A proposta deste blogue é incentivar boas discussões sobre o mundo econômico em todos os seus aspectos: econômicos, políticos, sociais, demográficos, ambientais (Acesse Comentários). Nele inserimos as colunas "XÔ ESTRESSE" ; "Editorial" e "A Hora do Ângelus"; um espaço ecumênico de reflexão. (... postagens aos sábados e domingos quando possíveis). As postagens aqui, são desprovidas de quaisquer ideologia, crença ou preconceito por parte do administrador deste blogue.
PENSAR "GRANDE":
[NÃO TEMOS A PRESUNÇÃO DE FAZER DESTE BLOGUE O TEU ''BLOGUE DE CABECEIRA'' MAS, O DE APENAS TE SUGERIR UM ''PENSAR GRANDE''].
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“Pode-se enganar a todos por algum tempo; Pode-se enganar alguns por todo o tempo; Mas não se pode enganar a todos todo o tempo...” (Abraham Lincoln).=>> A MÁSCARA CAIU DIA 18/06/2012 COM A ALIANÇA POLÍTICA ENTRE O PT E O PP.
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''Os Economistas e os artistas não morrem..." (NHMedeiros).
"O Economista não pode saber tudo. Mas também não pode excluir nada" (J.K.Galbraith, 1987).
"Ranking'' dos políticos brasileiros: www.politicos.org.br
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segunda-feira, outubro 10, 2011
SINDICATOS/LULISMO [In:] ''... O QUE FOI FEITO DE VERA? ... DEVERAS ! " *
Governo endurece política de greve e irrita sindicalistas
A necessidade de ajuste fiscal e o receio de uma escalada inflacionária levaram o Executivo a atacar o "bolso dos grevistas" com corte de ponto --prática raramente vista na gestão Lula, segundo centrais sindicais.
O objetivo é desencorajar paralisações que se anunciam em outras áreas cruciais, como policiais, servidores do Judiciário e petroleiros, que negociam essa semana diretamente com a Petrobras e com o ministro Gilberto Carvalho (Secretaria-Geral).
Para diversas entidades sindicais, Dilma joga mais duro que Lula.
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(*) Milton Nascimento.
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IMPOSTO DE RENDA/RESTITUIÇÃO [In:] ''...GOSTO MUITO DE VOCÊ, LEÃOZINHO..." *
Receita abre consulta a restituição do IR; 2,69 milhões receberão
A todo, o fisco irá pagar R$ 2,5 bilhões para 2,69 milhões de contribuintes --o dinheiro estará disponível no próximo dia 17.
De acordo com a Receita, o dinheiro é referente à declaração deste ano e à malha fina dos exercícios 2010, 2009 e 2008. Este é um dos maiores lotes de pagamento da história.
Serão creditados R$ 2,448 bilhões para 2.656.556 contribuintes referentes ao exercício de 2011. O valor já considera a correção de 5,93%, pela taxa Selic, de maio a outubro de 2011.
Do lote residual de 2010, serão pagas restituições para 24.665 contribuintes (R$ 35,76 milhões). Outros 6.491 contribuintes receberão R$ 10,434 milhões do lote de 2009, e 3.031 contribuintes dividirão R$ 5,48 milhões do lote de 2008.
Para saber se teve a declaração liberada, o contribuinte deverá acessar a página da Receita na internet ou ligar para o Receitafone 146.
O dinheiro será depositado na conta informada na declaração. Quem não tiver o valor depoistado deve procurar uma agência do Banco do Brasil ou ligar para a central de atendimento --4004-0001 (capitais), 0800-729-0001 (demais localidades) e 0800-729-0088 (deficientes auditivos)-- para agendar o crédito.
A restituição ficará disponível no banco durante um ano.
Veja os próximos lotes de pagamento da restituição:
6º - 16 de novembro
7º - 15 de dezembro
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(*) Caetano Veloso.
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'' ... E O NOBEL DA ECONOMIA VAI PARA? ... SARGENT e SIMS !"
Dois norte-americanos vencem Nobel de Economia
DE SÃO PAULO
O Prêmio Nobel de Economia deste ano foi atribuído nesta segunda-feira aos norte-americanos Thomas J. Sargent e Christopher A. Sims.
Os dois economistas foram escolhidos por "sua pesquisa empírica sobre as causas e os efeitos na macroeconomia", afirma o comunicado do comitê Nobel.
| New York University/France Presse |
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| Christopher Sims e Thomas Sargent, vencedores do Nobel |
''QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?''
SINOPSES - RESUMO DOS JORNAIS
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Os governos de França, Bélgica e Luxemburgo decidiram nacionalizar o banco Dexia, a maior instituição financeira belga, tido agora como a primeira vítima da crise da dívida grega.
O resgate do Dexia deve ter impacto positivo nas Bolsas, mas a nacionalização preocupa por aumentar a dívida da Bélgica, que já chega a 97% de seu PIB, e pode levar as agendas de risco a rebaixar a nota do país. (Págs. 1 e Mundo A15)
A série de protestos "Ocupe Wall Street" está crescendo, mas ainda precisa dizer melhor a que veio. (Págs. 1 e Mundo A13)
Dilma avalia que a atual conjuntura é restritiva a reajustes e, da Europa, orientou a equipe a adotar posição firme na paralisação de bancários e dos Correios. (Págs. 1 e Poder A4)
Os carteiros estão em greve. Mas do ministro do Trabalho não se ouviu falar. Indicativo de que a pasta poderia ser fundida à da Previdência, outra que perdeu importância política. (Págs. 1 e Opinião A2)
De janeiro a agosto, o setor contratou 4.204 professores e outros 6.669 funcionários. Segundo o MEC, a medida visa garantir a expansão da rede. (Págs. 1 e Cotidiano C1)
Dois anos após o início da crise da dívida europeia, a chanceler alemã Angela Merkel e o presidente francês Nicolas Sarkozy chegaram a um acordo ontem em Berlim para capitalizar instituições e impedir um colapso bancário. Eles evitaram dar detalhes do acordo, mas prometeram apresentar uma "solução abrangente" na reunião do G-20 em 3 de novembro, na França. Além de ajudar bancos que derem papeis de países como Grécia, Irlanda e Portugal, o pacote deverá apressar a liberação do socorro de € 158 bilhões para os gregos. Em outro front do combate a crise, Bélgica, França e Luxemburgo concordaram em nacionalizar o banco belgo-francês Dexia. A instituição será desmembrada para facilitar o saneamento e a venda. (Págs. 1 e Economia B1)
€ 4 bi é o valor que a Bélgica vai injetar no Dexia.
Novo discurso
Na Turquia, a presidente Dilma Rousseff prometeu adotar posição mais dura em relação à violência na Síria. (Págs. 1 e Internacional A13)
Por que o movimento que ganhou notoriedade na Espanha, chegou ao Chile e agora ocupa Wall Street não comoveu multidões no Brasil? (Págs. 1 e Nacional A10)
Texto aprovado pela Câmara dos Deputados apresenta alguns retrocessos perigosos. (Págs. 1 e A3)
O primeiro-ministro inglês, David Cameron, reforçou a pressão para que Alemanha e França enterrem suas diferenças e montem um plano que acabe com as incertezas na zona do euro. (Págs. 1, C1 e C2)
O levantamento exclusivo, elaborado pela equipe do Valor Data a partir de dados de balanços e informações coletadas pela Serasa Experian, foi feito pela primeira vez no ano passado, com mil companhias. Em 2011, a pesquisa cresceu, diante do interesse de investidores e entidades dos setores público e privado nos números do segmento. A revista ValorInveste circula hoje para assinantes do jornal e venda em bancas. (Págs. 1 e Revista)
Christian de Boissieu, presidente do Conselho de Análise Econômica, órgão auxiliar do primeiro-ministro francês, é mais moderado, evita generalizações, mas admite que "muita gente nos EUA gosta de concorrência, mas só até certo ponto, e certamente não gosta de concorrência de moedas". Já Philippe Moreau Defarges, vice-diretor do influente Instituto Francês de Relações Internacionais (Ifri) alerta: "O que provavelmente os EUA querem é uma Europa mais subordinada a eles". (Págs. 1 e C1)
Mas desse santuário ecológico e turístico também depende a vida dos pantaneiros que habitam 3 mil fazendas espalhadas por seus 14 milhões de hectares. Nas planícies de Nhecolândia, no centro-sul do Pantanal, onde a força do regime das águas é uma festa para os sentidos, as pastagens naturais representam 85% do total. Nelas prosperam os criadores do boi orgânico. (Págs. 1 e B16)
De comum, as novas federais têm uma infraestrutura ainda precária, com campi em obras e laboratórios pouco aparelhados. Por outro lado, há uma aposta na qualidade. A federal do ABC é a primeira universidade brasileira com 100% dos professores doutores. Em cinco anos, abriu 14 programas de pós-graduação. (Págs. 1, A6 e A7)
Essas carteiras acumularam retorno médio de 263%, superior ao dos fundos de renda fixa, que tiveram um ganho médio de 240,3%. Nenhuma categoria de investimento, no entanto, conseguiu superar os 299,4% do CDI. Os fundos de renda fixa renderam em média 1,6% ao ano abaixo do CDI. (Págs. 1 e D1)
Os executivos foram presidentes no Brasil da Whirlpool e da Tecumseh, empresas acusadas de ter participado do cartel dos compressores (equipamentos usados em aparelhos de refrigeração). Eles já fizeram acordos para se livrar do processo no Brasil e pagaram multas do próprio bolso. Mesmo assim, os dois são alvos de processo por suposta violação à Lei Antitruste dos EUA - a Sherman Act. Procurados, Veríssimo e Heinzelmann preferiram não se manifestar. (Págs. 1 e A3)
A criação da coordenação de contenciosos do Itamaraty está completando dez anos de existência. (Págs. 1 e A2)
As economias mais bem-suceclidas estão na Escandinávia, com impostos altos, serviços públicos de alto nível e justiça social. (Págs. 1 e Al3)
domingo, outubro 09, 2011
A HORA DO "ÂNGELUS" [In:] SERVIÇO DE UTILIDADE PÚBLICA
...
Em breve iremos começar novos estudos. Já a partir da próxima semana, estaremos iniciando o estudo anual de Torá, através de mini-aulas semanais. Este estudo é o alicerce do cabalista que procura viver em conexão com a Luz.
Lembramos que Todos os cadastrados em nosso site recebem as mini-aulas, sempre gratuitas, no sábado a noite, momento de inicio da semana na Cabala.
Se você já realizou o primeiro ano deste estudo, é hora de aprofundar, principalmente sua prática, através desta nova leitura. O momento do mundo pede transformação.
Se quiser, envie este convite para seus amigos e familiares que você acreditar que terão benefício com este estudo. Compartilhar é a missão primordial de um Cabalista.
Para os que têm interesse em nossos cursos presenciais, lembramos que estão abertas as inscrições para nosso primeiro Módulo 1 Intensivo em Brasília (29 e 30/10). As mesmas podem ser realizadas através de nosso site.
Novos cursos de iniciação (Módulo 1) no Rio e São Paulo acontecerão em Fevereiro/2012. As inscrições abrirão com 60 dias de antecedência.
Para os que já possuem iniciação no Módulo 1 em nossa escola,diversas opções de cursos, todas listadas no mural de avisos de nosso site.
Obrigado por sua atenção.
Shalom!
[]s Ian Mecler.
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www.portaldacabala.com.br
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sábado, outubro 08, 2011
EDITORIAL [In:] ''PORQUE HOJE É SÁBADO" *
ruadajudiaria.com/
Dia Da Criação
Vinicius de Moraes
Hoje é sábado, amanhã é domingo
A vida vem em ondas, como o mar
Os bondes andam em cima dos trilhos
E Nosso Senhor Jesus Cristo morreu na Cruz para nos salvar.
Hoje é sábado, amanhã é domingo
Não há nada como o tempo para passar
Foi muita bondade de Nosso Senhor Jesus Cristo
Mas por via das dúvidas livrai-nos meu Deus de todo mal.
Hoje é sábado, amanhã é domingo
Amanhã não gosta de ver ninguém bem
Hoje é que é o dia do presente
O dia é sábado.
Impossível fugir a essa dura realidade
Neste momento todos os bares estão repletos de homens vazios
Todos os namorados estão de mãos entrelaçadas
Todos os maridos estão funcionando regularmente
Todas as mulheres estão atentas
Porque hoje é sábado.
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http://youtu.be/jpfymRLaPaA
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sexta-feira, outubro 07, 2011
GOVERNO DILMA/MINISTÉRIO DA JUSTIÇA/CADE [In:] ''... NO NOVO TEMPO" (*)
O que muda nas fusões com o novo Cade
Com nova lei, Cade vai julgar menos processos de fusão |
| Autor(es): Juliano Basile |
| Valor Econômico - 07/10/2011 |
As férias do presidente do Cade, Fernando Furlan, e o passeio de carro que ele fazia com a mulher entre o Himalaia e o Tibete, na China, foram interrompidos por uma notícia inesperada: o Congresso aprovou o projeto da nova lei antitruste.Ampliar imagem
"Acho que foram minhas orações a Buda", afirmou Furlan ao Valor, por telefone. O projeto de lei tramitou por mais de seis anos no Congresso, o que deixou muitos integrantes do Cade céticos quanto à possibilidade de aprovação. Agora, com o texto aprovado na noite do dia 5, eles trocaram o ceticismo pelo trabalho de criar um novo órgão enquanto o atual tem que continuar em funcionamento. Será algo como trocar o pneu com o carro andando.
"Temos muitos desafios pela frente", admitiu Furlan. O primeiro será o de obter uma nova sede para receber os 200 técnicos que serão necessários para que o Super Cade cumpra a função de analisar fusões e aquisições previamente - o principal ponto da nova lei.Uma vez alojado, o Super Cade será dividido em dois. Haverá um tribunal com sete conselheiros, como ocorre hoje, e uma superintendência-geral, que terá duas funções. A primeira será a de conduzir as investigações de cartel - hoje feitas pela Secretaria de Direito Econômico (SDE) do Ministério da Justiça. Para cumprir essa função, todo o Departamento de Proteção e Defesa Econômica - equivalente a mais da metade da SDE - será transferido para o Super Cade.
A SDE será substituída por uma Secretaria Nacional de Defesa do Consumidor, segundo confirmou, ontem, o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo. Ele enfatizou que, como o projeto passou pelo Ministério do Planejamento, os 200 cargos serão criados, mesmo com o governo em fase de contenção de gastos. "Teremos um órgão aparelhado e bem estruturado em suas competências", disse Cardozo. "Será bom para o mercado, para os brasileiros e para o país", resumiu.
A segunda tarefa da superintendência-geral será a de analisar os
negócios das empresas em tempo hábil para evitar que eles fiquem travados, à espera de uma decisão. As fusões simples, por exemplo, vão receber um pedido de aprovação imediata. Já os casos complexos vão ter uma tramitação que pode se alongar até o máximo de 330 dias. Hoje, o Cade demora até dois anos para julgar esses processos, a exemplo do que aconteceu com a compra da Sadia pela Perdigão ou a aquisição da Garoto pela Nestlé.
Agora, as empresas vão ter que ser ágeis para prestar todas as informações possíveis para que o Cade possa julgar os seus negócios rapidamente. "A análise prévia das fusões evitará problemas como os que aconteceram com a compra da Garoto pela Nestlé", avaliou o advogado José Del Chiaro, referindo-se ao negócio que foi fechado pelas empresas, em 2002, vetado pelo Cade, em 2004, e, até hoje, aguarda decisão do Judiciário.
O número de negócios que o Cade analisa hoje deve diminuir, pois, hoje, as empresas que faturam mais de R$ 400 milhões são obrigadas a submeter todos os seus negócios para o órgão antitruste julgar, inclusive a compra de pequenas companhias. Isso inunda o Cade de pequenos processos e tira o tempo necessário para decidir sobre grandes fusões. Já a nova lei estabelece que só vão ser julgadas as fusões e aquisições envolvendo uma empresa que faturar R$ 400 milhões e outra que obtenha R$ 30 milhões. Ou seja, apenas negócios de porte médio para grande serão de fato apresentados.
A transição do Cade atual para o Super Cade terá seis meses contados a partir da sanção da nova lei pela presidente Dilma Rousseff. "Nesse meio tempo, a Lei Antitruste atual (nº 8.884) continua em vigor", afirmou o secretário de Direito Econômico, Vinícius Carvalho. Ele disse que foram organizados grupos específicos envolvendo o Cade, a SDE e a Secretaria de Acompanhamento Econômico (Seae) do Ministério da Fazenda para fazer a transição.
O conselheiro Olavo Chinaglia explicou que o prazo de transição pode ser ampliado, caso as empresas peçam que a sua fusão seja analisada pela lei anterior. As fusões que estão em análise no órgão antitruste, como a união entre Pão de Açúcar e as Casas Bahia, ou a compra da Webjet pela Gol, também permanecem sob a Lei nº 8.884. OU seja, não podem ser aprovadas de imediato ou no prazo máximo de 330 dias que foi previsto pela nova lei.
Outra mudança importante foi a previsão de que a multa máxima por cartel seja de 30% do faturamento da empresa no setor em que houve a infração, e não mais do faturamento total da empresa, como é hoje. Carvalho disse que isso não vai implicar em redução de pena, pois o Super Cade vai poder aplicar multas equivalentes aos danos causados pelas empresas nos consumidores. "Se o dano for superior a 30% do faturamento, poderemos aplicar multas ainda maiores", enfatizou Carvalho.
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(*) Ivan Lins.
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GOVERNO DILMA [In:] NÃO FAÇAM O QUE ENSINAMOS ...
PLANALTO AVISA A GREVISTAS QUE SÓ VAI PAGAR A INFLAÇÃO
GREVES IRRITAM GOVERNO |
| Autor(es): CRISTIANE BONFANTI |
| Correio Braziliense - 07/10/2011 |
Insistência de manifestantes desafia o Palácio do Planalto. Dilma ordena às estatais que só aceitem repor a inflação
A radicalização dos funcionários dos Correios e dos bancários está irritando o governo. Muito além dos prejuízos à população, que enfrenta o atraso na entrega de 150 milhões de cartas e encomendas e tem dificuldades para pagar suas contas em dia, o temor do Palácio do Planalto é que a resistência dos grevistas em encerrar o movimento e a exigência de aumentos salariais elevados motivem outras categorias a pressionar o poder público, empurrando para cima os preços de produtos e serviços em todo o Brasil. Não à toa, a presidente Dilma Rousseff deu ordem para que o Departamento de Coordenação e Governança das Empresas Estatais (DEST) tenha pulso firme com os presidentes e diretores das companhias, em especial Banco do Brasil, Petrobras, Caixa Econômica Federal e ECT.
O comando, dado por meio da ministra do Planejamento, Miriam Belchior, é para que eles concedam, no máximo, a reposição da inflação. Os motivos para tanta preocupação são simples. Com mais dinheiro no bolso, os trabalhadores vão às compras e aumentam a demanda por produtos, o que faz a inflação disparar. As empresas, por sua vez, repassam ao consumidor o custo dos aumentos salariais. Outro perigo que o governo quer evitar é a volta da indexação de preços.
O tom das conversas na equipe da presidente Dilma ficou ainda mais áspero nesta semana, depois de os funcionários dos Correios rejeitarem a proposta de aumento de R$ 80 mais reajuste de 6,87% nos salários e benefícios formalizada na terça-feira, durante reunião de conciliação no Tribunal Superior do Trabalho (TST).
Em assembleias em todo o país, eles preferiram manter a paralisação iniciada em 14 de setembro e bater o pé por um aumento de R$ 200 a todos os trabalhadores, além de reposição da inflação calculada em 7,16% e da elevação do piso salarial de R$ 807 para R$ 1.635.
O alerta do Planalto deve-se não apenas aos pedidos dos
bancários e dos funcionários dos Correios, mas também ao fato de outras categorias terem conquistado aumentos expressivos neste ano. Para se ter ideia, balanço do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) mostrou que, de um total de 353 negociações salariais realizadas no primeiro semestre, 93% tiveram reajustes iguais ou superiores à inflação.
Na avaliação de Frederico Araújo Turolla, professor de administração da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM-SP) e sócio da Pezco Consultoria, os sindicatos estão lutando para assegurar reajustes elevados porque perceberam que os próximos anos serão mais difíceis, em razão das incertezas econômicas. "Por algum tempo, houve a possibilidade de reajustes generosos no setor público, por causa da folga fiscal, e no privado, por causa do crescimento vigoroso da economia. Mas a fase das vacas gordas está passando e os aumentos terão de ser mais modestos", afirmou Turolla.
Impasse bancário
No caso dos bancários, a briga também é por um aumento real. A categoria, de braços cruzados desde 27 de setembro, quer um reajuste de 12,8% (reposição da inflação mais 5%). Ontem, a paralisação atingiu 8.758 agências de bancos públicos e privados em todo o país. Enquanto o impasse não é resolvido, o brasileiro sofre para honrar compromissos e até mesmo sacar ou depositar dinheiro. Os bancos continuam lotados mesmo em meio à greve, pois muitos tentam resolver, sem sucesso, a vida nos caixas eletrônicos. O problema já afeta inclusive as transações na internet.
Poupança capta R$ 4 bi
Apesar da inflação, o avanço do emprego e da renda está permitindo aos brasileiros pouparem mais. Em setembro, o saldo da caderneta de poupança ficou positivo (mais depósitos que retiradas) em R$ 4,1 bilhões. O valor é praticamente o dobro de agosto, R$ 2,2 bilhões. O mês passado foi o quarto consecutivo com resultado da aplicação no azul. O bom desempenho coincide com os meses marcados pela piora da crise econômica mundial. Em períodos de incerteza, investimentos de maior risco, como em ações na bolsa, são evitados pelos aplicadores, que preferem um porto seguro, como a velha caderneta ou os fundos de renda fixa. Do total captado R$ 1,8 bilhão foi depositado na Caixa Econômica Federal. Sozinha, a Caixa detém, praticamente, um terço da caderneta de poupança.
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''QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?''
SINOPSES - RESUMO DOS JORNAIS
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Criadas para preservar e conter a destruição de florestas, as áreas de proteção e de conservação declaradas pelo governo são alvo de grande devastação, assim como as terras indígenas. Em 132 Unidades de Conservação observadas pelos satélites do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), o desmatamento mais do que dobrou entre 2000 e 2010, passando de 5.036 para 11.463 quilômetros quadrados - aumento de 127,6%. Nessas regiões, a maior parte na Amazônia Legal, o desmate é feito aos poucos, e o estrago só é detectado quando alcança grandes proporções. O Brasil tem hoje 310 Unidades de Conservação, que ocupam 75 milhões de hectares - ou 8,5% de todo o território nacional. O Instituto Chico Mendes, vinculado ao Ministério do Meio Ambiente, admite que a fiscalização é deficiente. (Págs. 1 e 3)
A Fifa informou ao governo federal que a concessão de meia-entrada na Copa-14 pode custar US$ 100 milhões (R$ 180 milhões) a entidade, relatam Natuza Nery e Filipe Coutinho.
A estimativa do potencial prejuízo foi usada como argumento pela entidade para vetar o desconto a idosos e estudantes no país. (Págs. 1 e Esportes D6)
Painel FC
Comitê propõe anulação de leis locais no Mundial. (Págs. 1 e Esporte D4)
Em depoimento por escrito ao Conselho de Ética, Barbiere afirmou que foi mal interpretado, criticou a imprensa e voltou a atacar o governo Alckmin. (Págs. 1 e Poder A4)
Kassab e o pré-candidato Bruno Covas (PSDB) estavam na vistoria. (Págs. 1 e Cotidiano C1)
Disputas por redutos eleitorais no interior paulista, acirradas pelo uso de repasses de verba estadual e também federal, fizeram vir a público o escândalo das emendas na Assembleia de São Paulo. Parlamentares da bancada evangélica em Brasília e na Assembleia direcionaram mais de R$ 5 milhões para a base eleitoral do deputado estadual Roque Barbiere (PTB). A maior fatia foi para Birigui, cidade em que Barbiere obteve mais de 50% dos votos na eleição de 2010, mas foi derrotado na disputa pela prefeitura em 2008. A amigos, Barbiere disse que a "invasão" dos evangélicos em seus redutos eleitorais estaria entre os motivos que o levaram a denunciar a venda de emendas na Assembleia. O reforço dessa estratégia com recursos federais também teria desagradado ao parlamentar. (Págs. 1 e Nacional A4)
Deputado confronta Alckmin
Roque Barbiere (PTB) cobrou do governo resposta a requerimento enviado à Casa Civil em 2010 no qual fazia questionamentos sobre emendas. (Págs. 1 e A4)
A proibição de doações de pessoas jurídicas para as campanhas seria a mãe de todas as faxinas no processo eleitoral e a sua real democratização. (Págs. 1 e Nacional A10)
Nada leva a crer que a Assembleia e o governo estejam dispostos a apurar as denúncias a fundo. (Págs. 1 e A3)
São Paulo também entra no grupo de Estados com freio nos investimentos, porque mantém para 2012 o mesmo valor nominal orçado para este ano, mesmo com previsão de crescimento de 11,23% da receita total no próximo ano. (Págs. 1 e A3)
Para o presidente do Cade, Fernando Furlan, haverá uma mudança radical na forma pela qual empresas fazem fusões e aquisições no Brasil. "Hoje, a área societária dos escritórios de advocacia faz uma fusão e, depois, entrega para a área antitruste, pedindo que e1es achem um jeito para aprová-la", disse Furlan. Ou seja, antes de realizarem uma fusão, as empresas terão de verificar o risco de prejudicar a concorrência. Para especialistas, a mudança é revolucionária. (Págs. 1 e A6)
O Valor apurou que a França quer o compromisso do G-20 de que os recursos bilionários dos Novos Acordos para Empréstimos (NAB), linha temporária de crédito, continuem intactos. Os franceses defendem que quando os países-membros aprovarem a duplicação das cotas do Fundo para US$ 750 bilhões não poderão transferir seus recursos do NAB e terão de aportar dinheiro novo. O Brasil tem US$ 14 bilhões no NAB e precisaria pôr mais US$ 6 bilhões para integrar o novo regime de cotas. Pela proposta francesa, teria de desembolsar US$ 20 bilhões. (Págs. 1 e C10)
Já a indústria química faz os últimos ajustes para iniciar a produção do agente redutor Arla 32, uma solução de ureia usada no sistema de escapamento para diminuir em 60% as emissões de óxidos de nitrogênio. A Vale Fertilizantes - que será, junto com a Petrobras, a principal fabricante do produto - está concluindo as adaptações no complexo industrial de Araucária (PR) para começar a produção. (Págs. 1 e B8)
Certas ou erradas, as mensagens dadas pelo Banco Central têm se perdido em meio à cacofonia no governo. (Págs. 1 e A2)
Uma comissão especializada em julgar magistrados, como o CNJ, é mais visível e fácil de monitorar do que as corregedorias. (Págs. 1 e A15)
quinta-feira, outubro 06, 2011
... Parafraseando: "SAÚDE PARA QUEM PRECISA. (...) QUEM PRECISA DA SAÚDE ? ''
SAÚDE É A QUE MENOS GANHA COM ARRECADAÇÃO RECORDE
SAÚDE NA LANTERNINHA |
| Autor(es): agência o globo:Regina Alvarez |
| O Globo - 06/10/2011 |
Com a arrecadação federal batendo recorde, o gasto do setor sobe apenas 4,5%
A ênfase que a gestão da presidente Dilma Rousseff dedica à área social não se reflete nas contas públicas de 2011. A evolução desses gastos está bem aquém da expansão recorde da arrecadação federal. Até agosto, a receita líquida do governo cresceu R$84,3 bilhões, ante o mesmo período do ano passado, o que representou um aumento de 18,8%. Mas apenas 10% dessa receita - R$8,4 bilhões - foram aplicados em gastos sociais. E, nesse quesito, as despesas subiram 10% ante os 18,8% da arrecadação. Ainda na mesma comparação, a área de saúde foi a que menos ganhou, ficando com apenas 2% do aumento da arrecadação. Os gastos com saúde cresceram 4,5%, o menor percentual entre os gastos sociais, no momento em que o governo discute a criação de um novo imposto para custear os gastos com saúde. A maior fatia ficou com a economia para pagamento de juros da dívida pública, dentro da estratégia de austeridade fiscal: R$40,1 bilhões, quase 50% do que entrou a mais nos cofres federais nos oito primeiros meses do ano.
Somadas, as despesas de custeio e investimentos com saúde, educação e desenvolvimento social passaram de R$84 bilhões para R$92,4 bilhões, na comparação de janeiro a agosto de 2010 com o mesmo período de 2011.
A análise das contas públicas mostra que essas despesas com saúde foram as que menos cresceram entre os gastos sociais, mesmo com o comando constitucional que assegura um piso de gastos nessa área. Os desembolsos com saúde, especificamente, tiveram expansão nominal de apenas 4,5%, ao passo que aqueles com o superávit primário aumentaram 135%.
Para pagar juros, mais R$40,1 bilhões
As despesas com educação aumentaram R$3,5 bilhões até agosto, 4,1% do total de aumento da arrecadação. Passaram de R$22,7 bilhões para R$26,2 bilhões, num alta 15,4%, também abaixo do alta das receitas da União. Já os gastos do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome - basicamente com o Bolsa Família e com assistência a idosos e portadores de necessidades especiais - aumentaram R$3,3 bilhões no período, passando de R$26,2 bilhões para R$29,5 bilhões, uma expansão de 10%.
A maior parcela do aumento da arrecadação foi mantida no caixa do Tesouro para reforçar o superávit primário, que cresceu R$40,1 bilhões entre janeiro e agosto, na comparação com o mesmo período de 2010. A economia para pagar os juros da dívida federal passou de R$29,7 bilhões para R$69,8 bilhões, de forma a fazer frente à decisão da área econômica de cumprir este ano a meta de superávit cheio, sem desconto das despesas com o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).
O economista Amir Khair, especialista em contas públicas, considera que o governo tem que acelerar os gastos com saúde:
- Tem que pisar mais forte nessa área, destinar mais recursos. A saúde é uma área muito sensível e muito precária - destaca.
Khair observa ainda que o acúmulo de superávit primário é para pagar a conta de juros, que este ano está sendo recorde. O economista defende ainda a redução dos juros básicos da economia como forma de direcionar mais recursos à área social.
O economista Marcelo Neri, da Fundação Getulio Vargas, considera adequado o governo ter optado em 2011 por uma combinação de ajuste fiscal com políticas sociais que não têm grande impacto nas contas públicas, como o Bolsa Família, diante da crise internacional. Ele cita como exemplo o reajuste e ampliação dos benefícios do programa:
- O governo está expandindo programas que têm impacto pequeno nas contas, mas grande impacto social - destaca. - Ao contrário do reajuste do salário mínimo, que tem grande impacto nas contas públicas sem beneficiar os mais pobres dos pobres, o Bolsa Família é tão bem focado, que uma expansão do programa tem um impacto bastante razoável na pobreza sem onerar demasiadamente as contas públicas.
Neri lembra ainda que este ano é pós-eleitoral e, seguindo o ciclo político da democracia brasileira, é um ano contracionista, ou seja, de contenção dos gastos públicos, na comparação com o ano passado.
Do aumento da arrecadação nos oito primeiros meses de 2011, foram destinados R$16,4 bilhões para despesas da Previdência Social, que passaram de R$159,4 bilhões para R$175,8 bilhões, na carona do reajuste do salário mínimo. E outros R$11 bilhões foram destinados às despesas com pessoal, que passaram de R$106,8 bilhões para R$117,8 bilhões.
A receita líquida corresponde aos impostos e contribuições federais, já descontadas as transferências para estados e município.
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