PENSAR "GRANDE":

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“Pode-se enganar a todos por algum tempo; Pode-se enganar alguns por todo o tempo; Mas não se pode enganar a todos todo o tempo...” (Abraham Lincoln).=>> A MÁSCARA CAIU DIA 18/06/2012 COM A ALIANÇA POLÍTICA ENTRE O PT E O PP.

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''Os Economistas e os artistas não morrem..." (NHMedeiros).

"O Economista não pode saber tudo. Mas também não pode excluir nada" (J.K.Galbraith, 1987).

"Ranking'' dos políticos brasileiros: www.politicos.org.br

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# 38 RÉUS DO MENSALÃO. Veja nomes nos ''links'' abaixo:
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segunda-feira, fevereiro 27, 2012

''QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?''

SINOPSES - RESUMO DOS JORNAIS

27 de fevereiro de 2012

O Globo


Manchete: Após reduzir verba, governo promete nova base em 2 anos

Cientistas voltam abalados com morte de militares e destruição da pesquisa

Depois de gastar apenas metade do orçamento previsto para o programa brasileiro na Antártica no ano passado, deixando de aplicar R$9 milhões, o governo promete agora reconstruir em dois anos a Estação Comandante Ferraz. Um incêndio na madrugada de sábado matou dois militares e destruiu 70% das instalações. Pesquisadores choravam ontem a morte dos companheiros de missão e a destruição das pesquisas. O governo estuda usar o navio polar Almirante Maximiniano como base provisória. (Págs. 1, 3 a 9)

Sargento Roberto Lopes dos Santos

Era sua 3ª missão na Antártica. Morava em Nilópolis, gostava de fotografar e tinha 45 anos. (Págs. 1 e 4)

Suboficial Carlos Alberto Figueiredo

Baiano de 47 anos, estava na Marinha há 30. Tinha planos de se aposentar em março. (Págs. 1 e 4)

Farc dizem que não vão mais sequestrar

As Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) anunciaram que vão libertar os dez reféns policiais e militares ainda em que seu poder e também que deixarão de fazer sequestros para se financiar. O presidente Juan Manuel Santos disse que a medida é um "passo importante e necessário, na direção certa", mas ainda insuficiente. Num comunicado, as Farc agradeceram a ajuda do Brasil no resgate de reféns na selva. Há cerca de 300 civis em cativeiro. (Págs. 1 e 25)

Equador: 140 intelectuais contra Correa

Um grupo de 140 autores espanhóis e latino-americanos divulgou um manifesto criticando o presidente do Equador, Rafael Correa, pela condenação dos jornalistas Emilio Palacio, Juan Carlos Calderón e Christian Zurita por danos morais. Eles acusam Correa de abuso de poder e intimidação da imprensa. (Págs. 1 e 25)

Matarazzo e Covas desistem para apoiar Serra

Andrea Matarazzo e Bruno Covas, secretários estaduais em SP, desistiram de suas pré-candidaturas a prefeito pelo PSDB para deixar o caminho livre para o ex-governador José Serra. Mas José Aníbal e Ricardo Trípoli disseram que continuam na disputa e não aceitam adiar a data das prévias. (Págs. 1 e 11)

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Folha de S. Paulo


Manchete: Farc prometem acabar com sequestro de civis

Enfraquecida, guerrilha colombiana diz que libertará seus últimos 10 reféns

A fim de negociar com o governo do país, as Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia) anunciaram o fim dos sequestros de civis. Restam hoje 9.000 guerrilheiros das Farc, que já contaram com 17 mil.

Enfraquecida pela morte de seus líderes, a guerrilha de origem comunista, financiada com o narcotráfico, diz que libertará os dez últimos reféns: "Não cabem obstáculos à possibilidade de retomar negociações". (Págs. 1 e Mundo A8)

Folha invest: Como o turista pode se proteger das variações do dólar. (Págs. 1 e B1)


Maioria dos sobreviventes dormia quando fogo começou

Os sobreviventes do incêndio que destruiu 70% da base brasileira na Antártida disseram que a maioria dormia quando fogo começou. Um grupo que estava acordado percebeu o problema e bateu nas portas dos colegas. "Separamos os civis e passamos a enfrentar o fogo", contou o tenente Pablo Tinoco. (Págs. 1 e Poder A6)

Dois tucanos desistem de prévias para apoiar Serra

Os secretários do governo paulista Andrea Matarazzo (Cultura) e Bruno Covas (Meio Ambiente) desistiram ontem de desputar as prévias do PSDB que definirão o candidato do partido à Prefeitura de São Paulo.

Os dois já declararam apoio a José Serra, que decidiu pela candidatura na semana passada. José Aníbal e Ricardo Tripoli seguem na disputa da vaga. (Págs. 1 e Poder A4)

Melchiades Filho: Processos contra políticos corroem a imagem da PF. (Págs. 1 e Opinião A2)


Síria realiza referendo, mas ouve críticas de europeus

O ditador sírio Bashar Assad comemorou uma "participação gigante" no referendo sobre a nova Constituição, que admite eleições multipartidárias. A consulta foi boicotada pela oposição e qualificada como farsa por governos europeus.

A repressão violenta a opositores que pedem a deposição de Assad, iniciada em março, resultouontem na morte de pelo menos outras 31 pessoas. (Págs. 1 e Mundo A9)

Afastamentos por uso de drogas preocupam INSS

Problemas decorrentes do uso de drogas proibidas, como crack, bateram às portas do INSS. Em 2011, a Previdência concedeu 124.947 auxílios-doença e dependentes químicos, a um custo de R$107,5 milhões.

"Essa conta está entre os grandes desafios que temos pela frente porque tende a aumentar", disse o ministro Garibaldi Alves. (Págs. 1 e Cotidiano C1)

Editoriais

Leia "Viravolta paulistana", sobre a candidatura de José Serra; e "Contas de chegar", acerca de manobra do governo para cumprir meta de superavit. (Págs. 1 e Opinião A2)

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O Estado de S. Paulo


Manchete: Reconstrução da base na Antártida vai levar um ano

Governo usurá o navio polar Almirante Maximiniano como base provisória, enquanto refaz estação científica

O ministro da Ciência e Tecnologia, Marco Antônio Raupp, afirmou ontem que o governo deve usar o navio polar Almirante Maximiniano como base do Brasil na Antartida até que seja reconstruída a Estação Comandante Ferraz, destruída em um incêndio na madrugada de sábado. Segundo Raupp, a reconstrução deve levar um ano, mas o Programa Antártico Brasileiro não será suspenso. Adquirido em 2009, o navio tem cinco laboratórios e hangar para dois helicópteros. Avaliação preliminar da Marinha constatou que 70% da estação foi destruída - o prédio principal, onde ficavam alojamentos e laborátorios, foi totalmente queimado. (Págs. 1, Vida A12 a A14)

Fotolegenda: A caminho de casa

Cientistas e funcionários civis e militares da base Antártida embracaram em Hércules da FAB em Punta Arenas, no Chile (Pág. 1)

João Paulo M. Torres

"A gente perdeu muito mais do que material. Perdemos vidas". (Pág. 1)

Negócios: Foto velha

A agonia da Kodak na era digital. (Págs. 1 e N5)

18 quilômetros 'sumiram' em obra de estrada privatizada

Na primeira auditoria para avaliar concessões de rodovias à iniciativa privada, o Tribunal de Contas da União (TCU)registrou o sumiço de 18 quilômetros em projeto Autopista Litoral Sul, entre Florianópolis e Curitiba. O TCU calcula o valor total das irregularidades em R$800 milhões e quer rever a tarifa de pedágio. A concessionária OHL Brasil aguarda decisão final do TCU para definir compensações. (Págs. 1 e Economia B1 e B4)

G-20 aumenta pressão sobre a Alemanha

Representantes das 20 maiores economias estabelecem 31 de março como prazo máximo para definir o aporte de até US$1 trilhão no Mecanismo de Estabilização Europeu. (Págs. 1 e Economia B10)

Serra disputará pressão em SP com 2 tucanos

Com a entrada de Jossé Serra na disputa pela Prefeitura de São Paulo, os secretários estaduais Andrea Matarazzo (Cultura) e Bruno Covas (Meio Ambiente) decidiram retirar a inscrição na prévia que vai definir o candidato do PSDB. Outros dois tucanos prometeram ir até o fim na disputa contra Serra: José Aníbal e Ricardo Trípoli. (Págs. 1 e Nacional A4)

Farc anunciam fim de sequestros a civis (Págs. 1 e Internacional A8)


Sírios votam Constituição que dá mais poder a ditador (Págs. 1 e Internacional A10)


Marco Antônio Rocha

No caminho do fracasso?

O mundo ainda não foi capaz de criar instituições multinacionais capazes de exercer com eficácia o papel civilizador que delas se espera. (Págs. 1 e Economia B2)

Scott Shane

Mais cheiro de pólvora no ar

Enquanto Israel e Irã trocam suspeitas de armar complôs assassinos, analistas veem o perigo de precipitar uma guerra que envolveria os EUA. (Págs. 1 e Visão Global A11)

Notas & Informações

Novas concessões portuárias

Não há mais dúvidas a respeito dos contratos que vencem em 2013: não serão prorrogados. (Págs. 1 e A3)

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Correio Braziliense


Manchete: Jovens ateiam fogo em dois moradores de rua. Um morreu

A barbárie que assombrou o DF com a morte do índio Galdino, queimado vivo 15 anos atrás numa parada de ônibus da w3 Sul por jovens de classe média, voltou a se repetir. A tragédia aconteceu na QR 118, em Santa Maria, onde as vítimas dormiam no sábado à noite. Segundo testemunha, pelo menos três rapazes participaram do crime. Dois suspeitos chegaram a prestar depoimento, mas foram liberados. Até o fechamento desta edição, o sobrevivente permanecia internado em estado grave. (Págs. 1 e 17)

Fisco vigia cartão para flagrar gasto superior à renda

Quando o consumo do contribuinte ultrapassa R$100 mil no ano, as operadoras são obrigadas a informar ao Leão, que começa a receber as declarações a partir de quinta-feira. Preencher o formulário com antecedência evita possíveis problemas. (Págs. 1 e 8)

Distritais: Dia D para o destino do 14º salário

Está prevista para amanhã a reunião do Colégio de Líderes que decidirá se o fim dos benefícios estras irá a votação do plenário. (Págs. 1 e 18)

Antártida: Base deve ser reerguida em dois anos

Pelo menos 70% da estação foi destruída no incêndio, e a promessa é de que o novo prédio seja mais moderno. Pesquisadores voltaram ao Brasil. (Págs. 1, 6 e 7)

Faxina de Dilma deixa o segundo escalão de fora (Págs. 1 e 2)


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Valor Econômico


Manchete: Mercado mantém cautela mesmo com alta da Bolsa

Depois de meses sem operações expressivas, o mercado de capitais está aberto para novas ofertas de ações de companhias brasileiras. Mas os investidores continuam cautelosos, seletivos e conservadores. Por conta desse ambiente, os bancos deverão fazer uma segunda tentativa de reabrir o mercado com operações de empresas já listadas na Bolsa, já conhecidas, portanto, pelos investidores.

Essa é a avaliação de José Olympio Pereira, corresponsável pelo banco de investimento Credit Suisse no Brasil. "Para o investidor, as ofertas subsequentes são uma oportunidade de ter um lote significativo de ações de uma companhia cuja história já conhece e acredita, pagando um preço determinado, sem precisar fazer compras picadas na Bolsa", afirma. (Págs. 1 e B2)


Empresas no país elevam gastos com TI

Pesquisa do Instituto Sem Fronteiras com 1.140 empresas estima que, em 2012, os gastos com Tecnologia da Informação (TI) somarão R$ 64,6 bilhões, um crescimento de 9% em relação ao ano passado. A projeção indica ligeira desaceleração em relação ao crescimento anual médio de 10% dos últimos dois anos, mas é mais que o dobro do ritmo de expansão dos gastos mundiais em TI, estimados em 3,7% pela consultoria Gartner. O Valor teve acesso a projetos de TI de dez companhias de grande porte. Entre elas, a TAM é a que terá o maior aumento de gastos com TI, de 52%. A varejista Máquina de Vendas e a montadora Toyota informaram que elevarão os investimentos em 10%. O Banco do Brasil e o Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro), em 8%. (Págs. 1, B1 e B3)

G-20 reafirma regulação de bancos

Os ministros das finanças do G20 reunidos no fim de semana na Cidade do México reafirmaram a agenda de implantação das regras regulatórias para o sistema financeiro global. Isso inclui principalmente a implantação do acordo de Basileia 3 ao longo de oito anos. "Não haverá flexibilização", disse ao Valor o diretor de assuntos internacionais do Banco Central, Luiz Awazu Pereira da Silva. Nas ultimas semanas, algumas vozes dentro do G20 sugeriram flexibilizar as regras e o cronograma de Basileia 3. Os bancos dizem que as novas regras vão levar a um processo de desalavancagem, derrubando a tímida recuperação da economia mundial.

Paralelamente à reunião do G-20, os ministros de Finanças dos Brics discutiram a criação de um novo banco multilateral de desenvolvimento, comandado pelos emergentes, que está sendo chamada de forma informal de Banco Sul-Sul ou Banco dos Brics. (Págs. 1 e A14)

Opções para capitalizar a Ferrous

O maior desafio de Jayme Nicolato, com 20 anos de experiência no setor de mineração e que assume dia 1º a presidência da Ferrous Resources do Brasil, será capitalizar a empresa, controlada por fundos de investimentos estrangeiros, para viabilizar um projeto integrado de mina, mineroduto e porto avaliado entre US$ 5 bilhões e US$ 6 bilhões. A meta é produzir 25 milhões de toneladas de minério de ferro até o fim de 2016. O projeto está "praticamente licenciado" e as propriedades vizinhas já foram compradas. Antes mesmo de assumir o cargo, Nicolato trabalha em uma revisão do plano de negócios da empresa e traça alternativas para a companhia obter recursos, com destaque para a proposta de abertura de capital ainda neste ano. (Págs. 1 e B8)

Fotolegenda: Apostas para a Rio+20

Para Connie Hedegaard, comissária europeia para o clima, a Rio+20 será um sucesso se "o mundo puder abraçar o conceito de economia verde", que significaria "uma real mudança de paradigma." Outro destaque, afirma, seria a meta de acesso a energia sustentável para todos. (Págs. 1 e A20)


Cruzamento de dados eleva arrecadação

As secretarias de Fazenda estaduais têm firmado e atualizado convênios de colaboração com a Receita Federal para cruzar dados e ampliar a fiscalização. O resultado prático da medida é aumento na arrecadação de tributos como ICMS, IPVA e Imposto de Transmissão Causa Mortis e Doações (ITCMD), que incide sobre heranças e doações de bens móveis e imóveis. No fim do ano passado, Minas Gerais começou a receber da Receita dados das declarações do Imposto de Renda sobre doações superiores a R$ 200 mil. Identificados os maiores doadores, começou a cobrança do imposto, que resultou em arrecadação superior à esperada. (Págs. 1 e E1)

Pós-graduado tem dificuldade para validar curso estrangeiro

Uma tarefa que já era difícil para os profissionais brasileiros que buscam o aprimoramento no exterior tornou-se ainda mais árdua com o aumento do número de estudantes em outros países. São muitos os entraves para se reconhecer diplomas de pós-graduação emitidos por universidades estrangeiras. Para conseguir o título de mestre ou doutor no Brasil é preciso que o diploma seja validado no país.

O trâmite é feito obrigatoriamente por instituições de ensino que tenham programas de especialização reconhecidos pela Capes, órgão responsável pela avaliação dos cursos de pós-graduação no Brasil. "Muitas universidades brasileiras encaram os programas internacionais como 'concorrentes'. Do ponto de vista acadêmico, é uma insensatez", afirma a professora Maria Cecilia Coutinho de Arruda, da FGV de São Paulo. (Págs. 1 e D8)


Restrição a vinhos será analisada

A pedido das vinícolas brasileiras, o Ministério do Desenvolvimento decidirá, em março, a possível abertura de um processo de salvaguardas contra os vinhos importados. Os produtores nacionais esperavam para esta semana a abertura do processo, mas fontes do ministério ouvidas pelo Valor informaram que o prazo não é suficiente para conclusão do estudo técnico que precede a investigação. O pedido foi feito em agosto, durante visita da presidente Dilma Rousseff à Festa da Uva de Caxias do Sul, onde a presidente prometeu adotar providências previstas pela Organização Mundial do Comércio contra práticas comerciais "assimétricas e danosas" à indústria local. (Págs. 1 e B4)

Embargo da UE ao petróleo iraniano põe mais pressão sobre preços da Petrobras (Págs. 1 e B7)


Funpresp deve ser aprovado na Câmara nesta semana, diz Garibaldi (Págs. 1 e A12)


Juro menor e inflação valorizam fundos de renda fixa índices (Págs. 1 e D1)


Desoneração erra o alvo

Microempresas do setor de Tecnologia da Informação vão questionar na Justiça a desoneração da folha de salários prevista no plano Brasil Maior. A contribuição previdenciária aumenta para empresas com poucos empregados e faturamento elevado. (Págs. 1 e A2)

Defesa

Com orçamento superior a R$60 bilhões no ano passado - o terceiro maior do governo - a Defesa comprometeu 80% do total com a folha de pagamentos, sendo 63% para aposentados e pensionistas. Para a indústria da defesa crescer é preciso investir em pesquisa e desenvolvimento, diz Glauco Arbix. (Págs. 1 e Caderno Especial)

Brasil ganha destaque na Metso

Brasil ganha importância nas operações da companhia filandesa de engenharia Metso. No ano passado, graças à construção da nova fábrica da Suzano no Maranhão, o país se tornou o principal mercadoda empresa, à frente de EUA e China. (Págs. 1 e B8)

Fumo agoniza em Arapiraca

A produção de fumo de rolo, que durante décadas dominou a região de Arapiraca, no agreste alagoano, definha com a concorrência dos cigarros industrializados e o declínio do tabagismo. (Págs. 1 e B14)

Asiáticos avançam em commodities

Entrada no fundo soberano de Cingapura no capital da Bunge reforça o movimento dos países asiáticos no segmento de commodities. A Louis Dreyfus pode ser o próximo alvo dos investidores estatais da região. (Págs 1 e C16)

BB reforça o Banco Postal

O Banco do Brasil vai ampliar os produtos oferecidos pelo Banco Postal nas agências dos Correios como crédito a empreendedores individuais e microempresas, microsseguros e títulos de capitalização. (Págs. 1 e C16)

Ideias

Renato Janine Ribeiro

Ser verde é uma ética, mais que uma política: seu negócio é mudar o mundo, não é disputar a Presidência ou o governo. (Págs. 1 e A12)

Ideias

Eswar Prasad

Emergentes têm chance de ouro de garantir crescimento e estabilidade se conseguirem resolver problemas como a corrupção. (Págs. 1 e A19)

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