A proposta deste blogue é incentivar boas discussões sobre o mundo econômico em todos os seus aspectos: econômicos, políticos, sociais, demográficos, ambientais (Acesse Comentários). Nele inserimos as colunas "XÔ ESTRESSE" ; "Editorial" e "A Hora do Ângelus"; um espaço ecumênico de reflexão. (... postagens aos sábados e domingos quando possíveis). As postagens aqui, são desprovidas de quaisquer ideologia, crença ou preconceito por parte do administrador deste blogue.
PENSAR "GRANDE":
[NÃO TEMOS A PRESUNÇÃO DE FAZER DESTE BLOGUE O TEU ''BLOGUE DE CABECEIRA'' MAS, O DE APENAS TE SUGERIR UM ''PENSAR GRANDE''].
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“Pode-se enganar a todos por algum tempo; Pode-se enganar alguns por todo o tempo; Mas não se pode enganar a todos todo o tempo...” (Abraham Lincoln).=>> A MÁSCARA CAIU DIA 18/06/2012 COM A ALIANÇA POLÍTICA ENTRE O PT E O PP.
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''Os Economistas e os artistas não morrem..." (NHMedeiros).
"O Economista não pode saber tudo. Mas também não pode excluir nada" (J.K.Galbraith, 1987).
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sábado, março 31, 2007
EDITORIAL: A LISURA NA REFORMA MINISTERIAL
Conforme comentamos em colunas e editoriais passados, a base de entendimento do segundo governo do presidente Lula é formada pela “coalizão” de 11 partidos (PCdoB, PDT, PMDB, PP, PR (Ex-PL), PRB, PT, PTB, PSB, PSC, PV) que em ações, indicaram e/ou confirmaram nomes para a reforma ministerial e cujo resultado ficou conhecido como “ministérios de coalizão”. Finda a recomposição do primeiro escalão do governo Lula (aumento de 34 para 36 “pastas”) o PT, embora relativamente “apeado” do poder -– se comparado com o primeiro governo -- ficou representado em dezesseis (16) pastas, a exemplo da Economia, Planejamento, Banco Central (“tripé” da economia), Casa Civil, Advocacia Geral da União, Controladoria Geral, Previdência, Desenvolvimento Social, Desenvolvimento Agrário, entre outras. Por sua vez, o PMDB manteve as três pastas anteriores (Comunicação, Saúde, Minas e Energia) e obteve mais duas (Agricultura e Integração Nacional). Juntos PT e PMDB controlarão 84% do orçamento do governo destinados a custeio e investimentos (R$ 71 bilhões). Além desse montante, existe outro, não menos “bilionário”, referente às empresas estatais que ambos partidos (PT e PMDB) administram(rão). Qual o peso relativo da “lisura” e da “coalizão” nessas “moedas”? A propósito, essas moedas devem ter “duas faces”?
Outras questões não menos importantes, ou antes, de suma importância, levando-se em consideração o “tag” deste Editorial, envolvem os tribunais de justiças em suas diferentes alçadas. Cremos que as denúncias da “práxis” do mensalão e seus derivativos não devessem fazer parte do noticiário, em relação ao(s) representante(s) do primeiro ou de qualquer escalão do Governo, por ações “ex ante” ou “ex post” a nomeação. Um “mensalão II” estaria sendo atribuído ao ministro dos transportes (i) por práticas quando ocupou essa mesma pasta (2003) no primeiro governo Lula, (ii) durante campanha eleitoral para o Senado, pelo estado do Amazonas, ou ainda (iii) por ocasião de filiações ao PR -- Partido Republicano -- (da fusão do PL e do PRONA) por políticos de outros partidos. Enquanto ministro de transportes pesa sobre ele, denúncias (e processos) envolvendo empreiteiras/construtoras nas “operações tapa-buracos” em rodovias federais, não raro, sem contratos ou outros sem licitação pública a título de “obra emergencial”, quando auditores (TCU) constataram não apenas a irregularidade administrativa como também o indício de superfaturamento nessas obras. Em relação às suas ações em campanha eleitoral ou na presidência do PR, o Ministro pode ter o mandato cassado pela Justiça Eleitoral do Amazonas por falsificação de documentos, compra de votos e abuso do poder econômico. Não se deve esquecer tampouco, que outros partidos políticos (PTB, PT) também estiveram envolvidos em denúncias do mensalão. O ministro da Previdência também tem processo, como réu em uma ação popular por “improbidade administrativa” enquanto presidente do Banco do Estado do Paraná (Banestado, hoje Itaú).
Há que se registrar ainda os recursos financeiros e o processo de “tramitação” envolvidos na indicação do representante para a pasta do Turismo. É sabido que o PT queria para seu ocupante o Ministério das Cidades ou o da Educação. O orçamento do Ministério do Turismo é “modesto” se comparado a outros ministérios, contudo, foi agraciado com aumento de verbas durante o primeiro governo Lula ao ser desmembrado do Ministério dos Esportes, onde, em 2003, possuía um orçamento de R$ 378 milhões e em 2007, conta com verbas em torno de R$ 1,8 bilhão.
Por outro lado, sabe-se que o Ministério do Turismo será uma “vitrine” para seu ocupante que pretende voltar à Prefeitura de São Paulo ou para suceder Lula na presidência (2011). O jornal O Estadão divulgou (5/3) a grande “aliança” entre o PP (de Paulo Maluf) e o PT para o pleito eleitoral de São Paulo, com o apoio ainda do PR e do PMDB. Por sua vez a Folha de São Paulo divulgou (27/3) que o Ministério do Turismo “se tornou um destino preferencial das obras paroquiais que deputados e senadores incluem na lei orçamentária, geralmente a pedido de prefeitos”, dado que essas obras ”rendem inaugurações, fotos nos jornais locais e homenagens do prefeito ao ministro e ao deputado ou senador responsável pela emenda no Orçamento”.
Finalmente, outras questões podem ser endereçadas ao ministro da Saúde que disse ser favorável ao aborto por “questões de saúde pública”, ou a decisão do governo em manter o ministro da Defesa no cargo, não obstante a crise na aviação (apagão aéreo e greve dos controladores de vôos), bem como a ida do presidente Lula, ontem, ao EUA, para cumprir agenda junto ao presidente Bush, em Camp David (a Granja do Torto americana), a medida que o “aerolula” fica incólume a qualquer crise aeroportuária.
É impossível ser “breve”!
sexta-feira, março 30, 2007
REFORMA MINISTERIAL: O FIM.
Paulo Passos permanece nos Transportes, como secretário-geral do ministro Alfredo Nascimento, a quem substituiu por um ano. Pedro Britto, que cedeu Integração Nacional a Geddel Vieira, vai para a nova Secretaria de Portos. Um auxiliar direto do presidente disse que Lula preservou os "especialistas" para garantir que o segundo mandato terá "um sentido estratégico, voltado para o crescimento da economia e avanço das políticas sociais". A nomeação do jornalista Franklin Martins para a nova Secretaria de Comunicação Social também está relacionada ao perfil de "especialista" num dos setores mais fragilizados no primeiro governo Lula, segundo este auxiliar. Também se incluem entre os "especialistas" os ministros da Cultura, Gilberto Gil (PV), e de Meio Ambiente, Marina Silva (PT), ambos mantidos. Lula tem a mesma expectativa em relação ao executivo Miguel Jorge, empossado nesta quinta no lugar de Luiz Fernando Furlan, que deixa o Desenvolvimento. O deslocamento do ministro Luiz Marinho do Trabalho para a Previdência foi o último, mais surpreendente e mais complicado lance da reforma. O Trabalho era "território político" da CUT, a central fundada por Lula nos anos 1980. O PDT do novo ministro Carlos Lupi tem ligações políticas com a Força Sindical, rival da CUT. Dirigentes da CUT e mais cinco centrais aliadas tentaram, sem sucesso, reverter a mudança num encontro com Lula na noite da última quarta-feira. O PT de Santa Catarina tenta devolver a Secretaria da Pesca ao ex-ministro José Fritsh, candidato derrotado ao governo do Estado. Lula deve manter o ministro Altemir Gregolim. "O presidente Lula já montou um ministério representativo da coalizão e é muito pouco provável que faça alguma outra mudança", disse à Reuters o presidente do PT, Ricardo Berzoini. Angela Lacerda, Recife, O Estadão.
REVISÃO DO CÁLCULO DO PIB: CRESCIMENTO COM "ESFORÇO" FISCAL
EMPRESA FICTÍCIA: SENADOR "SUBMERGE" NA ANTARTID(C)A...
"QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?"
BRASIL: A OFERTA DE UM NOVO PARADIGMA DE COOPERAÇÃO
TELEFONIA CELULAR: "DE OLHO VIVO...!"
LULA & BUSH [In:] "BUSH & LULA"
CANA-DE-AÇÚCAR: PRODUTIVIDADE & MORTE (conclusão)
quinta-feira, março 29, 2007
HAPPY-HOUR II: "DEPOIS DO TERCEIRO OU QUARTO COPO, TUDO QUE VIER EU TOPO..." (*)





"FRENTE PARLAMENTAR POR UMA REFORMA POLÍTICA COM PARTICIPAÇÃO POPULAR"
PREVIDÊNCIA SOCIAL: [O SAL (MARINHO) DA TERRA]
TURISMO SEXUAL: PRÓS E CONTRAS [???]
FIDEL CASTRO: "¿ETANOL? ¡YO SOY CONTRA!"
[IN]FIDELIDADE PARTIDÁRIA: "A DAMA DE VERMELHO" (*)
FIDELIDADE PARTIDÁRIA: FISIOLOGISMO EM "BOA HORA" [GENRO: A SOGRA DO PT]
"QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?"
Na Câmara, Agnaldo Timóteo defende turismo sexual. [Roberto Fonseca, O Estadão].
Reino Unido pressiona Irã; país recusa-se a libertar britânica. O Reino Unido aumentou a pressão sobre o Irã nesta quinta-feira, buscando ajuda internacional para isolar o país persa após a detenção de 15 marinheiros britânicos na sexta-feira (23). O impasse, que dura uma semana, já causou o corte das relações entre os dois países, exceto para negociar a liberação do grupo de militares. Folha Online.
Surge o 'padrinho' dos países árabes. O rei Abdala da Arábia Saudita recebe em Riad, para uma reunião de dois dias, a quase totalidade dos chefes árabes. Sua meta é se estabelecer como “padrinho” de toda a região e começar a reduzir os quatro grandes abscessos purulentos que infectam o Oriente Médio: o conflito israelense-palestino, o conflito no Líbano entre pró-sírios e anti-sírios, a guerra no Iraque e a crise nuclear com o Irã. Gilles Lapouge, de Paris, O Estadão.
MINISTÉRIO DA SAÚDE: "TEMPORÃO" E A VIDA "TEMPORÁRIA"
Vote na enquete sobre aborto
"Esta idéia do plebiscito é pessoal, mas está sendo amadurecida dentro do governo", afirmou. O ministro está tão empenhado na discussão que se reuniu esta semana com a secretária especial de Políticas para as Mulheres, Nilcéa Freire. Nesta quarta, ele tratou do assunto com o governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral (PMDB), também favorável à legalização do aborto, segundo sua assessoria. Temporão também está defendendo outra reivindicação feminina: a ampliação da licença maternidade de quatro para seis meses. "Pedi ao governador Sérgio Cabral que conceda este benefício às funcionárias públicas do estado", relatou. Segundo o ministro, Cabral viu "com simpatia" a idéia e prometeu estudá-la. g1. com.br
quarta-feira, março 28, 2007
CANA-DE-AÇÚCAR: PRODUTIVIDADE & MORTE (1a. parte)

BRASIL: TAXA DE DESEMPREGO EM ALTA
A taxa de desemprego de seis regiões metropolitanas do Brasil ficou em 15,9% da População Economicamente Ativa (PEA) em fevereiro, o que significa crescimento em relação ao valor medido em janeiro: 15,3%. O dado consta da Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED) divulgada nesta quarta-feira conjuntamente pela Fundação Seade e pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). A PED mede a taxa de desocupação em Belo Horizonte, Distrito Federal, Porto Alegre, Recife, Salvador e São Paulo. O levantamento estimou que o contingente de desempregados chegue a 3,05 milhões de pessoas – um acréscimo de 116.000 pessoas em comparação com janeiro. Só na região metropolitana de São Paulo, há 1,54 milhão de desempregados. A taxa passou de 14,4% para 15,3%. O crescimento é resultado, segundo a pesquisa, da eliminação de 94.000 postos de trabalho nos 39 municípios que compõem a Grande São Paulo. As demais regiões metropolitanas obtiveram as seguinte taxas de desemprego: 17,9%, no Distrito Federal; 12,9%, em Belo Horizonte; 12,3%, em Porto Alegre; 20,4%, no Recife; 22,3%, em Salvador.
No geral, a indústria foi o setor que mais perdeu postos: 2,5%, com eliminação de 65.000 vagas. Já o comércio viu a criação de 22.000 empregos, alta de 0,8%. Entre dezembro de 2006 e janeiro de 2007, o rendimento médio real dos ocupados nas seis regiões caiu 1%, batendo em 1.032 reais. Veja Online.
PRODUTO INTERNO BRUTO (PIB): RESULTADOS DA NOVA METODOLOGIA
O crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 2006 foi revisado de 2,9%, divulgado anteriormente, para 3,7%, segundo a nova metodologia adotada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A revisão, divulgada nesta quarta-feira, 28, veio acima das expectativas dos analistas ouvidos pela Agência Estado, que esperavam que a taxa subiria para, no máximo, 3,5%. Segundo o economista Juan Jensen, da Tendências Consultoria, a revisão do PIB de 2006 permite uma queda na relação dívida/PIB dos cerca de 50% para algo como 44,6%. Esta relação é um dos indicadores usados pelas agências de classificação de risco para conceder um possível investment grade para o Brasil. Quando esta classificação se confirmar, os papéis da dívida brasileira serão considerados de baixo risco de crédito e, portanto, o País deverá atrair mais investimentos. Ele acrescentou, no entanto, que a relação entre o superávit primário e o PIB também cai com a nova metodologia. O superávit é a economia do País para o pagamento de juros. Ou seja, é o resultado da arrecadação do governo menos as despesas, exceto o pagamento de juros. A atual meta de superávit primário do governo é de 4,25% do PIB. Como o valor do PIB de 2006 aumentou com a nova metodologia de cálculo, o governo terá de fazer uma economia ainda maior do que a previamente planejada para cumprir tal meta. As estimativas indicam que esta economia deve ser de mais cerca de R$ 9 bilhões, caso a meta seja mantida. Contudo, o governo não descarta uma revisão desta meta. Na revisão por setores, o IBGE apurou que a agropecuária cresceu 4,1%, a indústria, 2,8% e os serviços, 3,7%. Na série anterior, feita com outra metodologia, a expansão da agropecuária havia sido de 3,2%; da indústria, de 3% e dos serviços, 2,4%. O diretor do Departamento de Economia (Decon) do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp), Boris Tabacof, disse que estes resultados mostram uma perda da importância do setor industrial para o resultado final. "A indústria brasileira está perdendo o fôlego, perdendo importância relativa e absoluta sobre o resultado final do PIB", afirma. A má notícia, contudo, é que o ritmo econômico do final do ano passado é menor do que se imaginava. De acordo com o estrategista-chefe do BNP Paribas, Alexandre Lintz, os números de hoje mostram que, ao final do ano passado, a economia mostrou desaceleração e não aumento do ritmo, como se imaginava antes. Ele explica que, com base nos dados divulgados anteriormente pelo IBGE, o crescimento do PIB na margem era de 0,8% no terceiro trimestre de 2006 e de 1,1% nos últimos três meses daquele ano, o que significava uma aceleração de 0,3 ponto porcentual. Com os números novos, verifica-se uma mudança da tendência, com o resultado do terceiro trimestre de 2006, de 2,6%, sendo superior a 0,9% do quarto trimestre, uma desaceleração de 1,7 ponto porcentual. Mas, segundo Lintz, não há motivo para preocupação em relação à alteração da tendência do crescimento porque a expansão dos últimos três meses de 2006 além de já ter sido elevada teve como base uma aceleração mais acentuada nos três meses anteriores. "Com isso, muda-se a interpretação de que o início deste ano poderia ser impulsionado pelo crescimento verificado ao final de 2006", considerou. "Vemos agora, que há uma acomodação da economia", acrescentou. Em valores correntes, o PIB de 2006 foi de R$ 2,3228 trilhões. Com isso, o PIB per capita cresceu 2,3% sobre 2005 e foi de R$ 12.437.
A taxa de investimento (formação bruta de capital fixo sobre o PIB) de 2006 ficou em 16,8%, acima da taxa apurada em 2005, de 16,3%. A taxa do ano passado foi apurada já com a nova metodologia de cálculo do PIB. Portanto, não ocorreu revisão para o dado, como nos anos anteriores. O aumento real do investimento no ano passado, ante 2005, foi de 8,7%. A FBCF cresceu amparada pelo aumento na construção civil e nas máquinas e equipamentos, especialmente os importados. Foram revisados para cima também os aumentos apurados no consumo das famílias (de 3,8% para 4,3%) e do consumo do governo (de 2,1% para 3,6%). Na semana passada, o IBGE já havia divulgado a revisão das taxas de expansão até 2005. Os dados mostraram que a economia cresceu mais do que havia sido calculado anteriormente. O Estadão, Reuters.
MIN. MATILDE RIBEIRO DIZ QUE NÃO INCITOU RACISMO...
Em relação à entrevista da ministra Matilde Ribeiro, divulgada pela BBC Brasil nesta terça-feira (27/3), esta Secretaria esclarece que a frase 'não é racismo quando um negro se insurge contra um branco' aparece no título de maneira descontextualizada, induzindo o leitor ao equívoco. A ministra deixa claro, no decorrer da conversa, que 'não está incitando' esse tipo de comportamento e afirma: 'Não acho que seja uma coisa boa'. A afirmação apenas reconhece a histórica situação de exclusão social de determinados grupos étnicos no Brasil, prevalente após 120 anos da abolição, que pode, por vezes, provocar esse tipo de atitude - também condenável. Esclarecemos, ainda, que a missão da Seppir é justamente tomar iniciativas contra as desigualdades raciais no país e formular políticas públicas de igualdade racial, de forma conjugada com os demais ministérios e em diálogo com diversos setores da sociedade civil. A Secretaria também atua no sentido da valorização e do respeito às diversidades, em um trabalho integrado com negros, indígenas, ciganos, judeus e palestinos em espaços como o Conselho Nacional de Promoção da Igualdade Racial e a Conferência Nacional de Promoção da Igualdade Racial, com a intenção de garantir a essas comunidades acesso a bens e serviços públicos, qualidade de vida e oportunidades iguais. BBC Brasil.
"QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?"
TSE decide que mandato pertence ao partido e não ao candidato eleito. O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) decidiu na noite desta terça-feira, por seis votos a um, que o mandato pertence ao partido ou à coligação e não ao candidato eleito. A medida estabelece a chamada fidelidade partidária para todos os cargos elegíveis no país e tem por objetivo impedir a troca de partido políticos. Folha Online.
OMS recomenda circuncisão para combater AIDS. A Organização Mundial da Saúde (OMS) incluiu a circuncisão masculina no seu pacote de recomendações para a prevenção e combate à AIDS no mundo que inclui a distribuição de camisinhas, oferta de testes para o vírus HIV, tratamento e divulgação de informações sobre sexo seguro, entre outros. BBC Brasil.
Bovespa despenca 1,58%, após fala de presidente de BC americano. A Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo) acelera o ritmo das perdas no pregão desta quarta-feira, em queda de 1,58%, aos 44.494 pontos, após o testemunho do presidente do Federal Reserve (Fed, o BC americano), Ben Bernanke, em sessão no congresso americano.O dólar comercial é cotado a R$ 2,076 para venda, em alta de 0,63%. Os principais contratos de juros futuros na BM&F operam com alta sobre os fechamentos de ontem. Folha Online.
Troca de partido provocará a perda do mandato. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu na noite desta terça-feira que os votos em eleições proporcionais pertencem aos partidos, e não aos candidatos eleitos. Na prática, isso significa que, se trocar de partido, um vereador, deputado estadual ou federal perderá o mandato – que permanecerá em posse da legenda pela qual o parlamentar foi eleito. A medida pode acabar com o chamado troca-troca de partidos e estabelecer a fidelidade partidária. Veja Online.
REFORMA MINISTERIAL: O TROCA-TROCA DE POSIÇÕES
Na reta final da reforma da equipe de governo, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva reabriu as negociações com o PDT, oferecendo ao partido o Ministério do Trabalho, em vez da Previdência, disse uma fonte do Planalto na noite desta terça-feira, 27. O movimento é politicamente complicado porque envolveria deslocar para a Previdência o ministro do Trabalho, Luiz Marinho, ex-presidente da CUT. A maior rival da CUT no sindicalismo é a Força Sindical, do deputado Paulinho Pereira (PDT-SP). A oferta do Ministério do Trabalho foi feita por Lula no final desta tarde ao presidente do PDT, Carlos Lupi, que foi ao Planalto esperando ser convidado para a Previdência. Lupi levou a nova proposta à bancada do PDT e voltou ao Planalto à noite. Depois de quase três meses de negociações com onze partidos, o presidente Lula marcou a primeira reunião de seu novo ministério para a próxima segunda-feira, ainda com dúvidas em dois ministérios ocupados por indicações do PT. Lula quer definir a situação do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) e da Secretaria Especial da Pesca, até quinta-feira, quando tomarão posse os ministros Miguel Jorge (Desenvolvimento, Indústria e Comércio), Franklin Martins (Comunicação Social) e Alfredo Nascimento (Transportes). Para o MDA, Lula pode manter o ministro Guilherme Cassel, nomear o deputado Pedro Eugênio (PT-PE), apoiado pela Confederação dos Trabalhadores da Agricultura (Contag), ou o presidente do Incra, Rolf Hackbart, apoiado pelo MST. O PT ainda insiste na indicação do agrônomo Joaquim Soriano, da tendência Democracia Socialista e membro da executiva nacional do partido. O ex-ministro José Fritsch, que deixou a Secretaria da Pesca há um ano para disputar (e perder) o governo de Santa Catarina, quer voltar ao cargo, mas Lula tende a manter seu substituto, Altemir Gregolin, disseram fontes do PT e do governo. Lula já promoveu sete alterações no ministério. Nomeou deputados do PMDB para Integração Nacional (Geddel Vieira Lima) e a Agricultura (Reinhold Stephanes) e o médico José Gomes Temporão para a Saúde, incluída na cota do partido. O PT ganhou Justiça (Tarso Genro) e Turismo (Marta Suplicy), mas perdeu a estratégica secretaria de Relações Institucionais, que ficou com o ministro Walfrido Mares Guia, do PTB. José Antônio Toffoli, ex-advogado de Lula e do PT nos tribunais eleitorais, foi nomeado ministro da Advocacia Geral da União, no lugar de lvaro Ribeiro da Costa. Ricardo Amaral e Natuza Nery, Reuters, O Estadão.