PENSAR "GRANDE":

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[NÃO TEMOS A PRESUNÇÃO DE FAZER DESTE BLOGUE O TEU ''BLOGUE DE CABECEIRA'' MAS, O DE APENAS TE SUGERIR UM ''PENSAR GRANDE''].
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“Pode-se enganar a todos por algum tempo; Pode-se enganar alguns por todo o tempo; Mas não se pode enganar a todos todo o tempo...” (Abraham Lincoln).=>> A MÁSCARA CAIU DIA 18/06/2012 COM A ALIANÇA POLÍTICA ENTRE O PT E O PP.

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''Os Economistas e os artistas não morrem..." (NHMedeiros).

"O Economista não pode saber tudo. Mas também não pode excluir nada" (J.K.Galbraith, 1987).

"Ranking'' dos políticos brasileiros: www.politicos.org.br

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# 38 RÉUS DO MENSALÃO. Veja nomes nos ''links'' abaixo:
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quarta-feira, abril 20, 2011

''QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?''

SINOPSES - RESUMO DOS JORNAIS

20 de abril de 2011

O GlobO

Manchete: País tem mais 100 empresas notificadas por biopirataria
Companhias das áreas de cosméticos e até alimentos estão na mira do Ibama

O Ibama notificou cerca de 30 instituições de pesquisa e 70 empresas – nacionais e multinacionais que atuam no Brasil – por biopirataria. As investigações se concentram em companhias de grande porte, que atuam nos ramos de cosméticos, medicamentos, alimentos e de biotecnologia. As notificações integram a segunda fase da Operação Novos Rumos, deflagrada em agosto de 2010. Na primeira etapa, o Ibama fez 107 autuações no valor de R$ 120 milhões, mas nenhuma multa foi paga até agora. Em novembro daquele ano, a Natura foi multada em R$ 21 milhões, mas a empresa recorreu sob a justificativa de que a lei brasileira não era clara. Uma lei de 2001 proíbe o acesso não autorizado ao patrimônio genérico brasileiro, mas não estabelece como os royalties podem ser pagos, caso haja uso para fins comerciais. (Págs. 1 e 21)

Falta, quem diria, conteúdo nacional na Petrobrás

A Agência Nacional do Petróleo (ANP) deve multar a Petrobrás em, pelo menos, R$ 28 milhões por ano cumprir percentual mínimo de encomendas à indústria nacional. Outras petrolíferas que atuam no país, como Shell e Petrogal, também devem ser punidas. (Págs. 1 e 25)

Gramacho: o começo do fim
Com uma montanha de lixo equivalente a um prédio de 20 andares, o Aterro de Gramacho – um dos maiores cenários de degradação ambiental e humana do Rio – começa hoje sua contagem regressiva. A Comlurb passará a jogar mil toneladas de detritos por dia no Centro de Tratamento de Resíduos (CTR) de Seropédica, que não terá catadores. A previsão é que Gramacho seja desativado até o início de 2012. (Págs. 1 e 14)


Fotolegenda: Amigos para sempre

Dilma e o general Enzo Peri: na comemoração do Dia do Exército, a presidente disse que tem “plena confiança na eficiência dos integrantes da força terrestre” e que a instituição é “fonte de orgulho para o país”. (Págs. 1 e 10)

Médicos: plano contra drogas é lento demais
O Conselho Federal de Medicina critica a demora na implementação do plano federal contra o crack e outras drogas. O oxi já faz vítimas entre índios, que trabalham no tráfico. (Págs. 1 e 3)

Velha guarda fará reformas em Cuba
Caberá a um time de veteranos, com Raúl Castro à frente, a condução das reformas econômicas em Cuba. O presidente, de 79 anos, foi oficializado no comando do PCC; o vice, José Ramón Machado, tem 80. Dos 15 da cúpula, há seis generais. (Págs. 1, 28 e editorial “Reformas insuficientes”)

Lula retoma vida política ao lado de mensaleiro (Págs. 1 e 10)

A Última Ceia foi na quarta?
Pesquisadores da Universidade de Cambridge, no Reino Unido, criou polêmica ontem, em plena Semana Santa, ao afirmar que a Última Ceia teria sido numa quarta-feira, não numa quinta. (Págs. 1 e 30)

Demissões em março atingem pior nível desde 1992 (Págs. 1 e 23)

Merval Pereira
A classe média ampliada deve decidir as próximas eleições municipais. O diagnóstico é de Lula. E também de FH... (Págs. 1 e 4)

Elio Gaspari

O ocaso do sindicalismo emergente: fez papel bobo quem achou que não haveria demissões em Jirau. (Págs. 1 e 6)
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Folha de S. Paulo

Manchete: Como FHC, Lula quer atrair nova classe média

Petista defende que sigla faça alianças à direita para crescer no Estado em 2012

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva quer que o PT abra o leque de alianças em São Paulo para conquistar o voto mais conservador da chamada nova classe média e dos “órfãos do malufismo e do quercismo”.

Em texto na semana passada, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso defendeu que o PSDB desista do “povão”, que já aderiu ao lulismo, e aposte na classe C, refratária ao petismo.


Para “quebrar resistências” à sigla nesses redutos, o PT deve fazer alianças à direita e compor chapas com nomes conservadores no Estado, afirmou Lula ontem, em reunião fechada com dirigentes do partido.

“É importante escolher bons vices, que dialoguem com setores com os quais nós não conseguimos dialogar”, disse o presidente do PT-SP, deputado estadual Edinho Silva. (Págs. 1, A4 e Poder)

‘Renovação’ em Cuba fica nas mãos de Raúl, 79, e Ramón, 80

Dias após prometer “rejuvenescimento sistemático” do Partido Comunista, o ditador de Cuba, Raúl Castro, 79, foi confirmado como primeiro-secretário no lugar de Fidel Castro, 84, que ficou no cargo por cinco décadas.

O ex-guerrilheiro Ramón Machado Ventura, 80, será o número 2 da legenda, que é única. As mudanças indicam que a "velha guarda” comandará a reforma econômica. (Págs. 1, A12 e Mundo)

Gasolina sobe 4,7% e pressiona meta de inflação

Depois dos alimentos, agora é a gasolina que pressiona a inflação. O preço do litro do combustível, que é misturado ao álcool, subiu em média 4,7% em quatro semanas, segundo a Agência Nacional do Petróleo. A alta pode levar a inflação de 12 meses a superar o teto de 6,5% em abril. (Págs. 1, A10 e Poder)

Síria acaba com lei de emergência depois de 48 anos

O governo sírio anunciou o fim da lei de emergência em vigor há 48 anos no país. Essa era uma das principais reivindicações das manifestações contra o regime.

Opositores dizem que o anúncio foi “cosmético”. Ato em Homs teve três mortos, dizem militantes de direitos humanos. (Págs. 1, A15 e Mundo)

Vacinação contra rotavírus reduz mortes infantis, afirma pesquisa

A vacina contra o rotavirus reduziu em 22% as mortes e em 17% as internações por diarréia de crianças de até cinco anos no país.
Nessa faixa, o vírus é o maior causador da doença.

Estudo baseado em dados do Ministério da Saúde diz que 1.500 mortes foram evitadas de 2007 a 2009. Segundo pediatra do HC, a vacina é prioritária em regiões mais pobres. (Págs. 1, C10 e Cotidiano)

Rebeldes líbios serão treinados por força especial do Reino Unido (Págs. 1, A14 e Mundo)

Peritos divergem sobre reportagem a respeito da linha 5 do Metrô de SP (Págs. 1, C10 e Cotidiano)

Mônica Bergano

Foragido, Roger Abdelmassih vai ser pai de gêmeos (Págs. 1 e E2)

Editoriais

Leia “Sinal de alerta”, que aponta paralisia política americana diante da dívida pública, e “Nova velha Cuba”, sobre resultado tímido de reunião do PC. (Págs. 1 e A2)

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O Estado de S. Paulo

Manchete: Governo quer mais capital estrangeiro em aéreas
Ampliação de 20% para 49%, prevista em MP, visa melhorar setor de aviação antes da copa e dos Jogos

Com aval do Planalto, a medida provisória que cria a Secretaria de Aviação Civil recebeu uma emenda que permite ampliar de 20% para 49% o limite para a participação de capital estrangeiro nas companhias aéreas brasileiras. A expectativa é que a medida seja votada até meados de maio. O governo tem pressa na tramitação porque entende que a MP pode ajudar a atacar parte dos problemas relativos aos aeroportos para a Copa do Mundo de 2014 e a Olimpíada de 2016. Na avaliação de técnicos do governo, a permissão de 49% de capital estrangeiro nas companhias aéreas representará uma mudança de paradigma. Com a capitalização das empresas e a ampliação dos investimentos, os serviços aumentarão e crescerá também a concorrência no setor. O Planalto entende ainda que a entrada de mais recursos poderá trazer aumento do número de rotas, atendendo cidades de médio porte que estão sem receber ligação aérea, melhorando o mercado da aviação regional (Págs. 1, B1, B3 e Economia)

Menos empregos

O número de vagas formais criadas em março, 92.675, foi 65,2% inferior ao registrado no mesmo mês de 2010. O governo atribui a redução a efeitos sazonais. (Págs. 1, B4 e Economia)

Arrecadação é recorde até março

O consumo ainda em alta e o vigor da atividade econômica garantiram no primeiro trimestre a arrecadação recorde de R$ 226,19 bilhões da Receita. No período, houve crescimento real (acima da inflação medida pelo IPCA) de 11,96%. No ano, a arrecadação já é R$ 35,74 bilhões superior à do primeiro trimestre de 2010. Em março, atingiu R$ 70,98 bilhões. (Págs. 1, B8 e Economia)

Fidel sai, mas linha dura continua

O Partido Comunista Cubano (PCC) encerrou seu congresso prometendo adotar medidas econômicas e sociais inéditas nos 50 anos de socialismo da ilha. O encontro, porém, reforçou a linha dura do PCC. José Ramon Machado, de 80 anos, foi eleito segundo-secretário e passa a ser o primeiro na linha de sucessão do presidente Raúl Castro. (Págs. 1, A12, A13 e Internacional)

Foto legenda: Adeus. Fidel Castro com Machado: ex-líder deixa direção do PCC

Migração para SP cai e reduz crescimento da população

A diminuição do fluxo de migrantes para São Paulo na última década fez com que o Estado registrasse o menor crescimento populacional em 70 anos. Entre 2000 e 2010, São Paulo recebeu 47.946 migrantes por ano, ou um terço do total da década anterior. No auge da migração para o Estado, entre 1970 e 1980, o fluxo anual era 6,4 vezes maior do que o atual. A Região Metropolitana, que recebia 75 mil pessoas por ano entre 1990 e 2000, passou a ter um saldo positivo de 2.500 anuais. (Págs. 1, C1 e Cidades)

José Roberto Toledo: Momento facilita a gestão

Menos crescimento desordenado é a oportunidade para administrações planejarem melhorações. (Págs. 1, C3 e Cidades)

Minha Casa derruba mata nativa no AM

Pelo menos 207 árvores foram derrubadas em Parintins (AM) para construção de conjunto habitacional financiado pela Caixa, no programa Minha Casa, Minha Vida. Entre as espécies estão castanhaeiras, árvores cujo corte e comercialização são proibidos. (Págs. 1, A20 e Vida)

Foto legenda: Abatida. Castanheiras eram alternativa de renda para 130 famílias

Lei Maria da Penha é usada para punir gay

Criada para coibir a violência contra a mulher, a Lei Maria da Penha foi aplicada em um caso de agressão doméstica envolvendo dois homens. Para a ministra Iriny Lopes, da Secretaria de Políticas para as Mulheres, a lei foi “desvirtuada”. (Págs. 1, C4 e Cidades)

Brasil começa a exportar petróleo do pré-sal (Págs. 1, B7 e Economia)

Oposição ameaça obstruir votações na Câmara (Págs. 1, A8 e Nacional)

Visão Global: O ‘lado certo’ da história

Os países do Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) não precisam pedir permissão aos EUA para liderar, escreve David Rothkopf. (Págs. 1, A18 e Internacional)

Tutty Vasques: O bem viver é inocente!

Preocupada com o estilo “bom vivant” de Aécio Neves, a oposição já providencia um “personal povão” para seu líder tucano. (Págs. 1, C6 e Cidades)

Rolf Kuntz: Déficit de seriedade na LDO
O Executivo continua empenhado em operar com o máximo de conforto, o mínimo de regras e nenhuma preocupação com competência. (Págs. 1, B8 e Economia)

Notas & Informações

Um susto de US$ 14,3 trilhões

A péssima situação fiscal americana já é uma grande preocupação para todo o mundo. (Págs. 1, e A2)

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Valor Econômico

Manchete: Arrecadação amplia superávit fiscal
O superávit primário do setor público, incluindo as contas da União, Estados e municípios, atingiu R$ 12 bilhões em março, segundo uma fonte qualificada da área econômica. Com esse resultado, o primeiro trimestre terminou com um superávit que se aproxima de R$ 40 bilhões, o equivalente a um terço da meta prevista para todo este ano, de R$ 117,89 bilhões.

O resultado do trimestre, que será divulgado oficialmente na próxima semana, foi mais do que o dobro do registrado em igual período de 2010. Em toda a série histórica do Banco Central, só foi superado pelo primeiro trimestre de 2008, quando atingiu R$ 42,9 bilhões. (Págs. 1, e A3)

Em busca do novo modelo econômico

Os economistas têm trabalhado um bocado. No mês passado, o diretor-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Dominique Strauss-Kahn, deixou o Rio no Carnaval para abrir um seminário em Washington. Prêmios Nobel como Robert Solow, George Arkelof e Joseph Stiglitz encontraram-se para discutir o novo consenso de Washington no pós-crise. Dias depois, George Soros reuniu nomes como Paul Volcker, Kenneth Rogoff e Amartya Sen no hotel que sediou o encontro original de 1944 para encontrar um "novo Bretton Woods".

Entre os dois eventos, os governos tocaram a vida adiante. Os republicanos forçaram o presidente dos EUA a aceitar um ajuste orçamentário e o fim de estímulos fiscais. A Turquia baixou os juros. O Brasil fez de tudo um pouco contra a alta de preços, a apreciação do real e o surgimento de bolhas. E o Banco Central Europeu aumentou a taxa básica para lidar com riscos inflacionários. (Págs. 1, Eu& Fim de Semana)

Mercado vira e prevê alta de apenas 0,25 ponto na Selic

Na véspera da decisão do Copom, o mercado mudou sua expectativa para os juros. A curva no mercado futuro passou a indicar 70% da probabilidade de aumento da Selic em 0,25 ponto percentual e 30% de probabilidade de alta de 0,50 ponto. Até anteontem, a tendência maior era de 0,50 ponto. A guinada foi influenciada pela decisão da Standard & Poor's de reduzir a perspectiva para a dívida soberana dos EUA e pelos números de criação de empregos no Brasil, que mostram uma desaceleração. Nilson Teixeira, economista-chefe do Credit Suisse, que projeta alta de 0,25 ponto, não descarta a adoção de medidas macroprudenciais adicionais, na eventualidade de a desaceleração na oferta de crédito ser considerada insuficiente pelo BC.

A decisão do Copom será decisiva para o Banco Central retomar o controle das expectativas de inflação. O mercado ignorou o esforço do presidente do BC nos últimos dias para esclarecer que não iria de forma alguma abrir mão de usar os juros para segurar a inflação, o que em outros tempos seria sinal certo de maior aperto monetário. (Págs. 1, e C1)

IOF maior faz ressurgir o leasing

O aumento do IOF no crédito para pessoa física de 1,5% para 3% a partir do dia 7 fez ressurgir o arrendamento mercantil (leasing) como alternativa de financiamento para veículos. O Valor visitou ontem vários revendedores e confirmou uma oferta mais firme do leasing - operação que não paga IOF - no lugar dos contratos convencionais de crédito direto ao consumidor (CDC).

Numa concessionária Nissan, toda a estratégia de venda foi redirecionada para essa modalidade. No financiamento de um Sentra, com entrada de 60% e parcelamento em 24 meses, o preço final do veículo ficou R$ 650 menor. Numa revenda Renault, o leasing reduziu em R$ 1,5 mil o preço final de um Clio Autentique em 60 parcelas. (Págs. 1 e C1)

Megacampanha marca a oferta do Magazine Luiza

Luiza Trajano foi à TV, às revistas e aos jornais vender as ações do Magazine Luiza aos investidores, visando em especial a pessoa física. Mas não foi só para o pequeno aplicador que ela assumiu o papel de garota-propaganda. Investidores institucionais que assistiram às apresentações da empresária também estão se rendendo à sua capacidade de comerciante e a seu conhecimento da empresa, interessados em se tornar sócios do negócio.

O empenho publicitário da operação deverá pesar nas despesas da oferta de ações. Os custos totais da operação devem somar R$ 50,8 milhões, bem mais do que os cerca de R$ 26 milhões desembolsados nas recentes colocações de T4F e Sonae Sierra. (Págs. 1 e D7)

Triunfo aplica R$ 1,6 bi em três terminais

- A Triunfo Participações e Investimentos construirá um complexo multiuso privativo de três terminais na área que detém no porto de Santos, no sítio Santa Rita. Com investimento total de R$ 1,6 bilhão, o empreendimento será composto por um terminal de granéis sólidos, outro para líquidos e um exclusivo para contêineres utilizados na navegação doméstica. O Ibama já concedeu a licença prévia - a primeira das três necessárias - para a empresa iniciar o projeto. A autorização prevê que apenas 35% da área seja destinada à operação. O restante deve ficar intocado para preservação ambiental ou receberá investimentos de recuperação. (Págs. 1 e B1)

Fidel e Raúl Castro tentam guiar Cuba a uma economia menos estatal. (Págs. 1 e A13)


Destaques: Novo papel para os emergentes

Uma incomum aliança entre países ricos e pobres tentará forçar os emergentes, entres eles o Brasil, a aumentar sua ajuda para as nações menos desenvolvidas durante conferência da ONU na Turquia. (Págs. 1 e A13)

Escalada aérea

O transporte de passageiros em vôos domésticos cresceu 25,48% em março, em relação ao mesmo período do ano passado. A TAM retomou a liderança no mercado nacional, com 41,8% de participação. (Págs. 1 e B6)

J&J aposta na reciclagem

A Johnson & Johnson inicia em maio a operação de uma fábrica de reciclagem de resíduos plásticos que serão usados na produção de itens como novas escovas de dentes, caixinhas de fio dental e tampas de embalagens de xampus. (Págs. 1 e B12)

Café cada vez mais concentrado

A indústria de café no Brasil nunca foi tão concentrada. As dez maiores empresas do setor, que eram responsáveis por 43,1% do mercado em 2003, já abastecem 75% do consumo doméstico. E a expectativa é que esse movimento continue. (Págs. 1 e B16)

Dólar fraco leva ouro a recorde

Os contratos futuros de ouro atingiram ontem o recorde de US$ 1.500,50 por onça troy, influenciados pelas preocupações com a dívida dos EUA. Em 12 meses, o metal acumula alta superior a 31%. (Págs. 1 e C2)

CDBs empanam multimercados

O fraco desempenho de boa parte dos fundos multimercados aumentou a procura pelos Certificados de Depósitos Bancários (CDBs), que no primeiro trimestre captaram R$ 30,6 bilhões. O ingresso de março foi o maior desde setembro de 2008. (Págs. 1, D1 e D2)

Idéias:

Pedro Cafardo

Os Brics correram mais depressa do que esperavam os sonhadores economistas da Goldman Sachs. (Págs. 1 e A2)

Idéias:

Martin Wolf

A situação fiscal dos EUA é apenas um de uma série de riscos para a economia mundial e está longe de ser o maior. (Págs. 1 e A15)

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terça-feira, abril 19, 2011

XÔ! ESTRESSE [In:] QUIBEBE *

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Homenagem aos chargistas brasileiros.
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(*) prato regional (Minas Gerais).
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SENADOR AÉCIO NEVES [In:] SE FOR DIRIGIR ... (2)

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PSDB, DEM e até petistas minimizam infração de Aécio


Autor(es): Cristiane Agostine | De São Paulo
Valor Econômico - 19/04/2011

Dirigentes do PSDB e do DEM temem que a polêmica envolvendo o senador Aécio Neves, ex-governador de Minas Gerais, possa desgastar a imagem do parlamentar, potencial candidato à Presidência em 2014.

O tucano foi multado na madrugada de domingo por ter se negado a fazer o teste do bafômetro e por estar com a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) vencida. Lideranças dos partidos da oposição tentaram minimizar o problema e evitaram comentar o caso. Na internet, a defesa a Aécio veio do senador Lindbergh Farias (PT-RJ), que passou a ser alvo de críticas.

Aécio passou o dia de ontem em telefonemas a aliados, para contar sua versão. O senador tucano negou que tenha se recusado a fazer o teste do bafômetro ao ser abordado por uma blitz policial, no Rio de Janeiro, para a fiscalização da chamada lei seca. No microblog Twitter, o parlamentar reconheceu o erro. "Foi um descuido não ter visto que minha carteira estava vencida. Porém, eu como qualquer ser humano também erro", publicou em sua página.

Os aliados do tucano foram lacônicos. "Aécio não sabia que a carteira estava vencida. Já explicou isso", comentou o presidente nacional do PSDB, deputado Sérgio Guerra (PE). O presidente do DEM, senador Agripino Maia (RN), reforçou a blindagem ao tucano. "Ele terá argumento convincente para esclarecer o ocorrido", disse. José Serra, ex-governador de São Paulo e candidato do PSDB derrotado à Presidência, nem citou o caso. "Hoje, duas horas na cadeira do dentista. O tratamento não acaba nunca. Fica sempre algo provisório", escreveu ontem Serra, entre comentários sobre futebol, reforma política e críticas ao governo.

Aécio foi multado em R$ 191,54 por dirigir com a habilitação vencida e em R$ 957, 69 pela recusa em fazer o teste do bafômetro.

Entre os parlamentares, a defesa mais contundente veio do PT. No Twitter, Lindbergh Farias criticou a manifestação de internautas por usarem o caso contra o tucano. "Acho baixaria vocês ficarem falando do Aécio. Podia acontecer com qualquer um. Façam criticas políticas. Tenho vergonha disso!", reclamou, referindo-se a comentários publicados em um perfil identificado como PT nacional, mas que não é oficial do partido. "Não me agrada utilizarmos constrangimentos pessoais na luta política", publicou. Os comentários geraram críticas e, em resposta, Lindbergh disse que estava "apanhando" porque defender Aécio. "Vamos mudar de assunto!!! Pelo amor de Deus! Que tal falarmos sobre a reunião do Copom?".

Na internet, ganhou destaque um vídeo em que Aécio aparece defendendo a Lei Seca.

O governador do Rio, Sérgio Cabral (PMDB), defendeu Aécio e disse ter recebido uma ligação do tucano para lhe parabenizar "pela educação dos servidores da Operação Lei Seca".

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SENADOR AÉCIO NEVES [In:] SE FOR DIRIGIR ...

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Aécio Neves tem carteira de habilitação apreendida em blitz no Rio

Senador se recusou a fazer o teste do bafômetro e apresentou uma CNH vencida

17 de abril de 2011 | 12h 36


Pedro Dantas, de O Estado de S. Paulo

O senador e ex-governador de Minas Gerais Aécio Neves (PSDB-MG) se recusou a fazer o teste do bafômetro e apresentou uma Carteira Nacional de Habilitação (CNH) vencida em uma blitz da Lei Seca, na madrugada deste domingo, na Avenida Bartolomeu Mitre, no Leblon, na zona sul do Rio. De acordo com o Governo do Rio, o político mineiro se recusou soprar no aparelho que determina a concentração de bebida alcoólica no organismo, por meio da análise do ar exalado dos pulmões da pessoa. Em seguida, ele apresentou a CNH vencida e o documento foi apreendido. O político mineiro foi multado em R$ 957,70 por recusar o bafômetro e em R$ 191,54 pela habilitação vencida.

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Celso Júnior/AE
Celso Júnior/AE
Aécio não sabia que CNH estava vencida, pois dirige apenas aos finais de semana, diz assessoria.
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De acordo com a assessoria do senador, ele pagou um taxista para dirigir sua Land Rover até o prédio onde mora no Rio, localizado a poucos quarteirões da blitz e evitou a apreensão do carro, que, segundo sua assessoria, é seu há anos. Segundo os agentes, o senador foi liberado, pois não apresentava sinais de embriaguez. O ex-governador terá que se dirigir ao Detran-RJ para pagar a multa e renovar a CNH antes de voltar a dirigir. Em nota, a assessoria de imprensa do senador disse que o bafômetro não foi realizado "uma vez constatado o vencimento do documento de habilitação e providenciado outro motorista para condução do veículo".

Ainda segundo a assessoria, o senador não sabia que a habilitação estava vencida, pois dirige apenas aos finais de semana. A nota informa que o político tucano tinha saído da casa de amigos e voltava com a namorada para sua residência no Rio, no Leblon, quando o carro do casal foi parado em uma blitz. Ele foi reconhecido desde o início pelos agentes que o trataram educadamente, segundo assessores do político. A assessoria encerra nota afirmando que "o senador cumprimentou a equipe policial responsável pelo profissionalismo e correção na abordagem feita aos motoristas durante a blitz". Aécio passou o dia deste domingo no Rio, mas não quis falar com a imprensa.

O artigo 277 do Código de Trânsito Brasileiro estabelece que a recusa do motorista em fazer o teste do bafômetro é considerada uma infração gravíssima. As punições administrativas são recolhimento da CNH e perda de sete pontos, retenção do veículo até a apresentação de condutor habilitado, além da multa de R$ 957,70. O prazo mínimo para a retirada da CNH é de 5 dias. No entanto, Aécio Neves deve demorar mais para voltar ao volante, pois antes terá que renovar a habilitação vencida.

Em fevereiro, o jogador de futebol Adriano se recusou a fazer o bafômetro em uma blitz e teve a carteira apreendida. Ele também chamou um amigo para conduzir o veículo e evitou a apreensão do carro. No ano passado, o ex- jogador de futebol e deputado federal Romário usou o mesmo expediente para evitar que o carro fosse rebocado depois que se recusou a soprar no bafômetro. O cantor Toni Garrido, o ator Eri Johnson e as atrizes Priscila Fantin e Camila Rodrigues fizeram após recusar o teste.


A Operação Lei Seca é uma campanha educativa e de fiscalização, de caráter permanente, que abrange os bairros da capital fluminense, Região Metropolitana, e Baixada Fluminense. Lançada em 19 de março de 2009, a ação visa coibir o consumo de álcool no trânsito. Deste então, 455.215 motoristas foram abordados, 77.111 foram multados, 20.816 veículos foram rebocados e 32.576 motoristas tiveram a CNH apreendida. Os agentes realizaram 428.712 testes com o bafômetro. Desse total, 4.168 condutores sofreram sanções administrativas e 1.501, criminais.

Texto atualizado às 17h28

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GOVERNOS E GOVERNANTES [In:] AS MESURAS COM CHAPÉU ALHEIO...

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As "bondades" do governo passado e as consequências

Autor(es): Jarbas Passarinho
Correio Braziliense - 19/04/2011


Ex-governador, ex-senador e ex-ministro de Estado, é coronel reformado

A generosidade do Brasil com nossos vizinhos da “onda vermelha” que tingiu a América Latina, exceto no Chile, Peru e Colômbia, tem servido bem à Bolívia e ao Paraguai, objeto de “bondades”. Não só, porém, por afinidade ideológica, mas seguramente com vista à aspiração por uma vaga permanente no Conselho de Segurança da ONU, verdadeira obsessão do governante passado. O Brasil sempre será uma voz importante na América Latina, sem pretensão hegemônica.

Os Estados Unidos estavam atolados no Vietnã quando o presidente Nixon recebeu a visita do presidente Médici. Disse-lhe publicamente: “Para onde o Brasil for a América Latina se inclinará por ir”. A frase levou os países andinos a nos apelidar de subimperialistas, lacaios dos americanos. Nos oito anos passados, o Brasil cresceu no panorama mundial. Não diria que pelo crescimento econômico que o fez membro do G-20, as 20 maiores economias do mundo, e daí ao Bric. Nesse período, o Brasil ficou abaixo do crescimento da média mundial. Como aconselha o embaixador Rubens Ricupero, “o governo (anterior) exagera ao ressaltar a importância que o Brasil está adquirindo no cenário internacional. Um pouco de sobriedade não faz mal”.

As “bondades”, insisto, foram investimentos na escalada do Brasil para a conquista do ambicionado assento permanente no Conselho de Segurança da ONU. No fundo significam, paralelamente, uma confissão do apelidado subimperialismo do período militar que teria motivado o acordo com a construção do gasoduto partilhado com a Bolívia e o Tratado de Itaipu, com o Paraguai, no período militar. Ainda que em ambos os casos não tenha deles participado diretamente, acompanhei-os de perto — o tratado, quando ministro da Educação; e o gasoduto, senador que era. Nos dois o Brasil observou a equanimidade e foi generoso. No acordo sobre o gasoduto, aceitamos financiar jazidas de gás como garantia da produção contratada e, principalmente, uma cláusula onerosa. Pagamos o princípio do “leve ou pague”. Pagamos, ainda que não necessitando do volume máximo contratado. A diferença resulta de aumento da produção e gás nos campos brasileiros, mas continuamos pagando pelo todo.

O presidente Evo Morales veio ao Brasil, conversou com o presidente Lula e ainda obteve a “bondade” do aumento do preço do gás contratado. Pagam, por isso, os consumidores de gás de cozinha, aumentado seu preço. Pior ainda foi a expropriação de duas refinarias da Petrobras na Bolívia. Antes eram bolivianas, mas não produziam os derivados necessários ao consumo boliviano. Compradas e pagas pela Petrobras, a empresa brasileira modernizou-as e produziu o suficiente para satisfazer à demanda total da Bolívia. Expropriadas, foram militarmente ocupadas pelo poderoso Exército boliviano, arrogantemente. Recolhemo-nos ao silêncio, passivamente, para ajudar a próxima eleição que Morales ia enfrentar. Colaboração do “imperialismo” brasileiro do período militar, assim reconhecido pelo governante brasileiro como a exploração do mais fraco. Evo é amigo ideológico do nosso ex-presidente, não porém do Brasil que, segundo ele, “comprou o Acre por dois cavalos”. O barão do Rio Branco não merecia a galhofa.

O caso da usina binacional de Itaipu é mais escandaloso. A obra foi estimada em US$ 18 bilhões, inicialmente. A metade cabia ao Paraguai. Falto de crédito, o Brasil avalizou o título. Exigiu a mudança de ciclagem diferente da brasileira, de 50 para 60 ciclos, a fim de atender a indústria paraguaia, serva da indústria argentina quanto ao ciclo. O preço do kw ficou mais alto para nós. Afinal, tudo acertado entre as partes, surgiu um problema. Eu estava despachando com o presidente Médici, quando o ajudante de ordens entrou na sala a pedido do ministro das Relações Exteriores, embaixador Mario Gibson Barbosa. Desculpou-se, mas precisava, em caráter de emergência, consultar o presidente. Disse que o presidente do Paraguai, esperado em visita oficial ao Brasil, viria postular a revisão dos cálculos, considerando as águas do Rio Paraguai, como um todo paraguaio, e não meio a meio com o Brasil.

Era demais. O presidente Médici foi taxativo, em linguagem nada diplomática: “Comunique ao presidente que não venha. Construiremos a usina na Amazônia”. A absurda pretensão não foi apresentada. O Paraguai não consome a quota de energia que lhe cabe desde a inauguração da usina de Itaipu. Pelo tratado, o excedente é vendido ao Brasil. Agora, depois de entrevista com a possível concordância do então presidente Lula, o Paraguai pretende liberdade de negociar a expressiva sobra com quem lhe aprouver e pleiteia o aumento do preço do que nos vende. Uma vez aceito, terá acréscimo de cerca de R$ 1,5 bilhão para mais de R$ 3 bilhões. Nossos honrados deputados da base multipartidária que apoia o governo, ainda sensível ao do passado, já aprovaram o pleito. Dependemos do Senado. A “bondade”, além de sugerir haver sido um tratado imposto pelo “Brasil imperialista”, deverá pesar no bolso dos brasileiros.

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CONGRESSO NACIONAL/SENADO [In:} O ''COMEQUIETO'' DA VEZ *

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Nova liderança no Senado


Autor(es): Alberto Pinto Coelho
Correio Braziliense - 19/04/2011


Vice-governador de Minas Gerais

Às vésperas do transcurso da data magna do 21 de abril, que evoca civicamente, sob a figura tutelar de Tiradentes, os valores permanentes que regem a construção de uma nação cada vez mais livre e soberana, é oportuno analisar as grandes linhas do vigoroso pronunciamento feito em 6 de abril pelo senador Aécio Neves. Suas diretrizes centrais, que mobilizaram a atenção do Senado Federal e continuam repercutindo vivamente em todo o país, projetam uma estratégica visão de futuro, capaz de assegurar, de fato, a conquista do pleno desenvolvimento nacional.

De início, conforme diagnosticou Aécio Neves, o Brasil necessita hoje de um “choque de realidade”. Ele se impõe em razão de cruciais desafios que o país enfrenta e que foram descurados. Com alto senso de responsabilidade, o senador Aécio Neves apontou o dedo para algumas dessas chagas, que precisam ser urgentemente tratadas.

Uma delas, a do “desarranjo fiscal”, obrigará, agora, a um ajuste de grande envergadura, que colocará em quarentena programas e projetos de governo anunciados antes com bumbos e tambores. Outras chagas têm origem no aparelhamento da máquina pública e nos excessos de gastos da União, que agora pressionam fortemente os índices inflacionários. O controle da inflação é a melhor herança do Plano Real, criado, em 1994, pelo presidente Itamar Franco. O real tem sido, nesses 17 anos, a pedra angular do crescimento econômico com estabilidade monetária.

Outro ponto de estrangulamento, também indicado pelo senador Aécio Neves, se apresenta no horizonte próximo do desenvolvimento brasileiro: relatório de competitividade do Fórum Econômico Mundial mostra que o Brasil, entre 20 países concorrentes, coloca-se em 17º lugar na qualidade geral de infraestrutura, empatado com a Colômbia, situando-se em 19º no quadro da malha rodoviária e ocupando o último lugar na infraestrutura portuária.

Outro ponto nevrálgico, por ele apontado, consiste no grave risco de desindustrialização de importantes setores econômicos. Lembrou, a propósito, que nossa pauta exportadora apresentava em 2000 um índice de 61% de produtos manufaturados, reduzido para 40% em 2010.

Com lealdade e isenção, Aécio Neves recuperou a memória das heranças benditas dos governos Itamar Franco e Fernando Henrique Cardoso. Iniciadas com o Plano Real, passaram pelo Programa de Estímulo à Reestruturação e ao Sistema Financeiro (Proer), pela aprovação da importante Lei de Responsabilidade Fiscal, pelos avanços das privatizações e deslancharam em programas sociais pioneiros, como os da Bolsa Escola, Bolsa-Alimentação e o Auxílio-Gás. Unificados e ampliados, eles deram origem ao programa Bolsa Família no governo Lula.

A nova agenda de gestão pública proposta pelo senador Aécio Neves aporta uma visão de futuro com selo de estadista. Ela começa pelo efetivo compromisso com a restauração da Federação brasileira, considerando insustentável a atual concentração de impostos, fruto da elevada carga tributária que já alcança 35% do PIB, de recursos e de poder de decisão na esfera da União. Aponta a visão do compromisso federativo, propondo que 70% dos recursos do Fundo Nacional de Segurança e do Fundo Penitenciário, sempre contingenciados, sejam compulsoriamente repassados em duodécimos.

Foram por ele também propostos mecanismos para a recomposição gradual da participação de estados e municípios no bolo tributário do FPE e do FPM, que era de 27% em 2002 e recuou para 19,4% em 2010. Queda causada principalmente pela danosa hipertrofia da União, agravada pela criação de contribuições sem destinação própria e sem a sua devida partição entre os entes federados.

Pertinentemente, o senador Aécio Neves propôs, ainda, a transferência gradual dos recursos e da gestão das rodovias federais para a competência dos estados, pois as “contas abertas” demonstram que nos últimos oito anos o Ministério dos Transportes não executou parte expressiva do orçamento de que dispunha para investir.

Homem público sempre aberto ao diálogo, Aécio Neves alinhou propostas encampadas pela presidente Dilma Rousseff, como a da redução de alíquotas para setores estratégicos da economia brasileira. Defendeu, então, a redução a zero das alíquotas de PIS e Cofins para empresas da área de saneamento, indicando a extensão dessa medida ao setor elétrico.

Questões centrais e permanentes, como as da saúde pública, da educação, da habitação, do meio ambiente, do incentivo ao empreendedorismo das micro e pequenas empresas — e muitos outros temas relevantes — constam da densa e programática agenda de gestão pública sustentada pelo senador Aécio Neves. Ela lança bases e abre perspectivas para caminharmos na direção do desenvolvimento pleno do país, com responsabilidade administrativa e crescentes conquistas sociais.

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(*) Mineirinho; o comequieto. Ziraldo.
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OBESIDADE MÓRBIDA [In:] ''A MOSCA DA SOPA'' *

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CORRAM, HOMENS, CORRAM

CADA VEZ MAIS FORA DE FORMA


Autor(es): Renata Mariz
Correio Braziliense - 19/04/2011

Pesquisa mostra que o brasileiro come demais, bebe demais e está de mal com a balança. No país, os brasilienses são os que se alimentam melhor e mais aproveitam o tempo livre para praticar atividades físicas. Mas ainda é pouco: 58,4% dos homens da capital federal estão acima do peso. Entre as mulheres, a taxa é de 31,2%.


Quase metade da população brasileira está acima do peso, segundo o Ministério da Saúde. Falta de exercícios físicos e consumo excessivo de álcool também são hábitos comuns por aqui



Escolhas nada nutritivas à mesa, consumo excessivo de álcool e pouca atividade física estão alargando, em alta velocidade, a silhueta do brasileiro. A taxa de pessoas acima do peso, incluindo os obesos, passou de 42,7%, em 2006, para 48,1%, no ano passado. Entre os homens, chega a 52,1%. Se a população continuar engordando no ritmo atual, em 13 anos o país terá o mesmo perfil nutricional dos Estados Unidos, onde hoje 64% dos habitantes sofrem com a balança. O alerta vem de levantamento divulgado ontem pelo Ministério da Saúde, que entrevistou 54,3 mil adultos nas 26 capitais e no Distrito Federal.

Em sua quinta edição, intitulado Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doença Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel), o estudo apontou hábitos alimentares preocupantes — como 30% da população tomar refrigerante cinco vezes ou mais durante a semana, 80% ignorar o consumo de cinco ou mais porções diárias de frutas e hortaliças e 56% ingerir leite com teor integral de gordura. Aliado a tudo isso, está a proporção pequena de pessoas que praticam atividade física no tempo livre, só 15%. O Distrito Federal se destacou positivamente em dois aspectos. É onde mais as pessoas se exercitam, além de comerem melhor (leia abaixo).

Secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Jarbas Barbosa considera necessário que os brasileiros mudem a rotina para evitar doenças crônicas, com diabetes e hipertensão, associadas aos maus hábitos. “Se analisarmos que 70% das mortes no mundo estão relacionadas a esse tipo de doença, é urgente melhorar os hábitos da população, que ainda enxerga muitos desses males como algo natural, da velhice. Essa visão também precisa mudar”, diz o especialista. Barbosa destaca, ainda, que o levantamento apresentado ontem mostra uma relação direta entre os anos de estudo do grupo analisado e os costumes nutricionais. “Quantos mais pobres e menos escolarizados, piores são os hábitos”, diz.

Dariosvaldo Guedes da Silva, piauiense que largou a escola depois de poucos anos de estudo, conhece pouco sobre fatores de risco para a saúde. Embora perceba que as medidas vêm aumentando, ele não se priva de comidas pesadas. “Adoro feijoada e churrasco. Rodízio, então, é a melhor coisa. De fruta e verdura, eu não gosto”, destaca o ambulante de 36 anos e quase 100 quilos. Dariosvaldo também não abre mão da lata de refrigerante todos os dias, na hora do almoço. Vez por outra, toma uma cervejinha à noite, para relaxar.

Cinco doses ou mais numa mesma ocasião no último mês, dentro dos parâmetros de vigilância epidemiológica, caracterizam consumo abusivo de álcool. No Brasil, a taxa dos que bebem exageradamente é de 18%. Entre os homens, de 2006 para cá, cresceu um ponto percentual, passando de 25,5% a 26,8%. No mesmo período, a proporção de mulheres ingerindo álcool em níveis preocupantes cresceu de 8,2% para 10,6%.

Elas também não largaram o cigarro. Enquanto a taxa de fumantes entre homens caiu de 20,2% para 17,9%, nos últimos cinco anos, entre as mulheres continua a mesma, de 12,7%. Jarbas Barbosa defende leis restritivas, como as que proíbem o tabaco em locais públicos, já existentes em alguns estados, bem como campanhas educativas.

Esbelto?
Para saber se você está acima do peso, basta calcular o Índice de Massa Corporal (IMC). A fórmula é simples. IMC = peso (em quilos)/(altura em metros x altura em metros). Se o IMC for menor que 18,49, o estado nutricional é baixo peso. IMC entre 18,5 e 24,99 significa peso adequado. Resultados de 25 a 29,99 apontam sobrepeso. Maior ou igual a 30, obesidade.

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(*) Raul Seixas.
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''TODO DIA ERA DIA DE ÍNDIO" *

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UM ÍNDIO.
Doces Bárbaros


Um índio descerá de uma estrela colorida e brilhante
De uma estrela que virá numa velocidade estonteante

E pousará no coração do hemisfério sul, na América, num claroinstante

Depois de exterminada a última nação indígena
E o espírito dos pássaros das fontes de água límpida
Mais avançado que a mais avançada das mais avançadas dastecnologias

Virá, impávido que nem Muhammed Ali, virá que eu vi
Apaixonadamente como Peri, virá que eu vi
Tranqüilo e infalível como Bruce Lee, virá que eu vi
O axé do afoxé, filhos de Ghandi, virá

Um índio preservado em pleno corpo físico
Em todo sólido, todo gás e todo líquido
Em átomos, palavras, alma, cor, em gesto e cheiro
Em sombra, em luz, em som magnífico

Num ponto equidistante entre o Atlântico e o Pacífico
Do objeto, sim, resplandecente descerá o índio
E as coisas que eu sei que ele dirá, fará, não sei dizer
Assim, de um modo explícito

Virá, impávido que nem Muhammed Ali, virá que eu vi
Apaixonadamente como Peri, virá que eu vi
Tranqüilo e infalível como Bruce Lee, virá que eu vi
O axé do afoxé, filhos de Ghandi, virá

E aquilo que nesse momento se revelará aos povos
Surpreenderá a todos, não por ser exótico
Mas pelo fato de poder ter sempre estado oculto
Quando terá sido o óbvio



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http://youtu.be/lIn25qu14Tk










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(*) Baby do Brasil. (Jorge BenJor).
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''QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?''

SINOPSES - RESUMO DOS JORNAIS

19 de abril de 2011

O GloBO

Manchete: Projeto do governo dificulta controle de obras pelo TCU
Nova regra aumenta exigência para que verbas sejam bloqueadas

O governo inclui na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2012 um dispositivo que dificulta a fiscalização de obras pelo Tribunal de Contas da União (TCU). Pela proposta, só devem ser classificadas como “obras com indícios de irregularidades”, e que podem ser paralisadas e terem suas verbas bloqueadas pelo Congresso, aquelas cuja execução tenha sido julgada irregular por pelo menos um ministro do tribunal. Até agora, bastava apenas um relatório técnico do TCU para que obras entrassem nessa lista. O governo preparou também um texto, que deve ser incluído numa medida provisória já em tramitação, com regras mais flexíveis para preparar aeroportos a serem usados na Copa do Mundo e nas olimpíadas. O TCU apresentou ainda um relatório com alerta para atrasos nas obras da Copa, mas evitou o tom alarmista do trabalho do Ipea divulgado semana passada. (Págs. 1, 3 e 25)

Bolsas caem com risco maior dos EUA

Agência põe como ‘negativa’ perspectiva para dívida americana por causa do déficit fiscal

A agência de classificação de risco Standard & Poor’s reduziu, pela primeira vez em 70 anos, sua avaliação sobre a dívida americana, passando a perspectiva de “estável” para “negativa” por causa do imenso déficit fiscal de US$ 1,5 trilhão dos EUA. Atualmente, para cada dólar que o governo federal gasta, arrecada menos de US$ 0,60. Com déficit elevado e uma economia combalida, o país vem crescendo seu endividamento. Alguns analistas também entendem que a notícia pressiona democratas e republicanos e chegarem a um entendimento político sobre como cortar o déficit. Em meados da década de 90, duas outras agências de risco, a Moody’s e a Fitch, já tinham acenado com um rebaixamento, retirado logo depois. Com o anúncio da S&P, os mercados caíram em Nova York e em vários países da Europa. Os EUA, no entanto, continuam um país “AAA” para investir. (Págs. 1 e 21)

Foto legenda

De volta às aulas

Um abraço coletivo marca a volta às aulas na Escola Municipal Tasso da Silveira, 11 dias depois de o atirador Wellington Menezes de Oliveira ter matado 12 adolescentes a tiros no colégio de Realengo. Metade dos alunos, porém faltou ontem e 20 pediram transferência. (Págs. 1 e 12)

Mesmo na safra, álcool sobe 15,9% em usinas

Nem o início da safra da cana-de-açúcar neste mês diminuiu o apetite dos usineiros, que subiram 15,9% os preços do álcool anidro, aquele que é misturado à gasolina. A alta ainda vai chegar aos postos nos próximos dias. Antônio de Pádua, diretor da Única, entidade que reúne os produtores, disse que o preço subiu porque a demanda por combustíveis aumentou. (Págs. 1 e 22)

Empresas de Eike perdem R$ 12 bi num dia

Um relatório desfavorável sobre a empresa de energia OGX, de Eike Batista, derrubou ontem as cotações em 17% e levou abaixo outras companhias “Xs”. No dia, o valor dessas empresas caiu R$ 11,9 bilhões. (Págs. 1 e 21)

Rio: cidade de gordinhos

Levantamento do Ministério da Saúde revela que 53% dos cariocas estão acima do peso. O percentual coloca a cidade como a segunda capital do país em número de gordos, perdendo apenas para Rio Branco, no Acre. Sedentarismo é um dos vilões. (Págs. 1 e 28)

Estado tem 73% das armas apreendidas

Pesquisa feita pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) revela que 73% das 755 mil armas apreendidas no país estão no Estado do Rio. Elas foram recuperadas de criminosos e pessoas sem autorização. (Págs. 1 e 19)

Razão Social: De olho no aquecimento global

A Holanda se prepara e investe em tecnologia, certa que será um dos primeiros países a sofrer com a elevação dos mares. (Pág. 1)

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Folha de S. Paulo

Manchete: Lula gastou 70% mais em publicidade que FHC
Comparação se baseia no último ano de mandato de cada um, 2010 e 2002

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) gastou 70% mais em publicidade no último ano de mandato do que seu antecessor, Fernando Henrique Cardoso, no final de sua gestão, informa Fernando Rodrigues.

Em 2010, o governo consumiu R$ 1,629 bilhão em publicidade da administração direta (ministérios) e indireta (autarquias, fundações e empresas estatais).

Em 2002, FHC registrou gastos de R$ 956,4 milhões, valor corrigido pelo IGP-M, em cálculo do Planalto. Não é possível a comparação integral das duas gestões porque os dados só passaram a ser divulgados de forma regular em 2000.

As TVs receberam a maior parte do bolo, 64%. Jornais, rádios e revistas e outdoors perderam receita. Internet, cinema e mídia exterior ganharam espaço. (Págs. 1 e A4)

Governo quer usar verba do PAC sem aval do Congresso

O governo quer usar recursos do Programa de Aceleração do Crescimento sem precisar de autorização do Congresso. No projeto de Lei de diretrizes Orçamentárias de 2012, o programa está no item “despesas inadiáveis”.

Atualmente, o governo só pode pagar sem orçamento as chamadas despesas obrigatórias, como pessoal, benefícios previdenciários e juros da dívida. O Planejamento diz que a medida visa não atrasar as obras do programa. (Págs. 1, Poder e A11)

Foto legenda: Estacionamento lotado em congonhas; motoristas param carros até nas rampas de acesso

Garagem lota e chega a fechar em Congonhas

Cinco anos após ser aberto, o edifício-garagem do aeroporto de Congonhas, em São Paulo, já está saturado.

Motoristas têm enfrentado filas de mais de meia hora no horário de pico (das 7h às 14h), entre terça e quinta, ou acabam parando em local proibido. Estacionamentos vizinhos também lotam.

O aeroporto tem 2.949 vagas – 2.554 delas estão no edifício-garagem, cuja obra custou R$ 50 milhões. A Infraero diz que o local atende à demanda e que há intenção de ampliar a oferta.

Um projeto de ligação mais rápida de metrô ao aeroporto foi engavetado pelo Estado. (Págs. 1, C1 e cotidiano)

Agência cogita rebaixar nota dos EUA, e Bolsa caem

Os EUA receberam projeção “negativa” para a nota de risco da dívida do governo, dada pela agência standard & Poor’s. a noticia derrubou Bolsas pelo mundo.

O anúncio equivale a um alerta de que cresceu o risco de, no futuro, o país não poder pagar a dívida, hoje em US$ 14,2 trilhões. O déficit deve atingir US$ 1,6 trilhão até o fim do ano. (Págs. 1, A12 e Mundo)

Francisco Daudt: Morte de filhos é o ponto máximo na estatística da dor

A morte dos outros nos afeta em diferentes graus, mas a coisa engrossa quando se trata de filhos. Os americanos fizeram uma curva de dor. O ponto máximo é a perda de um filho homem de 20 anos que não procriou.

Para Freud, o fim do luto é a herança calorosa das boas memórias. (Págs. 1, 2 e Equilíbrio)

Sobe consumo excessivo de álcool no país; tabagismo cai

Pesquisa divulgada pelo Ministério da Saúde mostra que o percentual de pessoas que consomem álcool em excesso no país subiu de 16,1% em 2006 para 18% em 2010. Entre as mulheres, a taxa foi de 8,2% para 10,6%.

O tabagismo entre homens caiu de 20,2% para 17,9%, mas ficou estável nas mulheres: 12,7%. (Págs. 1, C12 e Saúde)

Vereadores aliados de Kassab em SP deixam o PSDB

A bancada do PSDB na câmara Municipal de SP perdeu 5 de seus 13 vereadores. A ala dos tucanos dissidentes é mais ligada ao prefeito Gilberto Kassab (de saída do DEM para o PSD).

O presidente da Câmara, José Police Neto, foi um dos que deixaram o partido. Dois vereadores recuaram após negociação com o governador Alckmin. (Págs. 1, A9 e Poder)

Editoriais

Leia “Segurança perceptível”, sobre dados de criminalidade no Estado de São Paulo, e “Desunião européia”, que analisa fissuras recentes no bloco. (Págs. 1 e A2)


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O Estado de S. Paulo

Manchete: Advertência sobre a dívida dos EUA abala mercados
Pela primeira vez, agência de classificação de risco S&P põe títulos americanos em perspectiva negativa

A Agência de classificação de risco Standard & Poor’s fez um duro alerta ontem sobre a dívida dos Estados Unidos. Pela primeira vez desde que começou a analisar os títulos da dívida, há 70 anos, a S&P colocou a nota americana em perspectiva negativa. Os EUA podem perder o status de AAA, o mais alto de sua avaliação, se um plano de redução do déficit orçamentário não for encontrado até 2013. A notícia causou nervosismo nos mercados – em Nova York, o índice Dow Jones caiu 1,14%; em Londres, as ações recuaram 1,9%; no Brasil, o índice Bovespa também caiu 1,9%. O governo americano se apressou em declarar que a S&P estaria subestimando a capacidade da administração de conseguir um acordo sobre seu plano de corte de gastos. (Págs. 1 e B1)

Celso Ming: Dívida sob dúvida

O fantasma da perda de qualidade dos títulos dos EUA paira sobre a poupança mundial. (Págs. 1, e B2)

OGX perde R$ 11 bi

A OGX, petroleira de Eike Batista, perdeu ontem R$ 10,9 bilhões de seu valor de mercado por causa de dúvidas sobre o potencial de suas reservas de petróleo. (Págs. 1 e B14)

Debandada de vereadores amplia crise do PSDB

Sete vereadores de São Paulo anunciaram sua saída do PSDB. Numa atitude que fortalece o prefeito Gilberto Kassab e agrava a crise no grupo do governador Geraldo Alckmin (PSDB) na capital, os tucanos deixaram de ter a maior bancada na Câmara pela primeira vez desde 2001 – cairá de 13 para 5 parlamentares. Os dissidentes se disseram perseguidos por terem apoiado Kassab na eleição de 2008. O PT emergirá com a maior bancada (11). (Págs. 1 e A4)

Oposição encolhe na Câmara

A criação do PSD fará com que a oposição à presidente Dilma Rousseff seja reduzida a menos de cem deputados federais, cenário inédito nos últimos 16 anos no País. (Págs. 1, A6 e Nacional)

Zona leste terá obras para Copa

Projeto Nova radial inclui cinco obras várias e receberá R$ 478,2 milhões dos governos estadual e municipal As obras devem facilitar o acesso ao futuro estádio do Corinthians, em Itaquera. O prazo para a conclusão é junho de 2013, um ano antes da Copa. (Págs. 1, C1 e Cidade)

Alzheimer dividido em três estágios

Depois de 27 anos, diretrizes para diagnóstico de Alzheimer foram revisadas. A doença agora é dividida em estágios, que vão de ausência completa de sintomas à demência. (Págs. 1, A16 e Vida)

Mais brasileiros estão acima do peso

Pesquisa do Ministério da Saúde mostra que quase metade da população está acima do peso. Entre mulheres, o índice de sobrepeso subiu 5,8 pontos porcentuais em 4 anos. (Págs. 1, A17 e Vida)

Venda de casas é permitida em Cuba

O debate sobre a propriedade privada entrou na discussão do 6º Congresso do PC Cubano. A compra e a venda de casas por particulares foi aprovada. (Págs. 1, A15 e internacional)

GM do Brasil terá mulher no comando. (Págs. 1 e B16)


ONU planeja replicar modelo das UPPs. (Págs. 1, C5 e Cidades)

Notas & Informações

Uma LDO perigosa

Maior liberdade para manejar verbas e gastança continua sendo objetivo do governo. (Págs. 1 e A3)

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Valor Econômico

Manchete: Despesas com juros atingem 5,6% do PIB e vão a R$ 230 bi
Os gastos com juros do setor público no primeiro ano do governo Dilma Rousseff podem custar R$ 35 bilhões a mais do que na comparação com 2010, o equivalente a 70% do corte de despesas de R$ 50 bilhões proposto pela equipe econômica para 2011. As despesas podem se aproximar de R$ 230 bilhões, ou 5,6% do PIB, um salto razoável em relação aos R$ 195 bilhões do ano passado, ou 5,3% do PIB. Neste ano, o aumento da Selic e a inflação em alta contribuem para elevar os gastos financeiros do setor público. O custo efetivo da dívida também tem subido pela acumulação de reservas e pelas operações de capitalização do BNDES.

A alta da taxa Selic, que corrige 35% da divida interna em títulos do Tesouro, ajuda a elevar os gastos em 2011, diz o economista Maurício Oreng, do Itaú Unibanco. Em 2011, os juros básicos já subiram 1 ponto percentual, devendo aumentar mais 0,5 ponto na reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) de amanhã, para 12,25% ao ano, segundo a maior parte dos analistas. (Págs. 1, e A3)

BES estuda vender 3,55% do Bradesco

O Banco Espírito Santo (BES), de Portugal, avalia vender sua participação de 3,55% no capital total do Bradesco (7,10% no votante) para fazer caixa e enfrentar sua crescente dificuldade de captação por causa da crise da dívida do governo português. O rebaixamento da nota de crédito de Portugal tem levado os bancos dopais a um aperto de liquidez e tornado essas instituições pouco competitivas em relação aos seus parceiros de outros países de menor risco.

O valor de mercado do Bradesco, ontem, era de aproximadamente R$ 110,5 bilhões, e os 3,55% chegariam a R$ 3,9 bilhões. Não está decidido ainda se a participação iria a mercado ou se o próprio Bradesco poderia comprar parte dela. Procurados, Bradesco e BES não se pronunciaram. (Págs. 1 e D3)

Dívida americana entra na zona de risco

Um pilar do sistema financeiro mundial do pós-guerra tremeu ontem, quando a agencia Standard & Poor’s (S&P) reduziu sua perspectiva para a dívida soberana dos Estados Unidos pela primeira vez. A agência manteve a classificação do crédito dos EUA em “AAA”, ou
“triple A”, mas pela primeira vez desde que começou a classificar a dívida americana, há 70 anos, reduziu sua perspectiva de “estável” para negativa”. Uma perspectiva negativa significa que há 33% de chances de um rebaixamento nos próximos dois anos.

O choque inicial desencadeou uma onda de venda de dólares, ações e títulos do Tesouro, enquanto o preço do ouro subiu mais de US$ 10, para US$ 1.500 a onça. Depois houve recuperação, porque o mercado interpretou que a decisão da S&P pode forçar o governo americano a reduzir o déficit. No mercado europeu, os investidores estão assustados com a possibilidade de uma reestruturação da dívida grega. No Brasil, o Ibovespa teve queda de 1,90% (Págs. 1, C1, C2 e C7)

Foto legenda

Depois de três anos de reestruturação mundial, com corte de 7 mil postos de trabalho, a Unisys está disposta a lutar por uma maior fatia de mercado no Brasil, diz Paulo César Bonucci. (Págs. 1 e B1)

Philips vende o controle de sua unidade de televisores

A Royal Philips Electronics cederá o controle de sua unidade de televisores para uma empresa asiática, somando-se ao grupo de conglomerados europeus, como a siemens, que vem reduzindo a presença no setor de eletrônicos de consumo para lidar com o declínio dos preços. A Philips integrará sua unidade de TVs, cuja produção começou em 1928, a um empreendimento conjunto com a TPV Technology, de Hong Kong, que ficará com participação de 70%.

A Philips era uma das últimas fabricantes de TVs em grande escala na Europa, nicho agora ocupado em grande parte por fabricantes de aparelhos de luxo, como a Loewe, da Alemanha, e a Bang & Olufsen, da Dinamarca. (Págs. 1 e B4)

Arezzo tira peles de lojas após reação

O lançamento da linha Pelemania, de acessórios feitos de pele de raposa e de coelho, provocou uma onda de protestos contra a Arezzo. Desde quinta-feira, consumidores deixaram mais de 70 mensagens na página da Arezzo no Facebook e centenas de citações no Twitter criticando o uso de peles em coletes, estolas e bolsas. A reação de Anderson Birman, presidente da empresa, e sua equipe foi tirar os acessórios das lojas, publicar uma carta de desculpas no site da marca, no Facebook e no Twitter. “Não esperávamos que a pequena presença dessas peles na coleção de inverno gerasse uma reação tão intensa”, admite Birman. “Se não é isso que o consumidor quer, pedimos desculpas. Se a pele sintética é mais desejada, vamos apostar nela. Queremos ver as consumidoras felizes”. (Págs. 1 e B5)

Um ano depois de acidente, BP enfrenta mais uma crise (Págs. 1 e B9)


GM tem nova presidenta no Brasil

A General Motors anunciou ontem a nova presidente da companhia no Brasil. A partir de junho, o cargo será ocupado pela americana Grace Lieblein, que atualmente comanda a montadora no México. (Págs. 1 e B6)

Terceirização ampliada

Decisão do Tribunal Superior do Trabalho em favor da Light reconhece o direito de as concessionárias de serviços públicos de energia e telecomunicações terceirizarem mesmo suas atividades-fim, em contraposição a súmula do tribunal. (Págs. 1 e E1)

Idéias:

Antonio Delfim Netto

Condeno a economia bastarda que se esconde na matemática para passar a idéia de que é “científica”. (Págs. 1 e A2)

Ideias

Mary Anastásia O’Grady

Controlar os gastos do setor público é importante para o futuro do Brasil, mas pura austeridade não é a única saída. (Págs. 1 e A10)

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segunda-feira, abril 18, 2011

XÔ! ESTRESSE [In:] ''LEVANTA SACODE A POEIRA..."

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Homenagem aos chargistas brasileiros.
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(*) Noite Ilustrada.
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''QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?''

SINOPSES - RESUMO DOS JORNAIS

18 de abril de 2011

O Globo

Manchete: Governo não segura dólar e inflação, mas reforça caixa
Medidas como o aumento do IOF elevam arrecadação em R$ 16 bi

O governo vai contar com um reforço extra de caixa de pelo menos R$ 16,3 bilhões com os aumentos de tributos para conter a queda do dólar e diminuir a inflação. Este valor representa quase 14% dos R$ 117,9 bilhões que a equipe econômica se comprometeu a cortar para pagar os juros da dívida pública, o chamado superávit primário. Só a medida mais recente, que elevou o imposto para operações de crédito de pessoas físicas, deve render R$ 10 bilhões em 2011 aos cofres públicos, segundo cálculos de uma consultoria. Até agora, as medidas não tiveram o efeito esperado: o dólar continua em queda, e a inflação ainda não deu trégua. (Págs. 1 e 22)

O ex-presidente do Banco Central Henrique Meirelles escreve sobre a independência da instituição e diz que não discutiu a elevação dos juros com o presidente Lula em dezembro passado. (Págs. 1 e 21)

Blitz apreende carteira vencida de Aécio Neves

O senador Aécio Neves (PSDB-MG) teve a carteira de habilitação apreendida, por estar com a validade vencida, numa blitz da Lei Seca, ontem de madrugada, no Leblon. Segundo fiscais, o ex-governador de Minas se recusou a soprar o bafômetro, mas a informação foi negada pela assessoria de Aécio. (Págs. 1 e 15)

Bullying já afeta 84,5% dos estudantes no Rio

Uma pesquisa com estudantes de 10 a 16 anos revela que a grande maioria dos alunos – 84,5% dos entrevistados – já foi vítima ou convive com alguém que tenha sofrido de bullying no Rio. Desse total, 40,4% foram os alvos. As aulas recomeçam hoje na escola onde 12 alunos foram mortos. (Págs. 1 e 17)

Crianças também são vítimas de oxi e crack

Drogas que se espalha pelo país e tem efeito mais letal do que o crack, o oxi já tem entre suas vítimas crianças que nem chegaram aos 10 anos. No Acre, por onde a droga entrou no Brasil, menores fumam a pedra de oxi nas ruas sem ser importunados. O crack também ameaça crianças no Nordeste, no Sudeste e no Sul. (Págs. 1 e 3)

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Folha de S. Paulo

Manchete: PF reduz atuação nas fronteiras
Corte no orçamento afeta ações de combate ao tráfico de armas e drogas; ministro nega problemas na fiscalização

O corte no orçamento deste ano da Polícia Federal prejudicou a fiscalização nas fronteiras e as ações de combate ao narcotráfico e ao contrabando de armas, num momento em que o país volta a discutir o controle dos armamentos.

Houve redução do efetivo desde a Amazônia até o Sul, informam Kátia Brasil e Rodrigo Vargas. Pelo menos um posto fronteiriço foi desativado, e projetos deverão ser adiados. A diminuição dos gastos ocorre na esteira do contingenciamento no Orçamento da União.

Segundo policiais que atuam em Ponta Porá (MS), na fronteira com o Paraguai, faltam carros, combustível e até coletes à prova de bala.

O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, disse que o corte orçamentário foi necessário “para a estabilidade do país” e negou problemas na fiscalização das fronteiras. A direção da PF não quis falar. (Págs 1, e A4)

Mensalão não foi invencionice, afirma autor da denúncia no STF

Responsável pela denúncia do mensalão no STF (Supremo Tribunal Federal), o ex-procurador-geral da República Antonio Fernando de Souza diz que a reabilitação política de envolvidos “não pode sugerir que tudo passou de invencionice”.

Ele afirma haver elementos suficientes para condenar os 38 réus e critica a demora da PF (cinco anos) em investigar o caso. (Págs. 1 e A16)

França barra trem com tunisianos vindo da Itália

A França bloqueou ontem à tarde o tráfego ferroviário proveniente da Itália para evitar a chegada de um trem com cerca de 60 imigrantes tunisianos que participavam de protesto por liberdade de acesso à Europa.

O governo francês diz que não dera permissão para o ato. Autoridades italianas criticaram a medida. Desde a revolta que derrubou o ditador Zine El Abidine Bem Ali, 30 mil tunisianos migraram para a Itália. (Págs. 1 e A14)

Parado em blitz, Aécio se nega a passar por bafômetro

O senador Aécio Neves (PSDB-MG), que estava com a carteira de habilitação vencida, foi parado em blitz da Lei Seca no Rio, não quis fazer o teste do bafômetro e levou multa de R$ 1.149,23.

Em nota divulgada por sua assessoria, Aécio afirmou que, “caso sua habilitação não estivesse vencida, teria feito o teste para poder continuar dirigindo até sua residência. (Págs. 1 e A10)

Preço do ovo de Páscoa varia até 110% em São Paulo

Pesquisa de preços do Procon-SP revela que um mesmo ovo de Páscoa de 170 g é vendido a R$ 9,90 na zona norte e a R$ 19,90 no centro, uma diferença de 101%. Em relação a 2010, os produtos estão 2,75% mais caros. (Págs. 1, B12 e Mercado)

Japão prevê que crise nuclear vai demorar mais nove meses. (Págs. 1, A12 e Mundo)

Editoriais

Leia “Ajuste emergente", que compara esforço anti-inflação de Brasil e China; e “As três dívidas do Peru”, sobre o resultado eleitoral no país vizinho. (Págs. 1, A2 e Opinião)

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O Estado de S. Paulo

Manchete: Japão prevê crise nuclear até janeiro
Empresa que administra usina de Fukushima quer estabilizar vazamento de radiação em 2 etapas; para moradores, prazo é muito longo

A Tokyo Eletric Power (Tepco), empresa que administra a usina de Fukushima, prevê até nove meses para controlar a crise nuclear provocada pelo acidente no complexo. A companhia pretende reduzir o vazamento de radiação e estabilizar os seis reatores afetados pelo terremoto seguido de tsunami de 11 de março, que deixou 28 mil mortos e desaparecidos. A notícia frustrou as mais de 80 mil pessoas que moram em um raio de 20 km e tiveram de deixar suas casas. Os reparos serão feitos em duas fases. A primeira, de três meses consiste no resfriamento dos reatores e das piscinas onde é armazenado o combustível. Na segunda etapa de até seis meses, técnicos controlarão a liberação de material radioativo e desligarão os reatores. (Págs. 1, A14 e Internacional)

Sobre a radioatividade no mar

Níveis aumentaram drasticamente, levantando a hipótese de terem ocorrido novos vazamentos. (Págs. 1, A14 e Internacional)

Região Norte lidera número de ‘apagões’ no Brasil

A Região Norte tem os piores índices de qualidade no fornecimento de energia do País. Em 2010, o brasileiro enfrentou pouco mais de 11 cortes de eletricidade no ano, enquanto os moradores do Norte ficaram quase 50 vezes no escuro. A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) reconhece que a situação é preocupante e cobrou das distribuidoras um aumento nos investimentos para tentar estancar o problema. (Págs. 1, B7 e Economia)

76 horas é o tempo médio que empresas e casas sofreram interrupções de luz no Norte. (Pág. 1)

Vulcabrás leva para Índia parte de sua produção

Maior fabricante de calçados do País, a Vulcabrás comprou uma fábrica de tênis na Índia, onde vai investir US$ 50 milhões. (Págs. 1, B1 e Economia)

Negócios

Apesar da inflação dos alimentos, redes de fast-food derrubam os seus preços. (Pág. 1)

Blitz Rio flagra Aécio Neves com CNH vencida. (Págs. 1, A8 e Nacional)

Aeronáutica reforma 11 caças por R$ 276 mi (Págs. 1, A12 e Nacional)

Notas & Informações

Ameaça de vexame

O que está ocorrendo nos aeroportos põe a nu as deficiências da gestão pública no Brasil. (Págs. 1 e A3)

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Valor Econômico

Manchete: Remuneração de diretores cresce 36%
Os diretores das companhias abertas brasileiras receberam, em média, R$ 1,86 milhão ao longo de 2010. Isso representa um aumento de 36% sobre o ganho médio de 2009. Os dados consideram remuneração fixa, bônus e pagamento baseado em ações de 189 empresas de capital aberto pesquisadas pelo Valor.

Incluindo não apenas o pagamento aos diretores, mas também aos conselheiros de administração e fiscais, as empresas gastaram R$ 3,29 bilhões em 2010, valor que supera em 33% o desembolso realizado em 2009. (Págs. 1 e D1)

BB quer crescer rápido na Argentina

Onze meses após anúncio de sua primeira compra no exterior, a do banco Patagônia, por US$ 479 milhões, o Banco do Brasil assumiu o comando da instituição com um plano de negócios que prevê a abertura de 60 agencias até 2014 e sua entrada no seleto grupo dos três maiores bancos privados da Argentina.

O Patagônia é o 11º em ativos e em patrimônio liquido do sistema financeiro argentino. O líder, com folga, é o Banco de la Nacion, de controle estatal. Entre os privados, estão à frente o Patagônia o Santander Rio, Macro, Galicia, BBVA Francês, HSBC, Credicoop e Citibank. (Págs. 1, C1 e C3)

MAN e Volks consumam o 'casamento'

A compra da divisão de caminhões e ônibus do grupo Volkswagen pela MAN, empresa alemã de 252 anos, foi concluída há pouco mais de dois anos. Mas a reorganização da nova operação começa a ser percebida agora. O prédio da sede da empresa, no bairro do Jabaquera, em São Paulo, já exibe um novo totem com dois logotipos: o azul arredondado da Volks ao lado do quadro da MAN, nas cores vermelha e preta.

A maior mudança, porém, ocorre na fábrica da empresa, em Resende (RJ). As instalações, inauguradas pela Volkswagen no fim de 1996, estão sendo adaptadas para não apenas acelerar o ritmo da produção como receber a primeira linha de um modelo MAN, que começará a ser vendido no Brasil em 2012. Em dois anos, o ritmo diário de produção passou de 170 para 320 veículos e chegará a 342 quando o novo modelo chegar. (Págs. 1 e B1)

Fotolegenda

Leonardo Moura, diretor-executivo do Figueirense, e o ex-atleta olímpico Renan Dal Zotto, diretor de operações desportivas e marketing: na volta à elite do futebol brasileiro, clube catarinense investe em gestão profissional e planeja dobrar receita, para R$ 33 milhões, em 2011. (Págs. 1 e B8)

Amazônia busca formas de se legalizar

Cresce o número de pequenos produtores de madeira e extrativistas de outros recursos naturais que querem sair da ilegalidade na Amazônia. Este movimento começa a configurar um novo ciclo na vida da Amazônia. A má notícia é que a maquina burocrática emperrou na regularização fundiária. “A nossa reivindicação é que se legalize a pequena propriedade, que possamos fazer plano de manejo e valorizar o nosso produto”, resume Edgar Lima da Silva, presidente da Amopi, associação que reúne 50 fabricantes de móveis em Parintins. “A gente não consegue nem exportar”, diz, referindo-se a vender para outros Estados. A ministra do Meio Ambiente Izabella Teixeira escutou a mesma história em evento em Parintins. Sem a regularização fundiária não se aprova plano de manejo, não há crédito no banco e nenhuma atividade legal prospera. (Págs. 1 e A14)

Declaração de Tombini teria sido ‘superdimensionada’

As declarações do presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, na sexta em Washington foram “superdimensionadas” pelo mercado, afirmou ao Valor uma fonte que acompanha de perto a estratégia de política monetária. “O que o Tombini disse não tem sentido nem de quantidade nem de tempo”, disse. “A mensagem é que o BC está de olho na meta a ser cumprida em 2012 e vai analisar o que fazer de acordo com as circunstâncias”, afirmou. Na sexta, Tombini agitou o mercado ao afirma que o BC “está no meio de um ciclo de aperto monetário” e
“que tem muito trabalho a ser feito”. Apostava-se que Tombini havia sinalizado que será mais duro na reunião desta semana do Copom. Para a fonte do Valor, a frase de Tombini não significa “nada” sobre a reunião. “Vá ler a página 94 do relatório de inflação. (Págs. 1 e C2)

Cliente de batom muda cara das oficinas

O número crescente de mulheres ao volante mudou a rotina e até a arquitetura das empresas de serviços automotivos no país. Espaço “Kids”, cursos de mecânica específicos para mulheres, guias de bolso e contratação de consultoras técnicas são realidade nas principais redes.

Centros automotivos que estejam próximos ao trabalho ou à residência e que ofereçam serviços diferenciados e outros atrativos saem na frente na preferência das consumidoras, constatou uma pesquisa realizada pela fabricante de pneus Goodyar. Esse diagnóstico também foi feito pela DPaschoal. De acordo com Nelson Bechara, as lojas que têm até 45% de sua clientela do gênero feminino são aquelas localizadas em áreas residenciais. Essas foram as primeiras unidades da rede a receber o chamado Espaço “Kids”. Entre as 200 lojas próprias, 90 já têm espaço especifico para crianças.

Della Via e DPaschoal oferecem cursos de mecânica básica para mulheres, com noções teóricas e práticas de prevenção, utilização adequada dos itens do veículo e direção defensiva. (Págs. 1 e B4)

SP muda a política para ensino básico

O governo paulista vai repor perdas salariais de 36,74% do magistério até 2014 e reorganizar as políticas educacionais do Estado. Nos próximos dias, será divulgado cronograma de reajustes. Até o fim do ano, governo e sindicatos trabalharão juntos para definir um novo plano de carreira. Para 2012 estão previstas reduções nos pagamentos de bônus e extras da política de meritocracia, a revisão da progressão continuada e do conteúdo do material didático produzido pela Secretaria de Educação e a reformulação do currículo do ensino médio.

Também está em estudo o uso da nota do Saresp, prova anual de português e matemática feita por alunos para fins de avaliação, para aumentar a pontuação de egressos de escolas estaduais no vestibular das universidades públicas paulistas. Os focos no primeiro ano de gestão serão a questão salarial e a carreira do professor. (Págs. 1 e A2)

Que planeja cancelar preferência tarifária e exportações do Brasil e outros emergentes. (Págs. 1 e A5)


G-20 cria plano para corrigir desequilíbrios macroeconômicos. (Págs. 1 e A11)


Países vizinhos ‘importam’ executivos do Brasil, como Moncau, do Chile. (Págs. 1 e D12)


CNI quer concorrência no gás

Em estudo, a confederação Nacional da Industria (CNI) critica o monopólio “de fato” da Petrobrás na cadeia do gás natural e defende uma nova política nacional para a atividade. (Págs. 1 e A3)

Teles se unem por 3G ‘turbinado’

As operadoras de telefonia móvel tentam convencer a Agência Nacional de Telecomunicação (Anatel) a rever exigência tecnológica no leilão de licenças de 4G. Para as empresas, a tecnologia LTE (“Long Term Evolution”) é cara demais. (Págs. 1 e B3)

Bilhões na defesa

Com contratos que podem chegar a US$ 35 bilhões nos próximos anos, mercado de defesa no Brasil movimenta a indústria nacional do setor e atrai empresas estrangeiras. (Págs. 1 e B12)

Avanço dos genéricos

O laboratório Teuto começa a produzir hoje o genérico do Cosopt, produto de referência desenvolvido pela multinacional Merck Sharp & Dohme (MSD) para o controle da pressão ocular, cuja patente expirou ontem. (Págs. 1 e B13)

Desequilíbrio ecológico

A síndrome do nariz branco, doença que já matou mais de 1 milhão de morcegos nos EUA, ameaça o controle natural de pragas no país, que economiza US$ 3,7 bilhões em defensivos por ano com a colaboração desses mamíferos. (Págs. 1 e B15)

Arroz chinês para o Brasil

A Anhui Longping High-Tech Seeds, uma das maiores empresas de tecnologia em sementes da China, busca parceiros no Brasil para comercialização de sementes de arroz híbrido no país. (Págs. 1 e B16)

Especial/Autorregulamentação

Identificada como decorrência prática do pensamento liberal, a autorregulamentação ganha cada vez mais força em um mundo globalizado, onde o fluxo de capitais, mercadorias e mão de obra nunca foi tão intenso. (Pág. 1)

Ideias

Sergio Leo

Estratégias para a China baseadas em medidas de proteção serão cada vez mais custosas e arriscadas. (Págs. 1 e A2)

Ideias

Luiz Carlos Mendonça de Barros

Se o governo da presidente Dilma baixar a guarda, a recidiva da inflação no fim do ano será muito forte. (Págs. 1 e A13)

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