PENSAR "GRANDE":

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[NÃO TEMOS A PRESUNÇÃO DE FAZER DESTE BLOGUE O TEU ''BLOGUE DE CABECEIRA'' MAS, O DE APENAS TE SUGERIR UM ''PENSAR GRANDE''].
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“Pode-se enganar a todos por algum tempo; Pode-se enganar alguns por todo o tempo; Mas não se pode enganar a todos todo o tempo...” (Abraham Lincoln).=>> A MÁSCARA CAIU DIA 18/06/2012 COM A ALIANÇA POLÍTICA ENTRE O PT E O PP.

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''Os Economistas e os artistas não morrem..." (NHMedeiros).

"O Economista não pode saber tudo. Mas também não pode excluir nada" (J.K.Galbraith, 1987).

"Ranking'' dos políticos brasileiros: www.politicos.org.br

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# 38 RÉUS DO MENSALÃO. Veja nomes nos ''links'' abaixo:
1Radio 1455824919 nhm...

valor ...ria...nine

folha gmail df1lkrha

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segunda-feira, outubro 10, 2011

XÔ! ESTRESSE [In:] SALÁRIO ''SAL-GADO"






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SINDICATOS/LULISMO [In:] ''... O QUE FOI FEITO DE VERA? ... DEVERAS ! " *



10/10/2011 - 06h01

Governo endurece política de greve e irrita sindicalistas


FOLHA DE SP

O governo da presidente Dilma Rousseff endureceu a política de greves e irritou o mundo sindical, informa reportagem de Renato Machado e Natuza Nery, publicada na Folhadesta segunda-feira (a íntegra está disponível para assinantes do jornal e do UOL, empresa controlada pelo Grupo Folha, que edita a Folha).

A necessidade de ajuste fiscal e o receio de uma escalada inflacionária levaram o Executivo a atacar o "bolso dos grevistas" com corte de ponto --prática raramente vista na gestão Lula, segundo centrais sindicais.

O objetivo é desencorajar paralisações que se anunciam em outras áreas cruciais, como policiais, servidores do Judiciário e petroleiros, que negociam essa semana diretamente com a Petrobras e com o ministro Gilberto Carvalho (Secretaria-Geral).

Para diversas entidades sindicais, Dilma joga mais duro que Lula.
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(*) Milton Nascimento.
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IMPOSTO DE RENDA/RESTITUIÇÃO [In:] ''...GOSTO MUITO DE VOCÊ, LEÃOZINHO..." *



10/10/2011 - 07h00

Receita abre consulta a restituição do IR; 2,69 milhões receberão


FOLHA

A Receita Federal abre nesta segunda-feira, às 9h, a consulta ao 5º lote de restituição do Imposto de Renda.
A todo, o fisco irá pagar R$ 2,5 bilhões para 2,69 milhões de contribuintes --o dinheiro estará disponível no próximo dia 17.
De acordo com a Receita, o dinheiro é referente à declaração deste ano e à malha fina dos exercícios 2010, 2009 e 2008. Este é um dos maiores lotes de pagamento da história.
Serão creditados R$ 2,448 bilhões para 2.656.556 contribuintes referentes ao exercício de 2011. O valor já considera a correção de 5,93%, pela taxa Selic, de maio a outubro de 2011.
Do lote residual de 2010, serão pagas restituições para 24.665 contribuintes (R$ 35,76 milhões). Outros 6.491 contribuintes receberão R$ 10,434 milhões do lote de 2009, e 3.031 contribuintes dividirão R$ 5,48 milhões do lote de 2008.
Para saber se teve a declaração liberada, o contribuinte deverá acessar a página da Receita na internet ou ligar para o Receitafone 146.
O dinheiro será depositado na conta informada na declaração. Quem não tiver o valor depoistado deve procurar uma agência do Banco do Brasil ou ligar para a central de atendimento --4004-0001 (capitais), 0800-729-0001 (demais localidades) e 0800-729-0088 (deficientes auditivos)-- para agendar o crédito.
A restituição ficará disponível no banco durante um ano.

Veja os próximos lotes de pagamento da restituição:
6º - 16 de novembro
7º - 15 de dezembro
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(*) Caetano Veloso.
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'' ... E O NOBEL DA ECONOMIA VAI PARA? ... SARGENT e SIMS !"



10/10/2011 - 08h18

Dois norte-americanos vencem Nobel de Economia


DA FRANCE PRESSE, EM ESTOCOLMO
DE SÃO PAULO




O Prêmio Nobel de Economia deste ano foi atribuído nesta segunda-feira aos norte-americanos Thomas J. Sargent e Christopher A. Sims.


Os dois economistas foram escolhidos por "sua pesquisa empírica sobre as causas e os efeitos na macroeconomia", afirma o comunicado do comitê Nobel.



New York University/France Presse
Christopher Sims e Thomas Sargent
Christopher Sims e Thomas Sargent, vencedores do Nobel
Os laureados "desenvolveram métodos para as numerosas perguntas sobre as relações de causalidade entre a política econômica e diferentes variáveis macroeconômicas como o PIB (Produto Interno Bruto), a inflação, o emprego e os investidores", completa o comunicado.
Thomas J. Sargent, nascido em 1943, em Pasadena, Califórnia, é professor na Universidade de Nova York. Christopher A. Sims nasceu em 1942 em Washington e é professor na Universidade Princeton.
O Nobel de Economia, cujo nome oficial é Prêmio Sveriges Riksbank em Ciências Econômicas em Memória de Alfred Nobel, foi criado em 1968. Ele não é parte do grupo original de prêmios criado pela vontade de Nobel, magnata da dinamite, em 1895.
Leia a seguir os vencedores do prêmio desde 1979 e onde atuam.
*
2011 - Thomas J. Sargent e Christopher A. Sims (ambos dos EUA)
2010 - Christopher Pissarides (Chipre) e Peter Diamond e Dale T. Mortensen (ambos dos EUA)
2009 - Elinor Ostrom e Oliver Williamson (EUA)
2008 - Paul Krugman (EUA)
2007 - Leonid Hurwicz, Eric S. Maskin e Roger B. Myerson (EUA)
2006 - Edmund S. Phelps (EUA)
2005 - Robert J. Aumann (Israel e EUA) e Thomas C. Schelling (EUA)
2004 - Finn E. Kydland (Noruega) e Edward C. Prescott (EUA)
2003 - Robert F. Engle 3º (EUA) e Clive W.J. Granger (Reino Unido)
2002 - Daniel Kahneman (EUA e Israel) e Vernon L. Smith (EUA)
2001 - George A. Akerlof, A. Michael Spence e Joseph E. Stiglitz (EUA)
2000 - James J. Heckman e Daniel L. McFadden (EUA)
1999 - Robert A. Mundell (Canadá)
1998 - Amartya Sen (Índia)
1997 - Robert C. Merton e Myron S. Scholes (EUA)
1996 - James A. Mirrlees (Reino Unido) e William Vickrey (EUA)
1995 - Robert E. Lucas Jr. (EUA)
1994 - John C. Harsanyi (EUA), John F. Nash Jr. (EUA) e Reinhard Selten (Alemanha)
1993 - Robert W. Fogel e Douglass C. North (EUA)
1992 - Gary S. Becker (EUA)
1991 - Ronald H. Coase (Reino Unido)
1990 - Harry M. Markowitz, Merton H. Miller e William F. Sharpe (EUA)
1989 - Trygve Haavelmo (Noruega)
1988 - Maurice Allais (França)
1987 - Robert M. Solow (EUA)
1986 - James M. Buchanan Jr. (EUA)
1985 - Franco Modigliani (EUA)
1984 - Richard Stone (Reino Unido)
1983 - Gerard Debreu (EUA)
1982 - George J. Stigler (EUA)
1981 - James Tobin (EUA)
1980 - Lawrence R. Klein (EUA)
1979 - Theodore W. Schultz (EUA) e Sir Arthur Lewis (Reino Unido)
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''QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?''


SINOPSES - RESUMO DOS JORNAIS



10 de outubro de 2011
O Globo

Manchete: Fraudes já provocaram cassação de 274 prefeitos
Desvio de dinheiro público, licitações fraudulentas e compra de votos estão entre os crimes que já levaram à cassação 274 prefeitos - 4,9% do total de eleitos em 2008. Levantamento feito pela Confederação Nacional de Municípios mostra que 38,1% perderam os mandatos por improbidade administrativa e 36,9% por infrações nas eleições. A um ano da nova corrida eleitoral, o ritmo das cassações pode aumentar ainda mais na avaliação de especialistas. O estado do Piauí é o recordista: dos 224 eleitos, 50 não vão terminar a atual gestão. Para o Ministério Público, na maioria dos casos, a prática de crimes contra o patrimônio público é feita de maneira dolosa. (Págs. 1 e 3)
70 mil vivem em unidades protegidas
Ao admitir que nem "com um pelotão do Exército" seria possível fiscalizar as extensas Unidades de Conservarção, a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, disse em entrevista ao GLOBO que está usando estratégias de inteligência para fechar o cerco aos grandes desmatadores. Ela adianta que o governo já sabe que pelo menos 70 mil pessoas vivem nas áreas protegidas e, até o fim do ano, lançará um plano de regularização fundiária para conter os conflitos de terra, uma das causas da devastação, segundo ela. (Págs. 1, 5 e 10)
Foto Legenda: Um mar de gente contra a homofobia
Uma multidão anima a 16ª parada gay na Praia de Copacabana. O público foi estimado em 1,5 milhão de pessoas pelos organizadores e em 700 mil pela PM. (Págs. 1 e 18)
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Folha de S. Paulo

Manchete: Europa decide nacionalizar o maior banco da Bélgica
Dexia é a 1ª instituição financeira vítima da crise da dívida da Grécia

Os governos de França, Bélgica e Luxemburgo decidiram nacionalizar o banco Dexia, a maior instituição financeira belga, tido agora como a primeira vítima da crise da dívida grega.

O resgate do Dexia deve ter impacto positivo nas Bolsas, mas a nacionalização preocupa por aumentar a dívida da Bélgica, que já chega a 97% de seu PIB, e pode levar as agendas de risco a rebaixar a nota do país. (Págs. 1 e Mundo A15)
Carlos E. Lins da Silva: Falta clareza nos alvos de protesto em Wall Street
Fatores como a "justeza" da causa defendida e a qualidade dos líderes determinam o sucesso ou o fracasso das manifestações.

A série de protestos "Ocupe Wall Street" está crescendo, mas ainda precisa dizer melhor a que veio. (Págs. 1 e Mundo A13)
Dilma resiste a reajustes e descontenta sindicalistas
A busca do ajuste fiscal e o receio da escalada inflacionária levaram o governo a endurecer a política de greves, atraindo protestos de correntes sindicais. 

Dilma avalia que a atual conjuntura é restritiva a reajustes e, da Europa, orientou a equipe a adotar posição firme na paralisação de bancários e dos Correios. (Págs. 1 e Poder A4)
Melchiades Filho: Nunca o inchaço dos ministérios ficou tão evidente
O inchaço da Esplanada do Ministérios nunca foi tão evidente. Vários de seus ocupantes nada fazem.

Os carteiros estão em greve. Mas do ministro do Trabalho não se ouviu falar. Indicativo de que a pasta poderia ser fundida à da Previdência, outra que perdeu importância política. (Págs. 1 e Opinião A2)
Dois terços dos concursados vão para universidades
Exceção no programa de ajuste fiscal, universidades federais lideram a contratação de servidores. Dois de cada três concursados vão trabalhar nas instituições.

De janeiro a agosto, o setor contratou 4.204 professores e outros 6.669 funcionários. Segundo o MEC, a medida visa garantir a expansão da rede. (Págs. 1 e Cotidiano C1)
Sírios ameaçam países que derem apoio à oposição
Junto a delegações de Cuba, Venezuela e Bolívia, o chanceler Walid al Moallem disse que a Síria vai adotar "medidas duras" contra os países que reconhecerem a coalizão de oposição à ditadura de Assad. Pelo menos 17 pessoas foram mortas ontem, em protestos. (Págs. 1 e Mundo A12)
Conflito religioso no Egito deixa ao menos 23 mortos (Págs. 1 e Mundo A12)

Editoriais
Leia "Não sem razão", sobre os protestos nos EUA, e "O super-Cade", acerca do novo modelo do sistema de defesa da concorrência no Brasil. (Págs. 1 e Opinião A2)
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O Estado de S. Paulo

Manchete: Europa salva banco e articula pacote amplo
Merkel e Sarkozy definem apoio a capitalização; França e Bélgica assumem perda para evitar quebra de instituição

Dois anos após o início da crise da dívida europeia, a chanceler alemã Angela Merkel e o presidente francês Nicolas Sarkozy chegaram a um acordo ontem em Berlim para capitalizar instituições e impedir um colapso bancário. Eles evitaram dar detalhes do acordo, mas prometeram apresentar uma "solução abrangente" na reunião do G-20 em 3 de novembro, na França. Além de ajudar bancos que derem papeis de países como Grécia, Irlanda e Portugal, o pacote deverá apressar a liberação do socorro de € 158 bilhões para os gregos. Em outro front do combate a crise, Bélgica, França e Luxemburgo concordaram em nacionalizar o banco belgo-francês Dexia. A instituição será desmembrada para facilitar o saneamento e a venda. (Págs. 1 e Economia B1)

€ 4 bi é o valor que a Bélgica vai injetar no Dexia.
Sanções minam apoio da elite síria a Assad
As sanções dos EUA e da União Europeia começam a estrangular a economia síria, que enfrenta quedas na receita com petróleo e turismo. A crise tem minado o apoio da elite sunita ao governo Assad. (Págs. 1 e Internacional A12)

Novo discurso

Na Turquia, a presidente Dilma Rousseff prometeu adotar posição mais dura em relação à violência na Síria. (Págs. 1 e Internacional A13)
Deputados do Amapá têm a maior verba
A verba indenizatória paga a deputados estaduais no Amapá é a maior do País: R$ 100 mil por mês. O valor foi elevado em junho, informa Bruno Paes Manso. (Págs. 1 e Nacional A4)
Para oposição, Aécio já abriu debate eleitoral
Para a oposição, o senador Aécio Neves (PSDB-MG) abriu o debate sobre a sucessão presidencial ao dizer ao Estado está preparado para enfrentar Dilma ou Lula. (Págs. 1 e Nacional A8)
JP Morgan diz que agora é para valer
Maior banco dos EUA escolheu o Brasil como prioridade. Em 2 anos, dobrou contratações e triplicou a carreira de ativos, informa David Friedlander. (Págs. 1 e Negócios)
Governo paulista dará R$ 40 milhões a hospitais (Págs. 1 e Vida A17)

MP quer lista de emendas da Assembleia paulista (Págs. 1 e Nacional A7)

Círio de Nazaré reúne 2,3 milhões em Belém (Págs. 1 e Vida Al9)

José Roberto de Toledo
Indignados e desacreditados

Por que o movimento que ganhou notoriedade na Espanha, chegou ao Chile e agora ocupa Wall Street não comoveu multidões no Brasil? (Págs. 1 e Nacional A10)
Notas & Informações
O Super Cade

Texto aprovado pela Câmara dos Deputados apresenta alguns retrocessos perigosos. (Págs. 1 e A3)
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Correio Braziliense

Manchete: A fome que escandaliza o mundo
Uma em cada sete pessoas não tem nada para comer. Situação na África do Sul e no sul da Ásia ainda é de assustar. Brasil até que melhora, mas depende da ajuda estatal. (Págs. 1, Opinião, 11 e 12)

Aposentados enfrentam o governo
Favorecidos pela demora na regulamentação, servidores inativos querem receber na Justiça as gratificações pagas aos colegas ativos. (Págs. 1, 7 e 8)
Educação: Repetência no DF é maior que média nacional
Dados do IBGE, relativos a 2010, colocam a capital do país entre as três unidades da Federação com maior número de repetentes matriculados no ensino médio em escolas públicas e privadas. Enquanto o índice nacional atinge 12,5%, aqui ele é de 18,6%. Magali, por exemplo, cursa o 1º ano pela segunda vez. No fundamental, a taxa cai para 10,1%. (Págs. 1 e l7)

PSD cresce mais em estados governados por seus aliados
Número de prefeitos filiados à legenda é maior nas unidades da Federação em que o governador ou o vice integra o partido. É o caso de Santa Catarina, Amazonas e Mato Grosso. (Págs. 1 e 2)

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Valor Econômico

Manchete: Zona do euro busca saída para os bancos
A chanceler da Alemanha, Angela Merkel, disse ontem que alemães e franceses estão dispostos a "fazer o que for necessário para recapitalizar os bancos". A decisão foi anunciada por Merkel depois de uma reunião de cerca de uma hora com o presidente da França, Nicolas Sarkozy, destinada a discutir um plano de estabilização para a zona do euro. Apesar da crise aguda na região, Merkel e Sarkozy só terão o plano fechado no fim do mês, antes da cúpula do G-20, marcada para os dias 3 e 4 de novembro em Cannes, na França.

O primeiro-ministro inglês, David Cameron, reforçou a pressão para que Alemanha e França enterrem suas diferenças e montem um plano que acabe com as incertezas na zona do euro. (Págs. 1, C1 e C2)
O ranking do "middle market"
Nascida como uma distribuidora de softwares da Microsoft, a AeC deve encerrar 2011 com faturamento bruto de R$ 370 milhões, estimam os sócios Antônio Guilherme e Cássio Rocha Azevedo. A companhia tem capital fechado, mas seu balanço já é auditado e a gestão, profissional. Trata-se de uma entre as 2 mil empresas de pequeno e médio portes de todo o país que integram o ranking publicado nesta edição da ValorInveste - muitas com potencial para acessar o mercado de capitais como forma de financiar seu crescimento.

O levantamento exclusivo, elaborado pela equipe do Valor Data a partir de dados de balanços e informações coletadas pela Serasa Experian, foi feito pela primeira vez no ano passado, com mil companhias. Em 2011, a pesquisa cresceu, diante do interesse de investidores e entidades dos setores público e privado nos números do segmento. A revista ValorInveste circula hoje para assinantes do jornal e venda em bancas. (Págs. 1 e Revista)
Elite francesa vê a pressão dos EUA
Em meio à angústia da crise da dívida soberana na zona do euro, parte da elite francesa suspeita que os Estados Unidos querem destruir a moeda comum europeia. Um dos representantes mais expressivos dessa tese é Jacques Attali, principal assessor do presidente François Miterrand durante dez anos (1981-91), primeiro presidente do Banco Europeu para Reconstrução e Desenvolvimento (Berd) e hoje figura importante no debate econômico na França. "Os EUA estão determinados a aniquilar o euro porque querem que o dólar continue sozinho com a única moeda internacional de reserva", afirmou Attali.

Christian de Boissieu, presidente do Conselho de Análise Econômica, órgão auxiliar do primeiro-ministro francês, é mais moderado, evita generalizações, mas admite que "muita gente nos EUA gosta de concorrência, mas só até certo ponto, e certamente não gosta de concorrência de moedas". Já Philippe Moreau Defarges, vice-diretor do influente Instituto Francês de Relações Internacionais (Ifri) alerta: "O que provavelmente os EUA querem é uma Europa mais subordinada a eles". (Págs. 1 e C1)
Foto Legenda: Política de aproximação
A Caixa vai criar cinco gerências regionais e pôr um funcionário em cada um dos 283 maiores municípios, para facilitar o acesso das prefeituras a recursos federais, diz José Duarte. (Págs. 1 e C8)
Pecuária aceita os limites do Pantanal e avança
O Pantanal tem em seu regime de inundações a fortaleza que o mantém como bioma brasileiro proporcionalmente menos devastado pela ação humana. E isso porque até hoje é impossível prever se haverá ou não cheia, e se essa cheia será ou não daquelas de alcançar até a copa das árvores. Do ponto de vista ambiental, não há melhor defesa contra os invasores e a devastação.

Mas desse santuário ecológico e turístico também depende a vida dos pantaneiros que habitam 3 mil fazendas espalhadas por seus 14 milhões de hectares. Nas planícies de Nhecolândia, no centro-sul do Pantanal, onde a força do regime das águas é uma festa para os sentidos, as pastagens naturais representam 85% do total. Nelas prosperam os criadores do boi orgânico. (Págs. 1 e B16)
Universidade federal cresce no interior
Desde o primeiro ano letivo das 14 novas universidades federais em 2006, as matrículas saltaram de 25 mil para mais de 80 mil, fatia que representa 10% de todas as vagas na rede de ensino superior federal, que conta hoje com 59 instituições. As novas universidades - algumas resultado de ampliação de instituições que já existiam - e seus campi se espalham por mais de 40 cidades brasileiras, a maioria no interior.

De comum, as novas federais têm uma infraestrutura ainda precária, com campi em obras e laboratórios pouco aparelhados. Por outro lado, há uma aposta na qualidade. A federal do ABC é a primeira universidade brasileira com 100% dos professores doutores. Em cinco anos, abriu 14 programas de pós-graduação. (Págs. 1, A6 e A7)
Fundo de previdência com ações tem retorno maior
Investidores que aceitaram correr mais riscos aplicando parte dos recursos destinados à aposentadoria em ações foram beneficiados no longo prazo. Levantamento sobre o desempenho dos fundos de previdência, feito a pedido do Valor pela consultoria NetQuant, em parceria com a Towers Watson, mostra que as carteiras com até 49% de renda variável, limite máximo permitido, foram as mais rentáveis nos últimos dez anos.

Essas carteiras acumularam retorno médio de 263%, superior ao dos fundos de renda fixa, que tiveram um ganho médio de 240,3%. Nenhuma categoria de investimento, no entanto, conseguiu superar os 299,4% do CDI. Os fundos de renda fixa renderam em média 1,6% ao ano abaixo do CDI. (Págs. 1 e D1)
Brasileiros são processados por cartel nos Estados Unidos
Pela primeira vez, executivos brasileiros estão sendo processados nos Estados Unidos por formação de cartel. Ernesto Heinzelmann e Gerson Veríssimo são réus na Corte Distrital de Michigan e podem ter de pagar multas milionárias ou mesmo serem presos.

Os executivos foram presidentes no Brasil da Whirlpool e da Tecumseh, empresas acusadas de ter participado do cartel dos compressores (equipamentos usados em aparelhos de refrigeração). Eles já fizeram acordos para se livrar do processo no Brasil e pagaram multas do próprio bolso. Mesmo assim, os dois são alvos de processo por suposta violação à Lei Antitruste dos EUA - a Sherman Act. Procurados, Veríssimo e Heinzelmann preferiram não se manifestar. (Págs. 1 e A3)
Falta de água ameaça a exploração mineral na Argentina (Págs. 1 e A11)

Algumas indústrias que foram para China estão voltando aos Estados Unidos (Págs. 1 e B10)


Higiene e beleza em expansão
No ano passado, a operação brasileira da Avon cresceu 22,2% e transformou o país no principal mercado da empresa no mundo. O Brasil também ganhou importância para outras multinacionais do setor. (Págs. 1 e B3)
Saab mira grandes eventos no país
Os interesses da sueca Saab no Brasil não se restringem à disputa para a venda do caça Gripen à FAB. A empresa espera que a Copa e a Olimpíada gerem negócios nos segmentos de radares e sensores para segurança. (Págs. 1 e B12)
O avanço das máquinas chinesas
Há dois anos no Brasil, a fabricante chinesa de equipamentos pesados LiuGong investe na ampliação da rede de vendas para enfrentar as gigantes do setor, como Caterpillar, Volvo e New Holland. (Págs. 1 e B12)
Recorde em ACCs
O Banco do Brasil deve encerar o ano com valor recorde na concessão de adiantamentos de contrata de câmbio (ACC). Até 6 de outubro, os desembolsos já superavam o total de 2010. (Págs. 1 e C7)
Facilidades no Tesouro Direto
A partir de janeiro, será mais barato investir no Tesouro Direto, sistema de negociação de títulos públicos pela internet. Entre as mudanças está a reclusão da aplicação mínima para R$ 30,00. Bolsa e Tesouro também discutem a elevação do teto para aplicações. (Págs. 1 e D3)
General Shopping busca sócio
A General Shopping negocia a entrada de um parceiro estratégico. Entre as empresas que manifestaram interesse no negócio estão a Simon Property, líder no setor de “real estate" nos EUA, e o BTG Pactual, por meio de sua área deu “private equity". (Págs. 1 e D4)
Falidas mantêm portas abertas
Incentivadas pela Lei de Falências de Recuperação judicial, cada vez mais empresas falimentares conseguem manter suas atividades, seja por iniciativa dos próprios administradores judiciais ou pelo arrendamento a terceiros. (Págs. 1 e E1)
Ideias
Sergio Leo

A criação da coordenação de contenciosos do Itamaraty está completando dez anos de existência. (Págs. 1 e A2)
Ideias
Jeffrey Sachs

As economias mais bem-suceclidas estão na Escandinávia, com impostos altos, serviços públicos de alto nível e justiça social. (Págs. 1 e Al3)
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domingo, outubro 09, 2011

A HORA DO "ÂNGELUS" [In:] SERVIÇO DE UTILIDADE PÚBLICA


...


 
 
 

 
                      Mini-Aulas e Cursos de Cabala

Olá!

Em breve iremos começar novos estudos. Já a partir da próxima semana, estaremos iniciando o estudo anual de Torá, através de mini-aulas semanais. Este estudo é o alicerce do cabalista que procura viver em conexão com a Luz.



Lembramos que Todos os cadastrados em nosso site recebem as mini-aulas, sempre gratuitas, no sábado a noite, momento de inicio da semana na Cabala.
Se você já realizou o primeiro ano deste estudo, é hora de aprofundar, principalmente sua prática, através desta nova leitura. O momento do mundo pede transformação.
Se quiser, envie este convite para seus amigos e familiares que você acreditar que terão benefício com este estudo. Compartilhar é a missão primordial de um Cabalista.


Para os que têm interesse em nossos cursos presenciais, lembramos que estão abertas as inscrições para nosso primeiro Módulo 1 Intensivo em Brasília (29 e 30/10). As mesmas podem ser realizadas através de nosso site.
Novos cursos de iniciação (Módulo 1) no Rio e São Paulo acontecerão em Fevereiro/2012. As inscrições abrirão com 60 dias de antecedência.


Para os que já possuem iniciação no Módulo 1 em nossa escola,diversas opções de cursos, todas listadas no mural de avisos de nosso site.


Obrigado por sua atenção. 
Shalom! 

[]s Ian Mecler.
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www.portaldacabala.com.br
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sábado, outubro 08, 2011

EDITORIAL [In:] ''PORQUE HOJE É SÁBADO" *

...
"(...) para um olhar destreinado, um diamante pode aparentar não ser mais do que um simples pedaço de vidro".
ruadajudiaria.com/
...

Dia Da Criação

Vinicius de Moraes


Hoje é sábado, amanhã é domingo
A vida vem em ondas, como o mar
Os bondes andam em cima dos trilhos
E Nosso Senhor Jesus Cristo morreu na Cruz para nos salvar.

Hoje é sábado, amanhã é domingo
Não há nada como o tempo para passar
Foi muita bondade de Nosso Senhor Jesus Cristo
Mas por via das dúvidas livrai-nos meu Deus de todo mal.

Hoje é sábado, amanhã é domingo
Amanhã não gosta de ver ninguém bem
Hoje é que é o dia do presente
O dia é sábado.

Impossível fugir a essa dura realidade
Neste momento todos os bares estão repletos de homens vazios
Todos os namorados estão de mãos entrelaçadas
Todos os maridos estão funcionando regularmente
Todas as mulheres estão atentas
Porque hoje é sábado.

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http://youtu.be/jpfymRLaPaA



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Nota do Bloguista: 
Excelente!!! Excetuando-se a imagem de o Vinicius ''fumando'', devemos lembrar que, à sua época, fumar em ambiente público não era considerado ''não-politicamente correto".
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sexta-feira, outubro 07, 2011

XÔ! ESTRESSE [In:] ''POMBO CORREIO VOA LIGEIRO..." (*)

....
...
...
(*) Moraes Moreira.
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GOVERNO DILMA/MINISTÉRIO DA JUSTIÇA/CADE [In:] ''... NO NOVO TEMPO" (*)



O que muda nas fusões com o novo Cade



Com nova lei, Cade vai julgar menos processos de fusão
Autor(es): Juliano Basile
Valor Econômico - 07/10/2011
 
As férias do presidente do Cade, Fernando Furlan, e o passeio de carro que ele fazia com a mulher entre o Himalaia e o Tibete, na China, foram interrompidos por uma notícia inesperada: o Congresso aprovou o projeto da nova lei antitruste.Ampliar imagem
"Acho que foram minhas orações a Buda", afirmou Furlan ao Valor, por telefone. O projeto de lei tramitou por mais de seis anos no Congresso, o que deixou muitos integrantes do Cade céticos quanto à possibilidade de aprovação. Agora, com o texto aprovado na noite do dia 5, eles trocaram o ceticismo pelo trabalho de criar um novo órgão enquanto o atual tem que continuar em funcionamento. Será algo como trocar o pneu com o carro andando.
"Temos muitos desafios pela frente", admitiu Furlan. O primeiro será o de obter uma nova sede para receber os 200 técnicos que serão necessários para que o Super Cade cumpra a função de analisar fusões e aquisições previamente - o principal ponto da nova lei.Uma vez alojado, o Super Cade será dividido em dois. Haverá um tribunal com sete conselheiros, como ocorre hoje, e uma superintendência-geral, que terá duas funções. A primeira será a de conduzir as investigações de cartel - hoje feitas pela Secretaria de Direito Econômico (SDE) do Ministério da Justiça. Para cumprir essa função, todo o Departamento de Proteção e Defesa Econômica - equivalente a mais da metade da SDE - será transferido para o Super Cade.
A SDE será substituída por uma Secretaria Nacional de Defesa do Consumidor, segundo confirmou, ontem, o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo. Ele enfatizou que, como o projeto passou pelo Ministério do Planejamento, os 200 cargos serão criados, mesmo com o governo em fase de contenção de gastos. "Teremos um órgão aparelhado e bem estruturado em suas competências", disse Cardozo. "Será bom para o mercado, para os brasileiros e para o país", resumiu.
A segunda tarefa da superintendência-geral será a de analisar os 
negócios das empresas em tempo hábil para evitar que eles fiquem travados, à espera de uma decisão. As fusões simples, por exemplo, vão receber um pedido de aprovação imediata. Já os casos complexos vão ter uma tramitação que pode se alongar até o máximo de 330 dias. Hoje, o Cade demora até dois anos para julgar esses processos, a exemplo do que aconteceu com a compra da Sadia pela Perdigão ou a aquisição da Garoto pela Nestlé.
Agora, as empresas vão ter que ser ágeis para prestar todas as informações possíveis para que o Cade possa julgar os seus negócios rapidamente. "A análise prévia das fusões evitará problemas como os que aconteceram com a compra da Garoto pela Nestlé", avaliou o advogado José Del Chiaro, referindo-se ao negócio que foi fechado pelas empresas, em 2002, vetado pelo Cade, em 2004, e, até hoje, aguarda decisão do Judiciário.
O número de negócios que o Cade analisa hoje deve diminuir, pois, hoje, as empresas que faturam mais de R$ 400 milhões são obrigadas a submeter todos os seus negócios para o órgão antitruste julgar, inclusive a compra de pequenas companhias. Isso inunda o Cade de pequenos processos e tira o tempo necessário para decidir sobre grandes fusões. Já a nova lei estabelece que só vão ser julgadas as fusões e aquisições envolvendo uma empresa que faturar R$ 400 milhões e outra que obtenha R$ 30 milhões. Ou seja, apenas negócios de porte médio para grande serão de fato apresentados.
A transição do Cade atual para o Super Cade terá seis meses contados a partir da sanção da nova lei pela presidente Dilma Rousseff. "Nesse meio tempo, a Lei Antitruste atual (nº 8.884) continua em vigor", afirmou o secretário de Direito Econômico, Vinícius Carvalho. Ele disse que foram organizados grupos específicos envolvendo o Cade, a SDE e a Secretaria de Acompanhamento Econômico (Seae) do Ministério da Fazenda para fazer a transição.
O conselheiro Olavo Chinaglia explicou que o prazo de transição pode ser ampliado, caso as empresas peçam que a sua fusão seja analisada pela lei anterior. As fusões que estão em análise no órgão antitruste, como a união entre Pão de Açúcar e as Casas Bahia, ou a compra da Webjet pela Gol, também permanecem sob a Lei nº 8.884. OU seja, não podem ser aprovadas de imediato ou no prazo máximo de 330 dias que foi previsto pela nova lei.
Outra mudança importante foi a previsão de que a multa máxima por cartel seja de 30% do faturamento da empresa no setor em que houve a infração, e não mais do faturamento total da empresa, como é hoje. Carvalho disse que isso não vai implicar em redução de pena, pois o Super Cade vai poder aplicar multas equivalentes aos danos causados pelas empresas nos consumidores. "Se o dano for superior a 30% do faturamento, poderemos aplicar multas ainda maiores", enfatizou Carvalho.
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(*) Ivan Lins.
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GOVERNO DILMA [In:] NÃO FAÇAM O QUE ENSINAMOS ...



PLANALTO AVISA A GREVISTAS QUE SÓ VAI PAGAR A INFLAÇÃO



GREVES IRRITAM GOVERNO
Autor(es): CRISTIANE BONFANTI
Correio Braziliense - 07/10/2011
Insistência de manifestantes desafia o Palácio do Planalto. Dilma ordena às estatais que só aceitem repor a inflação
A radicalização dos funcionários dos Correios e dos bancários está irritando o governo. Muito além dos prejuízos à população, que enfrenta o atraso na entrega de 150 milhões de cartas e encomendas e tem dificuldades para pagar suas contas em dia, o temor do Palácio do Planalto é que a resistência dos grevistas em encerrar o movimento e a exigência de aumentos salariais elevados motivem outras categorias a pressionar o poder público, empurrando para cima os preços de produtos e serviços em todo o Brasil. Não à toa, a presidente Dilma Rousseff deu ordem para que o Departamento de Coordenação e Governança das Empresas Estatais (DEST) tenha pulso firme com os presidentes e diretores das companhias, em especial Banco do Brasil, Petrobras, Caixa Econômica Federal e ECT.
O comando, dado por meio da ministra do Planejamento, Miriam Belchior, é para que eles concedam, no máximo, a reposição da inflação. Os motivos para tanta preocupação são simples. Com mais dinheiro no bolso, os trabalhadores vão às compras e aumentam a demanda por produtos, o que faz a inflação disparar. As empresas, por sua vez, repassam ao consumidor o custo dos aumentos salariais. Outro perigo que o governo quer evitar é a volta da indexação de preços.
O tom das conversas na equipe da presidente Dilma ficou ainda mais áspero nesta semana, depois de os funcionários dos Correios rejeitarem a proposta de aumento de R$ 80 mais reajuste de 6,87% nos salários e benefícios formalizada na terça-feira, durante reunião de conciliação no Tribunal Superior do Trabalho (TST).
Em assembleias em todo o país, eles preferiram manter a paralisação iniciada em 14 de setembro e bater o pé por um aumento de R$ 200 a todos os trabalhadores, além de reposição da inflação calculada em 7,16% e da elevação do piso salarial de R$ 807 para R$ 1.635.
O alerta do Planalto deve-se não apenas aos pedidos dos
bancários e dos funcionários dos Correios, mas também ao fato de outras categorias terem conquistado aumentos expressivos neste ano. Para se ter ideia, balanço do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) mostrou que, de um total de 353 negociações salariais realizadas no primeiro semestre, 93% tiveram reajustes iguais ou superiores à inflação.
Na avaliação de Frederico Araújo Turolla, professor de administração da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM-SP) e sócio da Pezco Consultoria, os sindicatos estão lutando para assegurar reajustes elevados porque perceberam que os próximos anos serão mais difíceis, em razão das incertezas econômicas. "Por algum tempo, houve a possibilidade de reajustes generosos no setor público, por causa da folga fiscal, e no privado, por causa do crescimento vigoroso da economia. Mas a fase das vacas gordas está passando e os aumentos terão de ser mais modestos", afirmou Turolla.
Impasse bancário
No caso dos bancários, a briga também é por um aumento real.
A categoria, de braços cruzados desde 27 de setembro, quer um reajuste de 12,8% (reposição da inflação mais 5%). Ontem, a paralisação atingiu 8.758 agências de bancos públicos e privados em todo o país. Enquanto o impasse não é resolvido, o brasileiro sofre para honrar compromissos e até mesmo sacar ou depositar dinheiro. Os bancos continuam lotados mesmo em meio à greve, pois muitos tentam resolver, sem sucesso, a vida nos caixas eletrônicos. O problema já afeta inclusive as transações na internet.
Poupança capta R$ 4 bi
Apesar da inflação, o avanço do emprego e da renda está permitindo aos brasileiros pouparem mais. Em setembro, o saldo da caderneta de poupança ficou positivo (mais depósitos que retiradas) em R$ 4,1 bilhões. O valor é praticamente o dobro de agosto, R$ 2,2 bilhões. O mês passado foi o quarto consecutivo com resultado da aplicação no azul. O bom desempenho coincide com os meses marcados pela piora da crise econômica mundial. Em períodos de incerteza, investimentos de maior risco, como em ações na bolsa, são evitados pelos aplicadores, que preferem um porto seguro, como a velha caderneta ou os fundos de renda fixa. Do total captado R$ 1,8 bilhão foi depositado na Caixa Econômica Federal. Sozinha, a Caixa detém, praticamente, um terço da caderneta de poupança.
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''QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?''


SINOPSES - RESUMO DOS JORNAIS



07 de outubro de 2011

O Globo

Manchete: Desmatamento é maior em 'áreas de proteção’
Derrubada mais que dobrou; ministério admite falha de fiscalização

Criadas para preservar e conter a destruição de florestas, as áreas de proteção e de conservação declaradas pelo governo são alvo de grande devastação, assim como as terras indígenas. Em 132 Unidades de Conservação observadas pelos satélites do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), o desmatamento mais do que dobrou entre 2000 e 2010, passando de 5.036 para 11.463 quilômetros quadrados - aumento de 127,6%. Nessas regiões, a maior parte na Amazônia Legal, o desmate é feito aos poucos, e o estrago só é detectado quando alcança grandes proporções. O Brasil tem hoje 310 Unidades de Conservação, que ocupam 75 milhões de hectares - ou 8,5% de todo o território nacional. O Instituto Chico Mendes, vinculado ao Ministério do Meio Ambiente, admite que a fiscalização é deficiente. (Págs. 1 e 3)

Governo quer mudar lei da meia-entrada
Um dia após ser aprovado na Câmara, o Estatuto da Juventude foi criticado pelo próprio líder governista, Cândido Vaccarezza. O governo não quer que a meia-entrada para estudantes de 15 a 29 anos tenha validade na Copa do Mundo. O texto deverá sofrer mudanças no Senado. (Págs. 1, 10 e 11)

TST manda 40% dos Correios voltarem ao trabalho (Págs. 1 e 33)

Dólar cai 2,5%. BC pode cortar juro em 0,5 ponto
Pela primeira vez em três semanas, o dólar voltou a ser negociado abaixo de R$ 1,80. A moeda recuou 2,51 % e fechou a R$ 1,786. O presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, indicou que pode cortar os juros básicos em 0,5 ponto percentual na próxima reunião do Copom. (Págs. 1 e 31)
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Folha de S. Paulo

Manchete: Meia-entrada vai custar R$ 180 mi; Fifa rejeita fatura
Prefeito do Rio sugere que Estados, União e municípios banquem o benefício; outras cidades-sedes são contra

A Fifa informou ao governo federal que a concessão de meia-entrada na Copa-14 pode custar US$ 100 milhões (R$ 180 milhões) a entidade, relatam Natuza Nery e Filipe Coutinho.

A estimativa do potencial prejuízo foi usada como argumento pela entidade para vetar o desconto a idosos e estudantes no país. (Págs. 1 e Esportes D6)

Painel FC

Comitê propõe anulação de leis locais no Mundial. (Págs. 1 e Esporte D4)
Foto-legenda: Meio búlgara
Dilma Rousseff visita o túmulo do meio-irmão, Luben, em Gabrovo, cidade de seu pai; milhares foram a praça em frente à escola ver a presidente. (Págs. 1 e Mundo A20)
Foto-legenda: Lotação
Pátio de montadora no ABC paulista; produção de veículos caiu 20%, mas estoque está elevado. (Págs. 1 e Mercado B1)
Deputado recua de acusações e diz que colegas são 'gente boa'
O deputado estadual de São Paulo Roque Barbiere (PTB) recuou da acusação contra colegas, de negociar emendas do Orçamento, e disse que os integrantes da Casa são "gente boa".

Em depoimento por escrito ao Conselho de Ética, Barbiere afirmou que foi mal interpretado, criticou a imprensa e voltou a atacar o governo Alckmin. (Págs. 1 e Poder A4)
Prefeitura libera, e Center Norte vai reabrir hoje
Interditado desde quarta, o Center Norte foi autorizado pela prefeitura a reabrir suas portas hoje após novo relatório da Cetesb descartar risco de explosões. A decisão vem seis dias após alerta em sentido contrário.

Kassab e o pré-candidato Bruno Covas (PSDB) estavam na vistoria. (Págs. 1 e Cotidiano C1)
Boa Notícia: Hospital de SP terá centro para uso do DNA contra câncer
O Hospital Sírio-Libanês, de São Paulo, está criando um centro de oncologia molecular para usar dados do DNA e tentar criar drogas antitumor personalizadas e mais precisas. Parceria com o Instituto Ludwig, o local deve ficar pronto no início de 2012 e ter investimento de R$ 30 milhões. (Págs. 1 e Saúde C12)
JAC anuncia hoje fábrica de R$ 900 milhões na Bahia (Págs. 1 e Mercado B3)

Editoriais
Leia "Trabalho para todos", sobre o mercado aquecido no Brasil, e "O exemplo de Jobs", acerca de condições para o surgimento de inovações. (Págs. 1 e Opinião A2)
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O Estado de S. Paulo

Manchete: Disputa por verba é estopim do escândalo das emendas
Deputado Barbiere denunciou esquema depois que bancada evangélica investiu em seu reduto eleitoral

Disputas por redutos eleitorais no interior paulista, acirradas pelo uso de repasses de verba estadual e também federal, fizeram vir a público o escândalo das emendas na Assembleia de São Paulo. Parlamentares da bancada evangélica em Brasília e na Assembleia direcionaram mais de R$ 5 milhões para a base eleitoral do deputado estadual Roque Barbiere (PTB). A maior fatia foi para Birigui, cidade em que Barbiere obteve mais de 50% dos votos na eleição de 2010, mas foi derrotado na disputa pela prefeitura em 2008. A amigos, Barbiere disse que a "invasão" dos evangélicos em seus redutos eleitorais estaria entre os motivos que o levaram a denunciar a venda de emendas na Assembleia. O reforço dessa estratégia com recursos federais também teria desagradado ao parlamentar. (Págs. 1 e Nacional A4)


Deputado confronta Alckmin

Roque Barbiere (PTB) cobrou do governo resposta a requerimento enviado à Casa Civil em 2010 no qual fazia questionamentos sobre emendas. (Págs. 1 e A4)
Hospital da Unifesp em estado precário
Lavanderia do Hospital São Paulo, afetada por incêndio há duas semanas e que ainda não foi consertada; o estado do hospital, ligado à Universidade Federal de São Paulo, é precário: há gordura acumulada na cozinha, fiação exposta e lixo que demora a ser recolhido. A direção disse que as reformas começam no ano que vem. (Págs. 1 e Vida A20)

Produção de carros tem queda de 20%, a maior desde 2008
A produção de veículos em setembro caiu 19,7% em relação a agosto. Foi a maior queda desde dezembro de 2008, auge da crise internacional. Na comparação com o mesmo mês de 2010, houve redução de 6,2%. Para especialistas, a alta da venda de importados é uma das causas. (Págs. 1 e Economia B1)

IPTU 2012 será, em média, 5,5% mais caro (Págs. 1 e Cidades C7)

Brasil mata mais que México em guerra
A taxa de homicídios no Brasil é de 22,7 por 100 mil habitantes, a quinta maior da América Latina, relata a ONU. No México, que vive guerra com o narcotráfico, é 18,1 por 100 mil. (Págs. 1 e Cidades C6)

Center Norte é liberado para abrir
A interdição do Shopping Center Norte foi suspensa ontem pela Prefeitura após a Cetesb atestar o funcionamento do sistema para drenar o metano no subsolo. (Págs. 1 e Cidades C1)

Nelson Motta
A verdadeira faxina

A proibição de doações de pessoas jurídicas para as campanhas seria a mãe de todas as faxinas no processo eleitoral e a sua real democratização. (Págs. 1 e Nacional A10)

Notas & Informações
As emendas paulistas

Nada leva a crer que a Assembleia e o governo estejam dispostos a apurar as denúncias a fundo. (Págs. 1 e A3)
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Valor Econômico

Manchete: Estados contêm investimentos
A cautela na previsão de investimentos é a nota dominante nos orçamentos dos governos estaduais para o próximo ano, segundo levantamento feito pelo Valor. As propostas dos governos da Bahia e de Santa Catarina preveem redução nominal nos recursos destinados a investimentos. Em Minas Gerais, também há redução quando se considera a dotação do Tesouro, mas aumento quando se leva em conta as aplicações previstas pelas empresas estatais.

São Paulo também entra no grupo de Estados com freio nos investimentos, porque mantém para 2012 o mesmo valor nominal orçado para este ano, mesmo com previsão de crescimento de 11,23% da receita total no próximo ano. (Págs. 1 e A3)
O que muda nas fusões com o novo Cade
A aprovação da nova lei antitruste pelo Congresso, na quarta-feira, vai fazer com que as fusões e aquisições só sejam efetivadas com a aprovação do "Super Cade". Com isso, as empresas terão de correr para enviar o máximo de informações possíveis para que o novo órgão antitruste julgue rapidamente os seus negócios.

Para o presidente do Cade, Fernando Furlan, haverá uma mudança radical na forma pela qual empresas fazem fusões e aquisições no Brasil. "Hoje, a área societária dos escritórios de advocacia faz uma fusão e, depois, entrega para a área antitruste, pedindo que e1es achem um jeito para aprová-la", disse Furlan. Ou seja, antes de realizarem uma fusão, as empresas terão de verificar o risco de prejudicar a concorrência. Para especialistas, a mudança é revolucionária. (Págs. 1 e A6)
Ricos querem mais verbas de emergentes para o FMI
A previsão de que os emergentes serão severamente afetados pela crise na zona do euro serve de apoio a uma ofensiva dos países ricos para obterem mais recursos das economias em desenvolvimento. Na mais recente reunião de negociadores do G-20, na semana passada em Paris, o Fundo Monetário Internacional (FMI) previu "aterrissagem forçada" nos emergentes. Agora, o governo Francês propõe um aumento de recursos do FMI que poderia superar US$ 1 trilhão.

O Valor apurou que a França quer o compromisso do G-20 de que os recursos bilionários dos Novos Acordos para Empréstimos (NAB), linha temporária de crédito, continuem intactos. Os franceses defendem que quando os países-membros aprovarem a duplicação das cotas do Fundo para US$ 750 bilhões não poderão transferir seus recursos do NAB e terão de aportar dinheiro novo. O Brasil tem US$ 14 bilhões no NAB e precisaria pôr mais US$ 6 bilhões para integrar o novo regime de cotas. Pela proposta francesa, teria de desembolsar US$ 20 bilhões. (Págs. 1 e C10)
Caminhão menos poluente abre trilha de novos negócios
A menos de cem dias da entrada em vigor das novas normas de controle nas emissões de poluentes por veículos pesados, uma ampla cadeia de fornecedores acelera medidas para ocupar o nicho de mercado criado. As grandes redes de distribuição de combustível já mapearam os postos que serão adaptados para vender o diesel menos poluente da Petrobras, o S50, de uso obrigatório nos caminhões que serão produzidos a partir do ano que vem. Ao todo, aproximadamente 1,5 mil postos já se apresentaram à Agência Nacional do Petróleo (ANP) para oferecer o produto.

Já a indústria química faz os últimos ajustes para iniciar a produção do agente redutor Arla 32, uma solução de ureia usada no sistema de escapamento para diminuir em 60% as emissões de óxidos de nitrogênio. A Vale Fertilizantes - que será, junto com a Petrobras, a principal fabricante do produto - está concluindo as adaptações no complexo industrial de Araucária (PR) para começar a produção. (Págs. 1 e B8)
Governo desonera instalação de salas de cinema (Págs. 1 e A6)

"Custo Brasil" impede lançamento de carros modernos no país, diz Ghosn (Págs. 1 e B9)

Iberia aposta no baixo custo
Como parte do esforço para reduzir custos após a fusão com a British Airways, a Iberia estreia em 2012 sua subsidiária de baixo custo, a Iberia Express, que começará a voar com quatro Airbus A320. (Págs. 1 e B4)

Defesa de mercado
Maior varejista de materiais de construção do Nordeste, a Ferreira Costa investe na expansão da rede para se proteger da investida das gigantes do setor. A primeira inauguração será no Recife, no início de 2012. (Págs. 1 e B4)

Biomm busca novos sócios
Depois de anunciar a construção de uma fábrica de insulina no Brasil, orçada em R$ 300 milhões, a Biomm busca novos investidores para expandir seus negócios. O Itaú BBA foi contratado para assessorar a empresa na operação. (Págs. 1 e B9)
S. Terezinha pode concluir usina
O grupo paranaense Santa Terezinha estuda retomar a construção da usina Paraná, em Eldorado (MS). A unidade, projetada para produzir apenas etanol, está com 70% das obras industriais concluídas e parte dos canaviais implantados. (Págs. 1 e B14)

Crise deve dificultar rolagens
A bonança no crédito corporativo anterior à crise de 2008 e os acordos de curto prazo feitos pouco depois da quebra do Lehman Brothers deixaram dívida de US$ 44 bilhões para o setor privado brasileiro, com vencimentos entre 2011 e 2015, segundo a KPMG. (Págs. 1 e C1)

Risco de conflito de interesses
Pelo segundo ano consecutivo, entre as 200 maiores empresas abertas do país, 93 contrataram seus auditores para prestar outros serviços além da checagem de balanços. A consultoria já representa mais da metade da receita das grandes empresas do setor. (Págs. 1 e D1)

Crise afugenta o investidor
Os reflexos da crise no mercado de capitais brasileiro reduziram o número de pessoas físicas na bolsa pelo quarto mês consecutivo em setembro. O volume movimentado também caiu 26% em relação ao recorde de agosto. (Págs. 1 e D2)

Casino avança no Pão de Açúcar
O Casino aumentou sua participação no capital do Grupo Pão de Açúcar para 48,1%. Em junho de 2012, os franceses poderão assumir o controle, conforme acordo assinado com o sócio brasileiro. (Págs. 1 e D9)
Ideias
Claudia Safatle

Certas ou erradas, as mensagens dadas pelo Banco Central têm se perdido em meio à cacofonia no governo. (Págs. 1 e A2)

Ideias
Armando Castelar Pinheiro

Uma comissão especializada em julgar magistrados, como o CNJ, é mais visível e fácil de monitorar do que as corregedorias. (Págs. 1 e A15)
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quinta-feira, outubro 06, 2011

XÔ! ESTRESSE [In:] GRAVE, GREVE & ''GRAVE''

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... Parafraseando: "SAÚDE PARA QUEM PRECISA. (...) QUEM PRECISA DA SAÚDE ? ''



SAÚDE É A QUE MENOS GANHA COM ARRECADAÇÃO RECORDE



SAÚDE NA LANTERNINHA
Autor(es): agência o globo:Regina Alvarez
O Globo - 06/10/2011
Com a arrecadação federal batendo recorde, o gasto do setor sobe apenas 4,5%

A ênfase que a gestão da presidente Dilma Rousseff dedica à área social não se reflete nas contas públicas de 2011. A evolução desses gastos está bem aquém da expansão recorde da arrecadação federal. Até agosto, a receita líquida do governo cresceu R$84,3 bilhões, ante o mesmo período do ano passado, o que representou um aumento de 18,8%. Mas apenas 10% dessa receita - R$8,4 bilhões - foram aplicados em gastos sociais. E, nesse quesito, as despesas subiram 10% ante os 18,8% da arrecadação. Ainda na mesma comparação, a área de saúde foi a que menos ganhou, ficando com apenas 2% do aumento da arrecadação. Os gastos com saúde cresceram 4,5%, o menor percentual entre os gastos sociais, no momento em que o governo discute a criação de um novo imposto para custear os gastos com saúde. A maior fatia ficou com a economia para pagamento de juros da dívida pública, dentro da estratégia de austeridade fiscal: R$40,1 bilhões, quase 50% do que entrou a mais nos cofres federais nos oito primeiros meses do ano.
Somadas, as despesas de custeio e investimentos com saúde, educação e desenvolvimento social passaram de R$84 bilhões para R$92,4 bilhões, na comparação de janeiro a agosto de 2010 com o mesmo período de 2011.
A análise das contas públicas mostra que essas despesas com saúde foram as que menos cresceram entre os gastos sociais, mesmo com o comando constitucional que assegura um piso de gastos nessa área. Os desembolsos com saúde, especificamente, tiveram expansão nominal de apenas 4,5%, ao passo que aqueles com o superávit primário aumentaram 135%.
Para pagar juros, mais R$40,1 bilhões
As despesas com educação aumentaram R$3,5 bilhões até agosto, 4,1% do total de aumento da arrecadação. Passaram de R$22,7 bilhões para R$26,2 bilhões, num alta 15,4%, também abaixo do alta das receitas da União. Já os gastos do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome - basicamente com o Bolsa Família e com assistência a idosos e portadores de necessidades especiais - aumentaram R$3,3 bilhões no período, passando de R$26,2 bilhões para R$29,5 bilhões, uma expansão de 10%.
A maior parcela do aumento da arrecadação foi mantida no caixa do Tesouro para reforçar o superávit primário, que cresceu R$40,1 bilhões entre janeiro e agosto, na comparação com o mesmo período de 2010. A economia para pagar os juros da dívida federal passou de R$29,7 bilhões para R$69,8 bilhões, de forma a fazer frente à decisão da área econômica de cumprir este ano a meta de superávit cheio, sem desconto das despesas com o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).
O economista Amir Khair, especialista em contas públicas, considera que o governo tem que acelerar os gastos com saúde:
- Tem que pisar mais forte nessa área, destinar mais recursos. A saúde é uma área muito sensível e muito precária - destaca.
Khair observa ainda que o acúmulo de superávit primário é para pagar a conta de juros, que este ano está sendo recorde. O economista defende ainda a redução dos juros básicos da economia como forma de direcionar mais recursos à área social.
O economista Marcelo Neri, da Fundação Getulio Vargas, considera adequado o governo ter optado em 2011 por uma combinação de ajuste fiscal com políticas sociais que não têm grande impacto nas contas públicas, como o Bolsa Família, diante da crise internacional. Ele cita como exemplo o reajuste e ampliação dos benefícios do programa:
- O governo está expandindo programas que têm impacto pequeno nas contas, mas grande impacto social - destaca. - Ao contrário do reajuste do salário mínimo, que tem grande impacto nas contas públicas sem beneficiar os mais pobres dos pobres, o Bolsa Família é tão bem focado, que uma expansão do programa tem um impacto bastante razoável na pobreza sem onerar demasiadamente as contas públicas.
Neri lembra ainda que este ano é pós-eleitoral e, seguindo o ciclo político da democracia brasileira, é um ano contracionista, ou seja, de contenção dos gastos públicos, na comparação com o ano passado.
Do aumento da arrecadação nos oito primeiros meses de 2011, foram destinados R$16,4 bilhões para despesas da Previdência Social, que passaram de R$159,4 bilhões para R$175,8 bilhões, na carona do reajuste do salário mínimo. E outros R$11 bilhões foram destinados às despesas com pessoal, que passaram de R$106,8 bilhões para R$117,8 bilhões.
A receita líquida corresponde aos impostos e contribuições federais, já descontadas as transferências para estados e município.
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