A proposta deste blogue é incentivar boas discussões sobre o mundo econômico em todos os seus aspectos: econômicos, políticos, sociais, demográficos, ambientais (Acesse Comentários). Nele inserimos as colunas "XÔ ESTRESSE" ; "Editorial" e "A Hora do Ângelus"; um espaço ecumênico de reflexão. (... postagens aos sábados e domingos quando possíveis). As postagens aqui, são desprovidas de quaisquer ideologia, crença ou preconceito por parte do administrador deste blogue.
PENSAR "GRANDE":
[NÃO TEMOS A PRESUNÇÃO DE FAZER DESTE BLOGUE O TEU ''BLOGUE DE CABECEIRA'' MAS, O DE APENAS TE SUGERIR UM ''PENSAR GRANDE''].
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“Pode-se enganar a todos por algum tempo; Pode-se enganar alguns por todo o tempo; Mas não se pode enganar a todos todo o tempo...” (Abraham Lincoln).=>> A MÁSCARA CAIU DIA 18/06/2012 COM A ALIANÇA POLÍTICA ENTRE O PT E O PP.
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''Os Economistas e os artistas não morrem..." (NHMedeiros).
"O Economista não pode saber tudo. Mas também não pode excluir nada" (J.K.Galbraith, 1987).
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quarta-feira, julho 18, 2007
GIM ARGELLO vs PSOL
APAGÃO AÉREO & "ASAS DE ÍCARO" III

Escrito por Josias de Souza, Folha Online. Foto-matéria: Apu Gomes/Folha.
CRISE AÉREA, CPI, APAGÃO AÉREO [!?]
A íntegra da nota pessoal do senador tucano diz o seguinte:
Ao Povo Brasileiro
Estou muito ferido. O PSDB está em prantos e o Brasil também.
Depois do acidente do avião da Gol, que se chocou com o Legacy, matando tantos inocentes, a começar pelo grande número de conterrâneos meus, vem agora o desastre da TAM.
Até quando? Esperar a próxima mortandade? Ou enfrentar a crise do setor aéreo com caráter, coragem e competência?
Inventar culpados? Tirar o corpo fora? Assumir o desgoverno?
O Presidente Lula precisa agir e não falar. Ou seu período se marcará pelo sofrimento e pela dor de tantos brasileiros que poderiam estar vivos, lutando, sofrendo, sorrindo e construindo um Brasil mais justo.
Meu sentimento é de dor e frustração. Essa crise passa por incompetência gerencial, corrupção e insinceridade.
Para mim basta! O Brasil está desesperado, também!
O Deputado Júlio Redecker está nesse avião. Líder da minoria, corajoso, fraterno, amigo querido.
A Nota oficial da Bancada do PSDB no Senado está formal. Esta aqui é minha pessoal, escrita entre lágrimas.
Pise no chão da realidade, Presidente Lula. Exijo-lhe isso mais como brasileiro ferido, prostrado, do que como parlamentar.
Brasília, 17 de julho de 2007
Senador Arthur Virgílio
[Estadão].
GIM ARGELLO: "NADA A DECLARAR!"

APAGÃO AÉREO & "ASAS DE ÍCARO" II
APAGÃO AÉREO & "ASAS DE ÍCARO"

terça-feira, julho 17, 2007
HYPÓLITOs: FAMÍLIA QUE TREINA UNIDA...


"QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?"
DELEGADO [In:] "CAIXA-RÁPIDO"
SENADO & SENADORES [In:] "O PODER EMANA DO POVO..."
Os senadores processados
Confira abaixo as versões dos 14 senadores sobre os processos aos quais respondem:
Cícero Lucena (PSDB-PB)
Demóstenes Torres (DEM-GO)
Fernando Collor (PTB-AL)
Flexa Ribeiro (PSDB-PA)
João Ribeiro (PR-TO)
Leomar Quintanilha (PMDB-TO)
Lúcia Vânia (PSDB-GO)
Mão Santa (PMDB-PI)
Marconi Perillo (PSDB-GO)
Mário Couto (PSDB-PA)
Neuto de Conto (PMDB-SC)
Romero Jucá (PMDB-RR)
Valdir Raupp (PMDB-RO)
Wellington Salgado (PMDB-MG)
Desde que a Constituição Federal foi promulgada, em 1988, nenhuma autoridade foi condenada pelo STF, segundo levantamento da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB).
Tipos de crime
Os tipos de crime mais recorrentes dentre os processos que atualmente tramitam no STF contra senadores são aqueles ligados à administração pública - 11 dos 25 processos localizados. As acusações são de desvio de verbas, peculato (apropriação de dinheiro público por parte de servidor público), irregularidades em licitações e corrupção. Outra acusação comum (sete processos) é a de crime contra a ordem tributária e o sistema financeiro: falta de recolhimento de impostos, apropriação indébita e gestão fraudulenta de instituição financeira. Cinco acusações são de crimes contra a pessoa, crimes contra a honra e crimes eleitorais. Em dois processos, a acusação não pôde ser identificada porque os casos estão sob segredo de Justiça. G1, Maria Angélica Oliveira, Mariana Oliveira, SP.
RENAN CALHEIROS: "ETERNO ENQUANTO DURE" II
PAN-RIO/2007 [In:] "OURO"; BRILHO POR "CONTA" PRÓPRIA!!!


DIEGO HYPÓLITO conquista ouro na apresentação no solo

RIO - Diego Hypólito entrou nesta terça-feira para a história da ginástica artística brasileira ao se tornar o primeiro atleta homem a ganhar uma medalha de ouro em Pan-Americano. Ele somou 15,875 na apresentação no solo, na final individual por aparelhos, garantindo a quarta medalha dourada brasileira na competição. A medalha de prata acabou com o norte-americano Guillermo Alvarez, que somou 15,625 pontos. Já o bronze foi para o chileno Enrique Sepulveda, que somou 15,550. Outro brasileiro que participou da disputa, Mosiah Rodrigues foi apenas o quinto colocado, ao somar 15,000. Estadão esportes, foto Fábio Motta/AE.
JULIO ALMEIDA conquista a prata na pistola.

O Brasil conseguiu mais uma medalha de prata nos Jogos Pan-Americanos Rio 2007. Desta vez foi no tiro esportivo na categoria pistola de ar 10m masculino. Julio Almeida, que se classificou para a final em primeiro lugar, perdeu para Jason Turner, seu principal adversário, no 4º tiro e não conseguiu recuperar a posição. O americano ficou com o ouro e com o novo recorde pan-americano. Assim que terminou a prova, Julio chorou muito e dedicou a conquista à sua família.
- Dedico essa medalha à minha esposa Flávia e aos meus filhos, Ricardo e Paula, porque passo muito tempo longe deles e eles sempre foram meu maior suporte na vida - diz o atirador que é major aviador da Aeronáutica e mora na sede da Academia de Força Aérea (AFA), em Pirassununga, interior de São Paulo. A pontuação final de Julio foi 675,9, que garantiu ao atirador a vaga para as Olimpíadas de Pequim, em 2008. Marcos Felipe, Globoesporte. Foto Marcos Felipe.


ARGENTINA: FUTEBOL [TAMBÉM] DECEPCIONA
'QEPD'. Desta forma, com as iniciais fúnebres 'Que em paz descanse', o jornal esportivo 'Olé' definiu ontem a derrota argentina na final da Copa América perante a seleção brasileira. O título do matutino esportivo resumiu o espírito dos torcedores do país. Os analistas também recorreram à auto-ironia e abriram a programação no rádio e na TV com a expressão 'tristeza não tem fim', no original em português, em alusão ao samba de Vinícius de Moraes.Nos cafés portenhos, pela manhã, os torcedores refletiam sobre os motivos do revés e os 14 anos de derrotas da seleção na Copa América (desde 1993, não ocorreram vitórias, no tempo normal, nem em fases decisivas das Copas do Mundo). 'Somos especialistas em desencantos', afirmou o bancário Sebastián Leiva, enquanto folheava as páginas de política de um jornal. 'Ler as crônicas esportivas? Para quê? Não sou masoquista...'.Na chegada da seleção no aeroporto de Ezeiza, dezenas de torcedores esperavam os jogadores. No entanto, não houve demonstrações de fúria e frustração. O elenco, cabisbaixo, evitou a imprensa.A avaliação dos analistas indicou que o Brasil teve 'inteligência' para aproveitar os 'vacilos'. Segundo eles, o jogo brasileiro foi 'brilhante'. O 'Olé' destacou que a partida soterrou a última esperança da geração que, na última década, em vão, um triunfo internacional. BOFETADA: 'Geração perdida' foi a expressão utilizada para definir o grupo que nunca conseguiu um título mundial, apesar do bom desempenho individual - casos de Roberto Ayala, Roberto Abbondazieri, Juan Sebastián Verón, Hernán Crespo e Javier Zanetti. Em razão da idade, o grupo não deverá voltar a uma Copa do Mundo. Segundo o 'Olé', a seleção argentina 'levou uma das mais duras bofetadas da História'. O jornal 'Clarín', o principal do país, foi categórico: 'A pior derrota.'IRONIA: O jornal 'Página 12', famoso por seus títulos irônicos, estampou a manchete 'Goleada: 21 a 0 no Brasil'. Mas o resultado foi o da seleção feminina argentina de hóquei na grama sobre o time brasileiro, nos Jogos Pan-Americanos. Estadão, Ariel Palacios.
RENAN CALHEIROS: "ETERNO ENQUANTO DURE"
BRASÍLIA - Ensaiada nos últimos dias, a manobra para atrasar o aprofundamento das investigações contra o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), perdeu força. Nesta terça-feira, 17, a Mesa Diretora do Senado se reúne para decidir sobre o envio à Polícia Federal de pedido de perícia detalhada nos documentos apresentados por Renan para comprovar ganhos de R$ 1,9 milhão com a venda de gado nos últimos quatro anos. Renan é acusado de ter despesas pessoais pagas por lobista de empreiteira. Um mês e meio depois que estourou o escândalo, Renan decidiu finalmente se considerar formalmente impedido de qualquer iniciativa relacionada a seu processo por suposta falta de decoro parlamentar. Num movimento que sinalizou um recuo no uso de seu arsenal de intervenções, Renan enviou na segunda ao presidente do Conselho de Ética, senador Leomar Quintanilha (PMDB-TO), ofício em que pede que "qualquer expediente" relacionado ao caso seja encaminhado ao primeiro vice-presidente da Casa, senador Tião Viana (PT-AC). Ao mesmo tempo, disparou telefonemas para integrantes da Mesa Diretoria garantindo que não há manobra para adiar mais uma vez o seu processo. Na última quinta-feira, Renan surpreendeu aliados e oposição ao remarcar para hoje a reunião da Mesa. Ele alegou que precisava dar tempo para seus advogados e do PSOL, autor da representação ao Conselho de Ética, tomarem conhecimento do pedido à PF. Em represália, a oposição abandonou o plenário. Ontem, o líder do Democrata, senador José Agripino (RN), voltou a ameaçar boicotar as votações, caso Renan Calheiros articulasse alguma manobra protelatória na reunião da Mesa, como um eventual pedido de vistas (mais prazo para analisar o caso) encomendado a um aliado do presidente. "Se houver pedido de vistas terá sido orientação do Palácio do Planalto. Não vamos aceitar isso. Em nome da credibilidade do Senado, não vamos aceitar votar nada sobre a presidência de Renan Calheiros. Vamos nos retirar do plenário", disse Agripino. O senador Magno Malta (PTB-ES), quarto secretário da Mesa do Senado, negou ontem que tenha feito qualquer articulação para favorecer o presidente do Senado. "Jamais pediria vistas ao processo", garantiu. O líder do PSDB, senador Arthur Virgílio Neto (AM), divulgou nota alertando que o partido "estará vigilante e confiante em que será resgatado, ainda que com juros de mora políticos, o acordo da semana passada, para que sejam repassados à Polícia Federal os elementos necessários à investigação dos documentos apresentados pela defesa". Na nota, o tucano afirmou que quer que o processo contra Renan tenha andamento. "Quem espera firmeza, não decepcionará com os senadores do PSDB e a oposição", disse. Passada a reunião da Mesa, Renan Calheiros vai estudar com seus advogados entrar com uma ação no Supremo Tribunal Federal (STF) contra o processo aberto no Conselho de Ética. Reservadamente, ele cogita alegar que, como parlamentar, só pode ser investigado pelo Judiciário. "Se houver algo contra a lei e que prejudique o Renan, ele que entre na Justiça", observou o senador Papaléo Paes (PSDB-AP), que ocupa o cargo de primeiro suplente da Mesa. De público, Renan nega o recurso. "Não estou pensando em fazer isso", disse na segunda-feira. Rosa Costa e Eugênia Lopes, do Estadão. Foto Celso Junior/AE, Renan Calheiros nega manobra para adiar processo
ARGENTINA & MINISTÉRIO DA ECONOMIA: UMA "SENHORA PASTA"
segunda-feira, julho 16, 2007
BRASIL: CUSTOS DE PRODUÇÃO vs COMPETITIVIDADE
O empresário brasileiro arca hoje com um dos maiores custos do mundo para realizar novos investimentos. Numa lista de 47 países elaborada pelo Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (Iedi), o Brasil aparece em terceiro lugar, em situação melhor apenas que Tailândia e Irlanda. Os custos no País são 30% maiores que os da China e até 118% superiores aos da Coréia do Sul, dois países que são concorrentes diretos das empresas brasileiras no mercado mundial. Embora o preço de máquinas, equipamentos, instalações e construções venha crescendo a taxas declinantes no País, o Iedi cita que a inflação sobre os bens finais de consumo das famílias e do governo tem sido bem mais suave. 'Assim, em um contexto de elevadas taxas de juros, desestimula-se o investimento produtivo', diz Edgard Pereira, economista-chefe da entidade. Para calcular o custo relativo do investimento fixo nas diferentes partes do mundo, o Iedi criou um índice com base em dados do Projeto Link, que é financiado pela Organização das Nações Unidas (ONU) e recebe informações de todos os países. Entre 1970 e 2005, o custo do investimento fixo no Brasil cresceu 31%, enquanto no Chile houve recuo de 7% e na Argentina, de 5%. O Brasil perde feio para os chamados tigres asiáticos. Em Cingapura, esse custo caiu 15% e na Malásia, 20%. Na Coréia do Sul, a redução chegou a 40%. Já na Hungria, que apresenta o custo de investimento mais baixo entre os países analisados, a queda foi de 47%. Não é por obra do acaso que o Brasil não tem conseguido atingir taxas de investimento compatíveis com um crescimento sustentado de 5% ao ano, como pretende o governo. Mesmo tendo crescido por três anos seguidos, a formação bruta de capital fixo atingiu 15,8% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2006, mas ainda assim continua entre as mais baixas desde 1947. Essa taxa só é superior à do biênio 1992-1993, além do intervalo mais recente de 2002-2005.'A taxa de investimento é muito baixa porque o custo é muito alto', diz Pereira. 'Por que correr o risco de imobilizar sua riqueza em máquinas e equipamentos se existe a opção de aplicar recursos em títulos do governo com taxas de juros que rendem lucro certo?', indaga o economista do Iedi. 'Se eu ganhasse sozinho na Mega Sena pensaria dez vezes antes de investir na produção, a menos que fosse num setor de commodities', ironiza o empresário Mário Bernardini, dono da MGM Mecânica e Máquinas. De acordo com Bernardini, para investir, 'preciso pensar que vou pagar 15% ao ano para bancos e 40% para o governo e, depois, brigar com as importações, que são subsidiadas pelo câmbio, por meio da depreciação no país de origem e da sobrevalorização aqui'. A MGM, que atua no segmento de máquinas para mármores e granitos, deixou de exportar e de investir há alguns anos. 'Nas condições macroeconômicas atuais, não há como competir lá fora', diz Bernardini. 'Já o mercado interno, que depende da construção civil e esteve muito ruim, agora dá sinais de retomada.'A pesquisa do Iedi mostra, no entanto, que o custo do investimento fixo apresentou queda de 1,5% em 2006, refletindo a desoneração tributária de bens de capital ocorrida em 2005, além da redução da taxa de juros e da desvalorização do real frente ao dólar, o que barateia a importação de máquinas e equipamentos. 'Se o custo do investimento não cair de forma mais significativa, o empresário vai optar por investir num país onde o custo seja menor', adverte o economista do Iedi. Não é de hoje que o empresário Fuad Mattar, presidente da Paramount Lansul, uma das principais indústrias do setor têxtil brasileiro, planeja investir na China. Responsável no País pela grife francesa Lacoste, a Paramount Lansul tem uma tradição de 120 anos no mercado. 'Ainda não me convenci de que devo desistir de lutar para convencer nossos governantes da necessidade de termos uma política industrial eficiente', conta o empresário. Não fosse isso, Mattar teria motivos de sobra para jogar a toalha e tentar um negócio fora do País. 'Temos um câmbio de R$ 1,87, que é ótimo para investir, mas na hora de pôr as máquinas para funcionar, esse valor sobe para R$ 2,50, por conta da carga tributária.' Além de caro, o crédito para investimento no País tem prazo muito curto, de no máximo dez anos, para empresas de primeira linha. Já nos países asiáticos, esse prazo chega a 25 anos. 'Eles (os asiáticos) também não tributam investimentos e têm um câmbio muito favorável para exportação', observa o empresário.'Enquanto estivermos com um canivete e eles com uma metralhadora, não dá para competir.' Paulo Francini, diretor da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), observa que 'aquilo que chamamos de ambiente hostil à produção é o mesmo que está no cenário de quem deseja fazer investimento no País'. Para ele, entre as poucas vantagens comparativas do País nessa área estão a terra e o clima, que favorecem investimentos em cana-de-açúcar, papel e agronegócio.' Nenhuma indústria de transformação escolheria investir no Brasil só por causa da nossa ginga e jogo de corpo no carnaval e no futebol', diz, bem-humorado. 'Ninguém, está interessado nisso, e sim em ganhar dinheiro.' Estadão, Marcelo Rehder .
LULA & PAN-RIO/2007: POPULISMO FORA DO PÓDIO!
BOLSA FAMÍLIA: A QUE[M] SERVE?
CONSTRUTORAS & GOVERNO FEDERAL: A MESSE É GRANDE...
BRASIL & BRASILEIROS [In:] "APESAR DE VOCÊ..." *



PETROBRÁS/PF: OPERAÇÃO ÁGUAS PROFUNDAS
No embalo da Operação Águas Profundas da Polícia Federal (PF), que encontrou ONGs funcionando como correia de transmissão do esquema que fraudava licitações da Petrobrás, os parlamentares do DEM querem tirar da gaveta a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) das ONGs, logo após o recesso parlamentar, para colocar a máfia dos estaleiros como alvo do Congresso. A tática para levar a Petrobrás para a CPI é, inicialmente, pedir análise de repasses feitos pela estatal para ONGs. Segundo líderes do DEM, numa fase seguinte haveria espaço para ampliar o foco e investigar contratos da empresa suspeitos de fraudes e os vínculos com o PT. Segundo o senador Heráclito Fortes (DEM-PI), autor do requerimento que criou a CPI, será inevitável que o trabalho da comissão chegue até os contratos da estatal. Agora é a hora de abrir a caixa-preta, disse. Ao analisarmos contratos com ONGs será inevitável chegar até a Petrobrás. Na avaliação do senador, há motivos suficientes para fazer a investigação no Senado prosperar. A PF, diz ele, mostrou a existência de um esquema de corrupção envolvendo ONGs que tinham ligações com petistas e com os ex-governadores Rosinha Matheus e Anthony Garotinho, ambos do PMDB. O DEM acredita que a CPI poderá esmiuçar, ainda, denúncias mais antigas, porém relacionadas às suspeitas de irregularidades envolvendo ONGs e os negócios da Petrobrás. Na mira do DEM estão escândalos como o superfaturamento de R$ 151 milhões que o Tribunal de Contas da União (TCU) detectou em contratos com a empresa GDK, a indicação de nomes ligados ao PT para a direção da estatal, a subcontratação pela estatal de uma empresa de eventos pertencente ao ex-dirigente do PT Silvio Pereira e até o processo de venda das refinarias da Petrobrás ao governo boliviano. Os opositores dizem ter pelo menos dez casos passíveis de investigação. A CPI das ONGs foi criada no Senado no início do ano, mas ainda não foi instalada. O objeto de investigação são as transferências de recursos públicos e do exterior às ONGs e às organizações da sociedade civil de interesse público (Oscips) no período de 2003 a 2006. Para abafar a CPI, a base governista aprovou um adendo ampliando o foco das apurações até 1999, no governo Fernando Henrique Cardoso. Estadão, Isabel Sobral, Brasília.
CIRO GOMES: PRESIDENCIÁVEL PARA 2010 !
RENAN CALHEIROS: "ETERNO ENQUANTO DURE"
"QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?"
LULA & PAN-RIO2007: O SANTO E OS "PÉS-DE-BARRO"
LULA & PAN-RIO2007: VAIAS vs "MEA-CULPA"

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva preferiu não polemizar sobre as vaias que recebeu na festa de abertura dos Jogos Pan-Americanos, no estádio do Maracanã, na última sexta-feira (13). Em seu programa semanal de rádio ‘Café com o presidente’, nesta segunda-feira (16), Lula afirmou que “a vaia e o aplauso são dois momentos de reação do ser humano”, mas confessou ter ficado triste com a recepção do público. “A única coisa que eu, particularmente, fico triste é que eu fui preparado para uma festa. É como se eu fosse convidado para o aniversário de um amigo meu, chegasse lá e encontrasse um grupo de pessoas que não queria a minha presença lá”, afirmou Lula. O presidente disse que, depois de deixar o Maracanã, algumas pessoas afirmaram que o protesto teria sido organizado e que poderia ter acontecido por causa do sistema de distribuição dos convites para o evento. Mas Lula disse que não quer explicações: “a mim, não me interessa o que aconteceu. Já aconteceu... O que é importante é que foi uma abertura extraordinária dos Jogos Panamericanos”. Lula disse ainda que acha que a manifestação não reflete o pensamento do povo carioca sobre seu governo “Isso não muda um milímetro o meu comportamento com o Rio de Janeiro. O Rio de Janeiro, poderíamos dizer, continua lindo, e merece que o governo federal faça o que for possível para o Rio de Janeiro”, declarou. O presidente comemorou o sucesso do evento, que recebeu R$ 2 bilhões em recursos federais, e afirmou que recebeu elogios de atletas de vários países à organização do Pan durante visita à Vila Olímpica. Segundo ele, os jogos deverão credenciar o Brasil como forte candidato a abrigar a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016. G1, SP, Foto: Lula não fez o discurso de abertura do Pan (Reproducão: TV Globo).


















