PENSAR "GRANDE":

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[NÃO TEMOS A PRESUNÇÃO DE FAZER DESTE BLOGUE O TEU ''BLOGUE DE CABECEIRA'' MAS, O DE APENAS TE SUGERIR UM ''PENSAR GRANDE''].
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“Pode-se enganar a todos por algum tempo; Pode-se enganar alguns por todo o tempo; Mas não se pode enganar a todos todo o tempo...” (Abraham Lincoln).=>> A MÁSCARA CAIU DIA 18/06/2012 COM A ALIANÇA POLÍTICA ENTRE O PT E O PP.

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''Os Economistas e os artistas não morrem..." (NHMedeiros).

"O Economista não pode saber tudo. Mas também não pode excluir nada" (J.K.Galbraith, 1987).

"Ranking'' dos políticos brasileiros: www.politicos.org.br

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# 38 RÉUS DO MENSALÃO. Veja nomes nos ''links'' abaixo:
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quinta-feira, março 29, 2012

XÔ! ESTRESSE [In:] A GENIALIDADE ESTÁ PARTINDO...


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''QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?''

SINOPSES - RESUMO DOS JORNAIS

29 de março de 2012

O Globo


Manchete: Congresso aprova a nova previdência para servidor

Dilma já quer fazer contratações do Executivo este ano sob o novo modelo

Numa vitória do Planalto, o Senado aprovou a criação do Regime de Previdência Complementar do Servidor Público da União. Pelas novas regras, o funcionário, assim como é hoje para o trabalhador da iniciativa privada, terá que contribuir para um fundo complementar se quiser receber aposentadoria acima do teto do INSS - atualmente de R$ 3.900. O projeto autoriza a criação de até três fundos de previdência complementar, um para cada poder. A mudança afetará apenas os novos servidores civis da União. O projeto vai a sanção da presidente Dilma, que planeja criar imediatamente o fundo do Executivo para que as contratações deste ano já sejam pelo novo regime. O objetivo da mudança é zerar, até 2047, o déficit da previdência pública, que já chega a R$ 60 bilhões. A oposição votou pela proposta do governo, mas cobrou ajustes.

Na Câmara, foi aprovada a Lei Geral da Copa de 2014. (Págs. 1, 3 e Caderno Esportes)

Governo se reaproxima da base e ameniza crise

Resultado de nova estratégia para melhorar o diálogo com parlamentares, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, convidou líderes de partidos aliados para um café da manhã e antecipou que anunciará novas medidas econômicas na semana que vem. (Págs. 1 e 3)

Papa pede liberdade em Cuba

Bento XVI condena embargo dos EUA e se encontra com Fidel

Diante de 300 mil pessoas na Praça da Revolução em Havana, o Papa Bento XVI defendeu a busca da "liberdade autêntica" pelo povo cubano. E cobrou do governo condições para maior participação da Igreja no país. Antes de deixar Cuba, condenou o embargo dos EUA e esteve meia hora com Fidel, que lhe perguntou o que faz um Papa e pediu sugestão de livros. O Pontífice negou reunião com dissidentes. (Págs. 1, 31, Demetrio Magnoli e editorial "Papa reforça missão da Igreja")

Obituário

O legado de Millôr Fernandes, homem que militava no jornalismo, no humor, no teatro e nas artes gráficas. Criador do "Pasquim", ele morreu ontem, aos 88 anos, de falência múltipla dos órgãos, em sua casa, em Ipanema. (Págs. 1 e Segundo Caderno)

Repasses a Demóstenes são citados em gravação

Em novas gravações divulgadas ontem pelo "Jornal Nacional", o contraventor Carlinhos Cachoeira, em conversas com um sócio e o contador, cita seis vezes o nome de Demóstenes Torres (DEM-GO), associando o senador a valores que ultrapassam R$ 3 milhões. (Págs. 1, 9 e editorial "O alerta por trás do caso Demóstenes")

Brasileiro lê 4 livros no ano e só termina 2

Brasileiros estão lendo cada vez menos, mostra o Instituto Pró-Livro. Cada pessoa lê quatro livros por ano - em 2007, eram 4,7 -, mas termina 2. Cerca de 75% dos brasileiros nunca foram a uma biblioteca. (Págs. 1 e 15)

Fundão já tem processo de revitalização

A chegada de 36 empresas em edifícios futurísticos e um plano diretor que prevê investimentos da ordem de R$ 86 milhões até 2020 ajudam a revitalizar a Cidade Universitária, há décadas abandonada, na Ilha do Fundão. (Págs. 1 e 16)

STJ: só sangue e bafômetro podem provar embriaguez

A 3ª Seção do Superior Tribunal de Justiça decidiu que só o teste do bafômetro e o exame de sangue servem como prova de embriaguez em processos contra motoristas flagrados dirigindo após beber. (Págs. 1 e 14)

Dilma evita "tsunami" mas ataca os ricos

Em Nova Délhi, na reunião de países emergentes, a presidente Dilma atacou as "novas e perversas formas de protecionismo" de países ricos, mas evitou a expressão "tsunami monetária" prevista no discurso. (Págs. 1 e 23)

Após alta, Lula anuncia volta às atividades políticas (Págs. 1 e 4)


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Folha de S. Paulo


Manchete: Tribunal livra de prisão quem recusar bafômetro

STJ decide que testemunho contra motorista não será aceito em ação criminal

O STJ (Superior Tribunal de Justiça) decidiu, por 5 votos a 4, que imagens e relatos de testemunhas, incluindo o de policiais, não poderão mais ser aceitos para fundamentar processo criminal contra o motorista que dirige embriagado.

A decisão esvazia a lei seca, já que o teste do bafômetro ou o exame de sangue não são obrigatórios - ninguém pode ser coagido a produzir prova contra si. (Págs. 1 e Cotidiano C1)

Tumor de Lula desaparece e ele diz que está de volta a política

Exames revelaram que Lula não tem mais tumor na laringe. Após cinco meses de tratamento, ele anunciou que voltará a vida política por achar que "o país precisa continuar crescendo".

Para petistas, em breve, o ex-presidente deve se envolver mais com a eleição. (Págs. 1 e Poder A4)

Após prometer verba, Dilma obtém vitórias no Congresso

Depois de prometer liberar emendas a parlamentares, o governo conseguiu aprovar a criação do fundo de previdência do servidor federal, no Senado, e a Lei Geral da Copa, na Câmara.

Para a ministra Ideli Salvatti, a vitória não se deve a promessa de verba. Recentemente, Dilma afirmou que não aceitaria a política do "toma lá da cá". (Págs. 1 e Poder A8)

Fotolegenda: Catecismo

Bento 16 e Fidel Castro, durante encontro em que o líder cubano quis saber qual a missão de um papa; segundo o Vaticano, o pontífice tratou da situação dos dissidentes do regime em conversa com Raúl Castro. (Págs. 1 e Mundo A16)


Millôr Fernandes (1923-2012)

‘Agente só morre uma vez. Mas é pra sempre’
Escritor, desenhista, jornalista e dramaturgo morre aos 88 anos. (Págs. 1 e Cotidiano C10 e C12)

TJ-SP põe fim a verba ilegal, mas valor já pago não será devolvido

O Tribunal de Justiça de São Paulo pôs fim ao pagamento a desembargadores de licenças-prêmios que contabilizam períodos em que eles trabalharam como advogados, antes de ingressarem no serviço público.

Mesmo considerados ilegais, os valores já pagos não serão restituídos aos cofres, pois foram recebidos pelos magistrados de boa-fé, decidiu o tribunal. (Págs. 1 e Poder A14)

Aula de reforço será opcional, afirma agora governo de SP

A Secreta ria da Educação do Estado de São Paulo afirmou ontem que o reforço fora do horário regular será oferecido, mas apenas em escolas que fizerem o pedido. Elas deverão ter salas e professores disponíveis para a atividade. Na semana passada, porém, a pasta afirmará que esse reforço seria extinto devido à baixa presença de alunos. (Págs. 1 e Cotidiano C4)

Tabela de pontos definirá desconto no IPI de carros

Uma tabela de pontuação para montadoras instaladas no país definirá o valor do IPI de carros - quanto mais pontos acumulados, maior a redução no imposto. O principal critério para pontuar será o conteúdo regional (do Mercosul), informa Clovis Rossi, de Nova Deli. O anúncio oficial do pacote deve ocorrer em abril. (Págs. 1 e Mercado B1)

Brasil tem de gastar mais para evitar atrasos na Copa, diz Fifa (Págs. 1 e Esporte D8)


Editoriais

Leia "Indústria para todos", sobre risco de desindustrialização; e "Dois artistas", acerca das mortes dos humoristas Chico Anysio e Millôr Fernandes. (Págs. 1 e Opinião A2)

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O Estado de S. Paulo


Manchete: Lei seca só vale se motorista passar por bafômetro, diz STJ

Motorista que se recusar a se submeter ao teste, para não produzir provas contra si, não poderá ser punido

O motorista que se recusar a fazer o teste do bafômetro ou o exame de sangue não poderá ser punido por dirigir embriagado, mesmo que haja sinais de embriaguez. Por decisão do Superior Tribunal de Justiça, só é possível processar o motorista se houver comprovação, por meio de bafômetro ou exame de sangue, de que ele dirigia tendo concentração de álcool no sangue superior a 0,6 grama por litro. Na prática, a decisão esvazia a lei seca, porque o motorista não é obrigado a produzir provas contra si. "A norma surgiu recheada de dúvidas", comentou o ministro Og Fernandes. Só o Supremo Tribunal Federal poderá alterar essa decisão - os processos que passaram pelo STF até o momento, no entanto, confirmam a necessidade de exame de sangue ou do bafômetro. Um projeto de lei já votado no Senado e que está na Câmara pune o motorista por qualquer quantidade de álcool e permite comprovar a embriaguez de outras formas, como a avaliação da autoridade de trânsito ou o depoimento de testemunhas. (Págs. 1 e Cidades C1 e C4)

Mano Menezes na blitz

O técnico da seleção, Mano Menezes, foi parado anteontem numa blitz da lei seca na zona sul do Rio. Ele se recusou a fazer a teste do bafômetro foi multado em R$ 957,70 a levou 7 pontos na carteira. (Págs. 1 e Cidades C4)

Lula tem alta e está liberado para atividade política

O médico Roberto Kalil Filho informou que o tratamento de combate ao câncer na laringe do ex-presidente Lula foi “100% um sucesso". Lula recebeu alta e, nos próximos anos, será submetido a avaliações para verificar se houve cura definitiva da doença. “Vou voltar a vida política porque eu acho que o Brasil precisa continuar crescendo", afirma o petista em mensagem. (Págs. 1 e Nacional A4)


Millôr Fernandes: O filósofo debochado

O jornalista, escritor; dramaturgo e cartunista Millôr Fernandes, um dos grandes expoentes do pensamento crítico brasileiro, morreu anteontem à noite, aos 88 anos. O humor sarcástico, em frases e aforismos, era sua marca. Para Glauco Mattoso, se tivesse vivido durante o Iluminismo, Millôr seria uma espécie de Voltaire". (Págs. 1 e Vida A27 a A29)

Repercussão

Ziraldo, Cartunista
"Para nó, ele era um deus. Para mim, foi o maior filósofo do Brasil”

Zuenir Ventura, Escritor
"O Brasil e toda nossa geração perdem uma referência intelectual"

Sérgio Augusto: Lá se foi nossa grande inteligência.

Teixeira Coelho: Artista que passou por todos os estilos.

Banco Marka pode dar R$ 24 bi de indenização

Justiça condena BM&Fbovespa e outros réus

A Justiça Federal condenou a BM&FBovespa, o ex-banqueiro Salvatore Cacciola, o BB Banco de Investimento e ex-diretores do Banco Central, entre outros réus, a ressarcir o Estado em dois processos que questionam o salvamento do Banco Marka na época da desvalorização do real, em janeiro de 1999. Em valores atualizados, a causa pode atingir R$ 24 bilhões. A maioria dos denunciados vai recorrer - a BM&FBovespa está tão confiante que não provisionará recurso para cobrir a eventual despesa. (Págs. 1 e Economia B1 e B4)

Brasil quer ação dos Brics pelo câmbio

O Brasil vai pressionar os demais países emergentes, incluindo a China, para denunciarem em conjunto o que considera políticas monetárias injustas praticadas pela Europa e pelos EUA. (Págs. 1 e Economia B14)

Pesquisa mostra que País tem menos leitores (Págs. 1 e Vida A24)


TJ-SP ignora parecer e paga auxílio a juízes (Págs. 1 e Nacional A13)


Fotolegenda: O pontífice e o comunista

Na despedida de Cuba, Bento XVI encontrou Fidel Castro, após missa para 500 mil pessoas. "O que faz um papa? Qual é sua missão?", perguntou Fidel. (Págs. 1 e Internacional Al4)


SP recua e vai manter reforço escolar

Após críticas do governador Geraldo Alckmin, a Secretaria de Educação paulista recuou da intenção de acabar com o modelo de recuperação de alunos fora do período de aula. O secretário Herman Voorwald negou que tenha havido pressão política e disse que a ideia nunca foi abandonar o modelo. (Págs. 1 e Vida A22)


Celso Ming

Taxação do câmbio?

Se não forem prontamente rechaçadas, essas tentativas de enfiar mais impostos goela abaixo do setor produtivo acabam virando fato consumado. (Págs. 1 e Economia B2)

Stephen Roach

Aposta chinesa em estabilidade

A mensagem da China neste momento é inconfundível. A estabilidade deixou de ser fator de risco para se tornar compromisso inquebrantável. (Págs. 1 e Visão Global Al8)

Notas & Informações

A importante pauta da CNI

A agenda levada ao Congresso interessa à produção, criação de empregos e desenvolvimento. (Págs. 1 e A3)

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Correio Braziliense


Manchete: Fundo vai mudar vida do servidor

Para ter aposentadoria integral, novos funcionários precisarão pagar previdência complementar

O projeto aprovado pelo Senado, que agora segue para sanção presidencial, prevê a criação de até três fundos de previdência complementar, um para cada Poder (Executivo, Legislativo e Judiciário). Quem ingressar no serviço público após a aprovação da lei e com salário acima do teto da previdência (R$ 3,9 mil) só terá aposentadoria integral se aderir ao fundo. Haverá contrapartida da União. Com a aprovação da lei, o governo deve acelerar a realização de novos concursos e nomeações. Em manifestação na Esplanada, servidores cobraram aumento salarial de 22,08%, uma fatura de R$ 25 bilhões para o Planalto. (Págs. 1, 2, 3 e 21)

Millôr

Jornalista, humorista, escritor, tradutor, poeta, dramaturgo... Millôr Fernandes, que morreu ontem aos 88 anos, era muitos. Mas notabilizou-se principalmente como frasista. Sobre jornalismo, cunhou uma definição primorosa: "Imprensa é oposição. O resto é armazém de secos e molhados”. (Págs. 1 e Diversão & Arte, capa, 2 e 3)

Pela porta dos fundos do Itamaraty

Uma medida polêmica do Ministério das Relações Exteriores determinou a entrada de 1.700 estagiários, contínuos e terceirizados pelo subsolo do prédio, na Esplanada. Com problema no joelho, a estudante Thabata Norrana foi barrada na portaria e teve que descer a escada até a garagem. O Itamaraty alega questões de segurança. (Págs. 1 e 12)

Lei Seca sofre revés na Justiça

O STJ determinou ontem que o teste do bafômetro e o exame de sangue são as únicas provas que poderão comprovar a embriaguez ao volante. A decisão vai orientar os julgamentos de tribunais em todo o país e dificultar a abertura de processos criminais contra motoristas bêbados. (Págs. 1, 33 e 34)

Lei da Copa: Desconto em jogos do Brasil

O projeto aprovado na Câmara prevê que 10% dos ingressos mais baratos sejam destinados a beneficiários do Bolsa Família, estudantes e idosos. A venda de bebida nos estádios continua polêmica. (Págs. 1 e Super Esportes, 10 e 11)

Dilma ataca países ricos

Em discurso contundente na Índia, onde participa da reunião dos Brics, a presidente criticou o uso da guerra cambial contra a crise financeira. (Págs. 1, 16 e l7)

Educação: Lei veta uso de verba

O GDF diz que está impedido legalmente de usar R$ 285 milhões do Fundo Constitucional para dar reajuste a professores. A greve da categoria dura 18 dias. (Págs. 1 e 39)

Das críticas à cortesia

Numa missa para 500 mil pessoas, Bento XVI defendeu os direitos humanos em Cuba. Com Fidel, pai do regime comunista na ilha, o papa manteve uma animada conversa. (Págs. 1 e 28)

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Valor Econômico


Manchete: Hidrelétricas se preparam para aumentar capacidade

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) busca a melhor forma para estimular investimentos na ampliação da capacidade de pelo menos 13 hidrelétricas em 5.203 megawatts (MW) - o equivalente à potência instalada das usinas de Santo Antônio (Rondônia) e Teles Pires (na divisa entre Mato Grosso e Pará) juntas. Nove empresas - Cemig, Cesp, Chesf, Copel, Duke, Eletronorte, Emae, Endesa e Tractebel - já comunicaram formalmente à Aneel que querem investir em novas turbinas para aumentar a capacidade de geração em suas usinas.

O objetivo da agência é garantir o atendimento da demanda no sistema interligado nacional durante o horário de pico - de 17h às 20h, mas com variações diárias. Nessa faixa de horário, o uso de eletricidade nas residências dispara, enquanto muitas indústrias ainda mantêm suas máquinas ligadas. (Págs. 1 e A4)

China investe US$ 15 bi em óleo no país

A compra de 30% dos ativos da portuguesa Galp Energia no Brasil pela China Petroleum & Chemical Corporation (Sinopec) eleva para US$ 15,37 bilhões os investimentos de estatais chinesas na exploração e produção de petróleo e gás no Brasil. A Sinopec pagou US$ 4,8 bilhões por todos os blocos em fase de exploração e produção da Galp reunidos na Petrogal Brasil, incluindo 10% do campo de Lula, o mais emblemático do pré-sal na Bacia de Santos. Na operação, ela assumiu dívidas de US$ 360 milhões da Petrogal Brasil com a Galp Energia. É a segunda maior aquisição da Sinopec no país - em 2010 comprou por US$ 7,1 bilhões fatia em uma empresa que também reunia todos os ativos de exploração e produção da espanhola Repsol no país. (Págs. 1 e B11)

Carro com inovação terá IPI menor

Quanto maior o conteúdo de componentes nacionais utilizados num automóvel e mais o fabricante investir em inovação e eficiência no consumo de combustível, menor será o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) cobrado no Brasil. No limite, o IPI poderá ser reduzido a zero, caso a montadora cumpra uma série de requisitos a serem fixados pelo novo regime automotivo, em elaboração no governo.

O regime, que será anunciado nos próximos dias, fixará um sistema de pontuação. Será mantida a elevação de 30 pontos percentuais do IPI, decidida em 2011, mas os carros que obtiverem determinado número de pontos terão direito a reduções progressivas do imposto. Investimentos em ciência e tecnologia começarão a valer pontos a partir de 1% do faturamento da empresa e terão peso maior que o conteúdo nacional. (Págs. 1 e A3)

Mineradoras armam batalha judicial

Mineradoras e Estados se preparam para uma batalha judicial que deve ter início em abril, quando Minas Gerais e Pará começam a cobrar uma taxa de fiscalização sobre o minério produzido em seus territórios. Tanto as companhias do setor quanto os Estados já se municiam com pareceres de juristas para uma possível defesa de suas causas no Judiciário. O Pará contratou pareceres do ministro aposentado do Supremo Tribunal Federal Eros Grau e do jurista Ives Gandra da Silva Martins, que defendem a constitucionalidade das taxas.

As companhias começarão a definir agora qual estratégia adotarão na disputa. O setor aguardava a publicação dos decretos que detalham a forma de pagamento do novo tributo, instituído no ano passado por leis estaduais. A expectativa de arrecadação anual de Minas é de R$ 450 milhões. Já o Pará trabalha com um valor menor em relação ao inicial - cerca de R$ 800 milhões anuais -, em razão da redução da taxa para alguns minerais, como calcário e bauxita. (Págs. 1 e A9)

Cervejas da InBev perdem mercado nos Estados Unidos

Luiz Edmond tem uma tarefa importante na maior cervejaria do mundo: convencer os americanos a parar de abandonar as cervejas da empresa.

O presidente da operação americana da InBev Anheuser-Busch lidera uma campanha para reconquistar a lealdade dos consumidores às suas marcas, entre elas a Bud Light e a Budweiser, que ocupam, respectivamente, o primeiro e o terceiro lugar entre as cervejas mais vendidas no país. O problema é que elas estão perdendo consumidores para cervejarias menores ou para bebidas destiladas. Neste ano, a Anheuser planeja lançar 19 novos produtos nos EUA, na maior campanha do tipo desde que foi adquirida em 2008 por US$ 52 bilhões pela belga InBev, administrada por brasileiros. (Págs. 1 e B10)

Culinária japonesa desfalcada

Um ano depois da tragédia de Fukushima, as exportações japonesas para o Brasil ainda não se normalizaram. Os restaurantes de comida japonesa no país ainda têm dificuldades em encontrar alguns tipos de peixes, algas e saquês importados. Ingredientes do cardápio foram substituídos por similares dos EUA, Coreia do Sul e China. Após o desastre, o governo brasileiro impôs restrições à importação de alimentos e bebidas do Japão. A liberação das cargas leva dois meses, em média. (Págs. 1 e B6)

TRF da 3ª Região derruba limite para abatimento de gastos com educação no IR (Págs. 1 e E1)



Curado, Lula anuncia "retorno" à militância política (Págs. 1 e A10)


Funpresp passa no Congresso

O plenário do Senado aprovou ontem o projeto que cria o fundo de previdência complementar dos servidores federais e limita o valor das aposentadorias do setor ao teto da Previdência Social, hoje de R$ 3,9 mil. O texto vai a sanção da Presidência. (Págs. 1 e Al5)

Pequenas e Médias Empresas

Prêmio MPE Brasil prova que inovar não é somente lançar novos produtos, mas também melhorar a cada dia, inclusive a partir de mudanças simples em métodos, processos e serviços. (Págs. 1 e Caderno Especial)




Financiamento Imobiliário

Com a estabilidade macroeconômica e redução dos juros, instrumentos alternativos de crédito para o setor imobiliário podem alcançar pelo menos 20% do estoque de investimentos em renda fixa nos próximos cinco a dez anos, estima Marcelo Michalua, da RB Capital. (Págs. 1 e Caderno Especial)

Tecnologias na Saúde

Governo federal prepara um programa de estímulo à indústria nacional de materiais e equipamentos de saúde, com incentivos para compras do SUS e benefícios tributários. (Págs. 1 e Caderno Especial)

Soros mira telefonia 4G no país

O grupo empresarial do megainvestidor George Soros tem manifestado a intenção de participar do leilão de frequências da quarta geração da telefonia celular (4G) no Brasil, previsto para junho. (Págs. 1 e B4)

Expansão da Brazil Pharma

A Brazil Pharma, controlada pelo BTG Pactual, obteve financiamento de US$ 50 milhões da International Finance Corporation (IFC), braço do Banco Mundial para o setor privado, que também assumiu participação no capital. (Págs. 1 e B9)

Terras-raras em Araxá

A MbAC Fertilizantes deverá ser uma das poucas empresas a explorar minerais classificados como terras-raras no Brasil. A companhia canadense conclui em breve pesquisas geológicas promissoras no município de Araxá (MG). (Págs. 1 e B12)

Tecnologia canavieira

O Centro de Tecnologia Canavieira (CTC), principal centro de pesquisa em cana-de-açúcar do mundo, aprovou um aumento de capital de R$ 163 milhões, que será investido em pesquisas para elevar os ganhos de produtividade da cultura. (Págs. 1 e B16)

Juro em queda pressiona aplicador

Quando a Selic chegar a 9%, mais de 1,8 milhão de investidores terão de se mexer para manter competitivas aplicações em fundos de curto prazo e referenciados DI com taxas de administração superiores a 1,5% e que passarão a perder da poupança. (Págs. 1 e D3)

Ideias

Ribamar Oliveira

Mudança nos contratos de renegociação das dívidas de Estados e municípios pela União entra na agenda do Congresso. (Págs. 1 e A2)

Ideias

Raquel Uchôa

Já reduzida numericamente e sem as lideranças expressivas do passado, oposição vê a ruína de outro integrante. (Págs. 1 e A10)

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quarta-feira, março 28, 2012

XÔ! ESTRESSE [In:] ''BASEMOVEL''

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ECONOMIA MUNDIAL/BRICS [In:] ''CHECK OUT"

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Brics querem reformas no FMI e no Banco Mundial


Por TÂNIA MONTEIRO , ENVIADA ESPECIAL / NOVA DÉLHI, estadao.com.br, Atualizado: 28/3/2012 3:03

A crise financeira mundial e a necessidade de implantar reformas de instituições como o Fundo Monetário Internacional (FMI) e o Banco Mundial serão o tema central do comunicado conjunto que deve ser assinado por Brasil, Índia, China, Rússia e África do Sul ao final da quarta reunião dos Brics, que se realiza esta semana na capital indiana.

Segundo a subsecretária-geral de Política do Ministério das Relações Exteriores, embaixadora Maria Edileuza Fontenele Reis, o documento terá também uma parte política, mas deverá se concentrar nas questões econômicas. A crise entre a China e o Tibete, que levou anteontem um tibetano a atear fogo ao corpo em protesto contra a repressão praticada pelo presidente chinês Hu Jintao, não deverá se tratada no documento. 'Não creio que entrará, porque estamos mais preocupados com crises que eclodiram e estão em um momento de grandes episódios de violência', afirmou.

A criação de um banco de desenvolvimento comum aos cinco emergentes também estará em pauta. 'Deve ser anunciada não ainda a criação do banco, mas de um grupo de trabalho para estudar as modalidades de constituição do banco', disse a embaixadora, lembrando que a instituição é importante porque cria uma 'fonte alternativa de financiamento, sobretudo para países em desenvolvimento'.

Ao lembrar a importância dos Brics, Edileuza citou que os cinco países emergentes serão responsáveis, este ano, por 56% do crescimento mundial. O G-7, grupo que reúne os sete países mais ricos do mundo, responderá por apenas 9,5%. 'A redução do crescimento da economia global é um assunto que preocupa a todos. Preocupa aos Brics, aos outros países em desenvolvimento e aos próprios países desenvolvidos', destacou.

A presidente Dilma Rousseff chegou ontem a Nova Délhi. Dilma encomendou um bolo de chocolate para comemorar, em sua suíte no Taj Palace Hotel, o aniversário de 36 anos de sua filha Paula, que a acompanha na viagem. Para a festinha, foram convidados os seis ministros, os dois governadores e os principais assessores que integram a comitiva presidencial.

A agenda oficial da presidente começa hoje à tarde, com a cerimônia de entrega do título de doutora honoris causa da Universidade de Nova Délhi. À noite, ela participa de jantar oferecido aos presidentes dos Brics.

Banco Mundial. Os presidentes dos cinco países que compõem os Brics não anunciarão durante a cúpula apoio a nenhum dos candidatos ao Banco Mundial, assim como não fizeram em relação ao FMI, quando houve eleição para a instituição.

A falta de consenso sobre que nome apoiar contrasta com o discurso dos governos dos Brics, que querem fortalecer o organismo e defendem reformas das instituições internacionais. A própria presidente Dilma tem reiterado em seus discursos que os países emergentes exigirão maior participação na direção do FMI e do Banco Mundial. Para ela, a escolha dos dirigentes não pode ser por divisão geográfica, e, sim, por competência.

A sucessão no Banco Mundial e a visita da presidente Dilma a Washington, em abril, foram os principais temas da reunião realizada ontem, em Brasília, entre o embaixador dos Estados Unidos no Brasil, Thomas Shannon, e o ministro da Fazenda, Guido Mantega. O americano de origem coreana, Jim Yong Kim, é o candidato dos EUA ao cargo.

'Falamos do nosso candidato ao Banco Mundial. Eles (o governo brasileiro) têm excelente disposição de se reunir com o candidato e falar com ele sobre a posição e a visão do Brasil para o Banco Mundial', disse o embaixador. /

COLABOROU EDUARDO CUCOLO

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INFÂMIA !

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"Tenho pena dos que vivem com R$ 19 mil"



Autor(es): Maria Lima
O Globo - 28/03/2012

Mesmo com protesto de senador goiano, fim do 15 salário no Congresso é aprovado


BRASÍLIA. Mesmo com o tradicional chororô e com as ironias dos que continuaram reclamando que senador ganha pouco, a Comissão de Assuntos Econômicos do Senado (CAE) aprovou ontem, por unanimidade, projeto de decreto legislativo que acaba com a farra dos salários extras dos parlamentares, os chamados 14 e 15 salários, sobre os quais eles não pagam Imposto de Renda.

Para não pagar o preço da execração pública, alguns senadores votaram a favor à força e não esconderam a revolta com o fim dos dois extras, de R$ 26,7 mil, pagos no início e no fim de cada ano.

O senador Ivo Cassol (PP-RO), que na semana passada reclamou que senador é muito mal remunerado e impediu a votação da matéria, hoje não apareceu e mandou um voto em separado a favor.

A revolta maior, ontem, foi manifestada pelo senador Cyro Miranda (PSDB-GO), suplente de Marconi Perillo, governador de Goiás. Cyro disse que o salário de R$ 19 mil líquidos não é condizente com as atividades de um senador - não levando em conta que, somando todas outras verbas e auxílios, além de outros benefícios, o custo mensal de um senador chega a R$ 170 mil.

- Esse valor está há oito anos sem correção! E quando tem correção, a sociedade grita!

Eu não vivo de salário de senador, tenho outras atividades, mas tenho pena daqueles que são obrigados a viver com R$ 19 mil líquidos, com a estrutura que temos aqui - reclamou Cyro Miranda, antes de também votar a favor do projeto.

Cyro, que em 2006 declarou à Justiça Eleitoral patrimônio de R$ 3 milhões, provocou espanto em alguns colegas.

- Meu Deus do céu! Eu ando nas ruas, vejo as pessoas! Como um senador pode dizer uma coisa dessas? - disse o senador Lindbergh Farias (PT-RJ), autor do projeto.

O senador Benedito de Lira (PP-AL) recorreu à ironia para demonstrar seu incômodo em votar sim. Pediu a Lindbergh que incluísse em seu relatório também o fim do 13 salário dos parlamentares, sugerindo que o petista deveria também abdicar deste direito:

- Lindbergh poderia até, talvez, instituir a honorabilidade para o cargo de senador, já que seria um grande honra ser senador e servir ao seu país!

A senador Ana Amélia Lemos (PP-RS) sugeriu a Lindbergh que fizesse uma emenda para proibir que ministros e servidores aumentem seus salários com jetons de conselhos de estatais. O projeto segue agora para a Mesa Diretora do Senado e será votado no plenário da Casa. Depois, ainda precisa tramitar na Câmara.

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''QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?''

SINOPSES - RESUMO DOS JORNAIS

28 de março de 2012

O Globo


Manchete: PM começa a substituir o Exército no Alemão

Nova ocupação dispõe até de software para monitorar os policiais

Após um ano e quatro meses de atuação do Exército no Complexo do Alemão, a Polícia Militar começa a substituir as tropas federais. Um grupo de 750 policiais - entre os quais 300 recrutas - chegou ontem à região para iniciar a instalação das duas primeiras Unidades de Polícia Pacificadora em duas favelas. As outras dez comunidades do complexo serão ocupadas gradativamente. Segundo o secretário de Segurança, José Mariano Beltrame, todo o processo de implantação das oito UPPs será concluído em 27 de junho. A operação conta com um programa de computador capaz de controlar, em tempo real, toda a movimentação da tropa. (Págs. 1 e 14)

Na Rocinha, mais 40 homens no policiamento

Dois dias após a morte do líder comunitário Vanderlan Barros de Oliveira, a PM reforça a segurança na Rocinha, com mais 40 homens no policiamento. (Págs. 1, 15 e editorial "Instalação de UPP na Rocinha corre riscos")

Gol e TAM perdem mais de R$ 1 bilhão

Com a guerra de tarifas, o salto de 23% nos preços do querosene de aviação e a alta do dólar, a Gol registrou prejuízo de R$ 710 milhões em 2011 (contra lucro de R$ 214 milhões no ano anterior), enquanto a TAM perdeu R$ 335 milhões, após lucrar R$ 637 milhões em 2010. O valor de mercado das duas maiores empresas aéreas do país despencou. Desde 2007, caiu mais de R$ 11 bilhões. A Gol vai fazer cortes de pessoal e eliminar até 100 voos diários. (Págs. 1 e 23)

Fotolegenda: Cordialidade entre líderes

Os ex-presidentes Fernando Henrique e Lula conversaram ontem por uma hora no Hospital Sírio-Libanês, onde o petista trata de um câncer na laringe. (Págs. 1 e 10)

Fotolegenda: Enquanto isso, na Índia...

Dilma é recebida, em Nova Délhi, com colar de flores e bindi na testa (tinta vermelha), tradições da Índia, onde a presidente participa de reunião do Brics. (Págs. 1 e 24)

Procurador pede que STF investigue Demóstenes

Três anos após receber a denúncia sobre as relações entre o senador Demóstenes Torres e o contraventor Carlinhos Cachoeira, o procurador-geral da República, Roberto Gurgel, pediu ao Supremo a abertura de inquérito. Demóstenes se afastou da liderança do DEM no Senado e, sob risco de ser expulso do partido, já cogita renunciar. (Págs. 1 e 3)

Elio Gaspari

O problema do senador Demóstenes está em se distinguir o verossímil do verdadeiro. (Págs. 1 e 6)

Que pena!

O projeto que põe fim ao pagamento de 14º e 15º salários a senadores foi aprovado ontem numa comissão da Casa, sob lamento do senador Cyro Miranda (PSDB-GO): "Tenho pena daqueles obrigados a viver com R$ 19 mil líquidos com a estrutura que temos aqui". (Págs. 1 e 9)

Cidades terão 6,3 bilhões até 2050

Estudo da ONU divulgado na conferência Planeta sob Pressão revela que a população urbana quase dobrará até 2050. Em Nova York, os países ricos se recusaram a estender o prazo das negociações que antecedem a Rio+20. (Págs. 1 e 32)

Papa e Cuba em troca de alfinetadas

Sem citações diretas um ao outro, o Papa Bento XVI defendeu indiretamente os direitos humanos, enquanto o governo cubano disse que o socialismo permanecerá. (Págs. 1 e 29)


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Folha de S. Paulo


Manchete: Justiça de SP torna réus 14 acusados de fraudes no metrô

Reportagem de 2010 da Folha, que antecipou resultado da licitação, serviu de base para ação penal contra executivos

A Justiça de São Paulo aceitou denúncia apresentada pelo Ministério Público Estadual e tornou réus 14 executivos de grandes empreiteiras que participaram de licitação para obras no metrô da capital paulista.

Funcionárias das construtoras Camargo Correa, Andrade Gutierrez, OAS, Queiroz Galvão e Carioca, entre outras, são acusados de combinar quem venceria cada um, dos seis trechos da ampliação da linha 5. (Págs. 1 e Cotidiano C1)

Fotolegenda: Política à parte

O ex-presidente FHC visita Lula, seu sucessor, no hospital onde o petista se tratou contra o câncer na laringe; exames feitos hoje dirão se há resquício do tumor. (Págs. 1 e Poder A8)

Sob descrença, ONU anuncia acordo de paz com a Síria

Enviado da ONU a Síria, Kofi Annan disse que Bashar Assad aceitou o plano de cessar-fogo no país -que inclui o envio de observadores da entidade, mas não a saída do ditador. Oposicionistas reagiram com cautela e descrença. Entre os Brics, não há consenso quanto à solução da crise. (Págs. 1 e Mundo A11)

Procuradoria vê indício de crime e vai investigar senador do DEM

A Procuradoria-Geral da República vai investigar o senador Demóstenes Torres (DEM-GO) por ver indícios de crime em suas relações com Carlinhos Cachoeira, preso sob acusação de explorar jogos ilegais. Sem apoio do DEM, o senador, que se diz vítima de ataques a honra, deixou a liderança do partido na Casa. (Págs. 1 e Poder A4)

Elio Gaspari

O problema de Demóstenes está em distinguir o verossímil do real. (Págs. 1 e Poder A6)

Caixa e BB vão bancar coquetel para magistrados

O coquetel de posse de dirigentes de um tribunal sediado em São Paulo será custeado pela Caixa e pelo Banco do Brasil, informa Frederico Vasconcelos. Os organizadores do evento dizem que a corte não tem recursos para festas. (Págs. 1 e Poder A7)

Homem-forte por acidente

Há seis anos, chamado às pressas para substituir Antonio Palocci. Guido Mantega não imaginava que integraria o grupo de ministros mais longevos da Fazenda. Com a crise de 2008, o ministro acidental virou homem forte do governo. (Págs. 1 e Poder A10)

Editoriais

Leia "Cadeia de resultados", sobre aumento da população carcerária; e "Vinho de verdade", acerca de salvaguardas para produtores nacionais. (Págs. 1 e Opinião A2)

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O Estado de S. Paulo


Manchete: PT e Planalto se mobilizam para tentar ajudar Haddad

Entrada de Serra na disputa e ausência de Lula fazem petistas buscarem socorro em expoentes do partido

A cúpula do PT e o Palácio do Planalto admitem a necessidade de dar um "chacoalhão" na campanha do petista Fernando Haddad, estacionado nas pesquisas de intenção de voto com 3%, informam os repórteres Vera Rosa e Rafael Moraes Moura. A estratégia consiste em criar uma agenda positiva para Haddad e pressionar figuras de expressão no PT, como a senadora Marta Suplicy (SP), a socorrer o candidato. Foi a entrada do tucano José Serra na disputa que acendeu o sinal amarelo no governo federal. "É errado ficar achando que só o Lula resolve as coisas", afirmou o ministro Gilberto Carvalho (Secretaria-Geral da Presidência), referindo-se ao fato de que o ex-presidente, por motivos de saúde, ainda não pode entrar na campanha de Haddad. "Tem um processo, agora, decolar o Haddad na militância", disse Carvalho. (Págs. 1 e Nacional A4)

Fotolegenda: FHC faz visita a Lula

No hospital Sírio Libanês, a tucano encontra o petista para lhe desejar pronta recuperação. (Págs. 1 e Nacional A4)

Procurador pede ao STF ação contra Demóstenes

O procurador-geral da República, Roberto Gurgel, pediu ao STF abertura de inquérito para investigar o senador Demóstenes Torres (DEM-GO) e outros parlamentares suspeitos de ligação com o empresário de jogos de azar Carlinhos Cachoeira. Ontem, pressionado pelas denúncias, Torres deixou a liderança do DEM. Gurgel também deve enviar ao Senado e a Câmara listas de senadores e deputados suspeitos de ligação com Cachoeira. (Págs. 1 e Nacional A8)

Cuba reage ao papa e diz que não haverá abertura

O vice-presidente de Cuba, Marino Murillo, disse que "não haverá reforma política" no país, em resposta à declaração do papa Bento XVI segundo o qual o marxismo já não responde a realidade. Anteontem, no início da visita do pontífice a Cuba, um homem foi preso ao gritar palavras de ordem contra o comunismo diante do altar onde Bento XVI rezaria missa. (Págs. 1 e Internacional A9 e A10)

Análise: Yoani Sánchez
O papa e o crocodilo

Os anos de fanatismo antirreligioso em Cuba passaram, mas a Igreja ainda está longe de ter o espaço que tem em outros países da América Latina. (Págs. 1 e A10)

Mesmo com Selic em queda, crédito encarece

Apesar da queda do juro básico e dos bons indicadores de emprego e renda, o crédito está cada vez mais caro. Na média, o preço dos financiamentos avançou de 38% ao ano, em janeiro, para 38,l%, em fevereiro. O encarecimento é liderado pelas operações para pessoas físicas, cuja taxa alcançou 45,4% no mês passado, e a tendência de alta permanece. O Banco Central atribui o fenômeno à inadimplência. (Págs. 1 e Economia B1 e B3)

Brics vão cobrar mudança no FMI

A crise financeira mundial e a necessidade de implantar reformas no FMI e no Banco Mundial serão o tema da nota conjunta dos Brics, a ser assinada ao final da reunião de cúpula entre os emergentes, na Índia. (Págs. 1 e Economia B9)

75% dos brasileiros nunca foram a biblioteca (Págs. 1 e Vida A14)


Gol teve prejuízo de R$ 711 milhões em 2011 (Págs. 1 e Economia B12)


Polícia indicia 25 por Cidade Limpa

Em São Paulo, polícia tem recorrido a Lei de Crimes Contra o Meio Ambiente, que prevê detenção de até um ano para quem danifica, picha ou comete outros atos de vandalismo. (Págs. 1 e Cidades C1)

Dora Kramer

Lição de casa

Os 52% de votos de José Serra na prévia mostram a desproporção entre a estatura do salto alto e a realidade interna do partido na cidade. (Págs. 1 e Nacional A8)

Rolf Kuntz

A política dos alvos errados

O governo toma medidas conjunturais para resolver problemas estruturais, como o da indústria, e aposta em parcerias duvidosas, como a dos Brics. (Págs. 1 e Economia B5)

Notas & Informações

Mais encenação dos Brics

Haverá mais encenação do que substância na reunião de cúpula hoje e amanhã, em Nova Délhi. (Págs. 1 e A3)

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Correio Braziliense


Manchete: Senado dá passo para acabar com o privilégio

Pouca gente acreditava, mas o projeto que extingue os salários extras foi aprovado por unanimidade, ontem, na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE). Os senadores estão sob forte pressão popular desde que o Correio trouxe à tona a informação de que a benesse continuava intocada, apesar de o país viver dias de austeridade, desde a Constituição de 1946. Agora, eles prometem levar a proposta ao plenário da Casa o mais rápido possível. A expectativa é de que a votação ocorra em até duas semanas. Depois disso, o projeto segue para a apreciação da Câmara dos Deputados. (Págs. 1, 2 e 3)

Concurso do Senado: MP aceita 16 denúncias de irregularidades (Págs. 1 e 10)


A cada dia, duas mulheres são estupradas em Brasília

A violência sexual contra as mulheres atingiu números assustadores no DF. No ano passado, aconteceram 684 casos, 138 deles somente em Ceilândia. No Plano Piloto, onde houve um ataque a uma estudante de 16 anos na segunda-feira, foram 30 ocorrências. (Págs. 1 e 21)

Procuradoria aumenta cerco a Demóstenes

Suspeito de ter ligações com o bicheiro Carlos Cachoeira, preso pela PF, o senador goiano renunciou ontem ao cargo de líder do DEM. Horas depois, o procurador geral da República, Roberto Gurgel, pediu ao STF que investigue o parlamentar e mais dois deputados de Goiás. (Págs. 1 e 5)

Fotolegenda: Bandeira branca

Antes da guerra entre tucanos e petistas pela prefeitura paulistana, os ex-presidentes Lula e FHC conversaram no Hospital Sírio-Libanês. (Págs. 1 e 4)




Cuba bloqueia celular de dissidentes durante visita do papa ao país (Págs. 1 e 16)


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Valor Econômico


Manchete: Bancos públicos e externos perdem peso no mercado

O grande avanço dos bancos públicos no crédito obscureceu sua perda geral de peso no sistema financeiro. Eles alcançaram 43% dos empréstimos bancários em 2011, mas em ativos, patrimônio líquido e depósitos cederam espaço aos grandes bancos privados nacionais. Já os bancos estrangeiros voltaram no tempo e retrocederam quase uma década e meia em participação de mercado, retornando à situação existente após o desembarque do HSBC, que adquiriu o Bamerindus em 1996. A crise nos EUA e na Europa acelerou essa perda de fôlego diante dos grandes concorrentes locais.

O patrimônio dos bancos públicos encolheu dois pontos percentuais, para 14,6%, enquanto nos privados nacionais houve expansão de 16,4%. O Banco do Brasil está com índice de Basileia - indicador usado pelas autoridades para medir a capacidade de empréstimos dos bancos - de 14%, acima dos 11% mínimos exigidos, mas abaixo de Itaú Unibanco, Bradesco e Santander. A Caixa tem 13%. (Págs. 1 e C1)

Fotolegenda: Acertando o passo

O presidente dos EUA, Barack Obama, e da Coreia do Sul, Lee Myung-bak, tentam acertar seus lugares para a foto dos chefes de governo na abertura da cúpula sobre segurança nuclear, em Seul. (Pág. 1)

Manutenção das estradas federais terá forte redução

O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) e as empreiteiras responsáveis por obras rodoviárias estão em rota de colisão. Enquanto a autarquia tenta destravar um programa de R$ 16 bilhões em obras nas estradas federais, as empresas dizem que a malha coberta por contratos mais amplos de manutenção poderá cair de 15.104 km no início deste ano para apenas 1.316 km em dezembro.

Em tese, os contratos mais recentes de manutenção - para restauração e conservação de estradas - tinham dois anos de duração, mas poderiam dar lugar a outros de até cinco anos, à medida que fossem vencendo, a partir de 2012. Na prática, a substituição esbarrou em dois problemas: a determinação de ajustes pelo Tribunal de Contas da União nas novas licitações e a crise política que atingiu o Ministério dos Transportes em meados de 2011. Com isso, a execução orçamentária do ministério despencou e a maioria dos editais do Dnit atrasou. (Págs. 1 e A2)

Petrobras eleva compras de sua filial americana

A necessidade de importação de combustíveis para atender a demanda no Brasil provocou um aumento das exportações da Petrobras América para sua controladora. No ano passado, a refinaria da Petrobras em Pasadena, no Texas, vendeu 10% da produção de gasolina e diesel para o Brasil. Neste ano, a previsão é aumentar em duas vezes e meia as exportações de gasolina para o Brasil. As exportações de diesel também vão mais que dobrar, passando de 3,6 milhões para 8 milhões de barris.

O presidente da Petrobras América, José Orlando de Azevedo, explica que a exportação vai aumentar porque a produção da refinaria no ano passado foi afetada por dois acidentes. Em setembro, a unidade de destilação ficou 30 dias parada para recuperação. E, em dezembro, a unidade de coqueamento pegou fogo. (Págs. 1 e B10)

China sugere na OMC uma trégua na área cambial

Um dos mais altos representantes da China no setor financeiro defendeu ontem um cessar-fogo global na área cambial e a busca de cooperação após o confronto com os EUA na Organização Mundial do Comércio (OMC) sobre quem é o culpado pelas tensões atuais. "Temos que alcançar pelo menos um acordo temporário na comunidade internacional sobre como tratar da questão cambial", afirmou, em entrevista, Li Ruogu, presidente do Export-Import Bank of China, depois de participar do primeiro grande seminário na OMC dedicado à relação entre comércio e taxa de câmbio.

Pequim e Washington concordaram pelo menos num ponto, na sessão inicial do debate que a OMC organizou, por iniciativa do Brasil: não é a OMC que deve tratar de câmbio para aliviar questões no comércio internacional. (Págs. 1 e A4)

Fotolegenda: Foco nas empresas

A Café do Centro, uma das maiores fabricantes de cafés finos do país, estima crescer 25% neste ano e monta estratégia voltada ao segmento corporativo, diz Rodrigo Branco Peres. (Págs. 1 e B13)

Preparando-se para o pior, Irã aumenta a importação de trigo (Págs. 1 e A13)


Oxford traz escola de idiomas para o Brasil, diz Tomazeli (Págs. 1 e B4)


CH2M aposta em energia

No Brasil desde 1996, a empresa de engenharia americana CH2M Hill vai abrir uma unidade de negócios voltada exclusivamente aos segmentos de transmissão e geração de energia no país. (Págs. 1 e B6)

Timken ajusta o foco

A fabricante americana de rolamentos Timken busca oportunidades de negócios no Brasil, mas fora da indústria automobilística. Os alvos são equipamentos para a indústria de petróleo, mineração e infraestrutura. (Págs. 1 e B7)

Chery assume operação no país

A chinesa Chery, que era representada no Brasil pela importadora Venko, decidiu assumir os negócios da marca no Brasil para acompanhar mais de perto a construção de sua fábrica em Jacareí (SP) e as discussões sobre o regime automotivo. (Págs. 1 e B7)

"Dream Team" dos orgânicos

O governo federal vai selecionar os 30 produtores rurais mais avançados na agricultura orgânica do país para transformá-los na linha de frente do setor, voltados à exportação e ao atendimento do grande varejo. (Págs. 1 e B14)

Debêntures da Infraestrutura

A concessionária Rodovias do Tietê, que administra 406 quilômetros de estradas no interior paulista, será a primeira empresa beneficiada pela desoneração de IR na emissão de debêntures para investimentos em infraestrutura. (Págs. 1 e C5)

Alta renda

Junto com o aquecimento da economia e o aumento no número de milionários no Brasil, fabricantes de Iates que se instalaram recentemente no país veem crescer o porte das encomendas. "Nos próximos cinco anos, o mercado continuará crescendo acima de 10%", diz Márcio Christiansesn, da Ferreti. (Págs. 1 e Especial)

Ideias

Rosangela Bittar

De bobo o 'bloquinho' não tem nada. Une-se quando precisa, separa-se quando quer e obtém tudo o que pode. (Págs. 1 e A10)

Ideias

Martin Wolf

Se há uma causa específica para a alta nos preços do petróleo, é o endurecimento das sanções contra o Irã. (Págs. 1 e A15)


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terça-feira, março 27, 2012

XÔ! ESTRESSE [In:] BASE ALIENADA


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BRASIL / RIO+20 [In:] SEM CLIMA NESSE MEIO...


Meio ambiente fora da Rio+20



Conferência sob pressão
Autor(es): agência o globo:Roberta Jansen
O Globo - 27/03/2012

Cientistas, governos e ONGs criticam a falta de foco e de uma agenda consistente


O mais importante evento ambiental antes da Rio+20 começou ontem em Londres com críticas à falta de foco da conferência que será realizada no Brasil em junho. Batizado de Planeta sob Pressão, o evento reúne alguns dos maiores especialistas do mundo em meio ambiente. Nas palestras de ontem, não houve otimismo. O representante do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação em Londres, Carlos Joly criticou duramente, na abertura da reunião, os preparativos do Brasil.

— Esperávamos mais dos documentos e da agenda oficial — afirmou. — Entendo que não é uma conferência ambiental, e sim calcada em três pilares, social, econômico e ambiental. Mas o que está acontecendo é que clima e biodiversidade, por exemplo, estão de fora da conferência.

Falta ciência. Estamos perdendo espécies num ritmo sem precedentes. Somos um dos países de maior biodiversidade, e não discutiremos isso na Rio+20. Não teremos os pilares econômico e social sem o ambiental.

Joly afirmou ainda que falta peso político à conferência. Segundo ele, dos 60 chefes de Estado que já confirmaram presença, a grande maioria é da América Latina e da África.

— Os mais importantes (neste tema) não estão lá, os que têm peso político, como EUA, União Europeia, China, Japão. E essa será uma oportunidade única, não podemos esperar mais 20 anos.

O representante do ministério disse que o rascunho do documento é vago demais.

— O Brasil tem um corpo diplomático reconhecido por sua capacidade de negociação e articulação — disse. — Como anfitriões, deveríamos nos colocar mais presentes, ter um papel diferenciado, liderando mudanças. Precisamos de um esforço conjunto para evitar um fracasso. Por exemplo, se os chefes de Estado estiverem lá e concordarem que o planeta tem limites que devemos considerar, entender e respeitar, já é meio caminho andado. Mas, sem isso, fica muito difícil.

Do outro lado do Atlântico, as expectativas não eram melhores. Na terceira rodada de negociação informal, em Nova York, os países em desenvolvimento, reunidos no chamado G-77, grupo do qual o Brasil faz parte, temiam que o calendário apertado de reuniões preparatórias resulte num documento generalista, desperdiçando a oportunidade política de criar uma coordenação multilateral sobre o tema e de se implementarem ações concretas em escala global. Por acreditar que não há tempo para costurar consenso, o grupo começou a pressionar o comitê executivo da Rio+20 por mais rodadas de negociação.

Apesar disso, o secretário-executivo da comissão brasileira da Rio+20, embaixador Luiz Alberto Figueiredo Machado, está otimista. Ele acredita que já há convergências importantes.

Chegou ontem às mãos do secretário-executivo da Rio+20, Sha Zukang, uma carta-denúncia contra a exclusão dos direitos humanos do documento final que será apresentado na conferência, em junho, no Rio. Uma cópia da carta também foi entregue ao secretário-geral das Nações Unidas (ONU), Ban Ki-moon, e a negociadores na organização. A retirada de temas considerados fundamentais, como o direito à água potável e ao saneamento adequado, era um temor que acabou se confirmando.

Intitulado "Rights at risk at the United Nations" (Direitos em risco nas Nações Unidas), a carta, assinada por representantes globais da sociedade civil e movimentos sociais de todo o mundo, denuncia que, "de forma alarmante", a ONU estaria sendo usada como plataforma para atacar direitos que, por definição, deveria defender. Os tópicos excluídos do documento incluem desde o direito à alimentação e à nutrição adequada até promover acesso à terra especialmente a mulheres, povos indígenas e outros grupos vulneráveis.

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