A proposta deste blogue é incentivar boas discussões sobre o mundo econômico em todos os seus aspectos: econômicos, políticos, sociais, demográficos, ambientais (Acesse Comentários). Nele inserimos as colunas "XÔ ESTRESSE" ; "Editorial" e "A Hora do Ângelus"; um espaço ecumênico de reflexão. (... postagens aos sábados e domingos quando possíveis). As postagens aqui, são desprovidas de quaisquer ideologia, crença ou preconceito por parte do administrador deste blogue.
PENSAR "GRANDE":
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“Pode-se enganar a todos por algum tempo; Pode-se enganar alguns por todo o tempo; Mas não se pode enganar a todos todo o tempo...” (Abraham Lincoln).=>> A MÁSCARA CAIU DIA 18/06/2012 COM A ALIANÇA POLÍTICA ENTRE O PT E O PP.
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''Os Economistas e os artistas não morrem..." (NHMedeiros).
"O Economista não pode saber tudo. Mas também não pode excluir nada" (J.K.Galbraith, 1987).
"Ranking'' dos políticos brasileiros: www.politicos.org.br
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segunda-feira, outubro 03, 2011
domingo, outubro 02, 2011
A HORA DO "ÂNGELUS"
"... Fé sem obras é morta" (Tiago, 2: 17), estamos divulgando o Evento YOM KIPUR, o Dia do Perdão, dentro do calendário cabalístico:
A Libertação pelo Perdão
Neste dia jejuamos por 25 horas para que possamos compreender a essência do perdão, algo que jamais seria possível pela mente analítica. Assim, ficamos sem comer e sem beber por 25 horas, de 18 Hs de 6af (07/10) até 19 Hs de sábado (08/10).
Para os que tiverem interesse em estar conectados, faremos diversas transmissões através de nossa sala de rituais on-line neste período, a começar pelo shabat on-line, as 19:15 hs do dia 07, substancialmente distinto dos demais. O acesso é pelo nosso site, aberto a todos, através da senha: adonai.
Trata-se de uma imensa re-carga de Luz para a alma. Que possamos estar juntos nisto. Perdoar e ser perdoados, principalmente por nossa insconsciência. É hora de despertar.
Shalom!
(Ian Mecler)www.portaldacabala.com.br
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(*) Malba TAHAN. Elogio do silêncio.
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sábado, outubro 01, 2011
EDITORIAL [In:] A CADA UM SEGUNDO SUAS PALAVRAS...
Entrevista
Luc Ferry: “A felicidade não existe. Só a serenidade” (*)
Para o filósofo francês, todas as grandes filosofias tentaram fazer com que os homens vencessem seus medos. Hoje, a ecologia se baseia na proliferação do medo;
Luc Ferry em seu escritório em Paris (Bassignac Gilles/Gamma)
Todas as filosofias querem a mesma coisa: salvar os homens do medo que os impede de viver bem. Só que as grandes filosofias são as doutrinas da salvação sem Deus e sem a fé.
A popularidade do filósofo francês Luc Ferry, 60 anos, também é alicerçada na originalidade de suas frases de efeito. Por exemplo: “A felicidade não existe, o que existe é a serenidade”. Ou: “Todas as grandes filosofias e religiões tentaram fazer com que os homens vencessem seus medos. Hoje, a ecologia política se baseia na proliferação do medo”. Lançada em 2006, Aprender a viver, sua obra de maior sucesso, vendeu mais de 700.000 exemplares em dezenas de idiomas. Entre seus últimos livros estão Famílias, amo vocês e A tentação do cristianismo. Ministro da Educação da França de 2002 a 2004, foi o idealizador da lei que proibiu o uso de véu por estudantes muçulmanas nas escolas públicas francesas. Alto, cabelos negros e ondulados, Ferry expôs, entre uma tragada e outra, um pouco da teoria que mistura filosofia, psicanálise e irresistíveis pitadas de autoajuda.
Qual é o maior obstáculo à felicidade? A felicidade não existe. Temos momentos de alegria, mas não existe um estado permanente de satisfação. Separações, a morte de pessoas queridas, doenças e acidentes são inevitáveis. É por isso que a busca pela felicidade plena não faz sentido. O que podemos almejar é a serenidade, algo completamente diferente. Só se atinge a serenidade vencendo o medo. É o medo que nos torna egoístas e nos paralisa, que nos impede de sorrir e de pensar de forma inteligente, com liberdade. Os filósofos gregos costumavam dizer que o sábio é aquele que consegue vencer o medo.
O medo da morte é o maior obstáculo para o homem? Existem basicamente três grandes medos. O primeiro é a timidez. Ele aparece, por exemplo, quando somos apresentados a alguém muito importante, ou quando precisamos falar em público. É a pressão da sociedade. O segundo medo são as fobias. Medo do escuro, de insetos, de ficar preso num elevador. O terceiro é o medo da morte. Tememos mais a morte de pessoas que amamos do que a nossa própria morte. Não me refiro apenas à morte biológica, mas a tudo o que é irreversível. O Corvo, do conto homônimo de Edgar Alan Poe, exemplifica isso perfeitamente. Repete a todo momento, como um papagaio, a expressão “nunca mais”. Essa é a morte dentro da vida. Para uma criança, pode ser o divórcio dos pais, já que nunca mais os verá juntos. O nunca mais, a irreversibilidade da vida, nos dá a experiência da morte. A grande questão da serenidade, e não da felicidade, é como vencer esse medo. Toda a filosofia, desde Homero e Platão até Schopenhauer e Nietzsche está baseada na doutrina da serenidade.
Além das fobias conhecidas, existem as modernas? Vivemos a sociedade do medo. Aos três grandes medos que eu falei, adiciona-se outro, tipicamente ocidental: o medo que se desenvolveu com a ecologia politica. Medo do eleito estufa, do buraco na camada de ozônio, do aquecimento global, de micróbios, da poluição, do fim dos recursos naturais. A cada ano, um novo medo se adiciona a todos os outros: medo da carne vermelha, da gripe aviária, da aids, do sexo, do tabaco, da velocidade dos carros. Os grandes ecologistas e os filmes que tratam do tema têm como objetivo principal trazer o medo. No livro O princípio da responsabilidade, do filósofo alemão Hans Jonas, há um capítulo chamado Heurística do medo. Nele, o medo é descrito como uma paixão positiva e útil. Em toda a história da filosofia ocidental, o medo é o inimigo, é algo infantil, que faz mal. A ecologia inverte essa tradição filosófica ao sustentar que o medo é o começo de uma nova sabedoria e que, graças ao medo, os seres humanos vão tomar consciência dos perigos que existem no planeta. O medo não é mais visto como algo infantilizado, mas como o primeiro passo no caminho da sabedoria. É o que os ecologistas chamam de princípio da precaução. Isso não quer dizer que os ecologistas estejam errados. Há um componente de verdade no que dizem, mas há também muita mentira. Não aceito a ideia de um movimento político que se baseie exclusivamente no medo.
Qual a diferença entre a angústia vista pela psicanálise e pela filosofia? A filosofia e a psicanálise lidam com angústias distintas. A psicanálise luta contra a angústia patológica, o conflito entre o desejo e a moral, uma tentativa de reconciliar o indivíduo consigo próprio. No entanto, mesmo se atingíssemos uma perfeita saúde mental, depois de 20 anos de análise bem sucedida, restaria a angústia metafísica. Aí começa a filosofia, que ensina a alcançar a sabedoria no sentido da serenidade, não da felicidade.
O que há na filosofia que a religião não tem? Tanto a grande religião quanto a grande filosofia pretendem fazer com que as pessoas deixem de ter medo. Essencialmente, o que a religião diz é que, se alguém tem fé, se acredita em Deus, não precisa ter medo. Não precisa, por exemplo, temer a morte. As religiões são a doutrina da salvação pela fé. Todas as filosofias querem a mesma coisa: salvar os homens do medo que os impede de viver bem. Só que as grandes filosofias são as doutrinas da salvação sem Deus e sem a fé.
Com a disseminação do medo, ficou mais difícil superá-lo? A primeira grande resposta a essa pergunta nasce na Odisséia, de Homero. O poema conta como Ulisses vencerá os maiores medos da existência humana: o medo do passado e do futuro. Ulisses, que vive em Ítaca, uma cidade grega, com sua mulher Penélope, precisa partir para a Guerra de Tróia. Fica 20 anos longe de casa, imerso no caos da guerra. A história mostra como Ulisses vai do caos à harmonia, da guerra à paz, do ódio ao amor de Penélope. Durante 20 anos ele se agarra ao passado, ou ao futuro, à nostalgia de Ítaca, ou à esperança de voltar a Ítaca. Quando retorna à terra natal depois de tanto tempo, pode, enfim, viver no presente. Os filósofos gregos diziam que o sábio é aquele que consegue pensar menos no passado e ter menos esperança. Se eu me separar, se mudar de casa, se trocar de emprego. O passado já aconteceu. O futuro é uma ilusão.
Por que o título do seu livro é Aprender a viver? Houve uma mudança no ensino da filosofia, uma guinada da prática para o discurso decorrente da vitória do cristianismo sobre o mundo ocidental. A partir da Idade Média a religião assume um papel mais importante que a filosofia. Ela detém o monopólio do que é a vida beata, do que é a salvação, e proíbe a filosofia de cuidar dessa questão. É aí que a filosofia se torna apenas um discurso, uma análise de conceitos e não mais uma prática que tem por objetivo ensinar a viver. Escolhi o título Aprender a viver para difundir a ideia de que a filosofia não é apenas um discurso, mas um aprendizado da vida. Resumidamente, a filosofia é uma concorrente da religião e da psicanálise.
O ensino da filosofia deveria ser obrigatório nas escolas? Tudo depende da forma como ensinamos. Infelizmente, a maior parte do tempo, ao menos na França, reduzimos a filosofia a um tipo de instrução civil. Apresentamos aos alunos questões sem respostas possíveis: “O que é o belo?”, “o que é o bem?”, “o que é o tempo?”. Isso não tem nada a ver com a filosofia. É uma imbecilidade, uma estupidez. É melhor não ensinar filosofia do que ensinar dessa forma. Se um dia quisermos que as crianças pensem por si próprias, precisamos ensinar a história de grandes visões do mundo. Contar, por exemplo, que na filosofia existem cinco grandes respostas para a pergunta “o que é a vida boa”: a grega, a cristã, a do humanismo moderno, a de pensadores como Nietzsche e a contemporânea. Isso é apaixonante. A filosofia não consiste em tentar construir um argumento para responder a uma questão absurda. A filosofia é aprender a viver.
Como se ensinava filosofia nas grandes escolas gregas? Ao contrário do que ocorre nas nossas, nas escolas gregas não havia discursos, mas exercícios de aprendizado da sabedoria. Um exemplo: na escola estóica, no século IV A.C., Zenão de Cítio, o primeiro estóico, pedia a seus alunos que pegassem um peixe morto na feira e o amarrassem em uma coleira para levá-lo para passear como se fosse um cachorro. Quando passavam, quase todos olhavam e zombavam. O que pretendiam? Que os alunos não temessem o que os outros diziam. O sábio não é apenas aquele que vence o medo do olhar alheio, do que os outros pensam. O sábio não se importa com as convenções artificiais dessas “boas pessoas”. Ele desvia o olhar para concentrar-se na natureza, no cosmos. Vive em harmonia com a ordem natural, com ele próprio e com o mundo.
Como ministro da Educação, o senhor provocou controvérsia ao banir o uso de véu pelas estudantes muçulmanas e do solidéu pelos judeus nas escolas públicas. O que o senhor pensa hoje dessa polêmica? Na França, a polêmica não foi tão grande quanto nos outros países que não entenderam a nossa posição. Temos a maior comunidade judaica do mundo, depois de Israel e Nova York, assim como temos a maior comunidade muçulmana da Europa. Depois da segunda intifada (2000), que aguçou o conflito entre israelenses e palestinos, houve um aumento enorme de atos violentos dentro das escolas. As crianças muçulmanas se sentiam palestinas, embora fossem francesas. E os judeus retrucavam como sendo israelenses. Mesmo sendo, antes de tudo, franceses. Limitei-me a dizer que, no ensino fundamental, até os 16 anos, todos os sinais religiosos estavam proibidos. Mão só o véu islâmico, mas o quipá e a cruz. A decisão se limitou às crianças, não atingiu as ruas, os adultos. O professor não precisa saber qual é a religião dos alunos, se são judeus, católicos ou muçulmanos. Ao mesmo tempo, temos que lutar pela libertação das nossas mulheres e proteger nossas crianças. O islamismo radial é o nazismo dos nossos dias.
Por que os maiores filósofos do mundo são gregos e alemães? Tanto no caso grego, quanto no alemão, o grande motivo é a proximidade entre religião e filosofia. A filosofia sempre foi a secularização e a laicização de uma religião já existente. A filosofia grega, por exemplo, é uma versão secular e laica da mitologia grega. Da mesma forma, toda a filosofia alemã é uma apresentação racional da teologia protestante de Lutero. Ao afirmar “eu não quero ler a bíblia com a tradução latina”, “eu desconfio daqueles que estão no Vaticano”, Lutero resumiu o grande gesto do protestantismo: a busca pela verdade absoluta. Esse gesto abarca toda a filosofia alemã. Antes da filosofia, os dois povos viveram momentos muito importantes na religião. Você não tem isso nos Estados Unidos, nem na França. Ao contrário do que pensam os franceses, Descartes não é um bom filósofo.
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http://veja.abril.com.br/noticia/brasil/luc-ferry-%E2%80%9Ca-felicidade-nao-existe-o-que-existe-e-a-serenidade%E2%80%9D
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sexta-feira, setembro 30, 2011
CÂMARA LEGISLATIVA/MARINGÁ [in:] DECORO ?
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Para evitar derrubada das restrições às geminadas, John tira a camisa
- Luiz Fernando Cardoso
A Câmara de Maringá viveu, na sessão ordinária de ontem, um dos episódios mais vergonhosos de sua história. Após perceber que o projeto de lei complementar (PLC) que revoga a restrição às casas geminadas seria aprovado, o vereador John Alves (PMDB) perdeu o controle e tirou a camisa diante de um plenário lotado.
A quebra de decoro indignou alguns dos vereadores, que abandonaram a sessão. Sem o quórum mínimo de oito parlamentares, a sessão foi encerrada.
A votação do projeto que propõe a revogação do polêmico artigo 39 – que impede a construção de geminadas em lotes com menos de 400 m2² para quem não cadastrar a intenção no período de um ano – estava prevista para ocorrer no mês que vem.
Contudo, John conseguiu as assinaturas necessárias para votar a matéria em regime de urgência. Ontem, às 15h50, o peemedebista mudou de planos e pediu o arquivamento do pedido de urgência.
Aproveitando a ausência de Flávio Vicente (PSDB), um dos nove que se comprometeram com o Movimento em Defesa das Casas Geminadas a votar pela revogação do artigo 39, John tentou, nos bastidores, demover Carlos Eduardo Saboia (PMN) a deixar de votar pela revogação.
Tumulto
Saboia não cedeu aos apelos e a matéria se encaminhava para ser aprovada em primeira discussão. Logo no início do período regimental de votações, Humberto Henrique (PT) pediu que a matéria fosse apreciada em respeito à população que havia comparecido em peso à sessão. O presidente da Casa, Mário Hossokawa (PMDB), acatou o pedido.
Ao propor o arquivamento do pedido de urgência, com apoio de Heine Macieira (PP) e Luiz do Postinho (PRP), John não se ateve ao detalhe de que ainda restavam cinco assinaturas no requerimento – dos vereadores Zebrão (PP), Bravin (PP), Márcia Socreppa (PSDB), Paulo Soni (PSB) e Dr. Saboia –, exatamente o mínimo para assegurar a urgência.
Fotos: Ricardo Lopes
O vereador John (PMDB) foi à Câmara vestido de camiseta -- o regimento exige paletó e gravata --, prometendo "melar" a votação das casas geminadas. Conseguiu, tirando a roupa
Vexame
Ausente à sessão, John apareceu de súbito após ser informado de que a votação aconteceria. Na entrada da área reservada à imprensa, disparou: "vou melar com essa votação, pode apostar".
Trajando camiseta, calça jeans e tênis – enquanto o regimento interno exige dos vereadores do sexo masculino vistam paletó ou similar e gravata –, John adentrou ao plenário e ocupou sua mesa.
Repercussão
Ao anunciar o cancelamento da sessão, Hossokawa se desculpou com o público pelo vexame. "Lamentavelmente, aconteceu esse incidente e outros vereadores, constrangidos, deixaram o plenário", disse. "Peço desculpas a todos vocês, que deixaram seus trabalhos para acompanhar a sessão".
Manoel Sobrinho (PC do B), Mário Verri (PT), Humberto Henrique (PT), Marly Silva (DEM) também permaneceram no recinto, fazendo uso da palavra.
"Me emocionei com o cartaz de uma criança que dizia: ‘não tire o direito de meu pai construir casas geminadas’. O que é que estamos ensinando a essa criança aqui na Câmara?", desabafou Marly.
"Sinto vergonha sobre como
é exercida a democracia por
parte do vereador John.
Isso é o fundo do poço
Rodrigo Rocha
Construtor
Para Humberto, o episódio dá indícios de que haveria interesses escusos em detrimento da coletividade.
"Tive vários projetos reprovados e nunca tirei a roupa aqui por isso. Não sei o que há por trás desse projeto das casas geminadas, mas é algo muito grave", comentou Humberto, que não descarta a possibilidade de recorrer ao Ministério Público para pedir que o artigo 39 seja investigado.
Providências
Verri disse que entrará com uma representação contra John. "Já relevamos muita coisa aqui, mas isso não. Quero a gravação dessa sessão para tomar as providências", declarou. Segundo a assessoria jurídica da Câmara, se Verri não ficar apenas na promessa, a representação pode custar a John uma suspensão temporária ou até a perda do mandato. Para qualquer punição, também serão necessários oito votos favoráveis.
Frases
"Já revelamos muita
coisa aqui, mas isso
não. Quero a gravação
dessa sessão para
tomar as providências"
Mário Verri (PT),
vereador
"Não sei o que há por
trás desse projeto das
casas geminadas, mas
é algo muito grave"
Humberto Henrique
(PT), vereador
"Peço desculpas a todos
vocês, que deixaram
seus trabalhos para
acompanhar a sessão".
Mário Hossokawa
(PMDB), vereador
"Se chegou ao ponto
de alguém se despir
aqui para adiar a
votação, é porque
tem alguma coisa "
Manoel Sobrinho
(PCdoB), vereador
"Foi uma ação isolada
do John. Não podemos
responsabilizar os
demais por uma
atitude dessas"
Clayton Damasceno,
construtor
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http://youtu.be/HDANqxmkFUE
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