PENSAR "GRANDE":

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“Pode-se enganar a todos por algum tempo; Pode-se enganar alguns por todo o tempo; Mas não se pode enganar a todos todo o tempo...” (Abraham Lincoln).=>> A MÁSCARA CAIU DIA 18/06/2012 COM A ALIANÇA POLÍTICA ENTRE O PT E O PP.

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''Os Economistas e os artistas não morrem..." (NHMedeiros).

"O Economista não pode saber tudo. Mas também não pode excluir nada" (J.K.Galbraith, 1987).

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# 38 RÉUS DO MENSALÃO. Veja nomes nos ''links'' abaixo:
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quinta-feira, dezembro 06, 2012

'QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?'

SINOPSES - RESUMO DOS JORNAIS


06 de dezembro de 2012

O Globo

Manchete: Energia mais barata - Dilma deve usar Tesouro para baixar conta de luz
Objetivo do governo é atingir 20,2% de redução média na tarifa

Sem citar tucanos, presidente reclama da 'insensibilidade' de quem não aderiu às novas regras para o setor elétrico

A presidente Dilma deixou claro que o governo federal não recuará e deve manter o compromisso de redução média de 20,2% na contas de luz a partir de 2013. Sem citar governadores tucanos, ela reclamou da "insensibilidade" de quem não aderiu às novas regras da medida provisória (MP) 579. Foi o caso das concessionárias de São Paulo, Minas, Paraná e Santa Catarina. O Tesouro deverá arcar com o custo da redução de novos encargos. (Págs. 1 e 31)

Carlos A. Sardenberg e editorial “Governo é que politizou redução da tarifa de eletricidade"
Obituário/O Arquiteto do Brasil: Oscar Niemeyer
Ícone brasileiro e mundial da arquitetura, inventor de uma nova forma de lidar com o concreto armado que revolucionou a concepção urbana, defensor da luta contra os excessos da razão, morreu às 21h55m de ontem, a dez dias de completar 105 anos, Oscar Niemeyer. Criador de Brasília, visitada por estudiosos e amantes da arte e do urbanismo, deixou sua marca em várias cidades do mundo ao longo do século XX. Fiel a suas ideias, foi um árduo porta-voz do comunismo, mesmo após a queda do Muro. (Págs. 1 e Caderno especial)
Futuro em xeque - Royalties: governo quer garantir veto
Após pressão de governadores de estados não produtores de petróleo, Dilma quer evitar que o Congresso derrube o veto à redistribuição dos royalties. José Sarney tentará adiar para 2013 a apreciação do veto. (Págs. 1, 34 e 35)
Editorial: Os perigos em torno da queda do veto (Págs. 1 e 18)

A hora da prisão STF mantém penas do mensalão (Págs. 1 e 6)

Mordomia no Maracanã
Ficou pronto ontem o primeiro dos 110 novos camarotes do estádio. (Págs. 1 e Joaquim F. dos Santos)
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Folha de S. Paulo

Manchete: Plano de Dilma tiraria ao menos R$ 8 bi de elétricas
Presidente lamenta ‘falta de sensibilidade’ de Estados que não aderiram

A renovação das concessões das elétricas, proposta por Dilma para baixar a tarifa, traria perdas de ao menos R$ 8 bilhões às empresas de São Paulo, Minas Gerais, Paraná e Santa Catarina, segundo dados das empresas.

As quatro elétricas desses Estados recusaram total ou parcialmente o plano do governo. O cálculo inclui prejuízos com indenizações e receitas de tarifas. Não estão computados números da Cemig, que não revela dados.

Especialistas do setor encaminharam carta à presidente pedindo a revogação da medida provisória. Eles temem pelas consequências que podem decorrer das alterações, como apagões e contratos contestados.

Ontem, Dilma criticou quem não aderiu e sinalizou que garantirá a queda da conta de luz. “O governo não recuará, apesar de lamentar a imensa falta de sensibilidade dos que não veem a importância disso.” (Págs. 1 e Mercado B9)
Oscar Niemeyer 1907 - 2012: Morre o maior arquiteto do Brasil
Oscar Ribeiro de Almeida de Niemeyer Soares morreu aos 104 anos, no Rio.

Arquiteto de um “jogo inesperado de retas e curvas”, como ele mesmo se definia, e mundialmente conhecido como criador de Brasília, Niemeyer não resistiu à sua terceira internação hospitalar neste ano.

Nascido no Rio em 1907, formou-se em 1934 e foi estagiário de Lúcio Costa, com quem projetou a capital. “Quando cheguei lá, a terra era agreste. Tomávamos caipirinha, ríamos, todos juntos, operários, engenheiros; dava a sensação de que o mundo seria melhor”, contou à Folha em 1984.“Quando inaugurou, veio a muralha separando pobres e ricos, e Brasília virou uma cidade como as outras.”

A presidente Dilma Rousseff ofereceu à família o Palácio do Planalto para o velório e disse, em nota, que Niemeyer foi um revolucionário. “Sua história não cabe nas pranchetas.” (Págs. 1 e Caderno Especial: as obras //a vida //entrevistas)
Governo pode liberar FGTS para imóvel de R$ 750 mil
Em mais uma tentativa de estimular a economia, o governo estuda elevar de R$ 500 mil para R$ 750 mil o valor máximo dos imóveis que podem ser comprados com os recursos do FGTS, informam Sheila D’Amorim e Valdo Cruz. A medida é reivindicação antiga das construtoras e tem a simpatia do ministro Mantega (Fazenda).

A palavra final caberá à presidente Dilma. Parecer da Caixa Econômica Federal, gestora do fundo, não vê na adoção da medida um problema para o FGTS.

O preço do imóvel subiu nos últimos anos, principalmente nas grandes cidades, o que dificulta encontrar moradias novas no limite atual do fundo. (Págs. 1 e Mercado B1)
Novo secretário da Segurança diz que facção ‘não é lenda’ (Págs. 1 e Cotidiano C1 e C3)

Humorista ganha vaga de vereador na Câmara de SP (Págs. 1 e Cotidiano C5)

Documentário traz história de vítimas da talidomida no país (Págs. 1 e Saúde C9)

Supremo rejeita proposta que reduziria penas do mensalão
O STF rejeitou a proposta do ministro Marco Aurélio Mello de unificar os crimes do mensalão, o que reduziria as penas de 16 dos 25 condenados. Para Mello, à exceção da prática de quadrilha, um ato “contra a paz pública”, todos os outros crimes são “lesão à administração pública”. Apenas o revisor, Ricardo Lewandowski, seguiu Mello. (Págs. 1 e Poder A4)
Mônica Bergamo: Lula falou com Rosemary após operação da Polícia Federal (Págs. 1 e Ilustrada E2)

Editoriais
Leia “Novos paliativos”, acerca de medidas anunciadas para estimular a economia, e “Pobreza ao redor”, sobre critérios para medir a penúria social. (Págs. 1 e Opinião A2)
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O Estado de S. Paulo

Manchete: Após PIB fraco, governo anuncia plano de R$ 100 bi
Recursos vão para compra de máquinas; presidente Dilma reconheceu o ‘desempenho precário da indústria’

O governo lançou novas medidas para conter o fraco desempenho do PIB no ano e ampliou em R$ 100 bilhões a linha de crédito para estímulo ao investimento do BNDES. A ação ainda baixa para 5% ao ano a Taxa de Juros de Longo Prazo, usada como referência em empréstimos pela instituição. O governo espera elevar em 8% os investimentos, após cinco trimestres de queda. A medida ajudaria o País a crescer 4% no ano que vem, segundo o ministro da Fazenda, Guido Mantega. A presidente Dilma Rousseff reconheceu o “desempenho precário da indústria”, mas disse “ter certeza” de que as medidas “vão se difundir pelo sistema econômico e sinalizar novo estágio de desenvolvimento”. Hoje, será anunciada reforma nas regras do setor de portos. (Págs. 1 e Economia B1)
Dilma sinaliza que bancará corte de 20%
A presidente Dilma Rousseff criticou a “insensibilidade" das empresas que não aceitaram renovar contratos de concessão de energia elétrica e disse que buscará o “máximo esforço" para reduzir as tarifas aos 20% pretendidos pelo governo, usando recursos do Tesouro, se preciso. Ela falou um dia depois de os governos de SP, MG e PR, do PSDB, desistirem da renovação. (Págs. 1 e B4)
Supremo mantém pena de 40 anos para Valério
O STF confirmou ontem pena de 40 anos, 4 meses e 6 dias para o empresário Marcos Valério e de 10 anos e 10 meses para o ex-ministro José Dirceu. O colegiado decidiu que não é possível unificar em um único crime as penas de seis delitos, como propôs o ministro Marco Aurélio Mello, o que daria a Valério pena idêntica à de Dirceu. A discussão da matéria consumiu toda a sessão, adiando a definição sobre se os deputados federais deverão perder ou não o mandato automaticamente. (Págs. 1 e Nacional A8)
Gabinete foi usado em reunião, diz delator
Autor das denúncias investigadas pela Operação Porto Seguro, Cyonil Borges disse em depoimento que Paulo Vieira, apontado como chefe do esquema, usou o gabinete da Presidência da República em SP para reunião sobre portos. (Págs. 1 e A4)
Para secretário, letalidade da PM é ‘inaceitável’
O secretário da Segurança de SP, Ferrando Grella Vieira, disse, em entrevista ao Estado, que deve haver um esforço para reduzir a letalidade policial. Entre outubro de 2011 e setembro de 2012, 447 pessoas morreram em tiroteios com PMs. Ele também prometeu resposta à matança de policiais. (Págs. 1 e Cidades C1 e C3)
Confrontos no Egito deixam dois mortos (Págs. 1 e Internacional A16)

Número de varejistas bilionários cresce 32% (Págs. 1 e Economia B17)

Ministra pede na COP doação de países ricos (Págs. 1 e Vida A22)

COI se exime de possível benefício a empreiteiras
Projeto de lei em tramitação no Congresso prevê isenções fiscais para empreiteiras envolvidas com obras para a Olimpíada de 2016, no Rio. O COI diz que não exige isenção para esse tipo de empresa. (Págs. 1 e Esportes E6)
Roberto Giannetti da Fonseca
Ontem, hoje, amanhã

A economia está longe de ser uma ciência exata. Analisar o passado, decidir no presente e prever o futuro são tarefas difíceis. (Págs. 1 e Economia B2)
Dora Kramer
Privilégio às avessas

Deputado condenado em 2010 está solto e no exercício do mandato. Por que os culpados do esquema do mensalão teriam tratamento diferente? (Págs. 1 e Nacional A6)
Notas & Informações
Conto da carochinha

Cardozo foi à Câmara para salvar a face de Dilma Rousseff, alvejada por mais um escândalo. (Págs. 1 e A3)
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Correio Braziliense

Manchete: Adeus
O coração do homem que forjou a alma brasiliense em arrojadas curvas de concreto e vidro parou de bater às 21h55 de ontem, no Rio, a 10 dias de completar 105 anos de idade. Poucos arquitetos projetaram e construíram tanto por tão longo tempo quanto Oscar Niemeyer. Suas obras, diversas e carregadas de brasilidade — catedrais, cassino, escolas, museus, praças, torres, pontes, palácios —, estão espalhadas pelos quatro cantos do planeta. “O Brasil perdeu um dos seus gênios”, destacou a presidente Dilma, em nota oficial. Sua morte foi lamentada no mundo inteiro. O corpo será velado hoje no Palácio do Planalto. E o enterro está marcado para amanhã no Rio de Janeiro. (Págs. 1 e Edição especial e o Suplemento Oscar conta a história /A história conta Oscar)
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Valor Econômico

Manchete: BC corrige o rumo do câmbio
A taxa de câmbio na casa de R$ 2,10 não agrada o governo e está fora do que o Banco Central considera uma cotação compatível com os fundamentos da economia brasileira. Não há, portanto, intenção de sancionar um novo patamar de câmbio. Na visão de fontes oficiais, o dólar muito acima do que estava há duas semanas — em tomo de R$ 2,04 — não traz benefícios para a economia e compromete o controle da inflação.

Para prover liquidez ao mercado o governo começou a desmontar nos últimos dias as medidas de restrição ao ingresso de moeda estrangeira. Ontem, reduziu de dois para um ano o prazo dos empréstimos externos sujeitos à cobrança de 6% de IOF. Na terça-feira, ampliou de um para cinco anos o prazo para antecipação de receitas de exportação, operações que não são sujeitas a tributação do IOF. (Págs. 1, C1, C2, C3 e C5)
Crédito a empresas continua racionado
Com a cautela dos bancos e a demanda fraca, o crédito corporativo passou 2012 emperrado, com as concessões fluindo a conta-gotas e inadimplência alta. Nos dez primeiros meses do ano, a concessão de financiamento às empresas teve queda de 1,1% ante igual período de 2011. Enquanto as grandes companhias recorrem ao mercado de capitais, a situação é mais difícil para as empresas médias e pequenas, para as quais a dependência dos empréstimos bancários é maior.

"O que aconteceu é que a inadimplência foi maior do que se previa e o crédito acabou sendo menor", diz um executivo da área de crédito corporativo que preferiu não ser identificado. Para ele, a esperança agora é 2013. "Os bancos estão mais restritivos justamente quando os varejistas precisam de crédito para a formar estoques de fim do ano. Isso afetou quem estava menos capitalizado", diz um varejista. (Págs. 1 e C5)
Morre Niemeyer, poeta das curvas
O arquiteto Oscar Niemeyer morreu ontem, no hospital Samaritano, no Rio, onde se internou em 2 de novembro para tratar uma desidratação. Depois, teve hemorragia digestiva e, na terça-feira, uma infecção respiratória tornou seu quadro crítico, até levá-lo à morte às 21h55 de ontem. Ele completaria 105 anos no dia 15.

Reservado e modesto, Niemeyer foi autor de mais de 500 projetos no Brasil e no exterior. Não fez fortuna. Ajudou muita gente, parentes, amigos e correligionários do Partido Comunista Brasileiro (PCB), ao qual se filiou em 1945. Militância que o obrigou a deixar o país na década de 60, durante o regime militar. (Pág. 1)
Valor de ações das elétricas cai R$ 34,6 bi
As empresas mais afetadas pelo plano de redução das tarifas de energia do governo saíram 40% menores do furacão causado pela Medida Provisória 579. A perda de valor de mercado de Eletrobras, Cesp, Cteep, Cemig, Copel e Celesc foi de R$ 34,6 bilhões. No fim de agosto, antes do anúncio das medidas, as seis companhias valiam, juntas, R$ 84,6 bilhões. No fechamento da bolsa de terça-feira, a soma era de R$ 50 bilhões. Segundo analistas, o patamar mais baixo de preços veio para ficar. No caso da Eletrobras, avalia-se que o tombo de 50% no valor de mercado pode ser ainda maior. (Págs. 1 e B7)
Tablet para classes C e D já lidera vendas
Nem Apple nem Samsung. A líder de vendas do mercado brasileiro de tablets é a mineira DL, de Santa Rita do Sapucaí. No terceiro trimestre, a DL vendeu 190 mil unidades, enquanto a Apple vendeu 144 mil e a Samsung, 176 mil.

O segredo não está no desempenho do produto - na página da Americanas.com há diversos comentários de usuários sobre a lentidão do aparelho -, mas no preço. A DL vende seu tablet a R$ 399, enquanto os concorrentes famosos custam mais de R$ 1.000. "Nós não somos concorrentes de Apple e Samsung, somos focados nas classes C e D", afirma o chinês Paulo Xu, dono da DL. As vendas de tablets devem atingir 2,9 milhões de unidades neste ano. (Págs. 1 e B2)
Citibank reage às pressões com corte de 11 mil vagas
O Citigroup Inc. definiu um plano para cortar 11 mil postos de trabalho, na primeira grande mudança de estratégia do gigante das finanças desde que Michael Corbat substituiu Vikram Pandit como diretor-presidente, em outubro.

A iniciativa, anunciada ontem, é o sinal mais recente da pressão sobre os grandes bancos para reagir à estagnação das receitas e da cotação de suas ações. A decisão também mostra o foco no corte de custos. Na presidência do conselho de administração, Michael O'Neill, um banqueiro veterano, tornou-se conhecido por recomendar medidas duras em trabalhos anteriores. (Págs. 1 e B10)
Guerra civil na Síria deixa economia à beira do colapso (Págs. 1 e A15)

Nos EUA, "donos de casa" são novo alvo da indústria de produtos de limpeza (Págs. 1 e B4)

Braxcel busca parceiro em de R$ 5 bi no Tocantins, diz Sahade (Págs. 1 e B5)

Ameaça hidrológica
Nível dos reservatórios das hidrelétricas do Sudeste e Centro-Oeste, responsáveis por cerca de 70% da capacidade de armazenamento do país, registra o pior início de dezembro desde 2001. (Págs. 1 e A4)
Brasilata mira o exterior
A Brasilata, líder brasileira em fabricação de latas de aço, planeja expandir seus negócios para o exterior. Com quatro unidades no país e participação de 15% no mercado, os principais alvos são os Estados Unidos e a China. (Págs. 1 e B6)
Relações com o consumidor
O setor de call center, um dos canais de comunicação com clientes mais usados pelas empresas e um dos maiores empregadores do país, ainda busca soluções duradouras para qualificar a mão de obra e reduzir a rotatividade, diz Stan Braz, do Sintelmark. (Págs. 1 e Caderno especial)
Ford eleva aposta em pesados
Confiante na reação do mercado de veículos pesados a partir do próximo ano, a Ford voltou a colocar os caminhões no centro de suas estratégias, que representarão cerca de um terço dos 18 lançamentos previstos para 2013. (Págs. 1e B6)
Portos suportam a supersafra
Estudo da consultoria americana FCStone mostra que a infraestrutura portuária brasileira é suficiente para atender às exportações de grãos previstas para o próximo ano. No entanto, no período critico de fevereiro a maio, poderão ocorrer dificuldades. (Págs. 1 e B9)
Ideias
Bráulio Borges

Número do IBGE pode passar a impressão de que a economia não está reagindo à enorme quantidade de estímulos. (Págs. 1 e A16)

Alexandre Schwartsman

Atual desaceleração da economia brasileira é resultado de um fenômeno doméstico, e não da crise internacional. (Págs. 1 e A17)
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