PENSAR "GRANDE":

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“Pode-se enganar a todos por algum tempo; Pode-se enganar alguns por todo o tempo; Mas não se pode enganar a todos todo o tempo...” (Abraham Lincoln).=>> A MÁSCARA CAIU DIA 18/06/2012 COM A ALIANÇA POLÍTICA ENTRE O PT E O PP.

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''Os Economistas e os artistas não morrem..." (NHMedeiros).

"O Economista não pode saber tudo. Mas também não pode excluir nada" (J.K.Galbraith, 1987).

"Ranking'' dos políticos brasileiros: www.politicos.org.br

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# 38 RÉUS DO MENSALÃO. Veja nomes nos ''links'' abaixo:
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segunda-feira, março 04, 2013

2013. O ANO QUE FAREMOS CONTATO!


04/03/2013 - 05h30

PSB quer alavancar Campos com palanques nos Estados

DIÓGENES CAMPANHA

LUIZA BANDEIRA
DE SÃO PAULO

O PSB pretende montar pelo menos 12 candidaturas próprias aos governos dos Estados em 2014 para vitaminar a possível empreitada presidencial do governador de Pernambuco, Eduardo Campos.

A busca por palanques regionais é um dos principais desafios da sigla (que teve nove candidaturas em 2010) para tirar a vantagem da presidente Dilma Rousseff e do senador Aécio Neves, os virtuais candidatos de PT e PSDB.

Na semana passada, petistas e tucanos contaram com os ex-presidentes Lula e Fernando Henrique Cardoso como cabos eleitorais pelo país --em Fortaleza e em Belo Horizonte, respectivamente.

Enquanto isso, Eduardo Campos teve momentos turbulentos no PSB. Sem "padrinho", viu correligionários (Cid Gomes, governador do Ceará, e Ciro Gomes, ex-ministro) se manifestarem contra sua candidatura à Presidência, expondo uma dificuldade que pode enfrentar nos palanques regionais em 2014.

Para manter a sigla com Dilma, grupos petistas falam em negociar a vaga de vice --hoje nas mãos do PMDB.

Na lista de 12 candidatos nos Estados, os carros-chefes do PSB são os seis governadores da legenda (AP, PI, PB, PE, ES e CE) --metade pode tentar a reeleição e os outros tentarão fazer os sucessores.

O principal problema é a ausência de nomes fortes nos três maiores colégios eleitorais: São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro, que, juntos, somam 58 milhões de eleitores, 41% do total no país.

Editoria de Arte/Folhapress


COM TUCANOS

Em SP, a legenda não conta mais com seu candidato ao governo de três anos atrás: Paulo Skaf entrou no PMDB em 2011. O presidente do PSB-SP, Márcio França, não descarta se aliar ao PSDB.

"Pode ser que uma coligação com Geraldo Alckmin [governador e potencial candidato à reeleição] ajude a campanha do Eduardo", diz.

A aproximação do PSB é bem-vista por tucanos --para afastar a sigla do PT.

A relação entre as duas legendas, no entanto, sofreu um abalo nas eleições de 2012. O PSB da capital paulista apoiou Fernando Haddad (PT), em vez do tucano José Serra, para a prefeitura.

Em Minas, Márcio Lacerda (PSB), prefeito de Belo Horizonte, é apontado por dirigentes do partido como a principal aposta para concorrer ao governo do Estado.

Mas ele próprio já comunicou ao presidente do PSDB estadual, deputado federal Marcus Pestana, que pretende cumprir seu mandato inteiro na prefeitura.

Lacerda é afilhado político de Aécio Neves e, no PSB, está mais ligado ao grupo dos irmãos Ciro e Cid Gomes, que defendem apoio a Dilma. O presidente do PSB local, Walfrido dos Mares Guia, é ex-ministro de Lula e ligado ao PT.

No Rio, o PSB integra o governo Sérgio Cabral (PMDB) e, até agora, apoia a eleição do vice-governador, Luiz Fernando Pezão (PMDB).

Colaborou PAULO PEIXOTO, de Belo Horizonte

SINDICALISTAS E SINDICALISMO. A GÊNESE DE GOVERNOS (ou, Tudo por uma esmeralda - o filme)


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Dilma abre a porta para sindicalistas e prepara medidas de reaproximação

Na busca de aliados. Depois de ver relação com centrais estremecida por causa de embates durante greves, presidente segue conselho de Lula, recebe grupos organizados no Planalto e deve anunciar pacote de bondades até o Dia do Trabalho, em 1º de maio

04 de março de 2013 | 2h 06

ROLDÃO ARRUDA - O Estado de S.Paulo

A presidente Dilma Rousseff seguiu o conselho de seu antecessor e padrinho político, Luiz Inácio Lula da Silva, e iniciou um processo de reaproximação com as centrais sindicais. A agenda presidencial evidencia a nova estratégia: após dois anos sem muito espaço para reuniões com sindicalistas, Dilma tem tido agora uma série de encontros do gênero.
Só na semana passada, recebeu dois presidente de centrais sindicais - Vagner Freitas, da Central Única dos Trabalhadores (CUT), e Ricardo Patah, da União Geral dos Trabalhadores (UGT). No dia 12 ela deve participar da inauguração da nova sede do Sindicato dos Comerciários de São Paulo, filiado à UGT e representante de um setor com cerca de 400 mil trabalhadores. A data foi acertada diretamente entre o Planalto e os organizadores.
Também não está descartada a possibilidade de, amanhã, ao término da 7.ª Marcha das Centrais Sindicais, em Brasília, Dilma receber os sindicalistas no Planalto. Até ontem a agenda presidencial não registrava o compromisso, mas os sindicalistas não descartavam a hipóteses do encontro.
Em outros anos, Dilma sempre preferiu delegar missões desse tipo ao secretário-geral da Presidência, Gilberto Carvalho. Por causa disso, eram quase invariáveis nas centrais as críticas ao seu estilo. Nos confrontos entre o governo e os funcionários públicos, na greve que estes realizaram em meados do ano passado, eram comuns as comparações entre a presidente e Lula - todas sempre desfavoráveis a ela.
O esforço de aproximação do Planalto com as centrais deve ir além de cumprimentos e reuniões. Paralelamente, o Planalto está reunindo ministros de diferentes áreas para analisar as principais reivindicações dos trabalhadores e verificar quais podem ser atendidas a curto prazo.
De acordo com alguns líderes sindicais, o governo corre para fazer o anúncio de alguma "boa novidade" até o Dia do Trabalho, comemorado em 1.º de maio.
Gentilezas. Filiado ao DEM, o presidente da UGT, Ricardo Patah, sempre integrou o coro dos que criticavam o distanciamento entre Dilma e as centrais. Na quinta-feira passada, porém, ao deixar o Planalto, a opinião dele já era outra. Saiu "encantando" com as atenções que ele e seus acompanhantes, entre os quais quatro deputados ligados à central, receberam da presidente.
O encontro, programado para durar uma hora, estendeu-se por uma hora e meia. Dilma interessou-se particularmente pelos problemas enfrentados pelos motoboys, uma das categorias em que a UGT tem maior penetração, e, ali mesmo, determinou a Gilberto Carvalho a organização de um grupo interministerial para estudar essa questão.
"Eu sempre tive contato com o Lula, que recebia as lideranças sindicais pelo menos uma vez por mês, visitava sindicatos e chegou a ir ao congresso anual da UGT. Com a Dilma sempre foi diferente, mas dessa vez ela nos surpreendeu", diz Patah.
"Ela nos recebeu com muita atenção, ouviu nossas reivindicações e opiniões sobre a política econômica do governo. Dissemos a ela, por exemplo, que não é correto desonerar a folha de pagamento das empresas sem exigir contrapartidas dos empresários, para garantir o nível de emprego. Foi um encontro histórico, na minha avaliação."
Dois dias antes de Patah, a presidente havia recebido Vagner Freitas de Moraes, presidente da CUT, a maior central do País, historicamente próxima do PT. Moraes também notou a mudança, mas não viu nela nenhuma "alteração de rota". "Acho que a presidente está aprimorando as políticas de um governo exitoso. Sempre dissemos a ela que os resultados das ações são melhores quando se fala diretamente com os interlocutores da sociedade", diz. "Não é uma atitude eleitoreira nem oportunista, mas sim uma evolução."
Segunda maior central do País, a Força Sindical, do deputado Paulo Pereira da Silva, é a exceção (mais informações abaixo).
Tendência. Além de tentar se reaproximar dos sindicalistas, Dilma mudou a atitude com outros setores também. Passou a receber mais empresários, além de ter estreitado relações com o MST, outro histórico aliado do PT, ao visitar neste ano um assentamento rural ligado à organização.

QUEM LÊ TANTA NOTICIA?

SINOPSES - RESUMO DOS JORNAIS

04 de março de 2013

O Globo

Manchete: Cardeais pressionam para ler dossiê secreto
Conteúdo do documento pode ser decisivo na escolha de perfil do pontífice

Ainda sob o choque do mais dramático gesto da História recente da Igreja, a renúncia do Papa, os cardeais começam a chegar a Roma dispostos a cobrar mais transparência nas discussões pré-conclave

O presidente da Confederação Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), Raymundo Damasceno, disse que cardeais do mundo todo já começam a pressionar para conhecer o conteúdo do dossiê secreto entregue ao Papa Bento XVI, pouco antes da renúncia. Damasceno e o cardeal Geraldo Majella já chegaram a Roma. Ontem foi um dia atípico: é o primeiro domingo sem missa em oito anos. E também véspera do início da reunião que começa hoje para a escolha do próximo Pontífice. Circulam rumores de que os três cardeais que escreveram o documento estariam preparando um resumo para apresentar nas discussões, segundo informaram os enviados especiais Deborah Berlinck e Fernando Eichenberg. Também se especula que eles passariam discretamente informações a alguns cardeais. A reunião vai decidir também uma data importante: o início do conclave. A aposta em Roma é de que ele comece em torno dos dias 10 e 11. Só que para tomar essa decisão, todos os 115 cardeais com direito a voto precisam estar presentes. (Págs. 1 e 20)
Combate ao tráfico: Já são 500 mil em áreas pacificadas
A polícia ocupou ontem favelas do Caju e a Barreira do Vasco para a implantação de uma UPP. Na ação, não foi disparado um único tiro. Desde ontem, já é meio milhão de pessoas que vive nas áreas pacificadas. (Págs. 1, 6 e 7)
Balança comercial: Déficit dobra no setor de serviços
Após o déficit da balança comercial de serviços subir 150%, para US$ 41 bi em 2012, o governo criou força-tarefa para ajudar empresas do setor a exportar mais, incluindo construção e turismo. (Págs. 1 e 15)
Confronto agrário: Disputa por terra mata mais no país
O número de assassinatos causados por disputas de terra passou de 29, em 2011, para 32, em 2012, um aumento de 10%. Desde 2000, foram ao menos 458 mortes por questões agrárias. (Págs. 1 e 3)
Bebê é curado de Aids nos Estados Unidos
O anúncio surpreendente da cura de um bebê infectado com HIV pode mudar a trajetória da doença e reduzir drasticamente o número de crianças vivendo com o vírus no mundo. A criança tem dois anos e meio e foi curada por médicos do Centro da Criança Johns Hopkins, de Baltimore, nos Estados Unidos. Se o relatório da doutora Deborah Persaud for confirmado, o bebê, que não teve nome nem sexo revelados, seria o segundo caso de cura no mundo. O primeiro foi Timothy Brown, homem de meia-idade, que ficou conhecido como "paciente de Berlim”. O anúncio foi feito ontem, mas a criança vive há um ano sem os remédios e sem sinal de vírus ativo. Nascido de uma mãe infectada, especialistas, que não estiverem envolvidos diretamente na pesquisa, questionam se a criança tinha realmente contraído a doença. (Págs. 1 e 22)
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O Estado de S. Paulo

Manchete: Após dois anos, Dilma busca apoio de sindicatos
Presidente segue conselho de Lula e recebe a CUT e a UGT; Eduardo Campos reúne-se com a Força Sindical

A presidente Dilma Rousseff, virtual candidata à reeleição, decidiu seguir o conselho do ex-presidente Lula e tentar se reaproximar das centrais sindicais. Nos últimos dois anos, ela delegou os contatos ao secretário-geral da Presidência, Gilberto Carvalho, e os sindicatos se queixavam de falta de espaço no governo. Na semana passada, Dilma recebeu os presidentes da CUT e da UGT. Ela também determinou aos ministros que analisem as reivindicações dos trabalhadores e verifiquem quais podem ser atendidas a curto prazo. Outro possível candidato à Presidência em 2014, o governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), também tenta se aproximar dos sindicatos. Hoje, ele deve receber a direção da Força Sindical. (Págs. 1 e Nacional A4)
Preço da terra agrícola sobe mais do que o ouro
Com a alta das cotações de milho e da soja, o preço da terra para a agricultura mais que triplicou nos últimos dez anos. Em cinco anos, o valor subiu em ritmo mais rápido e superou as principais aplicações financeiras, incluindo o ouro. A disparada das cotações levou a um freio nos negócios em regiões como Cascavel, Paraná, onde o hectare chegou a R$ 36 mil. (Págs. 1 e Economia B1)
Polícia ocupa o Complexo do Caju
Tomada das 13 comunidades ocorreu sem resistência do tráfico; 16 foram presos

Sem resistência do tráfico e em apenas 25 minutos, forças policiais ocuparam as 13 favelas no Complexo do Caju, onde moram 20 mil pessoas, na zona portuária do Rio, ontem. Cerca de 1.300 policiais militares, 200 civis e 300 fuzileiros participaram da ação. Pelo menos 16 pessoas foram presas. Ali será instalada a 31ª Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) da cidade, ainda sem data definida. A operação nas favelas do Caju é considerada o último passo antes da ocupação do vizinho Complexo da Maré, que tem 15 comunidades e 75 mil moradores. (Págs. 1 e Cidades C5)
Cardeis do Brasil farão pressão por acesso a dossiê
Os cinco brasileiros que votarão no conclave para eleger o novo papa farão pressão para que todos os cardeais tenham acesso ao dossiê sobre escândalos da Igreja, informam os enviados especiais José Maria Mayrink e Andrei Netto. Hoje os cardeais se reúnem para debater temas da Igreja, no primeiro encontro antes do conclave. (Págs. 1 e Vida A12)
Em alta
A cimenteira da Camargo Corrêa já virou o foco principal do grupo e vai receber mais R$ 1,2 bi ao ano. (Págs. 1 e Negócios)
Sem-teto ocupam área contaminada por metano (Págs. 1 e Cidades C1)

Limite do FGTS para casa própria pode subir (Págs. 1 e Economia B3)

Halil M. Karavelli
Turquia, o aliado inútil

Os EUA confiam na Turquia para buscar uma solução pluralista para a Síria. Mas a Turquia usa seu poder em prol da Irmandade Muçulmana. (Págs. 1 e Visão Global A10)
Alfredo Sirkis
Uma outra revolução

A de 1948, na Costa Rica, obteve avanços em educação e saúde e garantiu padrão de vida superior ao cubano, sem sacrificar liberdades. (Págs. 1 e Espaço Aberto A2)
Notas & Informações
O suspense americano

A economia americana cresceu 14 trimestres consecutivos, mas desempenho no futuro é incerto. (Págs. 1 e A3)
Médicos dos EUA curam bebê infectado com Aids
Médicos americanos anunciaram ontem a cura de um bebê infectado com o vírus da Aids ao nascer. O tratamento começou 30 horas depois do parto e optou-se por uma terapia mais agressiva do que a convencional, pois a mãe não havia sido medicada na gravidez. Hoje com 2 anos e meio, a criança não tem sinais da doença e não é medicada desde os 18 meses. (Págs 1 e Vida A12)
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Correio Braziliense

Manchete: R$ 40 milhões para irrigar a corrupção
Sobre as ruínas de um sistema de irrigação em Três Barras, no município de Cristalina (GO), construído com recursos federal e estadual, e que nunca foi usado, o governo de Goiás anunciou novo projeto para atender os produtores rurais da região a um custo estimado de R$ 66 milhões. O esqueleto milionário foi o que sobrou de um escândalo de superfaturamento, inconsistências no projeto e inviabilidade técnica. O presidente da Associação dos Pequenos Produtores Rurais de Três Barras, Paulo Antônio Alves, alerta: “Vão fazer besteira de novo, querendo enfiar a (nova) proposta goela abaixo dos produtores”. (Págs. 1, 2 e 3)
Cardeal faz mea culpa por conduta sexual
Às vésperas da escolha do novo papa, o escocês Keith O'Brien confessou: “Houve momentos em que minha conduta sexual desceu abaixo dos padrões esperados de mim enquanto padre, arcebispo e cardeal”. (Págs. 1 e 12 a 14)
Brasil ignora perguntas da ONU sobre violações (Págs. 1 e 6)

Seu bolso: Só parcele o cartão se não houver jeito
Os juros da fatura do cartão de crédito chegam a 60% ao ano. Os do crédito rotativo, 213%. Por isso, a alternativa só vale para quem não tem como quitar o débito. (Págs. 1 e 7)
Violência: Roubar, matar ou morrer ainda jovem
Número de adolescentes envolvidos em delitos aumentou 25,5% em 2012, segundo levantamento da Promotoria de Defesa da Infância e da Juventude. (Págs. 1 e 19)
Fotolegenda: A bola que embala o sonho 
Dezenove jovens participaram de uma seleção para serem gandulas na Copa das Confederações. Os escolhidos atuarão no jogo Brasil x Japão, no Mané Garrincha. A festa, ontem, teve a participação da mascote Fuleco. (Págs. 1 e Super Esportes, 10)
Americanos anunciam cura da Aids em criança
Um bebê tratado 30 horas após o nascimento com antirretrovirais apresentou “cura funcional”. Isso significa que a presença do vírus ficou tão mínima que não é detectada em exames convencionais. (Págs. 1 e 15)
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Valor Econômico

Manchete: Empresas veem riscos em nova concessão de ferrovias
Grupos nascidos na construção pesada iniciaram conversas com empresas especializadas em administração de ferrovias à procura de parceiros para as novas concessões do setor. Apesar do interesse na formação de consórcios, a iniciativa privada tem dúvidas sobre o modelo proposto pelo governo e vê riscos nos aportes bilionários demandados pelo programa de concessões.

Para as empresas, a maior insegurança reside no fato de a Valec ser a responsável por remunerar o investimento. No novo desenho, a estatal comprará do concessionário, ano a ano, a capacidade total de movimentação na ferrovia. O modelo elimina o risco de demanda, mas cria um "risco governo". (Págs. 1 e B8)
País precisa de mais R$ 40 bi para projetos
O Brasil terá de adicionar R$ 40 bilhões ao ano aos investimentos de infraestrutura e, desses, o governo espera que os bancos privados compareçam com até 40%, segundo o presidente do BNDES, Luciano Coutinho, após participar, em Londres, do Fórum Brasileiro de Infraestrutura 2013, organizado pelo Valor.

Hoje, o país investe cerca de US$ 45 bilhões por ano no setor, disse Coutinho, e terá que elevar esse valor para algo entre R$ 85 bilhões e US$ 90 bilhões se pretende crescer de forma sustentável. Tarefa a ser compartilhada entre os bancos públicos e pelo sistema privado. O BNDES, único financiador de projetos de longo prazo no momento, está chegando ao "limite", admitiu Coutinho. (Págs. 1 e A14)
México quer reduzir o poder de Slim 
Partidos políticos estão se unindo para enfrentar os três empresários mais poderosos do México, incluindo o homem mais rico do mundo, Carlos Slim, ao negociar um conjunto de reformas constitucionais para ampliar a concorrência nos mercados de telefonia e TV do país. Articuladores dos três maiores partidos políticos estão negociando mudanças que vão fortalecer reguladores governamentais, leiloar duas novas redes nacionais de televisão e suspender as restrições de investimento estrangeiro em telefonia fixa. A meta é aumentar a concorrência em dois mercados críticos. A América Móvil SAB, de Slim, controla 75% da telefonia fixa e 70% da telefonia móvel e da banda larga. No setor de televisão, o Grupo Televisa SAB e a TV Azteca SAB formam um duopólio. (Págs. 1 e B5)
Fotolegenda: Cultura em alta
O empresário Luiz Calainho, da holding L21, que atua nos segmentos de teatro, arte, cinema, música e mídia e cujo faturamento foi de R$ 120 milhões em 2012, diz que o risco no setor de cultura é muito baixo, próximo de zero, por causa dos investimentos dos patrocinadores. (Págs. 1 e D4)
Brizola Neto planeja coibir rotatividade no trabalho
Para reduzir a despesa elevada com o seguro-desemprego, o governo federal pretende exigir do trabalhador que solicitar o benefício duas vezes no prazo de dez anos a realização de um curso de qualificação. Desde o ano passado, essa exigência tem sido feita no terceiro pedido, o que levou a um recuo de 5% no volume de benefícios concedidos, afirmou o ministro do Trabalho e Emprego, Brizola Neto, como publicou com exclusividade o Valor PRO, serviço de informações em tempo real do Valor.

Outra iniciativa defendida pelo ministro é a regulamentação de um artigo da Constituição que prevê uma alíquota adicional de contribuição ao FAT para empresas com rotatividade maior que a média apurada em seu setor. (Págs. 1 e A3)
BC pode barrar dividendo de banco
O Banco Central ganhou poderes para impedir a distribuição de dividendos por bancos que não se adaptarem às novas regras sobre capital mínimo, anunciadas na sexta-feira para ajustar o arcabouço regulatório brasileiro ao novo acordo internacional de Basileia. O governo editou medida provisória condicionando a distribuição de dividendos ao cumprimento dos novos requisitos prudenciais aprovados pelo CMN.

O BC poderá proibir que sejam pagos, total ou parcialmente, inclusive dividendos mínimos obrigatórios determinados pela Lei das Sociedades Anônimas (25% do lucro), explicou ao Valor o chefe do Departamento de Normas da autarquia, Sérgio Odilon dos Anjos. (Págs. 1 e C14)
Jaguar procura onde instalar fábrica no país
A Jaguar Land Rover começou a buscar um local para instalar fábrica no Brasil. Estão sendo avaliadas oito cidades em quatro Estados. De acordo com o presidente da montadora no país, Flavio Padovan, as negociações estão sendo conduzidas com os governos estaduais. A companhias ainda não procurou as prefeituras e nem visitou terrenos. O projeto ganhou força com a publicação, em outubro, do novo regime automotivo, que concede vantagens às montadoras que produzem no país. (Págs. 1 e B1)
A Suíça vai impedir salários “exorbitantes” para diretores de empresas (Págs. 1 e A10)

Demissões na Gol e na Latam podem chegar a 1.350 pessoas (Págs. 1 e B3)

Importação de bens de capital cresce e afeta a indústria nacional, diz Aubert, da Abimaq (Págs. 1 e A3)

Polêmica na Câmara
Intenção do presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), de apreciação de projetos no plenário mesmo sem consenso dos líderes de partidos é criticada pelo PT. (Págs. 1 e A8)
Geração eólica bate recorde
A geração de energia eólica no Brasil atingiu um índice recorde de produtividade no ano passado, segundo a associação do setor. Os parques mais modernos, construídos a partir de 2009, usaram cerca de 50% da capacidade. A média mundial é de 40% a 45%. (Págs. 1 e B9)
Arxo amplia o portfólio
Tradiconal fabricante de tanques para postos de gasolina, a catarinense Arxo diversifica sua atuação e passa a produzir também caminhões-tanque para o setor aeroportuário. (Págs. 1 e B10)
Provale vai produzir cimento branco
A capixaba Provale, que acaba de ter parte de seu capital negociado ao fundo americano de “private equity” Resource Capital Funds, vai construir uma fábrica de cimento branco em Cachoeiro do Itepemirim (SC). A produção deve ter início em 2015. (Págs. 1 e B10)
Mais ações na previdência privada
A Superintendência de Seguros Privados (Susep) deve propor ao Conselho Monetário Nacional que os fundos de previdência privada aberta possam alocar a totalidade de seus recursos em ações. (Págs. 1 e C1)
Terceirização irregular na Ford
A Ford e a Associação para Valorização de Pessoas com Deficiência (Avape) foram condenadas em ação civil pública pela Justiça do Trabalho ao pagamento de R$ 400 milhões por terceirização irregular e dumping social. (Págs. 1 e E1)
Adicional de transferência
Entendimento do Tribunal Superior do Trabalho é de que o empregado transferido de cidade só tem direito a adicional se o período de estadia não superar dois anos. Caso contrário, a transferência é considerada definitiva. (Págs. 1 e E1)
Ideias
André Nassif e Carmem Feijó

No momento, Brasil precisa urgentemente de soluções keynesianas de curto prazo para retomar o crescimento sustentável. (Págs. 1 e A12)

Gustavo Loyola

O repasse de recursos do Tesouro para os bancos públicos deve cessar, antes que a situação fiscal atinja um ponto crítico. (Págs. 1 e A13)
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sábado, março 02, 2013

EDITORIAL II [In:] ACERTEM OS SEUS RELÓGIOS


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Campos afirma que governo antecipar calendário eleitoral 'nunca deu certo'

Em entrevista, governador de Pernambuco avisa que o PSB 'tem fuso eleitoral próprio' e não trabalhará 'com relógio dos outros'

01 de março de 2013 | 12h 21

Angela Lacerda, 
de O Estado de S. Paulo
RECIFE - O governador de Pernambuco e presidente nacional do PSB, Eduardo Campos, disse que o PSB tem "fuso horário próprio" e questionou a estratégia do PT e do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva de antecipar o lançamento de Dilma Rousseff à reeleição.
Veja também:

"Nunca vi quem está no governo, sobretudo quem está no governo com situação de dificuldade, antecipar o calendário eleitoral", afirmou em entrevista no Recife, ao ser questionado sobre a tática de Lula. "Nunca vi isto dar certo."
Campos fazia referência à divulgação, nesta sexta-feira, 1º, do resultado PIB de 2012, que registrou crescimento de apenas 0,9%. Embora nos bastidores esteja articulando a sua candidatura, o presidente do PSB disse que 2013 não deve ser um ano de "montar palanques, mas de se montar canteiro de obras, de se animar a economia, unir o País".
"O relógio do PSB trabalha no fuso horário do PSB", destacou. 
"Não vamos trabalhar com o relógio dos outros, com o tempo dos outros e nem fazer o jogo dos outros.
 Vamos fazer o jogo do Brasil e o jogo do PSB."
O líder do PSB defendeu ainda que o debate político no Brasil seja feito "de maneira elevada", num ano desafiador que se tem pela frente. "Precisamos ter racionalidade, tranquilidade, para não desfazer o que fizemos nos últimos 20 anos neste país. É isto que precisamos ter", frisou.
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EDITORIAL [In:] "É MENTIRA, TERTA ? '' *


Quem quiser romper com a base do governo, que rompa, afirma Lula

Para petista, entrada de Eduardo Campos na disputa eleitoral pode colocar em risco a parceria entre siglas

01 de março de 2013 | 13h 34

Fernando Gallo - enviado especial de O Estado de S. Paulo
Texto atualizado às 15h44



FORTALEZA - O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) disse nesta sexta-feira, 1º, a integrantes do diretório nacional durante reunião em Fortaleza que o partido será tolerante com os aliados, porque não quer romper com ninguém. Mas foi deixou claro que caminhos estão livres para quem queira romper com a base.
Veja também:

"Se alguém quiser romper conosco, que rompa. Não podemos impedir as pessoas de fazerem o que é de interesse dos partidos políticos", disse Lula, que tem defendido a manutenção da base em meio às ameaçadas de o governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), disputar a Presidência em 2014.
"Há um planejamento estratégico direcional de tolerância e paciência e de entender que se alguém quiser romper conosco, que rompa. Nós não queremos romper com ninguém. Queremos fortalecer, só que não podemos impedir as pessoas de fazerem o que é de interesse dos partidos políticos. O ideal é que a gente consolide as forças políticas que estão ajudando esse país a mudar."
Mais tarde, em entrevista coletiva, Lula negou que esteja tentando impedir uma possível candidatura do governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), à presidência da República em 2014. Mas o petista afirmou que a entrada do aliado na disputa eleitoral poderia colocar em risco a parceria "histórica" entre as duas siglas.
"Defendo a liberdade incondicional de cada partido de fazer o que bem entenda. Se não fosse assim, o PT não teria chegado à Presidência da República. Portanto, eu jamais tomaria qualquer atitude para impedir que um companheiro fosse candidato a presidente", disse Lula nesta sexta-feira, em Fortaleza, onde está para uma reunião do diretório nacional do PT. "O que temos que ver é se, estrategicamente, é importante a gente colocar em risco uma coisa que tem dado tão certo nesse País, que é a aliança histórica entre PT e PSB."
O petista lembrou que ainda faltam quase dois anos para a eleição presidencial e que, "se a gente ficar fazendo política do ''diz que diz'' ou ''diz que não diz'', a gente vai dar trombada desnecessariamente".

Lula teceu elogios a Eduardo Campos, e disse que é muito amigo do governador de Pernambuco, 
do governador do Ceará, Cid Gomes (PSB), e de seu irmão, Ciro Gomes (PSB).
"Ele (Eduardo) é uma personalidade que pode desejar qualquer coisa que ele quiser nesse País", afirmou. "O meu papel é fazer todo o esforço para que a gente esteja junto. Temos que construir uma aliança muito forte."
''Todos serão salvos''. 
O ex-presidente rebateu comentários do presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Eduardo Alves (PMDB). Semana passada, ele chegou a dizer que Lula teria indicado que a vaga de vice da presidente Dilma Rousseff (PT) permaneceria com o PMDB, nas mãos de Michel Temer. O comentário foi feito em meio a especulações de que Dilma poderia ceder a vaga de vice a Eduardo Campos, com o objetivo de manter a aliança com o PSB.
"Deixa eu falar uma coisa em alto e bom som: quem escolhe vice é a presidente, não sou eu. Quando fui presidente da República, escolhi duas vezes o meu vice, José Alencar. Jamais iria escolher um vice para a Dilma. É ela que vai escolher o melhor partido para indicar. Não serei eu", disse Lula. "Como ela tem uma bela amizade com o PSB e nossa relação é histórica, e ela tem uma boa amizade com o Eduardo Campos, no momento certo eles vão conversar e, no final, entre mortos e feridos, todos serão salvos."
Lula evitou comentar a declaração do presidente do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa, que disse que os réus condenados no processo do mensalão seriam presos até o fim de junho. "Não dou palpite sobre a Suprema Corte. A Suprema Corte decidiu, está decidido e acabou. Posso concordar ou não, mas jamais daria palpite sobre as decisões deles, até porque fui presidente da República e muitos deles fui eu que escolhi." 
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(*) Bordão do personagem Pantaleão (o mentiroso) criado por Chico Anysio.
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sexta-feira, março 01, 2013

XÔ! ESTRESSE [In:] ALTO CONSUMO (Km/litro)

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MESURAS E CHAPÉU ALHEIO. O ''XIS'' DA QUESTÃO !

01/03/2013
Projetos de Eike dependem cada vez mais do BNDES 


Desde a crise de 2008, captar recursos tornou-se uma operação mais difícil para o bilionário Eike Batista e seu rol de empresas X. O BNDES ganha cada vez mais importância no financiamento dos projetos. De 2006, quando sua primeira empresa foi listada na bolsa brasileira, a mineradora MMX, até o lançamento de ações do estaleiro OSX, em 2010, o empresário levantou R$ 13,6 bilhões em IPOs, conforme dados da Comissão de Valores Mobiliários (CVM). De 2005 até agora, o empresário obteve R$ 10 bilhões do BNDES, com os maiores empréstimos ocorrendo a partir de 2009.

A dependência de recursos oficiais pode aumentar. No momento, a MMX aguarda aprovação de financiamento de R$ 3 bilhões do BNDES para a expansão da mina de Serra Azul (MG). A operação está em análise no banco, última etapa antes da aprovação. A OSX, empresa de construção naval, também entrou com pedido para construção de plataforma de petróleo.

EBX se apoia no BNDES para "tocar" seus projetos

Por Ana Paula Ragazzi, Vera Saavedra Durão, Cláudia Schüffner e Francisco Góes | Do Rio

Com ênfase no BNDES, grupo comandado por Batista busca alternativas para financiar seus projetos, alguns com desempenho abaixo do esperado pelo mercado

Há um mês, Eike Batista anunciou ao mercado o desejo de fechar o capital da CCX Carvão da Colômbia. O pagamento será feito com ações de outras empresas do grupo EBX em poder do empresário ao invés de dinheiro. A opção reacendeu no mercado preocupação que há meses circulava entre os investidores, a de que Batista estaria com dificuldades de conseguir crédito novo para seus negócios. Apesar dos questionamentos, o grupo continua na busca por fontes de recursos para desenvolver seus projetos, com ênfase no Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

No momento, a MMX, mineradora de ferro do grupo, aguarda aprovação de financiamento de R$ 3 bilhões por parte do banco para a expansão das minas de Serra Azul (MG). A possível contratação desses recursos é esperada com expectativa por investidores que a consideram como um sinal de respaldo do BNDES ao empresário. A OSX, empresa de construção naval da EBX, também entrou com pedido de empréstimo no BNDES para a construção de uma plataforma de petróleo.

O BNDES tem sido fonte permanente de dinheiro para sustentar os projetos da EBX, em especial a partir da crise financeira de 2008, quando houve restrição de linhas de crédito privadas e as bolsas fecharam as portas para novos IPOs (ofertas públicas iniciais de ações). Desde que Batista listou a sua primeira empresa na bolsa brasileira, a mineradora MMX, em 2006, até o estaleiro OSX, em 2010, o empresário levantou, via IPOs, R$ 13,6 bilhões, conforme dados da Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

Batista captou no BNDES quase R$ 10 bilhões desde 2005. Os maiores aportes do banco ao grupo, de R$ 4,1 bilhões e de R$ 2,7 bilhões, ocorreram em anos de crise, 2009 e 2012, respectivamente. Em 2009, foram feitas as maiores operações do empresário com o banco, com destaque para financiamento de R$ 1,3 bilhão para a LLX no porto do Açu (RJ) e de R$ 1,4 bilhão para a termelétrica de Pecém (CE). Em 2012, a maior operação aprovada pelo banco para o grupo foi de R$ 1,3 bilhão para a OSX.

O apoio do BNDES e de outras fontes é uma alternativa importante para o grupo levar os projetos adiante. Dados do Valor Data, com base nos balanços do terceiro e do quarto trimestre de 2012, mostram que cinco empresas de capital aberto da holding EBX (MMX, OGX, MPX, LLX e OSX) tinham dívida líquida consolidada de R$ 15,8 bilhões até o fim do ano passado e uma posição de caixa de R$ 8,3 bilhões. Em 2012, a EBX disse ao Valor que a holding possuía US$ 9 bilhões em caixa. Agora, não informou a posição atual do caixa.

O principal ponto de preocupação de investidores com as empresas do grupo EBX é o fato de as companhias estarem em meio a processos que demandam altos volumes de investimentos para finalizar os projetos. O empresário desenvolve ativos de infraestrutura que exigem pesados investimentos, mas que, se não forem concluídos, nada valem. Esse é o pior cenário para o grupo. Na visão de um analista, Batista precisa atrair parceiros que injetem dinheiro ou vender pedaços para desenvolver outros negócios.

Procurado, Batista não se manifestou. Por email, o EBX informou estar em situação financeira confortável: "O grupo EBX está capitalizado, com recursos suficientes para garantir a execução dos projetos desenvolvidos no país. Todas as companhias de capital aberto do grupo vêm cumprindo seus planos de negócios em dia, com "funding" substancialmente equacionado para os próximos anos." Uma preocupação no mercado, porém, é que o empresário teria contraído empréstimos como pessoa física com bancos privados e dado ações das suas empresas em garantia. Diante das quedas de sua "blue chip" - apenas no ano passado a OGX desvalorizou 67,84% -, circula no mercado a informação de que ele teria renegociado as garantias, mas estaria mais difícil conseguir novas linhas.

Nas últimas semanas, voltaram a circular informações sobre as negociações de Batista para vender ativos. Ele encontrou-se com executivos da Petronas, da Malásia. A petroleira estaria analisando a OGX há meses, mas ainda não se sabe se ou quando as partes chegarão a um acordo.

Mas a operação que pode ser concluída com mais rapidez é a venda do controle da elétrica MPX, braço de energia da EBX. É um ativo mais maduro e, pela primeira vez, Batista deverá deixar o controle de uma de suas empresas. A venda para a alemã E.ON, se confirmada, poderá dar fôlego novo ao empresário no mercado. Nos bastidores, as informações são de que a E.ON gostaria de comprar o controle sozinha, mas não pode fazê-lo pois teria de consolidar dívida líquida de R$ 5,4 bilhões da MPX, dos quais R$ 1,9 bilhão vencem este ano. A empresa estuda a emissão de debêntures ou de "bonds" para alongar o perfil da dívida.

Em junho de 2012, Batista chegou a afirmar que havia conseguido um sócio para sua mina de ouro, a AUX, mas esse negócio ainda não foi oficializado. No mercado, existe o consenso que há comprador para os ativos de Batista, mas não aos preços que o empresário deseja e que chegou a conseguir no passado. O mercado deixa isso claro na precificação dos ativos do EBX. No fechamento de capital da CCX, Batista está avaliando cada ação da companhia a R$ 4,31. Esse valor é próximo ao dobro da cotação de mercado na época do anúncio.

O Credit Suisse informou em relatório que a OSX é negociada na bolsa perto de seu valor de liquidação. E a OGX está perto das mínimas históricas. No caso da LLX, Batista tentou fechar o capital da empresa a preços de mercado, mas voltou atrás depois que um laudo de avaliação atribuiu valor à companhia superior ao da bolsa.

Um alento ao empresário é o fato de a liquidez financeira global para os negócios estar voltando. Na megaoperação de compra da Heinz por 3G e Berkshire, grandes bancos internacionais entraram financiando a operação. Outro ponto que tem chamado a atenção dos investidores está no papel de Batista como um importante financiador das próprias empresas. Na abertura de capital da OSX, em 2010, o mercado não concordou com os preços avaliados na operação e aceitou colocar recursos desde que com desconto. Para dar continuidade ao negócio e, como sempre, apostando em seus empreendimentos, o empresário comprometeu-se a aportar US$ 1 bilhão na companhia três anos depois, para complementar os recursos para os projetos. Do total, o empresário liberou US$ 250 milhões ano passado e vai aportar mais US$ 250 milhões em março.

Apesar do comprometimento de Batista em casos como da OSX, o mercado não tem informações precisas sobre a capitalização da holding EBX, de capital fechado. O que se sabe de mais recente foi o investimento de US$ 2 bilhões feito pelo Mubadala Development Company, empresa de investimento de Abu-Dhabi e de outros US$ 300 milhões da GE. Os recursos ingressaram em veículos offshore no ano passado.

Com o mercado cobrando resultados e penalizando as ações de suas empresas, Batista comprometeu-se, em 2012, a aportar mais US$ 1 bilhão, dessa vez na petroleira do grupo, a OGX. Recentemente, chamou um aumento de capital na MMX, que alcançou R$ 1,37 bilhão. O empresário garantiu a operação, mas não foi acompanhado pelos maiores sócios, a chinesa Wisco e a coreana SK Networks. Em nota ao Valor, a EBX afirmou: "Os recentes anúncios de aportes pelo controlador nas companhias do Grupo EBX enfatizam sua confiança nos empreendimentos em curso."
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QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?

SINOPSES - RESUMO DOS JORNAIS

01 de março de 2013

Globo

Manchete: Trono vazio no Vaticano: No adeus, Bento XVI promete obediência total
Papa diz que será ‘um simples peregrino’ e encerra pontificado de 2.873 dias.

Pontífice se retira do Vaticano de helicóptero e segue para a residência de Castel Gandolfo, deixando em aberto o futuro da Igreja Católica. Ao se despedir de cardeais, entre eles o seu sucessor, pediu unidade.

O último dos seus 2.873 dias de pontificado foi carregado de emoção, de simbolismo e também de incertezas sobre os rumos da Igreja Católica. Aos cardeais, o Papa Bento XVI pediu que permaneçam unidos como uma orquestra. "Entre vocês está o futuro Papa, a quem eu prometo reverência incondicional e obediência.” Na despedida, já na sacada de Castelgandolfo, residência de verão onde ficará três meses, dirigiu-se a uma pequena multidão: "Não sou mais pontífice, sou um simples peregrino que inicia a última etapa de sua jornada” disse, antes de renunciar, pontualmente, às 20h. Bento XVI encerra o papado deixando um rastro de escândalos de pedofilia e violações de segredos. (Págs. 1 e 39 a 42)

Ansiedade pelo início do conclave

Com a saída de cena de Bento XVI, cresce a expectativa para o conclave que elegerá o seu sucessor. O vaticanista John Thavis avalia que um curto intervalo até o início da reunião favoreceria a escolha de um dos cardeais mais conhecidos, os que detinham cargos na Cúria Romana. (Págs. 1 e 42)

De fixo para celular: Ligação fica até 18,7% mais barata
A Anatel reduzirá o custo das ligações de telefone fixo para celular em 8,77%, na maioria das regiões. Para clientes da Oi do Rio e estados de Norte e Nordeste, a queda é de 18,6%. A medida valerá a partir do fim de março. (Págs. 1 e 38)
Contratos em risco: Congresso votará royalties na terça
O veto de Dilma à mudança dos contratos será votado terça-feira pelo Congresso. Cabral deve ir ao STF. (Págs. 1 e 31 e 32 e editorial "Royalties sob ameaça de ato de vandalismo")

Petrobras e o ‘item nacional’
Estatal pede à ANP redução das exigências de conteúdo nacional em 43 itens. Agência e ministério negam. (Págs. 1 e 33)

Nesta edição: Tira-dúvidas do IR
A partir de hoje, O GLOBO publica a coluna Seu IR, para ajudar a preencher a declaração, que já pode ser entregue à Receita. (Págs. 1 e 35)

Mensalão na reta final: Barbosa: prisões saem até julho
Joaquim Barbosa, presidente do STF, estimou que até julho serão expedidos os mandados de prisão dos 25 mensaleiros condenados. (Págs. 1 e 3)
Novo caso Battisti: Espanhol pede refúgio ao Brasil
Acusado de integrar o grupo terrorista basco ETA, o espanhol Joseba Gonzalez pediu refúgio ao Brasil para tentar evitar extradição. (Págs. 1 e 4)

Comissões na Câmara: Vereadores não dominam temas (Págs. 1 e 12)

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O Estado de S. Paulo

Manchete: Mensaleiros devem ser presos até julho, prevê Barbosa
Presidente do STF espera encerrar julgamento de todos os recursos contra a condenação antes das férias

O presidente do STF, Joaquim Barbosa, afirmou ontem que a prisão dos 25 condenados no processo do mensalão deve ocorrer até julho. “A minha expectativa é de que tudo se encerre antes das férias”, disse, em entrevista a jornalistas estrangeiros. “Os votos de alguns ministros ainda não foram liberados. Assim que todos apresentarem seus votos, vou determinar a publicação, e aí começa a correr o prazo de recursos dos réus”, afirmou. Barbosa criticou o que chamou de “problema sistêmico” na Justiça. “Nosso sistema penal é muito frouxo. É totalmente pró-réu, pró-criminalidade. Essas sentenças que o Supremo proferiu (no mensalão), de 10,12 anos, no final se converterão em 2 anos, porque há vários mecanismos para reduzir a pena.” Barbosa chamou ainda o sistema penal de “faz de conta”, (Págs. 1 e Nacional A4)

PSDB critica projeto

O líder do PSDB, Carlos Sampaio, quer que a Câmara recue de projeto que dá poderes à Corregedoria em processos de perda de mandato. (Págs. 1 e A4)
Governo vai antecipar 15% das receitas com ferrovias
Numa tentativa de aumentar o interesse do setor privado pelas concessões em infraestrutura, o governo vai antecipar aos vencedores dos leilões de ferrovias 15% das receitas que receberiam em 35 anos. Os recursos serão desembolsados pela Valec, com aporte do Tesouro. A estimativa de gasto para os 10 mil km a serem licitados em 2013 chega a R$ 13,65 bilhões. (Págs. 1 e Economia B1)
‘Sou agora um simples peregrino’
A despedida de Bento XVI começou com um pedido de união aos cardeais, para que “trabalhem como uma orquestra”, informa o enviado especial Jamil Chade. Em um gesto histórico, declarou: “Entre vocês está o próximo papa, a quem prometo reverência e obediência.” À tarde, Bento XVI seguiu para Castel Gandolfo, onde ficará por três meses. No balcão, falou uma última vez a fiéis. “Sou agora um simples peregrino começando a última etapa de peregrinação na terra. ” (Págs. 1 e Vida A13 a A16)

Nome de d. Odilo ganha força

Cardeais americanos e de países em desenvolvimento estariam apoiando o nome do brasileiro d. Odilo Scherer como sucessor do papa. (Págs. 1 e A16)

Análise: Frei Luiz Carlos Susin
Professor continuou a ensinar

Bento XVI é um professor que se tornou papa, do ensinamento, da doutrina. (Págs. 1 e A15)
Morte de torcedor: Corintianos e a rotina do cárcere
Numa cela com outras 40 pessoas e em precárias condições de higiene, os 12 corintianos presos em Oruro pela morte de torcedor alegam inocência, informa o enviado especial Raphael Ramos. Diretores da Gaviões da Fiel levam comida diariamente. “A primeira coisa que quero fazer quando sair é usar privada”, diz Tadeu Andrade, diretor da Gaviões. (Págs. 1 e Esportes E1)
Orçamento vai a voto após royalty
A análise do veto sobre a distribuição dos royalties do petróleo será o primeiro item da pauta do Congresso na terça. Só depois os parlamentares votarão o Orçamento. (Págs. 1 e Nacional A8)
Campinas tem 107 bebês com tuberculose (Págs. 1 e Vida A17)

Tarifa de fixo para celular cairá 8,77% (Págs. 1 e Economia B10)

Antero Greco 
Privilégio para poucos

O ministro do Esporte defende desoneração de Imposto de Renda, PIS, Cofins e outras bobeirinhas para os clubes. E as outras empresas? (Págs. 1 e Esportes E2)
Fernando Gabeira 
Furacão sobre Cuba

Com seus aliados cubanos, a esquerda triunfante brasileira nos jogou no século passado durante a visita da blogueira Yoani Sánchez. (Págs. 1 e Espaço Aberto A2)
Notas & Informações
A imoralidade persiste

Os parlamentares passaram a perna no povo ao fazer crer que cortaram benefícios na carne. (Págs. 1 e A3)

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Correio Braziliense

Manchete: Bento XVI sai de cena, a crise fica
No último ato com os cardeais, Bento XVI jurou obediência ao próximo pontífice. Agora, o Vaticano entra em sede vacante até a escolha do novo líder que enfrentará os graves problemas da Igreja Católica, admitidos pelo próprio papa. Em Castel Gandolfo, na Itália, o enviado especial do Correio, Diego Amorim, acompanhou a despedida de Ratzinger. (Págs. 1 e 14 a 17)
Efeito dominó derruba 14º, 15º e 16º pelo país
Um dia depois de o Congresso abolir os salários extras, sete assembleias estaduais anunciam que também vão extinguir privilégio. (Págs. 1, 2 e Visão do Correio, 12)
Mensaleiros serão presos até 1º de julho
A previsão é do presidente do STF, Joaquim Barbosa. “Se não houver nenhum incidente, nenhuma chicana”, ressalvou. Entre os réus que irão para a cadeia, estão Dirceu, Delúbio e o deputado João Paulo Cunha (PT-SP). (Págs. 1 e 4)
Analistas preveem Pibinho de 0,95%
As apostas no mercado são de que os dados que o IBGE divulga hoje sobre o crescimento do país em 2012 vão frustrar o Planalto e dar munição aos adversários de Dilma. (Págs. 1 e 8)
Começa a corrida para declarar o IR
Contribuintes têm até 31 de abril para enviar documento à Receita. Especialistas dão dicas de como fugir de complicações ao preencher o formulário. (Págs. 1 e 9)
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Valor Econômico

Manchete: Projetos de Eike dependem cada vez mais do BNDES
Desde a crise de 2008, captar recursos tornou-se uma operação mais difícil para o bilionário Eike Batista e seu rol de empresas X. O BNDES ganha cada vez mais importância no financiamento dos projetos. De 2006, quando sua primeira empresa foi listada na bolsa brasileira, a mineradora MMX, até o lançamento de ações do estaleiro OSX, em 2010, o empresário levantou R$ 13,6 bilhões em IPOs, conforme dados da Comissão de Valores Mobiliários (CVM). De 2005 até agora, o empresário obteve R$ 10 bilhões do BNDES, com os maiores empréstimos ocorrendo a partir de 2009.

A dependência de recursos oficiais pode aumentar. No momento, a MMX aguarda aprovação de financiamento de R$ 3 bilhões do BNDES para a expansão da mina de Serra Azul (MG). A operação está em análise no banco, última etapa antes da aprovação. A OSX, empresa de construção naval, também entrou com pedido para construção de plataforma de petróleo. (Págs. 1 e B10 e B11)

Sem acordo, EUA iniciam corte de gastos
Os controversos e temidos cortes automáticos de gastos começam a valer a partir de hoje, com a previsão de reduzir em US$ 85,3 bilhões as despesas do governo americano no ano fiscal de 2013, que termina em outubro. Se um acordo entre democratas e republicanos não evitar o chamado "sequestro", o crescimento dos EUA neste ano pode sofrer um tranco nada desprezível, ainda que haja muitas incertezas sobre seu real impacto.

A consultoria Macroeconomic Advisers, por exemplo, estima que o Produto Interno Bruto (PIB) americano crescerá 2%, e não 2,6%, se os cortes de gastos forem executados. Para o Escritório de Orçamento do Congresso, a expansão do PIB será de 1,4%, e não de 2%, e 750 mil empregos deixarão de ser criados ou mantidos até o fim do ano. (Págs. 1 e A13)
Fundo do Tesouro para infraestrutura começa com R$ 7 bi
O governo vai criar um fundo para repassar diretamente a bancos estatais e privados recursos subsidiados para financiar projetos de infraestrutura. O objetivo é diminuir a burocracia e estimular investimentos. Neste ano, o Tesouro Nacional deve aportar ao fundo R$ 7 bilhões, valor que tende a aumentar.

Técnicos do Ministério da Fazenda estão na fase final de detalhamento do funcionamento do fundo. Segundo antecipou o Valor PRO, serviço de notícias em tempo real do Valor, o Tesouro emitirá títulos públicos e, com os recursos, comprará cotas do fundo. (Págs. 1 e C1)
Ferrovias terão subsídios antecipados
A empresa vencedora da licitação de ferrovias contará com subsídios para a implementação do projeto já no segundo ano de construção do trecho. Na prática, a Valec vai antecipar receitas ao concessionário no valor equivalente a 15% do investimento total.

Essa e outras decisões foram divulgadas ontem com a primeira minuta de contrato do novo modelo de concessão da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT). O primeiro projeto compreende o trecho entre Açailândia (MA) e Vila do Conde (PA). Do total de R$ 3 bilhões em investimentos, R$ 477 milhões serão antecipados a partir do 132 mês de obras. (Págs. 1 e A4)

Ibovespa é o índice com maior queda
A dificuldade para prever os rumos da economia brasileira é, segundo analistas, a principal razão que está travando as negociações na Bovespa. Pesquisa do Valor Data mostra que o Ibovespa, que caiu 5,8% desde o início do ano, tem o pior desempenho entre 48 índices. Nos últimos 12 meses, o Ibovespa também está na lanterna. Teve queda de 24,97%, muito maior do que a verificada em bolsas de países fortemente atingidos por crises econômicas e políticas, como Itália (-5,11%) e Espanha (-5,97%). As variações são nominais e em moeda local. (Págs. 1 e C2)

Caso de insider no Burger King envolve brasileiro
O Superior Tribunal de Justiça (STJ) recebeu pedido de cooperação do Tribunal Federal dos EUA (distrito de Nova York) para ouvir o corretor brasileiro Waldyr da Silva Prado Neto, investigado por supostos ganhos financeiros com o uso de informações privilegiadas sobre a operação de compra do Burger King pelo 3G Capital, em setembro de 2010.

A solicitação foi feita a pedido da U.S. Securities and Exchange Commission (SEC), órgão fiscalizador do mercado de capitais nos EUA. No dia 19, foi expedida a intimação a Prado, que precisa ser localizado para que possa ser ouvido. (Págs. 1 e B4)

Incentivo à inovação
O Ministério da Ciência e Tecnologia divulgou a lista de nove aceleradoras do programa Startup Brasil. A próxima etapa será a seleção das empresas beneficiadas. Cada uma vai receber R$ 200 mil. O edital de seleção será publicado até o fim do mês. (Págs. 1 e B2)

Oi recebe mais uma multa
A Anatel divulgou ontem no “Diário Oficial da União” a 16ª multa à operadora Oi em fevereiro, no valor de R$ 911,82 mil. Só no mês passado, as multas à operadora totalizaram R$ 41,5 milhões. (Págs. 1 e B3)

Venda de carros recua
Após o recorde de janeiro, as vendas de carros começaram a sentir em fevereiro os efeitos da antecipação de compras nos meses anteriores e da retirada gradual do desconto no IPI. A média diária de vendas caiu de 13,5 mil para pouco mais de 12 mil unidades. (Págs. 1 e B8)

Aposta nos emergentes
A Pimco, maior gestora de bônus do mundo, com mais de US$ 2 trilhões em ativos totais, lançou nesta semana mais um fundo para compra de dívida soberana e corporativa de países emergentes. (Págs. 1 e C16)

Freio nas captações
As captações brasileiras no exterior praticamente pararam em fevereiro, após cinco meses bastante movimentados. Foram feitas só duas operações - da Gol e JBS -, que somaram US$ 700 milhões, 85% menos que em janeiro. (Págs. 1 e C16)
Correio escapa de passivo bilionário
Decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) livra a Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT) do pagamento de ISS sobre serviços não incluídos no monopólio postal. (Págs. 1 e El)

Ideias
Alex Ribeiro

O esforço do governo agora é para alavancar os investimentos públicos e privados, depois de cinco trimestres de queda. (Págs. 1 e A2)

Armando Castelar Pinheiro

Há relativo consenso de que o baixo crescimento resulta de restrições de oferta e falta de um clima propício ao investimento. (Págs. 1 e A15)
Prisões de condenados no mensalão devem acontecer até julho (Págs. 1 e A5)

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