

Ainda obra aberta, plano de Dilma pode ganhar forma. (Págs. 1 e Mercado B4)

Editoriais

Leia "Primeiro time", com críticas a composição do Conselho de Ética do Senado; e "Alívio só no superávit", que cobra mais rigor nas contas públicas. (Págs. 1 e Opinião A2)

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O Estado de S. Paulo


Manchete: Facções rivais palestinas anunciam reconciliação

Hamas e Fatah fazem acordo para montar governo de união e realizar eleições; Israel e EUA reagem mal

Após quatro anos de divisão, as facções palestinas Hamas e Fatah anunciaram acordo de reconciliação nacional. Negociado em reuniões secretas no Cairo, o pacto prevê a formação de um governo interino, a fixação de uma data para as eleições e a libertação de presos políticos. No entanto, restam em aberto várias questões-chave - como a unificação das forças dos dois lados. Israel imediatamente condenou a decisão do Fatah, que controla a Autoridade Palestina (AP). "A AP deve decidir entre a paz com Israel e a paz com o Hamas, que quer nos destruir", disse o premiê israelense, Binyamin Netanyahu. Os EUA também receberam a notícia com reservas. Hamas e Fatah já haviam feito outros dois acordos, em 2007 e 2009, e ambos fracassaram. (Págs. 1 e Internacional A12)


Análise: Roberto Simon
A 'primavera palestina'

Assim como ocorreu na Tunísia, no Egito e na Síria, a “revolução palestina" se dá contra os líderes e partidos instituídos, Fatah e Hamas, por jovens desiludidos. (Págs. 1 e Internacional A12)

Decepção no mar

Robô achou a carcaça de uma das caixas-pretas do voo 447 da Air France. Equipamento que armazena os dados não foi localizado. (Págs. 1 e Cidades C4)

Burocracia atrasa entrega de imóveis

O mercado aquecido fez com que o prazo para obtenção de alvarás e da papelada para regularização de obras passasse de seis meses para pelo menos um ano em São Paulo. Escassez de materiais de construção e de máquinas e falta de mão de obra são outros problemas. (Págs. 1 e Economia B6)

Crédito cresce 2,7% no trimestre e BC vê indício de desaceleração

O estoque de crédito na economia do País cresceu 2,7% no primeiro trimestre. O Banco Central avalia que o ritmo indica uma taxa desejável para desaquecer a economia e conter a inflação. Em março, o volume subiu 1% ante fevereiro, mas se manteve estável em 46,4% do PIB. (Págs. 1 e Economia B1)

Juízes federais fazem greve de um dia (Págs. 1 e Nacional A8)


Construtoras buscam sócios para aeroporto (Págs. 1 e Economia B5)


PM compra carros de luxo para oficiais

O comandante da PM paulista, coronel Álvaro Batista Camilo, comprou, por R$ 2,8 milhões, um Captiva para ele e 61 Vectras para os coronéis da corporação. (Págs. 1 e Cidades C1)

Falta de remédio de alto custo gera ações

Em seis anos, o gasto do Ministério da Saúde para cumprir decisões judiciais que mandam fornecer remédios de alto custo subiu de R$ 2,24 milhões para R$ 132,58 milhões. (Págs. 1 e Vida A22)


José Serra

Armas de destruição em massa

Armas e drogas continuam entrando em grande quantidade pelas fronteiras do Brasil, uma catástrofe humanitária pior do que muitas guerras. (Págs. 1 e Espaço Aberto A2)

Demétrio Magnoli

Sem aspas, Garcia

Discurso de Dilma Rousseff alinhou nossa política externa à prescrição constitucional. Os direitos humanos foram recolocados no seu lugar. (Págs. 1 e Espaço Aberto A2)

Notas & Informações

A demolição do PSDB

Alckmin afirma a hegemonia de seu grupo confinando companheiros de diferentes lealdades. (Págs. 1 e A3)

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Correio Braziliense


Manchete: De doida, promotora não tem nada, diz IML

Laudo do Instituto Médico Legal conclui que Deborah Guerner age “de acordo com as conveniências, juízo crítico e contato com a realidade” e que houve simulação quando se submeteu à perícia médica. (Págs. 1, 31 e 32)

O ensaio para um sonho...

Em simulação nas ruas de Londres, cavaleiros escoltam a carruagem na qual o casal real William e Kate deixará a Abadia de Westminster amanhã após a cerimônia de casamento. Na cidade, só se fala na festa. (Págs. 1, 26 e 28)

...e o pesadelo brasiliense

Políticos desonestos, sempre eles, foram alvo de protestos que artistas protagonizaram em diversos pontos da capital. Na Esplanada, a bailarina gaúcha Daggi Dornelles passou a vassoura na corrupção que tanto envergonha a cidade. (Págs. 1 e Diversão & Arte, 5)

Melhor e mais caro

Especialistas dizem que a privatização do aeroporto de Brasília, anunciada pelo governo federal, resultará em serviços de mais qualidade no terminal. Só que os passageiros podem pagar até o dobro pelas tarifas. (Págs. 1 e 12)

Gasolina

Em 80 postos, litro tem apenas três preços diferentes no DF. (Págs. 1 e 41)

Às lojas!

Mesmo com as medidas do governo para frear o consumo, os brasileiros tomaram R$ 71 bilhões em financiamentos em março. Terezinha diz fugir dos juros altos, mas Reny “compra sem ver”. (Págs. 1, 14 e Visão do Correio, 22)

Código Florestal: Polêmica bate às portas dos condomínios

Projeto em discussão no Congresso deve incluir o debate sobre os imóveis e os setores urbanos localizados em Áreas de Preservação Permanente (APPs). Até mesmo empreendimentos às margens do Lago Paranoá seriam afetados. (Págs. 1, 2 e 3)

Nova licitação para colocar o VLT no trilho

Governo do DF acata a Justiça e decide abrir outra concorrência pública para implementar o sistema de transportes. (Págs. 1 e 33)

Eleições: Suplente é de coligação, decide STF

No Distrito Federal, a decisão beneficia Augusto Carvalho (PPS) e Ricardo Quirino (PRB), que viraram deputados federais porque Luiz Pitiman (PMDB) e Geraldo Magela (PT) se afastaram para serem secretários do GDF. Suplentes do mesmo partido dos licenciados brigavam pelo mandato. (Págs. 1 e 6)

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Valor Econômico


Manchete: Mínimo de 2012 eleva em R$ 10 bi o déficit do INSS

A política de correção do salário mínimo será a principal responsável pelo aumento de R$ 9,9 bilhões no déficit da Previdência Social em 2012, que passará de R$ 41,6 bilhões este ano para R$ 51,5 bilhões. Com o reajuste do mínimo e menor expansão da massa salarial, o desequilíbrio deverá atingir R$ 68 bilhões no fim de 2014, segundo cálculos do Ministério da Fazenda.
O critério de reajuste estabelece a correção do mínimo com base na variação do PIB de dois anos antes do reajuste, acrescida do INPC do ano anterior. Por essa regra, pela estimativa da Fazenda, a correção real em quatro anos será de 25,8%. Os prognósticos indicam salário mínimo de R$ 616,34 em 2012, R$ 676,35 em 2013 e R$ 745,66 em 2014. O efeito negativo do reajuste nas contas do INSS é grande porque os benefícios com valor igual ao salário mínimo respondem por 41 % da despesa da Previdência. (Pág. 1)



Sistema mantém farta liquidez

Mesmo com as medidas adotadas pelo Banco Central desde o fim do ano passado, como o aumento do depósito compulsório dos bancos, a liquidez do mercado continua folgada, o que para alguns economistas pode contribuir para alimentar pressões inflacionárias.
O nível de liquidez do mercado mudou com a atuação do BC na crise de 2008 e agora se consolida com as intervenções cambiais da própria autoridade monetária para conter a valorização do real. Dados do Sistema de Pagamentos Brasileiro (SPB) mostram que o volume de dinheiro movimentado diariamente alcançou R$ 530 bilhões na média de janeiro a meados de abril - um dos níveis mais altos desde 2002. Nos primeiros meses de 2008, o giro diário no SPB não chegava a R$ 300 bilhões. Além do giro financeiro ampliado, cresceu o número de operações - em média, 32%, aproximando-se de 54 mil por dia. Em parte, essa expansão se deve às atuações das mesas de operações de mercado aberto e reservas internacionais do BC, também registradas no SPB. (Págs. 1 e C1)



Foto legenda: Luzes para Bernanke

Ben Bernanke, presidente do Federal Reserve, concede entrevista inédita e confirma o fim do programa de compra de bônus de US$ 600 bilhões, mas não dá sinal de alta do juro. (Págs. 1 e C2)

Máquina de Vendas vai às compras

Resultado da associação entre as redes varejistas Ricardo Eletro, Insinuante e City Lar, a Máquina de Vendas dispõe de R$ 1 bilhão para comprar outras empresas do setor. O presidente do conselho da companhia, Luiz Carlos Batista, tem procurado redes de lojas em diversas regiões do país, especialmente no Sul e no Rio de Janeiro.
Os recursos foram obtidos com a parceria fechada com o HSBC, em fevereiro, para criação de uma promotora de vendas. Para ter exclusividade no financiamento das vendas nas três redes, o banco pagou R$ 500 milhões e deixou disponível uma linha de crédito de mais R$ 500 milhões. Batista não confirma os valores, nem a atenção especial às praças da Região Sul, a única do país onde a Máquina de Vendas ainda não está presente. (Págs. 1 e B1)

Governo vai reduzir anidro na gasolina

A recente elevação dos preços nas usinas acelerou a decisão do governo de reduzir a mistura de anidro à gasolina, hoje em 25%. A alteração será anunciada nos próximos dias, segundo apurou o Valor. O índice deve cair a 20% ou 18%, dependendo de uma decisão da presidente Dilma Rousseff. Se for a 20%, a medida poderá ser determinada por decreto interministerial. Abaixo disso, será preciso uma medida provisória.
Para reforçar a estratégia de intervenção no setor, Dilma também determinou à Petrobras Biocombustíveis maior rapidez nos investimentos para produção de etanol. (Págs. 1 e B16)

Foto legenda: Busca de parceria

Tom Murry, CEO da Calvin Klein, chega ao Brasil em busca de parceria para sofisticar sua imagem e abrir a primeira loja da linha premium da grife na América Latina. (Págs. 1 e B5)

Rússia adota restrições à compra de carne brasileira

A Rússia, principal mercado para as carnes do Brasil, impôs restrições temporárias às importações de produtos brasileiros após uma inspeção de duas semanas a 29 processadoras nacionais de carnes bovina, suína, de frango e industrializados, finalizada no dia 18. Conforme apurou o Valor, o órgão de inspeção veterinária do governo russo manteve restrições às importações de 13 unidades que já estavam sob embargo e pretendiam voltar a exportar. A missão visitou ainda oito fábricas pela primeira vez, que também não foram habilitadas.
Em comunicado divulgado em seu site, em tom duro e com críticas ao Ministério da Agricultura brasileiro, o órgão fiscalizador do governo russo diz que a inspeção apurou uma piora nos últimos anos no sistema que assegura a conformidade dos produtos brasileiros às normas de segurança alimentar russas. (Págs. 1 e B16)

Minha Casa, Minha Vida ajustado ao PT

Na semana em que reúne o Diretório e a Executiva nacionais para tratar, entre outros temas, das eleições municipais, o PT se mobilizou para aprovar ontem, na Câmara, medida provisória que pode abrir caminho para um melhor desempenho nas urnas em 2012. A MP 514 foi colocada em votação com alterações feitas em conjunto pelo governo e o relator do texto, André Vargas (PT-PR).
As principais mudanças pretendem fazer o programa deslanchar nos municípios com até 50 mil habitantes, redutos em que o partido teve desempenho fraco nas duas últimas eleições para prefeito. Um dos artigos do texto original da MP determina que a União "deverá realizar oferta pública de recursos destinados à subvenção econômica ao beneficiário de operações em municípios com até 50 mil habitantes". Foram acrescidos dois parágrafos que criam um regulamento específico para atender cidades entre 20 mil e 50 mil habitantes, população urbana superior a 70% e crescimento entre 2000 e 2010 superior à do respectivo Estado. (Págs. 1 e A9)

Boeing prevê demanda para 830 aeronaves em 20 anos no Brasil (Págs. 1 e B7)


Fórum Econômico Mundial, no Rio, tem participação recorde, diz Marisol Argueta (Págs. 1 e A6)


Ética sob suspeita

A participação do líder do PMDB no Senado, Renan Calheiros (AL), e de senadores que respondem a processos na Justiça no Conselho de Ética da Casa aumenta o descrédito em relação ao órgão. (Págs. 1 e A11)

Nacionalização

A demanda aquecida por câmeras digitais estimula fabricantes como Nikon, Fuji e Samsung a aumentar a produção desses equipamentos no Brasil. No ano passado, as vendas cresceram 38%, para 3,5 milhões de unidades. (Págs. 1 e B3)

Reforço na saúde em BH

Ampliação do hospital da Unimed marca uma série de investimentos em saúde em Belo Horizonte, que se aproximam de R$ 1 bilhão. A previsão é que sejam abertos mais de mil leitos na cidade. (Págs. 1 e B6)

CMA reforça atuação no Brasil

Recuperada da crise internacional graças a um aporte de US$ 500 milhões do conglomerada turco Yildirim, a companhia francesa de navegação CMA CGM, terceira maior armadora de contêineres do mundo, quer recuperar o tempo perdido no Brasil. (Págs. 1 e B10)

Mitsubishi investirá R$ l bi

A direção da Mitsubishi no Brasil vai investir R$ 1 bilhão na fábrica de Catalão (GO) para dobrar sua capacidade para 100 mil veículos por ano, além da produção de novos modelos, como o Lancer, e de motores. (Págs. 1 e B10)


Standard mira Brasil

A Standard Life Investments, um dos maiores investidores imobiliários da Europa, está concluindo seus primeiros negócios no Brasil: R$ 150 milhões em três edifícios em São Paulo. Uma nova rodada deve receber entre R$ 100 milhões e R$ 150 milhões. (Págs. 1 e B11)

Energia

Até 2020, quando a população brasileira deve chegar a 205 milhões de pessoas, a demanda por energia elétrica crescerá 4,8% ao ano, saindo de um patamar de consumo de 456,5 mil GWh para 730,1 mil GWh. "Ainda há muito a crescer com a evolução da renda", diz Mauricio Tolmasquim, da EPE. (Págs. 1 e Especial)


JBS aceita acordo no Acre

O JBS, maior frigorífico do mundo, assinou acordo judicial para encerrar um processo movido pelo Ministério Público Federal (MPF) do Acre por ter supostamente comprado bois de áreas desmatadas ilegalmente na Amazônia. (Págs. 1 e B13)

Ideias

Ribamar Oliveira

Pela primeira vez em anos, as despesas da União estão crescendo em ritmo menor que o PIB nominal. (Págs. 1 e A2)

Ideias

Carlos Lessa

Concordo com o combate à inflação, mas me pergunto por que a presidente Dilma não ousa com o mundo em crise. (Págs. 1 e A11)

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Estado de Minas


Manchete: Nós precisamos de soluções. E não podemos mais esperar...

...ampliação de Confins

Embora em situação mais crítica, o aeroporto da Grande BH ficou para trás no programa do governo de concessões à iniciativa privada para ampliação dos terminais. Os editais para Guarulhos (SP) e Brasília devem sair no início de maio, e o de Campinas, no fim do mês. Minas e Rio, só em junho ou julho. Enquanto isso, está parada na Justiça a licitação da Infraero para reforma de Confins, que, mesmo com as obras, estará muito defasado até 2014. (Págs. 1,15 e Editorial, 6)

...nova ponte na BR-381

Passada uma semana da interdição da ponte no Rio das Velhas, que sobrecarrega o trânsito em Santa Luzia e Sabará, o Dnit não sabe se será possível construir uma estrutura provisória. Depende de vistoria do Exército, que foi adiada de ontem para hoje. Mesmo que sejam feitas, as duas pontes metálicas só absorverão 40% do tráfego. Para piorar, a Prefeitura de BH confirmou a festa do trabalhador, domingo, na Via 240, que faz parte de um dos desvios. (Págs. 1 e 32)

O esperneio de suas excelências

A União Nacional dos Legislativos Estaduais recorrerá ao Supremo Tribunal Federal contra a suspensão do pagamento por sessão extraordinária aos deputados de Minas e Goiás. Pretende cobrar até o ressarcimento pelo período em que o benefício ficar cortado. Os deputados mineiros recebiam R$ 1.002 a cada reunião e têm direito também a um auxílio-moradia de R$ 2.250. Mas pelo menos 21 são donos de imóveis em bairros nobres de BH. (Págs. 1, 3 e 4)

Remédio da Hipolabor teria matado 13 bebês em Roraima (Págs. 1 e 28)


Gás natural: Petrobras acha reserva em MG

Depósito foi descoberto em Brasilândia de Minas, na Bacia do São Francisco, e deve culminar na implantação de duas termelétricas com investimento de US$ 1,2 bilhão. (Págs. 1 e 19)

Mandatos

Supremo decide que vaga de suplente é da coligação (Págs. 1 e 8)

Renúncia fiscal

Senado inclui parte de MG em área de incentivo (Págs. 1 e 9)

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Jornal do Commercio


Manchete: Falta leito até em hospital particular (Pág. 1)


Arena da Copa tem modelo questionado (Pág. 1)


Panificadores fazem contas de preço do pão (Pág. 1)


Vaga de suplente é da coligação, decide Supremo (Pág. 1)


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Zero Hora


Manchete: Argentina e China tiram força do setor de máquinas do RS

Combinação de barreiras argentinas e atração chinesa de empreendimentos afeta empresas, baixa produção, causa demissões e ameaça novos investimentos. (Págs. 1 e 20)

Aeroportos: Privatização do Salgado Filho fica para depois

Cinco terminais estão na frente na lista da concessão a empresas. (Págs. 1, 26 e Rosane de Oliveira, 10)

Espera em Marau

Computadores para aulas ficam na caixa. (Págs. 1 e 38)

Aos 56 anos: Neuzinha Brizola morre no Rio

Filha de ex-governador será sepultada em São Borja. (Págs. 1 e 16)

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terça-feira, abril 26, 2011

XÔ! ESTRESSE [In:] ''HOUSE''. ESSE SERIADO NACIONAL NÃO É DE CURTA TEMPORADA

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Homenagem aos chargistas brasileiros.
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(*) ''HOUSE''; seriado TV americana.
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GOVERNO DILMA/OPOSIÇÃO [In:] NADA DE NOVO NO ''FRONT''

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O papel da oposição no Brasil de hoje

Autor(es): Rubens Barbosa
O Estado de S. Paulo - 26/04/2011

As três últimas derrotas do PSDB em eleições presidenciais deixaram a oposição sem discurso, adotado e incorporado habilmente pelo PT, e sem bandeiras - como a modernização do País e as privatizações -, cujos resultados positivos foram renegados três vezes, pelo próprio partido, durante as campanhas eleitorais.

De maneira competente, o governo do PT ocupou todos os espaços políticos. A oposição, reduzida aos pronunciamentos parlamentares, teve pouca relevância e influência no processo político, pela dificuldade de ser ouvida pela sociedade. O papel da oposição, em larga medida, foi representado pela mídia, que, com competência e com amplo acesso à sociedade, tem fiscalizado as ações do Executivo e denunciado o que entende serem equívocos de políticas e mazelas da administração pública.

Criou-se, assim, um vácuo político, que a revista Interesse Nacional (www.interessenacional@uol.com.br) procurou preencher ao promover o debate sobre o papel da oposição no Brasil, hoje. Afinal, na última eleição presidencial 43 milhões de eleitores rejeitaram o que o PT representa e a sociedade brasileira, em profunda transformação, mostra a inclusão das classes D e E numa classe média que conta hoje com mais de 100 milhões de pessoas, cujos aspirações e valores ainda não estão claramente identificados.

É tão grande o anseio da sociedade pela discussão de ideias e tão vigorosa a demanda pelo debate político que não chega a surpreender a repercussão que um único artigo sobre o papel da oposição conseguiu despertar na mídia e nos meios eletrônicos de comunicação, antes mesmo de sua publicação na revista. A demanda reprimida foi atendida e despertou imediata atenção da classe política e da mídia. É verdade que o artigo foi escrito pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, cujas opiniões não repercutem de maneira neutra entre os formadores de opinião, nem entre os eleitores em geral.

O artigo, publicado no último número da revista Interesse Nacional, pode ser visto como um convite para o início de um debate de alto nível sobre o aperfeiçoamento da democracia pelo fortalecimento das oposições. FHC, nos últimos tempos, tem chamado a atenção de seu partido para a urgente necessidade de se reciclar e de mudar seu discurso, sua estratégia e sua ação, de modo a que possa ocupar um papel de realce no cenário político nacional.

É curioso que, embora poucos tenham lido o artigo na íntegra, todos se julgaram no direito de comentar, a favor ou contra, a partir de uma frase, de interpretação distorcida por manchete jornalística, que não refletiu o espírito da observação do ex-presidente.

Na revista, a análise do ex-presidente FHC foi acompanhada por dois outros provocativos trabalhos, do sociólogo Demétrio Magnoli e do professor-diplomata Paulo Roberto de Almeida, cujas ideias básicas valem como contribuições importantes para o debate.

Demétrio Magnoli, em Partido único, referindo-se ao PT, assinala que a sociedade brasileira - moderna, urbana, complexa - não se ajusta à sedimentação de seu sistema político sob o peso de um poder hegemônico. Na sua opinião, a rejeição ao petismo se expressaria na sociedade sob as mais diversas formas. Essa oposição, entretanto, não se traduz adequadamente nos atuais partidos oposicionistas e, portanto, também não encontra expressão parlamentar. É um sinal preocupante sobre o estado de saúde de nossa democracia. A persistente relutância em expor as relações entre a natureza autoritária do PT e as orientações de política internacional do lulismo constitui uma aula completa sobre o estado falimentar do PSDB e do DEM. "Os partidos oposicionistas nada têm a dizer sobre o modelo (econômico) em gestação, que subordina o interesse público ao interesse privado", assinala Demétrio.

Em Miséria da oposição no Brasil: da falta de um projeto de poder à irrelevância política, Paulo Roberto de Almeida elabora sobre a inexistência de uma verdadeira oposição no atual cenário político brasileiro e sobre as tarefas da oposição num moderno sistema político democrático. O autor faz um exame das condições pelas quais se poderá fazer a eventual reconstrução de uma oposição digna de seu nome no Brasil. "A oposição precisa estar pronta para oferecer outro futuro a todos os brasileiros que não acham que a esperteza política aliada ao oportunismo propagandístico representa o horizonte real de possibilidades para o país. A oposição brasileira (...) falhou miseravelmente em sua missão oposicionista. Dizer que ela foi inepta, ineficiente, incompetente, patética seria até ser generoso com as principais forças que foram agrupadas nesta classificação de oposição. Basta dizer que simplesmente não existiu uma oposição de verdade durante todo o governo Lula: as forças que deveriam, até precisavam, ser oposição, simplesmente se autoanularam para um exercício que é uma das tarefas mais legítimas em todos os regimes democráticos", observa Paulo Roberto.

Nenhuma democracia se pode dar ao luxo de prescindir de uma oposição com programa alternativo, fiscalizadora e dinâmica.

O Partido dos Trabalhadores fez a sua parte. Renovou-se, organizou-se nacionalmente e tem um projeto de poder. No governo há oito anos, e agora desfrutando mais quatro, tem um forte poder de atração e de cooptação.

Espera-se que as oposições - e, em especial, o PSDB, o partido mais forte dentro desse grupo - iniciem um debate democrático para criar condições de modo a se apresentarem nas próximas eleições como uma real alternativa ao PT, com um projeto para o País, e não apenas de poder. A alternativa - caso isso não ocorra - é a consolidação do PT como partido hegemônico, a exemplo do Partido Revolucionário Institucional (PRI), que governou o México por quase 70 anos.

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GOVERNO DILMA/INFLAÇÃO [In:] NO MEU CAMINHO HÁ UM BANCO...

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BANCOS DESAFIAM BC E ABREM GUERRA POR CRÉDITO A SERVIDOR


UM MILHÃO SEM ALTERNATIVA


Autor(es): agência o globo: Ronaldo D"Ercole
O Globo - 26/04/2011

Bancos descumprem determinação do BC e mantêm na Justiça exclusividade no crédito consignado a servidores

Cem dias depois da publicação de circular pelo Banco Central proibindo contratos de exclusividade entre bancos e órgãos da administração pública para a concessão de empréstimos consignados, muitos acordos ainda estão em vigor: no total, são nove estados, três capitais (São Paulo, Manaus e Natal) e outras 40 cidades, impedindo cerca de um milhão de servidores de buscar no mercado as melhores condições para a contratação de crédito com desconto no contracheque. A maioria desses contratos envolve o Banco do Brasil, que é líder no mercado de consignado e que, com os governos estaduais e prefeituras, tornou-se alvo de ações na Justiça. A Associação Brasileira de Bancos Comerciais (ABBC, que reúne instituições de pequeno e médio portes) e entidades ligadas ao funcionalismo são os grandes opositores da exclusividade. E, depois de algumas idas e vindas, decisões recentes da Justiça indicam uma mudança na disputa.

No último dia 13, o presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Ari Pargendler, negou recurso do governo do Pará contra liminar do Tribunal de Justiça (TJ) do estado que suspendia a exclusividade do Banco do Estado do Pará (Banpará). Até então, em demandas envolvendo esses casos o STJ vinha se posicionando a favor dos governos. No caso do Rio Grande do Norte, o TJ estadual chegou a julgar o mérito de ação da ABBC, suspendendo a exclusividade do BB no consignado, mas uma liminar do STJ manteve o contrato. Na próxima semana o TJ da Bahia deve julgar ação semelhante, que questiona o contrato do governo baiano e o BB.

BB: novos contratos não terão cláusula

Com uma carteira de R$45 bilhões em financiamentos consignados, o que lhe dá 32,7% de participação num mercado de R$141 bilhões, o BB defende a legalidade dos contratos em vigor, firmados antes da edição da circular 3.522, do BC, mas informa que não incluirá mais essas cláusulas em novas negociações.

- Não podemos abrir mão de algo pelo qual pagamos, mas tomamos a decisão de não mais incluir essa cláusula em novos contratos. O BB não precisa disso para continuar líder - disse o vice-presidente de negócios de varejo do BB, Paulo Rogério Caffarelli, lembrando que apenas 12 de um total de 12 mil contratos de administração de folha do banco com órgãos públicos têm cláusula de exclusividade no consignado.

Questionado sobre a disputa jurídica em torno de sua circular, o BC informou entender que sua medida aplica-se apenas a acordos posteriores à data de sua publicação, 14 de janeiro. O advogado Marcelo Angélico, que representa a ABBC, contesta tal interpretação.

- A natureza da circular é de cunho declaratório, reafirmando uma ilegalidade que sempre existiu, não constitui nenhum direito novo - diz Angélico, referindo-se ao fato de a medida do BC ter por fundamentos constitucionais a livre concorrência e os direitos do consumidor. - Não temos nada contra a compra de folhas de salários pelos bancos. O consignado, por outro lado, não é direito do estado nem do banco, mas do servidor de escolher o que fazer.

O BB evoca também, em defesa de seus contratos, um parecer do STJ, emitido em resposta a um dos muitos recursos contra julgamentos em primeira instância favoráveis ao fim da exclusividade, que reconhece como prerrogativa do poder público autorizar ou não o empréstimo consignado "na forma que lhe for mais oportuna e conveniente". Pargendler, presidente do STJ, justificava seu parecer alegando que os acordos implicam custos às administrações estaduais e municipais e que, por isso, os contratos firmados são os que trazem "maior vantagem ao erário público".

- Ao negar recurso na ação do Pará, o presidente do STJ mudou sua posição em relação à exclusividade. Seu argumento anterior não era jurídico, mas econômico, embora a ele coubesse defender a lei - diz Rafael Matos, advogado que representa a Federação Interestadual dos Servidores Públicos (Fesempre).

Com duração média de cinco anos, muitos dos contratos de exclusividade do BB já têm parte do prazo transcorrido. Outros, como o com o governo baiano, foram renegociados ano passado. O Bradesco é um dos poucos bancos privados com contrato de exclusividade, no caso com a prefeitura de Manaus. O banco não entra no mérito da discussão e, em comunicado, afirmou que tal contrato foi "celebrado antes da publicação da circular do BC" e "em processo de livre concorrência entre os participantes do mercado".

- A única coisa que os contratos de gestão de folha (com governos e prefeituras) asseguram é a prioridade de relacionamento com os sevidores. Mas os bancos incluíram a exclusividade no consignado para aumentar o retorno desses contratos - diz Renato Oliva, presidente da ABBC.

''QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?''

SINOPSES - RESUMO DOS JORNAIS

26 de abril de 2011

O Globo

Manchete: Bancos desafiam BC e abrem guerra por crédito a servidor
Maior interessado, BB quer exclusividade em empréstimo com desconto em folha

Bancos públicos, entre eles o Banco do Brasil, e instituições privadas estão desrespeitando circular do Banco Central que proíbe a exclusividade na concessão do crédito consignado (com desconto em folha) para servidores. Esses bancos efetuam o pagamento dos salários, mas têm que garantir a liberdade para que os funcionários públicos possam tomar empréstimo onde encontrarem melhores condições. De olho num mercado de quase R$ 140 bilhões, os bancos estão exigindo exclusividade desses servidores. A disputa já foi parar na Justiça e envolve o funcionalismo em nove estados, incluindo três capitais (São Paulo, Manaus e Natal) e outras 40 cidades. O Banco do Brasil, que controla um terço desse mercado de consignado, é um dos maiores interessados em manter a exclusividade, contrariando o BC. O caso já foi parar no Superior Tribunal de Justiça (STJ). (Págs. 1 e 23)

Nas estradas, tragédia se repete

Somente nas estradas federais, 175 pessoas morreram e 2.274 ficaram feridas durante o feriadão da Semana Santa, informou a Polícia Rodoviária Federal. Na comparação com o carnaval, houve redução de 18% no número de mortes e de 7% no de feridos. Mas, em relação à Semana Santa de 2010, a média diária de mortes subiu de 28,5 para 31. Foram registrados nada menos que 3.861 acidentes em seis dias. Nas estradas estaduais do Rio, os feridos aumentaram 111 % em relação à Semana Santa de 2010. (Págs. 1 e 12)

Diretora da Polícia Rodoviária perde carteira

Só depois de ser denunciada, e após notificações, a nova diretora-geral da Polícia Rodoviária Federal entregou sua carteira. (Págs. 1 e 12)

Testemunha do Riocentro viu 3 cilindros no Puma

Trinta anos após o atentado no Riocentro, uma testemunha, que usava o Fusca parado atrás do Puma onde estavam o sargento Guilherme Pereira do Rosário e o capitão Wilson Machado, conta que viu um cilindro com o sargento e outros dois no banco de trás. Minutos depois, viu a explosão, e percebeu, após a confusão, que os dois cilindros do banco de trás do Puma tinham sumido. (Págs. 1 e 3)

Preço do álcool sobe de novo: mais 10%

Em plena safra da cana, o preço do álcool anidro, misturado à gasolina, nas usinas, subiu, em uma semana, 10,23%, o que pressiona ainda mais o custo de vida. A presidente Dilma prometeu "combate acirrado à inflação". (Págs. 1, 23 e 25)

WikiLeaks: Maioria em Guantánamo era inofensiva

Documentos revelados pelo site WikiLeaks apontam abusos, falta de critérios judiciais e descontrole nas prisões de suspeitos de terrorismo em Guantánamo pelos EUA. Segundo o jornal "El País", quase 60% dos presos não representavam ameaça. (Págs. 1 e 29)

Foto legenda: Dia dos contras

Produtores rurais fecham uma estrada que dá acesso ao Porto do Açu, em São João da Barra (RJ), operado pela LLX, de Eike Batista. Eles querem negociar desapropriações de terras. Com o bloqueio, as obras pararam. (Págs. 1 e 24)

Foto legenda: Dia dos contras

Ativistas do Greenpeace protestam em frente ao BNDES, no Centro, contra financiamento à construção da usina nuclear de Angra 3: manifestação acontece na véspera dos 25 anos do acidente de Chernobyl. (Págs. 1 e 32)

Ancelmo Gois

Mesmo proibido, 100 mil meninas com menos de 14 anos ainda trabalham como empregadas domésticas no Brasil. (Págs. 1, 18 e 19)

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Folha de S. Paulo

Manchete: Dilma negocia com TCU para acelerar aeroportos
Funcionários da Secretaria de Aviação Civil seriam treinados pelo órgão

O governo Dilma Rousseff negocia uma parceria entre a Secretaria de Aviação Civil e o Tribunal de Contas da União para o acompanhamento de grandes obras federais de expansão dos aeroportos visando a Copa-14.

Técnicos do TCU, responsável pela fiscalização, treinariam funcionários da secretaria. Com esse convênio, o objetivo do governo é corrigir rumos e evitar paralisações de obras. De 10 projetos, 6 ainda estão parados. (Págs. 1 e Poder A4)

A Secretaria de Aviação Civil propôs à presidente Dilma três modelos de concessão para aeroportos. (Págs. 1 e Poder A7)

Foto legenda: Pelo buraco

O general Ghulam Dastgir, responsável pela prisão de Sarposa, em Candahar, no sul do Afeganistão, mostra entrada de túnel de 320 metros por onde fugiram 486 detentos, a maioria deles insurgentes talebans. (Págs. 1 e Mundo A18)

Presidente diz que inflação traz 'imensa preocupação'

No dia em que o mercado elevou pela sétima vez seguida a previsão de inflação, a presidente Dilma disse haver "imensa preocupação" no governo e prometeu um "combate acirrado". Ela não adiantou se haverá novas medidas para contê-la.

Pesquisa do Banco Central mostra que economistas esperam que o IPCA feche 2011 em 6,34%. (Págs. 1 e Poder A8)

EUA detiveram inocentes em Guantánamo, diz WikiLeaks

Arquivos secretos mostram que entre os detentos da prisão dos EUA em Guantánamo (Cuba), estavam um garoto de 14 anos vitima de sequestro e um homem que sofria de demência senil.

Segundo os documentos, vazados pelo site WikiLeaks, quase a metade do grupo de 212 afegãos presos era inocente. (Págs. 1 e Mundo A16)

Pela primeira vez, ditadura síria usou tanques em ataque, e 25 morreram em Daraa, dizem ativistas. (Págs. 1 e Mundo A14)

Foto legenda: Tudo cru

Terreno da arena corintiana, ainda sem obras; Kassab nomeou correligionário do ministro Orlando Silva Jr. (PC do B) como secretário da Copa-14. (Págs. 1 e Esporte, D12)

À sombra da realeza

"Estamos acostumados a grandes eventos. Mas o casamento de um futuro rei é de longe o mais intenso", diz o capitão Peter Hanbury-Bateman, que fará a escolta do príncipe William, na sexta. Ele esteve no Brasil para um intercâmbio. (Págs. 1 e Mundo A22)

João Pereira Coutinho

Kate é excelente partido para William e família. (Págs. 1 e Ilustrada, E12)

Infartado deve fazer exercício em sete dias

Pesquisa feita por universidades americanas e canadense mostram que pessoas que sofreram ataque cardíaco devem fazer exercícios físicos, como caminhadas, uma semana após o evento.
O intervalo indicado hoje é de quatro semanas. (Págs. 1 e Saúde, C10)

Editoriais

Leia "Tchernobil, 25 anos", que põe em perspectiva acidentes nucleares, e "Pensão desproporcional", sobre novas regras para benefício. (Págs. 1 e Opinião A2)

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O Estado de S. Paulo

Manchete: Guantánamo manteve 150 inocentes presos, revelam documentos
Site WikiLeaks detalha detenções arbitrárias e violência em interrogatórios

Pelo menos 150 suspeitos levados à prisão americana de Guantánamo desde 2002 eram inocentes, revelam alguns dos mais de 700 documentos confidenciais do governo dos EUA tornados públicos ontem pelo WikiLeaks. Os registros detalham ainda a utilização de métodos violentos nos interrogatórios, o sistema de classificação por grau de periculosidade dos presos e a transcrição de depoimentos. Segundo os documentos, em muitos casos os suspeitos foram detidos após serem confundidos com pessoas procuradas ou simplesmente porque estavam no lugar errado e na hora errada. Os papéis falam também de um suposto plano terrorista para atacar o Aeroporto de Heathrow, em Londres. O Pentágono qualificou o vazamento das informações de “infeliz". (Págs. 1 e Internacional A10)

Projeção de inflação sobe de 4,8% para 6,3% em 1 ano

Relatório do Banco Central divulgado ontem indica que o mercado prevê para este ano uma inflação de 6,34%, encostando no teto da meta (6,5%). Há um ano, a projeção era de 4,8%. A presidente Dilma Rousseff manifestou "muita preocupação” com a inflação. (Págs. 1 e Economia B1)

Dívida pública interna cresce

A dívida pública federal em títulos foi de R$ 1,69 trilhão em março, alta de 1,39%. (Págs. 1 e Economia B5)

Feldman deixa PSDB e atribui crise no partido a Alckmin

Tucano histórico, o secretário municipal de Esportes de São Paulo, Walter Feldman, anunciou sua saída do PSDB e responsabilizou o governador Geraldo Alckmin pela crise que atinge o partido: "A candidatura (a prefeito, em 2008), de maneira equivocada, quebrou a aliança PSDB-DEM e fez o estrago que existe hoje. Depois de já ter sido candidato a prefeito, a governador, a presidente, e a prefeito e a governador de novo, mostrou uma sucessão única, onde apenas um candidato se coloca na disputa dentro do PSDB para todas as funções", afirmou. (Págs. 1 e Nacional A4)

Kassab deve encerrar gestão sem cumprir Plano de Metas

A Lei de Diretrizes Orçamentárias enviada pelo prefeito Gilberto Kassab à Câmara de São Paulo indica que ele não cumprirá até 2012 algumas das maiores promessas de seu Plano de Metas. Entre os projetos estão três hospitais na periferia, nove terminais de ônibus, a revitalização da cracolândia, o prolongamento da Radial Leste, a Praça das Artes e 66 km de novos corredores de ônibus. Em relação à Nova Luz, principal bandeira da atual gestão, a LDO prevê que 5% estarão concluídos. Em nota, a prefeitura questionou os critérios usados para chegar às conclusões. (Págs. 1 e Cidades C1 e C3)

223 propostas
estão no Plano de Metas 2009-2012 e têm de ser cumpridas pela prefeitura. (Pág. 1)

Dez milhões ainda não entregaram IR

A Receita Federal recebeu até ontem 14,26 milhões de declarações de Imposto de Renda. Até sexta-feira, o Fisco espera receber 24 milhões de documentos. (Págs. 1 e Economia B8)

USP terá serviço de empréstimo de bicicleta (Págs. 1 e Cidades C5)

Produção de lixo no Brasil cresce 6,8%
O volume de resíduos sólidos produzidos pelo Brasil em 2010 cresceu 6,8% ante 2009, mostra pesquisa de empresas do setor. Do total, 42,4% não receberam destinação adequada. (Págs. 1 e Vida A16)

Celso Ming

Efeito inconsistência

O governo deveria admitir de vez que não tem política para combustíveis. E não perder mais tempo em formulá-la e em colocá-la em prática. (Págs. 1 e Economia B2)

Arnaldo Jabor

Não existíamos e não sabíamos

Quando entenderemos que, no Brasil, só um cheque de empreendedores livres pode arrasar o "bunker" corrupto do Estado patrimonialista? (Págs. 1 e Caderno 2, D10)

Notas & Informações

Plano B para o comércio

A mais ambiciosa negociação da história pode desembocar em acordo contra burocracia aduaneira. (Págs. 1 e A3)

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Valor Econômico

Manchete: Justiça cerca devedores e já bloqueia R$ 20 bi por ano
O dito popular "ganhou, mas não levou" está caindo em desuso na Justiça brasileira. Amparados por sistemas eletrônicos, os juízes têm cada vez mais penhorado contas bancárias, imóveis e veículos de devedores condenados em ações trabalhistas, fiscais e cíveis. No ano passado, R$ 20,13 bilhões em contas correntes e 226 mil veículos sofreram bloqueio on-line. A tendência é que o cerco aos devedores se feche ainda mais nos próximos anos. Isso porque, além desses instrumentos, os magistrados também têm utilizado o Sistema de Informações ao Judiciário (Infojud) para acessar as declarações de Imposto de Renda (IR) de contribuintes dos últimos cinco anos. De 2009 até o fim do ano passado, mais de um milhão de solicitações foram enviadas à Receita Federal.
Antes de o Infojud ser criado, em 2007, levava-se meses para obter retorno da Receita. De acordo com o juiz-auxiliar da presidência do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), Marivaldo Dantas de Araújo, a ferramenta é importante porque agiliza a execução (momento em que se calcula o valor da condenação e ordena-se o pagamento) e impede fraudes, como a transferência de bens para terceiros durante o processo. "Ainda há muita fraude", afirma. (Págs. 1 e E1)

Qualificação profissional é negligenciada

A cada R$ 100 gastos com o seguro-desemprego, o governo federal investe apenas R$ 1 em programas de qualificação da mão de obra. No Estados Unidos, para cada US$ 100 gastos com o benefício aos desempregados, o governo de Barack Obama gastou US$ 11,25 com qualificação no ano passado. O descompasso entre as duas despesas no Brasil preocupa desde técnicos do governo até empresários, que apontam a falta de qualificação dos trabalhadores como um dos principais entraves ao crescimento econômico. Sete em cada dez empresários sofrem com a falta de qualificação profissional de seus funcionários, de acordo com pesquisa da Confederação Nacional da Indústria. (Págs. 1 e A12)

Helbor carrega a herança dos Borenstein

Em contraste flagrante com seus concorrentes, que mantêm escritórios em endereços nobres em São Paulo ou no Rio, o quartel-general da incorporadora Helbor continua em Mogi das Cruzes, distante 61 km da capital paulista, nas mesmas casas onde morava a família Borenstein, fundadora da empresa. É um sinal do gosto pela estrutura enxuta e, principalmente, barata, que se reflete em indicadores como a menor relação despesa administrativa/receita do setor.
O nome Helbor resulta das iniciais do nome e sobrenome de Hélio Borenstein, pai de Henrique, presidente do conselho, e avô de Henry, presidente executivo da companhia. Quem iniciou a fortuna da família no Brasil foi Hélio, que chegou pobre da Ucrânia, em 1917, e morreu em 1964, antes do nascimento da Helbor. Henrique multiplicou o patrimônio dos Borenstein e tornou-se acionista do BCN, com 15% do capital. Quando o banco foi vendido, passou a ser um dos maiores acionistas individuais do Bradesco.(Págs. 1 e B1)

Ofertas de ações rendem R$ 1 bi à Gávea

Desde dezembro, a Gávea, gestora fundada pelo ex-presidente do Banco Central Armínio Fraga, levantou R$ 1 bilhão em três aberturas de capital na bolsa. Em sua carteira não há só casos de sucesso, mas, de toda forma, ela é a gestora de fundos de "private equity" que mais levantou recursos por essa via nos últimos meses. Ao mesmo tempo, está captando seu quarto fundo de investimentos em participações, que deve alcançar no mínimo R$ 1,5 bilhão, segundo dados da Comissão de Valores Mobiliários (CVM). Há seis meses, a americana Highbridge comprou 55% do capital da Gávea.
As companhias que a gestora está levando à bolsa são de uma safra de investimentos realizados entre 2007 e 2008. "Procuramos ficar de três a quatro anos nas empresas antes de abrir seu capital. Queremos que elas cheguem bem preparadas. Não somos um fundo pré-IPO", diz Christopher Meyn, gestor da Gávea. (Págs. 1 e C1)

Governo cria o seu "Ibope" na Argentina

Fundado em 1942, o Ibope enfrenta uma situação inusitada. O governo argentino decidiu não só atacá-lo publicamente, levantando dúvidas sobre a veracidade de suas medições de audiência da televisão - em especial do canal público - mas também criar um sistema estatal para saber o que as pessoas estão assistindo na TV. O governo da Argentina já é alvo de desconfiança por conta das estatísticas oficiais de inflação e outros indicadores. O novo índice estará a cargo da Autoridade Federal de Serviços de Comunicação Audiovisual, que acusa o Ibope de "práticas monopolistas" e "falta de transparência". Flávio Ferrari, do Ibope Media, disse ao Valor que os clientes não levam as críticas a sério. "O que acontece na Argentina, até onde conheço, é uma iniciativa única no mundo." (Págs. 1 e A8)

Lenovo foca campo de emergentes

A Lenovo inicia projeto para replicar nos mercados do Brasil, Indonésia, México, Índia e Turquia a experiência bem-sucedida na China para avançar nas áreas rurais dos países emergentes. (Págs. 1 e B2)


Reforço nas redes

Após um 2010 fraco, os fornecedores de equipamentos para redes de telecomunicações esperam uma retomada dos negócios neste ano. Projeções dos fabricantes indicam expansão do mercado brasileiro entre 10% e 20% neste ano. (Págs. 1 e B3)

'Coelhinho' gordo

A Páscoa tardia deste ano, longe do calor do verão e do pagamento de impostos do início de ano, superou as expectativas dos fabricantes de chocolates e das redes de varejo. As vendas de bacalhau também foram recordes. (Págs. 1 e B4)

Conforto para fisgar o passageiro

Empresas de transporte rodoviário de passageiros sofisticam seus serviços e adotam soluções do setor aéreo para aumentar o número de passageiros, que têm migrado para os aviões, diz Miguel Petribu, da Pássaro Marron. (Págs. 1 e B6)

Arauco amplia produção

A Arauco do Brasil, subsidiária do grupo chileno Celulosa Arauco y Constitucion, deve anunciar esta semana a ampliação de sua fábrica de painéis de madeira em Jaguariaíva (PR), com investimento de R$ 275 milhões. (Págs. 1 e B7)

Expansão agrícola paulista

Estudo do Instituto de Economia Agrícola (IEA) mostra que 2,8 milhões de hectares ocupados por pastos em São Paulo poderão dar lugar a canaviais, florestas plantadas e, em menor escala, seringueiras até 2030. (Págs. 1 e B12)

Cabrera recorre a arbitragem

A sociedade entre a americana Archer Daniels Midland (ADM) e o ex-ministro Antonio Cabrera na usina Limeira do Oeste, em Minas Gerais, caminha para o fim. A Câmara de Comércio Brasil-Canadá (CCBC) deverá decidir a questão em arbitragem. (Págs. 1 e B12)

BB busca aquisições no exterior

O Banco do Brasil pretende investir US$ 25 milhões em três anos para expandir a rede de atendimento do EuroBank, banco com três agencias na Flórida (EUA), cuja aquisição foi confirmada ontem. O alvo é a comunidade brasileira residente no país. (Págs. 1 e C2)

Ideias

Alex Ribeiro

Os EUA correm o risco de cometer o mesmo erro que levou o Japão a "década perdida" em meados dos anos 90. (Págs. 1 e A2)

Ideias

Raymundo Costa

Lula espera repetir com Fernando Haddad, na cidade de São Paulo, o modelo que levou Dilma à Presidência. (Págs. 1 e A6)

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segunda-feira, abril 25, 2011

XÔ! ESTRESSE [In:] SERÁ ???

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Homenagem aos chargistas brasileiros.
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FERIADÃO DE PÁSCOA/ACIDENTES RODOVIÁRIOS [In:] IMPRUDÊNCIA

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Balanço aponta 34 acidentes com cinco mortes no feriadão na rodovias estaduais


Pauline Almeida *


O balanço parcial da Operaçao Páscoa 2011 da Polícia Rodoviária Estadual, na região norte do Paraná, é de 34 acidentes, com 31 vítimas, entre elas cinco fatais. Na quarta-feira (20), às 16h, começou a ação de aumento de efetivo nas rodovias e de fiscalização do trânsito pela PRE que só acaba nesta segunda-feira (25) às 12h.

As rodovias da região norte tiveram um movimento quase três vezes maior que o normal, principalmente na PR-445, PR-323 e PR-092. Os acidentes com mortes aconteceram já nos primeiros dias do feriado, com o primeiro sendo registrado na madrugada de quinta-feira (21), quando um adolescente conduzindo uma motocicleta bateu em um caminhão bitrem. A batida aconteceu na PR-218, no município de Sabáudia (51 km de Londrina).

Na sexta-feira (22), outro motociclista, também sem habilitação, morreu ao bater em um Corsa. Júlio César da Solva, 29 anos, morreu na hora e foi encaminhado para o Instituto Médico-Legal de Londrina. A batida aconteceu no entroncamento entre a PR-445 e a BR-376 em Tamarana (55 km de Londrina).

O acidente mais grave foi registrado, também na manhã de sexta-feira (22), na PR-170, em Prado Ferreira (51 km de Londrina). Uma colisão traseira entre um Fusca e um Golf matou três pessoas – entre elas uma menina de 13 anos – e deixou outras três feridas.

Na volta do feriado ainda não foram registrados acidentes graves. O balanço final deve ser divulgado até o final desta segunda-feira (25). A Polícia Rodoviária Federal deve divulgar as estatísticas ainda esta manhã.


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(*) http://londrina.odiario.com/londrina/noticia/411912/balanco-aponta-34-acidentes-com-cinco-mortes-no-feriadao/
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BRASIL/CLASSE MÉDIA [In:] PARÂMETRO COMO ''OBJETO DE CONSUMO''

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Síndrome de classe média


24 de abril de 2011 | 23h 00

José Roberto de Toledo - O Estado de S. Paulo



O rico não sabe que é rico. Um em cada cinco pobres não se acha pobre. Ambos sofrem da síndrome de classe média.

Apenas 1% dos que estão no topo da pirâmide social brasileira se reconhece abastado. Praticamente dois terços desses que estão na mais alta faixa de renda dizem que são classe média. O resto não aceita tal régua e se diz "trabalhador".

A camada intermediária incha em toda pesquisa que pede para o entrevistado dizer qual sua classe. Não é preciso ir à Sorbonne para entender o porquê.

Como não dá para calcular sua posição na escala social sem se comparar aos outros, seu lugar será sempre relativo. O mesmo 1,80 metro que garante a posição de pivô no time de basquete dos pigmeus, é insuficiente para ser armador na NBA.

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GOVERNO DILMA/INFLAÇÃO [In:] UM DRAGÃO CHAMADO IPCA

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25/04/2011 - 09h59

Dilma manifesta "imensa preocupação" com alta de preços



MÁRCIO FALCÃO
DE BRASÍLIA

Atualizado às 10h54.

A presidente Dilma Rousseff afirmou nesta segunda-feira que o governo tem uma "imensa preocupação" com a inflação e que não "haverá hipótese alguma de desmobilização" para o controle da meta.

A presidente fez as declarações a jornalistas após participar da campanha de vacinação contra gripe que começa hoje em todo o país. Ela recebeu a dose da vacina no posto médico do Palácio do Planalto.


Apesar de o Banco Central ter aumentado, na semana passada, a taxa básica de juros em 0,25 p. p. (ponto percentual), abaixo da previsão do mercado, Dilma prometeu um combate acirrado.

"Nós temos imensa preocupação com a inflação. Não haverá hipótese alguma que o governo se desmobilize diante da inflação. Todas as nossas atenções estão voltadas para o combate acirrado da inflação", disse.

Questionada se haverá anúncio de medidas de controle da inflação, Dilma não respondeu. A presidente se reúne hoje com o ministro Guido Mantega (Fazenda).

Hoje, o mercado elevou pela sétima vez consecutiva a previsão para a inflação oficial neste ano --o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo)--, passando de 6,29% na semana passada para 6,34%, segundo o boletim Focus divulgado pelo BC.

A estimativa aproxima-se do teto da meta do Banco Central, de 6,50%. O centro da meta é de 4,50%. Para 2012, a projeção de inflação se manteve inalterada em 5%.

Na última quarta-feira, o Banco Central confirmou o terceiro aumento consecutivo na taxa básica de juros, que passou de 11,75% para 12% ao ano. O mercado previa um aumento de 0,5 p.p. na Selic.

É a maior taxa desde março de 2009, quando a Selic estava em 12,75%. A previsão dos economistas é que a Selic encerre o ano em 12,25%.

FAZENDA/IMPOSTO DE RENDA [In:] ... O LEÃO NÃO É MANSO !

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Cuidado com a malha fina

Correio Braziliense - 25/04/2011


A pressa comum entre os contribuintes na última semana para entrega da declaração exige atenção redobrada no preenchimento do formulário. A fim de evitar dores de cabeça no futuro, o supervisor nacional do Imposto de Renda, Joaquim Adir, sugere cuidado na hora de reunir os documentos. Para quem já fez o acerto, a Receita oferece a possibilidade de verificação e correção de eventuais falhas. No caso, basta acessar o site www.receita.fazenda.gov.br, clicar no link do Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte (e-CAC) e fornecer o CPF e os números dos recibos das duas últimas declarações.

Em caso de pendências, há a opção de fazer a declaração retificadora para regularizar a situação. O contribuinte que não informar corretamente os dados corre o risco de ser chamado para dar explicações ao Fisco, processo que pode demorar até cinco anos. Mas para quem não registrar problemas com o Leão e tiver direito a restituição, a devolução do imposto poderá ocorrer já no primeiro lote, que será liberado em 15 junho. Nele, terão prioridade pessoas com mais de 60 anos de idade. Todos os demais declarantes serão ressarcidos conforme a ordem de entrega do ajuste.

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10,7 milhões não declararam

Autor(es): Cristiane Bonfanti e Victor Martins
Correio Braziliense - 25/04/2011

A quatro dias do fim do prazo de entrega do IR, cerca de 44% dos contribuintes ainda têm que enviar o documento à Receita

Quem ainda não declarou o Imposto de Renda 2011 tem até sexta-feira, dia 29, para acertar as contas com o Leão. Nesse prazo, 10,7 milhões de pessoas deverão fazer o ajuste anual do IR. A Receita Federal recebeu, até as 19 horas de ontem, 13.300.204 declarações, mas espera que esse número atinja a marca de 24 milhões até o fim da semana. Isso significa que, a partir de hoje, em média, 2,1 milhões de pessoas deverão prestar as informações ao Fisco por dia, ou 89,1 mil por hora. Desde o início do feriado da semana santa, mais de 1,3 milhão de pessoas aproveitaram o tempo livre para preencher e enviar o formulário.

Quem deixou para a última semana deve correr. O supervisor nacional do Imposto de Renda, Joaquim Adir, alerta para o risco de uma sobrecarga no sistema. “O cuidado, neste momento, é fazer a declaração o quanto antes. Acreditamos que não haverá problemas, mas, para tanto, os mais de 10,7 milhões que ainda faltam declarar não devem enviar as informações ao mesmo tempo”, observou. Adir lembra ainda que, para quem tiver dúvidas, o site da Receita (www.receita.fazenda.gov.br) oferece uma seção de perguntas e respostas com os principais questionamentos dos contribuintes.

Internet
O servidor público Frederico Capute, 36 anos, ainda não declarou o imposto. Ele prefere deixar para os últimos dias a fim de se beneficiar da correção monetária (taxa Selic) e ganhar juros do Leão. “Para quem está no cheque especial e precisa de dinheiro rápido, pode até ser bom enviar o formulário cedo. Mas, para mim, o mais vantajoso é ser um dos últimos”, sustentou. Ele pretende prestar as contas com o Fisco apenas na sexta-feira. “Para não ter problemas, transporto todos os dados da minha declaração do ano passado”, ensinou Capute.

Para fazer a declaração, é necessário baixar o Programa Gerador de Declarações (PGD) disponível no site da Receita. O envio pode ser feito pela internet ou por meio de disquete, que deve ser entregue nas agências do Banco do Brasil ou da Caixa Econômica Federal. Os formulários de papel não serão aceitos. Quem perder o prazo deverá pagar multa mínima de R$ 165,74 a até 20% do imposto total devido.

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GOVERNO DILMA/BOLSA FAMÍLIA [In:] ... ENSINAR A PESCAR

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As saídas do Bolsa-Família

O Estado de S. Paulo - 25/04/2011

Um dos aspectos mais positivos do Plano de Erradicação da Pobreza Extrema, em estudo pelo governo, é buscar saídas para o programa Bolsa-Família. A ministra do Desenvolvimento Social, Tereza Campello, que coordena o Plano, tem demonstrado estar consciente de que é necessário ir além do assistencialismo, conduzindo um maior número de assistidos para o sistema produtivo, onde possam gerar renda para si próprios. Este é o caso do 1,5 milhão de brasileiros que procuram se sustentar com extrativismo na Amazônia, preservando as florestas e os recursos naturais. É indispensável, ali, a legalização da propriedade de terras para a produção sustentável, acesso ao crédito sem entraves burocráticos e uma vigilância diuturna para evitar o desmatamento ilegal, além de serviços de educação e saúde. A floresta pode gerar riqueza sem ser depredada, como mostra um estudo do Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia, segundo o qual o extrativismo poderia gerar legalmente uma renda de R$ 3,9 milhões por ano com a venda de 58,5 milhões de metros cúbicos de madeira, 121 mil toneladas de açaí, 31 mil toneladas de castanha do Pará, 3,6 mil toneladas de látex e 514 toneladas de óleo de copaíba. E esse valor pode vir a ser multiplicado várias vezes.

Em encontro recentemente realizado em Parintins (AM), pesquisadores, gestores públicos e representantes de comunidades locais ficaram entusiasmados com o potencial econômico do extrativismo na região amazônica, como relatou a repórter Marta Salomon (Estado, 18/4). "Há milhares de hectares disponíveis em áreas de reserva extrativista e assentamentos sustentáveis", disse Antonio Carlos Hummel, presidente do Serviço Florestal Brasileiro. O desafio, segundo ele, é transformar essas áreas em um alvo de combate à pobreza, protegendo a floresta e combatendo o desmatamento.

No plano de ação para o manejo florestal, o governo estima investir R$ 31,7 milhões só no bioma Amazônia. É um valor equivalente à renda obtida pela produção extrativista na região durante um ano. Há, portanto, muito que pode ser feito, sem exigir grandes gastos. Em primeiro lugar, é preciso ampliar, com urgência, o plano Terra Legal, ainda restrito às áreas de desmatamento na região. A situação atual é assustadora. Estima-se que, dos 11 milhões de metros cúbicos de madeira produzidos anualmente pela Amazônia, 8,8 milhões teriam origem ilegal. A fiscalização é ineficiente. Os fiscais do Ibama não trabalham nos fins de semana e é justamente aos sábados e domingos que agem os desmatadores ilegais.

Isso demonstra quanto a regularização fundiária é fundamental. Se houvesse mais famílias ou cooperativas dedicadas ao extrativismo legal, sendo proprietárias de terras, elas próprias fariam a fiscalização, engajando-se em planos de manejo florestal, elaborados por pessoal especializado. Se existem municípios onde isso pode ser feito em 90 dias, em outros pode levar até 5 anos. Com madeira certificada de acordo com os padrões ambientais, exigência frequente dos países importadores, o produto pode ser comercializado por valor mais alto, com apreciável aumento de renda das populações locais.

No Estado do Amazonas, segundo levantamento do Sebrae, a situação é relativamente melhor: 91% do volume total de madeira de tora é obtido de forma legal, ou seja, de cada hectare de floresta podem ser retiradas quatro árvores, em média, por ano. Significativamente, 53% dessa madeira é destinada à exportação para os EUA e países europeus.

Embora seja a mais evidente, a madeira está longe de ser o único produto local que pode ser explorado economicamente, sem danos ao meio ambiente. Como outras matérias-primas, a borracha natural está em alta no mercado internacional e são cada vez mais valorizados a castanha do Pará, rica em selênio, o açaí, cujo valor nutricional é internacionalmente apreciado, e o óleo de copaíba, utilizado para fins fisioterápicos, entre outros produtos da riquíssima biodiversidade amazônica.

GOVERNO DILMA/INFLAÇÃO [In:] GASOLINA COMO ''COMBUSTÍVEL''

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Gasolina na política


Nas Entrelinhas


Autor(es): DENISE ROTHENBURG
Correio Braziliense - 25/04/2011



A oposição acredita que o aumento no preço dos combustíveis é um bom tema para tentar desgastar o governo e tem razão. Tanto é que o PT já está pedindo à Fazenda que ajude a montar o antídoto

Pronto. A oposição reclama que não tem discurso? Acaba de ganhar um, o preço dos combustíveis. Políticos oposicionistas atentos ao noticiário durante a Páscoa perceberam: os jornais se revezaram em mostrar que a situação nesse campo se deteriorou. No interior de São Paulo e em Brasília, o preço do litro de gasolina superou a marca dos R$ 3. E não adianta o consumidor fugir para o álcool, uma vez que o preço também está nas alturas. Ou seja, o sujeito que comprou seu carro flex com IPI reduzido nos últimos anos agora vai gastar toda a economia daqueles tempos para abastecer o automóvel.

O pano de fundo de toda essa história dá para a oposição fazer um carnaval. Mostra, por exemplo, que o governo ao estimular a indústria automobilística para sair da crise não se preocupou com o essencial: abastecer esses carros. Basta ver que, os dados da Agência Nacional do Petróleo (ANP), reproduzidos ontem em O Estado de S.Paulo, apontam um aumento de 8,8% na produção de gasolina. Ocorre que o consumo subiu duas vezes mais, 17,4%.

O governo põe a culpa na entressafra do etanol, que elevou o preço do produto e fez os consumidores de carros flex migrarem para a gasolina. E aí, com a crise no Oriente Médio e o aumento do consumo, os preços subiram. Mas a oposição acha — e com razão — que o governo tem sua parcela de culpa nessa situação. No mínimo, faltou planejamento. E agora todos os consumidores vão pagar essa conta.

Se fosse apenas o custo de abastecer o próprio carro ainda vá lá. Mas, sempre é bom lembrar que, nos tempos de hiperinflação, sempre que o governo anunciava um aumento no preço dos combustíveis, os demais preços seguiam no mesmo teleférico morro acima. Isso porque o custo do transporte das mercadorias ficava mais elevado e o empresariado descontava no bolso do consumidor.

A situação do Brasil não mudou de 30 anos para cá no que se refere a custo de transporte de mercadorias. Continuamos transportando muito mais por rodovias do que por ferrovias. Embora todos os partidos tenham falado em ampliar o número de ferrovias e reduzir o de caminhões movidos a derivados de petróleo, isso não ocorreu. Tudo bem que hoje não existe hiperinflação. Mas a inflação preocupava as autoridades antes da gasolina ultrapassar a barreira dos R$ 3. E há quem diga que esse ingrediente coloca as preocupações com a economia numa oitava acima. E, como se não bastasse os preços elevados, ainda corre o risco de faltar gasolina. “Apagão”, comentavam especialistas ouvidos pela imprensa no fim de semana, deixando do jeito que a oposição gosta.

E por falar em oposição,
os deputados colocam mais um ingrediente político para trabalhar nesse tema: Energia é o assunto da presidente Dilma Rousseff. Ela saiu do Ministério de Minas e Energia para a Casa Civil, onde planejava todo o governo. Na campanha presidencial, seu nome foi vendido como “excelência em planejamento e metas”. E a situação dos preços dos combustíveis mostra que, nessa área, o planejamento falhou.

A partir dessa semana, os oposicionistas vão monitorar os preços no supermercados. Se sentirem que começou a subir muito, será mais um ponto a ser explorado. Eles acham que esse aumento da gasolina pode ser o início de um processo para desvendar à população, o que sempre consideraram incompetência e falta de cuidado do governo. Pelo visto, a Páscoa deixou a oposição com esperanças renovadas. Só não se sabe até quando.

E por falar em esperanças,
o PT sabe do teor explosivo que esse assunto tem diante da opinião pública. Essa questão de preço dos combustíveis afeta a todos, sem distinção. Do mais pobre, que acaba pagando a lotação ou o ônibus mais caro, e a tal classe média que todos almejam conquistar. Por isso, para a reunião do diretório do partido, nesta sexta-feira em Brasília, está programada uma palestra do ministro da Fazenda, Guido Mantega, para explicar e traçar o cenário econômico a partir das novas premissas. Os petistas esperam, no mínimo, conseguir um discurso para rebater as acusações da oposição. Afinal, se a oposição obrigar o governo a beber gasolina, os petistas querem estar preparados para tomar um antídoto.

''QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?''

SINOPSES - RESUMO DOS JORNAIS

25 de abril de 2011

O Globo

Manchete: Agentes da ditadura criam rede de arapongas
Direita armada está por trás de grampos e falsos dossiês de hoje

Com o fim da ditadura, militares e policiais que integravam a rede de terror que conspirou contra a abertura abriram empresas de vigilância, segurança e contrainformação e se envolveram em escutas ilegais. É o que revela o cruzamento de dados, a partir da agenda do sargento Guilherme do Rosário, morto no atentado do Riocentro.

Um exemplo é o coronel Roza, já falecido. Ele abriu a Newtork Inteligência e teve o nome ligado ao episódio do grampo do BNDES, durante a privatização do sistema Telebras. Wilson Pinna, agente aposentado da PF, foi exonerado da Agência Nacional do Petróleo, acusado de elaborar um falso dossiê contra um diretor do órgão. (Págs. 1 e 3)

Copa faz Dilma entrar em campo

Preocupada com o atraso nos preparativos para a Copa de 2014, a presidente Dilma Rousseff vai se reunir com os 12 governadores envolvidos para criar parcerias que acelerem o trabalho. Hoje, ela se reúne com os ministros Orlando Silva (Esporte) e Wagner Bittencourt (Aviação Civil) para fechar o modelo de concessão dos aeroportos, um dos principais gargalos que ameaçam a competição. (Págs. 1 e 9)

O prefeito Eduardo Paes anunciará, hoje, Plano Diretor do Parque Olímpico para 2016. (Págs. 1 e 16)

William deseja Kate mais discreta que Diana

Fontes do Palácio de Buckingham confirmaram que o príncipe William pediu uma moratória de dois anos para que sua futura mulher, Kate Middleton, participe de uma agenda integral de compromissos da realeza. A ideia e preservá-la de uma superexposição na mídia como ocorreu com a princesa Diana. A inspiração do príncipe é o casamento sólido e discreto de sua avó, a rainha Elizabeth II. Pesquisa divulgada ontem mostra simpatia dos britânicos pelo sistema monárquico. (Págs. 1 e 23)

Contra crise, países buscam troca de informações

Com as dificuldades fiscais dos países ricos, a alta da inflação nas economias em desenvolvimento e a queda do dólar frente a diferentes moedas, presidentes, diretores e técnicos dos principais bancos centrais do mundo têm se reunido com frequência para trocar experiências. O objetivo é criar uma rede de informações para enfrentar os efeitos colaterais das medidas adotadas contra a crise de 2008. (Págs. 1 e 19)

Foto legenda: Sufoco no fim do feriadão

Os carros invadem o acostamento da BR-101, onde motoristas enfrentaram ontem um engarrafamento de nove horas, na volta do feriadão na Região dos Lagos. (Págs. 1 e 10)

Obituário: Morre na Índia o guru espiritual Sathya Sai Baba, aos 84 anos. (Págs. 1 e 15)

Segundo Caderno
Durante dois anos, o Ecad repassou dinheiro a um falsário, prejudicando compositores como Caetano Veloso, Mú Carvalho e Sérgio Ricardo. (Págs. 1 e Segundo Caderno)

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Folha de S. Paulo

Manchete: Empregos crescem na faixa acima dos 50 anos
A ocupação no topo da pirâmide etária é a que mais aumenta, diz IBGE

Ter mais de 50 anos tornou-se uma boa notícia para quem procura emprego, informa Pedro Soares. É nessa faixa que o número de pessoas ocupadas mais cresce, segundo o IBGE.

De 2003 ao primeiro trimestre de 2011, os empregados com essa idade aumentaram 56,1% nas seis maiores regiões metropolitanas do país. O percentual é quase o triplo do aumento do emprego em geral (19,8%). (Págs. 1 e Poder A4)

Alckmin corta aula extra em escolas de idiomas

A gestão Geraldo Alckmin (PSDB) encerrou o programa que oferecia a alunos da rede pública aulas extracurriculares em escolas privadas de línguas. O modelo foi criado por seu antecessor, o também tucano José Serra.

Para a atual secretaria da Educação, os cursos em seus próprios centros de idiomas são mais baratos e serão ampliados. Os 80,8 mil alunos que eram atendidos pela rede particular estão sem aulas. (Págs. 1 e Cotidiano C1)

Papa faz apelo para a Europa acolher os que fogem da África

Durante celebração da Páscoa, o papa Bento 16 pediu que europeus "abram seus corações" e acolham com generosidade imigrantes ilegais que fogem dos conflitos na África do Norte.

O apelo foi feito após a entrada de imigrantes, vindos da Tunísia, ter gerado atritos políticos na Itália e na França. Há também hostilidade de parte da população dos países. (Págs. 1 e Mundo A14)

Volta do litoral tem lentidão até durante a madrugada

O retorno dos paulistanos no feriado pelo sistema Anchieta-lmigrantes teve trânsito lento em horário considerado alternativo, como a madrugada de domingo.

Estradas do litoral norte também ficaram paradas. Há relatos de que o trajeto de ônibus entre Ubatuba e São Paulo durou oito horas.
Já o sistema Ayrton Senna-Carvalho Pinto teve pouca lentidão. (Págs. 1 e Cotidiano C6)

Brasileiro preso nos EUA diz ser inocente e alvo de vingança

Preso no Arizona desde 2008, acusado de abusar dos filhos, o ex-modelo brasileiro Ricardo Costa diz ser inocente. A acusação, feita pela ex-mulher, a americana Angela Martin, foi represália pela separação, segundo ele. Ela não quis falar.

Costa está na solitária desde que recusou acordo assumindo a culpa. Sua fiança foi definida em US$ 75 milhões. (Págs. 1 e Cotidiano C4)

Foto legenda: Papa Bento 16 celebra a Páscoa para 100 mil pessoas na Praça São Pedro, no Vaticano. (Pág. 1 )

Eu odeio meus pais
Quando falta amor e respeito, as relações entre pais e filhos podem chegar a situações extremas.

Relatos de jovens ouvidos pela Folha envolvem violência e negligência, mas também há casos de má convivência e às vezes de intolerância mútua.

"O ódio desses jovens é um pedido de socorro", avalia promotor da infância e juventude. (Págs. 1 e Folhateen 6)

Editoriais

Leia "Impostos acelerados", sobre aumento na arrecadação federal, e
"Justiça com folga", acerca de horário de funcionamento do Poder Judiciário. (Págs. 1 e Opinião A2)

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O Estado de S. Paulo

Manchete: Construtora atrasa obra e eleva custo de imóvel em SP
Agora, além de pagar mais caro pela casa própria, comprador terá de esperar mais tempo para mudar

A euforia que tomou conta do mercado imobiliário nos últimos cinco anos fez o preço dos imóveis praticamente dobrar no período. Agora, além de pagar mais caro, o cliente terá de esperar mais tempo para se mudar. Levantamento da Empresa Brasileira de Estudos do Patrimônio a pedido do Estado mostra que, no primeiro trimestre de 2007, 25% dos empreendimentos lançados na Grande São Paulo tinham entrega entre 30 e 45 meses, o máximo no setor. De janeiro a março de 2011, esse prazo já subiu para 40% dos lançamentos. Até então, a maioria dos imóveis era entregue em até 15 meses. Com a dilatação dos prazos de entrega, o custo das obras sobe e pode elevar ainda mais o preço dos imóveis. De acordo com o índice FipeZap, o valor do metro quadrado cresceu 82% entre janeiro de 2008 e janeiro deste ano. Parte da alta se deve a inflação do setor de construção civil, medida pelo INCC. (Págs. 1 e Economia B1, B3 e B4)

Mudança no mercado
Eduardo Zaidan - Diretor do Sinduscon/SP

“As obras entregues com atraso foram contratadas com a cabeça de 2007” (Pág. 1)

Foto legenda: Lentidão na volta

O retorno do feriado foi mais difícil para quem veio do interior de SP. Mas as filas foram menores do que na ida. (Págs. 1 e Cidades C6)

Síria intensifica repressão e mais de 200 são presos

Depois da repressão que deixou ao menos 120 mortos, o regime sírio deflagrou uma onda de prisões para tentar sufocar a pressão contra o ditador Bashar Assad. Foram detidos mais de 200 ativistas. (Págs. 1 e Internacional A10)

Finanças pessoais

Comer fora custa até R$ 13 mil por ano

Os gastos em bares e restaurantes consomem boa parte do orçamento. Para quem mora sozinho, porém, fazer refeições em casa é menos vantajoso. (Págs. 1 e Economia B8)

Negócios: Redes regionais são novo alvo do varejo

Segmentos pouco consolidados e com potencial de expansão, como o de artigos para casa, aguçam apetite dos fundos de private equity e de grandes empresas do setor. (Pág. 1)

Em mensagem de Páscoa, papa pede diálogo na Líbia (Págs. 1 e Vida A22)

Identificado gene ligado a nascimento de prematuro (Págs. 1 e Vida A19)

Hospedagem em SP já está mais cara que em Tóquio (Págs. 1 e Economia B6 e B7)


Notas & Informações

Emigrar para competir

Indústrias brasileiras compram fábricas no exterior para enfrentar produtos importados. (Págs. 1 e A3)

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Valor Econômico

Manchete: Plano de reativação da Telebras fica no papel
Há um ano, o governo conseguiu balançar as estruturas do setor de telecomunicações ao anunciar a reativação da Telebrás para liderar uma grande empreitada de disseminação de acesso à banda larga no país. O lançamento do ambicioso Programa Nacional da Banda Larga (PNBL), que tinha a estatal de telefonia como a sua "espinha dorsal", causou fortes reações das teles privadas, que enxergaram na iniciativa o risco de um movimento reestatizante.

Um ano depois, o PNBL continua a ser apenas um plano, sem ter ligado até agora nenhuma residência à banda larga. Suas prioridades e estratégias, no entanto, passaram por uma guinada surpreendente. A realidade mostra que a Telebrás, que até o ano passado protagonizava as ambições de inclusão digital do governo, agora não passa de mera coadjuvante, sob risco até, segundo os mais pessimistas, de não ter mais papel algum. (Págs. 1 e B3)

Ações da AL devem brilhar em Nova York

A Nyse Euronext, controladora da Bolsa de Nova York, prevê um ano muito bom para as ofertas de ações de companhias latino-americanas nos EUA. A perspectiva é atingir um recorde histórico em número de operações e em volume financeiro, superando os mais de US$ 9 bilhões da oferta de ADRs (recibos de ações) da Petrobras no ano passado.
"Este vai ser, sem dúvida, o melhor ano para as empresas latino-americanas em Nova York", disse ao Valor Scott Cutler, vice-presidente-executivo da Nyse Euronext. Diferentemente de 2010, quando o apetite do investidor americano pela região foi "saciado" pelo gigantismo da oferta da Petrobras, neste ano, ressaltou Cutler, deve haver um número elevado de ofertas. O sucesso da Arcos Dorados, franqueada do McDonald's, que captou US$ 1,3 bilhão, seria uma amostra. (Págs. 1 e D1)

Indústria vai reduzir investimento este ano

A indústria de transformação planeja investir menos neste ano do que em 2010, em decorrência das dificuldades impostas pela combinação da maior concorrência do produto importado, dos juros em alta e da carga tributária elevada. É o que mostra levantamento feito pela Fiesp com 1.220 empresas que planejam gastar 4,7% a menos.
Além de uma queda no volume a ser investido pela indústria de transformação, a pesquisa deste ano indica uma estratégia mais defensiva por parte dos empresários: o investimento será focado principalmente na redução de custos, aumento da eficiência e diferenciação dos produtos, e não em elevar a produção, diz o diretor do Departamento de Competitividade e Tecnologia da Fiesp, José Ricardo Roriz Coelho. (Págs. 1 e B2)

Foto legenda: Na rota do plástico

Maiores vendas de modelos híbridos e elétricos vão ampliar o uso de plásticos na fabricação de veículos. O grande entrave ainda são os preços, diz Francisco Satkunas, da SAE Brasil. (Págs. 1 e B9)

No primeiro degrau da classe média, C2 quer preço baixo

Operadora de caixa de um hipermercado, Leidiane Tavares, de 30 anos, é mãe solteira. Com renda mensal de R$ 800, paga aluguel, as contas da casa e sustenta o filho de 14 anos. Na semana passada, na véspera do feriado de Páscoa, estava na rua 25 de Março, ponto tradicional do varejo popular paulistano, em busca de ofertas para o filho. Por causa dele, Leidiane já tem em casa um notebook, internet e TV a cabo. Não pensa em comprar carro e quando vai ao supermercado quer preço baixo e promoções. Ela faz parte de um grupo, o C2, com renda familiar de R$ 933 e que ocupa 8,6 milhões de lares no país, segundo a Nielsen. O C2 emergiu da classe D e é maior do que a classe média tradicional, a C1, cuja renda é de R$ 1.391 por mês. (Págs. 1 e B1)

Bonificação reduz lucro do Makro

Os resultados da rede de comércio atacadista Makro no Brasil pioraram no ano passado por causa de uma mudança na forma como as verbas de bonificação (desconto que o comerciante obtém em compras da indústria) são contabilizadas. A modificação, classificada como "saudável" pelo presidente da empresa no país, Roger Laughlin, contribuiu para a retração da margem bruta de 13,9% para 12,9%. Em 2010, o Makro encerrou o exercício com lucro de R$ 38 milhões, 64% inferior ao resultado do ano anterior. Caso semelhante aconteceu em 2010 com o Carrefour, que teve perdas de € 550 milhões no balanço por causa da operação brasileira. (Págs. 1 e B4)

Agência chinesa contraria as grandes na avaliação de risco

A agência de classificação de risco chinesa Dagong Global Credit Rating atribui nota inicial para o Brasil apenas dois graus abaixo da dos Estados Unidos. Ela tem avaliações bem diferentes das feitas pelas três grandes agências ocidentais.

Na escala da agência chinesa, a classificação do Brasil é A- desde junho do ano passado. Já a nota dos EUA foi reduzida para A+. O rating concedido ao Brasil pelos chineses é melhor do que o Baa3 dado pela Moody's, BBB pela Fitch e BBB+ pela S&P. Para os EUA, as três grandes agências mantêm a nota "triple A", a mais alta. (Págs. 1 e A8)

Captações externas vão a US$ 19 bi

Empresas, bancos e governo brasileiros já levantaram US$ 19 bilhões neste ano no mercado internacional de títulos de renda fixa e empréstimos sindicalizados, segundo o Valor Data. Mais transações de grande porte estão por vir. A perspectiva negativa do rating dos EUA não alterou a disposição crescente dos investidores em comprar papéis de empresas brasileiras. Neste mês o mercado internacional continua aquecido e com muito apetite para o Brasil: US$ 4,7 bilhões já foram captados. Os bancos pequenos e médios, no entanto, têm dificuldades para captar. Os investidores temem o futuro dos bancos de crédito ao consumidor com o aperto promovido pelo Banco Central. (Págs. 1 e C1)

Perfil de Padilha, um petista militante de segunda geração (Págs. 1 e A12)

Com infraestrutura precária, o Iraque não consegue escoar toda a produção de óleo (Págs. 1 e A8)

Os rebeldes líbios não vão produzir petróleo por mais um mês (Págs. 1 e A8)

Regulamentação ferroviária

Propostas da Agência Nacional de Transportes Terrestres para o setor ferroviário provocam reação das concessionárias. As medidas mais polêmicas dispõem sobre metas por trechos e direitos de passagem. (Págs. 1 e A4)

Apoio à gestão governamental

A presidente Dilma assina nesta semana o decreto de criação do Fórum de Gestão Governamental. O grupo, liderado por Jorge Gerdau Johannpeter, já tem parcerias acertadas com a Funasa e o Ministério da Justiça, com foco no sistema penitenciário. (Págs. 1 e A7)

Putin versus Medvedev

A menos de um ano para as eleições da Rússia, a indefinição sobre quem será o candidato governista provoca especulações sobre um eventual rompimento entre Dmitri Medvedev e Vladimir Putin. (Págs. 1 e A9)

Competitividade sustentável

Aumenta a procura por certificações de práticas sustentáveis como ferramenta de competitividade. "É uma demanda da indústria na concorrência com os importados e também para tornar o produto nacional mais competitivo no exterior”, diz Marcos Borges, do Inmetro. (Pág. 1)

Indústria avança no campo chinês

O avanço da industrialização na China, que fez as terras cultivadas encolherem em 8,33 milhões de hectares nos últimos 12 anos, reduz a produção local de grãos, eleva a demanda e estimula os preços. (Págs. 1 e B13)

Grãos seguem sob pressão

Relatório do Conselho Internacional de Grãos indica que a produção mundial deve crescer em 78 milhões de toneladas nesta temporada, mas com estoques baixos e demanda aquecida, a oferta continuará restrita. (Págs. 1 e B14)

Avião de 'caça talentos'

O crescimento do mercado de defesa no Brasil agrava a falta de mão de obra especializada no segmento aeroespacial e leva empresas como Embraer e Helibras a investir na formação de pessoal. (Págs. 1 e D10)

Ideias

Sergio Leo

Ação da Abimac na OMC pode abrir caminho para uma verdadeira guerra comercial contra a China. (Págs. 1 e A2)

Ideias

Jairo Saddi

É equivocada a percepção de que a regulação financeira é isenta de custos para os consumidores. (Págs. 1 e A11)

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