A proposta deste blogue é incentivar boas discussões sobre o mundo econômico em todos os seus aspectos: econômicos, políticos, sociais, demográficos, ambientais (Acesse Comentários). Nele inserimos as colunas "XÔ ESTRESSE" ; "Editorial" e "A Hora do Ângelus"; um espaço ecumênico de reflexão. (... postagens aos sábados e domingos quando possíveis). As postagens aqui, são desprovidas de quaisquer ideologia, crença ou preconceito por parte do administrador deste blogue.
PENSAR "GRANDE":
[NÃO TEMOS A PRESUNÇÃO DE FAZER DESTE BLOGUE O TEU ''BLOGUE DE CABECEIRA'' MAS, O DE APENAS TE SUGERIR UM ''PENSAR GRANDE''].
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“Pode-se enganar a todos por algum tempo; Pode-se enganar alguns por todo o tempo; Mas não se pode enganar a todos todo o tempo...” (Abraham Lincoln).=>> A MÁSCARA CAIU DIA 18/06/2012 COM A ALIANÇA POLÍTICA ENTRE O PT E O PP.
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''Os Economistas e os artistas não morrem..." (NHMedeiros).
"O Economista não pode saber tudo. Mas também não pode excluir nada" (J.K.Galbraith, 1987).
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terça-feira, abril 20, 2010
GOVERNO LULA/USINA BELO MONTE [In:] DESAFIANDO A JUSTIÇA (novamente!!!)
UNIÃO BOTA R$ 6 BI PARA BELO MONTE SAIR
| R$ 6 BILHÕES PARA BELO MONTE |
Autor(es): Agencia O Globo/Gustavo Paul |
| O Globo - 20/04/2010 |
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ELEIÇÕES 2010 [In:] AS DUAS CARAS DA MOEDA
PSB negocia com Ciro retirada de candidatura
| PSB começa a negociar retirada de Ciro |
O Estado de S. Paulo - 20/04/2010 |
A cúpula do PSB começa hoje a negociar a retirada da pré-candidatura presidencial do deputado Ciro Gomes. O governador de Pernambuco e presidente nacional do partido, Eduardo Campos, vai a Brasília conversar com Ciro. A expectativa é que o caso esteja resolvido até o dia 27. A renúncia pode virar trunfo na negociação do PSB com o PT em alguns Estados. Segundo um dirigente do partido, a candidatura de Ciro perdeu força nos últimos dias depois da nota do deputado pressionando o PSB a decidir seu futuro. Desistência do deputado vira moeda de troca na negociação com o PT nos Estados Eugênia Lopes / BRASÍLIA - O Estado de S.Paulo A cúpula do PSB começa hoje as negociações para a retirada da pré-candidatura do deputado Ciro Gomes da corrida presidencial. A pretexto de participar de comemoração pelos 50 anos de Brasília, o governador de Pernambuco e presidente nacional do PSB, Eduardo Campos, deve desembarcar na capital para um conversa com Ciro. Daqui a uma semana, dia 27, a Executiva Nacional do PSB pretende bater o martelo sobre a candidatura de Ciro à sucessão de Luiz Inácio Lula da Silva. Na contabilidade do PSB, a renúncia de Ciro pode virar moeda de troca na negociação com o PT em alguns estados. "Temos de atender o apelo do Ciro e resolver logo isso. Existem vários diretórios do partido nos Estados que estão parados à espera de uma solução", afirmou o vice-presidente nacional do PSB, Roberto Amaral. A candidatura de Ciro, que já dividia o partido, perdeu força nos últimos dias após nota do deputado pressionando o PSB a decidir seu futuro. A avaliação de parte da cúpula do partido é que a nota de Ciro foi "grosseira" e "deselegante". Amaral negou, porém, que o partido esteja "negociando" com o PT a retirada da candidatura de Ciro Gomes, em troca do apoio de petistas em alguns Estados. "Não existe isso. Até porque o PT tem muito pouco a oferecer hoje ao PSB", disse. Em Estados como a Paraíba e o Espírito Santo, o PT já avisou que não vai apoiar os socialistas. Na Paraíba, o PSB lançou na disputa o ex-prefeito Ricardo Coutinho, que deverá contar com o apoio do PSDB. O PT, por sua vez, decidiu ficar com o ex-governador Ronaldo Lessa, hoje no PDT. No Espírito Santo, o senador Renato Casagrande também perdeu as esperanças de ter o PT em seu palanque. Os petistas vão ficar com Ricardo Ferraço, do PMDB. Em São Paulo, uma possível aliança PSB e PT é hoje inviável. Mas os socialistas almejam que o PT não breque o apoio de partidos, como o PP, à candidatura de Paulo Skaf (PSB) ao governo de São Paulo. O PT vai disputar o governo paulista com o senador Aloizio Mercadante. Apoio do PT. Há situações, porém, em que o PSB espera reverter o quadro político local e conseguir que apoio do PT para seu candidato. Os socialistas ainda não perderam as esperanças de virem os petistas apoiar Camilo Capiberibe ao governo do Amapá e a reeleição do governador do Piauí, Wilson Martins. PT e PSB conseguiram chegar a um entendimento em Brasília, onde o ex-ministro petista Agnelo Queiróz será candidato a governador e o socialista Rodrigo Rollemberg disputará o Senado. A avaliação de parte da cúpula do PSB é que a candidatura de Ciro perdeu densidade com a polarização da eleição presidencial entre a petista Dilma Rousseff e o tucano José Serra. Um dos sinais para dirigentes do partido de que Ciro teria refluído em sua candidatura à presidência foi o fato de Pedro Brito, ministro da Secretaria Especial dos Portos, não ter se desincompatibilizado, no início de abril, para disputar uma vaga na Câmara. Brito é ligado a Ciro Gomes - foi seu secretário executivo no Ministério da Integração Nacional, no primeiro mandato de Lula. Com a provável saída de Ciro do páreo, o PSB fica livre para apoiar formalmente a candidatura do PT. A dúvida é se Ciro participará ativamente da campanha de Dilma. Correligionários apostam que ele deverá dedicar-se à reeleição de seu irmão Cid Gomes ao governo do Ceará e à eleição de sua ex-mulher Patrícia Saboya para a Câmara. A queda nas pesquisas de intenção de voto em Ciro - pela primeira vez atrás da pré-candidata Marina Silva (PV- AC), não vai influenciar na decisão do partido. "Não é de assustar essa queda. É até natural", disse Amaral. Marina aparece com 10% na pesquisa Datafolha contra 9% de Ciro. PSB X PT: CONFLITO NOS ESTADOS Alagoas Amapá Amazonas Ceará Espírito Santo Mato Grosso Minas Gerais Pará Paraíba Paraná Piauí Rio Grande do Sul São Paulo |
GOVERNO LULA 'BY' LULA [In:] ''MIM'', MANDA!!!
Lula, o cacique
| Economia não pode afetar direito dos índios, diz Lula |
Jornal do Brasil - 20/04/2010 |
Em visita à reserva indígena Raposa Serra do Sol, em Roraima, o presidente Lula disse que o governo quer o crescimento do estado, mas sem tirar o direito dos índios. Para ele, em um estado "com tanta terra", não é possível que alguns queiram justamente a área indígena. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva visitou segunda-feira, dia do Índio, a reserva Raposa/Serra do Sol, em Roraima, e afirmou que o desenvolvimento econômico do estado não pode afetar o direito dos índios, como queriam o governo estadual e produtores de arroz. Para ele, em um estado com tanta terra, não se poderia permitir que quisessem justamente a terra indígena. – Passamos 6 milhões de hectares do governo federal para o estado de Roraima para que a gente pudesse dar terra para quem quisesse trabalhar, sobretudo para pequenos e médios proprietários – disse Lula. Segundo o presidente, o desenvolvimento não pode tirar dos índios o direito de viver como querem. Lula fez questão de comemorar o Dia do Índio com uma visita à área na data em que a entrega da reserva completou um ano. O presidente afirmou que os índios reivindicam o que têm direito. – Não conhecemos na história nenhum momento em que uma nação indígena invadiu a terra de outro para tomar conta. Pelo contrário, o que acontece normalmente são os outros invadirem as áreas indígenas tentando se apossar de uma terra que não é deles – afirmou Lula. O presidente lembrou que foi “demonizado” em Roraima por causa da homologação. Na época, outdoors espalhados na capital, repudiavam a presença dele e do então ministro da Justiça, Márcio Thomaz Bastos contra a homologação em área contínua. – Era como se nós fôssemos o demônio. Diziam que iríamos tirar a terra que Roraima precisava para produzir. Um estado com tanta terra ainda sem produzir e alguns queriam exatamente a terra que não era deles, que era dos índios – ressaltou. Justificativa O presidente lembrou ainda que, durante boa parte de seu mandato, evitou ir à terra indígena por causa das divergências entre os governos estadual e federal. Lula diz que não queria polemizar com os políticos que continuam achando que tem pouco índio para muita terra. Demarcada em 1998 pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e homologada em 2005 por Lula, a reserva foi alvo de uma briga judicial com o governo de Roraima, que questionou no Supremo Tribunal Federal (STF) a demarcação em área contínua. Os opositores defendiam a demarcação em ilhas, para que seis grandes produtores de arroz e outros produtores rurais não índios pudessem permanecer na área. O STF confirmou a homologação e o governo garantiu a saída dos não índios. As entidades que representam os índios ainda divergem sobre as medidas, embora os fazendeiros já tenham deixado a área. |
''QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?"
20 de abril de 2010
O Globo
Acordo suaviza restrições, mas nova nuvem ameaça retomada aérea
Ministros de transportes da União Europeia chegaram a um acordo para diminuir as restrições de voos e aliviar a crise aérea que paralisa o continente há seis dias. A proposta aprovada estabelece três zonas aéreas, num modelo parecido com o americano: uma faixa de voo proibido; uma de controle, na qual os aviões podem decolar, mas ficam sujeitos à checagem após o pouso; e uma terceira, livre das cinzas. Para garantir a segurança, serão feitos testes e previsões meteorológicas a cada seis horas. Cientistas e pilotos estão cautelosos sobre as críticas de companhias aéreas de que houve excesso de zelo no fechamento do espaço aéreo. "Misturar decisões de comércio e segurança é uma ameaça à vida", disse o secretário-geral da Associação Europeia de Pilotos, Philip von Schoppenthau. Para hoje, a estimativa é de que 40% das decolagens sejam liberadas. Mas a normalização da situação, que já afeta 7 milhões de passageiros, não é garantida, pois uma nova nuvem vulcânica está prevista para alcançar o Reino Unido. (págs. 1, 29 e 30)
Foto legenda: Técnicos vistoriam o motor de um avião da Scandinavian, em busca de vestígios da nuvem de cinzas
Rio tem queda forte de assassinatos
A cidade do Rio registrou em fevereiro uma redução de 37% no número de homicídios. A queda foi também forte no Estado do Rio, que teve no mesmo mês o menor número de homicídios, desde que a estatística começou a ser feita, em 1991: foram 473 casos, 83 a menos do que no ano anterior. As informações são do Instituto de Segurança Pública. Outros três índices também despencaram em fevereiro: roubo seguido de morte (menos 13 vítimas), roubo de veículo (menos 628 casos) e roubo na rua (menos 1.237 casos). O secretário de Segurança, José Mariano Beltrame, atribuiu a redução ao plano de metas que dá recompensa aos policiais. (págs. 1 e 14)
Facções do tráfico se unem contra UPP
Bandidos das duas maiores facções criminosas do Rio teriam selado um pacto de não agressão para enfrentar as UPPs nas favelas, segundo informações da polícia, baseadas em escutas telefônicas. (págs. 1 e 15)
União bota R$ 6 bi para Belo Monte sair
Serra e Aécio mostram união em MG
Padre relata orgias em paróquia de AL
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Folha de S. Paulo
Manchete: Europa faz plano para retomar 45% dos voos
O apagão aéreo na Europa, que cancelou 82 mil voos e afetou 7 milhões de pessoas, fez a Comissão Europeia elaborar um plano para reduzir a área de restrição, elevando os voos no continente de 30% para 45% do normal.
Serão criadas três zonas aéreas, com base em dados de satélites. Na primeira, os voos devem continuar proibidos; na segunda, serão retomados gradativamente a partir de hoje; na terceira, que compreende pontos mais periféricos como a Espanha, serão liberados.
O caos foi causado pejas cinzas do vulcão islandês Eyjafjallajokull, que entrou em erupção na quarta. Ontem, o vulcão emitiu novos sinais de atividade, o que pode alterar os planos. (págs. 1 e A13)
Foto legenda: Passageiro aguarda em corredor vazio do aeroporto de Orly, na França, durante o apagão aéreo
Cooperativa ligada ao PT tem sigilo quebrado
Globo tira do ar campanha após crítica de petistas (págs. 1 e A8)
Dívida de SP se multiplica por 3,5 em dez anos
Governo tenta cassar liminar e fazer leilão de Belo Monte hoje
A nova liminar foi concedida pelo juiz Antonio Carlos Campelo, de Altamira (PA), a pedido do Ministério Público Federal Orçada em R$ 19 bilhões, a hidrelétrica é uma das maiores obras do PAC (programa de Aceleração do Crescimento). (págs. 1 e B1)
Editoriais
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O Estado de S. Paulo
Manchete: Justiça susta leilão de Belo Monte e diz que debate foi 'encenação'
A Justiça Federal do Pará suspendeu ontem o leilão da usina hidrelétrica de Belo Monte, no Rio Xingu (PA), que seria realizado hoje. Foi a segunda decisão do mesmo tribunal em menos de uma semana. Para o juiz Antonio Campelo, a legislação ambiental não foi respeitada e as audiências públicas para discutir os impactos da obra serviram apenas como "meras encenações". A Advocacia-Geral da União (AGU) entrou com recurso em tribunal federal de Brasília. O advogado-geral da União, Luís Inácio Adams, disse que já foram apresentados "argumentos suficientes" para as questões levantadas pelo juiz. "O debate de Belo Monte ocorre há 30 anos", afirmou Adams. Entidades sociais e ambientais, agricultores e tribos indígenas realizam hoje uma série de manifestações pelo Brasil contra a hidrelétrica, a devastação da Amazônia e a política energética do governo Lula. (págs. 1 e Economia B1 e B3 a B5)
Serra diz a Aécio que vai tocar obras em MG
José Serra, presidenciável- "As obras a gente tem de definir, tocar e fazer acontecer."
PSB negocia com Ciro retirada de candidatura
Pressão das companhias reabre aeroportos europeus
Foto legenda: Improviso europeu. Camas de camping em aeroporto de Munique, para acomodar passageiros que esperam a retomada dos voos na Alemanha.
Vacinação de idoso contra gripe é adiada
China dá empréstimo de US$ 20 bi a Chávez (págs. 1 e Internacional A17)
Globo tira campanha do ar após queixa do PT (págs. 1 e Nacional A9)
MST faz manifestações em 19 Estados e no DF (págs. 1 e Nacional A11)
Caderno 2: Eterna vigilância
Arnaldo Jabor: Sexo dos anjos
Notas & Informações: Tampão de bueiro
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Correio BrazilienseManchete: Rosso defende união para tirar DF da crise
Maníaco se matou, conclui IML
Belo Monte: Leilão da usina vira questão de honra para a Aneel
Concursos: Candidatos criticam a atuação das bancas de seleção
Web indiscreta
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Valor Econômico
Manchete: Grandes empresas dos EUA terão negócios na Bovespa
O primeiro acordo já está fechado e pronto para ser anunciado. A previsão é de que os negócios comecem no segundo semestre. Cada instituição será responsável por trazer dez BDRs para o mercado brasileiro. O critério de seleção será o maior volume de negociação oferecido. Hoje, com exceção da espanhola Telefónica, do argentino Banco da Patagônia e da suíça Dufry, a Bovespa só tem BDRs de empresas com atividades no Brasil, mas registradas em paraísos fiscais. (págs. 1 e D1)
Ação do MPT impõe colheita da laranja à indústria
As empresas afirmam que transferiram a responsabilidade da colheita para os citricultores em 1994, na esteira de uma investigação sobre cartel que pôs fim ao contrato-padrão que definia os parâmetros para os preços da matéria-prima. Os produtores se dividem sobre a medida do Ministério Público do Trabalho. (págs. 1 e B15)
Três grandes construtoras em Belo Monte
Brasil é área estratégica para a Shell
Serra vê Mercosul como 'barreira'
Recuperação americana
Bônus na educação
Aposta no lítio
CSN mira a construção
Valeant faz aquisição
Brasileiros avançam na Hilton
CEF no seguro-saúde
Ideias
Ideias
Ideias
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segunda-feira, abril 19, 2010
LULA, HUGO CHÁVEZ [In:] OS LIMITES DA SÁTIRA
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Na Venezuela, onde o ditador Hugo Chávez faz o maior esforço para controlar e censurar todos os meios de comunicação, até aqueles em internet, surge o “site” satírico “el chigüire bipolar (elchigürebipolar.com) com um enorme sucesso em toda a América Latina. No país é mais “lido” que o cotidiano líder “El Nacional”. O nome deriva de capivara, o grande roedor que os venezuelanos gostam muito de caçar e comer.
“Chávez é um hábil comunicador e um cômico nato, mas detesta ser alvo de brincadeiras e ironias”, diz um dos criadores do “programa”, Juan Andrés Ravell. Até agora maior sucesso do site tem sido “Isla presidencial”, uma série de episódios inspirados em “Lost” (*). Todos os líderes sul-americanos são convidados por Lula para dar um passeio em seu navio, mas naufragam numa ilha deserta e tem que se virar sozinhos. O vídeo foi visto por mais de 450 mil pessoas em um mês. Chávez e o presidente boliviano Evo Morales, são dois desafortunados amantes que jantam com uma águia de cabeça branca, o símbolo dos Estados Unidos.
O presidente colombiano é retratado como um puritano, enquanto a presidente argentina Cristina tenta seduzir Lula. O rei Juan Carlos, em sua breve parição perde a dentadura no mar.
Ravell, com o sócio Oswaldo Graziani ganham a vida como produtores e autores televisivos “freelancer”. Financiam o “Chigüire” com dinheiro do próprio bolso, ajudados com a venda de camisetas que tem impressas a logomarca do programa e um terceiro sócio Elio Casale, os ajuda de Miami. “A sátira -disse Ravell – muda constantemente de endereço, como forma de resistir à censura que quer sufocá-la.
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(*) “Lost” (traduzido para o português Perdidos) é uma premiada série de televisão estadunidense de drama e Ficção Científica que segue a vida dos sobreviventes de um acidente aéreo numa misteriosa ilha tropical, após o avião que viajava de Sydney, Austrália para Los Angeles, Estados Unidos cair em algum lugar do Oceano Pacífico.
(*) veja o segundo episódio do programa clicando aqui (2do EPISODIO ISLA PRESIDENCIAL “LA PESCA”)
(*) Texto de apoio: Simon Romero – The New York Times
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http://www.prosaepolitica.com.br/2010/04/18/lula-quem-diria-astro-numa-satira/
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ELEIÇÕES 2010 [In:] AÉCIO NEVES. ''FUI, VÍ E VENCEREMOS'' *
Aécio quer 2 milhões de votos sobre PT
| Autor(es): Christiane Samarco de Brasília |
| O Estado de S. Paulo - 19/04/2010 |
No primeiro ato pró-Serra, ex-governador promete juntar 300 dos 856 prefeitos de Minas; tucano vai se encontrar com empresários
Convencido de que o PT e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva "fecharam o cerco" para derrotá-lo, Aécio trabalha nos bastidores com uma meta: alcançar dois milhões de votos de frente sobre a adversária petista Dilma Rousseff em Minas Gerais. Em uma disputa polarizada, que pode ser liquidada no primeiro turno de votação, a vantagem em Minas pode conferir a Aécio o título de portador da vitória nacional. Como a meta é ambiciosa, ele já deu o primeiro recado aos aliados: não vai admitir traição. Isto ficou claro no pito que passou em dois prefeitos de sua base de apoio que prestigiaram a visita de campanha da candidata Dilma a Ouro Preto, no dia 6. "O governador quis dar uma sinalização que servisse de exemplo aos mineiros antes de a pré-campanha começar. Não vamos ter tolerância com dissidências", diz o secretário-geral do PSDB, deputado Rodrigo de Castro, que vai coordenar a campanha presidencial em Minas e no Espírito Santo. Segundo ele, haverá "integração total" entre as campanhas de Serra e Anastasia. Vice dos sonhos da cúpula e da base do PSDB para fortalecer a chapa presidencial, Aécio quer mostrar que, disputando o Senado como deseja, pode fazer muito pela vitória de Serra no Estado. Por isto mesmo, fez questão de preparar um "ato grandioso" para marcar a abertura da pré-campanha, com a presença de cerca de 300 dos 856 prefeitos mineiros. Será o primeiro movimento concreto de Aécio em favor de Serra. Antes do ato político, no entanto, Serra dará entrevistas a emissoras de rádio locais e fechará a programação da manhã com uma reunião seguida de um almoço com empresários na Federação das Indústrias de Minas. O contato com o presidente da entidade, Robson Braga de Andrade, ganha importância na medida em que ele já está escolhido para suceder o deputado Armando Monteiro (PTB-PE) na presidência da Confederação Nacional da Indústria (CNI). Exceção. A orientação de evitar reuniões político-partidárias nesta fase inicial e priorizar o contato de Serra com representantes da sociedade civil e populares Brasil afora, não vale para Minas. Lá, a ordem é mobilizar a base política de Aécio para superar a frustração com a desistência do mineiro na corrida sucessória. "Temos que mostrar com muita clareza que tínhamos um plano "A", que era o Aécio, e agora temos o plano "B", que é o Serra", explica o presidente do PSDB mineiro, deputado Nárcio Rodrigues, certo de que o ex-governador de Minas sairá desta eleição como "senador mais votado do Brasil e o grande líder da maior bancada estadual e federal do partido no Congresso". Oficialmente, cinco legendas estarão homenageando Serra, mas o PSDB local trabalha para ampliar esta base, com aliados de outros partidos como o PP e o PDT. Não por acaso, o presidente do PSDB mineiro, deputado Nárcio Rodrigues, preparou um banner para compor o cenário do encontro político com o seguinte dizer: "Aécio aponta o caminho. Minas é Serra e Anastasia". Ele destaca que, assim como na chapa presidencial, a discussão em torno do vice de Anastasia é tema proibido por enquanto, e explica a razão. "Isto leva à divisão, antes de construirmos a união." O tucanato mineiro vai trabalhar para fazer deslanchar as duas candidaturas no Estado no prazo mais curto possível. Levantamentos do partido mostram que Serra já está à frente de Dilma em Minas. "Até o final de maio, vamos fazer a candidatura de Anastasia decolar", afirma Nárcio. Uma das razões que Aécio alega para recusar a vice é exatamente a necessidade de "pegar Anastasia pela mão" e rodar o Estado para fazer o sucessor. Ao mesmo tempo, porém, ele destaca que pode ser mais útil a Serra percorrendo os 800 municípios mineiros e pedindo votos a ele, com a autoridade de governador mais popular da história de Minas, do que andando pelo Brasil, onde é pouco conhecido. "Aécio à frente da campanha presidencial aqui no Estado é a garantia de um palanque sólido e da convergência das forças políticas em favor de Serra", aposta o deputado Paulo Abi-Ackel (PSDB), para concluir: "Ele sabe exatamente o que está fazendo para o bem de Serra, ficando em Minas e garantindo a ele uma boa vantagem de votos sobre o PT." -------- (*) Analogia a ''Veni, Vidi, Vici", de Júlio César. ------------- |
ELEIÇÕES 2010 [In:] O CUSTO DO VOTO. QUEM PAGA A CONTA? (II)
Na Previdência Social, o presente sabota o futuro
| Valor Econômico - 19/04/2010 |
O assalto sistemático aos cofres públicos, via concessão de benefícios da Previdência Social, teve dois novos capítulos na semana passada. Em um deles, o Senado aprovou projeto de lei que elimina a contribuição previdenciária de aposentados que ainda estão na ativa. No outro, líderes de partidos aliados do governo na Câmara dos Deputados, num arroubo demagógico, típico de anos eleitorais, fecharam acordo para reajustar em 7,7% as aposentadorias de quem recebe mais de um salário mínimo. No primeiro caso, o impacto nas contas da previdência será de R$ 14 bilhões por ano, segundo estimativa do ex-ministro José Cechin. No segundo, calcula-se que a despesa do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) crescerá R$ 1,6 bilhão ao ano. As duas propostas, claramente movidas por interesses eleitoreiros, ignoram o fato de que o déficit da Previdência voltou a crescer, devendo chegar, neste ano, a R$ 47,2 bilhões, de acordo com estimativas oficiais. Além de seus efeitos perversos nas contas públicas, as propostas em discussão no Congresso são desprovidas de mérito. A cobrança de contribuição previdenciária de aposentados que decidem continuar trabalhando foi instituída em 1991. Quando foi adotada, ficou claro que se tratava de medida com vistas à equidade social. Os regimes previdenciários funcionam segundo o princípio de que os trabalhadores da ativa devem contribuir para sustentar quem não pode mais trabalhar. Se um aposentado se considera apto ao trabalho, especialmente no Brasil, onde as pessoas se aposentam mais cedo do que na maioria dos países, ele deve contribuir para o financiamento da Previdência. Estão nessa situação cerca de três milhões de pessoas, que recebem, em média, R$ 1.200 reais por mês do INSS. Não satisfeito com o despautério do projeto que relatava, o senador Paulo Duque (PMDB-RJ) ainda fez o favor de piorá-lo. Numa emenda, estende a isenção da contribuição previdenciária aos funcionários públicos aposentados filiados a regimes próprios. Em outra emenda, manda que o governo devolva aos segurados o que lhes foi cobrado desde 1991. Não há estimativa, provavelmente porque não se pode levar a proposta a sério, do impacto financeiro do disparate lançado pelo senador fluminense. A concessão de reajustes superiores à inflação aos aposentados que ganham mais de um salário mínimo por mês carece de sentido econômico. Nada contra os aposentados, mas não é sensato lhes assegurar ganho real contra a inflação - o que pode também ser entendido como ganho de produtividade - quando se sabe que, por definição, eles estão na inatividade. Ganhos de produtividade devem ser dados a quem está na ativa, como um estímulo ao crescimento profissional e ao aumento da eficiência, fato que beneficia não apenas aquele trabalhador, mas a toda a sociedade. Quando baixou a Medida Provisória 475, reajustando, em janeiro, os benefícios em questão em 6,14%, o governo já foi bastante generoso, afinal, a inflação do ano passado ficou em 4,3%. Para atenuar o problema, o líder do governo na Câmara, Cândido Vaccarezza (PT-SP), negocia reajuste de 7%, um valor intermediário entre 6,14% e 7,7%. Mas certo mesmo está o ministro da Fazenda, Guido Mantega, que avisou que trabalhará para que o presidente da República vete qualquer índice superior a 6,14%. Mesmo tendo uma população jovem, o Brasil gasta com previdência o equivalente a 13% do PIB - dos quais, 3,2% apenas com pensão por morte, benefício em que o país é líder mundial. Esse nível de despesa exige, segundo estudo do IPEA, alíquota previdenciária de 31% sobre a folha de pessoal, um patamar altíssimo na comparação internacional. Países ricos e de população mais velha, como Japão e Alemanha, cobram alíquotas bem menores - menos de 15% e 20%, respectivamente. O problema no Brasil é que governos e legisladores têm procurado resolver desigualdades sociais por meio da Previdência. O tiro sai pela culatra: alíquotas previdenciárias elevadas e, por decorrência, gastos governamentais excessivos impõem limites ao crescimento. E, sem crescimento, fica mais difícil combater as iniquidades. |
ELEIÇÕES 2010 [In:] O CUSTO DO VOTO. QUEM PAGA A CONTA?
Rombos eleitoreiros
| O Estado de S. Paulo - 19/04/2010 |
O ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, confessa-se perplexo diante da facilidade com que o Congresso vem aprovando ou negociando a aprovação de projetos que simplesmente reduzem a arrecadação ou aumentam despesas sem apontar as receitas suficientes para cobri-las. Além de acertarem com os deputados a aprovação, nos próximos dias, de um aumento dos benefícios dos aposentados que recebem mais de um salário mínimo bem maior do que o proposto pelo governo, os senadores aprovaram uma medida que eleva dramaticamente o rombo da Previdência. Trata-se do projeto que extingue a contribuição previdenciária dos trabalhadores da iniciativa privada que requereram a aposentadoria, mas decidiram continuar trabalhando. Quando foi instituída, em 1991, essa contribuição adicional - que não gera novos benefícios - foi fortemente contestada quanto à sua constitucionalidade e a seu mérito, como argumentou o autor do projeto, senador Raimundo Colombo (DEM-SC). Há, porém, um entendimento do Supremo Tribunal Federal (STF) de que é constitucional a cobrança da contribuição previdenciária dos aposentados que voltam a trabalhar. Mas o aspecto mais problemático do projeto de Colombo, que foi aprovado pela Comissão de Assuntos Sociais (CAS) em caráter terminativo, não é a constitucionalidade da cobrança. É o efeito fiscal da extinção da contribuição. O ex-ministro da Previdência Social José Cechin calcula que a isenção reduzirá a arrecadação em pelo menos R$ 14 bilhões por ano. Para chegar a esse número, ele considerou cerca de 3 milhões de aposentados que continuam a trabalhar e recolhem a contribuição previdenciária com base no salário médio de R$ 1.200 por mês. Há, ainda, a contribuição do empregador. Ao relatar o projeto na CAS, o senador Paulo Duque (PMDB-RJ) acrescentou algumas emendas, uma das quais estende a isenção da contribuição para os funcionários públicos que adiam a aposentadoria. Para os cofres públicos, a emenda mais onerosa é a que determina a devolução, em pagamento único, de todo o valor recolhido pelo aposentado, corrigido pela remuneração da poupança. Não há estimativas do impacto dessas emendas. Outro texto, uma proposta de emenda constitucional aprovada por unanimidade em primeiro turno pela Câmara em março, institui o piso salarial nacional para policiais civis e militares, inclusive bombeiros, ativos e inativos e prevê a criação de um fundo com recursos da União para auxiliar os Estados a arcar com os custos adicionais. Esse fundo pode custar até R$ 30 bilhões ao Tesouro Nacional. São fortes as pressões para a votação do projeto que autoriza a readmissão de todos os funcionários do governo federal exonerados depois de 1996 por adesão ao programa de demissão voluntária então instituído. Outro projeto transforma em policiais federais, com remuneração inicial de R$ 13.368, os guardas portuários que hoje trabalham como funcionários estaduais ou municipais ou como terceirizados. Também tramita na Câmara um projeto que assegura o direito a aviso prévio, seguro-desemprego e FGTS a servidores em cargo de comissão de livre nomeação. Em ano eleitoral, a base governista tem votado gostosamente a favor de projetos como esses. As lideranças do governo no Congresso têm falhado na articulação da resistência à tramitação de medidas que desrespeitam os princípios essenciais da responsabilidade fiscal, entre os quais o de criar despesas somente quando estiver claramente indicada a fonte de receitas, ou só extinguir receitas quando houver correspondente redução de despesas. Reconhecendo que falhou ao não evitar a aprovação pela CAS do projeto que extingue a contribuição dos aposentados, o líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), disse que recorrerá ao plenário para derrubar a medida. Se ela passar também pelo plenário, seguirá para a Câmara, onde o líder governista, Cândido Vaccarezza (PT-SP), promete barrá-la. O contribuinte gostaria de confiar nos líderes da situação. Mas as seguidas derrotas do governo mostram que eles mais falam do que agem. |
PMDB [In:] PIRATAS DO ''WIRELESS''
Piratas virtuais invadem site do PMDB duas vezes em menos de 24 horas
Um grupo de hackers atacou neste domingo pela segunda vez em 24 horas o site do PMDB, que foi tirado do ar e está sob manutenção, informaram fontes do partido.
O site também foi invadido no sábado (17), quando os hackers divulgaram a mensagem "o site dos corruptos" na página inicial da formação política.
| Reprodução | ||
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Ontem, os internautas que acessavam o site eram encaminhados para uma página onde eram exibidas 40 propostas para o Brasil em diversas áreas, como educação, saúde, ambiente e economia.
http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u722664.shtmlRECURSOS NATURAIS [In:] ONDE ESTÁ O ''BURACO"?
A mudança dos paradigmas e o mito do crescimento
| Autor(es): Hugo Penteado |
| Valor Econômico - 19/04/2010 |
Não há uma única variável nos modelos econômicos que contabilize a contribuição irreproduzível e fundamental dos serviços da natureza. Para a pouca análise feita dentro do " mainstream " , há apenas a conclusão que os recursos naturais tangíveis, como metais e petróleo, são completamente dispensáveis e irrelevantes para o processo econômico. Água, que é finita, idem. Sobre os demais serviços ecológicos e o papel dos ecossistemas não há qualquer tratamento científico nessa ciência. A importância desses itens é demasiado grande para ser ignorada dessa forma. Há um artigo na " Enciclopédia de Sistêmica " de Charles François que dá a seguinte referência para " Permanência " (leia-se sistemas sustentáveis): " um sistema só pode permanecer se apresentar estruturas regulatórias de feedback que levem em conta interferências e possibilidades externas reais. " Esse conceito revela que praticamente nenhum processo econômico possui permanência - ou sustentabilidade -, a menos que esse erro teórico seja corrigido. China e os Estados Unidos não vivem a sua própria insustentabilidade porque são capazes de exportá-la a custo zero para o resto do mundo via comércio global. Nicholas Georgescu-Roegen teria evitado a confusão climática e ambiental atual, pois no seu tempo, mais de 50 anos atrás, foi capaz de prever a maior parte desses problemas. Segundo ele, se a economia do descarte imediato dos bens, do desperdício e do crescimento infinito for mantida, a humanidade será capaz de entregar a terra ainda banhada em sol apenas à vida bacteriana. Temos um problema tanto de matéria quanto de energia, mas o " mainstream " abraçou a causa do aquecimento global como uma oportunidade de negócios. É um mito acreditar que só temos um problema de energia. Temos acima de tudo um problema de matéria. O espaço territorial é finito, os serviços ecológicos e os ecossistemas dos quais dependemos são restrições maiores que a espacial. Na Terra, todos os seres vivos dependem de todos os seres vivos. Tamanho erro não se justifica à luz do conhecimento científico das últimas décadas e não se confirma mais pelos fatos evidenciados todos os dias, seja no âmbito ambiental e no social. A mania de crescimento, se não for logo abandonada, irá transformar nosso planeta fértil e cheio de vida em uma rocha seca. Quando o problema do buraco da camada de ozônio surgiu, houve um lobby gigante da maior empresa produtora dos gases causadores (CFCs), que atrasou a solução por mais de 10 anos. Estava em jogo nada mais nada menos que a vida na Terra, pois, sem essa frágil camada, o DNA é destruído. O mesmo lobby surge agora da indústria de combustíveis fósseis e carvão. A esse respeito o livro " Os Senhores do Clima " de Tim Flannery é uma leitura mais do que recomendada. Há evidências do fracasso do modelo de crescimento. Os Estados Unidos são um exemplo desse projeto que terminou em catástrofe econômica. A China deve evidenciar a catástrofe ambiental com seus problemas assustadores. O crescimento, segundo a New Economics Foundation ( " Growth isn´t working " ) e a Fordham University, nada mais é que um mecanismo de diferenciação social, cujos níveis de desigualdade atingiram recordes, principalmente entre as nações mais ricas. Os indicadores da Fordham mostram uma comprometedora relação negativa entre crescimento econômico e os indicadores (analfabetismo, pobreza entre pessoas com mais de 65 anos, população encarcerada, alcoolismo, mendicância, acesso à saúde, suicídio, etc). Amartya Sen tem uma enorme contribuição a dar para esse debate. Ao largo dessa visão de mundo, há o testemunho de Mohammed Yunus que curiosamente foi assistente de Roegen (seu livro " O Banqueiro dos Pobres " é imperdível). Segundo Yunus, os projetos de assistência social visam perpetuar uma situação de empobrecimento da população com duas finalidades nada éticas: 1) Justificar mais crescimento para abastecer quem menos precisa, com a falsa noção que só o crescimento - e o dinheiro - irá tirar a população da pobreza. 2) Criar atividades que deveriam ser éticas, mas que são portas abertas para as mais absurdas manobras de corrupção envolvendo governos e empresas no mundo todo. Como romper com tudo isso? ------------ |
"QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?"
19 de abril de 2010
O Globo
As principais companhias aéreas pressionam as autoridades europeias para retomar os voos, paralisados há cinco dias. Elas alegam que testes realizados ontem não detectaram perigo para os aviões. Meteorologistas, porém, advertem que a nuvem de cinzas afeta grande parte da Europa. Autoridades preveem que 50% dos voos devem ser liberados hoje. Mas aeroportos como os de Londres e Paris continuam fechados. (págs. 1 e 21)
Pedófilo de Luziânia morre na cela
Barreiras ainda ameaçam no Joá e no Alto
Papa chora com vítimas de abusos
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Folha de S. Paulo
Manchete: Governo investiga suposta fraude nas verbas do Turismo
A Polícia Federal e a Controladoria-Geral da União investigam suposta fraude em que políticos associados a organizações não-governamentais são suspeitos de usar dinheiro do Ministério do Turismo para fazer festas, informam Dimmi Amora e Fernanda Odilla.
Levantamento feito pela Folha mostra que, entre as 50 ONGs que mais receberam recursos do Turismo para eventos entre 2007 e 2009, 26 têm relação com políticos e partidos. Há suspeita de pagamento de propina para que as festas recebessem verbas públicas.
Dos recursos para festas em 2010, 95% foram destinados para eventos que os parlamentares incluíram no Orçamento. No primeiro governo do presidente Lula, o gasto com festas foi de R$ 116,5 milhões. Nos últimos três anos, o valor saltou para R$ 601,2 milhões. (págs. 1 e A4)
Indígenas preparam invasão de Belo-Monte
A ação está marcada para amanhã, quando ocorre o leilão da usina em Brasília. Ambientalistas apoiam o ato, por considerarem a ação uma forma de resistência pacífica ao projeto. (págs. 1 e B3)
Pedofilia ofusca virtudes do papa, diz especialista
Aéreas querem fim de restrição a voos na Europa
Urbanista acha que acabar com todas as favelas é impossível
Secchi criticou o isolamento das favelas brasileiras e elogiou Brasília - "um dos projetos mais importantes do século 20". (págs. 1 e C4)
Pedreiro que matou 6 jovens em GO é achado morto na prisão
O presidente da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), Ophir Cavalcante, avalia que a morte revela falhas do sistema penitenciário. Sindicância da polícia vai apurar se houve omissão. (págs. 1 e C5)
Dinheiro: Oi pede R$ 27 bi para gerir banda larga que o governo quer criar (págs. 1 e B1)
Editoriais
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O Estado de S. Paulo
Manchete: PT e PSDB acirram a disputa na Justiça
Antes mesmo do início oficial da campanha presidencial, PT e PSDB já protagonizam uma guerra de representações à Justiça, que reforçou o status dos coordenadores jurídicos nas campanhas. "Um erro do marqueteiro causa um dano grande. Do advogado, pode ser fatal", diz o especialista em direito eleitoral Eduardo Nobre. A oposição, que entrou com 12 representações no Tribunal Superior Eleitoral contra o PT, o presidente Lula e sua candidata, Dilma Rousseff, aumentou a ofensiva nos últimos dias, questionando até o instituto de pesquisa Sensus. O PT centrou forças na Justiça Eleitoral paulista, base de José Serra. No mês passado, conseguiu suspender a veiculação de uma propaganda do PSDB. (págs. 1 e Nacional A4)
R$ 220 mi é o valor total das multas eleitorais não quitadas
Empresas recuperam lucratividade
Europa tenta reativar 50% dos voos
Papa se reúne com vítimas de abuso sexual
Foto legenda: Negócios: Uma máquina de construir casas
Pedreiro de Luziânia é achado morto na cela
ONGs reforçam pressão por 'ficha limpa' (págs. 1 e Nacional A10)
Fernando Altemeyer Jr.: Para entender Bento XVI
José Goldemberg: Uma nova estratégia nuclear
Gilles Lapouge: O fascínio chinês
Notas & Informações: Rombos eleitoreiros
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Correio Braziliense
Manchete: MP investigará morte do maníaco de Luziânia
Crime da 113 Sul
Eleição no DF: Escolha de Rosso fortalece PT e PMDB
Bento XVI
Alteração em lei acaba por beneficiar criminosos
Confusão na prova do Ministério dos Transportes (págs. 1, 13 e 14)
Sistema financeiro: Bancos lucram R$ 127,8 bi no governo Lula
Fazenda
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Valor Econômico
Manchete: Governo quer autocontrole ou nova lei para os cartões
O endurecimento com as operadoras de cartões foi definido pelo presidente Luiz Inacio Lula da Silva. Ele teme que os 30 milhões de consumidores que passaram a utilizar cartões desde 2002 se transformem em pagadores de dívidas. Teme-se que, por causa das tarifas abusivas, em vez de o país ter avanço no consumo com o parcelamento nos cartões, possa ocorrer uma retração e até endividamento, principalmente na classe C. (págs. 1 e C1)
Salário já impacta custo das empresas
Acordo da UE e Mercosul pode ser retomado
O Mercosul apresentou proposta melhorada, inclusive no setor automotivo. Mas do lado europeu a impressão é que as concessões continuam "desequilibradas" e que não seria possível maior abertura para produtos agrícolas do Mercosul. Para a França, a parceria estratégica com o Brasil parece servir só para vender aviões de caça que nunca conseguiu negociar com o resto do mundo. (págs. 1 e A)
Depois do Goldman Sachs, SEC investiga outras firmas
A acusação de fraude da SEC contra o Goldman Sachs na sexta-feira expôs um segredo aberto em Wall Street: quando o mercado imobiliário americano começou a fazer rachaduras, anos atrás, algumas grandes firmas financeiras criaram produtos que tinham o propósito de permitir a clientes importantes, como fundos de hedge, apostar numa derrocada do mercado. Entre as firmas que criaram transações com hipotecas que logo fizeram água estavam Deutsche Bank AG, UBS AG e Merrill Lynch & Co. Não se sabe se a SEC está investigando quaisquer de seus contratos. (págs. 1 e B9)
Argentinos fazem carreira no Brasil
Divisão de óleo e gás da Alcoa quer fornecer dutos ao pré-sal, diz Mary Zappone (págs. 1 e E1)
Venezuela e China juntas
Aniversário em crise
Papel acanhado
Construção acelerada
Ganho de escala
Bolsa de lado
Pequenos no comércio exterior
Ideias
Ideias
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domingo, abril 18, 2010
A HORA DO ''ÂNGELUS'' [In:] UM PONTO FINAL NA TEMÁTICA. (O resto é especulação de toda sorte).
Vaticano publica guia na internet orientando vítimas de pedofilia a denunciar religiosos
Publicada em 12/04/2010 às 10h57m
RIO - O Vaticano publicou nesta segunda-feira em seu site um guia sobre o que fazer em caso de abusos sexuais contra menores por parte de membros da Igreja Católica. Segundo o jornal espanhol "El País", no texto, a Santa Sé afirma que os abusos "devem sempre" ser denunciados a autoridades civis. Nos casos mais graves, o próprio Papa poderia afastar o religioso pedófilo. Embora a Igreja esteja sob crescente pressão para reagir à onda de denuncias de pedofilia envolvendo padres, o vice-porta-voz do Vaticano, Ciro Benedettini, disse, segundo o jornal, que este não é um guia novo.
De acordo com Benedettini, o texto teria sido produzido em 2003, publicado "em nome da absoluta transparência imposta pelo Papa" Bento XVI, que vem negando acusações de que, antes de chegar ao mais alto posto da Igreja, teria acobertado padres envolvidos nos escândalos. A publicação do guia foi uma decisão da Congregação para a Doutrina da Fé, mas nunca havia sido difundida, segundo o vice-porta-voz do Vaticano.
As leis que se aplicam atualmente e nas quais se baseia o guia são o documento Sacramentorum sanctitatis tutela, de abril de 2001, e o Código de Direito Canônico, aprovado em 1983. A primeira parte do guia, dedicada aos procedimentos preliminares, indica que "se deveria seguir sempre" a "lei civil relativa às denúncias destes delitos às autoridades apropriadas".
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http://oglobo.globo.com/mundo/mat/2010/04/12/
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